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	<title>Portal Cultura PE &#187; TAP</title>
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		<title>Secult-PE inicia processo de comodato do Teatro Valdemar de Oliveira</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 18:29:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) deu início às tratativas do processo de comodato do Teatro Valdemar de Oliveira ao Governo do Estado. Realizada nesta terça-feira (22), na sede da Secult-PE, a reunião com as representantes do equipamento cultural, Cristiana Oliveira e Patrícia Lobo de Oliveira, serviu para delinear os acordos que serão firmados [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/reuniao-teatro-valdemar-de-oliveira.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97353" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/reuniao-teatro-valdemar-de-oliveira-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) deu início às tratativas do processo de comodato do Teatro Valdemar de Oliveira ao Governo do Estado. Realizada nesta terça-feira (22), na sede da Secult-PE, a reunião com as representantes do equipamento cultural, Cristiana Oliveira e Patrícia Lobo de Oliveira, serviu para delinear os acordos que serão firmados entre as instituições.</p>
<p>A proposta inicial é que o Teatro Valdemar de Oliveira, pertencente atualmente ao Grupo Teatro de Amadores de Pernambuco, passe a ser gerido pelo Estado, num sistema de comodato, por um prazo de 19 anos. Isto é, até 2041, ano em que o Teatro de Amadores de Pernambuco (TAP) comemora 100 anos. Após esse período, será feita uma avaliação entre as partes envolvidas para verificar se haverá continuidade ou não do acordo firmado.</p>
<p>No período do comodato, além da reforma do equipamento, o Governo do Estado deverá transformar o espaço num centro de formação e memória, com cursos e oficinas.<em> &#8220;Estamos em processo de negociação. A ideia é revitalizar o espaço para devolvê-lo ao público pernambucano&#8221;</em>, disse Oscar Barreto, secretário de Cultura de Pernambuco.</p>
<p><strong>ESPAÇO -</strong> Localizado na Boa Vista, o Teatro Valdemar de Oliveira é uma casa de espetáculos recifense pertencente ao Teatro de Amadores de Pernambuco. Com o nome de Nosso Teatro, foi inaugurado em 23 de maio de 1971, por Valdemar de Oliveira. Com a morte do seu idealizador e criador, em 18 de abril de 1977, o grupo teatral, em sua homenagem, mudou seu nome para Teatro Valdemar de Oliveira.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe lamentam a morte de Reinaldo de Oliveira</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Apr 2022 15:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam o falecimento do diretor de teatro, médico e ator Reinaldo de Oliveira, neste sábado (9), aos 91 anos, no Recife. O velório será realizado a partir das 15h e o enterro acontece às 18h, no Cemitério Morada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92745" aria-labelledby="figcaption_attachment_92745" class="wp-caption img-width-573 alignnone" style="width: 573px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/reinaldo-oliveira.jpg"><img class="size-full wp-image-92745" alt="Filho da atriz Diná de Oliveira e de Valdemar de Oliveira, fundador do TAP, Reinaldo estrou nos palcos ainda criança" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/reinaldo-oliveira.jpg" width="573" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">Filho da atriz Diná de Oliveira e de Valdemar de Oliveira, Reinaldo estrou nos palcos ainda criança</p></div>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam o falecimento do diretor de teatro, médico e ator Reinaldo de Oliveira, neste sábado (9), aos 91 anos, no Recife. O velório será realizado a partir das 15h e o enterro acontece às 18h, no Cemitério Morada da Paz, no município de Paulista.</p>
<p>&#8220;Reinaldo sempre foi um defensor incansável, apaixonado pela cultura pernambucana, mas em especial pelo teatro. Fui testemunha disso quando convivemos juntos no Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural&#8221;, destaca Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p>&#8220;Vale destacar que além do grande legado para a cultura pernambucana, em especial às artes cênicas, Reinaldo também deixou grande contribuição para as artes brasileiras em outras linguagens artísticas, como a música e literatura&#8221;, declara Gilberto Freyre Neto, secretário Estadual de Cultura.</p>
<p>Filho da atriz Diná de Oliveira e de Valdemar de Oliveira, fundador do Teatro de Amadores de Pernambuco (TAP), um dos grupos teatrais mais importantes do Brasil e o mais antigo em atividade no país, ele estrou nos palcos ainda criança, aos 10 anos. Durante 42 anos, Reinaldo foi o diretor-geral do TAP. Em 2020, passou a ser presidente de honra do desse grupo teatral.</p>
<p>A última atuação de Reinaldo nos palcos foi no espetáculo &#8220;Bibi em casa de Ferreira, espírito de palco&#8221;, sobre a vida de Bibi Ferreira, outra grande artista do teatro brasileiro. O espetáculo foi encenado em 2019, no Teatro de Santa Isabel.</p>
<p>Amante incondicional da cultura pernambucana, Reinaldo compôs maracatus e frevos, ganhando prêmios em vários festivais. Também escreveu vários livros e fez parte da Sociedade dos Médicos Escritores de Pernambuco. Além disso, ocupou a cadeira de número 24 da Academia Pernambucana de Letras.</p>
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		<title>Pesquisa resgata a memória do teatro pernambucano</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2016 18:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Valdemar de Oliveira]]></category>

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		<description><![CDATA[Desenvolvida pelo jornalista e pesquisador teatral Leidson Ferraz, a pesquisa em artes cênicas Um Teatro Quase Esquecido – Painel das Décadas de 1930 e 1940 no Recife será lançada nesta terça-feira (29), no Teatro de Santa Isabel. Com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, o trabalho busca revelar mais sobre grupos e artistas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34952" aria-labelledby="figcaption_attachment_34952" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">E. Baptista/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/A-Princesa-Rosalinda-1939-Teatro-Infantil-do-Grupo-Gente-Nossa-foto-credito-e-baptista.jpg"><img class="size-medium wp-image-34952" alt="E. Baptista/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/A-Princesa-Rosalinda-1939-Teatro-Infantil-do-Grupo-Gente-Nossa-foto-credito-e-baptista-607x449.jpg" width="607" height="449" /></a><p class="wp-caption-text">Foto do espetáculo &#8216;A Princesa Rosalinda&#8217; (1939), do Grupo Gente Nossa</p></div>
<p>Desenvolvida pelo jornalista e pesquisador teatral Leidson Ferraz, a pesquisa em artes cênicas <strong>Um Teatro Quase Esquecido – Painel das Décadas de 1930 e 1940 no Recife</strong> será lançada nesta terça-feira (29), no Teatro de Santa Isabel. Com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, o trabalho busca revelar mais sobre grupos e artistas que atuavam na capital pernambucana durante o período citado, quando o mercado teatral se ampliou de forma considerável através do surgimento de grupos como o <em>Gente Nossa</em> e o <em>Teatro de Amadores de Pernambuco (TAP)</em>, entre tantos outros. A solenidade de lançamento terá início às 19h30, com entrada aberta ao público.</p>
<p>De acordo com Leidson Ferraz, a ideia da pesquisa surgiu após a leitura da dissertação de mestrado de Ana Carolina Miranda, <strong>O Grupo Gente Nossa e o Movimento Teatral no Recife</strong> (1931-1939), concluída em 2009 no curso de História, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).<em> “O surgimento deste coletivo mudou completamente o painel teatral, algo muito pontual naquela época, pois os grupos surgiam e morriam com muita frequência, sem uma espécie de continuidade no repertório e do elenco”</em>, explica o pesquisador.</p>
<div id="attachment_18212" aria-labelledby="figcaption_attachment_18212" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/leidson-ferraz-foto-pedro-portugal.jpg"><img class="size-medium wp-image-18212" alt="Além de professor de História do Teatro pernambucano no SESC Piedade e estudante da Pós-Graduação em História pela UFPE, Leidson Ferraz desenvolve outros projetos de acervo e memória do teatro em Pernambuco" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/leidson-ferraz-foto-pedro-portugal-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além de professor de História do Teatro pernambucano no SESC Piedade e estudante da Pós-Graduação em História pela UFPE, Leidson Ferraz desenvolve outros projetos de acervo e memória do teatro em Pernambuco</p></div>
<p>Liderado por Samuel Campelo, o Gente Nossa serviu para construir os alicerces do atual teatro pernambucano, antecedendo a chegada do Teatro de Amadores, de Valdemar de Oliveira, e inspirando a criação de outras companhias. <em>“O TAP nasce com ideias e elencos remanescentes do Gente Nossa, e uma qualidade em cena reconhecida no país inteiro. Além desses dois principais grupos, era comum encontrar coletivos de teatro nos subúrbios e bairros da periferia do Recife, o que tornou este período ainda mais rico para as artes cênicas da capital”</em>, revela Leidson.</p>
<p>Ainda segundo o pesquisador, a proposta da pesquisa é criar um paralelo entre o passado e o momento atual, elencando algumas diferenças e as muitas similaridades entre os dois períodos. <em>“Muita coisa que acontecia no cotidiano dos grupos teatrais daquela época se repete hoje como, por exemplo, a dificuldade de acesso às pautas nos teatros e a atenção excessiva dos produtores ao eixo Rio-São Paulo, sem considerar a produção local”</em>.</p>
<div id="attachment_34955" aria-labelledby="figcaption_attachment_34955" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/nossa-cidade-1949-Teatro-de-Amadores-foto-do-Acervo-projeto-memórias-da-Cena-Pernambucana.jpg"><img class="size-medium wp-image-34955 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/nossa-cidade-1949-Teatro-de-Amadores-foto-do-Acervo-projeto-memórias-da-Cena-Pernambucana-607x416.jpg" width="607" height="416" /></a><p class="wp-caption-text">Foto da peça &#8216;Nossa Cidade&#8217; (1949), do Teatro de Amadores de Pernambuco</p></div>
<p>Toda a pesquisa, desenvolvida ao longo de dois anos de trabalho, está registrada num DVD de dados com mais de 500 páginas e 800 imagens raras que vem sendo doado às bibliotecas e instituições de pesquisa e memória das artes cênicas em Pernambuco, Rio de Janeiro e Minas Gerais.</p>
<p>A propósito, a escolha do Santa Isabel para o lançamento desta pesquisa se deu por uma questão simbólica. Foi lá que aconteceu a montagem da peça <strong>Nossa Cidade</strong>, de Thornton Wilder, dirigida por Ziembinski em 1949 para o TAP. Este foi um marco na história teatral pernambucana porque, pela primeira vez, o palco ficou nu, sem as tradicionais tapadeiras, coxias e ciclorama, uma proposta ousada que causou surpresa na crítica e no público.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Capa-DVD_Um-Teatro-Quase-Esquecido-Design-Claudio-Lira.jpg"><img class="size-medium wp-image-34953 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Capa-DVD_Um-Teatro-Quase-Esquecido-Design-Claudio-Lira-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a></p>
<p>O design e a diagramação do projeto foram de Claudio Lira. Elivânia Araújo, Cleide Silva e Kátia Ivo contribuíram como assistentes de pesquisa. O próprio Leidson Ferraz e Rodrigo Dourado fizeram a revisão de texto, Paulo André Viana foi o proponente e Laura Ferraz cuidou da área administrativa do projeto.</p>
<p><strong>Sobre Leidson Ferraz</strong></p>
<p>O pesquisador é também autor da coleção de quatro livros intitulada<strong> Memórias da Cena Pernambucana</strong> (em parceria com Rodrigo Dourado e Wellington Júnior no 1º volume), do livro <strong>Panorama do Teatro para Crianças em Pernambuco</strong> (2000-2010) e da pesquisa <strong>Teatro para Crianças no Recife – 60 Anos de História no Século XX</strong>. Atualmente, além de professor de História do Teatro Pernambucano no SESC Piedade e estudante da Pós-Graduação em História pela UFPE, desenvolve outros projetos de acervo e memória do teatro em Pernambuco.</p>
<p><strong>&gt;&gt; Serviço</strong><br />
<strong>Lançamento da pesquisa &#8216;Um Teatro Quase Esquecido – Painel das Décadas de 1930 e 1940 no Recife&#8217;</strong><br />
Terça-feira (29) | 19h30<br />
Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n &#8211; Santo Antônio)<br />
Gratuito</p>
<p><strong>&gt;&gt; Publicações</strong></p>
<p><strong>Um Teatro Quase Esquecido &#8211; Década de 30</strong></p>
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<p><script type="text/javascript" src="//e.issuu.com/embed.js" async="true"></script><strong>Um Teatro Quase Esquecido &#8211; Década de 40</strong></p>
<div class="issuuembed" style="width: 525px; height: 371px;" data-configid="9976700/34481045"></div>
<p><strong>Um Teatro Quase Esquecido &#8211; Referências </strong></p>
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