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	<title>Portal Cultura PE &#187; Terral Coletivo de Comunicação Popular</title>
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		<title>Coletivo de Comunicação Popular fomentou novas leituras sobre produção radiofônica no FIG</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 16:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Além das ondas eletromagnéticas, o rádio contemporâneo encontra na internet uma extensão para novas possibilidades estéticas e narrativas. Tecnicamente, as plataformas digitais ampliam as condições de não apenas ouvir, mas também de falar através da linguagem radiofônica. Nesta perspectiva, a oficina “Comunicação e Cultura Digital: produções radiofônicas para comunicação popular” abriu portas para a teoria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Além das ondas eletromagnéticas, o rádio contemporâneo encontra na internet uma extensão para novas possibilidades estéticas e narrativas. Tecnicamente, as plataformas digitais ampliam as condições de não apenas ouvir, mas também de falar através da linguagem radiofônica. Nesta perspectiva, a oficina <strong>“Comunicação e Cultura Digital: produções radiofônicas para comunicação popular”</strong> abriu portas para a teoria e a prática do ativismo social através pela comunicação.</p>
<p>Contando com público de diversas áreas, a oficina utilizou metodologia participativa durante os cinco dias de realização – de 25 a 29 de julho. A carga horária de vinte horas foi utilizada para análise de conjuntura da comunicação no país, leitura de possibilidades criativas nas narrativas sonoras, apresentação de plataformas digitais e ferramentas para produção radiofônica. Como resultado, foi criada uma conta na rede social de compartilhamento de áudio SoundCloud. O perfil está armazenando conteúdo sobre as atrações do FIG 2016, tema escolhido pelos próprios participantes.</p>
<div id="attachment_38819" aria-labelledby="figcaption_attachment_38819" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/oficina-radio-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-38819" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/oficina-radio-1-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">Participantes registraram o momento ao lado do facilitador Daniel Lamir (à direita)</p></div>
<p>“Eu vi a possibilidade de usar as peças radiofônicas para muito além do trabalho comercial de rádio. O potencial que a internet proporciona hoje possibilita projetos populares, culturais e educativos, que vão além das fronteiras potenciais de radiodifusão”, avalia o administrador Antônio Ferrão, participante da oficina.</p>
<p>Além do debate sobre a necessária democratização da comunicação no país, ferramentas como celulares e softwares livres reforçaram as práticas de possibilidades no acesso do fazer radiofônico. Os participantes compartilharam e planejaram estratégias de ativismo pelas redes sociais, com propostas de produção de gêneros e formatos diversos como radiojornalismo, radionovela, spots e podcasts.</p>
<p>“Essa oficina tem sido um encontro com a nova perspectiva com o som para a mobilização e comunicação social. A comunicação nesta perspectiva da oficina passa a ser falar, ouvir e sentir. Para mim, a oficina é uma nova oportunidade de novos encontros com o som”, ressalta Marta Grosso, jornalista que mora no município de Feira de Santana (BA).</p>
<div id="attachment_38820" aria-labelledby="figcaption_attachment_38820" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/oficina-radio-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-38820" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/oficina-radio-2-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Os conteúdos produzidos estão disponíveis online</p></div>
<p>A oficina dialogou ainda com algumas das outras 37 disponíveis nesta edição do FIG, como, por exemplo, a da Banda de Pífanos e a de Música Freeletrônica. Ministrada pelo jornalista e radialista Daniel Lamir, as atividades da oficina “Comunicação e Cultura Digital: produções radiofônicas para comunicação popular” foram realizadas através do Terral Coletivo de Comunicação Popular.</p>
<p>“Vai ficar registrada [a oficina] não só nas mídias, mas também na experiência de cada um de nós, tanto profissional quanto pessoal. Aqui sai muito mais que conhecimento. mas aqui fizemos um crescimento pessoal e humano”, destaca a aluna de veterinária Mary Rodrigues.</p>
<p>Ouça os conteúdos produzidos pelos participantes em <strong><a href="https://soundcloud.com/vivaofig" target="_blank">Viva o FIG</a>.</strong><br />
Conheça melhor o <strong><a href="https://www.facebook.com/terralcoletivo/" target="_blank">Terral Coletivo de Comunicação Popular</a></strong>.</p>
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