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	<title>Portal Cultura PE &#187; Tacaratu</title>
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		<title>Comemorações do Dia Estadual do Choro João Pernambuco de 2024 têm início pelo Mepe</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 20:09:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) é palco, neste domingo (13), às 16hs, da abertura das comemorações do Dia Estadual do Choro João Pernambuco de 2024, com o lançamento do livro Personagens do Choro Pernambucano: Canhoto da Paraíba e João Pernambuco, da escritora Teresa Sales, e da apresentação musical do Conjunto Sapucaia. As comemorações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113891" aria-labelledby="figcaption_attachment_113891" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Guinné/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto2-Conjunto-Sapucaia-Crédito-Guinné.jpg"><img class="size-medium wp-image-113891" alt="Guinné/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Foto2-Conjunto-Sapucaia-Crédito-Guinné-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Conjunto Sapucaia</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) é palco, neste domingo (13), às 16hs, da abertura das comemorações do Dia Estadual do Choro João Pernambuco de 2024, com o lançamento do livro Personagens do Choro Pernambucano: Canhoto da Paraíba e João Pernambuco, da escritora Teresa Sales, e da apresentação musical do Conjunto Sapucaia. As comemorações se estendem por todo o mês de outubro e início de novembro, percorrendo várias cidades.</p>
<p>A programação começa, às 16h, com o lançamento do livro da professora e socióloga Teresa Sales, nascida em Garanhuns (Agreste), intitulado Personagens do Choro: Canhoto da Paraíba e João Pernambuco. Doutora pela Universidade de São Paulo (USP) e professora livre-docente pela Universidade de Campinas (Unicamp) até 2005, a autora traz em seu livro uma biografia sociológica dos dois músicos focando na vida e no contexto social em que viveram e não nas especificidades de suas produções musicais.</p>
<p>Às 17h, o Conjunto Sapucaia se apresenta para o público tocando um repertório com clássicos do choro e composições autorais. O Sapucaia se destaca por sua formação típica dos primórdios do choro, com a flauta transversal atuando como solista e o violão, o cavaquinho e o pandeiro como base principal. O grupo é formado pelo flautista Fábio Santos, o violonista Wellington Nascimento, o cavaquinista Maxwell Bernardo e o pandeirista Danilo César.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação nos demais municípios:</strong></span></p>
<p><strong>Dia 19/10 -</strong> roda de Choro em praça pública em Pesqueira (Agreste);</p>
<p><strong>Dia 26/10 -</strong> Apresentação dos grupos Chorões do Pajeú e Camerata Petronilo Malaquias em Carnaíba (Sertão);</p>
<p><strong>Dia 1º/11 -</strong> 5º Festival do Choro João Pernambuco, em Tacaratu (Sertão), com apresentações de José Arimatea e Kelly Rosa na Praça do Santuário.</p>
<p><strong>Dia 2/11 -</strong> na data de nascimento de João Pernambuco, acontece o segundo dia do 5º Festival do Choro João Pernambuco, em Petrolândia (Sertão), com apresentações de Betto do Bandolim e Bozó 7 Cordas no Instituto de Arte Popular João Pernambuco.</p>
<p>Segundo Betto do Bandolim, um dos diretores do Instituto Isto É Choro!, “a maior satisfação é ver o choro retomando seu protagonismo no cenário cultural e toda uma garotada da nova geração renovando e dando uma cara nova para o nosso querido chorinho”.</p>
<p>A realização das comemorações do Dia Estadual do Choro João Pernambuco é uma iniciativa do Instituto Cultural Brasileiro Isto É Choro!, com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>O Instituto Cultural Brasileiro Isto É Choro! é uma organização cultural de músicos e promotores do choro criado para divulgar, promover e salvaguardar o gênero. Enquanto coletivo, Isto É Choro, foi responsável pela iniciativa da instituição do Dia Estadual do Choro João Pernambuco, do Dia Municipal do Choro Luperce Miranda. Entre outras ações estão o Festival do Choro João Pernambuco, Circuito Pernambucano de Choro e Recife Carinhoso.</p>
<p>Segundo Wagner Staden, coordenador do Instituto, “a iniciativa de realizar as comemorações em várias cidades no interior do Estado tem o objetivo principal de descentralizar as comemorações e eventos que geralmente são realizadas na Região Metropolitana do Recife, fortalecer o choro e o movimento cultural no interior aumentando o pertencimento da população local com a produção cultural e proporcionar o intercâmbio entre os músicos e artistas participantes”.</p>
<p>O Dia Estadual do Choro João Pernambuco foi instituído por meio da Lei nº 14.178/2021, de autoria do deputado estadual Waldemar Borges, por iniciativa do Coletivo Isto É Choro!, que depois se tornou o Instituto Cultural Brasileiro Isto É Choro!. Este ano as comemorações têm um significado a mais por conta do choro haver recebido o título de Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro, registrado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>“A criação da data é um marco importante para o reconhecimento da importância do choro em Pernambuco possibilitando a realização de uma comemoração anual que proporciona a difusão de obras, divulgação dos artistas e formação de público para o gênero, além da geração de renda para músicos, grupos musicais, técnicos, serviços culturais e comércio local”, afirma Wagner Staden, também diretor e produtor das comemorações.</p>
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		<title>Na Torre Malakoff, Ana Araújo lança catálogo da exposição A Festa do Fogo</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 15:53:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110436" aria-labelledby="figcaption_attachment_110436" class="wp-caption img-width-481 alignnone" style="width: 481px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/catálogo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110436" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/catálogo-481x486.jpeg" width="481" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo da exposição A Festa do Fogo: Retrato de um Forró no Meu Sertão, da fotojornalista e artista visual Ana Araújo</p></div>
<p>Mesmo findada a temporada dos festejos juninos, o espírito das celebrações continua vivo na exposição A Festa do Fogo: Retrato de um Forró no Meu Sertão, da fotojornalista e artista visual Ana Araújo. A exposição, que está encantando centenas de visitantes na Sala Alcir Lacerda, do Observatório Cultural Torre Malakoff, no Bairro do Recife, ganha um reforço especial nesta quinta-feira (4). Das 19h às 21h é realizado o lançamento e a distribuição gratuita do catálogo da exposição, um evento aberto ao público que promete uma noite repleta de cultura.</p>
<p>A Festa do Fogo reúne 43 fotografias inéditas, capturadas por Ana Araújo durante as noites juninas de Tacaratu (PE), de 2005 a 2019. As imagens oferecem um olhar íntimo e autêntico da fotógrafa, que cresceu em Tacaratu e continua a retornar à terra natal para capturar a essência dos festejos juninos. Entre os destaques da exposição está uma fotografia que homenageia sua mãe, Dolores (<em>in memoriam</em>), acendendo a fogueira de casa.</p>
<p>Além disso, a exposição conta com uma homenagem ao cantor Josildo Sá, amigo de infância de Ana, que esteve presente na abertura do evento acompanhado do trio pé de serra Xinelo Rasgado. A exposição não é apenas uma coleção de fotografias, mas uma narrativa visual que exalta a memória e a tradição do forró, recentemente reconhecido como patrimônio cultural e imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>No evento de lançamento do catálogo, e durante todo período de visitação, são oferecidos recursos de acessibilidade para garantir que todos possam desfrutar da exposição. Pessoas com deficiência visual podem utilizar a audiodescrição por meio de QR codes e há mediadores e intérpretes de libras para deficientes auditivos.</p>
<p>Realizada com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo de Pernambuco, a exposição conta com os seguintes profissionais na equipe: Ana Araújo (concepção, fotografias, curadoria de arte, textos e edição), Maria do Carmo Nino (curadoria de arte e texto), Bianca Pimentel (produção executiva), Séphora Silva &#8211; Arquicênicas (design expográfico), Tácio Ferraz (design e produção gráfica), Domingos Luna &#8211; Estúdio 81 (impressão fotográfica fine arts e molduras), Robson Lemos &#8211; Superimagem (tratamento de imagens), Lúcia Padilha &#8211; Lupa Cultural (coordenação do projeto educativo), Ana Júlia Rodrigues e Júlia Pereira (mediadoras e intérpretes de libras), Liliana Tavares, Michelle Alheiros e Silvia Albuquerque &#8211; Com Acessibilidade Comunicacional (audiodescrição), Sarah Bailey (tradução português &#8211; inglês), Tatiana Portela (revisão de textos), Lula Portela &#8211; Verbo (assessoria de imprensa), Fernando Souza e Cláudio Dantas &#8211; 7System (signfix), RF Montagens (montagem), Marcílio Lisboa e Rômulo Francisco (pintura) e Gráfica Facform (impressão).</p>
<p>A exposição A Festa do Fogo fica com acesso gratuito ao público, na Torre Malakoff, até o dia 1º de setembro, nos seguintes dias e horários: terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e domingo, das 14h às 18h. Trata-se de uma oportunidade imperdível para mergulhar na rica cultura popular do semiárido pernambucano e celebrar a tradição do forró através das lentes de uma das fotojornalistas mais premiadas do Brasil.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento e distribuição gratuita do catálogo com fotos da exposição A Festa do Fogo: Retrato de um Forró no Meu Sertão -</strong> <em>quinta-feira (4), das 19h às 21h, no Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife, Recife-PE)</em></p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe lançam Catálogo de Registro dos Patrimônios Vivos 2023</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jan 2024 19:42:37 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107501" aria-labelledby="figcaption_attachment_107501" class="wp-caption img-width-415 alignnone" style="width: 415px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023.jpg"><img class="size-medium wp-image-107501" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/capa_catalogo_patrimoniovivo2023-415x486.jpg" width="415" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023</p></div>
<p>Uma publicação com pesquisas biográficas, fotografias e textos que reúnem detalhes sobre a trajetória dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco foi lançada, nesta quarta-feira (3), pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O <em>Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco</em> reúne informações sobre os dez mestres, mestras e grupos culturais selecionados no 18º Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco e anunciados em agosto deste ano. Clique <strong><a title="Catálogo de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco 2023" href="https://fliphtml5.com/rabfh/nvmd/" target="_blank">aqui</a></strong> e confira a publicação.</p>
<p>Os dez Patrimônios Vivos de Pernambuco titulados este ano são: As Cantadeiras do Povo Indígena Pankararu, de Tacaratu (Sertão de Itaparica); Afoxé Alafin Oyó, de Olinda (Região Metropolitana do Recife); Assisão, de Serra Talhada (Sertão do Pajeú); Caboclinho Canindé de Goiana (Zona da Mata Norte); Coco de Roda Negros e Negras do Leitão da Carapuça, de Afogados da Ingazeira (Sertão do Pajeú); Ilé Axé Oxalá Talabi, de Paulista (RMR); Mestra Nilza Bezerra da Bonequinha da Sorte de Gravatá (Agreste Central); Mestra Vera Brito, de Vicência (Zona da Mata Norte); Reisado da Comunidade Quilombola do Saruê, de Santa Maria da Boa Vista (Sertão do São Francisco); e Troça Carnavalesca Mista Pitombeira dos Quatro Cantos, de Olinda (RMR).</p>
<p>A publicação, elaborada pela Unidade Gerencial do Registro dos Patrimônios Vivos da Fundarpe, em parceria com a Assessoria de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe, traz dados biográficos imagens e textos descritivos sobre os Patrimônios Vivos de Pernambuco, além de curiosidades e indicações de leituras, sites, vídeos, plataformas e redes sociais em que estão disponíveis mais informações sobre os(as) registrados(as). Cada edição anual traz uma cor presente na bandeira de Pernambuco, sendo amarela a cor de 2023.</p>
<p><strong>LEI DO PATRIMÔNIO VIVO -</strong> A Lei de Registro do Patrimônio Vivo significa um grande avanço das políticas públicas para salvaguardar os patrimônios culturais de natureza imaterial do Estado. Ao longo dos últimos anos o incremento das inscrições de candidaturas em todas as regiões de Pernambuco levou à necessidade de ampliar mais uma vez o número de bolsas concedidas.</p>
<p>Já a Lei nº 17.489, de 25 de novembro de 2021, aumentou de seis para dez o quantitativo máximo de candidatos contemplados no RPV-PE. Atualmente, para pessoa física, a bolsa é de R$ 2.041,53; e para pessoa jurídica, de R$ 4.083,10.</p>
<p>A última atualização legislativa para a política pública foi a Lei nº 18.126, de 28 de dezembro de 2022, que alterou a Lei nº 12.196, de 2 de maio de 2002, para possibilitar a autoindicação de candidaturas para concorrer ao processo de inscrição do RPV-PE.</p>
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		<title>Fundarpe realiza no Sertão a oficina “Gestão compartilhada do Núcleo Histórico de Tacaratu”</title>
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		<pubDate>Fri, 26 May 2023 16:16:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) promove, nesta segunda-feira (29), a oficina “Gestão compartilhada do Núcleo Histórico de Tacaratu”. O encontro, que terá como foco a identificação de referências culturais do município localizado no Sertão do Estado, será realizada no horário das 19h às 21h30, no Romeirão. A entrada é gratuita [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/CARD_Oficina-gestão-conpartilhada-para-o-Núcleo-Histórico-de-Tacaratu.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101714" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/CARD_Oficina-gestão-conpartilhada-para-o-Núcleo-Histórico-de-Tacaratu-501x486.jpeg" width="501" height="486" /></a></p>
<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) promove, nesta segunda-feira (29), a oficina “Gestão compartilhada do Núcleo Histórico de Tacaratu”. O encontro, que terá como foco a identificação de referências culturais do município localizado no Sertão do Estado, será realizada no horário das 19h às 21h30, no Romeirão. A entrada é gratuita e para participar basta comparecer ao local.</p>
<p>A ação de educação patrimonial tem como objetivo estabelecer diálogos com a sociedade civil, por meio da escuta, e o compartilhamento de informações a respeito dos processos de identificação e reconhecimento de bens culturais em Pernambuco, além de outros conceitos relacionados ao patrimônio cultural de Tacaratu.</p>
<p>A proposta é que a oficina permita a aproximação entre técnicos, gestores e a sociedade civil tacaratuense, no intuito de formular caminhos para a identificação e proteção dos bens culturais locais. Para outras informações, o e-mail para contato é o <strong>e.patrimonial@gmail.com</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Oficinas Gestão compartilhada do Núcleo Histórico de Tacaratu<br />
Segunda-feira (29), das 19h às 21h30<br />
Romeirão (Rua do Comércio, 35 – Tacaratu | próximo à Igreja Matriz da cidade)<br />
Gratuito<br />
Mais informações: <strong>e.patrimonial@gmail.com</strong></p>
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		<item>
		<title>Escola de Teatro de Oprimidos abre inscrições para oficina gratuita em Tacaratu</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2022 14:21:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Escola de Teatro de Oprimidas e Oprimidos, ligada ao Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido – NEXTO, está com inscrições abertas para oficina gratuita de teatro que vai oferecer de 14 a 17 de junho, das 19h às 17h, na Escola Municipal Quixabeira, localizada em Tacaratu. A iniciativa, que conta com os recursos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/IMG_9741.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94507" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/IMG_9741-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A Escola de Teatro de Oprimidas e Oprimidos, ligada ao Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido – NEXTO, está com inscrições abertas para oficina gratuita de teatro que vai oferecer de 14 a 17 de junho, das 19h às 17h, na Escola Municipal Quixabeira, localizada em Tacaratu. A iniciativa, que conta com os recursos do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é uma formação gratuita que visa oferecer processos criativos que incentivem uma atitude autônoma de oprimidas e oprimidos frente à descoberta de suas próprias potências artísticas, estéticas e de transformação da realidade. Para se inscrever, basta acessar e preencher o formulário disponível no link: <strong><a href="https://forms.gle/T2DsAvWNmFXchY568" target="_blank">forms.gle/T2DsAvWNmFXchY568</a></strong>.</p>
<p>A oficina será ministrada pelos arte-educadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro que, juntos, vão compartilhar os seus conhecimentos e modo de produção teatral com outros artistas, arte/educadoras e não-atores. O projeto propõe uma intensa sensibilização por meio do teatro, abarcando outras linguagens artísticas, que servirão de aporte teórico-prático para estimular reflexões sobre o nosso papel no mundo. A oficina contará com acessibilidade comunicacional da Libras, realizada pela intérprete/tradutora Rita de Cássia.</p>
<p><strong>NEXTO -</strong> Desde 2012, o Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (NEXTO), criado pela atriz e arte/educadora Andréa Veruska e o ator, arte/educador e palhaço Wagner Montenegro, desenvolve pesquisas, formações e criações artísticas com o método do Teatro do Oprimido. Em sua trajetória, o projeto Escola de Teatro de Oprimidas e Oprimidos ajudou a formar mais de 500 pessoas para multiplicar o método do Teatro do Oprimido. Sua relevância foi reconhecida no 2º Prêmio Roberto de França &#8211; Pernalonga &#8211; de Teatro (2019), na categoria Iniciativa Coletiva e no Prêmio Delmiro Gouveia de Economia Criativa da Fundaj, na categoria Artes do Espetáculo e seus eventos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina Escola de Teatro de Oprimidas e Oprimidas<br />
Inscrições gratuitas: <strong><a href="https://forms.gle/T2DsAvWNmFXchY568" target="_blank">forms.gle/T2DsAvWNmFXchY568</a></strong><br />
Quando: 14 a 17 de junho de 2022 (terça a sexta-feira), das 19h às 22h<br />
Local: Escola Municipal Quixabeira</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Curta-metragem aborda cultura das rezadeiras nas cidades de Petrolândia e Tacaratu</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 16:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[curta-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[duda cordeiro]]></category>
		<category><![CDATA[fé na reza]]></category>
		<category><![CDATA[lei aldir blanc]]></category>
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		<description><![CDATA[Está disponível no YouTube o curta-metragem &#8220;Fé na Reza&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o filme, dirigido por Duda Cordeiro, é um projeto de valorização à cultura do rezado em dois pequenos municípios vizinhos do sertão de Itaparica em Pernambuco, Tacaratu e Petrolândia. Os municípios escolhidos, carregam na naturalidade local, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Está disponível no YouTube o curta-metragem <strong>&#8220;Fé na Reza&#8221;</strong>. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o filme, dirigido por Duda Cordeiro, é um projeto de valorização à cultura do rezado em dois pequenos municípios vizinhos do sertão de Itaparica em Pernambuco, Tacaratu e Petrolândia. Os municípios escolhidos, carregam na naturalidade local, a cultura do rezado. A intensão em unir essas cidades vem da busca pelo conhecimento e valorização desta prática, tanto pela população local de cada município, quanto pela valorização e conhecimento de cada uma dessas mulheres que terão suas histórias contadas, em suas relações nas comunidades ondem residem, seus conhecimentos adquiridos pela experiência da prática, como um intercâmbio de valorização cultural que une essas cidades.</p>
<p>A diretora ressalta a importância do projeto em sua vida e para sua cultura, por ser uma tradição de sua família a busca pela rezado, como uma herança familiar, transmitida entre gerações.<em> “O projeto está para além de mostrar e contar histórias de vida, buscando enfatizar a importância do rezado na cultura nordestina dos povoados e municípios do sertão nordestino. Mostrar a prática dessa cultura que carrega consigo tantas heranças espirituais e ancestralidade de tantas culturas é também falar sobre resiliência feminina. É a cura através da fé e da espiritualidade, abençoadas pelas mãos de mulheres resistentes que não podem cair no esquecimento”</em>, explica a diretora.</p>
<p>O título “Fé na Reza” surgiu pelo questionamento de infância da cineasta, que levada pela mãe desde pequena em benzedeiras, sempre fazia o mesmo questionamento: <em>“Mãe, isso cura mesmo?” E a mãe sempre respondia: “O que cura é a fé, se você tiver fé é claro que a reza cura”</em>, conta ela.</p>
<p>Quando a oportunidade de produzir o documentário finalmente foi contemplada, através do Edital Aldir Blanc do município de Petrolândia-PE, a ideia antiga produzir um documentário sobre essas rezadeiras finalmente pôde sair do papel e concretizar esse registro como forma de demonstrar um sentimento de pertencimento pela prática e a importância do rezado na vida dos sertanejos, como uma forma de registro e valorização das tradições populares. Aperte o <em>play</em> e confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/wVNa2_Du7GM" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><b>Ficha técnica:</p>
<p>Duda Cordeiro<br />
</b>Direção, roteiro, produção executiva e coordenação.</p>
<p><b>Gabriel de Lisboa<br />
</b>Produção de locação<br />
Produção executiva</p>
<p><b>Laura Castor </b><br />
Produção</p>
<p><b>Rafa Souza<br />
</b>Fotografia, filmagem, edição e montagem.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ana Araujo lança fotolivro sobre as loiceiras tradicionais de Tacaratu</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ana-araujo-lanca-fotolivro-sobre-as-loiceiras-tradicionais-de-tacaratu/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 19:45:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ana araújo]]></category>
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		<category><![CDATA[loiceiras]]></category>
		<category><![CDATA[Tacaratu]]></category>

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		<description><![CDATA[A fotojornalista pernambucana Ana Araujo lança, no dia 30 de junho, às 14h30, o fotolivro As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu Sertão, no Museu do Cais do Sertão. A obra é resultado de uma pesquisa visual realizada nos últimos 30 anos pela autora, que conta a história da loiça, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59972" aria-labelledby="figcaption_attachment_59972" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Capa do Livro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Foto-ANA-ARAUJO-capa1a.jpg"><img class="size-medium wp-image-59972 " alt="Reprodução/Capa do Livro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Foto-ANA-ARAUJO-capa1a-607x462.jpg" width="607" height="462" /></a><p class="wp-caption-text">O objetivo da publicação, que contou com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, é servir de conteúdo atualizado para pesquisas de professores e alunos que queiram conhecer mais sobre o tema</p></div>
<p>A fotojornalista pernambucana Ana Araujo lança, no dia 30 de junho, às 14h30, o fotolivro <strong>As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu Sertão</strong>, no Museu do Cais do Sertão. A obra é resultado de uma pesquisa visual realizada nos últimos 30 anos pela autora, que conta a história da loiça, a cerâmica utilitária de tradição indígena Pankararu, no cotidiano das mulheres dessa região do Sertão de Itaparica de Pernambuco.</p>
<p>O objetivo da publicação, que contou com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, é servir de conteúdo atualizado para pesquisas de professores e alunos que queiram conhecer mais sobre o tema. Um dos campos é o da fotografia, por representar um importante registro histórico, feito durante a transição dos séculos 20 e 21, quando houve a revolução tecnológica do sistema analógico para o digital.</p>
<p>Outra possibilidade é o estudo da Antropologia Visual, por conta da abordagem etnográfica que o livro traz. Embora esteja em processo de extinção, a arte milenar das loiceiras vem se mantendo viva graças à resistência cultural dos rituais do povo Pankararu.</p>
<p>O livro As Loiceiras de Tacaratu tem 112 páginas em papel couchê, capa dura e 67 fotografias coloridas e em preto e branco. O texto e a edição de fotos são da jornalista e crítica de Fotografia Simonetta Persichetti e a pesquisa histórica assinada por Bartira Ferraz Barbosa, docente da UFPE – Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_59971" aria-labelledby="figcaption_attachment_59971" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/AS-LOICEIRAS-DE-TACARATU-baixa.jpg"><img class="size-medium wp-image-59971 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/AS-LOICEIRAS-DE-TACARATU-baixa-607x427.jpg" width="607" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Araujo escreve no livro sobre a experiência conterrânea com as loiceiras e o testemunho imagético da importância do ofício para a cultura Pankararu e para o patrimônio imaterial dos povos que habitam o semiárido brasileiro</p></div>
<p>O design e a produção gráfica do livro são de Isabela Faria e o projeto contou com a produção executiva de Bianca Pimentel. A edição bilíngue (português/inglês) tem tradução de Sarah Bailey. A fotógrafa e jornalista Ana Araujo, que também fez a coordenação editorial, escreve no livro sobre a experiência conterrânea com as loiceiras e o testemunho imagético da importância do ofício para a cultura Pankararu e para o patrimônio imaterial dos povos que habitam o semiárido brasileiro.</p>
<p>Dos mil exemplares desta primeira tiragem, metade será doada a escolas e universidades públicas, bibliotecas e pontos de cultura, principalmente do Sertão de Pernambuco. Em junho, no dia 30, às 14h30, o lançamento será no Recife, no Museu Cais do Sertão, e nos meses seguintes, nas cidades de São Paulo e Brasília.</p>
<p><strong>Confira a programação do lançamento do fotolivro As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu Sertão:</strong></p>
<p>Tacaratu<br />
9h &#8211; Escola Santa Luzia, Sítio Altinho<br />
10h30 &#8211; Erem João Batista<br />
14h &#8211; Escola Sérgio Magalhães<br />
15h30 – Escola Indígena Ezequiel, na Terra Indígena (TI) Pankararu, Aldeia Brejo dos Padres.</p>
<p>Recife<br />
Museu Cais do Sertão ((Armazen 10 &#8211; Av. Alfredo Lisboa, s/n &#8211; Recife Antigo, Recife &#8211; PE))<br />
30 de junho | 14h30<br />
Mais informações: @fotoanaraujo</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Encontro busca aliar consumo consciente com a valorização do patrimônio gastronômico</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-busca-aliar-consumo-consciente-com-a-valorizacao-do-patrimonio-gastronomico/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2017 18:42:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Tacaratu]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste próximo sábado (9) o Centro Cultural Luiz Freire sedia mais uma edição da XepaCult &#8211; 1ª Mostra de Gastronomia de Tradição pelo Consumo Consciente, encontro que tem a proposta de estimular a reflexão sobre alimentação e consumo consciente a partir da valorização do patrimônio gastronômico compartilhado entre mulheres afrodescendentes e indígenas. A iniciativa será [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_53293" aria-labelledby="figcaption_attachment_53293" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Magda Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/XepaCult_degustacao-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-53293 " alt="Magda Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/XepaCult_degustacao-1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Degustação dos pratos feitos pelas cozinheiras Maria do Carmo Nascimento (Comunidade Quilombola Engenho Siqueira/Rio Formoso) e Maria Rosária Oliveira Santos (Aldeia Pankararu/Tacaratu) será gratuita</p></div>
<p>Neste próximo sábado (9) o Centro Cultural Luiz Freire sedia mais uma edição da <a href=" https://www.facebook.com/xepacult/" target="_blank"><strong>XepaCult &#8211; 1ª Mostra de Gastronomia de Tradição pelo Consumo Consciente</strong></a>, encontro que tem a proposta de estimular a reflexão sobre alimentação e consumo consciente a partir da valorização do patrimônio gastronômico compartilhado entre mulheres afrodescendentes e indígenas. A iniciativa será das 11h às 16h, e terá o acesso ao evento e a degustação gastronômica abertas ao público.</p>
<p>O projeto <strong>XepaCult</strong> tem o incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e nesta edição a pesquisadora, produtora e cozinheira Mônica Jácome convida as mestras cozinheiras de tradição Maria do Carmo Nascimento (Comunidade Quilombola Engenho Siqueira/Rio Formoso) e Maria Rosária Oliveira Santos (Aldeia Pankararu/Tacaratu) para cozinhar e preparar pratos tradicionais ou reinventados com alimentos orgânicos, que provavelmente seriam desperdiçados ao final da feira.</p>
<div id="attachment_53291" aria-labelledby="figcaption_attachment_53291" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Magda Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Mestre_Nado.jpg"><img class="size-medium wp-image-53291 " alt="Magda Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/Mestre_Nado-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O músico Mestre Nado apresenta o show &#8216;O Som do Barro&#8217;, com voz e instrumentos artesanais feitos de barro</p></div>
<p style="text-align: left;">Durante o evento, o público poderá degustar os pratos ao som da música de Mestre Nado que apresenta o show O Som do Barro, cantando e tocando instrumentos artesanais feitos de barro ao lado dos percussionistas Sara e Micael Cordeiro (filhos do mestre) e Fábio Bacalhau. A programação se completa com a exposição fotográfica <strong>Refugo</strong>, de Priscilla Buhr, montada no local. Na mostra, que ficará no Centro Cultural Luís Freire até o dia 9 de outubro. a fotógrafa apresenta um olhar sobre o alimento como metáfora da vida. A visitação pode ser feita de segunda a sexta, das 11h às 16h.</p>
<p>A XepaCult teve início em agosto e até 2018 promoverá ao todo nove encontros gastronômicos, regados a música e fotografia, sempre no segundo sábado de cada mês. Para criar o projeto, a pesquisadora, e cozinheira e produtora Mônica Jácome se inspirou no movimento Slow Food, que defende a sociobiodiversidade alimentar e de valorização da agricultura familiar, prezando pela comida de verdade, boa, limpa e justa para todos. Mônica atualmente é mestranda em Memória Social e Patrimônio Cultural na UNIRIO com o projeto de dissertação &#8220;Pratos de Resistência: contribuições ao estudo do patrimônio gastronômico de Pernambuco”.</p>
<div id="attachment_53292" aria-labelledby="figcaption_attachment_53292" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Magda Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/XepaCult_agosto.jpg"><img class="size-medium wp-image-53292 " alt="Magda Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/09/XepaCult_agosto-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Iniciativa busca estimular a reflexão sobre alimentação e consumo consciente a partir da valorização do patrimônio gastronômico compartilhado entre mulheres afrodescendentes e indígenas</p></div>
<p style="text-align: left;">Em busca dos sabores e saberes tradicionais, Mônica Jácome e a fotógrafa Magda Silva colocaram os pés da na estrada para visitar quilombos e povos indígenas. Em seis dias, visitaram as comunidades de matriz africana Palmeira (Glória do Goitá), Quilombo Chã-dos-Negros (Passira), Quilombo Onze Negras (Cabo de Santo Agostinho), Engenho Siqueira (Rio Formoso), Quilombo Conceição das Crioulas (Salgueiro) e os povos indígenas Fulni-ô (Águas Belas), Pankararu (Tacaratu), Atikum (Carnaubeira da Penha) e Xukuru (Pesqueira).</p>
<p>Antes do <strong>XepaCult</strong>, Mônica e Magda produziram a publicação “Cardápio de Histórias &#8211; Memórias e Receitas de um grupo de mulheres da Zona da Mata de Pernambuco” sobre a comunidade Palmeira, em Glória do Goitá, formada por descendentes da escravaria do Engenho Palmeira e lançado com o incentivo do Funcultura. Atualmente, Mônica prepara a publicação &#8220;Histórias bem Temperadas: memórias e receitas das mulheres da Chã-dos-Negros&#8221;, também com incentivo do Fundo de Cultura.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>XepaCult &#8211; 1ª Mostra de Gastronomia de Tradição pelo Consumo Consciente</em><br />
Degustação gastronômica, apresentação musical O som do barro com Mestre Nado e convidados, abertura da exposição fotográfica “Refugo”, de Priscilla Buhr<br />
Centro de Cultura Luiz Freire (Rua 27 de Janeiro, 181, Carmo, Olinda)<br />
Sexta (9) | 11h às 16h<br />
Visitação: até 9 de outubro, de segunda a sexta, das 11h às 16h.<br />
Gratuito</p>
]]></content:encoded>
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