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	<title>Portal Cultura PE &#187; tarcísio pereira</title>
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		<title>Cepe edita biografia sobre Tarcísio Pereira, fundador da Livro 7</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 21:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Tarcisio-Pereira-Capa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95594" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/Tarcisio-Pereira-Capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a></p>
<p>Tarcísio Pereira, o homem que na década de 1990 conduziu a maior livraria do Brasil, tem o seu perfil publicado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). O título foi escrito pelo jornalista Homero Fonseca e apresenta a trajetória do livreiro e da icônica Livro 7, inaugurada no Recife em 27 de julho de 1970 e fechada em 2000. O lançamento será quarta-feira (27), às 19h, no Paço do Frevo, localizado no Bairro do Recife, e remete à data de fundação da livraria. É aberto ao público, com apresentação de orquestra de frevo e homenagens de amigos.</p>
<p><em>“Mesmo sem ter sido um criador de conteúdo, Tarcísio teve a maior importância na vida cultural de Pernambuco”</em>, destaca Homero Fonseca, ao falar sobre a publicação Tarcísio Pereira &#8211; Todos os livros do mundo, da Cepe Editora. Ele nasceu em Natal (RN), migrou para o Recife com a família, ainda adolescente, e morreu em 25 de janeiro de 2021, aos 73 anos, por complicações da covid-19. Na capital pernambucana, também foi editor e atuou como superintendente de Marketing e Vendas da Cepe.</p>
<p>A publicação, com 308 páginas, traz relatos de parentes, amigos, ex-funcionários e admiradores do livreiro, que se vestia de azul da cabeça aos pés<em>. “O homem de azul se tornou a persona de Tarcísio, isto é, sua imagem pública. Uma imagem que começou espontaneamente, mas logo seria consolidada numa construção milimétrica. Um conjunto formado por vários elementos: gosto, comodidade, moda, superstição, marketing”</em>, escreve Homero Fonseca num trecho do livro.</p>
<p>O trabalho é o resultado de um ano de pesquisa e estudo, informa o autor, que optou por fazer um perfil biográfico, “com os rigores possíveis de uma biografia e toques de ensaio jornalístico.” No livro, ele resgata as origens da família de Tarcísio no interior do Rio Grande do Norte, os efeitos de ter sido criado numa casa com predominância feminina, o espírito agregador presente em toda a sua vida, a história da Livro 7, a vocação de mecenas do movimento cultural do Recife e a troça &#8220;Nóis Sofre, Mas Nóis Goza&#8221;, agremiação carnavalesca da livraria.</p>
<p><em>“Antes de focar na trajetória pessoal de Tarcísio Pereira, havia a necessidade incontornável de mostrar o contexto da época. Contar a trajetória de Tarcísio é contar a história da Geração 68, da juventude que saiu às ruas no mundo para se expressar”, afirma Homero Fonseca. A livraria fundada no dia 27 do mês 7 de 1970 por Tarcísio Pereira &#8211; integrante dessa geração e supersticioso com o numeral 7 -, em plena ditadura militar no Brasil, logo se tornou “um canal de manifestação dessa juventude estudantil pela cultura”</em>, diz ele.</p>
<p>A Livro 7 surgiu num espaço exíguo no nº 286 da Rua Sete de Setembro, bairro da Boa Vista, Centro do Recife.<em> “Era tão pequena e tão atulhada de livros que a gente entrava, escolhia um, saía para o corredor para poder tirar a carteira do bolso da bunda e voltava para pagar no caixa.”</em> A descrição, reproduzida no livro, é do escritor e dramaturgo Hermilo Borba Filho (1917-1976). De 1974 a 1978, a Livro 7 funcionou no casarão 307 da mesma rua e de 1978 a 1998 ocupava um galpão de 1.200 metros quadrados no imóvel 329, sempre na Sete de Setembro.</p>
<p>No Guinness Book, o livro dos recordes, apareceu como a maior livraria do Brasil de 1992 a 1996. Frequentada por intelectuais da direita e da esquerda, era reconhecida como ponto de encontro dos recifenses. <em>“É célebre a tirada do deputado Ulysses Guimarães, num jantar após o lançamento do seu livro Rompendo o cerco: Em Pernambuco, não existem só dois partidos, o MDB e a Arena. Aqui há um terceiro partido: a Livro 7”</em>, recorda Homero Fonseca numa passagem do livro.</p>
<p>Ao traçar o perfil do livreiro, ele compartilha com os leitores histórias curiosas sobre a vida do menino e do jovem Tarcísio. Também aborda problemas que levaram à falência da livraria: planos econômicos implantados nos anos 1990, a decadência do Centro e a inadimplência de consumidores. <em>“Era uma relação comercial de bodega a que estabeleci com os clientes”</em>, reconhece Tarcísio Pereira, em entrevista concedida dois anos após o fim da Livro 7. <em>&#8220;Ele pretendia abrir uma livraria no Mercado da Torre, na Zona Oeste do Recife, mas morreu antes&#8221;</em>, diz Homero Fonseca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento de Tarcísio Pereira &#8211; Todos os livros do mundo<br />
Quando: 27 de julho de 2022 (quarta-feira), às 19h<br />
Local: Paço do Frevo (Rua da Guia, s/n, Bairro do Recife)<br />
Preço do livro: R$ 45 (impresso) e R$ 18 (e-book)</p>
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		<title>18º Festival de Literatura &#8220;A Letra e a Voz&#8221; ganha versão virtual</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 15:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Janice Japiassú]]></category>
		<category><![CDATA[Lutar pela e na literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[tarcísio pereira]]></category>
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		<description><![CDATA[No embalo da retomada gradual das programações culturais, o Festival Recifense de Literatura A Letra e a Voz voltará à agenda da cidade em formato virtual, entre os próximos dias 14 e 16 de agosto, para acender a coragem das palavras contra as incertezas de tempos ainda difíceis, trazendo como bandeira o tema: “Lutar pela [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Cartas-18º-A-Letra-e-a-Voz.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-86917" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Cartas-18º-A-Letra-e-a-Voz-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>No embalo da retomada gradual das programações culturais, o Festival Recifense de Literatura A Letra e a Voz voltará à agenda da cidade em formato virtual, entre os próximos dias 14 e 16 de agosto, para acender a coragem das palavras contra as incertezas de tempos ainda difíceis, trazendo como bandeira o tema: “Lutar pela e na literatura”. Em sua primeira edição online, o Festival Recifense de Literatura A Letra e a Voz será transmitido pelo YouTube, no perfil da Prefeitura do Recife (<strong><a href="https://youtube.com/prefrecife" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://youtube.com/prefrecife&amp;source=gmail&amp;ust=1628866203477000&amp;usg=AFQjCNHQJ2RE8aa3QuusFwlJU7-aho4N1Q">youtube.com/<wbr />prefrecife</a></strong>). A participação de todos os palestrantes será remota, em respeito aos cuidados ainda necessários para evitar a propagação do coronavírus.</p>
<p>Realizada pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, a 18ª edição do festival exaltará a vocação literária da capital pernambucana, celebrando o centenário de Paulo Freire e rendendo homenagem à “musa sertaneja” do Movimento Armorial, Janice Japiassú, e ao livreiro Tarcísio Pereira, da icônica Livro 7, que formou e congregou tantas gerações de artistas, poetas, escritores e leitores entre suas generosas prateleiras. As atividades do Festival serão virtuais e gratuitas.</p>
<p><em>“Continuamos sendo desafiados, neste momento, a conviver com muitas necessárias restrições, que são dificuldades, mas já começam a deixar de ser um impedimento. Por isso atuar é necessário, reaprendendo caminhos ou criando novos. A iniciativa de realizar esta 18ª edição do festival literário do Recife é um gesto de afirmação, neste tempo de recomeços. E também demonstra uma visão de mundo, apontando para a esperança, para o fazer junto, para a coragem de enfrentar adversidades com a força da arte. A cultura recifense traz a sua letra e a sua voz. A nossa literatura dialoga com o mundo e o nosso lugar, nas suas contradições, nas suas convergências, nos sonhos. Assim vamos refazendo a realidade”</em>, afirmou o secretário de Cultura do Recife, Ricardo Mello.</p>
<p><em>&#8220;A literatura do Recife ocupa lugares de muita relevância no Brasil. O Festival A Letra e a Voz faz parte de uma rede em construção permanente, por isso, realizá-lo agora é uma maneira de dizer que o futuro existe. Paulo Freire, Janice Japiassu e Tarcisio Pereira são símbolos da luta, referências do presente e por isso merecem as homenagens”</em>, acrescentou o presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, José Manoel Sobrinho. <em>&#8220;Realizar o projeto este ano é um modo de dizer que a vida segue, que estamos firmes em nossos propósitos e que a Literatura estará ocupando o espaço que merece no cotidiano da cidade&#8221;</em>.</p>
<p>Com patrocínio da Copergás e apoio da Cepe – Companhia Editora de Pernambuco, a programação começa no próximo sábado (14), a partir das 15h<b>. </b>A abertura será transmitida do Teatro Hermilo Borba Filho, com falas inaugurais dos gestores culturais da Prefeitura do Recife. A partir das 15h30, a primeira mesa tratará da vida e obra de Janice Japiassu. Com o tema “Nas veredas da alegria”, contará com a participação de Robson Teles e Ricardo Japiassu, mediados por Francisco Pedrosa.</p>
<p>Entre as 16h45 e as 17h45, o poeta e escritor Jorge Filó será apresentador e mediador de uma peleja poética com o tema “Glosas paulofreirianas”, na qual afiarão seus versos quatro convidados: Francisca Araújo, Dayane Rocha, Gislândio Araújo e Paulo Matricó.</p>
<p>O sábado literário encerra feminino, cheio de sentido e esperança, na mesa “A palavra, o corpo e a memória: perspectivas”, que terá como palestrantes Adelaide Ivánova e Amara Moira, com mediação de Renata Santana.</p>
<p>No domingo (15), a programação começa às 16h30, na mesa “A resistência da palavra: literatura e oralidade”, que terá mediação de Fred Caju e participação de Bell Puã e Luna Vitrolira.</p>
<p>Às 19h30, o Festival reúne Franklin Carvalho e Adrienne Myrtes, com mediação de Cristhiano Aguiar, para fazer ecoar o tema “As vozes do Campo e as letras da cidade”.</p>
<p>Último dia de atividades, a segunda-feira (16) será de luta e livros, com mesa sobre a vida, militância cultural e legado de Tarcísio Pereira, a partir das 19h, que terá mediação de Heloísa Arcoverde e participação de Xico Sá.</p>
<p>Letra e voz se despedem do público recifense nesta 18ª edição com o sarau literário e operário “O dia do Poeta Recifense: poesia é luta”, que reunirá os declamadores: Iyádirê Zidanes, Gleison Nascimento e Odailta Alves.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
18º FESTIVAL RECIFENSE DE LITERATURA A LETRA E A VOZ<br />
De 14 a 16 de agosto de 2021<br />
Transmissão pelo YouTube: <b></b><strong><a href="https://youtube.com/prefrecife" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://youtube.com/prefrecife&amp;source=gmail&amp;ust=1628866203477000&amp;usg=AFQjCNHQJ2RE8aa3QuusFwlJU7-aho4N1Q">youtube.com/prefrecife</a></strong></p>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; Tarcísio Pereira</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2021 12:39:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[tarcísio pereira]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco lamentam profundamente a perda de uma das figuras mais importantes para a cena literária e cultural pernambucana: Tarcísio Pereira, fundador da lendária Livro 7, que faleceu nesta última segunda-feira (25), por conta de complicações da Covid-19. Nos anos 70, ele foi [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Cultura e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco lamentam profundamente a perda de uma das figuras mais importantes para a cena literária e cultural pernambucana: Tarcísio Pereira, fundador da lendária Livro 7, que faleceu nesta última segunda-feira (25), por conta de complicações da Covid-19.</p>
<p>Nos anos 70, ele foi responsável pela criação da Livro 7. A livraria localizada na Rua Sete de Setembro, no bairro da Boa Vista, era um ponto de encontro para estudantes, artistas, intelectuais e amantes dos livros em geral, tornando-se um marco para as gerações literárias de Pernambuco.</p>
<p>O espaço congregava lançamentos e reunia os grandes nomes da literatura pernambucana, como Hermilo Borba Filho, Antônio Torres, Nagib Jorge Neto, José Mário Rodrigues, Joaquim Cardozo, Gilberto Freyre e João Cabral de Melo Neto, além de promover vários eventos, como recitais, debates, projeções de filmes em super-8, exposições/performances e torneios de xadrez.</p>
<p>Por ser muito mais do que uma livraria, a Livro 7 era um verdadeiro polo cultural da cidade e foi pioneira em conceitos utilizados por grande livrarias atualmente, como espaços amplos, cadeiras para leitura e eventos que ultrapassavam as barreiras das literatura, fatos que permitiram sua expansão para mais três estados do Nordeste: Ceará, Paraíba e Alagoas.</p>
<p>Mesmo após o encerramento da Livro 7, em 1998, o seu fundador permaneceu dedicando-se ao ramo dos livros. Além de integrar a diretoria da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), ele mantinha sua própria editora, a Tarcísio Pereira Editor, no bairro da Madalena. Vale destacar ainda sua passagem pela presidência da Fundarpe, na gestão do governador Miguel Arraes. Nesse período, ele adquiriu o Cineteatro Guarani de Triunfo e viabilizou a instituição do Museu do Barro de Caruaru.</p>
<p><em>&#8220;Tarcísio era um verdadeiro amante dos livros. Seu trabalho incansável à frente da livraria foi responsável por revelar grandes talentos e por movimentar durante anos a cena cultural pernambucana. Sua partida deixa uma lacuna que dificilmente será preenchida&#8221;</em>, ressalta o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto.</p>
<p>Já o secretário Gilberto Freyre Neto, destaca que <em>&#8220;mesmo fechada há tanto tempo, a Livro 7 reside/resiste na memória coletiva e afetiva da cidade. São lembranças saudosas que marcaram para sempre toda uma geração de escritores e leitores que frequentavam aquele templo do livro, fundado por Tarcísio&#8221;</em>.</p>
<p>À família, amigos e admiradores do legado de Tarcísio Pereira, ficam aqui registrado nosso pesar e profundo respeito por tudo que ele construiu ao longo da vida.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Secretaria de Cultura de Pernambuco</strong><br />
<strong> Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco</strong></p>
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