<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; super 8</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/super-8/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Jun 2026 21:08:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Cinema pernambucano ganha obra completa que marca seu centenário</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-pernambucano-ganha-obra-completa-que-marca-seu-centenario/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-pernambucano-ganha-obra-completa-que-marca-seu-centenario/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 May 2024 14:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Centenário]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ernesto Barros]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[fundaj]]></category>
		<category><![CDATA[Germana Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[super 8]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=109608</guid>
		<description><![CDATA[Para marcar o centenário da produção audiovisual pernambucana, os jornalistas Ernesto Barros e Germana Pereira lançam, nesta segunda-feira (6), no Cinema da Fundação do Derby, a partir das 19h, o livro História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano. A publicação apresenta um panorama do setor tendo como marco histórico 1923, ano do início da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109609" aria-labelledby="figcaption_attachment_109609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Evelyn Soares/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/IMG_2593-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-109609" alt="Evelyn Soares/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/IMG_2593-2-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Germana Pereira e Ernesto Barros</p></div>
<p>Para marcar o centenário da produção audiovisual pernambucana, os jornalistas Ernesto Barros e Germana Pereira lançam, nesta segunda-feira (6), no Cinema da Fundação do Derby, a partir das 19h, o livro <em>História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</em>. A publicação apresenta um panorama do setor tendo como marco histórico 1923, ano do início da produção do longa-metragem Retribuição, considerado o primeiro filme de ficção feito no Estado, até a premiada cena do cinema contemporâneo. Com 153 páginas recheadas de fotografias, muitas delas históricas, textos, uma linha do tempo e um compilado bibliográfico, a publicação é da editora Tangram Cultural, com incentivo do Funcultura Audiovisual.</p>
<p>De acordo com a organizadora Germana, a obra “é uma celebração visual, fruto de décadas de dedicação e pesquisa no campo audiovisual em Pernambuco, resultado da convergência de nossas trajetórias, o que nos permitiu explorar a diversidade da produção cinematográfica pernambucana”. O livro perpassa do pioneirismo da produção pernambucana no início do século 20, com o início do Ciclo do Recife (1923-1931), passando pelo Ciclo do Super 8 (1970-1980), até a fase mais profícua do audiovisual conterrâneo, a partir dos anos 2000. Essa fase mais recente é representada por duas gerações de realizadores como Paulo Caldas, Marcelo Luna, Lírio Ferreira, Cláudio Assis, Clara Angélica e Hilton Lacerda, seguida por Marcelo Gomes, Kleber Mendonça Filho, Sérgio Pinheiro, Renata Pinheiro e Marcelo Pedroso, entre outros.</p>
<p>“Nós trabalhamos nessa pesquisa como uma espécie de enciclopédia”, revela Ernesto Barros, responsável pelos textos. Ele, que é jornalista com extensa experiência em cobertura de festivais, no Brasil e no exterior, e crítica cinematográfica, lançou mão dessa experiência para a publicação. “Durante esses anos todos fui um interlocutor de vários desses cineastas. Hoje a gente tem um cinema que produz muito, que tem voz própria”, reflete.</p>
<p>A partir de uma investigação empreendida sobretudo no Arquivo Público Estadual e nos arquivos da imprensa local e da Fundação Joaquim Nabuco, <em>História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</em> registra desde o primeiro filme de enredo, produzido pela Aurora-Film, passando pelo anúncio da inauguração do Cinema São Luiz no extinto jornal Folha da Manhã, em setembro de 1952, e o surgimento do Grupo de Cinema Super 8 do Recife, com Fernando Spencer e Celso Marconi, até o Prêmio Especial do Júri para o longa <em>Bacurau</em> (2019), de Kleber Mendonça Filho &amp; Juliano Dornelles, e o Prêmio Illy de Melhor Curta-Metragem na Quinzena dos Realizadores, ambos em Cannes, para <em>Sem Coração</em> (2023), de Nara Normande &amp; Tião, atualmente em cartaz.</p>
<p>“É um convite para uma imersão nos filmes e eventos significativos que moldaram nosso cenário cinematográfico e a uma reflexão sobre as transformações sociais, paisagísticas, políticas, econômicas e culturais ao longo dessa jornada. Mais do que narrar uma história, o livro é uma homenagem aos realizadores, artistas, técnicos, produtores e entusiastas que contribuíram para cada cena capturada nas telas ao longo de um século. Cenas que influenciaram e continuam a influenciar a identidade cultural de Pernambuco a partir do cinema.”, reflete Germana.</p>
<p>“Ao celebrarmos esses 100 anos de cinema em Pernambuco também celebramos valores como paixão, talento, criatividade, luta e resistência que permeiam cada página desse livro. Que essa leitura inspire novos projetos e contribua para manter viva a chama da cinefilia por muitas gerações em todo o País”, almeja a organizadora.</p>
<p>O prefácio foi escrito pela pesquisadora e professora Amanda Mansur e abre as portas para a imersão na história ilustrada dos 100 anos do cinema em Pernambuco. A edição e design ficaram a cargo de Tatiana Portela e a revisão ortográfica foi feita por Antônio Portela. A capa, concebida por Carla Sarmento, é uma entrada visual para o mundo cinematográfico pernambucano.</p>
<p>A versão e-book, que será lançada em breve, conta com audiodescrição da COM Acessibilidade Comunicacional. A Verbo Assessoria de Comunicação assumiu a divulgação, enquanto Diego Medeiros ficou responsável pela assessoria jurídica. Evelyn Soares fez a assistência de produção e Cynthia Soares cuidou da normalização bibliográfica, garantindo a integridade do conteúdo.</p>
<p>O livro está sendo vendido no lançamento por R$ 50 e uma versão e-book também será comercializada. O link estará disponível no Instagram da @tangramcultural_.</p>
<p><strong>SOBRE A AUTORIA -</strong> Ernesto Barros, pesquisador e autor dos textos do livro, tem na bagagem quatro décadas de atuação como repórter, crítico, curador e programador. Atuou como editor de vídeo na Rede Globo Nordeste por 20 anos e uma década como repórter e crítico de cinema no Jornal do Commercio, época em que além de escrever as críticas de filmes em cartaz nos cinemas do Recife e Região Metropolitana, cobria festivais nacionais e internacionais, período em que esteve em seis edições do Festival de Cannes, três do Festival de Berlim e várias edições dos festivais de Brasília, Gramado, Paulínia, Cine PE, Mostra de São Paulo, Festival do Rio, Festival Varilux, entre outros.</p>
<p>Além do JC, Ernesto foi crítico de cinema por dois anos no Diario de Pernambuco, redigiu matérias de cinema para a revista Continente Multicultural e o Suplemento Pernambuco, do Diário Oficial do Estado, e foi jurado de mais de três dezenas de concursos municipais e estaduais de roteiros, festivais de cinema e vídeo, além de bancas de projetos experimentais em vídeo na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Na Gerência de Audiovisual da Prefeitura do Recife foi curador por três anos dos dois cinemas municipais, o Parque e o Apolo, e organizou o Concurso de Roteiro Ary Severo/Firmo Neto, Festival de Vídeo de Pernambuco e Panorama Recife de Documentário, entre outros. Desde 2017 integra a equipe do Cinema da Fundação e da Cinemateca Pernambucana na Fundaj.</p>
<p>Germana Pereira, diretora criativa da Tangram Cultural, assina a pesquisa, produção e organização do livro. Jornalista, produtora e gestora cultural, tem na trajetória a produção de mais de cem obras audiovisuais entre séries e documentários para televisão, exibidos nacionalmente pela TV Globo, TV Cultura, Canal Futura e TV Escola, além de curtas e longas-metragens para cinema. Desde 2012 tem se dedicado à pesquisa e ações para preservação do audiovisual do Estado de Pernambuco dando vida a projetos como o Site do Cinema Pernambucano e a Antologia do Cinema Pernambucano, ações pioneiras e fontes importantes de pesquisa e preservação da memória audiovisual do Estado.</p>
<p>Por nove anos Germana esteve como coordenadora-geral da Massangana Multimídia, produtora audiovisual da Fundação Joaquim Nabuco, onde, além de produzir dezenas de documentários, DVDs, CDs e livros, foi uma das responsáveis pela criação e implementação do Concurso Nacional de Roteiros Rucker Vieira e pela implantação do Centro Audiovisual Norte-Nordeste (Canne), no qual também atuou como coordenadora-geral. É coidealizadora e produtora do primeiro Festival de Cinema do Parque do Brasil, o Luz, Câmera, Diversão (2000) e do Festival Nacional do Making Of.</p>
<div id="attachment_109610" aria-labelledby="figcaption_attachment_109610" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tangram Cultural/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/image.jpg"><img class="size-medium wp-image-109610" alt="Tangram Cultural/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/image-607x312.jpg" width="607" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro História Ilustrada dos 100 anos do Cinema Pernambucano</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-pernambucano-ganha-obra-completa-que-marca-seu-centenario/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Debates e mostra de filmes em Super 8 marcam aniversário do Arquivo Público de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/debates-e-mostra-de-filmes-em-super-8-marcam-aniversario-do-arquivo-publico-de-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/debates-e-mostra-de-filmes-em-super-8-marcam-aniversario-do-arquivo-publico-de-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2016 21:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arquivo público de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[super 8]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=42633</guid>
		<description><![CDATA[Um dos momentos mais ricos na história do cinema feito em Pernambuco foi o ciclo de filmes em Super-8, que marcou a década de 1970 e a primeira metade dos anos 1980, com filmes rodados em bitolas de 8 milímetros. Cerca de 40 películas foram produzidas na época, várias delas premiadas e reconhecidas no mundo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos momentos mais ricos na história do cinema feito em Pernambuco foi o ciclo de filmes em Super-8, que marcou a década de 1970 e a primeira metade dos anos 1980, com filmes rodados em bitolas de 8 milímetros. Cerca de 40 películas foram produzidas na época, várias delas premiadas e reconhecidas no mundo inteiro, influenciando o polo cinematográfico que se estruturou no Estado.</p>
<p>Boa parte desta produção poderá se rememorada nos dias 6 e 7 de dezembro, quando o Arquivo Público de Pernambuco vai oferecer uma programação gratuita com cineastas, críticos, estudiosos e professores universitários que participaram do movimento. Entre eles, estarão Jomard Muniz de Brito, Paulo Cunha, Alexandre Figueiroa e Paulo Caldas. Onze filmes e dois debates fazem parte da programação, que prestará uma homenagem ao jornalista Geneton Moraes Neto, falecido este ano e um dos mais ativos participantes do ciclo do Super 8.</p>
<div id="attachment_42692" aria-labelledby="figcaption_attachment_42692" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/geneton-moraes-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-42692" alt="Reprodução " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/geneton-moraes-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O jornalista e cineasta Geneton Moraes Neto é o homenageado da programação</p></div>
<p>A homenagem vai constar na entrega de uma placa, a ser recebida, na ocasião, pela viúva e pela filha de Geneton, Elizabeth Passos e Joana Moraes, respectivamente. Além disso, o primeiro dia será inteiramente dedicado ao homenageado, com exibição de vários de seus filmes em super-8. De acordo com o crítico de cinema e pesquisador Alexandre Figueiroa, os filmes de Geneton foram alguns dos mais significativos daquele ciclo. <em>&#8220;Eles refletiam as inquietações dos jovens do período diante da ditadura militar e fazia o cinema pernambucano dialogar com os movimentos culturais do período como o Cinema Novo e o Tropicalismo&#8221;</em>, aponta.</p>
<div id="attachment_42693" aria-labelledby="figcaption_attachment_42693" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/super-8-paulo.png"><img class="size-medium wp-image-42693" alt="Reprodução " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/super-8-paulo-607x299.png" width="607" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Filmagem em super 8</p></div>
<p>Amigo de Geneton e um dos líderes do Movimento Super-8, Paulo Cunha acrescenta que o homenageado &#8220;<em>se destacou pela sua proposição acerca do uso da bitola, que não tentava simular a estética do cinema hegemônico</em>&#8220;, pelo contrário, fazia uso de uma <em>&#8220;poesia e espécie de experimentalismo fortíssimos no que diz respeito à encenação e à fotografia&#8221;</em>, sendo, por isso, <em>&#8220;umas das heranças mais interessantes daquele momento&#8221;</em>. Além disso,<em> &#8220;Geneton sempre foi muito cuidadoso e organizado, ele conseguiu preservar e guardar tudo o que fez&#8221;,</em> lembra Paulo.</p>
<p>Graças ao seu cuidado, parte dos filmes poderão ser vistos na projeção original, outros em versão digitalizada pra DVD.  <em>&#8220;A projeção em super 8 tem uma química e uma energia muito peculiar e bonita. Se isso for realmente viável, será uma ótima oportunidade pras pessoas entenderem um pouco sobre o que era o nosso coração, como os nossos afetos estavam projetados naquelas películas&#8221;</em>, acredita Paulo Cunha, que vai ministrar, no dia da abertura, a palestra <em><strong>Super-8 no Recife: a política dos afetos</strong>.<br />
</em></p>
<div id="attachment_42695" aria-labelledby="figcaption_attachment_42695" class="wp-caption img-width-571 alignnone" style="width: 571px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/paulo-caldas-lirio-ferreira-claudio-assis.jpg"><img class="size-full wp-image-42695" alt="Reprodução " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/paulo-caldas-lirio-ferreira-claudio-assis.jpg" width="571" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Em 1985, Paulo Caldas, Lírio Ferreira, Cláudio Assis, Adelina Pontual e Samuel Holanda fundaram o grupo Van-retrô</p></div>
<p>Outro destaque da programação é a palestra <em><strong>O ciclo do super oito, origem do polo de cinema de Pernambuco?</strong>, </em>com Alexandre Figueiroa<em>, </em>que abordará o papel dos filmes super-8 como instrumento de resistência cultural e como alicerce da geração seguinte do audiovisual em Pernambuco. &#8220;<em>Por causa da liberdade oferecida pela bitola super 8, valorizou-se a experimentação e com certeza isso influenciou a forte marca autoral do cinema pernambucano hoje. O super 8 foi uma espécie de escola prática</em>&#8220;, acredita Alexandre Figueiroa.</p>
<p>Também fará parte da programação a abertura de exposição com jornais da década de 1970 e início dos anos 80. Entre as preciosidades, as primeiras matérias publicadas nos jornais locais do jovem jornalista Geneton Moraes Neto. De acordo com o jornalista e cineasta Félix Filho, curador do evento junto com Lula Cardoso Aires Filho, o intuito é <em>&#8220;apresentar um recorte da produção super-8 feita no Recife, a partir de uma noite afetiva e também de um panorama histórico dos realizadores&#8221;.</em></p>
<div id="attachment_42690" aria-labelledby="figcaption_attachment_42690" class="wp-caption img-width-359 alignright" style="width: 359px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/jomard_super8.jpg"><img class="size-medium wp-image-42690" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/jomard_super8-359x486.jpg" width="359" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta e cineasta Jomard Muniz de Brito</p></div>
<p>A ideia de rememorar o ciclo recifense se enquadra na programação comemorativa do 71º do Arquivo Público, cuja fundação aconteceu no dia 4 de dezembro de 1945. O evento integra, também, o programa de atividades do Arquivo, que a cada mês promove os seminários Memória Ativa Debate, com os quais conecta fatos do passado recente a acontecimentos da atualidade para extrair ensinamentos e viabilizar novas perspectivas.</p>
<p>Na ocasião, haverá, ainda, a inauguração da restauração do edíficio-sede do Arquivo, um casarão construído na primeira metade do século 19, que foi utilizado como cadeia, Parlamento e Fórum ao longo de quase 300 anos de história.</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p>1º DIA – terça 06/12 – 19 horas</p>
<p>Abertura da Exposição</p>
<p>Palavras de Evaldo Costa</p>
<p>Entrega da Placa em homenagem a Geneton</p>
<p>Exibição dos filmes:<br />
1) Esses Onze Aí<br />
Ano de realização &#8211; 1978<br />
Duração &#8211; 10 minutos</p>
<p>2) A Flor do Lácio é Vadia<br />
Ano de realização &#8211; 1978<br />
Duração &#8211; 6 minutos</p>
<p>3) Fabulário Tropical<br />
Ano de realização -1979<br />
Duração &#8211; 5 minutos</p>
<p>4) Funeral para Década das Brancas Nuvens<br />
Ano de realização &#8211; 1979<br />
Duração &#8211; 10 minutos</p>
<p>Palestra: Super-8 no Recife: a política dos afetos<br />
Palestrante: Paulo Cunha.<br />
Debatedores: Félix Filho e Jomard Muniz de Britto<br />
2º dia – Quarta 07/12 – 19 horas .</p>
<p>Abertura</p>
<p>Exibição dos filmes:<br />
1) Cinema Glória, Fernando Spencer e Félix Filho, 1979, 16 min.<br />
2) O Décimo Terceiro Trabalho, Osman Godoy e Athos, 1972, 6 mim<br />
3) Brigada Portinari, Celso Marconi, 1978, 11 min.<br />
4) Composições no Fio – Partituras Mutantes, Paulo Bruscky,1979, 3m<br />
5) Palhaço Degolado, Jormard Muniz de Britto, 1977, 10 min.<br />
6) Olho Neles, Jomard Muniz de Britto, 1982, 7 min.<br />
7) Valente é o Galo, Fernando Spencer, 1974, 14 min.</p>
<p>Palestra: “O ciclo do super oito, origem do polo de cinema de Pernambuco?&#8221;<br />
Palestra: Alexandre Figueirôa<br />
Debatedores: Paulo Caldas e Lula Cardoso Ayres Filho</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/debates-e-mostra-de-filmes-em-super-8-marcam-aniversario-do-arquivo-publico-de-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

