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	<title>Portal Cultura PE &#187; Terreiro Ilê Axé Talabí</title>
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		<title>Terreiro Ilê Axé Talabi realiza, com incentivo do Funcultura, o projeto Articula Matriz Africana</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jul 2023 13:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Articula Matriz Africana: Cultura Territorialidades e Ecossistemas]]></category>
		<category><![CDATA[Terreiro Ilê Axé Talabí]]></category>

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		<description><![CDATA[O Terreiro Ilê Axé Talabí, localizado em Paulista, realiza, neste sábado (8) e domingo (9), o projeto Articula Matriz Africana: Cultura, Territorialidades e Ecossistemas. Produzida com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, a iniciativa tem o objetivo de promover transmissões de saberes, fazeres e métodos tradicionais de cultivo e manejo da terra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_102593" aria-labelledby="figcaption_attachment_102593" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Uenni Mirelli/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/1.-Articula-Matriz-Africana-Cultura-Foto-Uenni-Mirelli.jpg"><img class="size-medium wp-image-102593" alt="Uenni Mirelli/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/1.-Articula-Matriz-Africana-Cultura-Foto-Uenni-Mirelli-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Entre as mudas frutíferas que serão produzidas estão a manga, o abacate, a jaca, a carambola, entre outras</p></div>
<p>O Terreiro Ilê Axé Talabí, localizado em Paulista, realiza, neste sábado (8) e domingo (9), o projeto Articula Matriz Africana: Cultura, Territorialidades e Ecossistemas. Produzida com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, a iniciativa tem o objetivo de promover transmissões de saberes, fazeres e métodos tradicionais de cultivo e manejo da terra resguardados pelas comunidades de matrizes afro-indígenas de Pernambuco. A entrada é gratuita.</p>
<p>Com produção do  Núcleo de Mídia, Comunicação e Tecnologia Social do terreiro, o projeto irá promover vivências orais, gastronomia tradicionais dos orixás, além da produção de uma horta comunitária de ervas medicinais e  produção de mudas de árvores frutíferas e sagradas para compartilhamentos com outros terreiros da Região Metropolitana do Recife.</p>
<p>Entre as mudas frutíferas que serão produzidas estão a manga, o abacate, a jaca, a carambola, entre outras. Dentro do campo sagrado serão plantadas o Igi Opé (Dendezeiro), Jurema Preta, Akoko, Obí e Iroko.</p>
<p>Na gastronomia, o público e a comunidade irão se alimentar das comidas tradicionais, como: Èwà Obaluaiê (feijão do senhor rei da terra), Àgbàdo Funfun – milho branco (mungunzá), Fèsélù Òbúko – Pirão de bode e Isu &#8211; inhame.</p>
<div id="attachment_102594" aria-labelledby="figcaption_attachment_102594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Uenni Mirelli/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/3.Articula-Matriz-Africana-Cultura-Foto-Uenni-Mirielli.jpg"><img class="size-medium wp-image-102594" alt="Uenni Mirelli/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/3.Articula-Matriz-Africana-Cultura-Foto-Uenni-Mirielli-607x422.jpg" width="607" height="422" /></a><p class="wp-caption-text">Evento é promovido pelo Núcleo de Mídia, Comunicação e Tecnologia Social do terreirp</p></div>
<p>Os dois dias de atividades serão oportunidades para sensibilizar as pessoas sobre os conhecimentos oriundos da ancestralidade afro-indígena no campo do uso sustentável dos recursos naturais e da alimentação. O momento será coordenado pela RAE &#8211; Rede de Autogestão em Ecossistemas da Comunidade Tradicional do Terreiro Axé Talabi, e valoriza os territórios terreiros enquanto espaços de preservação do ecossistema natural e da biodiversidade.</p>
<p>“<i>Sem natureza não há orixás, os orixás são as próprias manifestações e vitalidades dos elementos naturais. Não há cultura, cultivo e continuidade sem água, sem terra, sem ar. E é neste sentido que nossas comunidades de terreiros atuam como espaços de envolvimento para preservação de um legado, um sentido de mundo que relaciona espiritualidade, cuidados e vida</i>”, explica o babalorixá e juremeiro Pai Júnior de Odé, membro do conselho religioso do Terreiro Axé Talabi e idealizador do projeto.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Confira a programação completa abaixo: </span></b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado (8)</span></b></p>
<p>9h - Acolhida dos participantes e vivência Ilè ògérè: a Mãe Terra<br />
10h &#8211; A ciência das folhas: apresentação das espécies e tratamento da terra<br />
12h às 14h – O alimento que nos une: preparação e refeição coletiva do Èwà Obaluaiê – feijão do senhor rei da terra<br />
15h às 17h – Produção da horta: processos de plantio das espécies na horta comunitária de ervas medicinais<br />
18h – O alimento que nos une: refeição coletiva do àgbàdo funfun – milho branco (mungunzá) e fechamento do primeiro dia de atividades</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Domingo (9)</span></b></p>
<p>9h - Vivência as folhas têm segredos<br />
10h - Sementes de Jurema: apresentação das sementes, narrativas ancestrais e produção das mudas de árvores e ervas sagradas<br />
12h – O alimento que nos uni: preparação e refeição coletiva do fèsélù òbúko – Pirão de bode<br />
15h – Vivência corpo templo, morada da natureza<br />
17h – Vivência ensinamentos que vêm da terra: memórias do território de Paratibe<br />
18h – O alimento que nos une: refeição coletiva do isu &#8211; inhame; fechamento do segundo dia de atividades com a entrega dos certificados para todos os participantes</p>
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