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	<title>Portal Cultura PE &#187; teatro pernambucano</title>
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		<title>NOTA DE PESAR &#8211; Atriz Geninha da Rosa Borges</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 21:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) registram com profundo pesar a perda da atriz e diretora de teatro Geninha da Rosa Borges, que havia completado 100 anos na última terça-feira. Uma das maiores referências das artes cênicas de Pernambuco, Maria Eugênia Franco de Sá [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_94747" aria-labelledby="figcaption_attachment_94747" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220620-WA0029.jpg"><img class="size-medium wp-image-94747" alt="A atriz pernambucana completou 100 anos na última terça-feira (21)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/IMG-20220620-WA0029-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz pernambucana completou 100 anos na última terça-feira (21)</p></div>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) registram com profundo pesar a perda da atriz e diretora de teatro Geninha da Rosa Borges, que havia completado 100 anos na última terça-feira.</p>
<p>Uma das maiores referências das artes cênicas de Pernambuco, Maria Eugênia Franco de Sá da Rosa Borges foi durante mais de oito décadas um exemplo de talento e exercício do fazer artístico, sendo reconhecida nos palcos do País como um ícone do teatro pernambucano.</p>
<p>&#8220;Foi com ela nos palcos que muitos da nossa geração conheceram o que era interpretação teatral. Lamentamos a sua passagem nesse momento, mas sem deixar de celebrar sua história. Uma artista completa&#8221;, declarou Oscar Barreto, secretário de Cultura do Estado.</p>
<p>Em nota, o governador Paulo Câmara comentou: &#8220;Quero expressar minha solidariedade, neste momento de profunda tristeza, aos amigos, parentes e fãs que acompanharam a trajetória de sucesso e a história de mais de 80 anos de carreira de Maria Eugênia Franco de Sá da Rosa Borges. Sua presença estará sempre marcada nos palcos do nosso Estado&#8221;.</p>
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		<title>Livros recontam a história do teatro pernambucano</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 21:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Grupo de Teatro do Sesc Caruaru – Fazendo e Aprendendo]]></category>
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		<description><![CDATA[O Sesc Pernambuco lança, na próxima segunda-feira (20), a partir das 19h, os livros &#8220;O Teatro no Recife da Década de 1930: outros significados à sua história&#8221;, publicação de Leidson Ferraz, e &#8220;Grupo de Teatro do Sesc Caruaru – Fazendo e Aprendendo&#8221;, organizado por Severino Florêncio, Moisés Gonçalves, Josinaldo Venâncio e Maylson Ricardo. O lançamento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Sesc Pernambuco lança, na próxima segunda-feira (20), a partir das 19h, os livros &#8220;O Teatro no Recife da Década de 1930: outros significados à sua história&#8221;, publicação de Leidson Ferraz, e &#8220;Grupo de Teatro do Sesc Caruaru – Fazendo e Aprendendo&#8221;, organizado por Severino Florêncio, Moisés Gonçalves, Josinaldo Venâncio e Maylson Ricardo.</p>
<p>O lançamento das obras, que recontam a história do teatro pernambucanoo tanto da capital quanto do interior, acontecerá na unidade do Sesc Santo e contará com show da cantora Andréia Luiza. Cada livro custa R$ 40.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-livro-O-Teatro-no-Recife-da-Década-de-1930-design-Claudio-Lira.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89887" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-livro-O-Teatro-no-Recife-da-Década-de-1930-design-Claudio-Lira-607x397.jpg" width="607" height="397" /></a></p>
<p><strong>&#8220;O Teatro no Recife da Década de 1930: outros significados à sua história&#8221; &#8211; Leidson Ferraz</strong><br />
Além de reunir imagens raríssimas, a publicação mapeia peças e ações realizadas por grupos e artistas independentes nos teatros do centro da capital pernambucana, bem como os bairros de subúrbios. Partindo especialmente dos vestígios publicados nos jornais, mas também em documentos achados por acervos particulares ou públicos, o livro do jornalista e pequisador Leidson Ferraz tem como objetivo aflorar trajetórias significativas, como a do Grupo Gente Nossa e do Grêmio Familiar Madalenense (liderado pelos Irmãos Valença), ou de artistas como Samuel Campello, Elpídio Câmara, Barreto Júnior, Lenita Lopes e Valdemar de Oliveira, entre outros, mas, especialmente, ir além do discurso que ocupa posição dominante no campo historiográfico nacional, sempre a abordar o “modo antigo” de se fazer teatro em suas tão depreciadas contradições.</p>
<p>A publicação conta com design de Claudio Lira e traz imagens raríssimas, de críticos, artistas nacionais e internacionais &#8211; alguns de projeção que estiveram no Recife, como Clara Weiss, Procópio Ferreira, Jayme Costa, Alda Garrido e Dulcina de Moraes, e técnicos daquele período, além de uma descrição pormenorizada do repertório apresentado por companhias locais e visitantes em toda a década de 1930, com nomes dos elencos, técnicos, autores e espaços utilizados.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-livro-Grupo-de-Teatro-do-SESC-Caruaru-design-Claudio-Lira.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89886" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Capa-livro-Grupo-de-Teatro-do-SESC-Caruaru-design-Claudio-Lira-341x486.jpg" width="341" height="486" /></a></p>
<p><strong>&#8220;Grupo de Teatro do Sesc Caruaru &#8211; Fazendo e Aprendendo&#8221; &#8211; Severino Florêncio, Moisés Gonçalves, Josinaldo Venâncio e Maylson Ricardo</strong><br />
A obra percorre uma trajetória iniciada em 1980, quando o ator, diretor e professor teatral Severino Florêncio iniciou seus trabalhos no Sesc Caruaru e formatou o grupo, e apresenta detalhes do primeiro espetáculo, a criação coletiva &#8220;Fuga de Lampião&#8221;, além de relembrar momentos importantes de como o coletivo se tornou uma escola de formação de artistas e técnicos de grande impacto para a cena teatral em Caruaru e na região. Suas histórias criam um paralelo entre o grupo e o Teatro caruaruense; aborda os espetáculos apresentados nos dois teatros da cidade (o Rui Limeira Rosal, do Sesc, e o João Lyra Filho, da municipalidade); os festivais dos quais participou pelo Brasil; além dos prêmios recebidos por diretores, atores, atrizes e técnicos.</p>
<p>Narra ainda o período em que a equipe teve suas atividades suspensas e o retorno em 2004 com nova marca: Grupo de Teatro Cena Aberta do Sesc Caruaru. Também com design de Claudio Lira, o livro &#8220;Grupo de Teatro do Sesc Caruaru – Fazendo e Aprendendo&#8221; tem prefácio escrito por José Manoel Sobrinho, diretor teatral e gestor cultural com experiências no Sesc e em órgãos públicos ligados à cultura. No texto de abertura da obra, ele diz:<em> “Ao tomar a iniciativa de escrever esta história e de aqui publicá-la, Severino Florêncio e Moisés Gonçalves, diretores do conjunto, amplificam as experiências e vivências da trupe, disseminam parte relevante dos saberes construídos e dão amplitude para as novas gerações entenderem a força e o papel significativo que o teatro teve e tem para uma cidade da dimensão de Caruaru”</em>.</p>
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		<title>Temas urgentes entram em cena com a programação de teatro do FIG</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 22:48:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Clara Albuquerque A programação de Teatro do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) é um levante contra o preconceito e a intolerância. Violência contra a mulher, identidade de gênero e a livre vivência da sexualidade são algumas das temáticas que serão abordadas nas 27 ações teatrais que, entre espetáculos e bate-papos, acontecem entre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" id="docs-internal-guid-a2806714-57b6-2f58-94f1-60b0d4a1d688" style="text-align: right;"><em>Por Clara Albuquerque</em></p>
<div id="attachment_50980" aria-labelledby="figcaption_attachment_50980" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Flávia Charcha</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/ROSA-CHOQUE-POR-FLAVIA-CHARCHA.jpg"><img class="size-medium wp-image-50980" alt="Flávia Charcha" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/ROSA-CHOQUE-POR-FLAVIA-CHARCHA-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo &#8216;Rosa Choque&#8217; abre a programação na sexta-feira, 21</p></div>
<p>A programação de Teatro do 27º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) é um levante contra o preconceito e a intolerância. Violência contra a mulher, identidade de gênero e a livre vivência da sexualidade são algumas das temáticas que serão abordadas nas 27 ações teatrais que, entre espetáculos e bate-papos, acontecem entre os dias 21 e 29 de julho. Uma das novidades deste ano é a presença de grupos do interior do Estado na <em>2ª Mostra de Teatro Alternativo; </em>e também a primeira edição do projeto <em>Literatura na cena</em>.<b><b> </b></b></p>
<p dir="ltr">Sessenta por cento das ações são protagonizadas por artistas pernambucanos. Um dos destaques vai para o ator Alexandre Guimarães, que se apresenta no dia 24, às 18h, com o monólogo <strong>O Açougueiro</strong>. “O espetáculo existe há dois anos e já rodou oito estados no Brasil em cinco temporadas. Para mim, é uma honra muito grande levá-lo para Garanhuns, especialmente porque a minha pesquisa de campo para a elaboração do espetáculo foi realizada nos entornos da cidade, o que traz uma relevância ainda maior para este momento”, diz o ator. O Açougueiro retrata uma história de amor no Sertão Nordestino expondo detalhes do cotidiano de uma cidade pequena. Ano passado, a obra recebeu três premiações do 16º Prêmio Cenym, uma realização da Academia de Artes do Teatro do Brasil, incluindo melhor ator e melhor monólogo. “Acredito que seja uma quebra de paradigmas essa maior expressão e valorização do teatro pernambucano na programação de um dos maiores festivais do Brasil. Acho importante e fundamental esse olhar da gestão pública para os fazedores de teatro locais”, completa Alexandre.</p>
<div id="attachment_50977" aria-labelledby="figcaption_attachment_50977" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/O-Açougueiro-1-Lucas-Emanuel.jpg"><img class="size-medium wp-image-50977" alt="O Açougueiro é um dos destaques da programação. Protagonizado por Alexandre Guimarães, já rodou 8 estados em 5 temporadas. Créditos: Lucas Emanuel" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/O-Açougueiro-1-Lucas-Emanuel-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O Açougueiro é um dos destaques da programação. Protagonizado por Alexandre Guimarães, já rodou 8 estados em 5 temporadas. Créditos: Lucas Emanuel</p></div>
<p>Entre as atrações nacionais, está o paulista Rodolfo Lima, que abre o projeto Literatura na Cena com os espetáculos <em>Réquiem para um rapaz triste</em>, inspirado em um conto de Caio Fernando de Abreu, e <em>Bicha Oca</em>, inspirado em quatro textos do escritor pernambucano Marcelino Freire. O Literatura na Cena foi projetado pelas coordenações de Literatura, Artes Cênicas, Teatro e Ópera. É o primeiro ano do projeto no FIG e foi criado para ser um espaço de diálogo entre a Literatura e o Teatro.</p>
<p>“Acho de extrema importância esse diálogo entre a literatura e a dramaturgia. Se você olhar pra trás, muitas peças surgem de textos literários. Estou feliz por levar os meus trabalhos para o FIG e contar um pouco da minha experiência”, diz o ator. Além da ligação com a literatura, o trabalho de Rodolfo tem a característica de inserir o espectador na cena, se utilizando de locais não convencionais e nenhum tipo de recurso que o roube daquela realidade. Os dois espetáculos que ele traz para Garanhuns têm 15 e 8 anos de existência, respectivamente, e já passaram por diversos estados do Brasil a exemplo de Rio Grande do Norte, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e Ceará. <em>Réquiem para um rapaz triste</em> retrata momentos da personagem Alice, uma mulher solitária e apoiada no cigarro que fala sobre suas escolhas. Foi o primeiro trabalho do Rodolfo, apresentado no Recife no ano passado. <em>Bicha Oca</em> é inspirada em contos homoeróticos do autor Marcelino Freire e retrata a realidade do personagem Alceu rememorando hábitos do passado, suas histórias amorosas e sexuais.  “O que tenho percebido é que, apesar da surpresa e da euforia, o público vem absorvendo as cenas como arte porque acabam se envolvendo com a história do personagem. Então essas questões ganharam um outro lugar frente a esse novo olhar. Foi um risco fazê-lo e fui feliz”, explica o ator.</p>
<div id="attachment_50979" aria-labelledby="figcaption_attachment_50979" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Adriana Moura</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/BICHA-OCA-POR-ADRIANA-MOURA.jpg"><img class="size-medium wp-image-50979" alt="Adriana Moura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/BICHA-OCA-POR-ADRIANA-MOURA-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bicha Oca é uma adaptação de contos do escritor Marcelino Freire</p></div>
<p>“Ao trazer questões marcantes e polêmicas, como corrupção e intolerância religiosa e sexual, para o público dentro dos espetáculos, nós abrimos espaço para o debate, o que é de extrema importância porque são temas urgentes. O Teatro, sempre, foi vanguardista nesse sentido e deixa uma mensagem que transcende as fronteiras do espetáculo, elas são levadas para a vida”, diz o curador da programação de Teatro do FIG, José Neto Barbosa.</p>
<p>A 2ª Mostra de Teatro Alternativo do FIG tem a proposta de expor e debater o conceito de Teatro Alternativo em Pernambuco. Com uma programação inteiramente composta por espetáculos pernambucanos, vai acontecer na Galeria Galpão, assim como as apresentações do Literatura em Cena. Outros dois espetáculos irão acontecer em ações descentralizadas por praças e bairros da cidade de Garanhuns. São eles: <em>As Bodas de Umbigolina Goiabenta,</em> no Projeto Som na Rural e <em>Esquetes de Teatro de Rua,</em> do Movimento de Teatro Popular.</p>
<p><strong>Confira a programação completa de Teatro do FIG:</strong></p>
<p>LOCAIS DOS ESPETÁCULOS<br />
TEATRO: Teatro Luiz Souto Dourado<br />
2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO E LITERATURA NA CENA: Galeria Galpão</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira, 21/7</strong></span></p>
<p><strong>TEATRO ADULTO</strong><br />
<strong>18h – Rosa Choque</strong><br />
Coletivo Os Conectores (MG)<br />
Direção: Cida Falabella<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 55 minutos</p>
<p>O espetáculo apresenta uma abordagem sobre a violência contra a mulher: violência sexual, social e moral. Além da vivência dos atores, a obra foi criada a partir de notícias divulgadas na imprensa e nas redes sociais sobre os frequentes abusos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 22/7</strong></span></p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO ESPECIAL</strong><br />
<strong> 17h – Cabaret Brecht, canções de Kurt Weill e Bertolt Brecht</strong><br />
Com Cida Moreira e participações de Arilson Lopes e Maeve Jinkings<br />
Local: Teatro Luiz Souto Dourado<br />
Classificação indicativa: livre<br />
Duração: 1h20</p>
<p><strong>TEATRO ADULTO</strong><br />
<strong> 18h30 &#8211; A Erudita</strong><br />
Priscilla Cler (PB)<br />
Direção: Antônio Hildebrando<br />
Classificação indicativa: 12 anos<br />
Duração: 45 minutos</p>
<p>Uma soprano, um pianista e uma pitada de ironia. A Erudita descobre as diversas possibilidades de interpretação de compositores como Mozart, Debussy e Piazolla, libertando-se das duras tradições da música erudita.</p>
<p><strong>LITERATURA NA CENA</strong></p>
<p><strong>20h &#8211; Bate-papo “A influência dos contos de Caio Fernando Abreu e Marcelino Freire”</strong><br />
Com Marcelino Freire (PE/SP), Breno Fittipaldi (PE) e Rodolfo Lima (SP)</p>
<p><strong>22h – Réquiem para um rapaz triste</strong><br />
Teatro do Indivíduo (SP) | Rodolfo Lima<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 1h</p>
<p>O espetáculo apresenta ao público a personagem Alice, inspirada nas personagens femininas do autor Caio Fernando Abreu. Alice é uma mulher solitária, que apoiada no cigarro, fala sobre suas escolhas, do amor, da falta, da solidão e da procura.</p>
<p><strong>23h30 – Bicha Oca</strong><br />
Teatro do Indivíduo (SP)<br />
Direção: Rodolfo Lima<br />
Classificação indicativa: 18 anos<br />
Duração: 1h</p>
<p>Inspirada nos contos homoeróticos do autor Marcelino Freire, a peça versa sobre a realidade de Alceu que rememora os hábitos do passado, suas histórias amorosas e seus questionamentos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo, 23/7</strong></span></p>
<p><strong>LITERATURA NA CENA</strong></p>
<p><strong>20h &#8211; Bate-papo “Cervantes no Contemporâneo”</strong><br />
Com Ivaldo Vasconcelos (PE) e Maksin Oliveira (RJ)</p>
<p><strong>22h &#8211; O Incansável Dom Quixote</strong><br />
Magnífica Trupe de Variedades (RJ)<br />
Com Maksin Oliveira<br />
Classificação indicativa: 12 anos<br />
Duração: 1h10</p>
<p>Adaptação do romance de Cervantes, com histórias fantásticas do famoso cavaleiro errante que sai de casa com o desenfreado desejo de transformar o mundo num lugar melhor.</p>
<p><strong>TEATRO PARA INFÂNCIA</strong></p>
<p><strong>10h – Estação dos Contos</strong><br />
Grupo Estação de Teatro (RN)<br />
Direção: Rogério Ferraz<br />
Classificação indicativa: livre<br />
Duração: 45 minutos</p>
<p>Espetáculo de contação de histórias de tradição popular, intercaladas com músicas originais executadas ao vivo, músicas do cancioneiro infantil e brincadeiras populares.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira, 24/7</strong></span></p>
<p><strong>TEATRO ADULTO</strong></p>
<p><strong>18h – O Açougueiro</strong><br />
Alexandre Guimarães (PE)<br />
Direção: Samuel Santos<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 50 minutos</p>
<p>O espetáculo é uma história de amor no sertão nordestino que também mostra o lado sombrio dos sentimentos humanos, dividindo-se entre diálogos, cantos, toadas e aboios de vaqueiro.</p>
<p><strong>2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</strong><br />
<strong>22h – A Última Cólera no Copo de Meu Negro</strong><br />
Cia. Experimental de Teatro (PE)<br />
Com Raphael Gustavo<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 1h</p>
<p>A peça fala sobre racismo, amor e a subjetiva liberdade acerca do ser humano e o sexo, sexualidade, religiosidade, cultura e fé. Numa senzala, Bastião está preso com o seu escravizado. O tempo passa, e ele revive as memórias do passado.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira, 25/7</strong></span></p>
<p><strong>2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</strong></p>
<p>22h – Eu gosto mesmo de pezinho de galinha porque eu como a carninha e limpo o dente com a unhinha<br />
Experimento Pezinho de Galinha (PE)<br />
Com Nínive Caldas e Eric Valença<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 1h</p>
<p>Atores se revezam em personagens que contam histórias horas cliché, horas cruas de realidades escondidas por cidades grandes higienistas: o ponto de prostituição, a Igreja evangélica, o presídio, o subúrbio.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira, 26/7</strong></span></p>
<p><strong>TEATRO ADULTO</strong><br />
<strong>18h – A Descoberta de Um</strong><br />
Grupo Claricena (PE)<br />
Direção: Anderson Vieira<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 40 minutos</p>
<p>Dentro de seu momento de reconhecimento enquanto um ser longe de um arquétipo, Antônio não se identifica com a sociedade em que está inserido, nem com os padrões estabelecidos.</p>
<p><strong>2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</strong></p>
<p><strong>22h – Que muito amou</strong><br />
Cênicas Cia de Repertório (PE)<br />
Direção: Antônio Rodrigues<br />
Classificação indicativa: 14 anos<br />
Duração: 1h10</p>
<p>Livre adaptação do livro “Os Dragões Não Conhecem o Paraíso” de Caio Fernando Abreu. Contos que falam sobre o amor e sua relação com a morte, saudade e ódio: Sapatinhos Vermelhos, Praiazinha e Dama da Noite.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira, 27/7</strong></span></p>
<p><strong>2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</strong><br />
<strong>22h – Delicado</strong><br />
Coletivo Grão Comum (PE)<br />
Com Daniel Barros<br />
Classificação Indicativa: 16 anos<br />
Duração: 55 minutos</p>
<p>Baseado na tragédia brasileira presente no conto homônimo de Nelson Rodrigues. Gira em torno dos conceitos morais presentes nas famílias, onde imperam o machismo e o preconceito.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira, 28/7</strong></span></p>
<p><strong>TEATRO ADULTO</strong><br />
<strong>18h – Mucurana, O Peixe</strong><br />
Construtores de Histórias (PE)<br />
Com audiodescrição e libras<br />
Direção: Carlos Carvalho<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
Duração: 50 minutos<br />
Com audiodescrição e libras</p>
<p>Adaptação do conto &#8220;O Peixe&#8221;, de Hermilo Borba Filho, a história traz um homem ingênuo, morador de rua, que carrega consigo apenas canções, uma lata de farinha e lembranças do cavalo-marinho.</p>
<p><strong>2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</strong><br />
<strong> 22h – O Velho Diário da Insônia</strong><br />
Alessandro Moura (PE)<br />
Classificação indicativa: 14 anos<br />
Duração: 50 minutos</p>
<p>Tragicomédia costurada com poesias e canções. O ator leva ao público histórias vividas em sua infância e adolescência. Uma atmosfera de saudade e reflexão sobre o tempo. Remonta uma noite de insônia de um homem à beira da loucura.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 29/7</strong></span></p>
<p><strong>TEATRO PARA INFÂNCIA</strong><br />
<strong>10h – Vento Forte para Água e Sabão</strong><br />
Companhia Fiandeiros de Teatro (PE)<br />
Direção: André Filho<br />
Classificação indicativa: livre<br />
Duração: 55 minutos<br />
Com audiodescrição e libras</p>
<p>O musical narra a história de amizade entre uma bolha de sabão chamada Bolonhesa e Arlindo, uma rajada de vento. Vivem uma divertida aventura, descobrindo o mundo e dando sentido à sua pequena existência.</p>
<p><strong>TEATRO ADULTO</strong><br />
<strong> 18h – Eldorado</strong><br />
Eduardo Okamoto (SP)<br />
Com audiodescrição e libras<br />
Direção: Marcelo Lazzaratto<br />
Classificação indicativa: 12 anos<br />
Duração: 1h</p>
<p>Acompanhado por uma “Menina”, um cego busca encontrar o que nenhum homem pôde jamais: Eldorado. Toda estória se resume nisto: era uma vez&#8230; um homem que procura.</p>
<p><strong>2ª MOSTRA DE TEATRO ALTERNATIVO</strong></p>
<p><strong>22h – A Máquina</strong><br />
Teatro de Retalhos (PE)</p>
<p>Direção: Djaelton Quirino<br />
Classificação indicativa: livre<br />
Duração: 1h45</p>
<p>Adaptação do texto de João e Adriana Falcão, o espetáculo é uma fábula contemporânea que se passa numa cidadezinha chamada Nordestina, distante de qualquer lugar, e aborda o êxodo e a falta de perspectiva, mas também a cultura viva, nossa musicalidade e poesia e sobretudo, a capacidade de transformação da realidade.</p>
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