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	<title>Portal Cultura PE &#187; Teatro Apolo</title>
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		<title>Espetáculo &#8220;Trans(passar)&#8221; será encenado dentro da 3ª Mostra Teatral Rosa dos Ventres</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Mar 2023 16:31:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Evento incentivado pelo Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a 3ª Mostra Teatral Rosa dos Ventres contará com a encenação do espetáculo Trans(passar). A montagem, que integra o repertório do Coletivo de Teatro e Dança Agridoce, será apresentada no Teatro Apolo, neste sábado (25), a partir das 20h. Os ingressos custam R$ [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/TRANSPASSAR-AGRIDOCE-fotos-ANNY-STONE-e-MILTON-RAULINO.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-99940" alt="Anny Stone e Milton Raulino/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/03/TRANSPASSAR-AGRIDOCE-fotos-ANNY-STONE-e-MILTON-RAULINO-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Evento incentivado pelo Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/3a-mostra-rosa-dos-ventres-celebra-producao-artistica-de-mulheres/" target="_blank"><strong>3ª Mostra Teatral Rosa dos Ventres</strong></a> contará com a encenação do espetáculo <em>Trans(passar)</em>. A montagem, que integra o repertório do Coletivo de Teatro e Dança Agridoce, será apresentada no Teatro Apolo, neste sábado (25), a partir das 20h. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada).</p>
<p><em>Trans(passar)</em> surge da necessidade de falar sobre a vivência e a mulheridade das mulheres trans e travestis a partir de relatos, reportagens, escutas e vivências pessoais das multiartistas Aurora Jamelo e Sophia William, que levam o trabalho para a cena.</p>
<p>A peça aborda as dificuldades sociais sofridas pela população trans, entendendo que o Brasil é o país em que mais se mata pessoas trans no mundo, trazendo através de sua poeticidade alguns questionamentos como: “Quantas Dandaras foram mortas e tiveram seus sonhos roubados?”, levantando questões sobre visibilidade e representatividade trans.</p>
<p>Trata-se de um grito de socorro, um alerta urgente sobre questões sociais da vivência dos corpos trans, sobre a necessidade de se falar sobre o tema em busca de respeito, empatia e sobrevivência. Veja abaixo um trecho da montagem:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/3Mv9gntwsac" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>MOSTRA TEATRAL ROSA DOS VENTRES -</strong> O evento surgiu em 2017, com base nas peças teatrais montadas a partir das “Oficinas de Teatro para Mulheres – com vivências terapêuticas”, ministradas pela atriz e produtora cultural pernambucana Hilda Torres. A programação conta com trabalhos e produções artísticas de mulheres de todas as idades, identidades e contextos sociais. Em 2023, com o incentivo do Funcultura, as apresentações artísticas, debates e oficinas gratuitas acontecem entre os dias 1° de março e 3 de abril, no Recife, Olinda e em outras cidades da Região Metropolitana do Recife (RMR), seguindo ainda pelo Agreste e Sertão pernambucano e, de forma digital, incluindo a participação de artistas e ativistas de outros estados brasileiros e outros países. Mais informação podem ser obtidas pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/mostrarosadosventres/" target="_blank"><strong>@mostrarosadosventres</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo <em>Trans(passar)</em> - 3ª Mostra Teatral Rosa dos Ventres<br />
Quando: 25 de março de 2023 (sábado), às 20h<br />
Onde: Teatro Apolo (R. do Apolo, 121 &#8211; Bairro do Recife &#8211; Recife/PE)<br />
R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada)</p>
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		<title>Vertin encerra turnê “Pássaro só” no Teatro Apolo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 19:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro Apolo]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de ter circulado por Garanhuns, Arcoverde, Afogados da Ingazeira, Serra Talhada e Goiana, o cantor Vertin encerra a turnê “Pássaro só” com uma apresentação que acontece nesta quarta-feira (25), às 20h, no Teatro Apolo, localizado no centro do Recife. A apresentação integra a programação do Janeiro de Grandes Espetáculos 2023, e a entrada é solidária (1kg [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC3885-1-4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98571" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC3885-1-4-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a></p>
<p>Depois de ter circulado por Garanhuns, Arcoverde, Afogados da Ingazeira, Serra Talhada e Goiana, o cantor Vertin encerra a turnê “Pássaro só” com uma apresentação que acontece nesta quarta-feira (25), às 20h, no Teatro Apolo, localizado no centro do Recife. A apresentação integra a programação do Janeiro de Grandes Espetáculos 2023, e a entrada é solidária (1kg de alimento não-perecível). A circulação do show conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>“Voltar à Capital pernambucana com a apresentação do segundo álbum da carreira, lançado em 2018, é a cereja do bolo. É ainda mais gostoso por ser no Janeiro dos Grandes Espetáculos, que há 29 anos proporciona essa experiência emocionante que conecta corpo, alma e coração”, comenta Vertin.</p>
<p>No palco do Teatro Apolo, Vertin é acompanhado por Lucas Crastro (baixo) e Kell Calixto (bateria), com participação especial do artista Joaquim Izidro, além de intérprete de libras e audiodescrição. No último sábado (21), ele realizou o mesmo show no Sesc Caruaru (Teatro Rui Limeira Rosal).</p>
<p><strong>TURNÊ -</strong> Vertin iniciou a turnê do “Pássaro só” em maio de 2022, juntamente com a oficina de filosofia &#8220;Corpo, pensamento e música&#8221;. Até então, realizou apresentações em cinco cidades do interior do estado &#8211; Garanhuns, no Agreste, Arcoverde, Afogados da Ingazeira e Serra Talhada, todas no Sertão, respectivamente, e Caruaru.</p>
<p><em>“O ‘Passáro só’ voou alto e longe, percorrendo quatro macrorregiões do Estado de Pernambuco, com shows em seis municípios. Também trouxe músicas do &#8216;Filhosofia&#8217;, meu primeiro álbum, que completou dez anos de lançamento em 2022, além de mais algumas canções inéditas. Ainda tive a oportunidade de realizar oficinas de introdução ao conteúdo da disciplina &#8216;Filosofia por meio da arte, das obras de artes: música, artes visuais, cinema e teatro&#8217;”</em>, destaca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Show &#8220;Pássaro só&#8221; &#8211; Vertin<br />
Quando: 25 de janeiro de 2023 (quarta-feira), às 20h<br />
Local: Teatro Apolo-Hermilo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife &#8211; Recife/PE)<br />
Entrada: 1kg de alimento não-perecível</p>
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		<title>Com mais 90 atrações, Janeiro de Grandes Espetáculos dá início à sua 26ª edição</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jan 2020 14:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74357" aria-labelledby="figcaption_attachment_74357" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/xico-de-assis-foto-roberta-guimaraes-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-74357" alt="Roberta Guimarães/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/xico-de-assis-foto-roberta-guimaraes-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Xico de Assis apresenta seu novo show no palco do Teatro Arraial Ariano Suassuna, no dia 1º de fevereiro, a partir das 20h</p></div>
<p>Há 26 anos, o mês de janeiro é sinônimo de arte, cultura e grandes espetáculos em Pernambuco. Em 2020, o maior festival de artes cênicas e música do Estado, o Janeiro de Grandes Espetáculos (JGE) ocupa os principais teatros do Recife, de 8 de janeiro a 3 de fevereiro, com mais de 90 atrações de teatro, dança e música. A efervescente produção artística pernambucana responde pela maioria da programação. Ultrapassando as divisas do Estado, companhias/artistas da Bahia, Paraíba, São Paulo e Rio Grande do Sul foram escalados. Da China, Eslováquia e de Portugal, virão quatro espetáculos. Oito teatros da capital vão virar palco para o JGE: <strong>Arraial Ariano Suassuna</strong>, gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, <strong>Santa Isabel</strong>, <strong>Apolo</strong>, <strong>Barreto Júnior</strong>, <strong>Boa Vista</strong>, <strong>Hermilo Borba Filho</strong>, <strong>Luiz Mendonça</strong>, <strong>Marco Camarotti</strong>. O evento conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>.</p>
<p>Algumas montagens serão apresentadas nos espaços alternativos Casa Maravilhas, Manhattan Café Teatro, Sesc Casa Amarela e Espaço Fiandeiros, que também recebem oficina, exibição de documentário e palestra. Além da capital, seis cidades integram o Janeiro. Em parceria com o Sesc, os municípios de Caruaru (Teatro Rui Limeira Rosal), Garanhuns (Teatro Reinaldo de Oliveira), Goiana (Igreja Matriz de Nossa Sra. do Rosário) e Jaboatão dos Guararapes (Teatro Samuel Campelo). Camaragibe (Casarão de Maria Amazonas) e Serra Talhada (Espaço Cabras de Lampião) também abrem as cortinas para o festival.</p>
<p>A programação do Janeiro de Grandes Espetáculos, realizado pela Apacepe (Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco), está disponível no <strong><a href="http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.janeirodegrandesespetaculos.com&amp;source=gmail&amp;ust=1578144436864000&amp;usg=AFQjCNEo_EDdodDH0Q1sCZmypzZmMzlV1Q" data-saferedirectreason="2">www.<wbr />janeirodegrandesespetaculos.<wbr />com</a></strong>. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente através do site <a href="https://www.sympla.com.br/eventos?s=26%C2%B0%20Janeiro%20de%20Grandes%20Espet%C3%A1culos%202020" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a> e quiosques da Ticket Folia nos shoppings Recife, RioMar e Tacaruna – alguns eventos têm entrada franca ou bilhetes trocados por 1 kg de alimento.</p>
<p>Cinco serão os homenageados da 26ª edição. Na categoria Teatro, o ator e diretor<strong> Zé Manoel</strong>. No quesito Técnica, que retorna, será reverenciado<strong> Joca</strong>, há mais de 40 anos trabalhando no Teatro de Santa Isabel. O maestro <strong>Edson Rodrigues</strong>, Mestre-Vivo do Frevo, é o homenageado na categoria Música; a bailarina e coreógrafa <strong>Cecília Brennand</strong>, em Dança; e a <strong>Família Marinho</strong>, em Poesia.</p>
<p><b> NOVIDADES –</b> Pela primeira vez, abriu-se um edital para formar uma comissão de avaliação dos espetáculos de teatro e dança de Pernambuco. A curadoria deixou de ser feita exclusivamente pela Apacepe e foi compartilhada com o grupo formado pela produtora Danielle Valentim, atriz e arte-educadora Milena Marques, estudante de Licenciatura em Teatro Natália Gomes e pelos jornalistas Renato Contente e Talles Colatino. Também pela primeira vez, um conselho consultivo foi criado. André Filho (ator e diretor), Fátima Aguiar (atriz e produtora), Paulo de Pontes (ator) e Toni Rodrigues (produtor e diretor) juntaram-se ao presidente da Associação, Paulo de Castro, para debater temas estratégicos do JGE ao longo dos últimos meses.</p>
<p>Tem mais novidades: em 2020, o festival volta a premiar os melhores espetáculos pernambucanos que estiveram em cena. Após um hiato de dois anos, a premiação ganha nome e sobrenome: <strong>Prêmio Copergás de Teatro, Dança e Música de Pernambuco</strong>.</p>
<p><b>OS ESPETÁCULOS –</b> O Janeiro dá oportunidade ao público de assistir a estreias e montagens de sucesso. Entre as obras que serão encenadas pela primeira vez, estão “Berço Esplêndido – Uma Comédia Necropolítica” (Pedro Portugal) e “Deusas da Noite” (Real Cia de Teatro). “Duelo” ganha remontagem, 25 anos após sua estreia, com o elenco original: Pedro Henrique, Júlio Rocha, Mario Miranda, Carlos Lira, Ana Medeiros e Paulo de Castro. “As Bruxas de Salém” (Célula de Teatro), que estreou em 2019 e fez excelente temporada, e “Auto da Compadecida” (Cênicas Cia de Repertório) são destaques ao lado do projeto Trilogia Vermelha, do Coletivo Grão Comum, com três produções sobre Dom Helder Câmara, Glauber Rocha e Paulo Freire. De Portugal, desembarcam “A Estrada”, monólogo com a atriz Elsa Pinho, e “Beatriz e o Peixe-Palhaço”, uma reflexão acerca de relações sociais. Para a criançada, clássicos como “Os Três Porquinhos” e “Chapeuzinho Vermelho” e produções locais – entre elas “Haru – A Primavera do Aprendiz”, com Rapha Santacruz, “Canções, Cancionetas e Caçarolas”, da Cia 2 Em Cena, “A Batalha da Vírgula contra o Ponto Final”, da Cia Omoiós de Teatro, “O Segredo da Arca de Trancoso”, do Cênicas Cia de Repertório.</p>
<p>Música vem ganhando cada vez mais espaço, com importantes estreias, como o show dos pernambucanos Almério e Martins, e homenagens, a exemplo do lançamento do CD “Natureza Sonhadora”, tributo ao forrozeiro Accioly Neto. De fora do Estado, estarão cá a baiana Belô Velloso, o trio As Bahias e a Cozinha Mineira (SP) após apresentação no Rock In Rio, e Edu Falaschi, que virá com show acústico, revivendo a época em que integrou a banda de metal Angra. Tem ainda “Festa Eslovaco-Pernambucana”, um show de cordas com músicos da Eslováquia e do nosso Estado. Montagens de dança compõem a grade, entre elas o incrível “Ano Novo Chinês &#8211; Festa da Primavera”, cuja entrada é 1 kg de alimento. Direto da China, mistura acrobacia, artes marciais e dança. E mais: “Às Vezes eu Kahlo”, do Rio Grande do Sul, e Planta do Pé, de São Paulo.</p>
<p><strong>TEATRO ARRAIAL ARIANO SUASSUNA -</strong> Às margens do Rio Capibaribe, o equipamento cultural recebe, nesta 26ª edição, os espetáculos: <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/66" target="_blank"><strong>Mãeee&#8230; O Que É Sexo?</strong></a>, no dia 12/1 (domingo), às 18h30; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/67" target="_blank"><strong>Sonia Sinimbu Canta Mercedes Sosa</strong></a>, no dia 18/1 (sábado), às 20h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/68" target="_blank"><strong>Breu</strong></a>, no dia 19/1 (domingo), às 17h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/70" target="_blank"><strong>Cássio Sette &amp; Betto do Bandolim</strong></a>, no dia 25/1, às 19h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/71" target="_blank"><strong>Retratos de Chumbo &#8211; As Rosas Que Enfrentaram Os Canhões</strong></a>, no dia 26/1 (domingo), às 18h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/80" target="_blank"><strong>Xico de Assis em Mistérios: Encanteria e Resistência</strong></a>, no dia 1º de fevereiro (sábado), às 20h.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
26º Janeiro de Grandes Espetáculos<br />
Quando: de 8 de janeiro a 3 de fevereiro de 2020<br />
Programação completa: <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/programacao" target="_blank"><strong>www.janeirodegrandesespetaculos.com</strong></a><br />
+ Ingressos antecipados: <a href="https://www.sympla.com.br/eventos?s=26%C2%B0%20Janeiro%20de%20Grandes%20Espet%C3%A1culos%202020" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br</strong></a> e quiosques da Ticket Folia nos shoppings Recife, RioMar e Tacaruna. Nas bilheterias dos teatros/espaços, à venda duas horas antes de cada sessão.</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Alguém para fugir comigo&#8221; segue em nova temporada</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-alguem-para-fugir-comigo-segue-em-nova-temporada/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2018 17:19:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Com direção de Quiercles Santana e Analice Croccia, a peça “Alguém para fugir comigo” dá continuidade a sua quarta temporada de apresentações neste mês. O espetáculo será encenado nesta quinta-feira (20) e amanhã (21), no Teatro Apolo, e nos dias 29 e 30 de setembro, no Teatro Marco Camarotti. As apresentações acontecem sempre às 20h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63137" aria-labelledby="figcaption_attachment_63137" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Yaser Khodabandeh</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/Alguém-pra-fugir-comigo-n-3-Fotógrafo-Yaser-Khodabandeh.jpg"><img class="size-medium wp-image-63137" alt="Yaser Khodabandeh" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/09/Alguém-pra-fugir-comigo-n-3-Fotógrafo-Yaser-Khodabandeh-607x314.jpg" width="607" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo fala de desigualdade, resistências e laços afetivos</p></div>
<p>Com direção de Quiercles Santana e Analice Croccia, a peça “Alguém para fugir comigo” dá continuidade a sua quarta temporada de apresentações neste mês. O espetáculo será encenado nesta quinta-feira (20) e amanhã (21), no Teatro Apolo, e nos dias 29 e 30 de setembro, no Teatro Marco Camarotti. As apresentações acontecem sempre às 20h, exceto no domingo (30), quando começa às 18h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).</p>
<p>&#8220;<i>A obra trata daquilo que o brasileiro conhece muito bem: o áspero, o bruto e o injusto que existe no nosso cotidiano, desde as coisas mais simples. E isso vem desde a época da colonização. Seja pelo aparelho burocrático, seja pela estrutura social, econômica e cultural, acabamos naturalizando um peso que não deveríamos carregar, e sim questioná-lo. Hoje, esse fardo é ainda mais pesado pela guerra que se trava pela possessão da narrativa de nossa própria história. Muitos fatos históricos e objetivos estão perdendo força graças a um cenário onde o indivíduo não encontra condições mínimas que o permitam se desenvolver de forma crítica e autônoma. O resultado é uma grande quantidade de pessoas envoltas numa overdose de informações moldadas de acordo com valores de determinados grupos, na manutenção do poder. O espetáculo é uma tentativa de convidar o espectador para respirar fundo e observar com atenção o que ocorre consigo e com os seus, todos os dias</i>&#8220;, explica Quiercles Santana, que assina a encenação ao lado de Analice Croccia.</p>
<p>A peça mescla acontecimentos históricos e atuais a partir de três eixos: desigualdade, resistência e laços afetivos, para falar da injustiça cotidiana presente em vários grupos sociais no Brasil. O espetáculo estreou no 23° Janeiro de Grandes Espetáculos, onde levou 5 prêmios APACEPE, incluindo Melhor Espetáculo de Teatro Adulto. De janeiro de 2017 até agora já foram quatro temporadas, com participação em dois festivais internacionais, além do Trema! Festival de 2018. A obra tem classificação etária de 14 anos.</p>
<p><b>MEIA-ENTRADA E GRATUIDADE</b></p>
<p>E justamente pelo teatro ser uma força de reflexão e questionamento que o Resta 1 toma para si a responsabilidade de ampliar as chances do público conferir o espetáculo. Estudantes, professores, artistas e idosos têm direito à meia-entrada. Membros de sindicatos e movimentos sociais podem adquirir convites gratuitos sob um número limitado de vagas, mediante agendamento prévio com o coletivo.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></b><br />
<b><i>Alguém para fugir comigo</i></b></p>
<p><b>Teatro Apolo</b><br />
Quando: 20 e 21 de setembro, às 20h<br />
<b>Teatro Marco Camarotti</b><br />
Quando: 29 de setembro, às 20h, e 30 de setembro, às 18h<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)</p>
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		<title>Governo do Estado, UFPE e Prefeitura do Recife promovem ópera gratuita no Teatro Apolo</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 19:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado, por meio da Secult-PE e da Fundarpe, juntamente com a UFPE e em parceria com a Prefeitura do Recife apresentam hoje e amanhã (12 e 13 de dezembro), às 19 horas, no Teatro Apolo, a ópera “Bastião e Bastiana”, de W. A. Mozart. O espetáculo encerra a temporada 2017 de concertos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo do Estado, por meio da Secult-PE e da Fundarpe, juntamente com a UFPE e em parceria com a Prefeitura do Recife apresentam hoje e amanhã (12 e 13 de dezembro), às 19 horas, no Teatro Apolo, a ópera “Bastião e Bastiana”, de W. A. Mozart. O espetáculo encerra a temporada 2017 de concertos produzidos pela Academia de Ópera e Repertório da UFPE, juntamente com a Sinfonieta UFPE e o Laboratório de Artes Cênicas da UFPE.</p>
<p>“Esta foi a primeira temporada, tanto da Academia de Ópera quanto da Sinfonieta, e por sinal, muito produtiva com a apresentação de quatro concertos corais-sinfônicos: “Villa-Lobos 130 anos”, “Celebração da Páscoa” – com obras de Villani-Côrtes, “Pe. José Maurício 250 anos” e “Camargo Guarnieri 110 anos”, além de três óperas: “O contrato de casamento”, de Rossini, “Júlia, a B tecelã”, composta por mim especialmente para o centenário de Júlia Santiago – a primeira vereadora do Recife – e agora “Bastião e Bastiana”, de Mozart encerrando nossas atividades nesse ano. Estamos felizes, pois com este último espetáculo estamos abrindo mais um espaço para a ópera em nossa cidade que é o Teatro Apolo. Queremos também agradecer o apoio que temos recebido da Secretaria Estadual de Cultura e da Fundarpe para a realização desta temporada”, diz o maestro Wendell Kettle.</p>
<div id="attachment_47545" aria-labelledby="figcaption_attachment_47545" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/wendell.jpg"><img class="size-medium wp-image-47545" alt="Jan Ribeiro/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/wendell-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Wendell Kettle</p></div>
<p><em>Bastien und Bastienne</em> é uma das primeiras obras de Mozart que a compôs em 1768 aos 12 anos de idade, baseada na peça de Jean Jaques Rousseau, Le Devin Du Village. É um Singspiel em um ato com libreto de F. W. Weiskern, J. H. Müller e J. A. Schachtner, inspirado em M. Favarat e H. de Guerville. Bem recebida pelo público, esta pequena obra satírico-dramática impulsionou o jovem Mozart para seus trabalhos posteriores que o consagraram como um dos grandes operistas de toda a história da música.</p>
<p><strong>Sinopse:</strong><br />
A história se passa numa pequena vila de pastores. Bastienne, uma linda pastorinha, teme que seu &#8220;querido amigo&#8221; Bastien, a tenha abandonado por outro “rostinho bonito”. Desolada, ela vai para o campo afim de se consolar cuidando de seu rebanho de cordeirinhos. Surge então uma idéia: se aconselhar e pedir ajuda a Colas, o adivinho da aldeia. Bastienne quer que o mago utilize seus poderes mágicos para ajudá-la a reconquistar seu Bastien. Colas, ciente de que Bastien ama Bastienne, conforta-a dizendo que ele, Bastien, não a abandonou, em vez disso, tem apenas se distraído ultimamente com a atenção que recebe de outras donzelas. Seu conselho é agir com frieza para com Bastien; isso fará com que ele volte correndo para ela.</p>
<p>Ouve-se Bastien que se aproxima. Bastienne se esconde rapidamente para que ele não a veja. Bastien canta efusivamente, proclamando o quanto ele ama Bastienne. No entanto, Colas o informa que Bastienne tem um novo amante! Bastien fica chocado e pede ajuda ao mágico sobre o que fazer para não perder a sua amada.</p>
<p>Colas abre seu livro de feitiços e recita uma ária soletrando uma combinação absurda cheia de sílabas aleatórias e citações em Latim. Em seguida declara que o seu feitiço foi um sucesso e que Bastienne está apaixonada por ele novamente! Bastienne, no entanto, decide manter o jogo um pouco mais e rejeita Bastien com grande veemência. Bastien ameaça cometer suicídio, ao que Bastienne apenas dá de ombros. O jogo continua mais um pouco até que, finalmente, ambos decidem que foram longe o suficiente e decidem se reconciliar. Colas se junta a eles e todos juntos cantam um trio final em louvor aos “poderes” do mago e ao amor dos enamorados.</p>
<p>A Academia de Ópera e Repertório da UFPE e a Sinfonieta UFPE são projetos de extensão coordenados pelo maestro Wendell Kettle, professor de Regência do Departamento de Música e conta com a parceria do Laboratório de Artes Cênicas do Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística coordenado pela professora Rose Mary Martins.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>“Bastião e Bastiana”</strong><br />
Bastiana – Aryma Nascimento<br />
Bastião – Ericson Cavalcante / Elias Marques<br />
Colás – Anderson Rodrigues</p>
<p>Academia de Ópera e Repertório da UFPE<br />
Sinfonieta UFPE<br />
Direção Musical e Regência – Wendell Kettle<br />
Direção Cênica – Rose Mary Martins</p>
<p><strong>12 e 13 de dezembro de 2017, 19 horas</strong><br />
Teatro Apolo &#8211; Recife | Entrada gratuita. Ingressos: retirada um hora antes do início de espetáculo</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Shakesfood&#8221; estreia no Teatro Apolo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-shakesfood-estreia-no-teatro-apolo/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 19:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[Shakesfood]]></category>
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		<description><![CDATA[A proposta do espetáculo parece um pouco inusitada, &#8220;comédia teatral gastronômica&#8221;, mas Shakesfood, peça que estreia nesta sexta-feira (11), às 20h, no Teatro Apolo, utiliza a linguagem de teatro de objetos para transformar as famosas obras do renomado dramaturgo inglês William Shakespeare (1564 -1616) em pratos gastronômicos. Em cena, a dupla de atores Thiago Ambrieel [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52296" aria-labelledby="figcaption_attachment_52296" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Maciel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Shakesfood_foto_Ricardo.jpg"><img class="size-medium wp-image-52296" alt="Ricardo Maciel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Shakesfood_foto_Ricardo-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Montagem une gastronomia e clássicos de Shakespeare em cena</p></div>
<p>A proposta do espetáculo parece um pouco inusitada, &#8220;comédia teatral gastronômica&#8221;, mas <em>Shakesfood</em>, peça que estreia nesta sexta-feira (11), às 20h, no Teatro Apolo, utiliza a linguagem de teatro de objetos para transformar as famosas obras do renomado dramaturgo inglês William Shakespeare (1564 -1616) em pratos gastronômicos.</p>
<p>Em cena, a dupla de atores Thiago Ambrieel e Diógenes D. Lima utiliza utensílios de cozinha como personagens e vão preparando refeições inspiradas em tragédias shakespereanas como Hamlet e Romeu e Julieta. Com muito humor, o público é convidado a experimentar os sabores e dissabores das histórias. <em>&#8220;Shakesfood foi concebido na perspectiva do Teatro de Objetos, uma vertente do Teatro de Animação, na qual utilizamos objetos prontos no lugar de bonecos, a fim de lhes conferir novos significados. No espetáculo, a ideia é transformar o teatro num restaurante fast-food e a plateia torna-se a clientela do estabelecimento&#8221;</em>, conta D. Lima, que assina também o texto da montagem.</p>
<p>A temporada segue até o dia 20 de agosto (domingo), com apresentações nas sextas-feiras e sábados, às 20h, e domingos, às 19h. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e 20 (meia) e estão à venda na bilheteria do teatro duas horas antes do espetáculo ou através do <a href="https://www.sympla.com.br/espetaculo-teatral-shakesfood__169682" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo<em> Shakesfood</em><br />
Quando: 11 de agosto (sexta-feira), às 20h<br />
Onde: Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife)<br />
Ingressos: R$ 40 e 20 (meia-entrada) &#8211; à venda na bilheteria do teatro duas horas antes do espetáculo e pelo site <a href="https://www.sympla.com.br/espetaculo-teatral-shakesfood__169682" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a>:<br />
Classificação: 14 anos</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Seminário gratuito discute relação entre mestres e aprendizes no teatro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/seminario-gratuito-discute-relacao-entre-mestres-e-aprendizes-no-teatro/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2016 15:38:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Governo do Estado de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Renascer Produções Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Internacional de Crítica Teatral]]></category>
		<category><![CDATA[SICT]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Apolo]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o tema Teatro como encontro entre mestres e aprendizes, o Seminário Internacional de Crítica Teatral (SICT) chega com a proposta de ampliar as relações entre mestres e aprendizes na trajetória teatral. O encontro será realizado no Teatro Apolo, no Bairro do Recife, de domingo (20) até a próxima terça-feira (22). Toda a programação é gratuita. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42117" aria-labelledby="figcaption_attachment_42117" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gustavo Leão/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/joão-denys-e-elnton-bruno-siqueira-foto-gustavo-leão.jpg"><img class="size-medium wp-image-42117 " alt="Gustavo Leão/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/joão-denys-e-elnton-bruno-siqueira-foto-gustavo-leão-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O dramaturgo João Denys e Elnton bruno Siqueira participam da programação do Seminário, que traz o tema &#8216;Teatro como encontro entre mestres e aprendizes&#8217;</p></div>
<p>Com o tema <em>Teatro como encontro entre mestres e aprendizes</em>, o Seminário Internacional de Crítica Teatral (SICT) chega com a proposta de ampliar as relações entre mestres e aprendizes na trajetória teatral. O encontro será realizado no Teatro Apolo, no Bairro do Recife, de domingo (20) até a próxima terça-feira (22). Toda a programação é gratuita.</p>
<p>A Renascer Produções Culturais é a organizadora o Seminário Internacional de Crítica Teatral desde 2005, evento que reúne estudantes, profissionais e estudiosos de diferentes formações acadêmicas. A iniciativa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, e vai oferecer uma série de palestras sobre o tema, sempre das 14 às 18h.</p>
<p>Esta edição tem o objetivo de propor uma reflexão sobre as relações, já que o processo de formação no teatro, bem como suas transformações, estão nas possibilidades das trocas contínuas de conhecimento. O SICT também integra a programação do 18º Festival Recife do Teatro Nacional.</p>
<div id="attachment_42116" aria-labelledby="figcaption_attachment_42116" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Augusto Pessoa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/astier-basílio-fotografia-augusto-pessoa.jpg"><img class="size-medium wp-image-42116" alt="Augusto Pessoa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/astier-basílio-fotografia-augusto-pessoa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Astier Basílio vai participar na segunda (21) da palestra ‘A arte secreta da crítica – o exemplo de Sábato Magaldi’</p></div>
<p>Para o crítico de teatro Astier Basílio  (PB), que participa da programação, este é um tema muito pertinente, principalmente quando se pensa na posição do crítico de arte. <em>“Em relação ao teatro, é a única forma em que o sujeito que se determina a fazer isso começa sem um repertório. Vou exemplificar. Um crítico de cinema, ele dispõe de todo o repertório da sétima arte. Ele tem à disposição a cinematografia das décadas anteriores e filmes contemporâneos. Já o crítico de teatro não dispõe desse leque de informações”</em>, opina.</p>
<p>Astier Basílio  vai participar na segunda (21) da palestra <em>A arte secreta da crítica – o exemplo de Sábato Magaldi</em>, ao lado de Ivana Moura (PE). <em>“Em 2016 eu completei 10 anos de crítica teatral, e tem uma história interessante com este festival. Este foi o primeiro festival que eu cobri como crítico de arte e lembro que assisti a uma mesa com Ivana. Tem sido interessante pra mim porque estou fazendo uma reflexão sobre minha trajetória”</em>, revela.</p>
<p>De acordo com o crítico de teatro, a perspectiva do seu ofício deve ser pensada como um ato testemunhado. <em>“O crítico vai estabelecer um repertório a partir do momento que ele decide acompanhar. Por mais que ele se aparelhe do ponto de vista teórico, nada vai mudar o fato da necessidade dele estar presente”.</em></p>
<div id="attachment_42118" aria-labelledby="figcaption_attachment_42118" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/paulo-vieira-foto-Divulgação-Aldeia-SESC-Palco-Giratório.jpg"><img class="size-medium wp-image-42118" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/paulo-vieira-foto-Divulgação-Aldeia-SESC-Palco-Giratório-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O dramaturgo Paulo Vieira (PB), ao lado de João Denys, participa da palestra &#8216;A arte solitária do autor&#8217;, na segunda (21)</p></div>
<p>Para celebrar este encontro entre mestres e aprendizes, o SICT faz uma homenagem ao jornalista Luiz Maranhão Filho, que já foi aprendiz de cronista teatral no final dos anos 1940 e se tornou um mestre na arte do teatro com sua valiosa contribuição para a cena pernambucana.</p>
<p><strong>Sobre o homenageado -</strong> Luiz Maranhão Filho nasceu em 1933 e foi cronista teatral do jornal Diario de Pernambuco no final da década de 1940, ainda adolescente, assinando com suas iniciais L. M. F. a coluna “Teatro”. Jornalista, dramaturgo, compositor, produtor, radialista, advogado, escritor, pesquisador e professor da área de Comunicação Social.</p>
<p>Escreveu dezoito textos teatrais, entre eles Espanta Gato e O Capitão e o Cabra, sendo integrante da SBAT (Sociedade Brasileira de Autores Teatrais) e publicando sua dramaturgia até hoje. Possui ainda Graduação em Direito pela Faculdade de Direito de Olinda (AESO), Mestrado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP). Entre suas publicações, destacam-se Jornalismo: Primeiros Passos (2008), Falando de Rádio (2010), Três Contos de Réis (2012), Raízes do Rádio (2012) e Hoje Tem Espetáculo – Contos das Coxias (2014).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Seminário Internacional de Crítica Teatral (SICT)</em><br />
Domingo (20) a terça (22) | 14h às 18h<br />
Teatro Apolo (Rua do Apólo, 121, Bairro do Recife)<br />
Gratuito</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação do Seminário Internacional de Crítica Teatral (SICT):</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo (20)</strong></span><br />
Homenagem a Luiz Maranhão Filho, cronista teatral do Diario de Pernambuco na década de 1940, também jornalista, radialista, professor, dramaturgo e diretor teatral.</p>
<p>Palestra: Como se forma e se quebra a tradição teatral: mestres e discípulos do teatro russo<br />
Palestrante: Elena Vassina (Rússia/SP)<br />
Resumo da palestra: O objetivo desta palestra é a reflexão crítica sobre as leis dialéticas que definem a formação da tradição teatral. Trataremos do grande mestre teatral Konstantin Stanislávski e de sua relação com os discípulos Meyerhold, Vakhtángov e Mikhail Tchekhov.</p>
<p>Sobre Elena Vassina: Teatróloga e pesquisadora russa, com doutorado e pós-doutorado pelo Instituto de Pesquisa da Arte (Rússia/Moscou), finalista do prêmio Jabuti 2016, autora de múltiplos ensaios dedicados à análise dos problemas da linguagem artística do teatro do século XX, à poética do drama moderno e à história do teatro russo. Atualmente é professora da USP, nos projetos da pesquisa do Programa da Pós-Graduação em Literatura e Cultura Russa.</p>
<p>Diego Albuck (Mediador/provocador): Formado em Letras pela UFPE e Mestre em Artes Cênicas pela UFBA, é também dramaturgo, roteirista, tradutor e pesquisador nas artes cênicas e audiovisuais, com ênfase em dramaturgia, mídias e ficção científica.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda (21)</strong></span><br />
Palestra: A arte solitária do autor.  A criação dramatúrgica. Com João Denys (PE) e Paulo Vieira (PB).</p>
<p>João Denys: Dramaturgo, encenador, ator, cenógrafo, figurinista, maquiador, iluminador e programador visual, é ainda professor e pesquisador do Departamento de Teoria da Arte e Expressão Artística da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).</p>
<p>Resumo da palestra: Trata de aspectos do processo de criação dramatúrgica do dramaturgo João Denys, que questiona a solidão autoral ao expor os diálogos encetados entre o escritor teatral e os receptores, primeiros interlocutores de suas principais obras: A pedra do navio (1979); Deus danado (1993); Flores d&#8217;América (2005) e Encruzilhada Hamlet (2009). O trabalho com a memória e a pesquisa, com o testemunho e a invenção, com o texto e a intertextualidade aliado à falação pré-textual dirigida, ad nauseam, ao público (atores, técnicos, possíveis leitores, possíveis espectadores), são características basilares das obras enfocadas.</p>
<p>Paulo Vieira: Dramaturgo, diretor, ator, romancista, roteirista, professor do Curso de Teatro da UFPB</p>
<p>Resumo da palestra: Mais solitário do que o goleiro na hora do gol é o homem que escreve sobre a solidão do goleiro na hora do gol. A mística de que o escritor precisa estar em solitude para criar é algo que me parece ainda contido no espírito romântico do século XVIII, sem muita conexão com a realidade contemporânea, de carros que passam nas ruas, de vizinhos que gritam quando conversam, de alguém sofrendo de um mal da alma e que fala, briga, xinga e ri dos fantasmas, dos seus desvarios. Não, definitivamente não há &#8211; ou pouco há &#8211; o silêncio em sua casa, o lugar, o canto, o ninho do dramaturgo. Esta pode ser uma opção para alguém escrever, sobretudo se o dramaturgo de que se fala tem ambições estéticas, e que por isso mesmo necessita de ir ao mais profundo encanto do seu ser a fim de encontrar a forma, a obra, o tempo, o ritmo, a narrativa enfim, matéria do seu ofício.</p>
<p>Vinícius Vieira (Mediador/provocador): Formado em Jornalismo e Interpretação Teatral, é especialista em docência do Ensino Superior (Fafire), onde desenvolveu pesquisa sobre Teatro, Gênero e Sexualidade na Educação.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça (22)</strong> </span><br />
Tema da palestra: A arte secreta da crítica – o exemplo de Sábato Magaldi, com Ivana Moura (PE), Astier Basílio (PB) e Elton Bruno Siqueira (PE)</p>
<p>Ivana Moura (PE): jornalista, crítica de teatro, escritora e produtora cultural. Idealizadora e editora do Blog Satisfeita, Yolanda?. Mestra em Teoria da Literatura (UFPE), com especialização em Jornalismo e Crítica Cultural (UFPE). Integra a DocumentaCena – Plataforma de Crítica e a Associação Internacional de Críticos de Teatro &#8211; AICT-IACT (www.aict-iatc.org), filiada à UNESCO.</p>
<p>Resumo da palestra: A crítica segue sua função de problematizar. Distante da autoridade conferida pelos jornais, a crítica se reinventa em outros espaços. Se a atitude crítica é uma característica do estar no mundo, quando ela é escrita gera receio e instabilidade. A crítica de Sábato Magaldi adotou um modelo que supria as necessidades de uma época. E agora, quais os eixos em que a crítica se sustenta? Vamos discutir essas questões na nossa fala.</p>
<p>Astier Basílio (PB): Pernambucano de Vitória de Santo Antão, radicado na Paraíba há muitos anos. Jornalista, crítico de teatro, ficcionista, dramaturgo e poeta. Também foi editor do suplemento Correio das Artes (2010) e do suplemento cultural Augusto, do Jornal da Paraíba (2005 a 2006). Atuou como repórter, crítico de literatura e de teatro do mesmo jornal. Foi subeditor de cultura do jornal A União e colunista do seu Caderno 2.</p>
<p>Resumo da palestra: O crítico como leitor de crítica.<br />
A importância da tradição crítica como base de formação do trabalho de quem vai escrever sobre teatro.</p>
<p>Elton Bruno Siqueira (PE): Graduado, Mestrado e Doutorado em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE.</p>
<p>Resumo da palestra: Que concepções de crítica permearam a história? Com que concepções de crítica nos deparamos hoje na contemporaneidade? A comunicação que proponho focará essas e outras questões que dizem respeito ao universo da crítica cultural e, em particular, da crítica teatral. Como objeto de análise, me debruço sobre a produção crítica de Sábato Magaldi e sua contribuição para a história do teatro brasileiro moderno.</p>
<p>Isabelle Barros (PE) (Mediadora/provocadora): Formada em Comunicação Social – Jornalismo (UFPE), Mestre em Comunicação Social pela UFPE. Atriz formada pelo Curso de Interpretação Para Teatro do SESC Santo Amaro, é também diretora de teatro e repórter do Caderno Viver, do Diario de Pernambuco.</p>
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		<item>
		<title>Espetáculo baiano “Para o Menino-Bolha” em curta-temporada no Teatro Apolo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-baiano-para-o-menino-bolha-em-curta-temporada-no-teatro-apolo/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2016 15:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculo]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Para o Menino-Bolha]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Apolo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=41107</guid>
		<description><![CDATA[*Com informações da assessoria Duas crianças que não sabem fazer amigos e um dia se encontram, através de uma história. Esses e outros cativantes personagens fazem parte de Para o Menino-Bolha, peça da escritora e diretora baiana Paula Lice, voltada para crianças, que será encenada  no Teatro Apolo, nesta sexta-feira (14), às 16h, e sábado (15), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>*Com informações da assessoria</em></strong></p>
<div id="attachment_41108" aria-labelledby="figcaption_attachment_41108" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Milet Meirelles/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/ParaOMeninoBolha-JoaoMiletMeirelles-2014-16-de-novembro-de-2014-82-6.jpg"><img class="size-medium wp-image-41108" alt="João Milet Meirelles/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/ParaOMeninoBolha-JoaoMiletMeirelles-2014-16-de-novembro-de-2014-82-6-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A montagem narra o encontro de duas crianças solitárias</p></div>
<p>Duas crianças que não sabem fazer amigos e um dia se encontram, através de uma história. Esses e outros cativantes personagens fazem parte de <em>Para o Menino-Bolha</em>, peça da escritora e diretora baiana Paula Lice, voltada para crianças, que será encenada  no Teatro Apolo, nesta sexta-feira (14), às 16h, e sábado (15), às 11h e às 16h.</p>
<p>O espetáculo apresenta o encontro de amizade entre duas crianças solitárias. Uma delas é Maria da Graça – que não sabe muito bem como fazer amigos de verdade, convive com sua pequena família e conversa muito com a Girafa, seu único confidente. Já Pedro é um menino que não toma sol, não sabe andar de bicicleta e tem medo de sair de casa. Vive com a mãe e adora comer sonhos.</p>
<p>O trabalho reafirma o olhar atento da escritora e diretora Paula Lice para o público infanto-juvenil construindo histórias de forma lúdica e inteligente. Escritora, diretora, dramaturga, atriz e cineasta, ela é uma das artistas baianas de destaque da sua geração, numa trajetória que alterna linguagens e funções.</p>
<p>“Eu gosto de criar para crianças porque elas quase sempre me surpreendem. E também porque, a meu ver, elas experimentam melhor a curiosidade e a abertura, sem cansaço, ao que há por conhecer. Chego aqui com todas as histórias que li, ouvi, vi e vivi”, afirma Lice.</p>
<p><em>Para o Menino-Bolha</em> tem trilha sonora original de Ronei Jorge e João Milet Meirelles, do projeto <em>Tropical Selvagem</em>. A direção de arte é de Mayra Lins, figurinos de Rino Carvalho e o desenho de luz é assinado por Márcio Nonato.No elenco do espetáculo estão os atores Lia Lordelo, Jarbas Oliver, Felipe Benevides, Igor Epifânio, Saulo Moreira e Yoshi Aguiar.</p>
<p>O projeto é uma realização da Pequena Sala de ideias, um território de criação, produção e colaboração artística, que alinhava projetos culturais nas áreas de teatro, dança, literatura e audiovisual, idealizado pela Paula e circula através do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2015, na categoria circulação.</p>
<p><strong>Sinopse</strong><br />
O encontro de amizade entre duas crianças solitárias. Uma delas é Maria da Graça – que não sabe muito bem como fazer amigos de verdade, convive com sua pequena família e conversa muito com a Girafa, seu único confidente. Já Pedro é um menino que não toma sol, não sabe andar de bicicleta e tem medo de sair de casa. Vive com a mãe e adora comer sonhos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo <em>Para o Menino Bolha</em><br />
Quando: sexta-feira (14), às 16h (apresentação gratuita para escolas públicas e instituições), e sábado (15), às 11h e às 16h (apresentações abertas ao público)<br />
Onde: Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121 &#8211; Recife Antigo)<br />
Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)<br />
Mais informações: (81) 3355.3322</p>
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		<title>No Recife, oficina de Rabeca segue com inscrições abertas</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2016 18:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8ª Oficina de Rabeca]]></category>
		<category><![CDATA[Bairro do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Rabeca]]></category>
		<category><![CDATA[Núcleo de Formação de Rabequeiros de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Apolo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a 8ª Oficina de Rabeca oferecida pelo Núcleo de Formação de Rabequeiros de Pernambuco. As aulas, que começam no próximo sábado (6) e serão realizadas no Teatro Apolo, Bairro do Recife, têm como objetivo preservar a cultura rabequeira do estado e formar multiplicadores que difundam essa cultura. Os encontros vão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_38867" aria-labelledby="figcaption_attachment_38867" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/aula-rabeca.jpg"><img class="size-medium wp-image-38867" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/aula-rabeca-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Os encontros vão contar com o acompanhamento do professor Cláudio Rabeca, integrante do Quarteto Olinda, e serão realizados durante três meses</p></div>
<p>Estão abertas as inscrições para a 8ª Oficina de Rabeca oferecida pelo Núcleo de Formação de Rabequeiros de Pernambuco. As aulas, que começam no próximo sábado (6) e serão realizadas no Teatro Apolo, Bairro do Recife, têm como objetivo preservar a cultura rabequeira do estado e formar multiplicadores que difundam essa cultura.</p>
<p>Os encontros vão contar com o acompanhamento do professor Cláudio Rabeca, integrante do Quarteto Olinda, e serão realizados durante três meses, entre os dias 6 de agosto e 29 de outubro, sempre aos sábados e em dois horários: das 10h às 11h30, para iniciantes, e das 11h30 às 13h, para alunos que já possuam algum conhecimento sobre o instrumento.</p>
<p>De acordo com Rodrigo Fernandes, produtor do Núcleo de Formação de Rabequeiros de Pernambuco, a oficina será totalmente prática, com a proposta de estimular o desenvolvimento da sensibilidade auditiva dos alunos e permitir a independência deles enquanto músicos.<em> “Ao longo das aulas, os alunos irão aprender sobre as características das rabecas de vários lugares do Brasil, bem como os tipos de madeiras utilizadas na construção, a montagem e desmontagem do instrumento, e aprenderão também ritmos como o forró, clássico, chorinho e cavalo marinho”</em>, explica.</p>
<p>A mensalidade custa R$ 130,00, e dá direito aos alunos que não tiverem as suas rabecas utilizarem umas delas durante os encontros. No final das aulas, os alunos vão promover uma verdadeira sambada de cavalo marinho no Bairro do Recife, como forma de colocar em prática toda a vivência adquirida na oficina.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>8ª Oficina de Rabeca &#8211; Núcleo de Formação de Rabequeiros de Pernambuco</em><br />
De 6 de agosto a 29 de outubro | 10h às 11h30 (iniciantes) e 11h30 às 13h (alunos que já possuam algum conhecimento sobre o instrumento)<br />
Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife)<br />
R$ 130,00 (mensalidade)</p>
<p><em>*Com informações da assessoria</em></p>
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		<title>Coletivo Angu de Teatro encena &#8216;Ossos&#8217; no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coletivo-angu-de-teatro-encena-ossos-no-recife/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2016 19:52:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo angu]]></category>
		<category><![CDATA[marcelino freire]]></category>
		<category><![CDATA[OSSOS]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Apolo]]></category>

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		<description><![CDATA[com informações da Assessoria  Uma história de amor, exílio e morte. Ossos narra a viagem do dramaturgo Heleno de Gusmão de volta a suas lembranças e origens, a pretexto de entregar os restos mortais do seu amante aos familiares. A montagem do Coletivo Angu de Teatro borra as fronteiras entre música, dança e representação, de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37003" aria-labelledby="figcaption_attachment_37003" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Joanna Sultanum</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos.jpg"><img class="size-medium wp-image-37003" alt="Joanna Sultanum   " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foram oito meses de trabalho sobre o texto de Marcelino Freire</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>com informações da Assessoria </em></p>
<p style="text-align: left;">Uma história de amor, exílio e morte. Ossos narra a viagem do dramaturgo Heleno de Gusmão de volta a suas lembranças e origens, a pretexto de entregar os restos mortais do seu amante aos familiares. A montagem do Coletivo Angu de Teatro borra as fronteiras entre música, dança e representação, de 11 a 26 de junho, no Teatro Apolo.</p>
<p>Mediado por interferência de um coro de Urubus, os fatos são apresentados de modo não linear, embaralhando começo, meio e fim. Uma parte se desenrola num submundo paulistano, povoado por diferentes classes de retirantes nordestinos, e outra se dá na estrada que leva o escritor até Sertânia, no interior de Pernambuco.</p>
<p>É a primeira vez que o Coletivo interpreta um texto dramático. E este foi escrito por Marcelino Freire a pedidos do grupo que começou a carreira encenando o seu livro de contos Angu de Sangue. A montagem de Ossos é patrocinada pelo prêmio Myriam Muniz da FUNARTE &#8211; Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal.</p>
<p>O Coletivo Angu de Teatro, desde seu nascimento, escolheu falar diretamente para a plateia, sem muitas voltas, sobre temas emergentes, sobre questões urgentes de nossa realidade e desta vez não poderia ser diferente. Com temática LGBT, Ossos mostra sem eufemismos o lado humano e sentimental de personagens ainda estigmatizados como a travesti e o garoto de programa.</p>
<p>O caráter político e a contundência de sua crítica social são marcantes nessa montagem, que se faz mais do que necessária nos dias de hoje. O texto revela as fraturas expostas de nossa sociedade transportadas para o palco sem panfletarismo.</p>
<p>Durante os oito meses de trabalho sobre o texto, a encenação foi pensada sob a ótica do personagem central: o dramaturgo Heleno de Gusmão. Sua perspectiva, sua concepção de mundo, norteiam a dramatização da subjetividade dos eventos, como fragmentos de memória, como cenas de um sonho, como presentificação de uma vida supra real. Ele aparece em cena ora falando diretamente para o público, ora mergulhando no reviver de suas lembranças. Isso nos permite instaurar na cena distorções da realidade e valorizar o caráter simbólico de coisas e pessoas.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-37004" alt="Joanna Sultanum   " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/ossos-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Numa atmosfera de sonho e pesadelo, carregada de sombras, luz irreal, formas bizarras e distorções visuais, a peça busca alcançar o rompimento de categorias como tempo e espaço. No palco, a história dá pulos para a frente e para trás. A narrativa é fragmentada, quase como num processo cinematográfico, explorando cortes secos, sobreposições e fusões de cenas.</p>
<p>Marcelino, no próprio texto, faz muitas referencias à sétima arte. Não por outro motivo o espetáculo explora fortes traços expressionistas, remetendo ao Cinema Noir e aos Road Movies. Como afirmava Kurt Pinthus &#8211; um dos precursores do expressionismo alemão, o Teatro precisa deixar “o mundo do espírito atuar no mundo real”. O texto do autor pernambucano já traz isso como um dos componentes centrais da trama e nós destacamos ainda mais. O clima sombrio, permeado pela presença constante da morte se alterna com o humor e o colorido trazidos por personagens e situações surpreendentes.</p>
<p><strong>OSSOS<br />
</strong>De Marcelino Freire<br />
Pelo Coletivo Angu de Teatro</p>
<p>Direção: Marcondes Lima<br />
Trilha sonora original: Juliano Holanda</p>
<p>Estreia: 11 de junho, às 21h<br />
Temporada: de 11 a 26 de junho<br />
Sextas, às 20h &#8211; Sábados, às 18h e 21h &#8211; Domingos, às 19h<br />
Onde: Teatro Apolo (Rua do Apolo, 121, Bairro do Recife)</p>
<p>Ingressos: R$20,00 inteira / R$10,00 meia-entrada<br />
Informações: 81 3355-3321<br />
Classificação indicativa: 16 anos</p>
<p><strong>Ficha Técnica<br />
</strong><br />
Texto: Marcelino Freire<br />
Direção: Marcondes Lima<br />
Direção de arte, cenários e figurinos: Marcondes Lima<br />
Assistência de direção: Ceronha Pontes<br />
Elenco: André Brasileiro, Arilson Lopes, Daniel Barros, Ivo Barreto, Marcondes Lima, Robério Lucado<br />
Trilha sonora original &#8211; composição, arranjos e produção: Juliano Holanda<br />
Criação de plano de luz: Jathyles Miranda<br />
Preparação corporal: Arilson Lopes<br />
Preparação de elenco: Ceronha Pontes, Arilson Lopes<br />
Coreografia: Lilli Rocha e Paulo Henrique Ferreira<br />
Coordenação de produção: Tadeu Gondim<br />
Produção executiva: André Brasileiro, Fausto Paiva, Arquimedes Amaro, Gheuza Sena e Nínive Caldas<br />
Designer gráfico: Dani Borel<br />
Fotos divulgação: Joanna Sultanum<br />
Visagismo: Jades Sales<br />
Assessoria de imprensa: Rabixco Assessoria<br />
Técnico de som Muzak – André Oliveira<br />
Confecção de figurinos: Maria Lima<br />
Confecção de cenário e elementos de cena: Flávio Santos, Jorge Batista de Oliveira.<br />
Operador de som e luz: Fausto Paiva / Tadeu Gondim<br />
Camareira: Irani Galdino</p>
<p><strong>Sobre o Coletivo Angu de Teatro<br />
</strong><br />
O Coletivo Angu de Teatro foi criado em 2003, a partir do encontro dos atores André Brasileiro, Fábio Caio, Gheuza Sena, Hermila Guedes, Ivo Barreto e do encenador Marcondes Lima para a montagem do espetáculo Angu de Sangue. Hoje, 13 anos depois e com cinco espetáculos em repertório &#8211; Angu de Sangue, Ópera, Rasif &#8211; Mar que arrebenta, Essa febre que não passa e Ossos &#8211; o grupo já circulou por quase todo o Brasil e mantém seu trabalho continuado de pesquisa e hoje conta em sua formação além dos já citados (Com exceção de Fábio Caio, Márcia Cruz e Vavá Shon Paulino que deixaram o grupo mas não os nossos corações) com Arilson Lopes, Ceronha Pontes, Lilli Rocha, Nínive Caldas e Tadeu Gondim.</p>
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