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	<title>Portal Cultura PE &#187; Teresa França</title>
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		<title>Em Olinda, Casa Balea debate os caminhos da moda decolonial</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2022 15:39:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mãe e filha, Teresa França e Oluyiá França comandam no próximo domingo (23), a partir das 16h, um debate sobre &#8220;Os caminhos da moda decolonial&#8221;, na Casa Balea, localizada em Olinda. A ação integra a exposição “Caminhos” &#8211; que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, foi inaugurada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90532" aria-labelledby="figcaption_attachment_90532" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniel Pereira/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/DSC9407.jpg"><img class="size-medium wp-image-90532" alt="Daniel Pereira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/DSC9407-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Oluyiá e Teresa França são as responsáveis pelo debate na Casa Balea</p></div>
<p>Mãe e filha, Teresa França e Oluyiá França comandam no próximo domingo (23), a partir das 16h, um debate sobre &#8220;Os caminhos da moda decolonial&#8221;, na Casa Balea, localizada em Olinda. A ação integra a exposição “Caminhos” &#8211; que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, foi inaugurada na última quinta-feira (23) &#8211; e apresenta a influência afro-latina-americana através de peças de vestuário com técnicas do bordado livre. São cerca de 50 peças entre bastidores, quadros, vestidos, blusas, chaveiros e colares.</p>
<p>No bate-papo, as artistas vão apresentar seus processos de criação, a influência afro-latina-americana na moda e debater temas como individualidade, apropriação cultural, sustentabilidade do indivíduo (remuneração) e do meio (movimento <em>slow fashion</em>).</p>
<p>Durante a conversa, ocorrerá ainda a Intervenção artístico-cultural “Construção”. Uma ação interativa, onde o público poderá modificar uma peça vestida por uma modelo, proporcionando novos olhares à moda e a roupa questiona a arte na poética sobre o corpo e o meio.</p>
<p>A mostra &#8220;Caminhos&#8221; fica em cartaz na Casa Balea até o dia 6 de fevereiro (domingo), com visitação de quarta-feira a domingo, das 16h às 22h.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ARTISTAS</strong></span></p>
<p><strong>Oluyiá França</strong> é tecnóloga em design de moda, pós em modelagem e criação, técnica em figurino, pesquisadora e educadora popular. Integrante do grupo de estudos acadêmicos GPEPAR/UFPE e da rede de afro empreendedores de PE. Tem uma marca autoral que leva seu nome e apresenta peças únicas, atemporais bordadas com influência da cultura afro-latina-americana.</p>
<p><strong>Teresa França</strong> inicia sua trajetória na escolinha de arte do Recife em 1968, a partir daí o desenho, a pintura e a criatividade nunca mais a abandonaram. Estudou pedagogia e alfabetizou muitas crianças em escolas e projetos educacionais. Atualmente é arte educadora no Instituto Capibaribe e iniciando uma nova jornada como arteterapeuta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Roda de conversa &#8220;Os caminhos da moda decolonial&#8221;, com Oluyiá França e Teresa França<br />
Quando: 23 de janeiro de 2022 (domingo), às 16h<br />
Onde: Casa Balea / A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99 – Carmo – Olinda)<br />
Visitação até o dia 6 de fevereiro (domingo), de quarta-feira a domingo, das 16h às 22h<br />
Acesso com máscara e comprovante de vacina.</p>
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		<title>Mãe e filha, Oluyiá França e Teresa França expoem na Casa Balea, em Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 12:55:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Caminhos” é o título da exposição do projeto que retoma A Casa do Cachorro Preto na Casa Balea, em Olinda. Com abertura no dia 13 de janeiro (quinta-feira), às 18h, a designer de moda Oluyiá França e sua mãe, a arte educadora Teresa França apresentam influência afro-latina-americana através de peças de vestuário com técnicas do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90335" aria-labelledby="figcaption_attachment_90335" class="wp-caption img-width-602 alignnone" style="width: 602px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/oluyiá-e-teresa-frança.jpeg"><img class="size-medium wp-image-90335" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/oluyiá-e-teresa-frança-602x486.jpeg" width="602" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Oluyiá e Teresa França vão expor 50 peças na mostra</p></div>
<p>“Caminhos” é o título da exposição do projeto que retoma A Casa do Cachorro Preto na Casa Balea, em Olinda. Com abertura no dia 13 de janeiro (quinta-feira), às 18h, a designer de moda Oluyiá França e sua mãe, a arte educadora Teresa França apresentam influência afro-latina-americana através de peças de vestuário com técnicas do bordado livre. São cerca de 50 peças entre bastidores, quadros, vestidos, blusas, chaveiros e colares. A mostra conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Mãe e filha criam histórias e elos que geram discussão coletiva e não enxergam suas obras como produto. “A moda é um conceito social, político e histórico e o mercado independente é o que traduz a moda brasileira na atualidade”, resume Oluyiá. <em>“As ideias podem nos levar anos-luz longe do lugar que chamamos de casa, só para retornarmos sabendo que já tínhamos tudo o que precisávamos desde o começo”</em>, conclui Teresa. Elas citam a autora do afrofuturismo Yatasha Wowack<em> &#8220;a escolha que você não conhece é uma escolha que você não tem&#8221;</em>.</p>
<p>No processo criativo, é possível ver os caminhos, as escolhas feitas. A diáspora é signo de movimentos complexos, de reveses e avanços, de afirmação e negação, de criação e mimese, de cultura local e global, de estruturas e singularidades, de rompimento e reparação. A utilização de pontos básicos do bordado aprendidos na infância, linhas de diversas texturas e localidades, tecidos escolhidos, rendas e aplicações de décadas variadas.</p>
<p>O saber manual é base para expressão da ancestralidade, os insumos são artigos geracionais, tanto de gerações passadas quanto das possibilidades de criar e gerar o novo. Teresa e Oluyiá alertam que as peças trazem especificidades culturais que, se continuarem a não serem contempladas, o abismo para o diálogo será cada vez maior. É necessária a luta e a afirmação como corpos políticos negros.</p>
<p>O projeto também terá no dia 23 de janeiro uma roda de conversa com a intervenção artístico-cultural. Temas como individualidade, apropriação cultural, sustentabilidade do indivíduo e do meio, abordados com interação do público.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ARTISTAS</strong></span></p>
<p><strong>Oluyiá França</strong> é tecnóloga em design de moda, pós em modelagem e criação, técnica em figurino, pesquisadora e educadora popular. Integrante do grupo de estudos acadêmicos GPEPAR/UFPE e da rede de afro empreendedores de PE. Tem uma marca autoral que leva seu nome e apresenta peças únicas, atemporais bordadas com influência da cultura afro-latina-americana.</p>
<p><strong>Teresa França</strong> inicia sua trajetória na escolinha de arte do Recife em 1968, a partir daí o desenho, a pintura e a criatividade nunca mais a abandonaram. Estudou pedagogia e alfabetizou muitas crianças em escolas e projetos educacionais. Atualmente é arte educadora no Instituto Capibaribe e iniciando uma nova jornada como arteterapeuta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição Caminhos &#8211; Oluyiá França e Teresa França<br />
Quando: 13 de janeiro de 2022 (quinta-feira), às 18h<br />
Onde: Casa Balea / A Casa do Cachorro Preto (Rua Treze de Maio, 99 – Carmo – Olinda)<br />
Visitação de quarta-feira a domingo, das 16h às 22h<br />
Acesso com máscara e comprovante de vacina.</p>
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