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	<title>Portal Cultura PE &#187; spotify</title>
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		<title>Maju estreia no streaming com lançamento de single</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 17:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A artista recifense, poeta, cantora, compositora e pesquisadora do corpo Maju, cuja expressividade se manifesta a partir do diálogo entre diferentes linguagens, especialmente a poesia, a dança, a música, o canto e o teatro, fará a sua estreia nas plataformas de streaming com a canção autoral O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114509" aria-labelledby="figcaption_attachment_114509" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cecília Távora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MAJU-Crédito-da-fotógrafa-Cecília-Távora-17.png"><img class="size-medium wp-image-114509" alt="Cecília Távora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MAJU-Crédito-da-fotógrafa-Cecília-Távora-17-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A multiartista Maju</p></div>
<p>A artista recifense, poeta, cantora, compositora e pesquisadora do corpo Maju, cuja expressividade se manifesta a partir do diálogo entre diferentes linguagens, especialmente a poesia, a dança, a música, o canto e o teatro, fará a sua estreia nas plataformas de streaming com a canção autoral <em>O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio</em>. A canção surge a partir de um poema da artista também recifense Nathalia Queiroz musicado por Maju, que traz um poema incidental de autoria própria nos últimos versos. O single pode ser escutado e assistido com visualizer no canal da artista no YouTube, com Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE), a partir do sábado (23), e no Spotify. Para fazer o pré-save da música basta acessar o <a title="O dia que descobri o meu lado do rio | Maju" href="https://tratore.ffm.to/odiaquedescobriomeuladodorio" target="_blank"><strong>link</strong></a> do single. O lançamento da artista Maju tem incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE).</p>
<p>Para celebrar a estreia, há um evento no dia anterior ao lançamento oficial do single nas plataformas de streaming. Na sexta-feira (22), às 20h, na Rua sem Saída (Encruzilhada), o público pode sentir o gostinho do trabalho artístico de Maju em noite que contará com relato do processo de composição e gravação do single, seguido de audição da faixa e do visualizer em primeira mão. Há também uma apresentação de Maju com participações especiais, a exemplo de Hugo Linns, Nathália Queiroz, Larissa Veloso, Oliveira, Isabela Severi e Lua, seguido de sarau aberto para participação dos presentes. São 30 ingressos pelo valor simbólico de R$ 5, com vendas no Sympla.</p>
<p>“A canção fala daquele momento íntimo e ao mesmo tempo comum a todos nós, de quando &#8216;descobrimos o nosso lado do rio&#8217;, ou seja, em que lugares, em que afetos, em que caminho queremos seguir em nossa construção pessoal. Para essa estreia enquanto cantora e compositora, ‘descobrir o lado do rio’ é muito simbólico, pois é um momento de descoberta do lugar da arte como expressão de si e da vida”, expressa Maju.</p>
<p>Para a produção do single, a artista convidou os músicos Hugo Linns como diretor musical e instrumentista, tocando viola dinâmica; a musicista Vitória do Pife, que vem desenvolvendo trabalhos e parcerias tanto com o pife em sua vertente instrumental, quanto em diálogo com a canção e a poesia; e a musicista e produtora musical Aishá Lourenço, na percussão.</p>
<p>A artista nessa canção se conectou a sonoridades e instrumentos localizados na tradição da música pernambucana, como os presentes na viola dinâmica e no pífano, mas o fez com artistas que estão explorando as potencialidades desse instrumento, fazendo uma ponte entre a tradição e a vanguarda, com grande repercussão crítica e artística, acrescidas também pela percussão tão característica da música brasileira. Somasse a isso a voz poética de Maju, que vem se espalhando em diversas linguagens, nas diferentes manifestações da palavra falada, cantada, corporificada em arte, que agora, vai desaguar “neste lado do rio”.</p>
<p><strong>VISUALIZER -</strong> O single é lançado também em vídeo, no formato visualizer. Todas as imagens deste trabalho de Maju foram produzidas pela fotógrafa Cecília Távora em Brejão, município do Agreste pernambucano. Maju escolheu Brejão tendo em vista as relações poéticas estabelecidas com a cidade e artistas que moram lá, como Alefe Passarin, Nathália Tenório e Lua. Foi especialmente em dezembro de 2021, ao visitar esses artistas, que se percebeu possível enquanto compositora e cantora de suas próprias canções, passando então a partilhá-las com outras pessoas. Portanto, trata-se de um lugar bastante simbólico em sua trajetória e que dialoga com a temática do single sobre “descobrir o lado do rio”.</p>
<p><strong>MAJU -</strong> Autora do livro de poemas <em>Voar É a Ordem</em>, publicado pela Editora Patuá, lançado na Casa Gueto em programação paralela ao Festival de Literatura de Paraty (Flip) de 2023. Realizou, a partir de 2022, apresentações musicais como Maju no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG, PE), Festival Crianciã (Brejão, PE), Festival Palavra Cifrada 2024 (Recife), Festival Pernambuco Meu País (Triunfo, PE), Teatro Hermilo Borba Filho (Recife), Rua sem Saída (Recife), Terra Café Bar (Recife), Casa Jangada (Rio de Janeiro) e Espaço Garganta (São Paulo).</p>
<p>É uma das idealizadoras do espetáculo <em>Na Boca Muitos Nomes</em>, realizado em parceria com o artista carlos gomes oliveira. Projeto que tece diálogo entre voz, corpo, ritmo e som, indo para além da “leitura em voz alta” de poesia, mas propondo arranjos vocais entre os poetas, ora explorando timbres, tonalidades, ora trazendo também melodias e cadências incorporadas pelo uso do violão.</p>
<p>É uma das idealizadoras do trio Na Ponta da Agulha, realizado em parceria com as artistas Nathália Queiroz e Larissa Veloso. Projeto no qual poemas e canções dessas artistas se entrelaçam e emaranham enquanto potencializam vozes, nutrindo terreno fértil para as sementes melódicas das artistas.</p>
<p>Possui poemas publicados no livro <em>Forças Intermoleculares</em>, criado por Aline Bernardi, e na <em>Antologia Virtual da Poesia Brasileira Contemporânea: Edição Emergencial</em>, do site Deus Ateu. Participou da criação da videoarte <em>Mãoebius</em> e da videoperformance <em>Encantografar: Estado de Verbo Desconhecido</em>, sob direção artística de Aline Bernardi e com dramaturgia de Ligia Tourinho.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Single de estreia da poeta, cantora e compositora Maju, <em>O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio</em>. A composição é uma parceria com a artista Nathália Queiroz. A canção foi gravada no Recife com produção musical de Hugo Linns e participação dos(as) músicos e músicas Hugo Linns, Vitória do Pife, Aishá Lourenço, Nathália Queiroz, Larissa Veloso e Marcella Andrade, no Estúdio Carranca, no Recife. As fotografias de divulgação, o visualizer e a capa do single foram feitas por Cecília Távora em Brejão (PE). O single é lançado com o incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernmabuco (LPG-PE).</p>
<p>Letra: Nathália Queiroz<br />
Música: Maju<br />
Poema incidental: Maju Cavalcanti<br />
Voz: Maju<br />
Coro: Nathália Queiroz, Larissa Veloso, Aishá Lourenço e Marcella Andrade<br />
Violão: Maju<br />
Viola dinâmica: Hugo Linns<br />
Pífano: Vitória do Pife<br />
Percussão: Aishá Lourenço<br />
Produção musical: Hugo Linns<br />
Gravação, edição e mixagem: Marco Melo<br />
Masterização: Carlinhos Borges<br />
Estúdio Carranca Recife/PE<br />
Fotografia, visualizer e capa do single: Cecília Távora<br />
Produção Geral: Carlos Gomes Oliveira<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida/Alcateia Comunicação e Cultura<br />
Incentivo: Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE)<br />
Agradecimentos: Nathália Queiroz, Carlos Gomes Oliveira, Alefe Passarin, Nathália Tenório, Lua, Marcella Andrade, Larissa Veloso, Hugo Linns, Betania Cavalcanti, Cecília Távora, Vitória do Pife, Aishá Lourenço, Dá Almeida, Estúdio Carranca.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do single e visualizer O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio nas plataformas de streaming -</strong> sábado (23), no <a title="O dia que descobri o meu lado do rio | Maju" href="https://tratore.ffm.to/odiaquedescobriomeuladodorio" target="_blank"><strong>link</strong></a> do pré-save; apresentação e sarau na sexta-feira (22), às 20h, na Rua sem Saída (Encruzilhada). Ingresso: R$ 5. Mais informações no <a title="Maju - Lançamento do single + sarau" href="https://www.sympla.com.br/evento/maju-lancamento-do-single-sarau/2714620" target="_blank"><strong>site</strong></a> do evento<br />
<strong>Letra da canção (Nathália Queiroz) + poema incidental (Maju Cavalcanti):</strong></p>
<p>Há um barco do outro lado<br />
Uma margem além desse braço<br />
E do meu lado o que há?</p>
<p>O dia que descobri o meu lado do rio</p>
<p>“meu desejo é<br />
como uma das lendas contadas<br />
pelos pescadores<br />
que cercam aquele rio<br />
meu desejo nasce corre e morre dentro do rio</p>
<p>mora na boca dos que contam<br />
nos ouvidos dos que escutam<br />
nos olhares por sobre nuvens</p>
<p>meu desejo é brisa soprando areias na pele<br />
limos se impregnando em pedras</p>
<p>meu desejo não anda com as minhas pernas<br />
está na rede dos pescadores<br />
no alto daquele morro<br />
desejando atirar-se ao enluarar do dia<br />
quando os outros seres do rio<br />
assim como eu<br />
ganham vida</p>
<p>meu desejo é de vida”</p>
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		<title>Papo de Ciranda promove visibilidade dos artistas em streaming e nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2023 15:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106199" aria-labelledby="figcaption_attachment_106199" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-11.36.16.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106199" alt="Elimar Caranguejo/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-11.36.16-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe do Papo de Ciranda</p></div>
<p>A produtora Terno da Mata lança hoje nesta sexta-feira (3) o projeto cultural Papo de Ciranda, que reúne 12 dos principais representantes da ciranda em Pernambuco para falar sobre suas trajetórias com a manifestação cultural. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) da Música, foi concebido tendo como base a 6ª Conferência Estadual de Cultura, que buscou incentivar a pesquisa etnográfica, a salvaguarda da memória e a valorização da produção artístico-cultural de segmentos específicos como a ciranda.<br />
A iniciativa, que conta com as mestras e os mestres vinculados à Associação do Coletivo de Cirandas de Pernambuco, tem como objetivo celebrar o título de Patrimônio Imaterial do Brasil e contar a trajetória dos artistas fortalecendo seus currículos e promovendo a valorização e difusão da cultura da ciranda por meio de conteúdo digital.<br />
São entrevistas conduzidas pelo apresentador Roger de Renor e registradas pelo cineasta Nilton Pereira, em forma de episódios em podcast e vídeos, com cirandeiros como Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco; Mestre Santino, artista do município de Nazaré da Mata (PE) reconhecido como Mestre da Cultura Popular, pelo Prêmio Ariano Suassuna, como o cirandeiro mais antigo; e a Ciranda Imperial do Mestre Sérgio Almeida, lendária ciranda que gravou o primeiro LP de ciranda intitulado <em>Vamos Cirandar</em> (1972) em parceria com Mestre Antônio Baracho e a Ciranda Cobiçada do Mestre Custódio pela gravadora Rozenblit.<br />
O projeto visa registrar a história da ciranda contada pelos próprios artistas proporcionando um panorama diversificado dessa manifestação cultural. O local escolhido para as gravações foi o Estúdio Fábrica, localizado no bairro da Várzea. Durante as entrevistas os cirandeiros puderam compartilhar suas experiências, apresentar suas músicas e demonstrar a riqueza rítmica da ciranda pernambucana.<br />
Os registros em vídeo das entrevistas são disponibilizados em plataformas de streaming, como o YouTube, e nas redes sociais da Terno da Mata e dos artistas ampliando o alcance do conteúdo e possibilitando o acesso gratuito por parte do público interessado. Além disso há versões em podcast para aqueles que preferem consumir o material em áudio. Uma das preocupações do projeto é garantir a acessibilidade e por isso os vídeos contam com janelas de libras tornando o conteúdo compreensível para pessoas com deficiência auditiva.<br />
Também estão presentes a ciranda de Zeca Cirandeiro, de Paudalho (PE); Biu Paizinho, da Ciranda Terno da Mata; e o Mestre Anderson Miguel, representante da nova geração da ciranda pernambucana. Dona Dulce Baracho (Abreu e Lima-PE) filha do Mestre Antônio Baracho; Walter da Ciranda Cobiçada (Olinda), filho do Mestre Custódio; Arnaldo do Amaro Branco (Olinda-PE); Dona Del da Ciranda (Paulista-PE); Dona Cristina, que também é Patrimônio Vivo, da Ciranda Dengosa (Recife); e o Mestre Juarez (Cidade Tabajara, Olinda) são os outros artistas que fazem parte do projeto, que ainda conta com um episódio ao vivo do podcast na Rádio Amunam, em Nazaré da Mata.<br />
Papo de Ciranda busca valorizar e difundir a cultura da ciranda em Pernambuco, permitindo que os próprios artistas compartilhem suas histórias e músicas nas redes sociais com um conteúdo audiovisual profissional. Queremos ampliar a visibilidade desses talentosos cirandeiros e promover a inclusão digital tornando a ciranda mais acessível a todos&#8221;, explicam os produtores culturais Sérgio Melo e Ursula Albuquerque, da Terno da Mata Produções.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p>3/11 &#8211; Mestre Sérgio Imperial<br />
4/11 &#8211; Mestra Cristina<br />
10/11 &#8211; Mestre Zeca Ciradeiro<br />
11/11 &#8211; Mestra Del<br />
17/11 &#8211; Lia de Itamaracá<br />
18/11 &#8211; Mestre Santino Cirandeiro<br />
24/11 &#8211; Mestre Arnaldo<br />
25/11 &#8211; Mestra Dulce Baracho<br />
1º/12 &#8211; Mestre Anderson Miguel<br />
2/12 &#8211; Mestre Walter<br />
8/12 &#8211; Mestre Juarez<br />
9/12 &#8211; Mestre Biu Paizinho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Acesso nas plataformas digitais:</strong></span></p>
<p>Spotify: Podcast Papo de Ciranda<br />
Deezer: Podcast Papo de Ciranda<br />
YouTube: Terno da Mata Produções</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>No Instagram:</strong></span></p>
<p>@ternodamata<br />
@coletivodecirandaspe<br />
@podcastpapodeciranda</p>
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		<title>Jornalistas lançam série especial de podcast sobre preservação dos patrimônios materiais e imateriais do interior de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 17:19:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os jornalistas e produtores culturais Josi Marinho e Salatiel Cícero lançaram, nesta semana, a nova série Podcast Nossa História, Nossa Memória: Temporada Especial, iniciativa exclusiva, com foco na preservação dos patrimônios materiais e imateriais da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco. A produção, que tem o incentivo da Secretaria Estadual de Cultura, Fundação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105668" aria-labelledby="figcaption_attachment_105668" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ivson Gambarra/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Salatiel-Cicero_-Josi-Marinho_-Foto_-Ivson-Gambarra_Jornalistas-pernambucanos-lançam-série-especial-de-podcast-com-foco-na-preservação-dos-Patrimônios-Materiais-e-Imateriais-do-interior-do-Estado__2.jpg"><img class="size-medium wp-image-105668" alt="Ivson Gambarra/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Salatiel-Cicero_-Josi-Marinho_-Foto_-Ivson-Gambarra_Jornalistas-pernambucanos-lançam-série-especial-de-podcast-com-foco-na-preservação-dos-Patrimônios-Materiais-e-Imateriais-do-interior-do-Estado__2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Os jnornalistas e produtores culturais Salatiel Cicero e Josi Marinho</p></div>
<p>Os jornalistas e produtores culturais Josi Marinho e Salatiel Cícero lançaram, nesta semana, a nova série <em>Podcast Nossa História, Nossa Memória: Temporada Especial</em>, iniciativa exclusiva, com foco na preservação dos patrimônios materiais e imateriais da Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco. A produção, que tem o incentivo da Secretaria Estadual de Cultura, Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e do Governo do Estado, por meio dos recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), já pode ser acompanhada pelo público, gratuitamente, nas principais plataformas de áudio e vídeo, <a title="Spotify" href="https://open.spotify.com/show/6fdzl772isCBAEVWUq9vkO" target="_blank">Spotify</a>, <a title="YouTube" href="https://www.youtube.com/@nossahistorianossamemoria" target="_blank">YouTube</a>, <a title="Instagram" href="https://www.instagram.com/podcastnossahistoria/" target="_blank">Instagram</a> e <a title="Facebook" href="https://www.facebook.com/PodcastNossahistoriaNossaMemoria" target="_blank">Facebook</a>, além do <a title="Site Oficial" href="https://www.nossahistorianossamemoria.blog.br/" target="_blank">site oficial</a>.<br />
A série, construída em formato documental, tem como proposta ajudar pessoas a se conectarem com suas raízes, tradições e histórias. Serão 20 episódios, com média de 30 a 45 minutos de duração cada um, sobre os diferentes patrimônios que estão inseridos na região da zona canavieira, como grupos de cultura popular, artistas, instituições e iniciativas culturais. Os episódios vão abordar temáticas ligadas à música, literatura, artesanato, dança, entre outras linguagens, de forma simples e acessível. Ao todo serão dez meses de programas, que vão de setembro de 2023 a julho de 2024, com intervalo de 15 dias. O conteúdo será sempre disponibilizado aos sábados, às 14h.<br />
“O <em>Podcast Nossa História, Nossa Memória: Temporada Especial</em> nasce com um propósito fundamental à nossa sociedade: potencializar o acesso e a difusão do acervo histórico à memória dos nossos patrimônios culturais da Zona da Mata Norte, berço da tradição da cultura afro-indigena no País. É aqui, em torno das 19 cidades, que compõem o território, cercadas pela vegetação dos canaviais, que estão as histórias e personagens que contribuem para a cultura do Brasil. A Mata Norte é muito além de um lugar para festejar as tradições do Carnaval e São João. É um pedaço do mundo ainda em descobrimento”, diz, emocionado, o coordenador-geral do projeto, Salatiel Cícero.<br />
A tradição oral desempenha um papel significativo em diversas culturas ao redor do mundo. E na região da Mata Norte de Pernambuco não é diferente. “Foi pensando nessa importância da memória oral que o podcast vai contando e explicando os fatos. Sem dúvida, cada programa será um momento de descoberta e muito aprendizado, mas, sobretudo, para entendermos mais sobre nós e a identidade cultural do nosso lugar. Ou seja, de onde viemos, onde estamos e para onde estamos caminhando”, reflete a proponente e apresentadora do projeto, Josi Marinho.</p>
<p><strong>ACESSIBILIDADE -</strong> O podcast também conta com várias ferramentas de acessibilidade para que o público com deficiência também possa se apropriar da história dos nossos patrimônios. No site, por exemplo, cada programa contar, além do player para ouvir o áudio, com a íntegra dos textos. Já as redes sociais e o site oficial do projeto têm também a versão dos programas em áudio com janela para tradução em libras.</p>
<p><strong>RODAS DE DIÁLOGO -</strong> Além da audiossérie, o projeto promove vários encontros culturais. À medida que os programas vão acontecendo também são realizadas dez rodas de bate-papo cultural, em diferentes lugares da Mata Norte, com a participação dos entrevistados. A iniciativa tem como público-alvo alunos de escolas públicas, professores e pesquisadores para debaterem juntos sobre a importância, a partir do que for apresentado no podcast, de como seguir preservando e difundindo os patrimônios culturais da Zona da Mata.</p>
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		<item>
		<title>Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal lança o podcast Ressignificando as Memórias</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 18:30:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (21) acontece o lançamento do podcast Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias, no Spotify, em comemoração ao Dia Nacional da Árvore e ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Com cinco episódios, o podcast objetiva salvaguardar e difundir o patrimônio material e imaterial de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (21) acontece o lançamento do podcast <em>Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias</em>, no Spotify, em comemoração ao Dia Nacional da Árvore e ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Com cinco episódios, o podcast objetiva salvaguardar e difundir o patrimônio material e imaterial de Pernambuco democratizando o acesso aos saberes e fazeres contidos no livro <em>Árvores Nativas, Cultura Medicinal</em>, que catalogou 31 espécies do Estado a partir dos conhecimentos de moradores e moradoras das comunidades tradicionais de Garanhuns e São João, localizadas no Agreste pernambucano.<br />
Além da democratização da cultura, fazendo chegar a áreas de difícil acesso e a pessoas com deficiência visual, o podcast visa compartilhar como foi todo o processo de coleta dos saberes e fazeres por parte dos povos tradicionais. Mais uma vez foi dada voz aos detentores desse conhecimento que agora estão narrando por meio de áudio como foi participar desse projeto Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal, incentivado pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), trazendo também, por meio da fala, essa sabedoria e suas vivências com o uso da fitoterapia arbórea.<br />
“No podcast as consultoras fitoterápicas relatam o que consta no livro trazendo mais envolvimento ao escutar diretamente suas vozes, transmitindo seus sentimentos de orgulho e pertencimento, que por meio dessa ferramenta oportuniza aprofundar a difusão de seus conhecimentos adquiridos por seus familiares”, destaca Danielle Jansen, coordenadora do projeto e autora do livro <em>Árvores Nativas Cultura Medicinal</em>. “A difusão desse conhecimento é muito importante, pois promove a manutenção dessas práticas fitoterápicas incluindo a conservação e valorização das matas nativas”, complta Danielle.<br />
Com o podcast se encerra o ciclo de ações do projeto cultural Coletânea de Saberes e Fazeres: Árvores Nativas, Cultura Medicinal, incentivado pelo Funcultura. Entre as ações realizadas pelo projeto houve a distribuição gratuita de 500 exemplares do livro <em>Árvores Nativas Cultura Medicinal</em> para seis comunidades rurais do Agreste e da Zona da Mata de Pernambuco, e para duas instituições de ensino superior em Garanhuns e uma em Palmeira dos Índios, incluindo as versões em braile.<br />
O fortalecimento das ações de salvaguarda do patrimônio imaterial sobre esses conhecimentos é imprescindível. Da mesma forma a implementação de políticas públicas que fomentem ainda mais a rede de detentoras e detentores desses saberes fitoterápicos cultivam em seus terreiros a farmácia viva praticando e transmitindo por meioda tradição oral esse patrimônio imaterial para familiares e comunidade.<br />
O podcast <em>Coletânea de Saberes e Fazeres Árvores Nativas Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias</em> está disponível gratuitamente, a partir desta quinta-feira (21), no Spotify por meio deste <a title="Podcast Coletânea de Saberes e Fazeres Árvores Nativas Cultura Medicinal – Ressignificando as Memórias" href="https://spotify.link/DtgV7m3u6Cb" target="_blank">link</a>. Já a versão digital do livro está disponível no site <a title="Mãe da Iumas" href="https://maesdaiumas.wordpress.com/" target="_blank">Mães da Iumas</a>. Para conhecer um pouco mais sobre o projeto basta acessar e acompanhar o Instagram @culturamedicinal e a fan page <a title="Mães da Iumas" href="https://www.facebook.com/CulturaMedicinal" target="_blank">Mães da Iumas</a>.</p>
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		<title>Cultura.PE lança playlist para os festejos juninos</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Jun 2020 23:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Baião, xote, xaxado e coco. Esses são alguns dos ritmos que compõem a playlist que o Portal Cultura.PE preparou para os festejos juninos que, apesar da atual recomendação de distanciamento/isolamento social, podem ser celebrados ainda dentro de casa entre os membros da nossa família (de sangue ou afetiva). Aperte o play e permita-se fazer uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Baião, xote, xaxado e coco. Esses são alguns dos ritmos que compõem a <a href="https://open.spotify.com/playlist/43G7Kd3EI71xtnZugTi4kc?si=8BZH_vPuQcSG8yDl2VyQxw" target="_blank"><strong><em>playlist</em></strong></a> que o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Portal Cultura.PE</strong></a> preparou para os festejos juninos que, apesar da atual recomendação de distanciamento/isolamento social, podem ser celebrados ainda dentro de casa entre os membros da nossa família (de sangue ou afetiva). Aperte o <em>play</em> e permita-se fazer uma verdadeira viagem sonora com canções dos nossos saudosos mestres e também de artistas novos que mantêm viva a tradição do São João de Pernambuco. Confira:</p>
<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/playlist/43G7Kd3EI71xtnZugTi4kc" height="380" width="300" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Claudio N disponibiliza seu novo disco nas plataformas de streaming</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/claudio-n-disponibiliza-seu-novo-disco-nas-plataformas-de-streaming/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 14:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74526" aria-labelledby="figcaption_attachment_74526" class="wp-caption img-width-389 alignright" style="width: 389px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/claudio-n-novo-disco.jpg"><img class=" wp-image-74526  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/claudio-n-novo-disco-486x486.jpg" width="389" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">O álum &#8220;Claudio N &amp; A Turma do Deixa Disso&#8221; tem 16 faixas</p></div>
<p>O músico recifense Claudio N acaba de lançar, nas principais plataformas de <em>streaming</em>, seu mais novo disco, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. Batizado de &#8220;Claudio N &amp; A Turma Do Deixa Disso&#8221;, o álbum reúne composições criadas entre 2003 e 2017 e apresenta várias personas do músico, guitarrista, montador de samplers e colagens, compositor de trilhas sonoras e especialista em acertos de contratos mal sucedidos. Essas e outras facetas são evidenciadas numa obra que pode ser equiparada a um &#8220;best of”, as famosas coletâneas de sucesso que reúnem os vários singles e escolhas musicais do artista ao longo de sua carreira. Neste caso, 14 anos de trajetória em constante parceria com o produtor, músico e compositor Carlos Montenegro, que também assina a produção do álbum.</p>
<p>O perfil de catálogo pode ser melhor evidenciado pela estratégia de lançamento: Claudio N &amp; A Turma do Deixa Disso foi conhecido aos poucos, ao longo de 3 EPS com faixas que evidenciam as diferentes linguagens trabalhadas pelo artista. Todo o processo de gravação e registro de músicas com mais de dez anos e novas composições foi possibilitado pelo Funcultura.</p>
<p><em>“A sensação que tive ao gravar essas músicas foi muito semelhante à de restauro de quadros que estavam perecendo ou perdendo a cor dentro de um baú bolorento</em>”, explica Claudio. A gravação reuniu músicos e trouxe novos tons e texturas às composições, possibilitando ao artista gravar de forma definitiva algumas canções, apresentar novas propostas de arranjo e, a partir do álbum, consolidar com uma roupagem pop a trajetória artística de Claudio N e sua turma.</p>
<p><strong>Sobre o artista -</strong> Nascido em Paulo Afonso (BA), perto da divisa entre Pernambuco, Alagoas e Sergipe, Claudio N mudou-se para São Paulo no início de 2019 depois de longos 20 anos como músico, produtor e DJ no Recife. Nesse período seu nome esteve presente em vários projetos: seja na banda Chambaril ou no projeto Nascinegro, na composição de trilha sonoras e de faixas para filmes como “O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho e “Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo”, de Karim Aïnouz e Marcelo Gomes.</p>
<p>Do psicodelismo interestelar ao bolero, passando pelo axé ou aportando na música cômica. Ao final das 12 faixas de Claudio N &amp; A Turma Do Deixa Disso é possível, senão enumerar com exatidão quantos são, ao menos conhecer melhor esses “ene” Claudios. A mistura de referências que reúnem nas mesmas nuvens de tag nomes como Ween, Zé Ramalho, Pepeu Gomes e rock progressivo é bem amarrada e unificada esteticamente pelos arranjos assinados por Mateus Alves e Carlos Montenegro, que acompanham Claudio desde os tempos do vestibular.</p>
<p><strong>Extras -</strong> Além das 9 composições dos EPs já lançados, o álbum de Claudio N &amp; A Turma do Deixa Disso conta com uma faixa bônus, a canção Meu Sapato. As vinhetas Terra Plana e O Feiticeiro completam o material inédito.</p>
<p>O designer Raul Luna, que já assinou a identidade visual de artistas como Cadu Tenório, Tetine, M. Takara, Ayrton Montarroyos e o pianista Victor Araújo, assina toda a concepção visual do álbum e também dos EPs. Você pode encontrar o álbum Claudio N &amp; A Turma do Deixa Disso nas principais plataformas de <em>streaming</em> junto com os três EPs. Ao todo, a obra completa de Claudio N &amp; A Turma do Deixa Disso tem 16 faixas: são 10 músicas do álbum, além das duas vinhetas, e 4 remixes disponíveis nos EPs. Confira: <a href="https://www.deezer.com/br/album/121926732?autoplay=true" target="_blank"><strong>Deezer</strong></a>, <a href="https://open.spotify.com/artist/78vbccLPfQZJaMuhh09Edc" target="_blank"><strong>Spotify</strong></a>, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Male8-vYrG0&amp;list=PLxxlXcRiWEbgAlmjQpZ6-IWZIBJkGcV3P&amp;index=1" target="_blank"><strong>Youtube Music</strong></a> e <a href="https://play.google.com/music/preview/Aqhtyxl4qlczvqkahhf6hmfr4b4?play=1&amp;u=0" target="_blank"><strong>Google Play Music</strong></a>.</p>
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