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	<title>Portal Cultura PE &#187; teatro de quinta</title>
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		<title>Onze projetos pernambucanos concorrem ao Prêmio Brasil Criativo</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2014 20:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os projetos pernambucanos São Francisco Submerso, Infinita Primavera &#8211; Ação Sociocultural do Atelier Mutirão de Cultura, Museu do Cangaço de Serra Talhada, Bordados de Passira, Táxi Cultural, Mostra Canavial de Cinema, Lengo Tengo, Teatro de Quinta, Prodeaf Móvel, Modateca e Contos de Ifá estão concorrendo ao Prêmio Brasil Criativo, organizado em todo o país pelo Ministério [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13062" aria-labelledby="figcaption_attachment_13062" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/posts_face26.png"><img class="size-medium wp-image-13062" alt="Votação vai até o dia 10 de novembro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/posts_face26-607x455.png" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Votação vai até o dia 10 de novembro</p></div>
<p>Os projetos pernambucanos São Francisco Submerso, Infinita Primavera &#8211; Ação Sociocultural do Atelier Mutirão de Cultura, Museu do Cangaço de Serra Talhada, Bordados de Passira, Táxi Cultural, Mostra Canavial de Cinema, Lengo Tengo, Teatro de Quinta, Prodeaf Móvel, Modateca e Contos de Ifá estão concorrendo ao <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/economiacriativa/inscricoes-abertas-para-o-premio-brasil-criativo/" target="_blank">Prêmio Brasil Criativo</a></strong>, organizado em todo o país pelo Ministério da Cultura (MinC). A votação online da premiação foi aberta nesta segunda-feira (27) e vai até 10 de novembro. Para votar, acesse: <strong><a href="http://www.premiobrasilcriativo.com.br/voteagora/" target="_blank">http://www.premiobrasilcriativo.com.br/voteagora/</a></strong>.</p>
<p>Os três projetos mais votados pela internet chegam à final do prêmio, etapa em que uma comissão julgadora define os vencedores, que serão anunciados no dia 3 de dezembro, em uma cerimônia no Auditório Ibirapuera (São Paulo-SP). Os vencedores receberão um prêmio e 40 horas de capacitação em sua área.</p>
<p>Para Caio Dornelas, idealizador da Mostra Canavial de Cinema, o Brasil Criativo possibilita uma visibilidade maior às iniciativas mais afastadas dos grandes eixos do país, uma vez que contempla, sem distinção, várias cadeias produtivas da economia criativa brasileira. &#8220;No meu caso, ter o reconhecimento nacional de um prêmio tão bacana mostra que é possível produzir/exibir filmes no interior, com qualidade e reflexão. E, mais do que isso, que somos capazes de fomentar na região da Mata Norte um polo cinematográfico profícuo&#8221;, frisou.</p>
<p><strong>Economia criativa</strong><br />
O Prêmio Brasil Criativo – apresentado pelo MinC e 3M e que conta com o apoio do Catraca Livre, do Brasil Post, da youPIX, da Superinteressante e do Itaú Cultural – incentiva e destaca soluções para o desenvolvimento da economia criativa no País.</p>
<p>Moda, gastronomia, games, música, teatro, dança, circo, design, arquitetura, patrimônio, arquivos, museus, artesanato, e muitas outras atividades fazem parte de cinco campos principais que serão curados por um time de 30 especialistas.</p>
<p>Outras informações podem ser conferidas no site do prêmio: <strong><a href="http://www.premiobrasilcriativo.com.br/" target="_blank">www.premiobrasilcriativo.com.br</a></strong>. Os interessados podem votar diariamente nos projetos, que estão divididos em 22 categorias.</p>
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		<title>A experiência de fazer teatro em casa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/a-experiencia-de-fazer-teatro-em-casa/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 22:14:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cícero belmar]]></category>
		<category><![CDATA[teatro de quinta]]></category>
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		<description><![CDATA[Sala de casa. Gente sentada no chão. Gente sentada no sofá. Gente de pé. Gente apinhada pelos vãos. Esse é o cenário e a plateia que os atores Hilda Torres, Cleyton Cabral e Luciana Pontual encontraram nestas últimas quintas-feiras do mês de setembro ao encenarem os textos do jornalista e escritor Cícero Belmar, na Casa Outrora, no bairro da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Sala de casa. Gente sentada no chão. Gente sentada no sofá. Gente de pé. Gente apinhada pelos vãos. Esse é o cenário e a plateia que os atores Hilda Torres, Cleyton Cabral e Luciana Pontual encontraram nestas últimas quintas-feiras do mês de setembro ao encenarem os textos do jornalista e escritor Cícero Belmar, na Casa Outrora, no bairro da Boa Vista. Inusitada, a experiência do <em>Teatro de Quinta</em>, em transformar o espaço doméstico em espaço cênico, estabelece uma linguagem dramatúrgica mais intimista entre artista e espectador, e mostra que o &#8220;teatro feito em casa&#8221; é uma maneira eficiente/criativa de baratear os custos de uma produção.</p>
<p><em></em>Assim como o projeto<em> Teatro de Quinta</em>, vários outros grupos recifenses têm se dedicado atualmente a redescobrir novos espaços para encenar suas peças. O <em>Teatro de Fronteira</em> (liderado por Rodrigo Dourado) e o <em>Casarão Outrora</em> (casa de Jorge Clésio, que, além de um espaço cultural, funciona como um antiquário) são um deles, que veem no movimento uma oportunidade de repensar a estética e fortalecer a relação com outras linguagens artísticas, como a literatura.</p>
<p>A inciativa, embora pareça nova, já acontece há algum tempo na capital pernambucana. Segundo Alexandre Figueirôa, jornalista e professor da Unicap, esse tipo de intervenção artística na cidade remonta ao início da década de 90. &#8220;O crítico de arte e poeta Paulo Azevedo Chaves abriu os portões de sua casa na rua Amélia, nos Aflitos, para exposições de artes plásticas, lançamento de livros e montagens teatrais. Uma versão de <em>A Tempestade</em>, de Shakespeare, foi encenada lá com direção de Marco Camarotti e <em>As Criadas</em>, de Jean Genet, por William Sant&#8217;anna. No lançamento do livro Os Ritos da Perversão, de sua própria autoria, a sala da Casa Azul, como Chaves denominava seu espaço, foi palco de um recital acompanhado por uma atuação de rapazes cuja performance dialogava com os poemas da obra&#8221;, lembrou em um recente <strong><a href="http://revistaogrito.ne10.uol.com.br/page/blog/2014/05/28/teatro-em-casa-recife/" target="_blank">artigo</a></strong> para a Revista O Grito.</p>
<p>Ainda de acordo com ele, a prática surgiu nos idos anos de 1960 e 70, quando artistas e performances movimentavam seus ateliês e residências com os célebres &#8220;happenings&#8221;, e até hoje são polos de resistência cultural, principalmente, em países com governos intolerantes e de extrema opressão política. &#8220;O &#8216;teatro em casa&#8217; é um formato que, entre outras coisas, rompe com a barreira entre o público e o privado. E, ao mesmo tempo, cria algo cada vez mais evidente no teatro atual [...] que explora a proximidade entre quem interpreta e quem assiste&#8221;, disse Figueirôa.</p>
<div id="attachment_14495" aria-labelledby="figcaption_attachment_14495" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/946896_835547283145238_264632977744133664_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-14495" alt="a" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/946896_835547283145238_264632977744133664_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em casa, público pode estabelecer um contato mais direto com os atores (Foto: Ricardo Maciel/Divulgação)</p></div>
<p>Nesta quinta (2/10), às 20h, o <em>Teatro de Quinta</em> encerra a temporada com textos de Cícero Belmar. O <strong>Cultura.PE</strong> convidou Cleyton Cabral (ator da peça), Xico de Assis (espectador) e o próprio Belmar (autor) para narrarem a experiência que tiveram ao participar/assistir à encenação, na Casa Outrora. Confira:</p>
<p><strong>Cleyton Cabral &#8211; ator</strong><br />
&#8220;O primeiro contato que tive com a obra de Cícero Belmar foi em 2006, quando fui convidado para fazer a peça infantil <em>A flor e o sol,</em> de sua autoria. Foi amor à primeira vista. A partir daí, devorei os outros livros de Belmar e me apaixonei não só pelo dramaturgo, mas também pelo contista e romancista. E agora, estou eu, oito anos depois, em cartaz com os contos dele num espaço que não é o teatro. Tudo a ver. Os personagens de Belmar são tão próximos de nós que, quando a peça acontece nos cômodos de uma casa, é mais interessante exercitar essa humanidade juntinho do público, quase ao pé do ouvido&#8221;.</p>
<p><strong>Xico de Assis &#8211; cantor e relações públicas</strong><br />
&#8220;Assistir a uma peça teatral numa residência, longe do formalismo teatro/plateia, é uma experiência, no mínimo, interessante. A plateia, por ser pequena, torna-se mais atenta e participativa. As nuances dos atores, as pausas e os improvisos, tão próximo do público, são elementos que credibilizam a atuação do ator de imediato. É uma experiência muito válida&#8221;.</p>
<p><strong>Cícero Belmar &#8211; jornalista e escritor</strong><br />
&#8220;É muito curioso ver, em cena, o personagem que você escreveu para ser de um conto. Quando eu vi, movimentando-se, aquelas criaturas, interpretadas por Cleyton Cabral, Luciana Pontual e Hilda Torres foi emocionante. Claro, o que estava, ali, era uma ressignificação dos contos. Cada um dali dava sua contribuição de forma fundamental para as personagens que eu escrevi. Eu me emocionava não mais com os meus personagens, mas com a emoção dos atores ao viverem os personagens que eles se apropriaram e que agora são deles. Bonito demais!&#8221;</p>
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