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	<title>Portal Cultura PE &#187; Teatro do Oprimido</title>
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		<title>Oficinas gratuitas sobre o Teatro do Oprimido chegam ao município de Goiana</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 14:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Criado pelo dramaturgo brasileiro Augusto Boal (1931-2009) na década de 1970, o Teatro do Oprimido tem como metodologia didatica a utilização da arte como dispositivo de transformação da realidade. Acredita-se que através do fazer artístico é possível estimular a participação popular na discussão dos problemas políticos e sociais. É com este pensamento que o Núcleo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50089" aria-labelledby="figcaption_attachment_50089" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0257.jpg"><img class="size-medium wp-image-50089 " alt="Camila Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0257-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Somos todos melhores do que pensamos ser, capazes de fazer mais do que realizamos: todo ser humano é expansivo”, disse o pensador Augusto Boal sobre a técnica do Teatro do Oprimido</p></div>
<p>Criado pelo dramaturgo brasileiro Augusto Boal (1931-2009) na década de 1970, o Teatro do Oprimido tem como metodologia didatica a utilização da arte como dispositivo de transformação da realidade. Acredita-se que através do fazer artístico é possível estimular a participação popular na discussão dos problemas políticos e sociais. É com este pensamento que o Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (NEXTO) promove o projeto <strong>Descobrindo a Estética do Oprimido &#8211; Ano II</strong>, que tem levado a diversas cidades de Pernambuco oficinas de formação e capacitação gratuitas sobre a Estética do Oprimido e voltadas para profissionais de escolas públicas e graduandos que atuam no campo da pedagogia.</p>
<p>A próxima parada deste projeto será no município de Goiana, entre os dias 28 e 30 de junho, no Sesc da cidade, e as inscrições devem ser feitas através do e-mail contatonexto@gmail.com, solicitando a entrada no curso. O único requisito é que os interessados precisam ter 18 anos ou mais.</p>
<div id="attachment_50086" aria-labelledby="figcaption_attachment_50086" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0233-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-50086" alt="Camila Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0233-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O curso será ministrado pelos arte-educadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro, formados pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO-Rio) e fundadores do NEXTO</p></div>
<p><strong>Descobrindo a Estética do Oprimido &#8211; Ano II</strong> teve início em outubro de 2016 dentro da programação do II Festival Cultural Risadinha, em Camaragibe. Em 2017, já foi realizado em Recife e Limoeiro. Outras cidades ainda serão contempladas, como Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Caruaru, Garanhuns, Palmares e Tamandaré. O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, e do Fundo Nacional de Cultura – Funarte, através do Ministério da Cultura (MinC).</p>
<p>De acordo com o ator Wagner Montenegro, por tratar-se de um grande complexo de técnicas teatrais que une diversas linguagens artísticas e consciência cidadã, o método se provou uma eficiente ferramenta de democratização artística ao oferecer às pessoas o direito de fazer arte. <em>“Ele valoriza os saberes, os conhecimentos e as experiências dos indivíduos no cotidiano das comunidades em suas esferas político-sociais, fortalece a vivência coletiva, as formas de expressões artísticas das comunidades e cria, nos sujeitos, o sentimento de autoestima e pertencimento no mundo em que vivem, o que contribui para a resolução dos problemas individuais e coletivos”,</em> explica ele.</p>
<div id="attachment_50087" aria-labelledby="figcaption_attachment_50087" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0242-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-50087" alt="Camila Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_0242-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A técnica busca assegurar à população o pleno exercício dos seus direitos, de forma a garantir o acesso a fontes culturais e a apropriação dos meios de produção de cultura</p></div>
<p>O curso será ministrado pelos arte-educadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro, formados pelo Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro (CTO-Rio) e fundadores do NEXTO. Ao todo serão oferecidas 270 horas-aula de carga horária, com cada cidade recebendo um curso de 30 horas-aula. Os encontros contarão ainda com intérpretes de libras para que pessoas surdas possam ter acesso a esta formação.  <em>&#8220;A ideia é oferecer formação artística, cultural e profissional em locais que têm difícil acesso às oficinas e cursos de formação em Teatro do Oprimido&#8221;,</em> comenta Wagner Montenegro</p>
<p>A técnica da Estética do Oprimido foi escolhida porque se fundamenta na premissa de que <em>“somos todos melhores do que pensamos ser, capazes de fazer mais do que realizamos: todo ser humano é expansivo”,</em> segundo o pensador Augusto Boal. Ainda pouco explorada, o Teatro do Oprimido (TO) busca assegurar à população o pleno exercício dos seus direitos, de forma a garantir o acesso a fontes culturais e a apropriação dos meios de produção de cultura, permitindo ao cidadão comum a sua livre expressão estética e ampliação da capacidade crítica.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Descobrindo a Estética do Oprimido &#8211; Ano II</em><br />
28 a 30 de junho<br />
Sesc Goiana (centro da cidade)<br />
Gratuito | Inscrições pelo e-mail contatonexto@gmail.com<strong></strong></p>
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		<title>Bárbara Santos lança a obra &#8220;Teatro do Oprimido: Raízes e Asas&#8221; no Arraial</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 14:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[bárbara santos]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Raízes e Asas: uma teoria da práxis]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Arraial Ariano Suassuna]]></category>
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		<description><![CDATA[O Teatro Arraial Ariano Suassuna recebe nesta quinta-feira (24), a partir das 18h, o lançamento do livro Teatro do Oprimido, Raízes e Asas: uma teoria da práxis, da escritora Bárbara Santos. A obra, que marca as comemorações de aniversário do dramaturgo Augusto Boal, e celebra os 30 anos do Centro de Teatro do Oprimido (CTO), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/livro-o-teatro-do-oprimido-barbara-santos-teatro-arraial.jpg"><img class="size-medium wp-image-34889 alignright" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/livro-o-teatro-do-oprimido-barbara-santos-teatro-arraial-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a>O Teatro Arraial Ariano Suassuna recebe nesta quinta-feira (24), a partir das 18h, o lançamento do livro <em>Teatro do Oprimido, Raízes e Asas: uma teoria da práxis</em>, da escritora Bárbara Santos. A obra, que marca as comemorações de aniversário do dramaturgo Augusto Boal, e celebra os 30 anos do Centro de Teatro do Oprimido (CTO), combina teoria e prática para a análise do método do Teatro do Oprimido, conjunto de técnicas que alinha a encenação às ações sociais, e propõe uma discussão, consistente e acessível, sobre os conceitos que fundamentam o método em articulação com os avanços e desafios de sua prática.</p>
<p>Diretora artística da Rede Ma(g)dalena Internacional, além do lançamento do livro no Teatro Arraial, Bárbara Santos fará uma aula-oficina, na qual apresentará de forma prática (performática) o conceito de opressão, que é fundamental para o método do Teatro do Oprimido. Na sequência, conversará com o público sobre a história de quatro décadas do método pelo mundo. &#8220;Por se tratar de uma obra que sublinha a importância da teoria para o desenvolvimento eficiente da práxis e ratifica que a experiência prática deve ter também a função de questionar e atualizar o arcabouço teórico, proponho, durante o lançamento, uma apresentação em que o público experimente o conteúdo, envolvendo o corpo e toda a sua sensorialidade através do diálogo demonstrativo&#8221;, disse a escritora. O livro custa R$ 55, e acesso ao evento é gratuito.</p>
<p><strong>A autora</strong><br />
Bárbara Santos trabalhou duas décadas com Augusto Boal, como coordenadora geral do CTO, na concepção e desenvolvimento do Teatro e da Estética do Oprimido. Desde 2009, vive na Alemanha, onde é diretora artística do KURINGA, espaço para o Teatro do Oprimido em Berlim. Difusora do Teatro das Oprimidas, inovadora experiência estética sobre opressões enfrentadas por pessoas socializadas como mulheres, é atualmente diretora artística da Rede Ma(g)dalena Internacional.</p>
<p><strong>Teatro do Oprimido (TO)</strong><br />
O TO é uma metodologia criada pelo teatrólogo brasileiro Augusto Boal, que, por meio de jogos, exercícios e técnicas, lúdicos e acessíveis à atores e não-atores, visa a expansão das capacidades intelectuais e corporais de seus participantes e sua ativação social, sendo praticada atualmente em mais de 70 países nos cinco continentes. Através de meios estéticos com ênfase no Teatro, o TO se propõe a fomentar o diálogo plural e democrático, sobre situações de conflito, desigualdade e injustiça verdadeiramente vivenciadas pelos participantes, em busca de superá-las coletivamente.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Lançamento do livro Teatro do Oprimido, Raízes e Asas: uma teoria da práxis<br />
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (R. da Aurora, 457 &#8211; Boa Vista, Recife-PE)<br />
Quando: Quinta, 24 de março, a partir das 18h<br />
Acesso gratuito</p>
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