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	<title>Portal Cultura PE &#187; taquaritinga</title>
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		<title>Marcelo Jeneci se joga nos braços de Taquaritinga do Norte</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2014 21:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Último dia do Festival Pernambuco Nação Cultural na cidade de Taquaritinga do Norte. Neste sábado (13), parte do município e alguns visitantes de outras regiões aguardavam pelos shows que aconteceriam logo mais, a partir das 21h, no Palco Nação Cultural, na Praça Padre Otto Sailer. Um dos motivos da expectativa era [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15047481029_aaa526234c_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13758" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15047481029_aaa526234c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Último dia do Festival Pernambuco Nação Cultural na cidade de Taquaritinga do Norte. Neste sábado (13), parte do município e alguns visitantes de outras regiões aguardavam pelos shows que aconteceriam logo mais, a partir das 21h, no Palco Nação Cultural, na Praça Padre Otto Sailer. Um dos motivos da expectativa era a apresentação do cantor, músico e compositor paulista Marcelo Jeneci, que voltava ao município, após dois anos, para mais uma apresentação pelo FPNC. Antes dele, subiram ao palco os cantores Allexa, Almério e Geraldo Maia, com shows que impressionaram pela qualidade, seja estética ou de repertório.</p>
<p>Catártico. Não haveria adjetivo melhor para definir o show de Marcelo Jeneci. Última atração da noite, ele coroou esta edição do FPNC com uma apresentação que levou o público ao delírio. Apresentou, em maior parte do show, canções do seu mais recente trabalho, &#8220;De graça&#8221;, segundo álbum solo. No entanto, apesar de relativamente novas, as canções deste CD também estavam na ponta da língua do público, que, bem antes dos shows, o aguardava com ansiedade. Foi o caso dos jovens Felipe Cícero de Almeida, 19, e Guilherme Melo, 20, que vieram de Caruaru especialmente para ver Jeneci. Eles estavam entre os inúmeros jovens que se aglomeravam no gargarejo para conseguir um visgo que fosse da imagem do artista diante dos seus olhos, ao longo do show.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15233878352_554412115d_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13759" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15233878352_554412115d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>&#8220;<em>O que mais agrada nele é a tranquilidade e a paz que as músicas dele me passam, é uma coisa da alma mesmo</em>&#8220;, dizia Felipe, que acompanha a carreira de Jeneci há três anos e já assistiu a shows do artista em Caruaru, em Garanhuns, durante o Festival de Inverno deste ano, e na própria Taquaritinga, em 2012, durante o FPNC. &#8220;<em>Ele é o meu artista preferido. As letras dele falam diretamente com a gente. A gente se encontra no que ele diz nas músicas</em>&#8220;, completou Guilherme.</p>
<p>Tamanha empatia com o público se deve ao conteúdo extremamente passional e emotivo das canções de Jeneci. Além disso, ele também mostra, atualmente, uma atitude mais extrovertida e com músicas mais agitadas e pesadas em palco, do que em tempos anteriores. &#8220;Alento&#8221;, justamente a primeira faixa do disco novo (e que abriu o show do último sábado), é prova disso. É música para dançar, assim como &#8220;Pense duas vezes antes de esquecer&#8221;, essa do “Feito pra acabar”, e uma das que encerrou a apresentação, durante o bis. Outra coisa que pode significar essa sinergia entre Jeneci e o público é a sua ascendência. Filho de um pernambucano de Sairé, ele tem laços fortes com Pernambuco. Não apenas os familiares, mas também de amizade. Construiu e solidificou parcerias aqui.</p>
<div id="attachment_13760" aria-labelledby="figcaption_attachment_13760" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15234232135_bffa68b5f9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-13760" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15234232135_bffa68b5f9_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Acompanhado de Laura Lavieri (esq.) e de uma excelente banda, Jeneci fez público cantar todas as músicas</p></div>
<p>&#8220;<em>Além do meu pai, que trabalhou a vida inteira lidando com sanfona, com vários músicos, o que eu mais observo como influência, em volta de mim, são os meus avós pernambucanos. E isso faz com que eu me sinta sempre muito próximo daqui. E esse meu nome, &#8216;Jeneci&#8217;, é tipicamente local. Existem vários homens e mulheres com este primeiro nome. Então, a minha sensação, por todos esses motivos, que se juntam ao carinho que eu recebo quando venho pra cá, parece aquela coisa &#8216;ó, estamos recebendo de volta alguém que daqui e que vem cheio de coisas especiais pra dizer pra gente. Romanticamente, é assim que eu vejo e que eu sinto</em>&#8220;, explica ele sobre a sinergia entre ele e Pernambuco.</p>
<p>Ao longo do show, a cada música, essa ligação foi se estreitando mais e mais. Ao lado da parceira Laura Lavieri e dos excelentes músicos da sua banda, ele entoou as suas canções acompanhado pelo coro ensurdecedor de fãs e admiradores. Grande parte do show foi baseada no repertório do álbum &#8220;De graça&#8221;, &#8220;Tudo bem, tanto faz&#8221;, &#8220;Sorriso Madeira&#8221;, &#8220;O melhor da vida&#8221;, &#8220;A vida é bélica&#8221; estavam entre as canções. Mas composições de &#8220;Feito pra acabar” também marcaram presença, como a própria canção-título, &#8220;Pra sonhar&#8221;, &#8220;Felicidade&#8221; e “Dar-te-ei, quando, inesperadamente, Jeneci desce do palco e se joga nos braços da plateia, no momento de maior catarse.</p>
<p>Não houve quem saísse com o coração ileso, depois te tamanha emoção.</p>
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		<title>Noite para celebrar as raízes nordestinas</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2014 20:56:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Em toda e qualquer cidade do interior de Pernambuco, o que não pode faltar para embalar festas e celebrações é o bom e velho forró. Aquele ritmo feito &#8220;para todos&#8221; (corruptela do inglês &#8220;for all&#8220;), que, se não se sabe dançar sozinho ou acompanhado, não tem jeito, o pé bate no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Em toda e qualquer cidade do interior de Pernambuco, o que não pode faltar para embalar festas e celebrações é o bom e velho forró. Aquele ritmo feito &#8220;para todos&#8221; (corruptela do inglês &#8220;<em>for all</em>&#8220;), que, se não se sabe dançar sozinho ou acompanhado, não tem jeito, o pé bate no chão, inevitavelmente, na marcação do compasso. Em Taquaritinga do Norte não poderia ser diferente. Na programação do Festival Pernambuco Nação Cultural, que está na cidade esta semana, dois grandes e autênticos representantes do gênero marcaram presença: Maciel Melo e Israel Filho. Eles se apresentaram na noite da última sexta (12), no Palco Nação Cultural, que fica localizado na Praça Padre Otto Sailer. Também passaram por lá os cantores Diego Cabral e Marrom Brasileiro.</p>
<div id="attachment_13684" aria-labelledby="figcaption_attachment_13684" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15224236275_ba4285f74e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-13684" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15224236275_ba4285f74e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maciel Melo arrebatou o público com grandes sucessos, como &#8220;Caboclo sonhador&#8221;</p></div>
<p>O eterno &#8220;caboclo sonhador&#8221; Maciel Melo é um cantor (ou cantador) e poeta que já marcou história na música pernambucana e brasileira. São mais de 30 anos de vida dedicados a levar por onde passa a mais autêntica semente do que vem a ser a nossa raiz nordestina. Com um repertório repleto de grandes sucessos, ele reverenciou não só canções próprias, como levou ao público obras de outros nomes da nossa música. Assisão, Nando Cordel, Jackson do Pandeiro, Geraldo Azevedo, Luiz Gonzaga foram alguns dos autores cujas obras estava, na set list de Maciel. O poeta João Paraibano, falecido recentemente, também foi homenageado, em versos, pelo cantor.</p>
<p>&#8220;<em>Quando você vem cantar no seu interior, tudo é diferente. Porque você canta as coisas que vem de dentro. Eu estou cantando aqui essas coisas que estão no meu interior. Tudo o que eu tenho, que eu vivi e absorvi da minha gente, da minha terra, do meu chão, é como se eu viesse retribuir a esse povo tudo aquilo que eles me deram. Eu uso a linguagem deles, o cotidiano, o sotaque o costume desse povo. É como se eu tivesse trazendo de volta tudo isso, com as minhas canções e com essas músicas de grandes artistas daqui</em>&#8220;, contou Maciel, nascido em Iguaraci.</p>
<p>&#8220;Pelos cantos da casa&#8221;, &#8220;Dê cá um cheiro&#8221;, &#8220;Tampa de pedra&#8221;, O velho arvoredo&#8221; foram algumas das canções emblemáticas da carreira de Maciel, que ele cantou durante o show. E, claro, o seu maior sucesso. Escrito em 1982, o xote &#8220;Caboclo sonhador&#8221;, que despontou para o Brasil inteiro através de Flávio José, nos anos 1990, foi acompanhado pelo público, seja na voz, ou nos passos de forró. Ao final, já na madrugada deste sábado, Maciel mandou ver no arrasta-pé, rememorando o clima de São João.</p>
<div id="attachment_13686" aria-labelledby="figcaption_attachment_13686" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15037518570_050f91e3ee_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-13686" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15037518570_050f91e3ee_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Israel Filho também levou ao público forró do bom</p></div>
<p>Quem subiu ao palco logo em seguida foi o cantor Israel Filho. Com seu indefectível chapéu, cobrindo a cabeleira comprida, e de violão em punhos, ele continuou no clima de forró e não deixou a peteca cair, com canções como &#8220;Flor nordestina&#8221;, entre outras de autores diversos. No repertório, &#8220;Vem, morena&#8221;, &#8220;Esperando na janela&#8221;, &#8220;Gostoso demais&#8221; e &#8220;Ai que saudade de ocê&#8221; marcaram presença e botaram o público pra dançar. Quem fechou a noite foi o cantor Marrom Brasileiro, que trouxe sua mistura de ritmos como caboclinho e frevo para versões mais eletrificadas. Quem também passou pelo Palco Nação Cultural foi o cantor Diego Cabral, cujo repertório trouxe da Luiz Gonzaga a Alceu Valença. Uma noite totalmente pernambucana, do início ao fim.</p>
<p>Na noite deste sábado, o FPNC Taquaritinga do Norte leva à Praça Padre Otto Sailer, a partir das 21h, os shows dos cantores Allexa, Almério, Geraldo Maia e, fechando a noite, o paulista Marcelo Jeneci.</p>
<p>Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-pernambuco-nacao-cultural/programacao-fpnc/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> a programação completa.</p>
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		<title>Cultura forjada na resistência</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2014 17:26:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova No antigo refúgio, negros guerreiros que não se curvaram ao cativeiro imposto pelo branco colonizador. Escondidos, embrenhados, lá ergueram suas trincheiras e empunharam uma resistência&#8230; étnica e cultural. Os quilombos tornaram-se, então, redutos de comunidades inteiras que, desde séculos passados, fizeram sobreviver a cultura negra ao longo dos séculos. Chã de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/quilombo-41.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13675" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/quilombo-41-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>No antigo refúgio, negros guerreiros que não se curvaram ao cativeiro imposto pelo branco colonizador. Escondidos, embrenhados, lá ergueram suas trincheiras e empunharam uma resistência&#8230; étnica e cultural. Os quilombos tornaram-se, então, redutos de comunidades inteiras que, desde séculos passados, fizeram sobreviver a cultura negra ao longo dos séculos. Chã de Negros, em Passira, é uma dessas localidades onde os descendentes dos que, um dia, foram acorrentados, hoje, celebram a vitória e liberdade. O Festival Pernambuco Nação Cultural aproveitou a passagem por Taquaritinga do Norte e levou à cidade vizinha, nesta sexta (12), grupos que comungam das mesmas matrizes: a África que pulsa em nossas veias.</p>
<div id="attachment_13676" aria-labelledby="figcaption_attachment_13676" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/quilombo-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-13676" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/quilombo-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Ifá Rhadhá de Art&#8217;Negra, de Olinda</p></div>
<p>Há relatos de que Chã de Negros existe desde o século XVIII, quando lá chegaram as três primeiras famílias. Hoje, são mais de 150, que vivem da agricultura familiar, outros são professores, funcionários públicos. Mas todos, acima de tudo, estão irmanados pelo mesmo sentimento: o de preservação das suas tradições. &#8220;É o que temos de mais precioso aqui e a nossa luta é para que possamos preservar e deixar para os mais novos a nossa tradição&#8221;, conta a professora Goreti Martins, que é também representante da comunidade. Chã de Negros se tornou Ponto de Cultura, a partir dos projeto Contos e Danças de Roçado, que tem como sua principal proposta manter viva a tradição do coco de roda tradicional da localidade.</p>
<div id="attachment_13674" aria-labelledby="figcaption_attachment_13674" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15223406252_8c6e0184a1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-13674 " alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15223406252_8c6e0184a1_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Balé Afro Raizes, de Peixinhos (Recife)</p></div>
<p>Como estratégia de fortalecimento dessa cultura, é necessário ver, ouvir e intercambiar com outras manifestações que tem a contribuir com a preservação dessa tradição. Desse diálogo, em que a cultura negra é o principal norte, participaram de uma tarde de celebração em Chã de Negros, o Balé Afro Raízes &#8211; de Peixinhos, no Recife -, o grupo Ifá Rhadhá de Art&#8217;Negra. Cada um falou um pouco de suas experiências e, em seguida, mostraram sua arte aos quilombolas. Gilson Gomes, do Balé Afro Raízes &#8211; uma das crias do Magê Molê, de Peixinhos -, sentia-se energizado em estar no meio daquela celebração. &#8220;É recompensador estar aqui, nesse local, onde muitos dos nossos irmãos resistiram bravamente. E é melhor ainda ver que somos irmãos na nossa cultura, principalmente, nessa troca de afinidades e experiências&#8221;, conta ele.</p>
<div id="attachment_13677" aria-labelledby="figcaption_attachment_13677" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/quilombo-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-13677" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/quilombo-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Seu Severino Otaviano &#8211; o &#8220;Chico Véi&#8221; &#8211; cantou coco de roda tradicional</p></div>
<p>O Raízes mostrou uma apresentação em que reviveu as agruras do povo negro, no período da escravidão e a vitória do povo negro sobre a suposta hegemonia branca. Na sequência, o Ifá Rhadhá encenou um texto onde chama a atenção, através de uma reflexão crítica, sobre a situação dos afro-brasileiros ao longo dos séculos. Para encerrar a celebração, pra cima, seu Severino Otaviano, mais conhecido como Chico Véi, mandou formar a roda para entoar o tradicional coco de roda da comunidade. E foi pisada de pé cadenciada até o anoitecer. &#8220;Receber essas visitas aqui hoje só faz engrandecer a gente que ouviu tanto dos nosso pais e avós histórias de tristeza e sofrimento, mas que também tinham seus momentos de alegria. E assim foi que surgiu o coco de roda, pra hoje, a gente dançar e se divertir, junto com esses amigos que vêm de fora&#8221;, exaltou Chico Véi.</p>
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		<title>O cinema que não vê fronteiras</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Sep 2014 00:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila N0va Em uma longa estrada de terra batida, se embrenhando num sem fim adentro. Um caminho que parecia não ter fim. Uma estrada longa, escura, no meio do nada. As cercas de madeira e arame, que separavam terrenos e propriedades em volta, na verdade, acabavam por desenhar o trajeto que daria no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila N0va</strong></em></p>
<p>Em uma longa estrada de terra batida, se embrenhando num sem fim adentro. Um caminho que parecia não ter fim. Uma estrada longa, escura, no meio do nada. As cercas de madeira e arame, que separavam terrenos e propriedades em volta, na verdade, acabavam por desenhar o trajeto que daria no Distrito de Jerimum, em Taquaritinga do Norte. Um povoado pequeno, humilde, recôndito. Pela primeira vez, os moradores de lá se deparavam com uma tela de cinema à sua frente. Era algo inédito em suas vidas. Talvez, a data de hoje (11 de setembro de 2014) não se apague de suas lembranças. Era a Mostra Cinema na Estrada, que, a cada edição do Festival Pernambuco Nação Cultural, vem desbravando o estado, para levar cinema a locais ainda sem acesso a essa preciosa arte.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15033562829_ea1b724378_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13663" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/15033562829_ea1b724378_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Nesta edição, oito curtas que participaram do 7º Festival de Cinema de Triunfo estão sendo exibidos na mostra itinerante. São filmes de várias partes do Brasil, que trazem temáticas distintas, mas que ampliam a noção acerca das diferenças entre o seres humanos. Um caminhão e uma tela grande instalada em sua carroceria prendiam a atenção do público, que se espalhava pelas cadeiras, nas janelas de casa, nas calçadas. Os olhos grudados na telona, a atenção voltada para a magia do cinema, e divertidas reações a cada surpresa que se dava durante os filmes exibidos.</p>
<p>A dona de casa Antônia Onete de Lima Santos, 42, estava acompanhada do filho, Emerson, 11, assistindo aos filmes. Tanto ela quanto ele só têm a televisão como único portal para o universo do audiovisual. Uma tela daquele tamanho, para ambos, era novidade. &#8220;<em>Eu só tinha visto telão em apresentação de banda. Mas pra ver filme, nunca! Tô achando bem bonito. Meu filho principalmente, que ele gosta muito de filme</em>&#8220;, disse, sem desgrudar muito o olhar do que se passava diante dela. Uma das que estava sentada mais à frente, dona Maria da Conceição Minerva, 63, nascida e criada na roça, sorridente, tecia uma fala mansa e terna sobre o que via à frente. &#8220;<em>Eu estou achando muito bonito, sabe? Tem filmes legais. E são filmes que servem muito pras crianças também. Não tem violência, que a gente já vê tanto por aí. Filmes leves, bonitos. Tô achando ótimo isso. Hoje, posso dizer que, aos 63 anos, eu fui ao cinema</em>&#8220;, orgulhava-se.</p>
<p>Enquanto isso, a chuva ia e vinha, dona Maria da Conceição, nesse ínterim, foi em casa, bem pertinho, buscar a sombrinha. Voltou pra ver os filmes e de lá não saiu mais. E assim foi seguindo o restante da noite, maravilhada com o cinema, e abrindo a sombrinha sempre que necessário, mas firme e forte, para aproveitar aquele momento que, com certeza, foi único.</p>
<p>A Mostra Cinema na Estrada continua sua jornada nesta sexta (12), no Distrito de Padre Ibiapina; e sábado (13), na Vila do Socorro. Sempre às 19h.</p>
<p>Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-pernambuco-nacao-cultural/programacao-fpnc/"><strong>AQUI</strong></a> a programação completa do FPNC 2014 &#8211; Taquaritinga do Norte.</p>
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		<title>Novos nomes da música despontam em Taquaritinga do Norte</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2014 13:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>O Festival Pernambuco Nação Cultural traz, esta semana, à cidade de Taquaritinga do Norte, grandes nomes da música pernambucana e brasileira, a exemplo de Maciel Melo, Israel Filho, Geraldo Maia e Marcelo Jeneci, já conhecidos do grande público. No entanto, é vocação do FPNC inserir no circuito de shows atrações que estão despontando, ainda pouco conhecidas do público, oportunizando ampliar ainda mais o leque de ouvintes para as boas novas da música. Dois chamam a atenção entre essas &#8220;novidades&#8221;. Um é pernambucano. Outra, veio da Bahia. Os cantores Almério e Allexa se apresentam neste sábado (13), a partir das 21h, no Palco Nação Cultural, que fica na Praça Padre Otto Sailer.</p>
<div id="attachment_13575" aria-labelledby="figcaption_attachment_13575" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Maarcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/almério.jpg"><img class="size-medium wp-image-13575" alt="Maarcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/almério-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Almério, dono de uma voz que impressiona, apresenta ao público de Taquaritinga o seu 1º CD</p></div>
<p>Terceira atração da noite, o cantor Almério pode soar como uma novidade aos desavisados, mas, há, pelo menos, 10 anos, ele vem fazendo da música o seu ofício de fé. O pernambucano de Altino &#8211; que, atualmente, reside em Caruaru, também no agreste do estado &#8211; parecer ter nascido vocacionado para as artes. Na primeira impressão, o que de imediato salta aos olhos &#8211; ou melhor, aos ouvidos &#8211; é a voz, de tessitura bastante peculiar. Trata-se de um tenor, mas com uma região timbrística mais aguda do que a maioria dos tenores. E a sua música vai muito além dos clichês que podem se esperar de um agrestino. Foge de rótulos e enquadramentos formais.</p>
<p>O show que ele apresenta neste sábado é baseado no seu primeiro CD, homônimo, lançado em 2013. Lá, a sua voz está envolta por um universo musical bem mais amplo. Lá, estão canções de nuance mais pop, estão os baiões e os rocks. Tudo transpirado em tamanha e poética delicadeza. Letras profundas, líricas e singelas, que ganham sentido na voz de Almério, que parece tecer movimentos quando entoa as canções, e nos belos arranjos que as vestem. Além disso, ele traz ao palco a sua veia de ator, dando um aspecto mais cênico ao show. No disco, composições de Lula Queiroga, Vertin Moura, Lucky Luciano (que produziu o disco), entre outros parceiros que ele construiu ao longo dessa década de jornada musical, que ele apresentará neste sábado.</p>
<p><strong>Conheça a música de Almério, no soundcloud do artista.</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/users/14017259&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Antes dele, uma cantora de sangue baiano e alma pernambucana sobe ao palco. Diretamente da cidade de Nosso Senhor do Bonfim, na Bahia, a cantora Allexa apresentará um repertório calcado numa trajetória que tem como norte a paixão pela boa música brasileira. Suas primeiras inclinações musicais despontaram por volta dos 12 anos, quando frequentava a igreja presbiteriana, com os pais. Lá, uma curiosidade autodidata, a fez aprender violão e a trabalhar com a voz. Por influência do pai e do rádio, mergulhou no universo da música popular brasileira, ouvindo bossa nova, Cartola, João Gilberto, Paulinho da Viola, Gal Costa, Baby do Brasil, Maria Bethânia, Zizi Possi, Gilberto Gil, e mais uma dezena de artistas que compõem o panteão da nossa Música Popular Brasileira. Aos 18 anos resolve se lançar, em definitivo, na carreira musical, usando a seu favor esse apanhado de influências. Depois de uma breve passagem por Brasília, se fixa no Recife, aos 20 anos. Daí não mais sairia.</p>
<div id="attachment_13576" aria-labelledby="figcaption_attachment_13576" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/allexa.jpg"><img class="size-medium wp-image-13576" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/allexa-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Allexa nasceu na Bahia, mas escolheu o Recife para sedimentar sua carreira artística</p></div>
<p>Foi no Recife que ela sedimentou sua carreira e vem se apresentando, desde então. A busca constante pela renovação, a fizeram abraçar a pluralidade da cultura pernambucana, tão tradicional e, ao mesmo tempo, tão inovadora. Traços que ela levou ao palco e que ela pretende imprimir no seu 1º CD, em fase de pré-produção, com previsão de início das gravações para o próximo ano. &#8220;Não gosto de pôr rótulos à minha música. Acho que o que faço é um miscelânea das coisas que eu ouvi na minha vida, que absorvi e que me acabei, do meu jeito, transformando numa identidade bem própria&#8221;. No show que ela apresenta neste sábado, canções de sua autoria, além de um repertório diverso, passeando por composições de nomes como Carlos Fernando, Capiba, Jorge Ben, João Donato, Gilberto Gil, Lenine e Manuca Bandini. Ele diz se sentir feliz por poder levar seu trabalho a lugares como Taquaritinga do Norte. &#8220;Vejo de uma forma encantadora o fato de poder fazer parte desse momento tão especial. É importante pra nós artistas, pra mim, que também componho, poder mostrar meu trabalho a um público que, normalmente, não teria acesso. É um privilégio&#8221;, comemora a cantora.</p>
<p>Também se apresentam, neste sábado (13), os cantores Geraldo Maia e Marcelo Jeneci, que fechará a noite.</p>
<p>Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-pernambuco-nacao-cultural/programacao-fpnc/"><strong>AQUI</strong></a> a programação completa do FPNC 2014 &#8211; Taquaritinga do Norte.</p>
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		<title>Festival leva arte e cultura para Taquaritinga do Norte</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Sep 2014 20:19:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O circuito do Festival Pernambuco Nação Cultural segue a estrada e aporta, entre os dias 09 e 14 de setembro, em Taquaritinga do Norte, cidade famosa por suas dálias e belas paisagens. Com o objetivo de promover a descentralização dos eventos culturais e contribuir para o fomento da produção artística, o FPNC leva para a cidade oficinas culturais, cinema, espetáculos de artes cênicas, exposições, shows, entre outras ações.</p>
<p>Uma realização do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult/PE) e da Fundarpe, em parceria com a prefeitura de Taquaritinga do Norte, o festival agrega a tradicional Festa das Dálias, na sua 15ª edição.</p>
<div id="attachment_10840" aria-labelledby="figcaption_attachment_10840" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pri Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14676056526_a6e18a4e8f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-10840" alt="Pri Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14676056526_a6e18a4e8f_z-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Jeneci sobe ao palco Nação Cultural no sábado</p></div>
<p>A Praça Padre Otto Sailer, no centro, recebe o Palco Nação Cultural na sexta-feira (12/09) e no sábado (13/09), a partir das 21h, com shows que fomentam a produção musical fazendo uma mescla entre atrações tradicionais e mais contemporâneas. O público vai conferir as apresentações de artistas já consagrados da música regional e nacional como Maciel Melo, Marcelo Jeneci, Marrom Brasileiro e Geraldo Maia e, ainda, nomes que vêm despontando na cena musical pernambucana como Allexa, Diego Cabral e o caruaruense Almério.</p>
<p>A programação contempla diversas linguagens e terá início na próxima terça-feira (09/09) com oficinas gratuitas de Formação Cultural e ainda a Caminhada do Patrimônio, ação que trabalha o olhar crítico dos estudantes em relação ao Patrimônio Cultural de sua cidade. “O circuito de festivais Pernambuco Nação Cultural vai além da programação de shows. É uma grande culminância das políticas de cultura desenvolvidas pela Secretaria de Cultura e pela Fundarpe em todos os setores da Cultura, cinema, teatro, dança, circo, literatura, fotografia. Assim fortalecemos a cultura em seus territórios, democratizamos o acesso e também promovemos uma circulação maior dos artistas por Pernambuco”, avalia o secretário de cultura, Marcelo Canuto.</p>
<p>Teatro,dança e circo estão com presença forte na programação. Durante os dias 11, 12 e 13, a cidade receberá espetáculos de grupos de Limoeiro, Cabo de Santo Agostinho e Recife, visando assim promover um intercâmbio entre os grupos que atuam no cenário das artes cênicas de Pernambuco. A cultura popular estará presente com um cortejo que vai encher as ruas da cidade. No sábado pela manhã, os moradores e visitantes vão poder apreciar o Bacamarte – Pelotão de Leninha, o Grêmio Recreativo Boi Pavão, os bois Dourado de Limoeiro, Carinhoso, Leão, da Cara Branca, a Calus Frevança e Bonecos Gigantes.</p>
<div id="attachment_12958" aria-labelledby="figcaption_attachment_12958" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/8276972378_dd0cb41e6b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-12958" title="maciel melo" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/8276972378_dd0cb41e6b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maciel Melo é uma das atrações da sexta-feira (12)</p></div>
<p>Durante toda a semana, o público ainda pode conferir as exposições do ‘7º Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural’ e ‘Avesso’, do fotógrafo natural de Taquaritinga, Léo Lima. Além da cidade de Taquaritinga, Passira foi incluída na programação desta edição com ações especiais na Comunidade Quilombola Chã dos Negros, através da Coordenadoria de Povos Tradicionais. Haverá apresentações do Balé Afro Raízes e do Coco de Roda de Chã dos Negros, além de oficinas culturais acontecem no local.</p>
<p><strong>PROJETOS QUE CIRCULAM POR TODO O ESTADO</strong></p>
<p>A partir da quarta-feira (10/09), o público confere um projeto que tem feito grande sucesso por onde passa: o Cinema na Estrada. Com exibição gratuita de filmes, a mostra tem levado para todo o Estado a produção cinematográfica pernambucana e nacional proporcionando à população a oportunidade de apreciar a sétima arte. Nesta edição, os distritos de Jerimum e Padre Ibiapina, a Vila do Socorro, além da Comunidade Quilombola Chã dos Negros, em Passira, recebem os curtas e longas participantes do 7º Festival de Cinema de Triunfo.</p>
<div id="attachment_13169" aria-labelledby="figcaption_attachment_13169" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Projeto-Cinema-na-Estrada-circula-por-todo-o-Estado_-Foto-Costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-13169" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Projeto-Cinema-na-Estrada-circula-por-todo-o-Estado_-Foto-Costa-neto-607x278.jpg" width="607" height="278" /></a><p class="wp-caption-text">Cinema na Estrada circula por todo o estado.</p></div>
<p>Outras iniciativas que também têm circulado pelo estado dentro da programação do FPNC, e estarão presentes em mais uma edição, são ‘Livros Livres’ e ‘A Gente da Palavra’. De iniciativa da Coordenadoria de Literatura da Secult, a primeira ação tem como referência o conceito de bookcrossing, ou seja, o ato de ‘esquecer’ livros em lugares públicos para que as pessoas que os encontrem possam lê-los e, eventualmente, deixa-los em outro lugar para que mais pessoas os levem. Em Taquaritinga, a ação acontecerá no sábado, a partir das 6h, em diversos lugares públicos.</p>
<p>O A gente da Palavra (poesia que vai sendo declamada de porta em porta) acontece desta vez com os poetas Gleison Nascimento (Recife), Suzana Morais (Recife), Wilma Torres (Santa Cruz do Capibaribe) e João Higino (Taquaritinga do Norte).</p>
<p><strong>FORMAÇÃO CULTURAL</strong></p>
<p>Outro importante eixo do FPNC é a Formação Cultural que tem como prática estimular novos agentes culturais e, também, oferecer aperfeiçoamento de técnicas àqueles que já fazem parte da cadeia produtiva da cultura. Para as oficinas, as inscrições já podem ser realizadas na Secretaria de Turismo de Taquaritinga do Norte, no horário das 8h às 12h e das 14h às 16h, até a segunda-feira (8).</p>
<p>Nesta edição, um dos destaques para os músicos da região é a Oficina de Rabeca, que será ministrada pelo cantor e compositor Cláudio Rabeca, integrante do grupo Quarteto Olinda. Já aos que quiserem desenvolver a arte do coco em seus trabalhos musicais, o compositor Severiano da Silva estará ministrando Oficina de Coco, explorando o ritmo no universo da região sertaneja de Pernambuco.</p>
<p>Outras opções ligadas às artes visuais e ao audiovisual, como Estímulo à Prática do Cineclube, Documentando e Princípios Básicos da Fotografia, além de confecção de livros artesanais e criações em arte, também estão à disposição do público.</p>
<p>Já para as rodas de diálogo, que serão realizadas exclusivamente para os moradores do Quilombo Chã dos Negros, em Passira, as inscrições estão sendo realizadas no próprio quilombo.</p>
<p>Acesse a programação completa <a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-pernambuco-nacao-cultural/programacao-fpnc/">AQUI</a>.</p>
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