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	<title>Portal Cultura PE &#187; soul</title>
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		<title>Graxa: “Di Melo é mito total!”</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2015 18:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[1975]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem participa, nesta semana, do Eu Indico é o cantor e compositor Graxa, que acaba de lançar o seu segundo álbum, Aquele Disco Massa. Um dos nomes que integra a Cena Beto, ele traz em seu trabalhos referência do rock, blues, folk, sempre com letras ferinas, mas muito bem humoradas. Ao Cultura.PE e aos internautas ele [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Graxa-crédito-Juvenil-Silva.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18088" alt="Juvenil Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Graxa-crédito-Juvenil-Silva-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem participa, nesta semana, do <strong>Eu Indico</strong> é o cantor e compositor <strong>Graxa</strong>, que acaba de lançar o seu segundo álbum, <em>Aquele Disco Massa</em>. Um dos nomes que integra a Cena Beto, ele traz em seu trabalhos referência do rock, blues, folk, sempre com letras ferinas, mas muito bem humoradas.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas ele indica o primeiro disco do mito <strong>Di Melo</strong>, de 1975. Soulman recifense que fez carreira labo B em São Paulo, e foi redescoberto pelas novas gerações há cerca de uma década, voltando às paradas de sucesso com seu balanço que mistura soul, funk, tango, latinidades entre outras malemolências mais.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/DiMelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-4959" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/DiMelo-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>“<em>Agito, embalo, dançante e curtição. Fera total. Tem nem o que dizer, bicho! Indo para muito além das definições de música boa ou ruim, independente disso, não há de se negar que o figura &#8220;X&#8221; que colocar o som desse disco e não curtir é uma figura preocupante, não vai ter jeito que dê jeito, quanto mais um texto.</em></p>
<p><em>Vou falar uma parada bem clichê, mas é verdade: o repertório desse disco é muito rico &#8211; apesar de ter fortes bases na soul music. Mas alguns exemplos como </em>Conformopólis<em>, </em>Sementes<em> e </em>Má Lida<em> – essa última, com lindos arranjos de cordas – servem pra endossar o que eu tô dizendo. Também tem Minha Estrela, que já é uma que tem uma pegada mais de música latina – “esfrega-esfrega” e safadeza bacana.</em></p>
<p><em>E o vinil? O original é mosca branca, mas, se não me engano, fizeram relançamento. Queria o meu. Um dia rola! Esse é de prateleira. Pegar ele e colocar na radiola. Funciona no fim de semana, um pratinho de guisado e uma cachaça organizada. Quando vê, tu já tá dançando, numa boa, de óculos escuros, parecendo até que vai morrer doce quando o mundo se acabar em mel. Isso funciona em fins de semana.</em></p>
<p><em>E Di Melo? O cara é mito total! O Imorrível! Dá pra tu? Queres mais? Pra mim, já é o suficiente. E fora que o cara é bonitão! Manja na lábia e no papo. Tem altos estilos </em><em>de gírias &#8216;dimélisticas&#8217; que eu uso porque é o linguajar fera, tipo: “coracional” ou, até mesmo, “sorvete comportamental”. Tem outros. Fortes influências! Discaço! E Di Melo é figuraça que deve ser admirada e considerada sempre em todos os cantos e épocas. Um grande abraço pra ele</em>”.</p>
<p><strong>Ouça o disco Di Melo (1975)</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/t7xwo7HW9g8" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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