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	<title>Portal Cultura PE &#187; Teatro Alternativo</title>
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		<title>&#8216;Experimento Pezinho de Galinha&#8217; atrai grande público à 2ª Mostra de Teatro Alternativo do FIG</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 20:07:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Xavana Celesnah A Galeria Galpão teve mais uma noite de casa cheia para prestigiar a peça de teatro Eu Gosto Mesmo de Pezinho de Galinha Porque eu Como a Carninha e Limpo o Dente com a Unhinha, apresentada durante a 2ª Mostra de Teatro Alternativo do FIG. Apesar do título um tanto cômico, o [...]]]></description>
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<div id="attachment_51560" aria-labelledby="figcaption_attachment_51560" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35339914304_162cf3f015_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51560" alt="A atriz Nínive Caldas interpreta a prostituta Nanda, em peça na Mostra de Teatro Alternativo. Foto: Fer Verícimo/ Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35339914304_162cf3f015_z-607x446.jpg" width="607" height="446" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz Nínive Caldas interpreta a prostituta Nanda, em peça na Mostra de Teatro Alternativo. Foto: Fer Verícimo/ Secult-PE</p></div>
</dt>
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</div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Xavana Celesnah</em></p>
<p>A Galeria Galpão teve mais uma noite de casa cheia para prestigiar a peça de teatro <i>Eu Gosto Mesmo de Pezinho de Galinha Porque eu Como a Carninha e Limpo o Dente com a Unhinha</i>, apresentada durante a 2ª Mostra de Teatro Alternativo do FIG. Apesar do título um tanto cômico, o espetáculo aborda situações de violência ainda muito presentes nas grandes cidades de países subdesenvolvidos, como a violência contra a mulher, o abuso da fé das pessoas e as relações em torno do tráfico de drogas. Em cena, os atores Nínive Caldas e Eric Valença, do Experimento Pezinho de Galinha (PE), dão vida a vários personagens, com destaque para “Nanda”, a prostituta, interpretada por Nínive e “Tiago Menelau”, o pastor evangélico, interpretado por Eric Valença, que vivem situações ora cômicas, ora dramáticas, levando a plateia das risadas soltas a momentos de tensão e compaixão pelas misérias vividas por seus personagens.</p>
<p>A peça foi inspirada no livro “Navalha na Carne”, de Plínio Marcos, escrito em 1967 e proibido pela censura. A obra retrata de forma realista a vida do submundo marginal, com suas opressões e relações humanas violentas. “Eu estava em circulação pelo norte do país com o espetáculo Terra, quando vi muitos pastores evangélicos desrespeitando a cultura indígena. A partir dessas observações, surgiu a ideia de montar o espetáculo. Depois, já fazendo aulas de teatro com Nínive, lemos o ­“Navalha na Carne” e fomos escrevendo o texto conjuntamente, inspirados no livro que mostra de maneira crua as injustiças sociais e os jogos de poder entre os seres humanos”, explica o ator e diretor da peça, Eric Valença.</p>
<p>Para compor o texto de maneira mais realista, os atores fizeram laboratórios em igrejas evangélicas, além de leituras de boletins de ocorrência e visitas a delegacias do Recife, onde puderam pegar depoimento de quatro delegados. “Nas escutas que fizemos nas delegacias, os depoimentos que ouvimos em torno da mulher eram bizarros. A questão da mulher “rotulada”, “posta no lugar” ainda é muito presente no cotidiano das nossas cidades, estamos vivendo um momento alarmante onde o feminicídio não pode ser ignorado. E resolvemos abordar essa questão da violência contra a mulher no espetáculo”, afirma Eric.</p>
<div id="attachment_51602" aria-labelledby="figcaption_attachment_51602" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/pezinho_Fer-Verícimo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51602" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/pezinho_Fer-Verícimo-607x366.jpg" width="607" height="366" /></a><p class="wp-caption-text">Público lotou mais uma sessão da 2ª Mostra Alternativa do FIG</p></div>
<p>O pastor evangélico Tiago Menelau rouba a cena com sua falsa fé, escancarada pela maneira como deseja se aproveitar financeiramente dos fiéis. No início da peça, o ator recria um culto, ironizando a maneira como os pastores conseguem retirar dinheiro do “rebanho” em frases como “vamos abençoar seu cartão de crédito”.</p>
<p>A violência contra a mulher é posta em cena por Nanda, a prostituta aparentemente bem resolvida e que se identifica com a profissão, mas que, por trás daquele trejeito altivo, esconde  sentimentos de angústia e indignação relativos ao passado traumatizante que viveu. Um dos momentos mais marcantes do espetáculo é quando Nanda lava suas calcinhas, fazendo um monólogo sobre as lembranças de sua adolescência, quando foi abusada sexualmente, teve uma gravidez precoce, foi obrigada a ir para casas de passagens e iniciada no universo das drogas, por influência de um de seus amantes, entrando, inclusive, para o tráfico na esperança de casar com aquele que se dizia ser seu homem. O desabafo de Nanda é uma síntese do que acontece com muitas “novinhas” da periferia dos grandes centros urbanos, que são abusadas, violentadas e acabam entrando para a prostituição e para o tráfico, sem muita consciência a respeito do rumo de suas vidas.</p>
<p>“Participar dessa mostra é maravilhoso pra gente que faz teatro porque fazer teatro continua sendo muito difícil e momentos como esse são importantes para mostrarmos nosso trabalho”, declarou Eric ao final do espetáculo. “A mostra também vem incentivar o público de Garanhuns e de pessoas das demais cidades que teatro pode ser feito qualquer lugar, queremos estimular a produção teatral”, disse Nínive. Nesta quarta-feira (26), a mostra continua às 22h com o espetáculo <i>Que Muito Amou, </i>da Cênicas Cia de Repertório (PE).</p>
<p><b>Serviço:</b></p>
<p><strong>2ª Mostra de Teatro Alternativo</strong></p>
<p>Local: Galeria Galpão. Av. Dantas Barreto, 34, Centro. Garanhuns-PE</p>
<p>Horário: 22h</p>
<p class="size-medium wp-image-51560">
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		<title>26º FIG deixa sementes nas artes cênicas do Agreste</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 12:17:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Márcio Bastos O Festival de Inverno de Garanhuns tem, há 26 anos, movimentado a cidade do Agreste com várias apresentações culturais e atividades de formação. É um período de efervescência, com muita festa, mas também muito intercâmbio de experiências que reverberam pelos anos seguintes. Um exemplo disso fico claro no sábado (30), no encerramento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Márcio Bastos</em></p>
<p>O Festival de Inverno de Garanhuns tem, há 26 anos, movimentado a cidade do Agreste com várias apresentações culturais e atividades de formação. É um período de efervescência, com muita festa, mas também muito intercâmbio de experiências que reverberam pelos anos seguintes. Um exemplo disso fico claro no sábado (30), no encerramento da Mostra de Teatro Alternativo, que teve sua primeira edição realizada em 2016.</p>
<p>Após a apresentação de <strong>(In)Cômodos</strong>, espetáculo baseado em contos de Cícero Belmar e estrelado por Cleyton Cabral, Hilda Torres e Luciana Pontual, o público se reuniu para o debate mediado por Rodrigo Dourado, prática que aconteceu após as encenações da Mostra, reforçando um caráter pedagógico da ação. Porém, dessa vez a conversa tomou caminhos mais aprofundados, que saíram do âmbito do espetáculo em si para falar da importância do evento, de políticas públicas para o teatro no interior e das vivências dos artistas locais.</p>
<div id="attachment_38704" aria-labelledby="figcaption_attachment_38704" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28595494606_04e87268c5_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-38704" alt="Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28595494606_04e87268c5_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público acompanhou movimento de teatro que prolifera no Recife</p></div>
<p>Como observou Jorge Clésio, coordenador de Artes Cênicas da Secult-PE, a execução da Mostra de Teatro Alternativo foi possível graças à articulação do movimento artístico que desde 2014 tem buscado alternativas às possibilidades de se fazer teatro, tanto em termos de espaço quanto de estética. &#8220;O governo esteve muito sensível à demanda dos artistas, mas o mérito é todo da classe por se articular e apresentar a viabilidade do projeto&#8221;, pontuou.</p>
<p>Rodrigo Dourado, que encabeçou a demanda junto com outros artistas, reforçou ainda que essa primeira experiência foi muito positiva e clamou pela continuidade da ação, inclusive com sua expansão, podendo, nos próximos anos, inclusive abrir espaço para que grupos de todo o Estado se inscrevam na programação.</p>
<p>&#8220;Esse primeiro momento foi muito positivo para mostrarmos a necessidade de abrir esses espaços e também reforçar que há um público ávido para consumir esse tipo de teatro&#8221;, disse.</p>
<p>Da parte do público, artistas e espectadores, principalmente de cidades vizinhas a Garanhuns, reforçaram o impacto que a mostra teve, abrindo a perspectiva deles para outras formas de exibir suas produções tendo em vista que muitas cidades fora da Região Metropolitana do Recife não possuem teatros ou, quando os têm, os mesmos se encontram sucateados.</p>
<p>&#8220;É muito bom poder entrar em contato com trabalhos que vão nos possibilitar chegar em nossas cidades e escoar nossa produção em casas, galpões ou espaços alternativos&#8221;, reforçou Alex Ricardo, ator de Palmeira dos Índios.</p>
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		<title>Mostra de Teatro Alternativo triunfa no 26º FIG</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jul 2016 00:07:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Márcio Bastos Aposta da programação de artes cênicas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, a Mostra de Teatro Alternativo se provou um sucesso junto ao público do evento. Com sessões na Casa Galeria Galpão,  tradicionalmente ligada às artes visuais e ao design, a programação levou centenas de pessoas ao espaço para conferir espetáculos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Márcio Bastos</em></p>
<p>Aposta da programação de artes cênicas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, a Mostra de Teatro Alternativo se provou um sucesso junto ao público do evento. Com sessões na Casa Galeria Galpão,  tradicionalmente ligada às artes visuais e ao design, a programação levou centenas de pessoas ao espaço para conferir espetáculos que fogem da formatação pensada para o palco à italiana (tradicional), com temas que abordaram desde a violência doméstica à paranoia contemporânea, passando ainda por dilatações das emoções humanas.</p>
<p>Na sexta-feira (29), o público se deleitou com as histórias de Plínio Maciel, que apresentou o espetáculo <strong>Na Beira</strong>, do Teatro de Fronteira. Dirigido por Rodrigo Dourado, o trabalho transita pelo teatro documental, registrando passagens da vida do ator, que desnuda emoções e situações íntimas para o público, levando para a cena fotografias, músicas e objetos de seu passado.</p>
<div id="attachment_38754" aria-labelledby="figcaption_attachment_38754" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28042432893_7c9e66e9be_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38754" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28042432893_7c9e66e9be_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Plínio Maciel abre seu baú de memórias afetivas em Na Beira</p></div>
<p>Além do talento de Plínio em contar histórias, a dramaturgia é construída com uma fluidez que permite ao público uma imersão no universo pessoal do ator, ao mesmo tempo em que entra em contato com suas próprias recordações. Isso porque, para além de um relato meramente autobiográfico, o espetáculo articula memórias afetivas impregnadas no imaginário coletivo. A apresentação em Garanhuns pareceu, especialmente, tocar a plateia de uma maneira particular, já que Maciel leva à cena muitas das experiências de um rapaz do interior, fato que visivelmente causava maior identificação com alguns dos presentes.</p>
<div id="attachment_38755" aria-labelledby="figcaption_attachment_38755" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28658721465_ba165c9672_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38755" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28658721465_ba165c9672_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público aprovou a Mostra de Teatro Alternativo, novidade do FIG 2016</p></div>
<p><strong>Na Beira</strong> foi idealizado para encenação na casa de Plínio, que segundo o diretor é um espaço com muita memória, com resquícios da história do intérprete. O projeto, no entanto, cresceu e o grupo também apresenta a peça em outras residências, dependendo da disponibilidade e dos convites feitos. A presença da obra na Mostra Alternativa de Teatro reforçou também a diversidade dos trabalhos que foram apresentados ao público durante o festival, mostrando a viabilidade do projeto, assim como a aceitação do público para esta nova forma de fruição do teatro.</p>
<p><strong>TRANS</strong></p>
<p>Mais de 500 pessoas lotaram o Teatro Luiz Souto Dourado para conferir a apresentação de Avental Todo Sujo de Ovo, do Grupo Ninho de Teatro (CE). A obra, que já está em cartaz há cerca de oito anos, é um vigoroso retrato do teatro contemporâneo nordestino, com toques e cores regionais, porém abordando temas universais, que dialogam com questões de foro íntimo e coletivo.</p>
<div id="attachment_38752" aria-labelledby="figcaption_attachment_38752" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28374170600_30c0f5d51a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38752" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28374170600_30c0f5d51a_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Elenco afiado é destaque da peça</p></div>
<p>Na obra, um casal do interior do Ceará sofre pelo desaparecimento do filho, que há 18 anos sumiu sem deixar vestígios. Tudo muda quando Moacir, o filho, volta como Indienne du Bois, agora filha. Assumindo sua transexualidade para a família, a moça tem que lidar não só com o peso do seu retorno, mas também de sua condição frente à família.</p>
<div id="attachment_38753" aria-labelledby="figcaption_attachment_38753" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28626173746_6eab74c6b7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38753" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28626173746_6eab74c6b7_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Drama familiar é tratado com delicadeza no espetáculo</p></div>
<p>Uma obra poética e bem construída, com atuações marcantes de Edceu Barboza, Joaquina Carlos, Rita Cidade e Zizi Telécio, o espetáculo foi uma das gratas surpresas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, ganhando aplausos calorosos do público.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dança e teatro levam à cena as angústias da contemporaneidade</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2016 19:00:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Márcio Bastos Chegando à sua reta final, a programação de artes cênicas do FIG começa a apresentar um contorno bem específico para quem conseguiu acompanhá-la. Em cena, estão sendo apresentadas obras que tocam diretamente em questões muito caras à contemporaneidade. A curadoria parece ter tido o especial cuidado de proporcionar ferramentas para que a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Márcio Bastos</em></p>
<p style="text-align: left;">Chegando à sua reta final, a programação de artes cênicas do FIG começa a apresentar um contorno bem específico para quem conseguiu acompanhá-la. Em cena, estão sendo apresentadas obras que tocam diretamente em questões muito caras à contemporaneidade. A curadoria parece ter tido o especial cuidado de proporcionar ferramentas para que a plateia aprofunde seus processos de autoconhecimento e de tomada de ação na transformação social. <strong>Pa(Ideia) &#8211; Pedagogia da Libertação</strong>, do Coletivo Grão Comum, apresentada quarta-feira (27), na Casa Galeria Galpão, foi um ótimo exemplo dessa iniciativa.</p>
<p style="text-align: left;">A obra é a segunda parte da <strong>Trilogia Vermelha</strong>, projeto que leva à cena as ideias de grandes realizadores e pensadores brasileiros, como Glauber Rocha, Dom Helder Câmara e Paulo Freire, este último foco da montagem encenada no FIG. Estrelada por Júnior Aguiar e Daniel Barros, a montagem aborda os dias de cárcere do pedagogo pernambucano durante a Ditadura Militar, assim como seu exílio, que durou 16 anos.</p>
<div id="attachment_38626" aria-labelledby="figcaption_attachment_38626" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28324784470_04f5c9edc0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38626" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28324784470_04f5c9edc0_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Barros e Junior Aguiar aplicam pensamento de Paulo Freire à cena</p></div>
<p>Porém, mais do que a transmissão oral, encenada, das ideias de Freire, o espetáculo assume uma potência transformadora ao aplicá-la. Aguiar e Barros, ótimos em cena, convidam o público a assumir papel ativo no que se passa na sua frente. A plateia ganha potencial transformador, afetuoso, se olha, se abraça, se reconhece em suas diferenças e igualdades.</p>
<div id="attachment_38627" aria-labelledby="figcaption_attachment_38627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/27992749353_37dab61ed0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38627" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/27992749353_37dab61ed0_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público é convidado a construir afetos e tomar ação no fazer teatral e na vida</p></div>
<p>Em tempos tão sombrios, de golpes e restrições à democracia, o espetáculo se torna ainda mais urgente, por vezes até doloroso. Ao mesmo tempo em que renova a esperança, toca em uma ferida pesada: até quando iremos perpetuar os erros que nos subjugam, que nos separam, que aprofundam injustiças? É hora, mais do que nunca, de sermos livres sem temer.</p>
<p><strong>CONTEMPORÂNEO</strong></p>
<p>A cena de dança contemporânea do Nordeste tem também mostrado fôlego no 26º Festival de Inverno de Garanhuns. Após a passagem do Giradança (RN), na quarta-feira foi a vez do Balé da Cidade de Campina Grande (PB) mostrar que a produção regional desponta como uma das mais pungentes do País. O grupo apresentou <strong>Frestas, Fôlego e Pele</strong>, espetáculo que sugere angústias relacionadas ao contato humano, à posição do indivíduo no mundo.</p>
<div id="attachment_38628" aria-labelledby="figcaption_attachment_38628" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28609163085_e591ebef22_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38628" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28609163085_e591ebef22_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Bailarinos paraibanos articulam as angústias do corpo em espetáculo</p></div>
<p><strong>VIVÊNCIAS</strong></p>
<p>O ator Esio Magalhães, do Barracão Teatro (SP), participou de conversa sobre o processo criativo e as vivências do seu grupo com atores, educadores e espectadores. No encontro, ele expôs suas experiências em espaços como a África Saariana e o norte do Brasil, locais em que conflitos e com pouco acesso à arte. &#8220;É muito tocante quando terminamos os trabalhos nesses lugares e as pessoas perguntam quando vamos voltar. É um momento em que eles ganham importância, que eles sentem que existem e são vistos. E é transformador poder participar dessa troca&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Confira a programação completa de artes cênicas desta quinta-feira (28):</strong></p>
<p>TEATRO DE RUA<br />
16h &#8211; O Espelho da Lua<br />
Tropa do Balacobaco (PE)<br />
Local: Parque Euclides Dourado</p>
<p>DANÇA<br />
18h &#8211; Mundo ao Redor<br />
Adriana Carneiro (PE)</p>
<p>18h30 – A Feira<br />
Associação Amigos do Teatro Municipal Severino Cabral (PB)<br />
Local: Teatro Luiz Souto Dourado</p>
<p>TEATRO ALTERNATIVO<br />
21h – A Receita<br />
O Poste (PE)<br />
Local: Casa Galeria Galpão</p>
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		<title>Teatro Alternativo ganha mostra na Casa Galeria Galpão</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 19:41:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Márcio Bastos Já faz algum tempo, o teatro pernambucano tem se direcionado para um caminho mais alternativo ao esquema da produção tradicional. Nascido a partir da necessidade de políticas públicas mais efetivas e de uma forte pulsão experimental, esse movimento tem atraído cada vez mais artistas e grupos locais. Percebendo a importância de privilegiar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Márcio Bastos</em></p>
<p style="text-align: left;">Já faz algum tempo, o teatro pernambucano tem se direcionado para um caminho mais alternativo ao esquema da produção tradicional. Nascido a partir da necessidade de políticas públicas mais efetivas e de uma forte pulsão experimental, esse movimento tem atraído cada vez mais artistas e grupos locais. Percebendo a importância de privilegiar essa cena, o 26º Festival de Inverno de Garanhuns promove, pela primeira vez, a Mostra de Teatro Alternativo, com apresentações na Casa Galeria Galpão. A programação começa nesta segunda-feira (25), às 21h, com <strong>Acontece Enquanto Você Não Quer Ver</strong>, do Cena Off.</p>
<p style="text-align: left;">Idealizado a partir de um diálogo entre a classe artística e o sistema Secult/Fundarpe, a Mostra contempla trabalhos que foram pensados para espaços diferenciados em relação ao tradicional palco à italiana. &#8220;Além disso, são espetáculos que quebram com convenções narrativas, dramáticas e com noções prévias das diretrizes de personagem, por exemplo&#8221;, aponta o diretor Rodrigo Dourado, um dos principais articuladores do movimento de teatro alternativo no Estado e que vai mediar os debates após as apresentações.</p>
<p>Segundo Dourado, o festival já havia recebido ações de cunho alternativo, mas sempre de forma pontual. Desta forma, ele encara a Mostra como uma ação pioneira, pois organizada e dá visibilidade a um formato específico de cênicas. &#8220;O público de Garanhuns gosta e conhece muito de teatro. Há uma espera anual para ter esse contato com outras linguagens, sobretudo com o que está acontecendo no Recife&#8221;, reforça.</p>
<p>O espetáculo que abre a programação, <em><strong>Acontece Enquanto Você Não Quer Ver</strong></em>, do Cena Off, obra que discute as contradições da contemporaneidade, expondo os entraves éticos e morais que a sociedade enfrenta, em especial a naturalização de opressões diárias.</p>
<div id="attachment_38404" aria-labelledby="figcaption_attachment_38404" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Maciel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Acontece-Enquanto-Voce-Nao-Quer-Ver-Foto-Ricardo-Maciel1.jpg"><img class="size-medium wp-image-38404" alt="Ricardo Maciel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Acontece-Enquanto-Voce-Nao-Quer-Ver-Foto-Ricardo-Maciel1-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Acontece Enquanto Você Não Quer Ver abre a programação</p></div>
<p>Além dele, estão entre os destaques <em><strong>4xHilda</strong></em>, da Duas Companhias, que revisita a obra e o universo de Hilda Hilst, terça-feira (26); <em><strong>pa(IDEIA)</strong></em>, espetáculo que discute as ideias do sociólogo Paulo Freire; <strong>Na Beira</strong>, do Teatro de Fronteira; e <em><strong>(In)Cômodos</strong></em>, baseada nos contos de Cícero Belmar e estrelada pelo ator e dramaturgo Cleyton Cabral, Hilda Torres e Luciana Pontual.</p>
<div id="attachment_38406" aria-labelledby="figcaption_attachment_38406" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/incomodos1.jpg"><img class="size-medium wp-image-38406" alt="(In)Cômodos, de Cleyton Cabral, foi idealizada para o ambiente residencial" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/incomodos1-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">(In)Cômodos, com Cleyton Cabral, baseada nos contos de Cícero Belmar, foi idealizada para o ambiente residencial</p></div>
<div id="attachment_38408" aria-labelledby="figcaption_attachment_38408" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Diego Di Niglio/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/paulo_freire_Diego_Di_Niglio-620x390.jpg"><img class="size-medium wp-image-38408" alt="Diego Di Niglio/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/paulo_freire_Diego_Di_Niglio-620x390-607x381.jpg" width="607" height="381" /></a><p class="wp-caption-text">pa(IDEIA) leva à cena as ideias do sociólogo Paulo Freire</p></div>
<p>Confira a programação completa da Mostra de Teatro Alternativo do 26º FIG:</p>
<p><strong>Segunda-feira, 25/07<br />
</strong>21h - <strong>Acontece enquanto você não quer ver<br />
</strong>Cena Off (PE)</p>
<div data-canvas-width="62.67039999999999"><strong>Terça-feira, 26/07</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">21h - 4x Hilda</div>
<div data-canvas-width="167.14560000000003">Duas Companhias (PE)</div>
<div data-canvas-width="199.916"></div>
<div data-canvas-width="17.4168"><strong>Quarta-feira, 27/7</strong></div>
<div data-canvas-width="13.87753333333333">21h - Pa(Ideia)</div>
<div data-canvas-width="131.9096">Junior Aguiar (PE)</div>
<div data-canvas-width="47.32479999999999"></div>
<div data-canvas-width="21.343999999999994"><strong>Quinta-feira, 28/7</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">21h - A Receita</div>
<div data-canvas-width="90.87759999999997">O Poste (PE)</div>
<div data-canvas-width="204.0744"></div>
<div data-canvas-width="13.629533333333331"><strong>Sexta-feira, 29/7</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">21h - Na Beira</div>
<div data-canvas-width="177.4864">Teatro de Fronteira (PE)</div>
<div data-canvas-width="204.0744"><strong>Sábado, 30/07<br />
</strong>21h - (In)Cômodos</div>
<div data-canvas-width="146.7216">Grupo 4 no Ato (PE)</div>
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