<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Teatro Luiz Souto Dourato</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/teatro-luiz-souto-dourato/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sun, 19 Apr 2026 10:20:33 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Companhia GiraDança leva debate sobre acessibilidade aos palcos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/companhia-gira-danca-leva-debate-sobre-acessibilidade-aos-palcos/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/companhia-gira-danca-leva-debate-sobre-acessibilidade-aos-palcos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 20:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[FIG 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Gira Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Luiz Souto Dourato]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=38412</guid>
		<description><![CDATA[Por Márcio Bastos Abraçar e potencializar a diversidade dos corpos é a força motriz da companhia Gira Dança (RN) desde sua fundação ao longo de pouco mais de uma década de atividades. O grupo potiguar é formado por bailarinos heterogêneos, com e sem deficiências físicas, mas que, enquanto coletivo, funcionam como uma unidade, um corpo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Márcio Bastos</em></p>
<p>Abraçar e potencializar a diversidade dos corpos é a força motriz da companhia Gira Dança (RN) desde sua fundação ao longo de pouco mais de uma década de atividades. O grupo potiguar é formado por bailarinos heterogêneos, com e sem deficiências físicas, mas que, enquanto coletivo, funcionam como uma unidade, um corpo de baile que leva à cena questionamentos instigantes. A companhia é a grande atração da programação de dança desta segunda-feira (25) com a apresentação de <strong>Dança Que Ninguém Quer</strong> <strong>Ver</strong>, às 18h, no Teatro Luiz Souto Dourado, dentro da programação do 26º Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p>Concebido e coreografado por Alexandre Américo, o espetáculo foi criado para a comemoração dos dez anos do grupo, comemorados em 2015. Durante o processo de criação, algumas inquietações foram surgindo para os artistas, como a recepção do trabalho deles frente ao público e o que gostariam de passar enquanto criadores.</p>
<div id="attachment_38426" aria-labelledby="figcaption_attachment_38426" class="wp-caption img-width-331 alignnone" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ravaneli Mesquita/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Dança-que-ninguem-quer-ver-Foto-Ravaneli-Mesquitta-211.jpg"><img class="size-medium wp-image-38426" alt="Ravaneli Mesquita/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Dança-que-ninguem-quer-ver-Foto-Ravaneli-Mesquitta-211-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Gira Dança leva inclusão de corpos diferenciados aos palcos</p></div>
<p>&#8220;Buscamos sempre as possibilidades que esses corpos podem ter quando eles interagem através da dança. Fazemos trabalho de contato e improvisação, de conhecer melhor o corpo do outro e o seu para que a gente possa entender como esses corpos reagem entre si. Nós temos bailarinos com nanismo, uma bailarina que é cega, síndrome de down, paralisia cerebral, sem deficiência física e a gente vai descobrindo quais são as possibilidades de enfrentarmos essas limitações. Estamos em cena para criar um espaço igualitário&#8221;, pontua Alexandre.</p>
<p>Para ele, um festival como o FIG, cuja programação é totalmente gratuita e leva à cidade trabalhos de diferentes linguagens, é de extrema importância. &#8220;Abrir esse acesso facilita, por exemplo, para que levemos essa dança contemporânea e suas reflexões para as pessoas. Ainda que seja uma cena difícil, acho que a situação para a dança contemporânea hoje é mais aberta, com mais público&#8221;, conclui.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Dança Que Ninguém Quer Ver</strong><br />
Segunda-feira, 25/07<br />
Às 18h<br />
Teatro Luiz Souto Dourado</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/companhia-gira-danca-leva-debate-sobre-acessibilidade-aos-palcos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

