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	<title>Portal Cultura PE &#187; Spok</title>
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		<title>Pernambuco Meu País no REC&#8217;n&#039;Play começa com Quarta-Feira de Multicores</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 05:30:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi o contrário de uma Quarta-Feira de Cinzas (aquela, ingrata). Maracatu, forró, brega, frevo, tecnologia, criatividade e inovação&#8230; Adivinhe: o que tudo isso tem a ver? É o Palco Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival, no Bairro do Recife, onde, nesta quarta-feira (6), apresentaram-se o Maracatu Encanto do Dendê, os cantores Jáder e Otto (este [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi o contrário de uma Quarta-Feira de Cinzas (aquela, ingrata). Maracatu, forró, brega, frevo, tecnologia, criatividade e inovação&#8230; Adivinhe: o que tudo isso tem a ver? É o Palco Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival, no Bairro do Recife, onde, nesta quarta-feira (6), apresentaram-se o Maracatu Encanto do Dendê, os cantores Jáder e Otto (este com participação especial de Junio Barreto) e a banda Estesia (abrilhantada pelo maestro Spok). Uma noite de multicores visuais e sonoras prestigiada em peso pelo público. O evento segue até sábado (9), ancorado no cais da Avenida Alfredo Lisboa, entre o Centro Cultural Cais do Sertão (Armazém 11) e o Centro de Artesanato de Pernambuco (Armazém 10).</p>
<p>A cultura popular, tanto em sua veia tradicional, quanto no que se convencionou a chamar de pop, tornou-se uma marca da experiência Pernambuco Meu País, nas oito edições em que o percorreu o Agreste e o Sertão pernambucano, de julho a setembro deste ano. Em sua estreia no Recife não poderia ser diferente.</p>
<p>Coube ao Maracatu Encanto do Dendê, uma das atrações da etapa no município de Bezerros fazer as honras so start na capital. Gerado no período de 1998 a 2010, em Jaboatão dos Guararapes, esse maracatu nação ressurgiu em 2020, em plena pandemia, reivindicando sua voz pela religiosidade e cultura de periferia. Sob o comando de Mestre Danilo, um grupo de 54 integrantes, com idade entre 2 e 70+, deu seu recado colocando para gerar o Palco Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival.</p>
<p>Pernambuco Meu País e REC&#8217;n'Play Festival, aliás, parece a combinação perfeita para atrair uma plateia inteligente, que não chegou ali por acaso. Pela reação das pessoas, elas conheciam bem os artistas e lá estavam por eles e pelas propostas deles.</p>
<p>O cantor Jáder subiu ao palco na sequência, apresentando um repertório que passeou por forró com influência de techno brega, seguindo de releituras de bastiões como Petrúcio Amorim e Accioly Neto, e do chamado forró das antigas das bandas Cavalo de Pau e Magníficos, até João do Morro. Tudo isso embalado &#8211; e bote embalado nisso, em todos os sentidos -, com muita alegria, diversão e ironia.</p>
<p>Já Otto, todo mundo sabe, são quatro letras que dispensam apresentação. Um ano após sua estreia com om show em que faz tributo ao Rei do Brega, Reginaldo Rossi, o galego está cada vez mais instigado. E, junto com sua banda de virtuosos, ainda mais azeitado. Começou já disparando sucessos como Tão Sofrido, Um Romance Que Ninguém Leu, Leviana, Eu Queria Te Odiar e Quando Você Foi Embora. Parecia o show perfeito. Aí chamou Jáder para fazer Em Plena Lua de Mel, depois emendou Desterro e A Raposa e as Uvas. Aí foi a vez de Junio Barreto, que cantou Garçom e suas autorais (Coração Preto e Passione). Sim, era o show perfeito.</p>
<p>A partir de então Otto entrou num modo que definiu como &#8220;outro nível&#8221; de Reginaldo Rossi, a banda imparável em ritmo de medley e pout-pourri: As Quatro Estações; Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme; Amor, Amor, Amor; Itamaracá; Recife Minha Cidade; e, para encerrar, Deixa De Banca (Borogodá), mais uma vez com Junio e com Victor Camarotti. Uma loucura. Só estando lá para realmente entender o que aconteceu. E o espaço entre o Cais do Sertão e o Centro de Artesanato completamente tomado. Extasiante.</p>
<p>E uma Quarta-Feira de Multicores como essa não poderia terminar diferente. É claro que rolou o frevo. Mas de uma forma diferente. Frevo estilo REC&#8217;n'Play, reconstruído à moda Estesia, banda synth pop que também transita pelos ritmos pernambucanos. E como transita. Para o Palco Pernambuco Meu País trouxe ninguém menos como convidado especial o maestro Spok. E tome Madeira que Cupim Não Rí, tome Hino de Batutas, Último Regresso, Voltei Recife. Isso encaixado entre temas próprios e releituras personalíssimas como a versão transcendental de Chorando e Cantando, sucesso de Geraldo Azevedo, além de Ciranda de Maluco, Fui Humilhado e Louca, hits de Otto, Academia da Berlinda e Banda Kitara, respectivamente.</p>
<p>Foi só o primeiro dia do Palco Pernambuco Meu País no REC&#8217;n'Play Festival. Até sábado (9) muitas surpresas vão rolar.</p>
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		<title>Maestros do frevo pernambucano ganham a telona do São Luiz</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2016 02:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ilustre vizinho do Galo da Madrugada, o Cinema São Luiz entra no clima do Carnaval de Pernambuco durante a semana de 28 de janeiro a 3 de fevereiro. É que entra em cartaz no equipamento cultural, com sessões sempre às 17h40, o documentário &#8220;Sete Corações&#8221;, da pernambucana Dea Ferraz. O filme reconstrói a trajetória cultural [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ilustre vizinho do Galo da Madrugada, o Cinema São Luiz entra no clima do Carnaval de Pernambuco durante a semana de 28 de janeiro a 3 de fevereiro. É que entra em cartaz no equipamento cultural, com sessões sempre às 17h40, o documentário &#8220;Sete Corações&#8221;, da pernambucana Dea Ferraz.</p>
<div id="attachment_33208" aria-labelledby="figcaption_attachment_33208" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Leopoldo Conrado Nunes/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Sete-Coracoes-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-33208" alt="Foto: Leopoldo Conrado Nunes/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Sete-Coracoes-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-Divulgacao-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do documentário &#8216;Sete Corações&#8217;, com os maestros Guedes, Duda, Spok, Menezes, Clóvis, Ademir e Nunes.</p></div>
<p>O filme reconstrói a trajetória cultural do frevo no estado sob o ponto de vista de sete grandes maestros pernambucanos: José Menezes<em> (in memorian)</em>, Nunes, Clóvis Pereira, Guedes Peixoto, Duda, Ademir  Araújo e Edson Rodrigues O belo processo de criação conjunta de um frevo novo vai revelando memórias e relações íntimas destes símbolos da nossa cultura com o ritmo patrimônio da humanidade. A temporalidade do filme é marcada pelo carnaval, quando podemos ver cidade e as pessoas se arrumando para a festa. Em uma verdadeira apoteóse, o filme nos conduz ao último dia de folia, quando mais de 50 mil pessoas ovacionam a música inédita.</p>
<p>Além de Sete Corações, também estão em cartaz o drama alemão Diplomacia; o pernambucano Boi Neon; e a animação estadunidense Hotel Transilvânia 2.</p>
<p>Com som e projeção digitais, o São Luiz é o mais moderno cinema de rua de Pernambuco. Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Às terças-feiras, os preços caem para R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia).</p>
<p>Confira a programação completa:</p>
<p><strong>CINEMA SÃO LUIZ </strong><br />
<strong>28 de janeiro a 3 de fevereiro de 2016</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/sete-coracoes-foto-leopol.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-33443" alt="Divulgação/Leopoldo Nunes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/sete-coracoes-foto-leopol-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>SETE CORAÇÕES</strong><br />
(Brasil, 2014, 97min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Documentário | <strong>Diretor</strong>: Deá Ferraz | <strong>Elenco:</strong> Maestros José Menezes, Nunes, Clóvis Pereira, Guedes Peixoto, Duda, Ademir  Araújo e Edson Rodrigues, Spok<br />
<strong>Sinopse: </strong>Há mais de cem anos, um ritmo musical constrói a identidade do povo recifense: o frevo. Sete Corações reconstrói essa trajetória cultural sob um ponto de vista íntimo e subjetivo, já que são os sete principais maestros vivos que nos contam desse ritmo. Em paralelo, é proposto a eles a construção de uma música, fio condutor do filme. Com uma narrativa clássica, pela primeira vez na história, esses mestres vão criar um frevo juntos. Nesse processo, o filme desvenda as lembranças e a relação que esses homens mantêm com o frevo.<br />
<strong>Dias:</strong> Quinta-Feira (28), Sexta-Feira (29), Sábado (30), Domingo (31), Terça-Feira (2) e Quarta-Feira (3), às 17h40<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> Livre</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/hotel-transylvania-2.jpg"><img alt="Hotel Transylvania 2" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/hotel-transylvania-2-607x328.jpg" width="607" height="328" /></a></p>
<p><strong>HOTEL TRANSILVÂNIA 2<br />
</strong>(<em>Hotel Transylvania</em> 2, 2015, EUA, 89 min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Animação | <strong>Diretor:</strong> Genndy Tartakovsky<br />
<strong>Sinopse:</strong> A vampira Mavis e o humano Jonathan se casaram e continuaram morando no Hotel Transilvânia, já que Drácula ofereceu um emprego ao genro. Ele na verdade quer que sua filha permaneça ao seu lado, especialmente quando ela revela estar grávida. Eufórico com a notícia, Drácula torce para que seu neto seja um vampiro de verdade e busca, a todo instante, indícios de que isto acontecerá. Entretanto, o pequeno Dennis está prestes a completar cinco anos e, ao menos por enquanto, tudo indica que ele é um humano normal.<br />
<strong>Dias:</strong> Quinta-Feira (28), Sexta-Feira (29), Sábado (30), Terça-Feira (2), Quarta-Feira (3), às 14h; Domingo (31), às 10h e às 14h<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> Livre</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Diplomacia.jpg"><img alt="Diplomacia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/Diplomacia-607x429.jpg" width="607" height="429" /></a></p>
<p><strong>DIPLOMACIA </strong><br />
(<em>Diplomatie</em>, França , Alemanha, 2014, 90min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama | <strong>Diretor:</strong> Volker Schlöndorff | <strong>Elenco:</strong> André Dussollier, Niels Arestrup, Burghart Klaußner<br />
<strong>Sinopse:</strong> No dia 25 de agosto de 1944, os aliados entram em Paris. Antes do amanhecer, o general alemão Dietrich von Choltitz prepara-se para cumprir as ordens de Adolf Hitler: explodir a capital francesa. Até que, no meio da noite, recebe a visita inesperada do cônsul geral da Suécia, que vai tentar convencê-lo a livrar a cidade do destino trágico planejado pelos alemães. Amanhece e Paris não é destruída. Por quais razões Von Choltitz não seguiu as ordens de Hitler, apesar da sua lealdade ao Terceiro Reich?<br />
<strong>Dias:</strong> Quinta-Feira (28), Sexta-Feira (29), Sábado (30), Domingo (31), Terça-Feira (2) e Quarta-Feira (3), às 15h50<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 14 anos</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/boi-neon-cazarre.jpg"><img alt="Boi Neon" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/boi-neon-cazarre-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>BOI NEON</strong><br />
(Brasil , Holanda , Uruguai, 2015, 101min.)<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama |<strong> Diretor:</strong> Gabriel Mascaro | <strong>Elenco:</strong> Juliano Cazarré, Maeve Jinkings, Vinicius de Oliveira<br />
<strong>Sinopse:</strong> Nos bastidores das Vaquejadas, Iremar e um grupo de vaqueiros preparam os bois antes de solta-los na arena. Levando a vida na estrada, o caminhão que transporta os bois para o evento é também a casa improvisada de Iremar e seus colegas de trabalho: Zé, Negão, Galega e sua filha Cacá. O cotidiano é intenso e visceral, mas algo inspira novas ambições em Iremar: a recente industrialização e o polo de confecção de roupas na região do semi-árido nordestino. Deitado em sua rede na traseira do caminhão, sua cabeça divaga em sonhos de lantejoulas, tecidos requintados e croquis. O vaqueiro esboça novos desejos.<br />
<strong>Dias:</strong> Quinta-Feira (28), Sexta-Feira (29, Sábado (30), Domingo (31), Terça-Feira (2) e Quarta-Feira (3), às 19h40<br />
<strong>Classificação Etária:</strong> 16 anos</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Programação do Cinema São Luiz, de 21 a 27 de janeiro de 2016</strong><br />
<strong>Onde?</strong> R. da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE<br />
<strong>Quanto? </strong>Quinta, Sexta, Sábado, Domingo e Quarta-Feira: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)<br />
Terça-Feira: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)</p>
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		<title>Projeto &#8220;Do Frevo ao Jazz&#8221; promove encontro entre o americano Wynton Marsalis e o maestro Spok</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2015 17:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22382" aria-labelledby="figcaption_attachment_22382" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Figueiroa/ Trago Boa Notícia</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/SpokFrevo_Orquestra_foto_Beto_Figueiroa.jpg"><img class="size-medium wp-image-22382" alt="Beto Figueiroa/ Trago Boa Notícia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/SpokFrevo_Orquestra_foto_Beto_Figueiroa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">SpokFrevo Orquestra se tornou conhecida pelo frevo com arranjos jazzísticos.</p></div>
<p>O projeto &#8220;Do Frevo ao Jazz&#8221; promove um encontro histórico no Recife. Vencedor de vários Grammy e o primeiro jazzista a ganhar um Pulitzer, o norte-americano Wynton Marsalis participa de um bate-papo ao lado do maestro Spok, diretor, arranjador e músico da SpokFrevo. Durante o bate-papo, Marsalis e Spok irão falar sobre as similaridades históricas entre o frevo e o jazz, as possibilidades de intercâmbio cultural entre os dois gêneros, além da recente internacionalização do frevo. O encontro acontece no Paço do Frevo, Bairro do Recife, no dia 1º de abril, às 15h.</p>
<p>As inscrições para o evento podem ser feitas no site <strong><a href="http://www.pacodofrevo.org.br" target="_blank">www.pacodofrevo.org.br</a> </strong>até o dia 24. Em função do espaço do local, serão disponibilizadas 150 vagas. A lista de selecionados será divulgada no dia 26 de março. Caso os inscritos não compareçam até as 14h30 do dia do evento, abre-se para a lista de espera no local. Realizado pela Jaraguá Produções, o projeto “Do Frevo ao Jazz” conta com patrocínio da Prefeitura do Recife, incentivo do Funcultura/ Governo de Pernambuco e apoio do Consulado Americano no Recife, Paço do Frevo e do restaurante Mingus.</p>
<p>No dia 1º de abril, também haverá show.  Marsalis e sua Jazz At Lincoln Center Orchestra (JLCO) se apresentam ao ar livre no Parque Dona Lindu, com show de abertura da SpokFrevo. Realizado pela Jaraguá Produções, o projeto “Do Frevo ao Jazz” conta com patrocínio da Prefeitura do Recife, incentivo do Funcultura/ Governo de Pernambuco e apoio do Consulado Americano no Recife, Paço do Frevo e do restaurante Mingus.</p>
<div id="attachment_22383" aria-labelledby="figcaption_attachment_22383" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Marsalis.jpg"><img class="size-medium wp-image-22383" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Marsalis-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Wynton Marsalis é vencendor de nove prêmios Grammy.</p></div>
<p><strong>JAZZ</strong> – Músico e compositor internacionalmente aclamado, Wynton Marsalis é diretor musical do Jazz at Lincoln Center (Nova York), educador e um dos principais defensores da cultura americana. Trata-se do primeiro artista de jazz do mundo a executar e compor todo o espectro de jazz, desde suas raízes de New Orleans ao be-bop moderno. É vencedor de 9 prêmios Grammy, além do Pulitzer para Música, horaria somente concedida postumamente a John Coltrane, Thelonious Monk e Duke Ellington. Nascido em New Orleans em 18 de outubro de 1961, compõe tanto para big bands, quanto para quartetos.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong> Projeto “Do Frevo ao Jazz” | Bate-papo entre Wynton Marsalis e Spok</strong><br />
<strong>Local:</strong> 3º andar do Paço do Frevo (Praça do Arsenal da Marinha, s/n, Bairro do Recife)<br />
<strong>Data:</strong> 1º de abril, às 15h<br />
<strong>Inscrições gratuitas:</strong> de 16 a 24 de março pelo site <strong><a href="http://www.pacodofrevo.org.br" target="_blank">www.pacodofrevo.org.br</a></strong>. Resultado da seleção dia 26.<br />
<strong>Informações:</strong> pelo telefone (81) 3355.9524 ou pelo e-mail dofrevoaojazz@gmail.com</p>
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		<title>Prévias agitam Recife e Olinda neste fim de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2015 21:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Carnaval vai se aproximando e o pernambucano, folião convicto que é, já começa a botar o bloco na rua. As prévias carnavalescas tomam conta das cidades e, na Região Metropolitana do Recife (RMR), a farra dura o fim de semana inteiro. As cidades-irmãs, Recife e Olinda são o foco da folia e festa é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/previas.jpg.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-20137" alt="previas.jpg" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/previas.jpg-607x337.jpg" width="607" height="337" /></a></p>
<p>O Carnaval vai se aproximando e o pernambucano, folião convicto que é, já começa a botar o bloco na rua. As prévias carnavalescas tomam conta das cidades e, na Região Metropolitana do Recife (RMR), a farra dura o fim de semana inteiro. As cidades-irmãs, Recife e Olinda são o foco da folia e festa é o que não falta para aproveitar nesta sexta (23), sábado (24) e domingo (25).</p>
<p><strong>Confira as prévias que vão acontecer neste fim de semana:</strong></p>
<p><strong>Acerto de marcha do Bloco da Saudade</strong><br />
Sexta (23), às 22h<br />
Sede da Associação do Branco do Brasil (ABB) | Rua Dr. Malaquias, 204, Graças – Recife/PE<br />
R$ 30,00 (individual) e R$ 150 (mesa)</p>
<p><strong>Bloco Salve Mujica</strong><br />
<em>O Conde e Banda Só Brega, Besta é Tu!, Recife Reggae Orquestra, Reggae Jam, São Gurufim, Pife Floyd, Mundo Livre S/A e DJs.</em><br />
Sexta (24), às 16h20<br />
Boca da Mata Bar | Estrada do Passarinho, 78, Dois Irmãos – Recife/PE<br />
R$ 25 – à venda no <a href="http://www.eventick.com.br/salvemujica2" target="_blank">Eventick</a>.</p>
<p><strong>Eu Acho É Pouco</strong><br />
<em>Maestro Spok e Orquestra, Bailinho Maravilha, Batucada do Eu Acho é Pouco e os DJs Pepe Jordão e Lala K</em><br />
Sábado (24), a partir das 16h<br />
Catamaran Tours | Cais das 5 Pontas, s/n, São José – Recife/PE<br />
R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia), à venda no Eventick.</p>
<p><strong>15 anos do Bloco Os Sujos</strong><br />
<em>Ska Maria Pastora, Banda Limpeza e DJ Damata</em><br />
Sábado (24), a partir das 17h<br />
Restaurante Mourisco | Praça Conselheiro João Alfredo, 7, Carmo – Olinda/PE<br />
R$ 30 (1° lote), R$ 40 (2° lote) e R$ 50 (no dia), à venda no <a href="http://www.eventick.com.br/bloco-dos-sujos-15-anos-previa" target="_blank">Eventick</a>.</p>
<p><strong>Pra quem tá quente</strong><br />
<em>Otto (com o show “Canta, canta, minha gente”) convida Baby do Brasil</em><br />
Domingo (25), a partir das 16h<br />
Catamaran Tours | Cais das 5 Pontas, s/n, São José – Recife/PE<br />
R$ 40,00 + com 1kg de alimento (social), R$40,00 (meia), R$80,00 (inteira), à venda na Avesso, Coreto (Galeria Joana D&#8217;arc) e <a href="http://www.eventick.com.br/pra-quem-ta-quente-otto-canta-" target="_blank">Eventick</a>.</p>
<p><strong>Esses Boy tão Muito Doido</strong><br />
<em>Dj Urêa, Sambão do Preto Velho e orquestra de frevo</em><br />
Domingo (25), a partir das 10h<br />
Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho | Alto da Sé – Olinda/PE<br />
R$ 15</p>
<p><strong>B.E.B.E.R.I.C.A.R.</strong><br />
<em>Licor de Camarones + Dj Meunier + Dj Deco Simões</em><br />
Domingo (25), a partir das 13h<br />
Casamarela . co working | Rua Professor Álvaro Lima, 47, Casa Amarela – Recife/PE<br />
R$ 10,00 (ingresso), R$ 25,00 (camisa) e R$30,00 (ingresso + camisa)</p>
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		<title>Pequena e pianinho, Flaira se agiganta em “Cordões umbilicais”</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2015 19:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[21º Janeiro de Grandes Espetáculos]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9478-fotoSilviaMachado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19998" alt="Silvia Machado/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9478-fotoSilviaMachado-607x440.jpg" width="607" height="440" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><i> </i><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>“<em>O que você vai ser quando crescer? Atriz, cantora ou dançarina?</em>”. Para a artista <a href="https://soundcloud.com/flaira" target="_blank"><strong>Flaira Ferro</strong></a>, essa é uma pergunta que pode soar curiosa. Uma “brincante” pode ser a resposta, uma vez que todas essas formas de expressão artística agora encontram vazão em seu trabalho. Porém, é o lado cantora e compositora que desabrocha com mais firmeza neste momento e que vem a público de forma mais clara. A pergunta está na oitava faixa de <em>Cordões umbilicais</em>, seu primeiro disco solo. Flaira lança o álbum no Recife, nesta sexta (23), às 21h, no Teatro de Santa Isabel. O show faz parte da programação do Janeiro de Grandes Espetáculos e contará com diversas participações: Maestro Spok, Lucas dos Prazeres, Ylana Queiroga, Caio Lima, Isadora Melo e Allison Lima são os convidados da jovem artista.</p>
<p>“<em>Uma obra de afeto, feita por muitas mãos</em>”. É assim que Flaira define <em>Cordões umbilicais</em>, no encarte do disco. Um trabalho onde ela se desnuda em canções confessionais, expõe questionamentos, dúvidas, defeitos, buscas, esperanças, gratidões&#8230; sem nenhum pudor. São 11 faixas que retratam o mais íntimo de suas verdades, mas que trazem, entranhadas nela, um pouco (ou um tanto) de cada pessoa que fez/faz parte de sua vida: família, amigos, amores, mestres&#8230; uma grande aldeia dentro de si. Esses “cordões umbilicais” que a ligam a várias pessoas através do afeto, e que a alimentam de vida e inspiração cotidiana, pra se debruçar sobre suas questões pessoais. &#8220;<em>O disco leva meu nome porque as letras são minhas, porque foi um impulso que nasceu aqui, mas se não fosse cada uma dessas pessoas que caminharam comigo, com certeza, esse disco não teria saído, não teria existido, de jeito nenhum</em>”. Dez faixas são assinadas por Flaira (solo ou em parceria). Já a última, a bonus track <em>Filhos</em>, é um poema do pai, que, numa brincadeira de improviso, se tornou música, gravada num celular, com as vozes dele e da sua mãe.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9342-fotoSilviaMachado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19999" alt="Silvia Machado/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9342-fotoSilviaMachado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>Cordões Umbilicais</em> é, também, resultado de um reencontro consigo mesma, de algo que ela trazia cristalizado há anos. Conhecida pela sua trajetória como bailarina – em especial, de frevo –, Flaira sempre trouxe dentro de si um lado musical. Estudou violão e teclado quando criança, e sua primeira composição, “O dom”, foi feita quanto tinha apenas 8 anos. No entanto, foi a dança que lhe pegou de jeito e a fez consolidar uma trajetória bastante sólida, mergulhando no universo da cultura popular e das possibilidades de expressão do corpo a serviço dessa linguagem. No entanto, de uns tempos pra cá, ela foi recebendo alguns sinais de que era possível e interessante “soltar a voz”, apresentar ao mundo suas canções. Para isso, foi preciso, de fato, “várias mãos” que a impulsionassem nessa direção.</p>
<p>Um ex-namorado, músico, foi quem lhe deu a primeira dica, alertando-a para a qualidade das canções que compunha. Mas o “start” veio em 2012, quando foi morar em São Paulo, para integrar a Antonio Nóbrega CIA de Dança, de Antonio Nóbrega e Rosane Almeida. Lá, durante o processo de criação dos espetáculos <em>Amado</em> e <em>Húmus</em>, teve aulas de teatro, dança e música. E foi aí que ela sentiu que a música poderia ser mais um ambiente de expressão para a sua persona artística. Essa pulsão precisava, então, ganhar terreno.</p>
<p>No entanto, a decisão de cantar e gravar um disco lhe exigiu coragem. “<em>O cantar veio de um lugar de autoconhecimento, pois eu sempre guardei muitos medos na minha garganta, a voz era um tabu pra mim, um lugar de muita exposição, que me desmascara</em>”, confessa Flaira. Mas ela encarou o desafio e, junto aos músicos Leonardo Gorosito e Alencar Martins, resolveu desbravar a si mesma. Num trabalho totalmente independente, que durou cerca de dois anos – entre seleção de repertório, arranjo e gravação de disco –, eles foram maturando e gestando o que viria desaguar em <em>Cordões umbilicais</em>, sua estreia como cantora.</p>
<p>O álbum está disponível para download, na página de Flaira. Clique <a href="http://flairaferro.com.br/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p><strong>SHOW</strong><br />
Mas não era apenas gravar um disco. Seria necessário lançá-lo, fazê-lo chegar aos ouvidos e corações do público. <em>Cordões umbilicais</em> teve um pré-lançamento, em São Paulo, em outubro do ano passado, que resultou em <a href="https://www.youtube.com/channel/UCVizSbbXeMSDriKxUlCk_cg/videos" target="_blank">dois vídeos</a>, disponíveis no youtube. O lançamento oficial será, de fato, no show desta sexta. “<em>Não tinha como não ser no Recife. Minha história foi toda construída aqui, muitas das pessoas que amo estão aqui, foi aqui que aprendi a fazer o que sei hoje”</em>, conta Flaira. O fato de estrear no Teatro de Santa Isabel, templo das artes cênicas do Recife, faz emergir em Flaira um misto de ansiedade e, mais uma vez (como parece ser de sua natureza), coragem diante do desafios. “<em>A minha ficha ainda está caindo (risos), mas eu sei que isso vai acontecer porque fui eu que quis, fui eu quem busquei, por querer muito viver esse momento. E é o que eu vou fazer</em>”.</p>
<p>Em palco, a dimensão da sua voz, muito bem desenhada no disco, ganha contornos cênicos ainda mais interessantes, uma vez que se tornam extensão do que é dito em cada uma das letras. Gestos, olhares, movimentos corporais também tecem ainda mais sentidos a partir do que é dito nas canções, quando dialogam com o que sai através da sua voz. “<em>Eu entendo a minha voz como um instrumento totalmente ligado ao meu corpo. É algo orgânico. Além disso, eu não sou escritora ou poeta. Eu escrevo, gosto de dançar e de cantar. O jeito que eu me expresso no palco tem muito a ver com minhas experiências, com o que eu busco, com meu olhar sobre as coisas. Em mim, tem um misto de muita raiva e muita gratidão, de muito caos e muita paz. E o palco é o lugar onde eu me permito viver isso, sem me reprimir, sem me tolher, onde dou vazão aos monstros e às coisas boas que no dia a dia procura-se ter mais cuidado</em>”, revela.</p>
<p>Estarão presentes no repertório do show as onze faixas do disco, além de uma música instrumental. E para dar mais sentido a esse trabalho de cunho tão íntimo, mas volteado por diversas pessoas, Maestro Spok, Lucas dos Prazeres, Ylana Queiroga, Caio Lima, Isadora Melo e Allison Lima foram convidados e vão dividir o palco do Santa Isabel com Flaira.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Cordões umbilicais<em>, com Flaira Ferro (show de lançamento do CD)</em><br />
Sexta (23), às 21h<br />
Teatro de Santa Isabel &#8211; Praça da República, s/n, Santo Antônio &#8211; Recife/PE<br />
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada).</p>
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		<title>&#8220;A.M.A.R.T.E&#8221; marca estreia de Cláudia Beija em disco solo</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Sep 2014 21:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Após cerca de três décadas emprestando sua voz a trabalhos dos mais diversos artistas &#8211; entre eles, Alceu Valença, Wilson Simonal, Elba Ramalho, Geraldo Maia, Nena Queiroga, Claudionor Germano, China, entre outros &#8211; , eis que a cantora pernambucana Cláudia Beija alça voo solo. Em &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;, primeiro álbum que traz seu nome estampando a capa, ela reúne toda a experiência adquirida ao longo dessa trajetória e, o melhor de tudo: grandes amigos de vida e de música. Cláudia lança o CD, nesta quarta (17), com um pocket-show, a partir das 19h, na loja Passa Disco, que fica no Shopping Sítio da Trindade.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/claudia-beija-pedro-dzelme.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-14141" alt="Pedro Dzelme/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/claudia-beija-pedro-dzelme.jpg" width="470" height="230" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Uma colcha de retalhos</em>&#8220;. É assim que Cláudia Beija define &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;. também pudera: ao longo de tantos anos de carreira artística &#8211; iniciada nos anos 1980, quando cantou, pela primeira vez, no lendário bar Som das Águas -, a cantora utilizou da versatilidade para fazer da sua voz canto para os mais diversos estilos, o que a fez desaguar nesse imenso mar chamado MPB, como ela acredita. &#8220;<em>Não quis seguir nenhum movimento ou tendência musical. Minha única vontade era cantar</em>&#8220;, conta ela sobre o repertório do disco. Em A.MA.R.T.E, estão presentes pitadas de samba, bossa, pop, bolero, música rural, reggae, etc.</p>
<p>E para dar corpo a essa pluralidade musical, um hall de compositores também dos mais diversos. Autores consagrados, como Noel Rosa (&#8220;Último desejo&#8221;), João Donato (&#8220;Flor de Maracujá&#8221;, com Lysias Enio) e Lula Queiroga (&#8220;O habitat da felicidade&#8221;), estão presentes no disco. Jovens compositores também foram trazidos para o repertório de Cláudia: China, Jr. Black, Zé Manoel, Yuri Queiroga, Ylana Queiroga, Julio Morais estão entre os nomes que presentearam a cantora. &#8220;<em>Eu não segui um roteiro ou conceito que amarrasse as músicas dos disco. meu critério de escolha foi a emoção que cada uma dessas músicas me causa</em>&#8220;, explica. É o exemplo da faixa que abre o CD, &#8220;Vamos a Marte&#8221;, de Henrique Macêdo e Paulo Marcondes, e que inspirou o título do disco. Foi paixão à &#8220;primeira audição&#8221;. &#8220;<em>Ela foi gravada no disco &#8216;Minha praia&#8217;, de Henrique, em que eu fiz backing vocal. Quando ouvi pela primeira vez, pensei &#8216;um dia, vou gravar essa música!</em>&#8216;&#8221;. Daí, ela já teria a primeira música do disco.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/10408508_10202336312160259_5643465493078223364_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13847" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/10408508_10202336312160259_5643465493078223364_n-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O processo de amadurecimento para resolver protagonizar seu próprio trabalho veio com o tempo. &#8220;<em>Eu já tinha feito tanta coisa, trabalhado com tanta gente. Achei que tinha chegado minha hora</em>&#8220;, conta Cláudia. A feitura do disco levou quatro anos. Com produção do baixista Caca Barreto, que toca com Cláudia, ela conseguiu trazer ao disco um tanto do que aprendeu durante a carreira, seu gosto pessoal e sua afinidade com a música. &#8220;F<em>oi um processo bem artesanal. Caca tinha horas disponíveis no seu estúdio e, fomos aos poucos, gravando</em>&#8220;. Cláudia se cercou de diversos amigos cativos para dar vida ao disco. Nomes como Spok, Juliano Holanda Lucas dos Prazeres, Thiago Hoover (que canta com Cláudia em &#8220;Nossa&#8221;), Publius, Walter Areia, Spok e Elba Ramalho (que divide os vocais em &#8220;Flor de Maracujá&#8221;) reforçam o time que está em &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;. &#8220;<em>É um trabalho que me deixou muito feliz, pois consegui reunir amigos e música</em>&#8220;, conclui.</p>
<p>No pocket-show que Cláudia Beija apresenta nesta quarta (17), às 19h, participam Thiago Hoover, Publius e Quarteto Encore. &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221; já está sendo vendido na loja Passadisco.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Lançamento do CD &#8220;A.M.A.R.T.E&#8221;, de Cláudia Beija</strong><br />
Quarta (17), às 19h<br />
Loja Passadisco, no Shopping Sítio da Trindade (Estrada do Encanamento, 480, loja 07, Parnamirim &#8211; Recife/PE)<br />
Aberto ao público</p>
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		<item>
		<title>“A música independente ganha com esse festival”, afirma Marcia Castro</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 13:28:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cantora baiana fez seu primeiro show em Pernambuco no Palco Pop do 22° FIG Por Joana Pires Quando Marcia Castro subiu ao Palco Pop nesta quarta-feira (18/7), muita gente já se aglomerava na frente do palco com expectativa de ver o seu show. Foi uma surpresa para a baiana, que já tinha se apresentado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A cantora baiana fez seu primeiro show em Pernambuco no Palco Pop do 22° FIG</p>
<p>Por Joana Pires</p>
<div id="attachment_6372" aria-labelledby="figcaption_attachment_6372" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-60.jpg"><img class="size-medium wp-image-6372" alt="Márcia Castro. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-60-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia Castro. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Quando Marcia Castro subiu ao Palco Pop nesta quarta-feira (18/7), muita gente já se aglomerava na frente do palco com expectativa de ver o seu show. Foi uma surpresa para a baiana, que já tinha se apresentado em Pernambuco como uma das convidadas de Mercedes Soza, no Teatro Guararapes em 2008. Mas vir para o Estado cantando seu trabalho autoral fez Marcia perceber a amplitude de sua música.</p>
<p>“Eu não tinha dimensão de como o trabalho estava repercutindo aqui”, comentou logo após o show. A cantora apresentou o álbum “De pés no chão”, o segundo de sua carreira. No repertório, músicas como “Preta pretinha”, dos Novos Baianos, e “Menina mulher da pele preta”, de Jorge Ben Jor, caíram na boca do público que vibrou quando, no final da apresentação, ela cantou o Frevo Pecadinho, que a lançou nacionalmente.</p>
<p>“Eu amo frevo. Não me importo muito com essa espécie de rixa entre o frevo baiano e o frevo pernambucano. Morais Moreira e Alceu Valença sempre fizeram parte da minha vida. O frevo é a minha ideia de festa”, confessou Marcia.</p>
<p>Ao comentar sobre a importância da música pernambucana na sua formação, ela fez questão de destacar o trompetista Spok, o cantor Otto e o baterista Pupillo, da Nação Zumbi, como músicos que a influenciam. “Acho que a música de Recife é muito responsável por uma renovação estética que a música independente tem vivido, porque a música da cidade tem conseguido espaço em outros circuitos. Recife é um cenário muito importante para a produção e a criatividade nacional”.</p>
<p>E completa: “Salvador ficou muito estigmatizada por essa voracidade da indústria do Axé Music. A Bahia de Dorival Caymmi, de Batatinha, Raul Seixas e Camisa de Vênus, essa Bahia diversa ficou afogada e agora a gente tá voltando. O axé foi muito importante para a Bahia mas agora estamos encontrando o equilíbrio”.</p>
<p>Para Marcia, festivais como o FIG são fundamentais para divulgação da música independente, que não encontra espaço fácil nas rádios e outros meios de comunicação. “Esses festivais possibilitam a circulação do artista independente e acabam tendo um papel muito importante já que até alguns anos atrás não tínhamos espaços de divulgação democráticos como a Internet”.</p>
<div id="attachment_6374" aria-labelledby="figcaption_attachment_6374" class="wp-caption img-width-338 aligncenter" style="width: 338px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-61.jpg"><img class="size-medium wp-image-6374" alt="Alessandra Leão, no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-61-338x486.jpg" width="338" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Alessandra Leão, no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">A cantora Alessandra Leão, que também fez um show muito bem recebido pelo público do Palco Pop, também concorda com a importância dos festival para a formação de uma plateia que entenda a diversidade musical do país. “O FIG consegue juntar artistas de gêneros bem diversos, o que faz com que as pessoas acabem conhecendo outras músicas”. Alessandra, que já esteve no FIG também em 2007, 2009 e 2011, apresentou um dos últimos shows do CD “Dois Cordões”, antes de começar a se preparar para produzir o 3° CD da carreira.</p>
<p>Quem abriu a noite de apresentações no Palco Pop foi o cantor Zé Manoel. O petrolinense veio ao FIG pela segunda vez apresentar as músicas do seu álbum, lançado em maio no Teatro Santa Isabel, no Recife. “Me surpreendi com a quantidade de pessoas que estava assistindo ao show e cantando as músicas. Fui muito bem recebido pelo Festival”. Sua música suave emocionou e realmente contagiou a plateia, que dançou ao som de Samba Tem, e outros sucessos autorais, além de versões bem interessantes como a música Sabiá, de Luiz Gonzaga, cantada em inglês. Quem completou a noite de shows no Palco Pop foi o jazz abrasileirado da banda Delicatessen.</p>
<div id="attachment_6375" aria-labelledby="figcaption_attachment_6375" class="wp-caption img-width-599 aligncenter" style="width: 599px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-62.jpg"><img class="size-full wp-image-6375" alt="Zé Manoel no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-62.jpg" width="599" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Zé Manoel no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)</p></div>
<p>Amanhã, quinta (19/7), passam pelo Palco Pop Terreiro Cibernético, Curumin, Renata Rosa e Felipe Cordeiro.</p>
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