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	<title>Portal Cultura PE &#187; teatro Guararapes</title>
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		<title>Coquetel Molotov ocupa o Teatro Guararapes</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2021 21:39:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após dois anos sem edições presenciais, o Festival No Ar Coquetel Molotov retorna ao Teatro Guararapes em sua 18ª edição. O festival traz shows inéditos do baiano Mateus Aleluia, da mineira Marina Sena, dos goianos do Boogarins com a paulista Céu, e de artistas locais como Luana Flores feat. Jessica Caitano, Mulungu feat. Pierre Tenório, Lia de Itamaracá, Luiz Lins e Romero Ferro. No Ar Coquetel Molotov, um dos maiores festivais de música do país, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52109" aria-labelledby="figcaption_attachment_52109" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/14567243679_58ae7d4ba9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52109" alt="Renata Pires/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/14567243679_58ae7d4ba9_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco e rainha da ciranda, é uma das atrações do evento</p></div>
<p>Após dois anos sem edições presenciais, o Festival No Ar Coquetel Molotov retorna ao Teatro Guararapes em sua 18ª edição. O festival traz shows inéditos do baiano Mateus Aleluia, da mineira Marina Sena, dos goianos do Boogarins com a paulista Céu, e de artistas locais como Luana Flores feat. Jessica Caitano, Mulungu feat. Pierre Tenório, Lia de Itamaracá, Luiz Lins e Romero Ferro. No Ar Coquetel Molotov, um dos maiores festivais de música do país, prepara uma edição memorável nos dias 13 e 14 de novembro (sábado e domingo). Os ingressos do segundo lote, para os dois dias de No Ar, R$80 (meia-entrada), R$100 (entrada social) e R$160 (entrada inteira). Disponíveis no site <strong><a href="https://www.sympla.com.br/festival-no-ar-coquetel-molotov---18-edicao__1390893" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.sympla.com.br/festival-no-ar-coquetel-molotov---18-edicao__1390893&amp;source=gmail&amp;ust=1636145586841000&amp;usg=AFQjCNEKqV1xfJku_6sH6lFjnx4sYyzMzw">Sympla</a></strong>.</p>
<p>Com patrocínio da Devassa, apoio do ASA &#8211; Arte Sônica Amplificada, British Council, Oi Futuro, Pitú, CEPE e Fundarpe/Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco, a próxima edição do Coquetel Molotov seguirá rigorosamente as determinações dos órgãos sanitários do estado. Para entrar no festival, será exigido a apresentação do comprovante de vacinação com as duas doses completas, dose única, ou primeira dose + exame RT PCR Negativo nas últimas 48h ou antígeno nas últimas 24h. Também será obrigatório o uso de máscaras durante todo evento, não sendo permitido o consumo de comida e/ou bebida na área interna do teatro.</p>
<p>Como de costume, o Coquetel promete experiências únicas para sua plateia e também contará com Praça de Alimentação, bar exclusivo da Devassa e a Feira No Ar, que terá assinatura e curadoria da feira Na Laje. <em>&#8220;Esse ano além de voltar às origens do Coquetel Molotov no Teatro Guararapes, vamos também ter uma área externa com toda a experiência que o Festival tem trabalhado nos últimos anos. A Feira Criativa será realizada em parceria com a Na Laje, contando com área de alimentação, bar e ativações de marcas. Vai dar pra curtir muito, com segurança e responsabilidade”</em>, pontua Júlia Izidoro, coordenadora geral do festival.</p>
<p><strong>Coquetel Molotov Negócios - </strong>Outro ponto alto do evento é o Coquetel Molotov Negócios que tem foco na profissionalização da cadeia artística e musical. Com curadoria de Juli Baldi, do Bananas Music Branding, essa parte Business do evento é completamente gratuita e acontece no formato online para todo o Brasil, com palestras e oficinas, entre os dias 16 e 19 de novembro, sendo voltado a artistas empreendedores e representantes de empresas da área cultural. Entre os participantes do evento estão Luiz Lins, Thiago Albuquerque (Groover), Melina Hickson (Porto Musical), Fernanda Martucci (Let&#8217;s Gig), Luiza Lian, Francine Ramos (Assessoria), Talles Lopes (SOM / Midia Ninja), Flavio Saturino (Popline), Du Panozzo (Buzz.co), Ju Castro, Eduardo Magalhães (Dr. Saúde), Guilherme Netto, Ciça Pereira, Nat Costa (Youpix), TikTok, Mauricio Spinelli (Rabixco), Rafael Farah (Balaclava) e Pamella Renha (Olga Music). Nesta ocasião, 45 artistas pernambucanos ainda serão selecionados para participar de pitchings diante de 20 compradores de todo o Brasil. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no endereço: <strong><a href="http://bit.ly/cmnegocios2021" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/cmnegocios2021&amp;source=gmail&amp;ust=1636145586841000&amp;usg=AFQjCNFRW9nFlnPXv-Lcr5UDcCMYjVzV7A">bit.ly/cmnegocios2021</a></strong>.</p>
<p><strong>Festival da Juventude - </strong>Em sua programação, o Coquetel Molotov também faz parte do 4° Festival da Juventude, que é palco para as mais variadas manifestações artísticas, culturais e políticas na cidade. Realizado em parceria com a Prefeitura do Recife, o evento acontece no dia 12 de novembro, a partir das 18h, com entrada gratuita, no Teatro do Parque. Entre as atrações confirmadas, estão: Bione, Rayssa Dias, UANA, Lucas dos Prazeres e Bione.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>OS ARTISTAS</strong></span></p>
<p><strong>Mateus Aleluia</strong>, verdadeiro mestre musical da africanidade baiana é dono de um timbre inigualável de fazer tremer o corpo de quem o escuta. O cantor, compositor e pesquisador da ancestralidade musical pan-africana iniciou sua carreira em sua cidade natal, no Recôncavo Baiano e junto com Dadinho foi idealizados do grupo Os Tincoãs, primeiro grupo vocal a expressar, na história da MPB, a herança cultural de diferentes povos africanos.</p>
<p><strong>Marina Sena</strong>, um dos grandes nomes que despontam na cena musical brasileira, é uma cantora, compositora, performer envolvente, a cantora interage com múltiplas cenas como pop, mpb, samba, reggae, dancehall. O álbum “De Primeira”, de Marina Sena lançado neste ano, é o seu debut e rapidamente virou um dos álbuns mais aclamados de 2021.</p>
<p><strong>Mulungu </strong>é uma banda que nasceu a partir das inquietudes musicais de Jáder, Guilherme Assis e Ian Medeiros – colegas de palcos e estúdios devido às bandas Mahmed, Projeto Sal e Barro. Experimentando sonoridades desde 2018, a banda vem recebendo críticas da mídia especializada e se preparando para o retorno aos palcos para apresentar seu show &#8220;O que há lá&#8221;. Com disco lançado em maio de 2021, a Mulungu traz um portal sensorial, composto por sentimentos tão comuns a nós durante momentos pandêmicos. O grupo se apresenta ao lado de Pierre Tenório, cantor, compositor, poeta e performer, que nasceu em Belo Jardim, onde vive e realiza sua pesquisa e obra artística. Na música, transita por diversos gêneros, permitindo-se embarcar em diferentes experiências sonoras, poéticas e audiovisuais. Como poeta utiliza desde suportes virtuais até formas artesanais de publicar sua produção.</p>
<p><strong>Luiz Lins</strong> tem raízes na zona da mata de Pernambuco, mais precisamente na cidade de Nazaré da Mata, Luiz Lins é um dos principais nomes da música em Pernambuco e desde sua estreia em 2016 vem somando milhões de ouvintes por todo o mundo. Sua musicalidade chama atenção por flertar com inúmeros estilos diversos que não permitem definir LL como artista de gênero musical específico, sua sonoridade bebe de influências do hip-hop como o rap e R&amp;B e passeiam por estilos diversos como mpb, soul, jazz, funk e o brega pernambucano.</p>
<p><strong>Lia de Itamaracá</strong>, rainha da ciranda pernambucana apresenta sua tradicional ciranda de ritmos, onde traz o clássico da ciranda, do coco e maracatu, com peças dos compositores Dorival Caymmi, Capiba e Chico César. Lia também convida Luciene Loyce, Viola Luz e Lucas dos Prazeres, para louvar as Yabás e apresentar seu novo trabalho musical, “Mar de Fogo”.</p>
<p><strong>Boogarins </strong>é uma das mais aclamadas bandas do indie brasileiro. Formada por Benke Ferraz, Dinho Almeida, Raphael Vaz e Ynaiã Benthroldo, os goianos prometem mais uma troca musical potente com o público do Molotov. O grupo lançou recentemente o disco &#8220;Manchaca Vol. 1&#8243; com sobras de estúdio e materiais que incluem misturas sonoras e gravações feitas pelo celular. Prestes a chegar a 10 anos de estrada, a banda ganhou muitos fãs ao redor do mundo, além do amor da crítica musical, tendo recebido premiações em publicações internacionais e convites para shows em diversos países. A banda divide palco com a cantora Céu, que é dona de uma das vozes mais sublimes do país, tem uma música que abrange influências como samba, hip hop, afrobeat, jazz e R&amp;B. Filha do maestro e compositor Edgard Poças, Céu começou a dedicar-se à música aos 15 anos de idade, quando começou a estudar música, mais precisamente violão. Esta será a segunda vez que a artista sobe no palco do Festival Coquetel Molotov.</p>
<p><strong>Romero Ferro </strong>se destaca pela voz marcante e por composições autorais que retratam, de maneira particular, o cotidiano da humanidade. Com forte acento sonoro de um pop bem elaborado, o pernambucano se apresenta pela segunda vez em uma edição presencial, do Molotov.</p>
<p><strong>Luana Flores </strong>é cantora, coquista, percussionista, beatmaker e DJ. Lançou recentemente o álbum “Nordeste Futurista” recheado de referências nordestinas e uma característica marcante em seus trabalhos que é unir o popular às novas tecnologias. Luana recebe em seu show, a multifacetada Jessica Caitano, cantora, compositora, rapper, poetisa, declamadora e ativista que faz parte do trio de eletrococo moderno Radiola Serra Alta e que coordena o grupo de dança e batuque Cambindas de Triunfo.</p>
<p><strong>Sobre o evento - </strong>Mais que um festival, o No Ar é uma plataforma de expressão que envolve igualdade de gênero, discussões sobre o mercado musical e shows, que fortalece suas ativações com importantes parcerias, a exemplo da<i> </i>Women Friendly &#8211; Empresa Amiga da Mulher e Keychange, iniciativa internacional pioneira, que estimula o equilíbrio de gênero na programação dos festivais e encoraja as mulheres a transformarem o futuro da música.</p>
<p>O Coquetel Molotov também faz parte da Abrafin - Associação Brasileira de Festivais Independentes, que surgiu para dialogar com o poder público e trabalhar em favor do segmento da música. A Abrafin reúne mais de 100 festivais pelo país e também ajudou a articular apoio à votação da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc no Congresso Nacional.</p>
<p><strong>No Ar Coquetel Molotov</strong><br />
<strong> TEATRO GUARARAPES</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>13/11/2021 &#8211; SÁBADO</strong></span><br />
Abertura dos portões: 16h<br />
18h: Boogarins (GO) com part. Céu (SP)<br />
19h20: Mateus Aleluia (BA)<br />
20h30: Luana Flores (PB) com part. Jessica Caitano (PE)<br />
21h30: Lia de Itamaracá (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>14/11/2021 &#8211; DOMINGO</strong></span><br />
Abertura dos portões: 16h<br />
18h: Mulungu (PE) com part. Pierre Tenório (PE)<br />
19h: Luiz Lins (PE)<br />
20h40: Romero Ferro (PE) com part. Mum-Ha<br />
21h: Marina Sena (MG)</p>
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		<title>Teatros do Centro de Convenções de Pernambuco retornam as atividades nesta quinta-feira (1°)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/teatros-do-centro-de-convencoes-de-pernambuco-retornam-as-atividades-nesta-quinta-feira-1/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 21:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a liberação dos teatros e cinemas nos municípios que estão na etapa 9 do Plano de Convivência das Atividades Econômicas com a Covid-19 pelo Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus, a Secretária de Turismo e Lazer de Pernambuco e Empetur anunciam o retorno das atividades dos teatros do Centro de Convenções nesta quinta-feira, 1° de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78890" aria-labelledby="figcaption_attachment_78890" class="wp-caption img-width-512 alignright" style="width: 512px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/teatro-guararapes.jpg"><img class="size-full wp-image-78890 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/09/teatro-guararapes.jpg" width="512" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Serão disponibilizadas para os produtores o Guararapes, Brum e Ribeira. Apenas o Teatro Beberibe, que está passando por uma pequena reforma no palco, segue fechado</p></div>
<p>Com a liberação dos teatros e cinemas nos municípios que estão na etapa 9 do Plano de Convivência das Atividades Econômicas com a Covid-19 pelo Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus, a Secretária de Turismo e Lazer de Pernambuco e Empetur anunciam o retorno das atividades dos teatros do Centro de Convenções nesta quinta-feira, 1° de outubro. Das quatro casas de espetáculo que compõem o complexo de eventos, serão disponibilizadas para os produtores o Guararapes, Brum e Ribeira. Apenas o Teatro Beberibe, que está passando por uma pequena reforma no palco, segue fechado.</p>
<p><em>“Comemoramos mais um avanço no Plano de Convivência com a Covid-19, no que diz respeito à reabertura dos teatros. Foram quase seis meses fechados, sem eventos para o público. Estamos finalizando hoje os últimos ajustes na sinalização dos espaços e retornaremos as atividades no dia 1° de outubro, seguindo todo o protocolo previsto pelo Governo, que busca preservar a saúde dos funcionários, produtores e do público”</em>, comenta o secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco, Rodrigo Novaes.</p>
<p>Os teatros do Cecon poderão funcionar com até 100 pessoas ou 30% da capacidade de lugares, o que indicar o menor número de pessoas. Não será permitido consumir alimentos ou bebidas, nem a retirada a máscara dentro do espaço. Outras recomendações são: disponibilização de totens com álcool em gel; distanciamento de 1,5m entre o público em todas as áreas do equipamento e entre cada cadeira ocupada, deverá haver duas poltronas livres (plateias menores, intercalam uma cadeira ocupada e outra vazia).</p>
<p>A higienização das poltronas e da sala será reforçada e haverá ainda a separação de portas de acesso (entrada e saída). A vendas de ingressos será presencial ou pela internet. <em>“A agenda dos espaços foram novamente abertas para 2020. Já tínhamos algumas datas reservadas para eventos em dezembro e com essa nova etapa do plano de convivência acreditamos que haverá uma procura pelos teatros, mas ainda tímida. Imaginamos que os teatros menores serão mais demandados. Para 2021 já temos em pauta 97 eventos”</em>, explica o presidente da Empetur, Antonio Neves Baptista.</p>
<p>Para informações ou reservas de datas no equipamento o interessado pode falar pelo telefone<strong> (81) 3182-8252</strong> ou pelo e-mail: <strong>comercial@empetur.pe.gov.br</strong>.</p>
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		<title>Cia. de Dança Deborah Colker encena &#8220;Nó&#8221; no Teatro Guararapes</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 22:15:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Enquanto seu mais recente espetáculo, Cão Sem Plumas (2017), viaja pelo Brasil e pelo mundo, Deborah Colker revisita uma coreografia lançada em 2005, na Alemanha, e que não remontava desde 2012, até sua reestreia o ano passado, em Minas Gerais e São Paulo: &#8220;Nó&#8221;. O balé, que será apresentado no próximo dia 19/7 (sexta-feira), às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69857" aria-labelledby="figcaption_attachment_69857" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/espetáculo-nó-cia-deborah-colker.jpg"><img class="size-medium wp-image-69857" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/espetáculo-nó-cia-deborah-colker-607x330.jpg" width="607" height="330" /></a><p class="wp-caption-text">O balé de 2005 foi remontado neste ano pela companhia</p></div>
<p>Enquanto seu mais recente espetáculo, Cão Sem Plumas (2017), viaja pelo Brasil e pelo mundo, Deborah Colker revisita uma coreografia lançada em 2005, na Alemanha, e que não remontava desde 2012, até sua reestreia o ano passado, em Minas Gerais e São Paulo: &#8220;Nó&#8221;. O balé, que será apresentado no próximo dia 19/7 (sexta-feira), às 21h, no Teatro Guararapes, é um marco na trajetória de Deborah. Foi quando ela “virou a esquina”, como diz. Interrompeu sua premiada investigação sobre movimento e espaço – que resultou em &#8220;Velox&#8221; (1995), &#8220;Rota&#8221; (1997) e &#8220;Casa&#8221; (1999) e &#8220;4 por 4&#8243; (2002) – para mergulhar naquilo que vê como “a tragédia e a complexidade dos impulsos humanos”. O tema de &#8220;Nó&#8221; é o desejo.</p>
<p>&#8220;Cão Sem Plumas me dilacerou, me esvaziou. Senti a necessidade de voltar ao &#8220;Nó&#8221;, rever o lugar onde minhas perguntas e angústias começaram a mudar. Eu tinha certeza de que não havia feito tudo o que precisava com &#8220;Nó&#8221;, explica.</p>
<p>A coreografia de &#8220;Cão Sem Plumas&#8221;, baseada em poema de João Cabral de Melo Neto e executada por bailarinos cobertos de lama, valeu a Deborah o prêmio Benois de la Danse, tido como o Oscar da dança. &#8220;Nó&#8221; volta completamente transformado. Há mudanças cenográficas, a trilha sonora ganha mais temas compostos por Berna Ceppas, e a música “Carne e Osso”, da banda Picassos Falsos, embala um duo romântico. As modificações que Deborah realizou na coreografia são frutos de seu amadurecimento nos últimos 13 anos.</p>
<p>“O corpo é o lugar do desejo. E o corpo erotiza quando dança. Nó tem essa liberdade, mas só agora, 13 anos depois da estreia, é que me sinto mais segura para tratar disso”, diz. O primeiro ato começa com uma árvore no centro do palco. São 120 cordas, representando laços afetivos. Os bailarinos as soltam aos poucos, até que se assemelhem a uma floresta. Eles se valem de técnicas como a bondage (uso de cordas para controle da dor e do prazer). “No primeiro duo, o homem amarra a mulher por escolha dela. Dominação e submissão estão presentes na consciência plena de ambos. Não há liberdade sem dor, não há prazer sem consciência”, afirma Deborah, que tem o irmão, Flavio Colker, na codireção.</p>
<p>No segundo ato, a companhia dança dentro e em torno de uma grande caixa transparente criada por Gringo Cardia, diretor de cenografia. Se as cordas apontam para a natureza, a caixa evoca o mundo urbano. “O desejo e os enigmas começam no corpo e saltam para fora da forma que conseguem”, diz Deborah.</p>
<p>Na trilha sonora da primeira parte, além de criações de Berna Ceppas e Kassin, há trechos de Ravel e Alice Coltrane. Na segunda estão preciosidades como “My One and Only Love”, com Chet Baker; “Coisa nº 9”, de Moacir Santos; e “Preciso Aprender a Ser Só”, de Marcos Valle e Paulo Sergio Valle, na voz de Elizeth Cardoso.</p>
<p>Os figurinos, que transmitem erotismo e também delicadeza, são do estilista Alexandre Herchcovitch. A iluminação é de Jorginho de Carvalho, parceiro de longa data de Deborah. A direção de produção é de João Elias, fundador da companhia.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Espetáculo &#8220;Nó&#8221; -  Cia. de Dança Deborah Colker<br />
Quando: 19/7 (sexta-feira), às 21h<br />
Onde: Teatro Guararapes (Centro de Convenções de Pernambuco, Av. Prof. Andrade Bezerra, S/N &#8211; Salgadinho, Olinda – PE)<br />
Ingressos: Plateia &#8211; R$ 140 (inteira) e R$ 70 (meia-entrada | Mezanino &#8211; R$ 75 (inteira) e R$ 37,50 (meia)</p>
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		<title>João Falcão traz sua versão da &#8220;Ópera do Malandro&#8221; para o Teatro Guararapes</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/joao-falcao-traz-sua-versao-da-opera-do-malandro-para-o-teatro-guararapes/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2015 16:03:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de ter passado por várias cidades brasileira, Recife recebe sábado (24), em duas únicas apresentações, a encenação do musical Ópera do Malandro. Dirigido pelo diretor pernambucano João Falcão, o espetáculo, concebido em 1978 por Chico Buarque, é um grande clássico do teatro musical brasileiro. Inspirada na Ópera do Mendigo (1974), de John Gay, e na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31047" aria-labelledby="figcaption_attachment_31047" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cláudio Martins/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/operadomalandro-foto-claudio-martins.jpg"><img class="size-medium wp-image-31047" alt="Cláudio Martins/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/operadomalandro-foto-claudio-martins-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo traz como peculiaridade um elenco composto majoritariamente masculino e apenas uma única mulher em cena</p></div>
<p>Depois de ter passado por várias cidades brasileira, Recife recebe sábado (24), em duas únicas apresentações, a encenação do musical <em>Ópera do Malandro</em>. Dirigido pelo diretor pernambucano João Falcão, o espetáculo, concebido em 1978 por Chico Buarque, é um grande clássico do teatro musical brasileiro. Inspirada na <em>Ópera do Mendigo</em> (1974), de John Gay, e na <em>Ópera dos Três Vinténs</em> (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill, a montagem se passa na Lapa dos anos 1940 e gira em torno da rixa entre o contrabandista Max Overseas e o dono de uma rede de cabarés e bordeis, Duran. Max se casa com Teresinha, filha de Duran, e este exige sua cabeça, revelando uma rede de podres entrelaçados na sociedade carioca.</p>
<p>Para esta nova versão, João pinçou músicas do espetáculo original e também do álbum <em>Malandro</em>, de Chico, e do filme homônimo, dirigido por Ruy Guerra, em 1985. No roteiro, as clássicas <em>Folhetim</em>, <em>Teresinha</em>, <em>O Meu Amor</em>, <em>Geni e o Zepelim</em> e <em>Pedaço de Mim</em> se misturam a canções menos conhecidas do cancioneiro buarqueano, como <em>Sentimental</em>, <em>Hino da Repressão</em> e <em>Uma Canção Desnaturada</em>.</p>
<p>Ainda que bastante fiel ao texto, a concepção de João para o musical é original, ao convocar homens para todas as personagens femininas da peça. Já Larissa Luz, única mulher do elenco, dá vida a João Alegre, uma espécie de narrador e comentarista da trama. &#8220;Colocar atores para interpretar mulheres vem ao encontro de uma tradição teatral secular e também com uma antiga pesquisa minha&#8221;, explica João, responsável por ‘inverter os gêneros’ em outros trabalhos, como a série <em>Sexo Frágil</em> (TV Globo) e em peças como <em>Mamãe Não Pode Saber</em> e <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fig2015/25o-festival-de-inverno-de-garanhuns-artes-cenicas/" target="_blank"><strong><em>Gonzagão &#8211; A Lenda</em></strong></a>, que foi encenado neste ano em Garanhuns, durante o Festival de Inverno.</p>
<p>“Os malandros estão em toda parte. Malandragem para mim é esperteza, inteligência. É você trazer humor para a vida para enfrentar as agruras e obrigações de forma mais leve”, define ele. “O Max é um sujeito meio inconsequente. É um vilão, mas as pessoas acabam gostando dele”, diz João.</p>
<p>Confira, no vídeo abaixo, um trecho do espetáculo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yWHPyhAGbDs" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Ópera do Malandro, direção de João Falcão<br />
Quando: 24 de outubro, às 17h e às 21h<br />
Onde: Teatro Guararapes &#8211; Centro de Convenções de Pernambuco, Complexo de Salgadinho, s/n, Olinda<br />
Quanto: R$ 160 (inteira) e R$ 80 para a plateia e R$ 140 (inteira) e R$ 70 para o balcão.<br />
Classificação: 14 anos<br />
Informações: (81) 3182-8020</p>
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		<title>Deborah Colker encena &#8220;Belle&#8221; no Teatro Guararapes</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2015 14:19:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[belle]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
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		<description><![CDATA[Livremente inspirada no romance Belle de Jour, do escritor franco-argentino Joseph Kessel, Deborah Colker e sua companhia apresentam neste sábado (28), às 21h, e domingo (29), às 19h, o espetáculo Belle, no Teatro Guararapes. Nesta coreografia, Colker navega pelos instintos e forças que compõem esta obra da literatura mundial, apresentando imagens surpreendentes, plenas de sensualidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22933" aria-labelledby="figcaption_attachment_22933" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flávio Colker/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/belle-deborah-colker.jpg"><img class="size-medium wp-image-22933" alt="Flávio Colker/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/belle-deborah-colker-607x369.jpg" width="607" height="369" /></a><p class="wp-caption-text">Montagem é baseada no romance &#8216;Belle de Jour&#8217;, de Joseph Kessel</p></div>
<p>Livremente inspirada no romance <em>Belle de Jour</em>, do escritor franco-argentino Joseph Kessel, Deborah Colker e sua companhia apresentam neste sábado (28), às 21h, e domingo (29), às 19h, o espetáculo <em>Belle</em>, no Teatro Guararapes.</p>
<p>Nesta coreografia, Colker navega pelos instintos e forças que compõem esta obra da literatura mundial, apresentando imagens surpreendentes, plenas de sensualidade e desviando-se das convenções da narrativa.</p>
<p>O primeiro ato da apresentação parte da insatisfação no casamento, vivido pela protagonista Séverine. Já o segundo, se passa em um bordel, onde dançarinas substituem as sapatilhas pelos sapatos de salto alto.</p>
<p>Com fortes doses de sensualidade, Belle traz aos palcos as questões inerentes ao ser humano, contornadas pelo desejo, amor e paixão. A personagem Séverine é vivida por bailarinas diferentes, para simbolizar a dicotomia entre as personalidades da mesma mulher. Belle é a libertação e plenitude do desejo contido na protagonista.</p>
<p>A trilha sonora é marcante e foge ao clássico, composta por músicas eletrônicas de Berna Ceppa, Miles Davis e Velvet Underground.</p>
<p><strong>Deborah Colker</strong><br />
A artista foi a primeira mulher a dirigir um show da companhia canadense Cirque du Soleil, chamado <em>Ovo</em>. Considerada uma das principais artistas brasileiras contemporânea, tem mais de 20 anos de carreira e já produziu onze espetáculos, dentre os quais, <em>Vulcão</em>, <em>Velox</em>, <em>Mix</em>, <em>Rota</em>, e <em>Tatyane</em>. Atualmente, Colker está em processo de remontagem do espetáculo <em>Nó</em>, com o Ballet de l’OpéraNational du Rhin, na França.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Belle &#8211; Cia. de Dança Deborah Colker<br />
Quando: sábado (28), às 21h; domingo, às 19h.<br />
Onde: Teatro Guararapes (Centro de Convenções), localizado Avenida Professor Andrade Bezerra, S/N &#8211; Salgadinho, Olinda.<br />
Ingressos: balcão, R$ 70 e R$ 35 (meia); plateia, R$ 80 e R$ 40 (meia).<br />
Informações: 3182-8020</p>
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