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	<title>Portal Cultura PE &#187; teatro santa isabel</title>
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		<title>Orquestra Sinfônica do Recife apresenta-se gratuitamente no Teatro Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Tue, 16 May 2023 17:33:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Orquestra Sinfônica do Recife comanda uma apresentação gratuita, nesta quarta-feira (17), a partir das 20h, no Teatro de Santa Isabel. Com regência de Lanfranco Marcelletti Jr., o concerto contará com seis peças. Metade do repertório será dedicado a um dos maiores compositores de todos os tempos da produção sinfônica mundial: Beethoven, de quem serão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Orquestra Sinfônica do Recife comanda uma apresentação gratuita, nesta quarta-feira (17), a partir das 20h, no Teatro de Santa Isabel. Com regência de Lanfranco Marcelletti Jr., o concerto contará com seis peças. Metade do repertório será dedicado a um dos maiores compositores de todos os tempos da produção sinfônica mundial: Beethoven, de quem serão executadas a Abertura Coriolan, a &#8220;Sinfonia Nº 3&#8243; Heroica, II mov. “Marcha Fúnebre” e a &#8220;Sinfonia Nº 1&#8243;, IV mov. Após breve intervalo, a Orquestra tocará ainda &#8220;O Garatuja&#8221;, de Nepomuceno, a &#8220;Sinfonieta Nº 2&#8243;, II mov, de Dadá Malheiros, e a &#8220;Sinfonia Nº 6&#8243; Patética, I mov, de Tschaikovsky.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Orquestra-Sinfônica-do-Recife-2-Foto-Brenda-Alcântara-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101444 aligncenter" alt="Brenda Alcântara/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/Orquestra-Sinfônica-do-Recife-2-Foto-Brenda-Alcântara-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Os ingressos serão distribuídos pela internet e na bilheteria do teatro. No site e no aplicativo Conecta Recife (<strong><a href="https://conecta.recife.pe.gov.br" target="_blank">conecta.recife.pe.gov.br</a></strong>), a distribuição já começou. Foram disponibilizados, ao todo, 200 bilhetes virtuais. O próximo encontro da Orquestra Sinfônica do Recife será na próxima quarta-feira, dia 24/5.</p>
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		<title>Conservatório Pernambucano de Música promove Cantata “Bandeira do Divino”, no Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 19:28:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após três anos, o Coral Infantil do Conservatório Pernambucano de Música volta a encenar gratuitamente a Cantata “Bandeira do Divino”, no Teatro de Santa Isabel. A apresentação natalina resgata toda a tradição da natividade no Brasil e traz um repertório formado por pastoril, cavalo marinho, boi-bumbá e reisado, executado pela Orquestra de Câmara de Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/IMG_7964-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97867" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/IMG_7964-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Após três anos, o Coral Infantil do Conservatório Pernambucano de Música volta a encenar gratuitamente a Cantata “Bandeira do Divino”, no Teatro de Santa Isabel. A apresentação natalina resgata toda a tradição da natividade no Brasil e traz um repertório formado por pastoril, cavalo marinho, boi-bumbá e reisado, executado pela Orquestra de Câmara de Pernambuco e o grupo SaGrama. A temporada 2022 do espetáculo será neste sábado (17) e domingo (18), às 19h e às 17h, respectivamente.</p>
<p><em>“Estamos muito felizes com o fato de poder remontar este espetáculo tão bonito, que é a “Bandeira do Divino”, após três anos. O último foi em 2019; nos anos seguintes, não conseguimos fazer por causa da pandemia, que exigia o isolamento social. Foi uma fase difícil, principalmente para quem vive de música, pela perda do contato com o público, tão importante. Trazer o espetáculo de volta agora significa trazer a plateia de volta, resgatar esta integração e também festejar que estamos juntos, estamos bem, com saúde. A montagem é uma celebração à vida”</em>, destaca a gerente do Conservatório, Rose Hazin.</p>
<p>Durante uma hora e 15 minutos, cerca de 150 pessoas &#8211; incluindo 80 crianças, 30 músicos da orquestra e 11 no time do SaGrama, mais equipe de produção &#8211; sobem ao palco para dar vida a esta história que fala de “paz, amor e fraternidade”, como salienta a gestora da escola de música.</p>
<p><em>“O espetáculo é muito bonito e traz uma visão completamente diferente do Natal, ao mesmo tempo em que se mantém como uma celebração. As crianças estão eufóricas, vivendo um misto de emoções e sentimentos, por pisar ao palco e pela oportunidade de participar de um espetáculo de verdade. Muitas delas jamais entraram num teatro e essa experiência estimula a participação deles na vida acadêmica, dá vontade de estudar mais, de se igualar àqueles artistas que estão no palco”</em>, complementa Hazin.</p>
<p>O maestro José Renato Accioly, que divide a direção artística com Quiercles Santana, reforça a importância deste encontro. <em>“É uma vivência única que as crianças de iniciação musical experimentam ao participar deste espetáculo musical profissional, com uma orquestra. Elas ganham a oportunidade de entender como funciona uma produção como a “Bandeira”, e de contribuir para a produção; têm a chance de acompanhar tudo funcionando, participam dos ensaios e observam toda a disciplina que envolve uma montagem profissional”</em>, salienta José Renato.</p>
<p>O repertório inclui 20 músicas, que receberam arranjos para coro e orquestra criados por Sérgio Campello, líder do SaGrama. São peças do cancioneiro musical, como “Vinde, vinde, moços e velhos”; “Linda Borboleta”, “Queima da Lapinha” e “Meu Bom José”, que aparecem ao lado de obras de Dimas Sedícias (“Boi Babá” e “Novena”) e Lourival Oliveira (“Carnavá na Roça”), além da faixa que dá nome ao musical. O diretor do SaGrama também assina algumas composições, a exemplo de “Guerreiro do Além-Mar” e “Severino”.</p>
<p>Ao longo do musical, dez crianças se intercalam em cena como solistas, nos papéis de Diana, Mestra, Contramestra, Borboletas, Pastores, Camponesa, Ave Maria e Estrelas. A Cia. Perna de Palco, dirigida por Anna Miranda, resgata a dança e os personagens clássicos da cultural popular.</p>
<p><em>“A ideia é fazer com que esse repertório seja incorporado na vida de todos os que participam e suas famílias. As crianças vão para o ensaio e levam para casa as músicas para continuar ensaiando, e assim os pais acabam entrando também neste espírito. Na outra edição, a plateia cantava praticamente todas as músicas porque este repertório era incluído no dia a dia, na rotina da família. Dessa forma, conseguimos manter estas músicas vivas, reintroduzimos elas na vida das pessoas, perpetuando este cancioneiro natalino”</em>, conta o maestro.</p>
<p>Além de ensaiar com os pequenos e (re)aprender o repertório, parte dos pais também atuam como voluntários na produção. <em>“Temos toda a logística de receber os meninos e, ao fim da apresentação, devolver aos pais. Imagine que são 80 crianças! É um superexercício de produção manter tudo isto funcionando também nos bastidores”</em>, acrescenta a produtora Carla Navarro, que rege essa “orquestra” formada por familiares e equipe de produção nas coxias do teatro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Cantata Natalina “Bandeira do Divino”<br />
Quando: sábado (17 de dezembro), às 19h; domingo (18 de dezembro), às 17h<br />
Quanto: Entrada gratuita. Ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro, uma hora antes do espetáculo<br />
Onde: Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n, Santo Antônio)</p>
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		<title>Diplomação dos novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 14:36:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Confira, no vídeo acima, como foi a cerimônia de comemoração do Dia Nacional do Patrimônio, que aconteceu no último dia 17 de agosto, no Teatro Santa Isabel. Além da diplomação dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco, o evento foi marcado pela entrega dos certificados aos vencedores do 7º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Confira, no vídeo acima, como foi a cerimônia de comemoração do Dia Nacional do Patrimônio, que aconteceu no último dia 17 de agosto, no Teatro Santa Isabel. Além da diplomação dos <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/conheca-o-perfil-dos-dez-novos-patrimonios-vivos-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</strong></a>, o evento foi marcado pela entrega dos certificados aos vencedores do 7º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco e entrega de placas de agradecimento aos homenageados do 30º Festival de Inverno de Garanhuns, que não puderam receber a homenagem durante o festival. Aperte o <em>play</em>.</p>
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		<title>Dia do Patrimônio Cultural &#8211; Solenidade no Teatro Santa Isabel e Praça da República</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 14:51:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Dia do Patrimônio Cultural marcou a 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, no último dia 17 de agosto (quarta-feira), com a inauguração da Placa aos Mártires de Pernambuco, na Praça da República, e a entrega dos certificados aos vencedores do 7º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia do Patrimônio Cultural marcou a 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, no último dia 17 de agosto (quarta-feira), com a inauguração da Placa aos Mártires de Pernambuco, na Praça da República, e a entrega dos certificados aos vencedores do 7º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco e a diplomação dos dez novos Patrimônios Vivos de Pernambuco, no Teatro de Santa Isabel. A solenidade também deu espaço para uma entrega de placas de agradecimento aos homenageados do 30º Festival de Inverno de Garanhuns, que não puderam receber a homenagem durante o festival. Aperte o <em>play</em> acima e confira como foi a cerimônia.</p>
<p>&#8212;<br />
<strong>SEMANA DO PATRIMÔNIO -</strong> Realizada desde 2008, a iniciativa, capitaneada pela Secult-PE/Fundarpe, tem o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico e estabelecer um amplo espaço de reflexão e debates sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais em sua diversidade. Confira na <em>playlist</em> abaixo as atividades<em> on-line</em> da 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLvP1rei_7awWgnmAQOu5fS-8leVKH7iPl" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Teatro Santa Isabel promove debate virtual com Mônica Lira e Paula de Renor</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2020 12:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade às festividades dos seus 170 anos, o Teatro Santa Isabel vai promover, nesta terça-feira (13), um debate virtual sobre sobre dança e teatro, com a bailarina Mônica Lira e a atriz/produtora Paula de Renor. O bate-papo, que será mediado pelo gestor do espaço, Romildo Moreira, está agendado para acontecer às 19h, no perfil [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_77008" aria-labelledby="figcaption_attachment_77008" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/teatro-santa-isabel-mônica-lira-paula-de-renor-bate-papo-virtural.jpg"><img class="size-medium wp-image-77008" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/teatro-santa-isabel-mônica-lira-paula-de-renor-bate-papo-virtural-607x424.jpg" width="607" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz/produtora Paula de Renor e a bailarina Mônica Lira são as convidadas da semana para participar das celebrações virtuais para comemorar os 170 anos do teatro centenário</p></div>
<p>Dando continuidade às <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/teatro-santa-isabel-celebra-170-anos-com-programacao-virtual/" target="_blank"><strong>festividades dos seus 170 anos</strong></a>, o Teatro Santa Isabel vai promover, nesta terça-feira (13), um debate virtual sobre sobre dança e teatro, com a bailarina <strong>Mônica Lira</strong> e a atriz/produtora <strong>Paula de Renor</strong>. O bate-papo, que será mediado pelo gestor do espaço, <strong>Romildo Moreira</strong>, está agendado para acontecer às 19h, no perfil do Instagram do equipamento cultural, <strong><a href="https://www.instagram.com/teatrodesantaisabeloficial/" target="_blank">@teatrodesantaisabeloficial</a></strong>, e trará à tona questionamentos sobre o futuro dos mercados da arte pós-pandemia, além claro de memórias e histórias que o Santa Isabel ajudou a contar na vida e na carreira de cada um.</p>
<p>Os debates terão duração de 30 minutos cada e ficarão disponíveis por 24h após a transmissão ao vivo no perfil do teatro. Nos próximos dias 20 e 27 de maio, os convidados para o bate-papo virtual serão<strong> André Brasileiro</strong> e o maestro <strong>José Renato Accioly</strong>.</p>
<p>Mas a celebração não será toda de retórica. No dia 18 de maio, data exata em que a casa fez sua estreia, no ano de 1850, apresentando seu primeiro espetáculo, <em>O Pajem de Aljubarrota</em>, do escritor português Mendes Leal, para uma plateia de ilustres, a programação será música para ouvidos isolados.</p>
<p>Exatos 170 anos depois, o Santa Isabel pede a seu público cativo que fique em casa e participe da celebração do sofá, a partir das 19h, curtindo a live-celebração protagonizada pelas atrações musicais: SH (Surama Santos e Henrique Albino), Publius Lentulus, Grupo Instrumental Brasil e Chorinho da Roça, todos selecionados pelo edital do projeto Santa Isabel em Cena, que teve sua programação adiada por tempo indeterminado, em função do avanço da pandemia.</p>
<p><strong>Equipamento cultural<br />
</strong>O Teatro Santa Isabel, cujo nome é uma homenagem à Princesa Isabel, foi inaugurado em 18 de maio de 1850, inserindo a então província de Pernambuco numa nova fase cultural. Idealizado pelo Barão da Boa Vista, teve o projeto dirigido pelo engenheiro francês Louis Léger Vauthier, que inovou na época, optando por não utilizar trabalho escravo na construção de arquitetura neoclássica. Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 31 de outubro de 1949, o equipamento foi mais tarde eleito um dos 14 teatros-monumentos do país.</p>
<p>Durante toda a sua história, a casa sempre esteve no centro da vida política da cidade, tendo assistido à Revolução Praieira e abrigado a campanha abolicionista e pelo advento da República. Frequentado, desde sempre, por notórias personalidades da cultura nacional, o Teatro de Santa Isabel foi cenário dos debates literários de Tobias Barreto e Castro Alves. Foi de lá que ecoou para todo o Brasil a histórica frase do abolicionista Joaquim Nabuco: “Aqui vencemos a causa da abolição”, imortalizada numa placa exibida numa das paredes do teatro até hoje.</p>
<p>Uma curiosidade sobre o teatro é que ele chegou a ser destruído por um incêndio ocorrido em 19 de setembro de 1869, tendo sido totalmente recuperado, redimensionado e entregue outra vez ao povo pernambucano em 16 de dezembro de 1876, para em 2020, quem diria, virar de novo saudade, até que o coronavírus dê à humanidade uma merecida trégua.</p>
<p><strong>Convidadas</strong><br />
<strong>Mônica Lira -</strong> Bailarina, coreógrafa, professora, artista da dança e produtora. Diretora do Grupo Experimental (Recife) desde sua fundação, em 1993, tendo criado mais de 20 obras de dança ao longo da trajetória do grupo, que circulou por todas as regiões do Brasil e apresentou-se ainda no Peru, Equador, Argentina, Chile, Paraguai, Portugal, Itália e Espanha. Realizou durante 10 anos o projeto social &#8220;Núcleo de Formação em Dança&#8221;, com mais de 500 jovens passando pelas aulas de dança promovidas pelo Grupo Experimental através de sua metodologia. Atuante na política cultural local, foi uma das fundadoras do Movimento Dança Recife (uma articulação política com 15 anos de atuação). Já trabalhou como gestora pública na Prefeitura do Recife, no Serviço de Dança, e participou do Conselho de Cultura. Pós graduada em &#8220;Gestão e Produção Cultural&#8221; e “Especialização em Estudos Contemporâneos em Dança&#8221; pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestranda em dança na UFBA.</p>
<p><strong>Paula de Renor -</strong> Atriz, produtora e diretora da Remo Produções Artísticas desde 1983. Produziu diversos espetáculos de teatro, incluindo duas coproduções internacionais. Também atua na produção de programas para Televisão e projetos sociais ligados ao teatro. Esteve à frente, como curadora e produtora, do Janeiro de Grandes Espetáculos por 17 anos e hoje produz o RESIDE-Festival Internacional de Teatro de PE, que está na sua 2ª edição. Idealizadora, produtora e gestora do Teatro Armazém 14 por 11 anos. Curadora do Festival Internacional de São José do Rio Preto em 2014 e Festival do Teatro Brasileiro XX Edição/2019. Representante de teatro e ópera no Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco.</p>
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		<title>Com mais 90 atrações, Janeiro de Grandes Espetáculos dá início à sua 26ª edição</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jan 2020 14:11:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há 26 anos, o mês de janeiro é sinônimo de arte, cultura e grandes espetáculos em Pernambuco. Em 2020, o maior festival de artes cênicas e música do Estado, o Janeiro de Grandes Espetáculos (JGE) ocupa os principais teatros do Recife, de 8 de janeiro a 3 de fevereiro, com mais de 90 atrações de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74357" aria-labelledby="figcaption_attachment_74357" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/xico-de-assis-foto-roberta-guimaraes-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-74357" alt="Roberta Guimarães/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/xico-de-assis-foto-roberta-guimaraes-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Xico de Assis apresenta seu novo show no palco do Teatro Arraial Ariano Suassuna, no dia 1º de fevereiro, a partir das 20h</p></div>
<p>Há 26 anos, o mês de janeiro é sinônimo de arte, cultura e grandes espetáculos em Pernambuco. Em 2020, o maior festival de artes cênicas e música do Estado, o Janeiro de Grandes Espetáculos (JGE) ocupa os principais teatros do Recife, de 8 de janeiro a 3 de fevereiro, com mais de 90 atrações de teatro, dança e música. A efervescente produção artística pernambucana responde pela maioria da programação. Ultrapassando as divisas do Estado, companhias/artistas da Bahia, Paraíba, São Paulo e Rio Grande do Sul foram escalados. Da China, Eslováquia e de Portugal, virão quatro espetáculos. Oito teatros da capital vão virar palco para o JGE: <strong>Arraial Ariano Suassuna</strong>, gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, <strong>Santa Isabel</strong>, <strong>Apolo</strong>, <strong>Barreto Júnior</strong>, <strong>Boa Vista</strong>, <strong>Hermilo Borba Filho</strong>, <strong>Luiz Mendonça</strong>, <strong>Marco Camarotti</strong>. O evento conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>.</p>
<p>Algumas montagens serão apresentadas nos espaços alternativos Casa Maravilhas, Manhattan Café Teatro, Sesc Casa Amarela e Espaço Fiandeiros, que também recebem oficina, exibição de documentário e palestra. Além da capital, seis cidades integram o Janeiro. Em parceria com o Sesc, os municípios de Caruaru (Teatro Rui Limeira Rosal), Garanhuns (Teatro Reinaldo de Oliveira), Goiana (Igreja Matriz de Nossa Sra. do Rosário) e Jaboatão dos Guararapes (Teatro Samuel Campelo). Camaragibe (Casarão de Maria Amazonas) e Serra Talhada (Espaço Cabras de Lampião) também abrem as cortinas para o festival.</p>
<p>A programação do Janeiro de Grandes Espetáculos, realizado pela Apacepe (Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco), está disponível no <strong><a href="http://www.janeirodegrandesespetaculos.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.janeirodegrandesespetaculos.com&amp;source=gmail&amp;ust=1578144436864000&amp;usg=AFQjCNEo_EDdodDH0Q1sCZmypzZmMzlV1Q" data-saferedirectreason="2">www.<wbr />janeirodegrandesespetaculos.<wbr />com</a></strong>. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente através do site <a href="https://www.sympla.com.br/eventos?s=26%C2%B0%20Janeiro%20de%20Grandes%20Espet%C3%A1culos%202020" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a> e quiosques da Ticket Folia nos shoppings Recife, RioMar e Tacaruna – alguns eventos têm entrada franca ou bilhetes trocados por 1 kg de alimento.</p>
<p>Cinco serão os homenageados da 26ª edição. Na categoria Teatro, o ator e diretor<strong> Zé Manoel</strong>. No quesito Técnica, que retorna, será reverenciado<strong> Joca</strong>, há mais de 40 anos trabalhando no Teatro de Santa Isabel. O maestro <strong>Edson Rodrigues</strong>, Mestre-Vivo do Frevo, é o homenageado na categoria Música; a bailarina e coreógrafa <strong>Cecília Brennand</strong>, em Dança; e a <strong>Família Marinho</strong>, em Poesia.</p>
<p><b> NOVIDADES –</b> Pela primeira vez, abriu-se um edital para formar uma comissão de avaliação dos espetáculos de teatro e dança de Pernambuco. A curadoria deixou de ser feita exclusivamente pela Apacepe e foi compartilhada com o grupo formado pela produtora Danielle Valentim, atriz e arte-educadora Milena Marques, estudante de Licenciatura em Teatro Natália Gomes e pelos jornalistas Renato Contente e Talles Colatino. Também pela primeira vez, um conselho consultivo foi criado. André Filho (ator e diretor), Fátima Aguiar (atriz e produtora), Paulo de Pontes (ator) e Toni Rodrigues (produtor e diretor) juntaram-se ao presidente da Associação, Paulo de Castro, para debater temas estratégicos do JGE ao longo dos últimos meses.</p>
<p>Tem mais novidades: em 2020, o festival volta a premiar os melhores espetáculos pernambucanos que estiveram em cena. Após um hiato de dois anos, a premiação ganha nome e sobrenome: <strong>Prêmio Copergás de Teatro, Dança e Música de Pernambuco</strong>.</p>
<p><b>OS ESPETÁCULOS –</b> O Janeiro dá oportunidade ao público de assistir a estreias e montagens de sucesso. Entre as obras que serão encenadas pela primeira vez, estão “Berço Esplêndido – Uma Comédia Necropolítica” (Pedro Portugal) e “Deusas da Noite” (Real Cia de Teatro). “Duelo” ganha remontagem, 25 anos após sua estreia, com o elenco original: Pedro Henrique, Júlio Rocha, Mario Miranda, Carlos Lira, Ana Medeiros e Paulo de Castro. “As Bruxas de Salém” (Célula de Teatro), que estreou em 2019 e fez excelente temporada, e “Auto da Compadecida” (Cênicas Cia de Repertório) são destaques ao lado do projeto Trilogia Vermelha, do Coletivo Grão Comum, com três produções sobre Dom Helder Câmara, Glauber Rocha e Paulo Freire. De Portugal, desembarcam “A Estrada”, monólogo com a atriz Elsa Pinho, e “Beatriz e o Peixe-Palhaço”, uma reflexão acerca de relações sociais. Para a criançada, clássicos como “Os Três Porquinhos” e “Chapeuzinho Vermelho” e produções locais – entre elas “Haru – A Primavera do Aprendiz”, com Rapha Santacruz, “Canções, Cancionetas e Caçarolas”, da Cia 2 Em Cena, “A Batalha da Vírgula contra o Ponto Final”, da Cia Omoiós de Teatro, “O Segredo da Arca de Trancoso”, do Cênicas Cia de Repertório.</p>
<p>Música vem ganhando cada vez mais espaço, com importantes estreias, como o show dos pernambucanos Almério e Martins, e homenagens, a exemplo do lançamento do CD “Natureza Sonhadora”, tributo ao forrozeiro Accioly Neto. De fora do Estado, estarão cá a baiana Belô Velloso, o trio As Bahias e a Cozinha Mineira (SP) após apresentação no Rock In Rio, e Edu Falaschi, que virá com show acústico, revivendo a época em que integrou a banda de metal Angra. Tem ainda “Festa Eslovaco-Pernambucana”, um show de cordas com músicos da Eslováquia e do nosso Estado. Montagens de dança compõem a grade, entre elas o incrível “Ano Novo Chinês &#8211; Festa da Primavera”, cuja entrada é 1 kg de alimento. Direto da China, mistura acrobacia, artes marciais e dança. E mais: “Às Vezes eu Kahlo”, do Rio Grande do Sul, e Planta do Pé, de São Paulo.</p>
<p><strong>TEATRO ARRAIAL ARIANO SUASSUNA -</strong> Às margens do Rio Capibaribe, o equipamento cultural recebe, nesta 26ª edição, os espetáculos: <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/66" target="_blank"><strong>Mãeee&#8230; O Que É Sexo?</strong></a>, no dia 12/1 (domingo), às 18h30; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/67" target="_blank"><strong>Sonia Sinimbu Canta Mercedes Sosa</strong></a>, no dia 18/1 (sábado), às 20h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/68" target="_blank"><strong>Breu</strong></a>, no dia 19/1 (domingo), às 17h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/70" target="_blank"><strong>Cássio Sette &amp; Betto do Bandolim</strong></a>, no dia 25/1, às 19h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/71" target="_blank"><strong>Retratos de Chumbo &#8211; As Rosas Que Enfrentaram Os Canhões</strong></a>, no dia 26/1 (domingo), às 18h; <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/espetaculo/80" target="_blank"><strong>Xico de Assis em Mistérios: Encanteria e Resistência</strong></a>, no dia 1º de fevereiro (sábado), às 20h.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
26º Janeiro de Grandes Espetáculos<br />
Quando: de 8 de janeiro a 3 de fevereiro de 2020<br />
Programação completa: <a href="https://www.janeirodegrandesespetaculos.com/2020/programacao" target="_blank"><strong>www.janeirodegrandesespetaculos.com</strong></a><br />
+ Ingressos antecipados: <a href="https://www.sympla.com.br/eventos?s=26%C2%B0%20Janeiro%20de%20Grandes%20Espet%C3%A1culos%202020" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br</strong></a> e quiosques da Ticket Folia nos shoppings Recife, RioMar e Tacaruna. Nas bilheterias dos teatros/espaços, à venda duas horas antes de cada sessão.</p>
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		<title>Concerto celebra os 210 anos de Felix Mendelssohn no Teatro Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Sep 2019 15:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Sinfonieta UFPE e o Coro da Academia de Ópera e Repertório apresentam no próximo domingo (22), às 19h, o Concerto Coral-Sinfônico “Felix Mendelssohn 210 anos”. O espetáculo, que integra a série “Grandes Mestres da Música Clássica” &#8211; Temporada 2019, marca as comemorações ao 210º aniversário de nascimento do célebre compositor alemão. A direção artística [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71641" aria-labelledby="figcaption_attachment_71641" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paloma Amorim/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/SINFONIETA-UFPE-DSC_5883b.jpg"><img class="size-medium wp-image-71641" alt="Paloma Amorim/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/SINFONIETA-UFPE-DSC_5883b-607x387.jpg" width="607" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">O maestro Wendell Kettle comandará o concerto</p></div>
<p>A Sinfonieta UFPE e o Coro da Academia de Ópera e Repertório apresentam no próximo domingo (22), às 19h, o Concerto Coral-Sinfônico “Felix Mendelssohn 210 anos”. O espetáculo, que integra a série “Grandes Mestres da Música Clássica” &#8211; Temporada 2019, marca as comemorações ao 210º aniversário de nascimento do célebre compositor alemão. A direção artística e regência é do maestro Wendell Kettle.</p>
<p><strong>Jakob Ludwig Felix Mendelssohn-Bartholdy</strong>, conhecido como Felix Mendelssohn, nasceu em Hamburgo, em 3 de fevereiro de 1809 e faleceu em Leipzig, em 4 de novembro de 1847. O criador da “Marcha Nupcial” foi um dos grandes compositores, pianistas e maestros alemães do início do período romântico, no século XIX. Dentre suas mais conhecidas obras estão a suíte Sonho de uma Noite de Verão, e os grandiosos oratórios Paulus, op. 36 e Elija, op. 70.</p>
<p>Neste concerto, serão apresentadas as obras: Abertura, de Sonho de uma noite de Verão, op. 21; o célebre Concerto para Violino e Orquestra em Mi menor, op. 64, tendo, como solista, o jovem e virtuoso violinista Alexandre Pinatto (da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo); a Sinfonia nº 5 intitulada “Reforma”, cujo 4º movimento é uma magistral orquestração do Hino Castelo Forte, de Martinho Lutero, e o Salmo 114 para Coro e Orquestra – “Da Israel aus Aegypten zog” (Quando Israel deixou o Egito), op. 51.</p>
<p>O concerto também contará com a participação especial do solista convidado Alexandre Pinatto, no violino. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Concerto “Felix Mendelssohn 210 anos”<br />
Data: 22 de setembro de 2019 (domingo), às 19h<br />
Local: Teatro de Santa Isabel (Praça da República s/n. Recife-PE<br />
Ingressos: 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)</p>
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		<title>Companhias pernambucanas interpretam clássico erudito no palco do Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jun 2019 14:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[artes cências]]></category>
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		<description><![CDATA[Considerada uma das composições mais marcantes da história da música clássica, “Carmina Burana”, será apresentada no palco do Teatro de Santa Isabel, nos dias 28 e 29 de junho, com sessões às 20h. A peça será interpretada pela Academia de Ópera e Repertório da UFPE, com a Sinfonieta UFPE e Coro Infantil da Ópera de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Considerada uma das composições mais marcantes da história da música clássica, “Carmina Burana”, será apresentada no palco do Teatro de Santa Isabel, nos dias 28 e 29 de junho, com sessões às 20h. A peça será interpretada pela Academia de Ópera e Repertório da UFPE, com a Sinfonieta UFPE e Coro Infantil da Ópera de Papel.</p>
<p>Sem dúvida um dos maiores hits da música clássica, Carmina Burana é de longe a obra mais conhecida do compositor alemão Carl Orff (1895-1982). Ela foi escrita em 1935 e estreada na Ópera de Frankfurt em Junho de 1937. Causou uma grande impressão sobre o público e a aclamação mundial que recebeu a partir daí prova que não perdeu nada do seu efeito hipnótico.</p>
<div id="attachment_69547" aria-labelledby="figcaption_attachment_69547" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/AOR-E-SINFONIETA-UFPE-CARMINA-BURANA-foto-Christiano-Duhy.jpg"><img class="size-medium wp-image-69547 " alt="Christiano Duhy/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/AOR-E-SINFONIETA-UFPE-CARMINA-BURANA-foto-Christiano-Duhy-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Facilmente reconhecível pelo público, o título mais famoso da cantata, &#8220;O Fortuna&#8221;, é uma das músicas executadas em filmes, espetáculos teatrais e séries de TV</p></div>
<p>Carmina Burana é uma cantata profana de poesias latinas medievais, posta sobre textos em baixo latim e baixo alemão, os quais foram extraídos de mais de duzentas peças poéticas diversas, compiladas pelo final do século XIII. A maioria dos poemas, sacros e seculares, remonta ao século XIII e foi escrita por um grupo profano de errantes chamados Goliardos. Estes monges e menestréis desgarrados passavam o seu tempo deliciando-se com os prazeres da carne e os poemas que eles deixaram, faziam a crônica de suas obsessões, por vezes ao ponto da obscenidade.</p>
<p>A palavra Carmina é o plural de Carmen (em português, Canção). O título inteiro significa literalmente: Canções dos Beurens; esta última palavra se refere ao fato de que os textos escolhidos para esta cantata secular foram descobertos em 1803 em um velho mosteiro beneditino da Baviera, em Benediktbeuren, no sudoeste da Alemanha.</p>
<p>Est cantata é emoldurada por um dos mais valiosos símbolo da Antiguidade &#8211; a Roda da Fortuna -, eternamente girando, trazendo alternadamente boa e má sorte. É uma parábola da vida humana exposta a constante mudança. E, assim, o apelo em coral à Deusa da Fortuna (O Fortuna, Velut Luna) tanto introduz quanto conclui a obra, que se divide em três seções: (1) o encontro do Homem com a Natureza, particularmente com a Natureza despertando na primavera (Veris eta facies); (2) seu encontro com os dons da Natureza, culminando com o dom do vinho (In taberna); e (3) seu encontro com o Amor, que se torna mais vulgar (Amor volat undique), mostrando que tudo pode ser modificado pelos caprichos do destino.</p>
<p>Este manuscrito abrange todos os gêneros, da versificação erudita à paródias de textos sacros, incluindo canções de amor e melodias irreverentes e até grosseiras. O fato de que o texto original destes Poemas de Benediktbeuren seja executada hoje em dia com tão extraordinário sucesso artístico, permite ao ouvinte discernir ainda melhor as intenções de compositor onde sua música não se expressa claramente.</p>
<p>Neste sentido, a coleção original de poesias medievais emoldurados pela música de Orff restaura, para nós, todo um cosmo onde o Bem não existe sem o Mal, o sacro sem o profano e a fé sem maldições e dúvidas: a oscilação onde se encontra a grandeza da Humanidade.</p>
<p>Carmina Burana é uma obra de exuberante alegria, e grande vigor rítmico-dramático com fortes acentos eróticos; a obra, inicialmente destinada para representação como ópera, venceu, porém, nas salas de concerto. A música, inteiramente original, é deliberadamente anti-romântica, baseada mais em elementos e formas rítmicas que em harmonias. É uma cantata para grande coro – adulto e infantil – e três solistas, com grande orquestra de instrumentação inédita – onde se destacam diversos instrumentos de percussão e pianos.<br />
<strong>Serviço:</strong><br />
<em>Concerto</em>: Carmina Burana, de Carl Orff<br />
<em>Onde</em>: Teatro de Santa Isabel (Praça da República)<br />
<em>Quando</em>: 28 e 29 de junho, às 20h<br />
<em>Ingressos</em>: R$ 40, R$ 20 (meia), à venda na bilheteria.<br />
<em>Grupos Artísticos</em></p>
<p>Academia de Ópera e Repertório da UFPE (AOR); Sinfonieta UFPE; Coro Infantil da Ópera de Papel<br />
<em>Direção Musical e Regência</em></p>
<p>Wendell Kettle<br />
<em>Solistas</em></p>
<p>Anita Ramalho, soprano; Lucas Melo, tenor; Anderson Rodrigues, baixo-barítono<br />
<em>Produção Executiva</em></p>
<p>Jéssica Soares<br />
<em>Realização</em></p>
<p>Gárgula Produções; Academia de Opera e Repertório; Sinfonieta UFPE<br />
<em>Apoio</em></p>
<p>Universidade Federal de Pernambuco e Laboratório de Artes Cênicas da UFPE</p>
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		<title>“Na Mancha Ninguém Me Pega” chega ao palco do Teatro de Santa Isabel</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/na-mancha-ninguem-me-pega-chega-ao-palco-do-teatro-de-santa-isabel/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 May 2017 17:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[em arte e cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[teatro santa isabel]]></category>

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		<description><![CDATA[A associação Em Cena Arte e Cidadania apresenta nesta sexta-feira (5), o espetáculo &#8220;Na Mancha Ninguém Me Pega&#8221;, no Teatro de Santa Isabel (Recife). A peça é uma releitura da primeira apresentação feita pelo grupo em 2002. Quinze anos depois, o tema central continua ainda mais urgente: as brincadeiras infantis, que são colocadas em palco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A associação <em>Em Cena Arte e Cidadania</em> apresenta nesta sexta-feira (5), o espetáculo &#8220;Na Mancha Ninguém Me Pega&#8221;, no Teatro de Santa Isabel (Recife). A peça é uma releitura da primeira apresentação feita pelo grupo em 2002. Quinze anos depois, o tema central continua ainda mais urgente: as brincadeiras infantis, que são colocadas em palco de forma envolventes e divertidas. A montagem, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, explora com entusiasmo e alegria o universo do brincar.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/thumbnail_foto_gustavobettini1.jpg"><img class="size-medium wp-image-48314 aligncenter" alt="thumbnail_foto_gustavobettini1" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/thumbnail_foto_gustavobettini1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>As 19 bailarinas são crianças e adolescentes que fazem parte da Associação, localizada no bairro dos Coelhos. Na apresentação, parlendas, charadas e brincadeiras de rua se entrelaçam aos movimentos da dança. Para a releitura, o espetáculo, com duração de 50 minutos, ganhou novos cenários, figurino, plano de luz e trilha sonora.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/thumbnail_foto_gustavobettini12.jpg"><img class="size-medium wp-image-48315 aligncenter" alt="thumbnail_foto_gustavobettini12" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/thumbnail_foto_gustavobettini12-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Batatinha 1 2 3, passa anel, cabra-cega, estrelinha, adoleta, guerreou, estátua, boca de forno, esconde-esconde, pega-pega, lagarta pintada, amarelinha, cama de gato, roda, bambolê, são algumas das brincadeiras que o espetáculo traz em cena, com direção e coreografia de Maria Paula Costa Rêgo, figurino e cenário criados por Walther Homes, trilha sonora de Berna Vieira, Gabriel Melo e Irandê Naguê e iluminação de Luciana Raposo.</p>
<p>A apresentação no Teatro de Santa Isabel será especial, pois além de marcar as datas comemorativas dos 15 anos da primeira versão do espetáculo e os 18 anos de atividades na área da educação de crianças e adolescentes por meio da arte, a associação também aproveitará o momento para gravar o DVD do espetáculo.</p>
<p><em><strong>Na Mancha Ninguém Me Pega</strong></em> conta ainda com o apoio de pessoas físicas, empresas e do Conselho Municipal de Defesa e Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/thumbnail_INSTAGRAM.jpg"><img class="size-medium wp-image-48316 alignright" alt="Cartaz" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/thumbnail_INSTAGRAM-483x486.jpg" width="483" height="486" /></a></p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<b>Na Mancha Ninguém Me Pega<br />
</b>Local: Teatro de Santa Isabel (Praça da República &#8211; Recife)<br />
Data: 05/05/2017<br />
Horário: 19h<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) à venda na bilheteria do Teatro<br />
Informações: (81) 3355.3322.</p>
<p><strong>Ficha Técnica<br />
</strong>Realização: Em Cena Arte e Cidadania<br />
Direção e coreografia: Maria Paula Costa Rêgo<br />
Assistentes de Direção e Ensaios: Mieja Chang e Ketully Leal<br />
Elenco: Alana Luiza, Ana Clara Kirsten, Ana Karoline, Andreline Evangelista, Anna Terra, Dênia Delany, Eduarda Lima, Emilly Flávia, Emylin Lopes, Gersanita Gomes, Jamilly Rayssa, Ketully Leal, Lara Rafaelly, Luana Xavier, Maria Lyma, Naise Nascimento, Rebecka Helena, Rebeka Thamilis, Thaynan Maria e Williane Correia<br />
Cenário e Figurino: Walther Holmes<br />
Trilha sonora: Berna Vieira, Gabriel Melo e Irandê Naguê<br />
Operação de som: Carmen Queiroz<br />
Iluminação: Luciana Raposo<br />
Produção: Betania Gonçalves e Paula Gonçalves</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Obsessão&#8221; será encenado no Teatro de Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2015 18:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25126" aria-labelledby="figcaption_attachment_25126" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Rogério Filho/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/20150521122428654129e.jpg"><img class="size-medium wp-image-25126" alt="João Rogério Filho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/20150521122428654129e-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Sob direção de Henrique Tavares, o espetáculo, escrito por Carla Faour, ganhou uma versão pernambucana</p></div>
<p>Ganhadora das estatuetas de melhor texto e melhor direção no Prêmio Shell de 2012, a peça <em>Obsessão</em> será encenada em sessão única no Teatro de Santa Isabel nesta quinta-feira (2/7), às 20h. Dirigido por Henrique Tavares, o espetáculo, que cumpriu recentemente temporada de um mês no Teatro Boa Vista, conta, com uma dose generosa de humor, a relação de duas amigas que, apesar de muito próximas, são rivais como inimigas de guerra. No palco, as atrizes Nilza Lisboa e Simone Figueiredo são as responsáveis por dar vida às amigas-rivais, Lívia e Marina.</p>
<p>Essa disputa é apenas o ponto de partida para investigar o universo feminino e suas sutilezas. A rivalidade entre as duas mulheres torna-se a mola propulsora de questionamentos que afligem a todos: a natureza das relações amorosas; anseios; frustrações; realização profissional; maternidade; padrões de beleza; autoestima; casamento; solidão; e ainda, de que modo o passar do tempo transforma as expectativas e sonhos das pessoas. Além de Nilza e Simone, o elenco pernambucano é formado também por Silvio Pinto, Diógenes Lima e Tarcísio Vieira.</p>
<p>Grande parte da ação se passa em Lisboa, cidade que funciona como um arquétipo, símbolo inconsciente, que representa uma ligação forte com os portugueses, como ancestrais do povo brasileiro, e retrata nossos laços afetivos e consanguíneos. Passado e presente alternam-se na estrutura dramatúrgica, através de <em>flash backs</em> e avanços no tempo. Um narrador (recurso muito usado nos folhetins) é o &#8220;mestre de cerimônias&#8221;. Com um olhar crítico e poético, aliado a um humor irônico, essa figura conduz o publico, através da saga das duas protagonistas.</p>
<p>Carla Faour explica que a peça aprofunda uma pesquisa sobre o folhetim e o melodrama. Com trabalho voltado para a dramaturgia original contemporânea, a autora e o encenador, Henrique Tavares, são artistas atuantes no teatro carioca, com 17 espetáculos no currículo. Em dois anos, a dupla produziu peças marcantes na cena artística do Rio de Janeiro, acolhidas pelo do público pela crítica. Isso é visível, por exemplo, no texto de Bárbara Heliodora (21/05/2012), sobre Obsessão: &#8220;a autora (Carla Faour) consegue ao mesmo tempo dar vida a seus personagens e vê-los de fora, de longe, de modo que podemos, aqui e ali, sentir com eles (e principalmente com elas), mas principalmente rir com elas e delas. Na direção, Henrique Tavares conduz a ação com a dose crítica adequada para o universo concebido por Faour&#8221;.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Espetáculo “Obsessão”<br />
02 de julho, às 20h<br />
Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n &#8211; Santo Antônio)<br />
Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada). À venda na bilheteria do teatro.</p>
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