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	<title>Portal Cultura PE &#187; Suspenso</title>
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		<title>Juvenil Silva tira a dor de cotovelo para dançar</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 15:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Música de Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania A pista de dança já foi o cenário da redenção para a fossa de artistas de perfis variados, de Madonna a Tim Maia, que ensinam até hoje ao público que, mais do que quem canta, quem balança seus males espanta. O que ninguém imaginava é que o irreverente Juvenil Silva um dia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59220" aria-labelledby="figcaption_attachment_59220" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Raíssa Vila Nova</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/foto_Raíssa-Vila-Nova-1.jpg"><img class="size-large wp-image-59220" alt="Raíssa Vila Nova" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/foto_Raíssa-Vila-Nova-1-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Juvenil Silva quebra os seus próprios padrões em seu terceiro disco</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>A pista de dança já foi o cenário da redenção para a fossa de artistas de perfis variados, de Madonna a Tim Maia, que ensinam até hoje ao público que, mais do que quem canta, quem balança seus males espanta. O que ninguém imaginava é que o irreverente Juvenil Silva um dia também precisaria recorrer a esse ambiente para expurgar a sua dor, como ficou provado no seu terceiro disco, intitulado “Suspenso”, que tem show de lançamento neste sábado, às 20h, na inauguração do Espaço Lambe Lambe. Ao som de brega, música latina, funk-soul e tropicalismos, o músico reitera que a sofrência não precisa ter ritmo definido para ser coesa.</p>
<p>“<em>A ideia que havia para esse disco é que ele fosse mais swingado mesmo. Eu sabia que as letras eram fortes, mas eu queria que a parte rítmica fosse suave. É para chorar dançando</em>”, brinca Juvenil ao revelar que não planejou nenhuma linha estética específica para o novo trabalho. Apontado entre os nomes de Pernambuco que investem na psicodelia, o cantor é conhecido por fazer referência a artistas do Udigrudi, mas, neste trabalho, esse segmento do rock ressurge mais jovem. Ainda assim, o compositor diz não ter tido a pretensão de se encaixar nas tendências do momento.</p>
<p>“<em>O que há de psicodelia ali é coisa de produção, mas não considero um disco psicodélico. Como músico, estou experimentando, talvez eu seja inocente, mas faço arte pela arte ainda, não estou seguindo nenhum mercado, porque quero que me enxerguem no disco</em>”, explica ele, sobre faixas como “Zanza” e “Degolado”. Porém, vale destacar que nenhuma das músicas aposta unicamente em um só gênero. Canções como “Se Meu Legal Te Faz Mal”, que tem traços das baladas sessentistas, “Cabeça Coração”, que explora o brega romântico, e “As Coisas Não se Ajeitam Sozinhas”, que segue pelo viés do funk dos anos 1970, se misturam à influência perene da Vanguarda Paulistana, que se aproxima do seu estado mais puro em composições como “Vacas Magras”</p>
<div id="attachment_59241" aria-labelledby="figcaption_attachment_59241" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Débora Bittencourt</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Foto2-Debora-Bittencourt.jpg"><img class="size-large wp-image-59241" alt="Débora Bittencourt" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Foto2-Debora-Bittencourt-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Título do disco faz referência a uma carta do tarô</p></div>
<p>O sentimento de ruptura com os padrões, claramente expresso nas letras de “Gaiola”, quando canta “tudo que tá preso quer fugir por aí, mesmo que depois tenha vontade de voltar”, vai além da liberdade estética e também está nas letras de aspectos emocionais. “<em>Comecei a morar só, vieram os problemas de recurso, daí veio a necessidade de se reinventar. Uma questão mais de autonomia e de repensar e justificar a dor</em>”, simplifica ele sobre a sua “filosofia de mesa de bar” que teve inspiração no término de um relacionamento de 10 anos. “Este novo trabalho é diferente do outros dois porque é muito pessoal, de transformação de ponto de vista e o título tem a ver com isso”, explicou o artista, em entrevista ao portal CulturaPE em dezembro de 2017.</p>
<p>O título “Suspenso” faz referência a carta do tarô d’O Enforcado, que representa a sabedoria diante da adversidade e a transformação a partir de um novo ponto de vista. “<em>Sabe aquelas forminhas de fazer coelhinhos de chocolates na páscoa? Existe essa forminha na vida, mas nem sempre somos coelhinhos&#8230; isso me dá a maior agonia. É como se quisessem empurrar a gente por um caminho comprido quando, por vezes, somos largos. Não cabemos no padrão de tudo que, desde de criancinhas, no afunilam para ser e seguir</em>”, observa ele, ao falar das inquietações que o provocaram a questionar os padrões de relacionamento contemporâneos.</p>
<p>Entre os convidados estão as cantoras Nívea Maria (dos Verdes e Valterianos), Kamila Souza e Joana Knobbe e o guitarrista Rodrigo Patrão, da Dunas do Barato, Homero Basílio, o tecladista Chiquinho Moreira, da Mombojó, Diego Drão e Amaro Freitas. Esse último, conhecido pelo seu trabalho como pianista, com destaque para seu trabalho no jazz, participa da faixa mais experimental do álbum, a instrumental “Solitude Espontânea”. “Eu queria criar uma fusão entre o hard rock meio Black Sabbath dialogando com a malemolência da música latina. Ele super curtiu a ideia e gravar essa faixa foi uma espécie de troca entre a coisa dele da virtuose e o rock psicodélico que já é mais o meu departamento”, comentou ele, que produziu o álbum ao lado de Arthur Dossa.</p>
<p>“<em>O disco foi gravado na Casa do Kaos, estúdio de Adriano Leão, que hoje em dia funciona em João Pessoa. É onde tem os ‘brinquedinhos’ que fazem toda a diferencia. Caixas valvulados, reverbs, gravadores de fita de rolo e outros equipamentos da pesada. Depois gravamos alguns detalhes em home studios daqui e de São Paulo (Casa Pompéia) e por fim foi finalizado na Casa do Kaos, já em Jampa. Quem mixou foi Arthur Dossa e Bruno Freire, dois profissionais extremante competentes e que somaram legal pra sonoridade final do disco ficar assim tão massa. De minha, parte, com o tempo venho melhorando meu ouvido em relação a todo esse lance de captação, edição e produção. Todos nós somamos dando nosso melhor e resultando nesse beleza</em>”, resumiu Juvenil, sobre o amadurecimento técnico do trabalho.<br />
<b></b></p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b>Lançamento do disco “Suspenso”, de Juvenil Silva<br />
Quando: Neste sábado, às 20h<br />
Onde: Espaço Lambe Lambe (Rua Conceição, 162 – Boa Vista)<br />
Entrada: R$ 15</p>
<div id="attachment_59221" aria-labelledby="figcaption_attachment_59221" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Suspenso-Juvenil-Silva-CAPA.jpg"><img class="size-large wp-image-59221" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Suspenso-Juvenil-Silva-CAPA-600x600.jpg" width="600" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Suspenso&#8221; já está disponível para audição nas plataformas de streaming</p></div>
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		<title>Juvenil Silva apresenta formato mais intimista no Terra Café Bar</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Mar 2017 14:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Fazendo um resgate das primeiras apresentações autorais que teve no início da carreira solo, Juvenil Silva apresenta nesta próxima quarta (29), no Terra Café Bar, um show em formato mais intimista. Acompanhado das percussões de Leo Vila Nova e empunhando guitarra e violão, o cantor contará ainda com a presença de várias participações especiais, nomes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_23363" aria-labelledby="figcaption_attachment_23363" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Keyse Menezes/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Juvenil-Silva-por-Keyse-Menezes.jpg"><img class="size-medium wp-image-23363" alt="Keyse Menezes/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/Juvenil-Silva-por-Keyse-Menezes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com o músico, um dos planos deste ano é gravar um disco apenas com voz, violão, guitarra e percussão</p></div>
<p>Fazendo um resgate das primeiras apresentações autorais que teve no início da carreira solo, <a href="https://www.facebook.com/juvenilsilvaoficial/?fref=ts" target="_blank">Juvenil Silva</a> apresenta nesta próxima quarta (29), no Terra Café Bar, <a href="https://www.facebook.com/events/736647679827629/permalink/742259092599821/" target="_blank">um show em formato mais intimista</a>. Acompanhado das percussões de Leo Vila Nova e empunhando guitarra e violão, o cantor contará ainda com a presença de várias participações especiais, nomes como Isaar, Tiné, Flaviola, Julio Samico, Marcello Rangel, Julio Holanda, Evandro Nego Bento e Rodrigo Cm. A apresentação começa às 20h e a entrada custa R$ 10.</p>
<p>O repertório terá canções dos dois discos do Juvenil, <strong>Desapego</strong> (2013) e <strong>Super Qualquer no Meio de Lugar Nenhum</strong> (2014) além de algumas inéditas que estarão no próximo álbum já em processo de gravação e batizado de <strong>Suspenso</strong>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4ATf01bkvnY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Juvenil Silva conta que o formato mais íntimo, com poucos instrumentos, surgiu quando ele percebeu que tinha uma apresentação autoral que cabia dentro deste esquema. <em>“Com o tempo eu fui vendo que existe um repertório meu que não soa legal com banda, e guardei essas músicas pra esse projeto. Inclusive quero gravar ainda esse ano um outro disco apenas com voz, violão, guitarra e percussão”.</em></p>
<p>A montagem do show, segundo o músico, teve início quando ele era ainda apenas músico de bandas, como a Dunas do Barato. “<em>Nessa fase da carreira meus amigos me estimulavam bastante a tocar minhas canções autorais. Lembro que um dia o Evandro Sena, dono do Bar Iraq, me instigou a tocar na abertura de um evento que ele produziu e eu fui nesse esquema voz e violão. Foi assim que minha carreira solo começou”</em>.</p>
<div id="attachment_15904" aria-labelledby="figcaption_attachment_15904" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tássia Freitas/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Juvenil-Silva_Foto_Tassia-Costa-9032-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-15904" alt="Tássia Freitas/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Juvenil-Silva_Foto_Tassia-Costa-9032-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Formato voz, guitarra e percussão, segundo o músico, vai dar o tom do seu próximo disco &#8216;Suspenso&#8217;</p></div>
<p>O músico revela que quando entrou em estúdio para gravar seu primeiro disco, o <strong>Desapego</strong> (2013), a proposta inicial era que o álbum carregasse a pegada intimista do começo da carreira.  <em>“Mas ai eu mudei tudo num impulso louco e gravei com banda, guitarra, baixo e bateria. Acabou que os shows seguiram a linha do CD e eu passei muito tempo sem fazer esse tipo de show, só esporadicamente, como no Terra Café Bar, por exemplo, que é um local que propicia esse formato de shows de menor porte”.</em></p>
<p>Já as participações especiais, segundo Juvenil Silva, surgiram de uma forma meio inconsciente, desproposital. &#8220;<em>Mas na verdade tem todo um sentido em relação às parcerias que encontrei espontaneamente no meu caminho. Tiné, por exemplo, me convidou pra participar do lançamento do disco dele recentemente. Já o Rangel está sempre no Terra Café Bar com sua música e participando de outros shows. Flaviola é uma grande paixão minha que conheci no Rio de Janeiro há muito tempo. Essas e as outras pessoas chegaram forte na minha vida e vão dialogar comigo no palco, levando suas histórias e canções&#8221;.</em></p>
<div id="attachment_46970" aria-labelledby="figcaption_attachment_46970" class="wp-caption img-width-595 aligncenter" style="width: 595px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Azulante-Ganjja-Pessoa-Reprodução.jpg"><img class="size-medium wp-image-46970" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Azulante-Ganjja-Pessoa-Reprodução-595x486.jpg" width="595" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Evento terá ainda a exposição &#8216;Azulante&#8217;, do artista Ganjja Pessoa</p></div>
<p>Além da curadoria, Juvenil Silva conta que acumula outras funções na casa, como uma espécie de coringa. <em>“Faço de tudo, produção, técnico de som, roadie”</em>, brinca. Sobre o que as bandas e artistas devem fazer caso queiram também apresentar por lá seus trabalhos, o músico diz que os interessados &#8220;podem enviar seus materias para <a href="https://www.facebook.com/Terra-caf%C3%A9-I-bar-1171690806192244/" target="_blank">a página do Terra Café Bar</a>, mas acontece toda uma peneira pra ficar coerente com a proposta do espaço&#8221;.</p>
<p>Na ocasião, o artista plástico Ganjja Pessoa estará presente com a sua exposição <strong>Azulante</strong>. Resultado de um trabalho de um ano e meio, a mostra apresenta 21 telas baseadas no universo da psilocibina, num diálogo com a contracultura 60&#8242;s psicodélica, da arte visionária e do surrealismo brasileiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Show de Juvenil Silva + Exposição Azulante, de Ganjja Pessoa</em><br />
Quarta (29) | 20h (Abertura da casa, 18h)<br />
Terra Café Bar | Rua Artur Orlando, nº 113, Boa Vista &#8211; Recife/PE<br />
R$ 10 (dez reais)</p>
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