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	<title>Portal Cultura PE &#187; streaming</title>
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		<title>Mestra Severina Lopes lança álbum Flor da Aurora</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 18:22:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A mestra Severina Lopes realiza, no próximo dia 29 de dezembro, a mostra presencial do álbum Flor da Aurora. Sonhado há muito tempo, o projeto visa divulgar seu trabalho como artista solo indo além do universo do samba de coco. O projeto conta com o incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/feed.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115248" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/feed-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>A mestra Severina Lopes realiza, no próximo dia 29 de dezembro, a mostra presencial do álbum <em>Flor da Aurora</em>. Sonhado há muito tempo, o projeto visa divulgar seu trabalho como artista solo indo além do universo do samba de coco. O projeto conta com o incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco, por meio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>O álbum possui dez faixas, entre canções autorais e peças de domínio público, que estarão disponíveis gratuitamente em todas as plataformas digitais de streaming, como Deezer, Spotify, YouTube e Soundcloud, a partir do dia 10 de janeiro de 2025.</p>
<p>O título <em>Flor da Aurora</em> foi escolhido pela própria artista por seu significado, “flor que renasce a cada manhã”, uma alusão ao poder do renascimento pessoal que a mestra vivencia diariamente.</p>
<p>O lançamento ocorre na Praça da Cohab 1, a partir das 17h, e conta com apresentações de Mestra Severina Lopes e Banda, além da cantora Fernanda Luz, Banda de Pífanos Santa Luzia e de Maycon Nazário, entre outros. O evento também promove acessibilidade comunicacional com intérpretes de libras.</p>
<p><strong>A MESTRA -</strong> A história de Severina Lopes é marcada por forte influência familiar, uma vez que sua família é reverenciada como precursora do samba de coco no município de Arcoverde (Sertão). Desde os 7 anos de idade ela já cantarolava coco, pastoril, ciranda, samba, benditos, reisado e toadas.</p>
<p>Seu canto brejeiro e rouco tem uma sutileza singular e dá vida aos sentimentos descritos em suas composições. Severina é prestigiada pelo público que se identifica com o coco e por sua contribuição à difusão do ritmo pelo mundo.</p>
<p>A mestra ainda vai além do rótulo de coquista, autointitulando-se cantora popular brasileira e ampliando seu impacto no cenário cultural.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Coordenadora e cantora: Mestra Severina Lopes<br />
Diretora artística e produtora executiva: Amanda Lopes<br />
Produtor musical: Bruno Moraes<br />
Assistente de produção: Werner Lopes<br />
Arte: Taylla Alves<br />
Fotografia: Kaian Alves<br />
Participações especiais: Fernanda Luz, Alberone Padilha, Delegado do Pífano, Orlando Melo, Felipe Moraes, Diogo Castro, Givaneide Gomes e Renata Cordeiro</p>
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		<title>Maju estreia no streaming com lançamento de single</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 17:19:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A artista recifense, poeta, cantora, compositora e pesquisadora do corpo Maju, cuja expressividade se manifesta a partir do diálogo entre diferentes linguagens, especialmente a poesia, a dança, a música, o canto e o teatro, fará a sua estreia nas plataformas de streaming com a canção autoral O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114509" aria-labelledby="figcaption_attachment_114509" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cecília Távora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MAJU-Crédito-da-fotógrafa-Cecília-Távora-17.png"><img class="size-medium wp-image-114509" alt="Cecília Távora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MAJU-Crédito-da-fotógrafa-Cecília-Távora-17-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A multiartista Maju</p></div>
<p>A artista recifense, poeta, cantora, compositora e pesquisadora do corpo Maju, cuja expressividade se manifesta a partir do diálogo entre diferentes linguagens, especialmente a poesia, a dança, a música, o canto e o teatro, fará a sua estreia nas plataformas de streaming com a canção autoral <em>O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio</em>. A canção surge a partir de um poema da artista também recifense Nathalia Queiroz musicado por Maju, que traz um poema incidental de autoria própria nos últimos versos. O single pode ser escutado e assistido com visualizer no canal da artista no YouTube, com Legenda para Surdos e Ensurdecidos (LSE), a partir do sábado (23), e no Spotify. Para fazer o pré-save da música basta acessar o <a title="O dia que descobri o meu lado do rio | Maju" href="https://tratore.ffm.to/odiaquedescobriomeuladodorio" target="_blank"><strong>link</strong></a> do single. O lançamento da artista Maju tem incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE).</p>
<p>Para celebrar a estreia, há um evento no dia anterior ao lançamento oficial do single nas plataformas de streaming. Na sexta-feira (22), às 20h, na Rua sem Saída (Encruzilhada), o público pode sentir o gostinho do trabalho artístico de Maju em noite que contará com relato do processo de composição e gravação do single, seguido de audição da faixa e do visualizer em primeira mão. Há também uma apresentação de Maju com participações especiais, a exemplo de Hugo Linns, Nathália Queiroz, Larissa Veloso, Oliveira, Isabela Severi e Lua, seguido de sarau aberto para participação dos presentes. São 30 ingressos pelo valor simbólico de R$ 5, com vendas no Sympla.</p>
<p>“A canção fala daquele momento íntimo e ao mesmo tempo comum a todos nós, de quando &#8216;descobrimos o nosso lado do rio&#8217;, ou seja, em que lugares, em que afetos, em que caminho queremos seguir em nossa construção pessoal. Para essa estreia enquanto cantora e compositora, ‘descobrir o lado do rio’ é muito simbólico, pois é um momento de descoberta do lugar da arte como expressão de si e da vida”, expressa Maju.</p>
<p>Para a produção do single, a artista convidou os músicos Hugo Linns como diretor musical e instrumentista, tocando viola dinâmica; a musicista Vitória do Pife, que vem desenvolvendo trabalhos e parcerias tanto com o pife em sua vertente instrumental, quanto em diálogo com a canção e a poesia; e a musicista e produtora musical Aishá Lourenço, na percussão.</p>
<p>A artista nessa canção se conectou a sonoridades e instrumentos localizados na tradição da música pernambucana, como os presentes na viola dinâmica e no pífano, mas o fez com artistas que estão explorando as potencialidades desse instrumento, fazendo uma ponte entre a tradição e a vanguarda, com grande repercussão crítica e artística, acrescidas também pela percussão tão característica da música brasileira. Somasse a isso a voz poética de Maju, que vem se espalhando em diversas linguagens, nas diferentes manifestações da palavra falada, cantada, corporificada em arte, que agora, vai desaguar “neste lado do rio”.</p>
<p><strong>VISUALIZER -</strong> O single é lançado também em vídeo, no formato visualizer. Todas as imagens deste trabalho de Maju foram produzidas pela fotógrafa Cecília Távora em Brejão, município do Agreste pernambucano. Maju escolheu Brejão tendo em vista as relações poéticas estabelecidas com a cidade e artistas que moram lá, como Alefe Passarin, Nathália Tenório e Lua. Foi especialmente em dezembro de 2021, ao visitar esses artistas, que se percebeu possível enquanto compositora e cantora de suas próprias canções, passando então a partilhá-las com outras pessoas. Portanto, trata-se de um lugar bastante simbólico em sua trajetória e que dialoga com a temática do single sobre “descobrir o lado do rio”.</p>
<p><strong>MAJU -</strong> Autora do livro de poemas <em>Voar É a Ordem</em>, publicado pela Editora Patuá, lançado na Casa Gueto em programação paralela ao Festival de Literatura de Paraty (Flip) de 2023. Realizou, a partir de 2022, apresentações musicais como Maju no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG, PE), Festival Crianciã (Brejão, PE), Festival Palavra Cifrada 2024 (Recife), Festival Pernambuco Meu País (Triunfo, PE), Teatro Hermilo Borba Filho (Recife), Rua sem Saída (Recife), Terra Café Bar (Recife), Casa Jangada (Rio de Janeiro) e Espaço Garganta (São Paulo).</p>
<p>É uma das idealizadoras do espetáculo <em>Na Boca Muitos Nomes</em>, realizado em parceria com o artista carlos gomes oliveira. Projeto que tece diálogo entre voz, corpo, ritmo e som, indo para além da “leitura em voz alta” de poesia, mas propondo arranjos vocais entre os poetas, ora explorando timbres, tonalidades, ora trazendo também melodias e cadências incorporadas pelo uso do violão.</p>
<p>É uma das idealizadoras do trio Na Ponta da Agulha, realizado em parceria com as artistas Nathália Queiroz e Larissa Veloso. Projeto no qual poemas e canções dessas artistas se entrelaçam e emaranham enquanto potencializam vozes, nutrindo terreno fértil para as sementes melódicas das artistas.</p>
<p>Possui poemas publicados no livro <em>Forças Intermoleculares</em>, criado por Aline Bernardi, e na <em>Antologia Virtual da Poesia Brasileira Contemporânea: Edição Emergencial</em>, do site Deus Ateu. Participou da criação da videoarte <em>Mãoebius</em> e da videoperformance <em>Encantografar: Estado de Verbo Desconhecido</em>, sob direção artística de Aline Bernardi e com dramaturgia de Ligia Tourinho.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Single de estreia da poeta, cantora e compositora Maju, <em>O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio</em>. A composição é uma parceria com a artista Nathália Queiroz. A canção foi gravada no Recife com produção musical de Hugo Linns e participação dos(as) músicos e músicas Hugo Linns, Vitória do Pife, Aishá Lourenço, Nathália Queiroz, Larissa Veloso e Marcella Andrade, no Estúdio Carranca, no Recife. As fotografias de divulgação, o visualizer e a capa do single foram feitas por Cecília Távora em Brejão (PE). O single é lançado com o incentivo da Lei Paulo Gustavo Pernmabuco (LPG-PE).</p>
<p>Letra: Nathália Queiroz<br />
Música: Maju<br />
Poema incidental: Maju Cavalcanti<br />
Voz: Maju<br />
Coro: Nathália Queiroz, Larissa Veloso, Aishá Lourenço e Marcella Andrade<br />
Violão: Maju<br />
Viola dinâmica: Hugo Linns<br />
Pífano: Vitória do Pife<br />
Percussão: Aishá Lourenço<br />
Produção musical: Hugo Linns<br />
Gravação, edição e mixagem: Marco Melo<br />
Masterização: Carlinhos Borges<br />
Estúdio Carranca Recife/PE<br />
Fotografia, visualizer e capa do single: Cecília Távora<br />
Produção Geral: Carlos Gomes Oliveira<br />
Assessoria de imprensa: Dea Almeida/Alcateia Comunicação e Cultura<br />
Incentivo: Lei Paulo Gustavo Pernambuco (LPG-PE)<br />
Agradecimentos: Nathália Queiroz, Carlos Gomes Oliveira, Alefe Passarin, Nathália Tenório, Lua, Marcella Andrade, Larissa Veloso, Hugo Linns, Betania Cavalcanti, Cecília Távora, Vitória do Pife, Aishá Lourenço, Dá Almeida, Estúdio Carranca.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do single e visualizer O Dia que Descobri o Meu Lado do Rio nas plataformas de streaming -</strong> sábado (23), no <a title="O dia que descobri o meu lado do rio | Maju" href="https://tratore.ffm.to/odiaquedescobriomeuladodorio" target="_blank"><strong>link</strong></a> do pré-save; apresentação e sarau na sexta-feira (22), às 20h, na Rua sem Saída (Encruzilhada). Ingresso: R$ 5. Mais informações no <a title="Maju - Lançamento do single + sarau" href="https://www.sympla.com.br/evento/maju-lancamento-do-single-sarau/2714620" target="_blank"><strong>site</strong></a> do evento<br />
<strong>Letra da canção (Nathália Queiroz) + poema incidental (Maju Cavalcanti):</strong></p>
<p>Há um barco do outro lado<br />
Uma margem além desse braço<br />
E do meu lado o que há?</p>
<p>O dia que descobri o meu lado do rio</p>
<p>“meu desejo é<br />
como uma das lendas contadas<br />
pelos pescadores<br />
que cercam aquele rio<br />
meu desejo nasce corre e morre dentro do rio</p>
<p>mora na boca dos que contam<br />
nos ouvidos dos que escutam<br />
nos olhares por sobre nuvens</p>
<p>meu desejo é brisa soprando areias na pele<br />
limos se impregnando em pedras</p>
<p>meu desejo não anda com as minhas pernas<br />
está na rede dos pescadores<br />
no alto daquele morro<br />
desejando atirar-se ao enluarar do dia<br />
quando os outros seres do rio<br />
assim como eu<br />
ganham vida</p>
<p>meu desejo é de vida”</p>
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		<title>Cantoria Crua canta a poesia da diáspora nordestina em Encantado Será o Fim</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 13:53:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106601" aria-labelledby="figcaption_attachment_106601" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Cantoria-Crua-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-106601" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Cantoria-Crua-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cantoria Crua</p></div>
<p>Construída de forma orgânica, coletiva e intuitiva, a partir da união entre três cantadores do Agreste de Pernambuco, Adalberto (Garanhuns), Euzé (Garanhuns) e Neto Sales (Surubim), o Cantoria Crua é fruto da conexão espontânea dos caminhos dos artistas atraídos pela poética da natureza, suas belezas, seus amores e seus mistérios. Crua significa: criar, rememorar, unir, alimentar e também cura, movimentando-se às letras.<br />
O projeto teve início em meados de 2020, com a produção de uma série de seis vídeos gravados em Matureia (PB), disponíveis no canal do YouTube. E, em março de 2021, o grupo lançou seu primeiro EP, <em>Vasto Mar</em>. Além dele, foi lançado um curta-metragem que entrelaça trechos das canções de <em>Vasto Mar</em> com diversos assuntos associados às canções, aos artistas e à vida.<br />
Agora o grupo lança seu segundo EP, com financiamento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), dando continuidade a essa experiência poética que pretende conectar seu público à cantoria nordestina. <em>Encantado Será o Fim</em> traz em sua essência os caminhos diaspóricos dos nordestinos e das nordestinas em busca de melhores condições de vida, assim como também seus reencontros.<br />
&#8220;<em>Encantado Será o Fim</em> emerge da história do povo do interior, do Brasil de dentro, do Agreste profundo, do povo que vive do campo, por tantas veredas, sem se ater às fronteiras, e trazendo consigo a sublimação dos amores e da germinação”, explicam os artistas.<br />
Além da experiência sonora no streaming, o grupo vai circular Pernambuco com o show <em>Encantado Será o Fim</em>, que em uma mistura de som e imagem garante presença poética, recitações e performances, mais representações imagéticas dispostas em projeções de imagens, figurinos e esculturas, que completam o clima de encantamento.</p>
<p><strong>ARTISTAS -</strong> Adalberto é músico e compositor, um cantador das coisas que lhe encantam. Natural de Garanhuns, no Agreste pernambucano, lançou na última trinca de anos o single <em>Capa da Costela</em>, o EP <em>Sispaiando</em> e o single <em>Dendê</em>.<br />
João Euzé é compositor, poeta, produtor e multiartista. Em 2012 deu início a sua carreira no Agreste pernambucano. Formou a banda Prato de Flores, em que foi vocalista, multi-instrumentista e produtor, de 2016 a 2018. Apresentou-se com Álefe, multi-artista garanhuense, conduzindo a produção musical de diversos shows. Ainda como cantautor/músico e cantautor, respectivamente, faz parte do Cantoria Crua e do Coletivo Pernambucano de Cantautores Reverbo.<br />
Neto Sales é cantador e compositor pernambucano, agrestino, carregador de um metamórfico quadro pintado por influências que expressam suas origens, cores e formas de suas canções ao caminhar do tempo. Em 2022 lançou seu primeiro EP, <em>Sangue Verde</em>. Imerso na coletividade de uma pintura bem maior, sente a necessidade de expressar em aquareláveis oitavas magníficas por meio de parcerias de profundo afeto materializadas, como em <em>Trem da Poesia</em> (2015), em parceria com o poeta Sivaldo Chaves, e <em>Vasto Mar</em> (2021), com a Cantoria Crua.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Cantoria Crua: Adalberto, João Euzé e Neto Sales<br />
Coordenação de produção: Boi Luzeiro Produções | Edvania Kehrle<br />
Produção musical: Júlio César Mendes<br />
Gravação: Garagem Estúdio | Efraim Rocha<br />
Mixagem e masterização: Junior Evangelista<br />
Fotografia: Felipe Correia<br />
Assistência de fotografia: Cecília Távora<br />
Arte: Oba Studio<br />
Intérpretes de libras: Andressa Silvestre e Aline Fernandes</p>
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		<title>Papo de Ciranda promove visibilidade dos artistas em streaming e nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2023 15:20:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A produtora Terno da Mata lança hoje nesta sexta-feira (3) o projeto cultural Papo de Ciranda, que reúne 12 dos principais representantes da ciranda em Pernambuco para falar sobre suas trajetórias com a manifestação cultural. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) da Música, foi concebido tendo como base a 6ª Conferência [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106199" aria-labelledby="figcaption_attachment_106199" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-11.36.16.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106199" alt="Elimar Caranguejo/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-03-at-11.36.16-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe do Papo de Ciranda</p></div>
<p>A produtora Terno da Mata lança hoje nesta sexta-feira (3) o projeto cultural Papo de Ciranda, que reúne 12 dos principais representantes da ciranda em Pernambuco para falar sobre suas trajetórias com a manifestação cultural. Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) da Música, foi concebido tendo como base a 6ª Conferência Estadual de Cultura, que buscou incentivar a pesquisa etnográfica, a salvaguarda da memória e a valorização da produção artístico-cultural de segmentos específicos como a ciranda.<br />
A iniciativa, que conta com as mestras e os mestres vinculados à Associação do Coletivo de Cirandas de Pernambuco, tem como objetivo celebrar o título de Patrimônio Imaterial do Brasil e contar a trajetória dos artistas fortalecendo seus currículos e promovendo a valorização e difusão da cultura da ciranda por meio de conteúdo digital.<br />
São entrevistas conduzidas pelo apresentador Roger de Renor e registradas pelo cineasta Nilton Pereira, em forma de episódios em podcast e vídeos, com cirandeiros como Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco; Mestre Santino, artista do município de Nazaré da Mata (PE) reconhecido como Mestre da Cultura Popular, pelo Prêmio Ariano Suassuna, como o cirandeiro mais antigo; e a Ciranda Imperial do Mestre Sérgio Almeida, lendária ciranda que gravou o primeiro LP de ciranda intitulado <em>Vamos Cirandar</em> (1972) em parceria com Mestre Antônio Baracho e a Ciranda Cobiçada do Mestre Custódio pela gravadora Rozenblit.<br />
O projeto visa registrar a história da ciranda contada pelos próprios artistas proporcionando um panorama diversificado dessa manifestação cultural. O local escolhido para as gravações foi o Estúdio Fábrica, localizado no bairro da Várzea. Durante as entrevistas os cirandeiros puderam compartilhar suas experiências, apresentar suas músicas e demonstrar a riqueza rítmica da ciranda pernambucana.<br />
Os registros em vídeo das entrevistas são disponibilizados em plataformas de streaming, como o YouTube, e nas redes sociais da Terno da Mata e dos artistas ampliando o alcance do conteúdo e possibilitando o acesso gratuito por parte do público interessado. Além disso há versões em podcast para aqueles que preferem consumir o material em áudio. Uma das preocupações do projeto é garantir a acessibilidade e por isso os vídeos contam com janelas de libras tornando o conteúdo compreensível para pessoas com deficiência auditiva.<br />
Também estão presentes a ciranda de Zeca Cirandeiro, de Paudalho (PE); Biu Paizinho, da Ciranda Terno da Mata; e o Mestre Anderson Miguel, representante da nova geração da ciranda pernambucana. Dona Dulce Baracho (Abreu e Lima-PE) filha do Mestre Antônio Baracho; Walter da Ciranda Cobiçada (Olinda), filho do Mestre Custódio; Arnaldo do Amaro Branco (Olinda-PE); Dona Del da Ciranda (Paulista-PE); Dona Cristina, que também é Patrimônio Vivo, da Ciranda Dengosa (Recife); e o Mestre Juarez (Cidade Tabajara, Olinda) são os outros artistas que fazem parte do projeto, que ainda conta com um episódio ao vivo do podcast na Rádio Amunam, em Nazaré da Mata.<br />
Papo de Ciranda busca valorizar e difundir a cultura da ciranda em Pernambuco, permitindo que os próprios artistas compartilhem suas histórias e músicas nas redes sociais com um conteúdo audiovisual profissional. Queremos ampliar a visibilidade desses talentosos cirandeiros e promover a inclusão digital tornando a ciranda mais acessível a todos&#8221;, explicam os produtores culturais Sérgio Melo e Ursula Albuquerque, da Terno da Mata Produções.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<p>3/11 &#8211; Mestre Sérgio Imperial<br />
4/11 &#8211; Mestra Cristina<br />
10/11 &#8211; Mestre Zeca Ciradeiro<br />
11/11 &#8211; Mestra Del<br />
17/11 &#8211; Lia de Itamaracá<br />
18/11 &#8211; Mestre Santino Cirandeiro<br />
24/11 &#8211; Mestre Arnaldo<br />
25/11 &#8211; Mestra Dulce Baracho<br />
1º/12 &#8211; Mestre Anderson Miguel<br />
2/12 &#8211; Mestre Walter<br />
8/12 &#8211; Mestre Juarez<br />
9/12 &#8211; Mestre Biu Paizinho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Acesso nas plataformas digitais:</strong></span></p>
<p>Spotify: Podcast Papo de Ciranda<br />
Deezer: Podcast Papo de Ciranda<br />
YouTube: Terno da Mata Produções</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>No Instagram:</strong></span></p>
<p>@ternodamata<br />
@coletivodecirandaspe<br />
@podcastpapodeciranda</p>
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		<title>Cine Caatinga disponibiliza gratuitamente mais de 100 curtas-metragens sobre o semiárido brasileiro</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2022 21:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, mais de 100 filmes curtos produzidos no semiárido brasileiro, em municípios localizados no bioma Caatinga, estão disponíveis, de forma gratuita, no streaming CineCaatinga.com.br. As produções foram selecionadas durante a terceira edição do festival “CINE CAATINGA &#8211; Experiências Audiovisuais no Sertão”, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/cinecaatinga.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94296" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/cinecaatinga-607x294.jpg" width="607" height="294" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, mais de 100 filmes curtos produzidos no semiárido brasileiro, em municípios localizados no bioma Caatinga, estão disponíveis, de forma gratuita, no streaming <a href="https://cinecaatinga.com.br/" target="_blank"><strong>CineCaatinga.com.br</strong></a>. As produções foram selecionadas durante a terceira edição do festival “CINE CAATINGA &#8211; Experiências Audiovisuais no Sertão”, que contou com mais de 200 inscrições de curtas-metragens de gêneros variados, como ficção, documentário, experimental e videoclipes.</p>
<p>Dentre todos os filmes, serão selecionadas 16 produções para receberem o Troféu Cabrito Dourado, que será anunciado em evento presencial gratuito no espaço CÉU das Águas, bairro Rio Corrente, em Petrolina-PE, no dia 12 de junho, a partir das 19h. A cerimônia também será transmitida pelas redes sociais do festival (<a href="https://www.instagram.com/cinecaatinga/" target="_blank"><strong>@CineCaatinga</strong></a>). O curta-metragem premiado poderá ser veiculado em emissoras de TV Pública e/ou Educativa, gratuitamente, com fins educativos e culturais, se for do interesse do produtor da obra.</p>
<p>Além das exibições online e gratuitas, por tempo indeterminado, pelo streaming, os filmes também são exibidos em escolas públicas, com cerca de 300 espectadores por dia em sessões rotativas, nas quais também são realizados bate-papos com a equipe. &#8220;Aproximar os jovens do cinema é primordial para promover a valorização das obras, difundir o Audiovisual e reforçar questões identitárias, além de chamar a atenção para a preservação do bioma Caatinga&#8221;, pontua Amanda Martins, coordenadora técnica do festival.</p>
<p>O projeto que celebra a terceira edição tem como objetivo fomentar e difundir a produção audiovisual de realizadores (as) na região que possui um bioma único no mundo, também presencialmente em sessões em Petrolina &#8211; PE. <em>&#8220;Nós superamos todas as expectativas e esse ano chegamos à marca de mais de 100 filmes disponíveis gratuitamente no site <a href="https://cinecaatinga.com.br/" target="_blank"><strong>CineCaatinga.com.br</strong></a>&#8220;</em>, afirma Wllyssys Wolfgang, coordenador-curador. Ao todo, são mais de 25 profissionais envolvidos diretamente, gerando renda local, garantindo emprego e movimentando a economia.</p>
<p>A iniciativa inclui ainda várias experiências audiovisuais em formações que disponibilizaram 90 vagas para oficinas como Produção Audiovisual (completa), Trilha Sonora e Produção Executiva para Cinema. <em>&#8220;Capacitar e despertar o interesse para a área é importante para o crescimento e desenvolvimento do setor. Talvez por isso o recorde de inscrições de filmes esse ano&#8221;</em>, explica Wyvys Reis, coordenador de produção.</p>
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		<title>Fernanda Luz lança canção ‘Nós’ em plataformas digitais</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 12:05:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Acordei e o mundo havia se modificado, meu coração se via espantado com tudo em volta a silenciar”: assim começa a letra do single ‘Nós’, lançado nesta última segunda-feira (29) pela multiartista Fernanda Luz. Refletindo sobre o que a sociedade tem passado nesses tempos de pandemia, a cantora traz uma música para repensarmos nossa relação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/LANÇA-SINGLE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-83206" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/LANÇA-SINGLE-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">“Acordei e o mundo havia se modificado, meu coração se via espantado com tudo em volta a silenciar”: assim começa a letra do single ‘Nós’, lançado nesta última segunda-feira (29) pela multiartista Fernanda Luz. Refletindo sobre o que a sociedade tem passado nesses tempos de pandemia, a cantora traz uma música para repensarmos nossa relação com o mundo. A canção ficará disponível nas plataformas digitais, como Spotify, Deezer e Apple Music (<strong><a href="https://ps.onerpm.com/9813067811" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://ps.onerpm.com/9813067811&amp;source=gmail&amp;ust=1617186616131000&amp;usg=AFQjCNF0QLLc9oz7EqWzbdDgZjEtBDddSA">ps.onerpm.com/<wbr />9813067811</a></strong>).</p>
<p dir="ltr"><em>“A música nasceu no início de Abril de 2020, ela foi resultado de mudanças que vinha junto com o ano, as notícias e tudo que virava de cabeça pra baixo. O medo, o não saber, a escuta interior, o chamado da mãe natureza à revermos  que passos demos e pensando para onde iríamos a partir dali”</em>, conta a artista.</p>
<p dir="ltr">Para Fernanda Luz, a música “é um respiro” para esse momento que vivemos. <em>“A música traz uma reflexão sobre a vida, sobre nossas ações para com as pessoas, com o mundo. A nossa mania é de acharmos que sabemos tudo e somos donos da verdade, mas na verdade é preciso desacelerar, acalmar, escutar o que o tempo quer nos ensinar”</em>, disse.</p>
<p dir="ltr">A artista, que assina a autoria e voz na música, conta que compôs “melodia e letra junto. A música veio, peguei o violão e pronto, foi sempre assim, como boa parte das canções”. A direção musical e o baixo são assinados por Eugênio Cruz. A equipe conta com Ivan Greg no piano, Celso José na bateria, percussões de Antônio Pablo e violoncelo de Léo Andrade. A gravação foi realizada no P10 Studio com Pib Teclas na captação, mixagem e masterização.</p>
<p dir="ltr">O projeto é realizado pelo Coletivo Som do Quintal e foi aprovado pelo edital da Lei Aldir Blanc &#8211; Petrolina, contando com o incentivo da Prefeitura de Petrolina e do Governo Federal através da Secretaria Especial da Cultura e do Ministério do Turismo. Mais informações podem ser obtidas nas redes sociais da artista, no Instagram (@fernanda.p.arte) e no Facebook (<strong><a href="http://fb.com/fernanda.p.arte" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://fb.com/fernanda.p.arte&amp;source=gmail&amp;ust=1617186616131000&amp;usg=AFQjCNH7IcQsBgwL6EJvOoQhAKHJA0pQGA">fb.com/fernanda.p.arte</a></strong>).</p>
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		<title>Festival &#8216;Varilux Em Casa&#8217; oferece 50 filmes franceses de graça no Looke</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2020 13:45:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Festival Varilux de Cinema Francês, que só no ano passado circulou por vários equipamentos culturais do Estado, como Cinema São Luiz (Recife), Cineteatro Guarany (Triunfo), Cine São José (Afogados da Ingazeira) e Armazém da Criatividade (Caruaru), inovou e, em parceria com a plataforma Looke, vai exibir, via streaming, mais de 50 filmes nesta edição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52733" aria-labelledby="figcaption_attachment_52733" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/tour-de-france-.jpg"><img class="size-medium wp-image-52733" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/tour-de-france--607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">O público poderá rever <em>Tour de France</em>, filme que traz como protagonistas um ex-operário reacionário, Serge (Gérard Depardieu) e um jovem rapper de origem árabe, Far’Hook (o rapper Sadek)</p></div>
<p>O <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/governo-de-pernambuco-leva-o-festival-varilux-para-varias-salas-de-cinema-do-estado/" target="_blank"><strong>Festival Varilux de Cinema Francês</strong></a>, que só no ano passado circulou por vários equipamentos culturais do Estado, como <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/cinema-sao-luiz-entra-no-clima-do-festival-varilux-de-cinema-frances/" target="_blank"><strong>Cinema São Luiz</strong></a> (Recife), Cineteatro Guarany (Triunfo), <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/com-apoio-do-governo-de-pernambuco-festival-varilux-chega-ao-cine-sao-jose/" target="_blank"><strong>Cine São José</strong></a> (Afogados da Ingazeira) e <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/parceria-entre-governo-de-pernambuco-e-festival-varilux-leva-cinema-frances-a-caruaru/" target="_blank"><strong>Armazém da Criatividade</strong></a> (Caruaru), inovou e, em parceria com a plataforma Looke, vai exibir, via <em>streaming</em>, mais de 50 filmes nesta edição de 2020. As obras já estão disponíveis desde a última segunda-feira (27), no <a href="https://www.looke.com.br/" target="_blank"><strong>Looke</strong></a>, e os amantes da filmografia francesa poderão assistir tudo gratuitamente de casa durante os próximos quatro meses.</p>
<p>&#8220;Neste momento, em que a indicação é o isolamento social por conta da pandemia e que muitas pessoas devem enfrentar problemas financeiros, queremos ser solidários e propor uma programação de qualidade para entreter e ajudar a passar os dias de quarentena&#8221;, dizem Emmanuelle e Christian Boudier, organizadores da iniciativa. O Festival Varilux Em Casa não substitui o Festival Varilux de Cinema Francês nas salas de cinema. Os organizadores esperam poder anunciar as novas datas em breve, para que o evento aconteça ainda em 2020.</p>
<p>O público poderá descobrir ou reencontrar sucessos de edições passadas com grandes astros franceses como <strong>Gérard Depardieu</strong> (<em>Tour de France</em>), <strong>Isabelle Huppert</strong> (<em>Branca Como Neve</em>), <strong>Catherine Deneuve</strong> (<em>O Reencontro </em>e <em>A Última Loucura de Claire Darling</em>), <strong>Jean Dujardin</strong> (<em>O Retorno do Herói</em>), <strong>Juliette Binoche</strong> (<em>Quem Você Acha que Sou</em>, <em>Tal Mãe, Tal Filha</em> e Vidas Duplas), <strong>Omar Sy</strong> (<em>Jornada da Vida</em> e <em>O Doutor da Felicidade</em>), <strong>Vincent Lindon</strong> (<em>A Aparição</em>), <strong>Virginie Efira</strong> (<em>Um Amor Impossível</em>) e <strong>Marion Cotillard</strong> (<em>Rock and Roll, por trás da fama</em> e <em>Um Instante de Amor</em>).</p>
<p>A seleção apresenta diversidade de gêneros: <strong>comédias</strong> (<em>Na Cama com Victoria</em>, <em>Amor à Segunda Vista </em>e <em>Finalmente Livres</em>), <strong>dramas</strong> (<em>Graças a Deus</em>, de Ozon, vencedor do Urso de Prata em Berlim, <em>A Viagem de Fanny </em>e <em>Através do Fogo</em>), <strong>filmes históricos</strong> (<em>A Revolução em Paris</em>, <em>O Imperador de Paris</em> e <em>Cyrano mon Amour</em>) e <strong><em>thrillers</em> </strong>(<em>A Noite Devorou o Mundo</em>, <em>O Último Suspiro</em> e <em>Carnívoras</em>). E ainda estão disponíveis <strong>seis longas de animação dublados para as crianças</strong> assistirem sozinhas ou com a família: <em>Abril e o Mundo Extraordinário</em>, <em>A Raposa Má</em>, <em>O Menino da Floresta</em>, <em>Asterix e o Domínio de Deuses</em>, <em>Asterix</em> <em>e a Poção Mágica</em> e <em>Um Gato em Paris</em>.</p>
<p>Para mergulhar nessa seleção especialmente pensada para todos os gostos e todas as idades, basta acessar o link: <a href="https://www.looke.com.br/movies/festival-varilux-em-casa" target="_blank"><strong>www.looke.com.br/movies/festival-varilux-em-casa</strong></a> e fazer um cadastro simples.</p>
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		<title>Graxa disponibiliza &#8220;Aquele Disco Massa&#8221; na internet</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2015 15:08:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O “cronista do Jiquiá” ataca novamente! O cantor e compositor Graxa lançou, nesta segunda (11), o seu segundo álbum, Aquele Disco Massa. O novo trabalho do músico está disponível, para streaming, na plataforma virtual bandcamp e traz 12 faixas onde a veia cáustica e, ao mesmo tempo, bem humorada, se faz presente em cada uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24645" aria-labelledby="figcaption_attachment_24645" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Igor Marques</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/graxa-aquele-disco-massa.jpg"><img class="size-medium wp-image-24645" alt="Igor Marques" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/graxa-aquele-disco-massa-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa de &#8220;Aquele Disco Massa&#8221; tem projeto gráfico de Daaniel Araújo</p></div>
<p>O “cronista do Jiquiá” ataca novamente! O cantor e compositor <strong>Graxa</strong> lançou, nesta segunda (11), o seu segundo álbum, <em>Aquele Disco Massa</em>. O novo trabalho do músico está disponível, para <em>streaming</em>, na plataforma virtual <em>bandcamp</em> e traz 12 faixas onde a veia cáustica e, ao mesmo tempo, bem humorada, se faz presente em cada uma delas. Ouça <a href="http://graxa.bandcamp.com/album/aquele-disco-massa" target="_blank"><strong>AQUI</strong> </a>o disco, na íntegra.</p>
<p>No seu primeiro álbum, <em>Molho</em> (2013), Graxa fala de situações diversas do cotidiano, com boas pitadas de irreverência. Em <em>Aquele Disco Massa</em>, ele tem como alvo do seu discurso, em boa parte das músicas, a indústria cultural e a sua interferência na relação artista x mercado. A sonoridade do disco também ganhou quilos de robustez com relação ao anterior. Graxa, agora, se aprofunda no universo do rock. Guitarras mais pesadas compõem a sonoridade das canções, que podem ir do blues ao romantismo, mas sempre com uma “<em>guitarra pancada</em>”, como diz o músico.</p>
<p>O processo de gravação, também diferente do seu primeiro disco, trouxe mais organicidade ao som. Em <em>Molho</em>, as músicas ainda não contavam com uma banda-base e as baterias foram criadas em programações de computador. Dessa vez, Graxa, que agora já tem sua banda formada e ensaiada para as gravações e shows &#8211; Rama Om (guitarra) e Tiago Marditu (bateria) -, optou por trazer para o disco um som mais orgânico, com sonoridade de banda. As baterias foram gravadas no estúdio Engenho do Som, em Engenho Velho. Os demais instrumentos foram captados no estúdio Duzamigos, na Boa Vista, e também na casa do próprio Graxa. A mixagem e a masterização ficou a cargo de Adriano Leão, do Estúdio Pântano. A foto da capa foi feita por Igor Marques e o projeto gráfico do disco é do artista visual Daaniel Araújo.</p>
<p>Assim como no trabalho anterior, Graxa agregou os amigos músicos para colaborarem com o som de <em>Aquele Disco Mass</em>a. Ao longo das 12 faixas, são várias as participações: Isaar, Juliano Holanda, Claudio N, Grilowski, Hugo Coutinho, Leo Vila Nova, Julio Andrade, Filipe Franco, João Tragtenberg, Deco do Trombone, Leonardo Luiz e D Mingus.</p>
<p><strong>Souvenir retrô</strong><br />
Se em <em>Molho</em>, Graxa lançou uma tiragem em vinis, pelo selo Media 4 Music, com <em>Aquele Disco Mass</em>a o músico surpreende e já está providenciando uma tiragem em fitas K7, de forma independenter Segundo ele, as fitas poderão se tornar um souvenir, mas também terão uma funcionalidade: através de um QR-Code, quem adquirir a fita poderá fazer o download do álbum completo para o smartphone.</p>
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