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	<title>Portal Cultura PE &#187; Teatro Luiz Souto Dourado</title>
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		<title>Cabaret Brecht arranca aplausos entusiasmados durante o FIG 2017</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Jul 2017 19:15:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque Um piano, duas estantes de partitura, dois cabides, um banco de praça, uma lua de papel, luzes e vários rascunhos amassados espalhados pelo chão. O cenário de Cabaret Brecht, canções de Kurt Weill e Bertolt Brecht, convidou o público do Teatro Luiz Souto Dourado a imergir num universo de arte, beleza e verdade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;">Por Clara Albuquerque</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Um piano, duas estantes de partitura, dois cabides, um banco de praça, uma lua de papel, luzes e vários rascunhos amassados espalhados pelo chão. O cenário de Cabaret Brecht, canções de Kurt Weill e Bertolt Brecht, convidou o público do Teatro Luiz Souto Dourado a imergir num universo de arte, beleza e verdade poética. Estrelado pela atriz, pianista e cantora Cida Moreira, o espetáculo, apresentado na tarde do último sábado (22), contou com as especialíssimas participações da atriz Maeve Jinkings e do ator Arilson Lopes.</p>
<div id="attachment_51256" aria-labelledby="figcaption_attachment_51256" class="wp-caption img-width-357 aligncenter" style="width: 357px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/CABARET-BRECHT.jpg"><img class="size-medium wp-image-51256" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/CABARET-BRECHT-357x486.jpg" width="357" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Moreira interpreta, em voz e piano, canções de Bertolt Brecht e Kurt Weill</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">Cida Moreira, que já havia encantado o público durante o Tributo a Belchior na última sexta (21), apresentava ali outra personagem. Entrou e acendeu o seu charuto, acomodou-se perto do piano e, com sua postura altiva, deu som ao instrumento. Num clima intimista com a plateia (logo de início ela arrancou gargalhadas), realizou a entrada dos outros dois atores com a dança de seus dedos.</p>
<p dir="ltr">O espetáculo nos remete ao clima dos cabarés alemães dos anos 1920 e as canções oscilam entre o erudito e o popular. A mensagem é forte, social e contemporânea. <em>“Passá-la é a minha obrigação como artista. Faço isso há quarenta anos. Adorei a apresentação de hoje, foi empolgante”,</em> explica Cida Moreira. Maeve e Arilson abrilhantaram e reforçaram as letras, carregadas de dor e de provocações sociais, recitando poemas de Bertolt que intercalaram a atuação acústica de Cida no piano. <em>“É muito atual tudo o que ele escreveu. Estamos vivendo um momento de alerta e a indignação dos textos dele se faz necessária”,</em> opina Arilson. <em>“Eu queria agradecer o Bertolt Brecht por estar, aqui, hoje, através desses poemas. Nada mais precisava ser dito porque ele já disse tudo. Nós estamos vivendo um tempo de entorpecimento com tantos retrocessos em um tempo tão curto”,</em> declarou a atriz.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O repertório foi escrito pelo dramaturgo e poeta alemão Bertolt Brecht em parceria com o compositor Kurt Weill. Os dois trabalharam juntos, na primeira metade do século XX, na produção e criação de óperas e musicais, como Aufstieg und Fall der Stadt Mahagonny (Ascensão e Queda da Cidade de Mahagonny), Die Dreigroschenoper (A Ópera dos Três Vintens) e Die sieben Todsünden (Os Sete Pecados Mortais).</p>
<div id="attachment_51257" aria-labelledby="figcaption_attachment_51257" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/CABARET-BRECHT-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51257" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/CABARET-BRECHT-1-600x486.jpg" width="600" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Os atores Maeve Jinkings e Arilson Lopes recitam poemas de Bertolt Brecht, durante o espetáculo</p></div>
<p dir="ltr">Os atores comentaram também sobre a importância de levar os textos de Brecht ao público do FIG. “<em>É maravilhoso poder juntar um elenco desses num espetáculo necessário em um festival que junta muita gente de vários lugares. É uma alegria poder falar disso, no palco”, afirma Arilson. “Eu acho que um festival tem um caráter forte de encontro entre artistas e com o público. Isso é muito importante porque o artista é um ser solitário em sua atuação de estudar e produzir, então o movimento de um festival é poderoso. Pernambuco tem um grande talento para promover estes encontros. Estou muito feliz”, disse</em> Maeve Jinkings.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>A programação de Teatro do FIG 2017 continua. Confira a programação:</strong></span></p>
<p dir="ltr"><strong>TEATRO: Teatro Luiz Souto Dourado</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO E LITERATURA NA CENA: Galeria Galpão</strong></p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo, 23/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">LITERATURA NA CENA<br />
20h &#8211; Bate-papo “Cervantes no Contemporâneo”<br />
Com Ivaldo Vasconcelos (PE) e Maksin Oliveira (RJ)</p>
<p dir="ltr">22h &#8211; O Incansável Dom Quixote<br />
Magnífica Trupe de Variedades (RJ)<br />
Com Maksin Oliveira<br />
Classificação indicativa: 12 anosDuração: 1h10<br />
Adaptação do romance de Cervantes, com histórias fantásticas do famoso cavaleiro errante que sai de casa com o desenfreado desejo de transformar o mundo num lugar melhor.</p>
<p dir="ltr">TEATRO PARA INFÂNCIA</p>
<p dir="ltr">10h – Estação dos Contos<br />
Grupo Estação de Teatro (RN)<br />
Direção: Rogério Ferraz<br />
Classificação indicativa: livre<br />
Duração: 45 minutos</p>
<p dir="ltr">Espetáculo de contação de histórias de tradição popular, intercaladas com músicas originais executadas ao vivo, músicas do cancioneiro infantil e brincadeiras populares.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira, 24/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">TEATRO ADULTO</p>
<p>18h – O Açougueiro<br />
Alexandre Guimarães (PE)<br />
Direção: Samuel Santos<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 50 minutos<br />
O espetáculo é uma história de amor no sertão nordestino que também mostra o lado sombrio dos sentimentos humanos, dividindo-se entre diálogos, cantos, toadas e aboios de vaqueiro.</p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</p>
<p dir="ltr">22h – A Última Cólera no Copo de Meu Negro<br />
Cia. Experimental de Teatro (PE)<br />
Com Raphael Gustavo<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 1h<br />
A peça fala sobre racismo, amor e a subjetiva liberdade acerca do ser humano e o sexo, sexualidade, religiosidade, cultura e fé. Numa senzala, Bastião está preso com o seu escravizado. O tempo passa, e ele revive as memórias do passado.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira, 25/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO<br />
22h – Eu gosto mesmo de pezinho de galinha porque eu como a carninha e limpo o dente com a unhinha<br />
Experimento Pezinho de Galinha (PE)<br />
Com Nínive Caldas e Eric Valença<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 1h<br />
Atores se revezam em personagens que contam histórias horas cliché, horas cruas de realidades escondidas por cidades grandes higienistas: o ponto de prostituição, a Igreja evangélica, o presídio, o subúrbio.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira, 26/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">TEATRO ADULTO</p>
<p dir="ltr">18h – A Descoberta de Um<br />
Grupo Claricena (PE)<br />
Direção: Anderson Vieira<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 40 minutos<br />
Dentro de seu momento de reconhecimento enquanto um ser longe de um arquétipo, Antônio não se identifica com a sociedade em que está inserido, nem com os padrões estabelecidos.</p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</p>
<p dir="ltr">22h – Que muito amou<br />
Cênicas Cia de Repertório (PE)<br />
Direção: Antônio Rodrigues<br />
Classificação indicativa: 14 anos<br />
Duração: 1h10<br />
Livre adaptação do livro “Os Dragões Não Conhecem o Paraíso” de Caio Fernando Abreu. Contos que falam sobre o amor e sua relação com a morte, saudade e ódio: Sapatinhos Vermelhos, Praiazinha e Dama da Noite.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira, 27/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</p>
<p dir="ltr">22h – Delicado<br />
Coletivo Grão Comum (PE)<br />
Com Daniel Barros<br />
Classificação Indicativa: 16 anos<br />
Duração: 55 minutos<br />
Baseado na tragédia brasileira presente no conto homônimo de Nelson Rodrigues. Gira em torno dos conceitos morais presentes nas famílias, onde imperam o machismo e o preconceito.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira, 28/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">TEATRO ADULTO</p>
<p dir="ltr">18h – Mucurana, O Peixe<br />
Construtores de Histórias (PE)<br />
Com audiodescrição e libras<br />
Direção: Carlos Carvalho<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 50 minutos<br />
Com audiodescrição e libras<br />
Adaptação do conto &#8220;O Peixe&#8221;, de Hermilo Borba Filho, a história traz um homem ingênuo, morador de rua, que carrega consigo apenas canções, uma lata de farinha e lembranças do cavalo-marinho.</p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</p>
<p dir="ltr">22h – O Velho Diário da Insônia<br />
Alessandro Moura (PE)<br />
Classificação indicativa: 14 anos<br />
Duração: 50 minutos<br />
Tragicomédia costurada com poesias e canções. O ator leva ao público histórias vividas em sua infância e adolescência. Uma atmosfera de saudade e reflexão sobre o tempo. Remonta uma noite de insônia de um homem à beira da loucura.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 29/7</strong></span></p>
<p dir="ltr">TEATRO PARA INFÂNCIA</p>
<p dir="ltr">10h – Vento Forte para Água e Sabão<br />
Companhia Fiandeiros de Teatro (PE)<br />
Direção: André Filho<br />
Classificação indicativa: livre<br />
Duração: 55 minutos<br />
Com audiodescrição e libras<br />
O musical narra a história de amizade entre uma bolha de sabão chamada Bolonhesa e Arlindo, uma rajada de vento. Vivem uma divertida aventura, descobrindo o mundo e dando sentido à sua pequena existência.</p>
<p dir="ltr">TEATRO ADULTO</p>
<p dir="ltr">18h – Eldorado<br />
Eduardo Okamoto (SP)<br />
Com audiodescrição e libras<br />
Direção: Marcelo Lazzaratto<br />
Classificação indicativa: 12 anos<br />
Duração: 1h<br />
Com audiodescrição e libras<br />
Acompanhado por uma “Menina”, um cego busca encontrar o que nenhum homem pôde jamais: Eldorado. Toda estória se resume nisto: era uma vez&#8230; um homem que procura.</p>
<p dir="ltr">2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</p>
<p dir="ltr">22h – A Máquina<br />
Teatro de Retalhos (PE)<br />
Direção: Djaelton Quirino<br />
Classificação indicativa: livre<br />
Duração:1h45<br />
Adaptação do texto de João e Adriana Falcão, o espetáculo é uma fábula contemporânea que se passa numa cidadezinha chamada Nordestina, distante de qualquer lugar, e aborda o êxodo e a falta de perspectiva, mas também a cultura viva, nossa musicalidade e poesia e sobretudo, a capacidade de transformação da realidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dança e teatro levam à cena as angústias da contemporaneidade</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jul 2016 19:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Márcio Bastos Chegando à sua reta final, a programação de artes cênicas do FIG começa a apresentar um contorno bem específico para quem conseguiu acompanhá-la. Em cena, estão sendo apresentadas obras que tocam diretamente em questões muito caras à contemporaneidade. A curadoria parece ter tido o especial cuidado de proporcionar ferramentas para que a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Márcio Bastos</em></p>
<p style="text-align: left;">Chegando à sua reta final, a programação de artes cênicas do FIG começa a apresentar um contorno bem específico para quem conseguiu acompanhá-la. Em cena, estão sendo apresentadas obras que tocam diretamente em questões muito caras à contemporaneidade. A curadoria parece ter tido o especial cuidado de proporcionar ferramentas para que a plateia aprofunde seus processos de autoconhecimento e de tomada de ação na transformação social. <strong>Pa(Ideia) &#8211; Pedagogia da Libertação</strong>, do Coletivo Grão Comum, apresentada quarta-feira (27), na Casa Galeria Galpão, foi um ótimo exemplo dessa iniciativa.</p>
<p style="text-align: left;">A obra é a segunda parte da <strong>Trilogia Vermelha</strong>, projeto que leva à cena as ideias de grandes realizadores e pensadores brasileiros, como Glauber Rocha, Dom Helder Câmara e Paulo Freire, este último foco da montagem encenada no FIG. Estrelada por Júnior Aguiar e Daniel Barros, a montagem aborda os dias de cárcere do pedagogo pernambucano durante a Ditadura Militar, assim como seu exílio, que durou 16 anos.</p>
<div id="attachment_38626" aria-labelledby="figcaption_attachment_38626" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28324784470_04f5c9edc0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38626" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28324784470_04f5c9edc0_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Barros e Junior Aguiar aplicam pensamento de Paulo Freire à cena</p></div>
<p>Porém, mais do que a transmissão oral, encenada, das ideias de Freire, o espetáculo assume uma potência transformadora ao aplicá-la. Aguiar e Barros, ótimos em cena, convidam o público a assumir papel ativo no que se passa na sua frente. A plateia ganha potencial transformador, afetuoso, se olha, se abraça, se reconhece em suas diferenças e igualdades.</p>
<div id="attachment_38627" aria-labelledby="figcaption_attachment_38627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/27992749353_37dab61ed0_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38627" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/27992749353_37dab61ed0_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público é convidado a construir afetos e tomar ação no fazer teatral e na vida</p></div>
<p>Em tempos tão sombrios, de golpes e restrições à democracia, o espetáculo se torna ainda mais urgente, por vezes até doloroso. Ao mesmo tempo em que renova a esperança, toca em uma ferida pesada: até quando iremos perpetuar os erros que nos subjugam, que nos separam, que aprofundam injustiças? É hora, mais do que nunca, de sermos livres sem temer.</p>
<p><strong>CONTEMPORÂNEO</strong></p>
<p>A cena de dança contemporânea do Nordeste tem também mostrado fôlego no 26º Festival de Inverno de Garanhuns. Após a passagem do Giradança (RN), na quarta-feira foi a vez do Balé da Cidade de Campina Grande (PB) mostrar que a produção regional desponta como uma das mais pungentes do País. O grupo apresentou <strong>Frestas, Fôlego e Pele</strong>, espetáculo que sugere angústias relacionadas ao contato humano, à posição do indivíduo no mundo.</p>
<div id="attachment_38628" aria-labelledby="figcaption_attachment_38628" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28609163085_e591ebef22_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-38628" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28609163085_e591ebef22_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Bailarinos paraibanos articulam as angústias do corpo em espetáculo</p></div>
<p><strong>VIVÊNCIAS</strong></p>
<p>O ator Esio Magalhães, do Barracão Teatro (SP), participou de conversa sobre o processo criativo e as vivências do seu grupo com atores, educadores e espectadores. No encontro, ele expôs suas experiências em espaços como a África Saariana e o norte do Brasil, locais em que conflitos e com pouco acesso à arte. &#8220;É muito tocante quando terminamos os trabalhos nesses lugares e as pessoas perguntam quando vamos voltar. É um momento em que eles ganham importância, que eles sentem que existem e são vistos. E é transformador poder participar dessa troca&#8221;, afirmou.</p>
<p><strong>Confira a programação completa de artes cênicas desta quinta-feira (28):</strong></p>
<p>TEATRO DE RUA<br />
16h &#8211; O Espelho da Lua<br />
Tropa do Balacobaco (PE)<br />
Local: Parque Euclides Dourado</p>
<p>DANÇA<br />
18h &#8211; Mundo ao Redor<br />
Adriana Carneiro (PE)</p>
<p>18h30 – A Feira<br />
Associação Amigos do Teatro Municipal Severino Cabral (PB)<br />
Local: Teatro Luiz Souto Dourado</p>
<p>TEATRO ALTERNATIVO<br />
21h – A Receita<br />
O Poste (PE)<br />
Local: Casa Galeria Galpão</p>
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		<item>
		<title>Balé da Cidade de Campina Grande em dose dupla no FIG</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/bale-da-cidade-de-campina-grande-em-dose-dupla-no-fig/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2016 16:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Balé da Cidade de Campina Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[FIG 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Luiz Souto Dourado]]></category>

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		<description><![CDATA[O trabalho do Balé Cidade de Campina Grande (PB) é marcado por poesia e resistência. Criado em em 1999 pela bailarina e coreógrafa Myrna Maracajá, com o nome de Companhia de Dança do Teatro Severino Cabral, o grupo leva à cena coreografias marcadas pelo experimentalismo, toques regionais e diálogo constante com o universal, estendendo as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O trabalho do Balé Cidade de Campina Grande (PB) é marcado por poesia e resistência. Criado em em 1999 pela bailarina e coreógrafa Myrna Maracajá, com o nome de Companhia de Dança do Teatro Severino Cabral, o grupo leva à cena coreografias marcadas pelo experimentalismo, toques regionais e diálogo constante com o universal, estendendo as possibilidades da dança contemporânea em suas obras. Nesta 26ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, os paraibanos apresentam dois espetáculos: <em><strong>Frestas, Fôlego e Pele</strong></em>, nesta quarta-feira (27), e <em><strong>A Feira</strong></em>, quinta-feira (28).<em></em></p>
<div id="attachment_38537" aria-labelledby="figcaption_attachment_38537" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/a-feira1.jpg"><img class="size-medium wp-image-38537" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/a-feira1-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;A Feira&#8221; marcou ponto de virada na trajetória do grupo</p></div>
<p>Ao longo de sua trajetória, o Balé passou por várias fases até se estabelecer em uma linha mais ligada à experimentação. Essa nova fase tem como divisor o espetáculo A Feira, que leva aos palcos em um misto de dançar e teatro a obra da dramaturga potiguar Lourdes Ramalho e presta homenagem à feira de Campina Grande, tradicional ponto de comércio e encontros da cidade. Esse processo foi aprofundado em <em><strong>Frestas, Fôlego e Pele</strong></em>, de 2015, que conta com a supervisão do bailarino e coreógrafo Romero Mota.</p>
<div id="attachment_38538" aria-labelledby="figcaption_attachment_38538" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/frestas12.jpg"><img class="size-medium wp-image-38538" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/frestas12-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Frestas, Fôlego e Pele&#8221; aprofunda pesquisa de linguagem do balé</p></div>
<p>&#8220;O processo de montagem de <em><strong>Frestas&#8230;</strong></em> foi bem delicado, primeiro porque Romero Mota decidiu que queria trabalhar, além dos bailarinos da companhia, outros corpos que não fossem viciados nos códigos do balé clássico e da dança contemporânea. Ele queria quebrar isso e optou por bailarinos de danças urbanas.  Para isso, ele teve que adaptar esses corpos ao processo do espetáculo, então o processo sofreu várias intervenções do coreógrafo e dos bailarinos, pois o que nos queríamos era que todos também pudessem contribuir trazendo suas vivências e experiências para a proposta do espetáculo&#8221;, explica o produtor-executivo Erasmo Rafael.</p>
<div id="attachment_38539" aria-labelledby="figcaption_attachment_38539" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/frestas2.jpg"><img class="size-medium wp-image-38539" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/frestas2-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Obras expandem as possibilidades da dança contemporânea</p></div>
<p>Para Erasmo,  os dois espetáculos representam bem o momento do grupo para o crescimento do Balé Cidade de Campina Grande e são os projetos ideais para apresentar no Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p>&#8220;Participar do FIG é um motivo de orgulho, pois esse festival sempre seleciona o melhor do que se produz no pais, então pra gente é muito gratificante e enriquecedor para o currículo dos bailarinos. Um festival que oferece todos os segmentos, e ainda gratuitamente, contribui para que haja a formação de público e distribuição de bens culturais às camadas mais populares que muitas vezes não têm condições nem acesso a ver bons espetáculos&#8221;, reflete.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Quarta-feira, 27/7</p>
<p>18h<br />
<em><strong>Frestas, Fôlego e Pele</strong></em><br />
Balé da Cidade de Campina Grande (PB)<br />
Local: Teatro Luiz Souto Dourado</p>
<p>Quinta-feira, 28/07</p>
<div data-canvas-width="28.751899999999996">18h</div>
<div data-canvas-width="128.15599999999998"><em><strong>Mundo ao Redor</strong></em></div>
<div data-canvas-width="160.0984">Adriana Carneiro (PE)</div>
<div data-canvas-width="160.0984"></div>
<div data-canvas-width="28.336">18h30</div>
<div data-canvas-width="57.132"><em><strong>A Feira</strong></em></div>
<div data-canvas-width="450.13759999999996">Associação Amigos do Teatro Municipal Severino Cabral (PB)</div>
<div data-canvas-width="450.13759999999996">Local: Teatro Luiz Souto Dourado</div>
<div data-canvas-width="450.13759999999996"></div>
<div data-canvas-width="450.13759999999996">* Os ingressos são distribuídos às 14h, com no máximo duas fichas por pessoa, e estão sujeitos à lotação do teatro.</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>GiraDança vê corpos heterogêneos sob prisma da igualdade</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/gira-danca-ve-corpos-heterogeneos-sob-prisma-da-igualdade/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2016 15:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[FIG 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Gira Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Luiz Souto Dourado]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Márcio Bastos É difícil nos depararmos com nossos preconceitos. Porém, é necessário. Em uma sociedade como a nossa, normativa em todos os aspectos, qualquer comportamento ou corpo desviante do &#8220;padrão&#8221; é visto como abjeto. E foi como um tapa na cara dessas concepções falidas que o grupo GiraDança (RN) levou o espetáculo Dança Que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Márcio Bastos</em></p>
<p style="text-align: left;">É difícil nos depararmos com nossos preconceitos. Porém, é necessário. Em uma sociedade como a nossa, normativa em todos os aspectos, qualquer comportamento ou corpo desviante do &#8220;padrão&#8221; é visto como abjeto. E foi como um tapa na cara dessas concepções falidas que o grupo GiraDança (RN) levou o espetáculo <strong>Dança Que Ninguém Quer Ver</strong>, segunda (25), ao Teatro Luiz Souto Dourado, dentro da programação de Artes Cênicas do 26º Festival de Inverno de Garanhuns. A obra é um retrato vigoroso da dança contemporânea feita no Nordeste e um lembrete de que todos os corpos são possíveis, colocando em cena bailarinos com e sem deficiências físicas.</p>
<p style="text-align: left;">Concebido por Alexandre Américo em parceria com os bailarinos-criadores Anderson Leão, Diogo Ricardo, Álvaro Dantas, Jânia Santos, Joselma Soares, Rene Loui e Wilson Macário, o trabalho é uma ode aos corpos não normatizados. Impressiona a forma como o grupo trata todos como iguais em cena, obrigando os espectadores a reverem vários de seus comportamentos e preconceitos relacionados às diferenças físicas. Os artistas estão em cena, em risco, seus corpos funcionando como organismos vivos diferenciados, com suas limitações e potências únicas &#8211; e isso é impressionante.</p>
<div id="attachment_38471" aria-labelledby="figcaption_attachment_38471" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda4.jpg"><img class="size-medium wp-image-38471" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda4-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo leva à cena corpos heterogêneos, complexos, reais</p></div>
<p>Com seus movimentos técnicos mais abertos à experimentação, a dança contemporânea leva também à cena metáforas e metonímias que traduzem muito de quem somos. Enquanto se posicionam como unidade, no início da obra, os corpos dos bailarinos parecem oprimidos, sufocados. Essa sensação se perpetua ao longo do espetáculo com uma espécie de luta pelo seu lugar no mundo, alianças temporárias pela sobrevivência, superação de limites não só físicos, mas emocionais.</p>
<div id="attachment_38472" aria-labelledby="figcaption_attachment_38472" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda5.jpg"><img class="size-medium wp-image-38472" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda5-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Gira Dança leva poesia da contemporaneidade para os palcos</p></div>
<p>O que poderia ser considerado hermético, acaba ganhando contornos universais. O espetáculo não é inclusivo, ele é igualitário, como ressaltam seus próprios criadores. Ele mostra que é possível (e essencial) respeitar os corpos e suas limitações e enxergar também suas potencialidades. O público, impactado, sai do teatro com um outro olhar para o corpo &#8211; o seu e os dos outros.</p>
<p><strong>ALTERNATIVO</strong></p>
<p>A primeira noite da Mostra de Teatro Alternativo, novidade do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, atraiu muita gente para a Casa Galeria Galpão. Espaço tradicionalmente ligado às artes visuais e ao design, o local recebeu a encenação do espetáculo <em>Acontece Enquanto Você Não Quer Ver</em>, do Cena Off, criado e estrelado por Daniel Barros e Fábio Calamy.</p>
<div id="attachment_38473" aria-labelledby="figcaption_attachment_38473" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda8.jpg"><img class="size-medium wp-image-38473" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda8-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Barros e Fábio Calamy levam demônios da sociedade contemporânea para a cena</p></div>
<p>Pouco tempo depois de se acomodar, o público é convidado a deixar o espaço e entrar por outro caminho. A situação de conforto é logo subvertida, com cada espectador entrando individualmente, luz de lanterna na cara, sendo intimidado pelos atores, que se transformam em espécie de agentes carcerários, funcionários do sistema de opressão e medo. Mais uma vez sentados (mas agora sem nenhuma sensação de conforto emocional) o público é confrontado com imagens fortes em projeção na parede, com cenas de violência que expõem o que todos já sabemos, mas preferimos não ver: vivemos em um mundo caótico.</p>
<div id="attachment_38474" aria-labelledby="figcaption_attachment_38474" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda7.jpg"><img class="size-medium wp-image-38474" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/cenicassegunda7-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público ocupou a Casa Galeria Galpão para conferir a estreia da Mostra de Teatro Alternativo</p></div>
<p>A violência, a psicopatia latente em todos nós, a reprodução de injustiças, tudo isso é levado para a cena através de pequenas histórias opressoras, violentas. É um espetáculo difícil de se ver pois revela muito do que somos.</p>
<p>Após a apresentação, o público se juntou aos atores e ao pesquisador Rodrigo Dourado para debate. As conversas com os realizadores, aliás, é parte das ações da Mostra de Teatro Alternativo, que segue com apresentações até o sábado (30). Confira a programação de Artes Cênicas desta terça-feira (26):</p>
<div data-canvas-width="17.016799999999996"><strong>CIRCO</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">16h - O Circo Chegou, Alegria Geral</div>
<div data-canvas-width="174.74479999999997">Circo Nawellington (PE)</div>
<div data-canvas-width="350.22559999999993">
<p>Local: Lona de Circo (Parque Euclides Dourado)</p>
</div>
<div data-canvas-width="222.4008"><strong>TEATRO PARA A JUVENTUDE</strong></div>
<div>18h- WWW Para Freedom</div>
<div data-canvas-width="341.4855999999998">Palco Giratório 2016/Circuito Pernambucano</div>
<div data-canvas-width="158.25839999999997">Barracão Teatro (SP)</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998">Local: Teatro Luiz Souto Dourado</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998"></div>
<div data-canvas-width="172.7392"><strong>TEATRO ALTERNATIVO</strong></div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">21h - 4x Hilda</div>
<div data-canvas-width="167.14560000000003">Duas Companhias (PE)</div>
<div data-canvas-width="199.916">Local: Casa Galeria Galpão</div>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Um Estranho Muito Íntimo&#8221; mesclou humor e emoção no Luiz Souto Dourado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/um-estranho-muito-intimo-mesclou-humor-e-emocao-no-luiz-souto-dourado/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 19:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[26º FIG]]></category>
		<category><![CDATA[FIG 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Julierme Galindo]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Márcio Bastos Julierme Galindo é nome mais que querido e respeitado da cena artística de Garanhuns. Natural da cidade, o ator e dramaturgo é um dos responsáveis por manter ativa e pulsante a vida teatral da região. Por isso, não deveria espantar a longa fila que se formou do lado de fora do Teatro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Márcio Bastos</em></p>
<p>Julierme Galindo é nome mais que querido e respeitado da cena artística de Garanhuns. Natural da cidade, o ator e dramaturgo é um dos responsáveis por manter ativa e pulsante a vida teatral da região. Por isso, não deveria espantar a longa fila que se formou do lado de fora do Teatro Luiz Souto Dourado, na noite de domingo (24), quando ele apresentou a peça <strong>Um Estranho Muito Íntimo</strong>, da sua Troupe Azimute. Ainda assim, não deixou de impressionar a vibração do público: dentro do espaço, mais de 400 espectadores prestigiaram a peça, deixando ainda uma grande fila de espera.</p>
<div id="attachment_38382" aria-labelledby="figcaption_attachment_38382" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/julierme.jpg"><img class="size-medium wp-image-38382" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/julierme-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Troupe Azimute levou o público às gargalhadas</p></div>
<p>No espetáculo, Aderbal (Julierme) é um espírito que precisa voltar à terra para salvar sua mulher e filha do seu melhor amigo, que planejou sua morte e agora quer assassinar as duas para ficar com a fortuna para a família. Em clima de comédia quase farsesca, a peça, encenada pela primeira vez há 18 anos, arrancou gargalhadas do público, que aplaudia enfaticamente a cada intervenção de Julierme, cujo timing cômico é afiado.</p>
<div id="attachment_38386" aria-labelledby="figcaption_attachment_38386" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/julierme4.jpg"><img class="size-medium wp-image-38386" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/julierme4-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Duvienne Pessôa e Julierme Galindo aproveitaram apresentação para trocar votos de casamento</p></div>
<p>Ao final da apresentação, os risos deram lugar à emoção. Isso porque Julierme e a atriz Duvennie Pessôa (que na peça interpreta o anjo da guarda de Aderbal) trocaram votos de casamento em frente ao público. &#8220;É uma emoção casar perante Deus, nossos amigos, familiares e o teatro&#8221;, pontuou a atriz. O ator e dramaturgo ainda pontuou que essa era a primeira vez que apresentavam o espetáculo no FIG, ainda que tenham tentado outras duas vezes, desde 1998. &#8220;É uma vitória para nós&#8221;, declarou.</p>
<p><strong>LONA</strong></p>
<p>Mais uma vez, a lona montada no Parque Euclides Dourado foi ponto de encontro de várias famílias, que foram conferir a magia do circo. Desta vez, foi o espetáculo <em><strong>Tripé Circus Recordando a Tradição</strong></em>, do Circo Lua Crescente e da Cia. Trupé Circus (PB), que levou ao picadeiro o encantamento circense. Com malabares, show de palhaçaria, equilibrismo, tecido, dança e muita participação do público, a obra mesclou momentos de apelo popular com toques de requinte, emocionando e levando às risadas em questões de segundos.</p>
<div id="attachment_38387" aria-labelledby="figcaption_attachment_38387" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/julierme2.jpg"><img class="size-medium wp-image-38387" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/julierme2-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Público participou ativamente do espetáculo</p></div>
<div id="attachment_38388" aria-labelledby="figcaption_attachment_38388" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/julierme3.jpg"><img class="size-medium wp-image-38388" alt="Magia circense encantou crianças e adultos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/julierme3-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Magia circense encantou crianças e adultos</p></div>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/julierme5.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-38389" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/julierme5-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a></p>
<p><strong>Confira a programação desta segunda-feira (25/07):</strong></p>
<div data-canvas-width="51.3544">CIRCO</div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">16h</div>
<div data-canvas-width="51.519999999999996"><em><strong>Magia</strong></em></div>
<div data-canvas-width="75.36639999999998">Turma do Biribinha (AL)</div>
<div data-canvas-width="350.22559999999993">Local: Lona de Circo (Parque Euclides Dourado)</div>
<div data-canvas-width="350.22559999999993"></div>
<div data-canvas-width="55.71519999999999">DANÇA</div>
<div data-canvas-width="13.87753333333333">18h</div>
<div data-canvas-width="223.52319999999995"><em><strong>Dança que ninguém quer ver</strong></em></div>
<div data-canvas-width="27.3792">Associação Gira Dança (RN)</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998">Local: Teatro Luiz Souto Dourado</div>
<div data-canvas-width="250.23999999999998"></div>
<div data-canvas-width="172.7392">TEATRO ALTERNATIVO</div>
<div data-canvas-width="32.733599999999996">21h</div>
<div data-canvas-width="293.7007999999999"><em><strong>Acontece enquanto você não quer ver</strong></em></div>
<div data-canvas-width="98.34799999999998">Cena Off (PE)</div>
<p>Local: Casa Galeria Galpão</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Garanhuns dá as boas vindas a mais um FIG</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 18:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
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		<category><![CDATA[fig 2015]]></category>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Garanhuns chega ao seu 25° Festival de Inverno celebrando, mais do que nunca, a diversidade cultural do nosso estado. A cidade que acolhe todas as linguagens e tendências artísticas vem dando mostras de que com o passar dos anos a sua vocação para agregar vem se ampliando cada vez mais. Esse [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19752319996_27d4b49a64_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27495" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19752319996_27d4b49a64_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Garanhuns chega ao seu 25° Festival de Inverno celebrando, mais do que nunca, a diversidade cultural do nosso estado. A cidade que acolhe todas as linguagens e tendências artísticas vem dando mostras de que com o passar dos anos a sua vocação para agregar vem se ampliando cada vez mais. Esse foi o mote que norteou a abertura oficial do evento, na noite desta quinta (16), no Teatro Luiz Souto Dourado. O governador Paulo Câmara marcou presença na cerimônia e deu as boas vindas ao FIG e a todo o público.</p>
<p>“<em>Garanhuns é uma referência para o Brasil. E o FIG é o grande encontro da cultura e da arte brasileiras. Portanto, um encontro de todo o povo brasileiro</em>”, exaltou o secretário estadual de Cultura, Marcelino Granja. “<em>E esse momento que vivemos aqui nos deixa com ainda mais alegria e animação, por vermos aqui esse respeito à diversidade cultural, capitaneado pelo povo pernambucano, pelo povo de Garanhuns. Vamos ter uma grande festa!</em>”, disse. Já a presidente da Fundarpe, Márcia Souto comemorou as parcerias feitas para a realização do FIG, em especial, a colaboração da Secretaria de Educação, que está presente em várias ações. “<em>Quero destacar essa interação, que tem focado na formação cultural dos jovens das escolas estaduais em Garanhuns. Em especial, o <strong><a href="http://galeria.fabricadeaplicativos.com.br/fig2015oficial" target="_blank">aplicativo do FIG</a></strong>, que foi desenvolvido por alunos da Escola Técnica de Bezerros. Lá vocês podem acessar toda a programação e notícias sobre o festival. E também a presença de alguns artistas nas escolas de Garanhuns, que virão para um bate-papo com os jovens. Uma experiência que aproxima cultura e educação, e que tem muitos frutos pra dar, tornando a escola um espaço muito mais amplo, formando cidadãos que poderão construir sua sociedade de uma forma diferente</em>”.</p>
<p>A homenageada desta 25ª edição do FIG, a escritora Luzilá Gonçalves, também participou da abertura. Radiante e com um semblante de quem parecia ainda não acreditar que recebia este reconhecimento, ela foi só agradecimentos. A emoção tomou conta de Luzilá quando ela relembrou as histórias que ouvia sobre Garanhuns, já que ela, filha da terra, veio morar no Recife ainda pequena. “<em>Garanhuns é um passado que eu não vivi, mas do qual sinto enorme saudade</em>”, disse ela, evocando a obra Dom Casmurro, de Machado de Assis. “<em>É preciso juntar as duas pontas da vida. E esse Festival de Inverno, além de ser uma grande homenagem pra mim, está sendo responsável por juntar essas pontas da minha vida. Sempre que venho aqui, e hoje, principalmente, é como se fosse o reencontro desse passado com o meu presente, as raízes que estão aqui e que todos trazem profundamente no coração. Por isso agradeço a todo esse povo que me homenageia e vocês que estão aqui para viver isso</em>”, declarou.</p>
<p>Estreando no FIG na condição de dirigente maior do estado, o governador Paulo Câmara lembrou do envolvimento do povo garanhuense para o sucesso do festival. “<em>Comemoramos aqui as bodas de prata desse importante festival, que é um merecimento de todos que o fizeram, mas, principalmente, do povo de Garanhuns, do Agreste, todo esse povo pernambucano. Pernambuco é, sem dúvida nenhuma, o estado mais rico em termos de expressões culturais do nosso país. E esse festival contribui pra isso, para mantermos cada vez mais vivas nossas tradições e nossa cultura, e, principalmente, passar esse sentimento, essa emoção para as futuras gerações, que farão com que Pernambuco cresça cada vez mais. Até o dia 25, não tenho dúvidas que Garanhuns vai ser a capital do nosso estado, na cultura, no turismo, na alegria e na paz</em>”, encerrou Paulo Câmara.</p>
<p><strong>Como porcelana delicada de beleza e afeto</strong><br />
Após as falas oficiais, o palco do Teatro Luiz Souto Dourado recebeu o espetáculo <em>Porcelana</em>, que reuniu os cantores Gonzaga Leal e Alaíde Costa, em um passeio por canções que chancelam a grandeza do cancioneiro popular brasileiro. A voz forte e doce de Alaíde ecoou no teatro, ao entoar <em>Bachiana Brasileiras n° 5</em>, de Villa-Lobos, à capela. Também do maestro brasileiro, <em>Canto de Pajé</em> trouxe Gonzaga ao palco para se juntar a Alaíde. Eles, então, mostraram toda um entrosamento em palco, resultado de uma parceria que vem se dando ao longo de uma década.</p>
<div id="attachment_27496" aria-labelledby="figcaption_attachment_27496" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19783104241_f81ca8c64a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27496" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19783104241_f81ca8c64a_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Porcelana&#8221; reuniu os cantores Gonzaga Leal e Alaíde Costa</p></div>
<p>Vozes doces, cantos apaixonados e delicados como porcelana criaram a atmosfera do espetáculo. Gonzaga e Alaíde se encontram e se agigantam na música. Em <em>Porcelana</em> eles se tornam bálsamo que perfuma os ouvidos, em interpretações que evocam toda a beleza da nossa MPB. Entre algumas músicas, a intepretação da atriz Ceronha Pontes sobre textos de Mário de Andrade e Luzilá Rodrigues, iam cerzindo o espetáculo. Ela leu trechos do livro <em>Rios turvos</em>, da homenageada do FIG, imprimindo uma carga mais cênica ao espetáculo.</p>
<p>No repertório, a fina flor de autores consagrados, como Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Monsueto Menezes, Cateano Veloso, Capiba, entre outros. Uma noite em que Garanhuns recebeu o festival através da música, na sua forma mais profunda e tocante.</p>
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		<title>Teatro trouxe reflexões sobre cotidiano e sonhos humanos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 19:36:39 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>“Caxuxa” alegrou o público infanto-juvenil enquanto “Ana-me” trouxe reflexões poéticas sobre o cotidiano.</p>
<div id="attachment_7285" aria-labelledby="figcaption_attachment_7285" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-90.jpg"><img class="size-full wp-image-7285 " alt="Espetáculo “Ana-me”, do grupo Teatro de Senhoritas (SP), realizado no Teatro Luiz Souto " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-90.jpg" width="600" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo “Ana-me”, do grupo Teatro de Senhoritas (SP), realizado no Teatro Luiz Souto Dourado (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)</p></div>
<p>Por Cecília Almeida</p>
<p>“Tem que sonhar, porque senão fica chato”. Foi em tom de música que o espetáclo “Caxuxa” deu o recado ao público deste domingo (15/7) no Espaço Infanto-Juvenil do 22º Festival de Inverno de Garanhuns. O musical, produzido pela companhia teatral recifense Duas Companhias, assinado por João Falcão e dirigido por Lívia Falcão, conta a história de um grupo de moradores de rua que passam a noite brincando de sonhar acordados.</p>
<p>Pela visão ingênua de crianças, a peça reflete de maneira sutil sobre problemas sociais como anafalbetismo, fome e trabalho infantil. Mas a grande mensagem do espetáculo é a importância do sonho: Caxuxa, personagem título, e seus amigos Zé, Graxa, Maria do Saco e Caracol, encontram alegria em meio ao seu dia a dia, apenas por ainda manterem viva a habilidade de sonhar coletivamente. ”Eles querem dizer que é pra gente nunca deixar de sonhar, e isso vale pra todas as idades”, comentou o estudante Gustavo Gomes, 15, que se divertiu bastante com o musical.</p>
<p>“Caxuxa” também tem momentos didáticos, dando lições sutis sobre consciência ambiental, ensinando sobre o alfabeto, planetas e cores. ”Eles passaram esses recados de maneira simples, de um jeito que todo mundo entende”, afirmou a dona de casa Edna Nascimento, que acompanhou os filhos Gustavo, de oito anos, e Gabriele, que tem quatro.</p>
<p>A atriz Natascha Falcão, que interpreta a personagem Graxa, adorou ter vindo a Garanhuns pela primeira vez e elogiou a recepção do público. “Os aplausos foram tão calorosos que pareciam abraços”, disse. A Duas Companhias também assina a produção da peça Divinas, que será apresentada na próxima sexta-feira (20/7), no FIG.</p>
<p>Já a apresentação de teatro adulto, realizada às 19h no Teatro Luiz Souto Dourado, também fez pensar sobre os desejos e sonhos humanos, mas num tom mais obscuro. Da companhia paulista Teatro de Senhoritas, o espetáculo Ana-Me, livremente inspirado no conto de Clarice Lispector “Amor”, traz uma abordagem irônica e poética da vida cotidiana de uma dona de casa emudecida chamada Ana, que se limita a desempenhar tarefas repetitivas todos os dias. Tudo muda quando ela vê um cego mascando chiclete na rua e tem uma epifania, se permitindo a descobrir sentimentos e sonhos que antes ela não enxergava em si mesma.</p>
<p>“É uma visão diferente do cotidiano, do que se passa no dia a dia”, avaliou o aposentado e deficiente visual José Luciano de Araujo, 52, que apreciou o espetáculo por meio do equipamento de audiodescrição disponível no teatro. Além dele, mais oito deficientes visuais e dois deficientes auditivos puderam acompanhar a peça, que também teve interpretação em libras, como uma das ações de acessibilidade do 22º FIG. “É através da cultura que a gente sai da rotina”, disse José, que elogiou a iniciativa do Festival.</p>
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