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	<title>Portal Cultura PE &#187; Tibério Azul</title>
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		<title>Poesia e lirismo musical marcaram apresentações no Palco Pop do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jul 2017 13:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Lenne Ferreira Toda homenagem “o quanto houver” para o mestre Dominguinhos “ainda é pouco”. Ao longo da programação da 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, artistas de gêneros diversos não pouparam elogias e reverência à obra do sanfoneiro, natural de Garanhuns. A cantora Mariana Aydar não foi diferente. Em seu show, na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51942" aria-labelledby="figcaption_attachment_51942" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36197599076_c56f92cb4d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51942" alt="Emocionada, Mariana Aydar fez show dedicado a Dominguinhos e cantou sucessos do sanfoneiro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36197599076_c56f92cb4d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Emocionada, Mariana Aydar fez show dedicado a Dominguinhos e cantou sucessos do sanfoneiro</p></div>
<p style="text-align: right;">por Lenne Ferreira</p>
<p>Toda homenagem “o quanto houver” para o mestre Dominguinhos “ainda é pouco”. Ao longo da programação da 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, artistas de gêneros diversos não pouparam elogias e reverência à obra do sanfoneiro, natural de Garanhuns. A cantora Mariana Aydar não foi diferente. Em seu show, na penúltima noite do Palco Pop, ela não só rendeu graças ao forrozeiro pernambucano, como apresentou uma música inédita feita em sua homenagem, &#8220;Vem Domingar&#8221;. Para alegria do público, Mariana montou um show embalado no ritmo do forró, que também contou com sucessos de Dominguinhos e outras joias da produção musical nordestina.</p>
<p>Um dos principais nomes da nova MPB, Mariana Aydar estava emocionada. A nostalgia e a saudade foram elementos da performance que contou com as companhias dos músicos Léo Rodrigues (percussão), Elton Moraes (triângulo), Cosme Vieira (sanfona) e Feeh Silva (zabumba) . Foi um show de memórias e afeto. Entre uma música e outra, a cantora fazia uma pausa para relembrar momentos vivenciados com Dominguinhos, a influência dele na sua produção artística. Uma relação que começou ainda na infância, quando acompanhava a mãe Bia Aydar, que produziu nomes como Luiz Gonzaga, a quem Mariana conheceu quando ainda tinha seis anos de idade.</p>
<p>Desde muito nova, Mariana teve o forró como principal referência musical. Iniciou sua trajetória como backing vocal de Miltinho Ediberto, montou uma banda de forró chamada Caruá e se aventurou em experiências estéticas que nunca se distanciaram muito do ritmo nordestino. O resultado dessas andanças pôde ser visto durante o show que ela levou para o Festival, mesmo que &#8220;meio ressabiada&#8221;, como definiu. Além de canções clássicas do mestre Dominguinhos, como “Lamento Sertanejo” e “Gostoso demais”, ousou interpretações de músicas consagradas como “Tenho sede”, de Gilberto Gil e “Forró do Xenhenhém”, de Elba Ramalho.</p>
<p>Como fazem as divas de verdade, Mariana é generosa no palco e convidou para a sua apresentação o cantor pernambucano Almério. Juntos, cantaram e dançaram “São João do Carneirinho”, da caruaruense Isabela Moraes, e “Frevo-mulher”, de Amelinha. Mas o momento mais emblemático do show foi protagonizado pelos versos dedicados a Dominguinhos.<em> “Fiz essa música para Dominguinhos há dois anos e acabei ela quando estava entrando em Garanhuns. Foi muito emocionante tocar ela aqui pela primeira vez, na cidade dele, porque essa música diz tudo o que eu queria ter dito pra ele e não consegui”</em>, declarou a cantora, que fez a plateia conjugar Dominguinhos em coro: <em>“Todos os dias tem gente querendo domingar”.</em></p>
<div id="attachment_51943" aria-labelledby="figcaption_attachment_51943" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846728900_b6ce1c7b60_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51943" alt="O cantor pernambucano Tibério Azul apresentou músicas do seu novo trabalho, 'Líquido&quot;" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846728900_b6ce1c7b60_z-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor pernambucano Tibério Azul apresentou músicas do seu novo trabalho, &#8220;Líquido&#8221;</p></div>
<p>“A vida pede mais abraço”, declarou o pernambucano Tibério Azul assim que pisou no Palco Pop. Terceira atração da noite, o cantor levou o show do seu segundo trabalho solo, “Líquido” (ou <em>a vida pede mais abraço que razão) </em><em>para o FIG 2017 com</em> uma performance inspirada em elementos da natureza. Para reforçar a apresentação, o músico pegou Rogério Samico emprestado da banda Marsa, que antecedeu seu show, para fazer o baixo. Ao lado dele, um time de feras: Lucas Araújo (bateria), Samuel Nóbrega (piano e sanfona), Arthur Dossa (guitarra), Rogério Samico (baixo), Nilsinho Amarante (Arranjos de Metais e Trombone) Gilmar Black (sax) e Alexandre Lima (trompete).</p>
<p>Veterano no Festival de Inverno de Garanhuns, esta foi a quinta vez que Tibério teve presença na grade da programação. Antes, participou do Festival com os projetos Mula Manca &amp; A Fabulosa Figura, Rádio Orquestra (coletivo formado por Ylana Queiroga, Lucas dos Prazeres, entre outros músicos pernambucanos) e duas vezes com trabalhos solos. A animação do cantor antes de subir ao palco demostrava a sua satisfação em retornar ao Festival com um disco bem recebido pela crítica e pelo público. Além de canções novas como “Chover”, gravada com Clarice Falcão, e “Líquido”, o repertório também teve espaço para músicas como “Veja só”, do primeiro álbum do cantor, “Bandarra” (2011).</p>
<p>Durante o show, o público demonstrava intimidade com o repertório e interagiu com a performance do artista, que atualmente vive no Rio de Janeiro. “<em>A minha sensação de tocar em Garanhuns é a mesma sensação de estar em casa. Principalmente agora que estou morando fora de Pernambuco, me sinto muito mais acolhido</em>”, comentou o cantor, que fez questão de  autografar todos os discos dos fãs que formaram fila após o seu show.</p>
<div id="attachment_51944" aria-labelledby="figcaption_attachment_51944" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35433423503_5bd9527c2c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51944" alt="Representando a nova safra de músicos pernambucanos, Marsa levou poesia para o Palco Pop" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35433423503_5bd9527c2c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Representando a nova safra de músicos pernambucanos, Marsa levou poesia para o Palco Pop</p></div>
<p>Antes de Tibério Azul, a banda recifense Marsa, representou a nova cara da produção musical pernambucana. Com um show de composições próprias que compõem seu primeiro disco, “Circular movimento”, gravado pela Mills Records, o grupo tinha fãs à espera e ainda conquistou a atenção do público que não conhecia seu trabalho. O quinteto de músicos afinados apresentou letras que falam do cotidiano e suas relações cíclicas de forma poética. As experimentações sonoras, com texturas da MPB em canções autorais como “Serpente”, “Vermelhos” e “Tarcísio” demonstraram a riqueza da nova safra de música pernambucana. O grupo tocou o público com uma performance intensa e visceral, típica de artistas com múltiplas influências.</p>
<p>A abertura da noite ficou por conta do músico, compositor e poeta natural de Garanhuns, Alexandre Revoredo. Com mais de 10 anos de carreira, o artista, que também desenvolve trabalhos na área de literatura e teatro, apresentou seu trabalho com influência de ritmos brasileiros como o forró pé de serra e o samba. O show do garanhuense contou com várias participações especiais de artistas locais, entre eles Thiago Martins, vocalista da banda Marsa.</p>
<div id="attachment_51945" aria-labelledby="figcaption_attachment_51945" class="wp-caption img-width-571 aligncenter" style="width: 571px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846680560_eff9553ca3_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51945" alt="Com mais de 10 anos de carreira, o cantor Alexandre Revoredo dividiu o palco com artistas locais" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846680560_eff9553ca3_z-571x486.jpg" width="571" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Com mais de 10 anos de carreira, o cantor Alexandre Revoredo dividiu o palco com artistas locais</p></div>
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		<title>Tibério: “Juliano Holanda é, sem dúvida, onipresente”</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2014 17:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/tiberio-azul-juliana-lombardi.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16770" alt="Juliana Lombardi/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/tiberio-azul-juliana-lombardi-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>O convidado desta semana da seção <strong>Eu Indico</strong> é o cantor e compositor <a href="http://tiberioazul.com.br/" target="_blank"><strong>Tibério Azul</strong></a>. Atualmente, Tibério anda pelo país levando ao público tanto o seu show solo, baseado no disco “Bandarra”, como o trabalho com a banda Seu Chico.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas ele recomenda a obra do músico, compositor, produtor e cantor <a href="http://julianoholanda.com.br/" target="_blank"><strong>Juliano Holanda</strong></a>. Natural de Goiana, Juliano impressiona pela versatilidade e polivalência com que atua na cena musical pernambucana. Seja como guitarrista da Orquestra Contemporânea de Olinda, seja como produtor ou instrumentista convidado a participar de dezenas de outros trabalhos, ou presenteando outros artistas com suas composições, ele marca presença em 9 dentre 10 discos, além de ter lançado, no ano passado, seus dois álbuns solo “A arte de ser invisível” e “Pra saber ser nuvem de cimento quando o céu for de concreto”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14695382022_7855b88d3b_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-10837" alt="Pri Buhr/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14695382022_7855b88d3b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Pernambuco é um poço sem fundo de onde sempre brota água. Uma água melódica e cheia de ritmo com cores diferentes e variadas. Conseguir definir e indicar um pequeno momento dessa correnteza heterogênea mas interligada é quase como se agarrar aos ventos. Aos ventos que ocupam espaços e transitam por todos os lugares, eu indico um artista que sopra sem esforço e como a brisa é agradável e preciso em diferentes habitats: Juliano Holanda.</em></p>
<p><em>Juliano tem um trabalho solo de grande beleza com dois discos lancados, faz parte da Orquestra Contemporânea de Olinda entre outras bandas, tem mais de 100 músicas gravadas, participou de mais de 60 discos, é compositor, letrista, produtor musical, gente boa&#8230;</em></p>
<p><em>O adjetivo que melhor define Holanda, sem dúvida, é onipresente. Quase tudo de qualidade em Pernambuco tem um toque dele.</em></p>
<p><em>Talvez o maior problema ao indicar um artista como Juliano seja definir por que viés conhecê-lo: pelos discos solos ou pelas bandas que integra ou os artistas que produz ou os que o interpretam?</em></p>
<p><em>Eu também não sei, mas sei do meu profundo respeito e admiração por esse caboclo que, apesar do sobrenome com título de outras terras, é sim um grande pernambucano</em>”.</p>
<p><strong>Confira um pouco do trabalho de Juliano Holanda:</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/32714469&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/134988274&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Em Caruaru, Palco Nação Cultural encerra com o melhor da música contemporânea</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 14:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Caravana do Delírio]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Querosene Jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[Dado Villa Lobos]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Finizola]]></category>
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		<description><![CDATA[O Palco Nação Cultural se despediu da capital do forró, na noite do último sábado, com um público que lotou a antiga Estação Ferroviária mostrando o crescimento da cena cultural alternativa da cidade. Durante todo o fim de semana, a programação trouxe artistas pernambucanos que vivem seu auge nacional, como Karina Buhr, Lira, Eddie, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Palco Nação Cultural se despediu da capital do forró, na noite do último sábado, com um público que lotou a antiga Estação Ferroviária mostrando o crescimento da cena cultural alternativa da cidade. Durante todo o fim de semana, a programação trouxe artistas pernambucanos que vivem seu auge nacional, como Karina Buhr, Lira, Eddie, além do show histórico da banda Querosene Jacaré, que comemorou 15 anos do lançamento do CD “Você não sabe da missa um terço”. Todas as noites, o Palco Nação Cultural contou ainda com artistas caruaruenses que vêm despontando na cena musical pernambucana, com direito a público cantando quase todas as músicas ‘na ponta da língua’. E o sábado veio pra consagrar essa programação.</p>
<div id="attachment_4743" aria-labelledby="figcaption_attachment_4743" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752301410_8eede6513b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4743" alt="Público chegou logo cedo para conferir a última noite do FPNC Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752301410_8eede6513b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público chegou logo cedo para conferir a última noite do FPNC Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p>Já com grande público, quem abriu a noite foi o cantor e compositor caruaruense Daniel Finizola, um dos destaques da atual cena musical da cidade. Com influências que vão dos sutis acordes da sanfona às batidas eletrônicas resultando num som cosmopolita que cria e brinca com melodias e cores, Daniel embalou o público com canções do seu primeiro CD solo, Pincel do Som. Em seguida, o público conferiu os shows da banda Caravana do Delírio e do cantor Tibério Azul.</p>
<div id="attachment_4747" aria-labelledby="figcaption_attachment_4747" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752309660_72f7f9d066_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4747" alt="Daniel Finizola, destaque da atual música caruaruense, abriu a noite do Palco Nação Cultural. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752309660_72f7f9d066_z-607x415.jpg" width="607" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Finizola, destaque da atual música caruaruense, abriu a noite do Palco Nação Cultural. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4750" aria-labelledby="figcaption_attachment_4750" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752424394_4b74576279_z-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-4750" alt="A banda recifense Caravana do Delírio trouxe seu rock para Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752424394_4b74576279_z-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A banda recifense Caravana do Delírio trouxe seu rock para Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<div id="attachment_4751" aria-labelledby="figcaption_attachment_4751" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752538288_b4f1534332_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4751" alt="Tibério Azul conquistou o público caruaruense com seu trabalho solo. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752538288_b4f1534332_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tibério Azul conquistou o público caruaruense com seu trabalho solo. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p>Quem encerrou o Palco Nação Cultural foi nada menos que Dado Villa Lobos. Músico, produtor, ex-integrante da Legião Urbana, compôs, em parceria com Marcelo Bonfá e Renato Russo, algumas das músicas mais representativas da recente história da música brasileira. Dado levou para Caruaru a turnê do seu trabalho solo mais recente, O Passo do Colapso, lançado no final do ano passado, mas é claro que sua passagem pelo FPNC não podia deixar de contar com composições que fizeram história com a Legião Urbana. As músicas tocadas foram acompanhadas por um público empolgado e saudosista.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4754" aria-labelledby="figcaption_attachment_4754" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8751692831_6fb33f0560_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4754" alt="Dado Villa Lobos, ex-integrante da Legião Urbana, encerrou o Palco Nação Cultural em Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8751692831_6fb33f0560_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dado Villa Lobos, ex-integrante da Legião Urbana, encerrou o Palco Nação Cultural em Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<div id="attachment_4757" aria-labelledby="figcaption_attachment_4757" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/19052013-19052013-_Q6A3278-RicardoMoura-Panorama-1024x545.jpg"><img class="size-medium wp-image-4757" alt="Um público empolgado e saudosista acompanhou todas as músicas da Legião Urbana. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/19052013-19052013-_Q6A3278-RicardoMoura-Panorama-1024x545-607x323.jpg" width="607" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">Um público empolgado e saudosista acompanhou todas as músicas da Legião Urbana. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4758" aria-labelledby="figcaption_attachment_4758" class="wp-caption img-width-517 aligncenter" style="width: 517px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752816548_0c46f5e0b5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4758" alt="Guitarrista, produtor e compositor, Dado é responsável por grandes composições da recente música brasileira. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752816548_0c46f5e0b5_z-517x486.jpg" width="517" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Guitarrista, produtor e compositor, Dado é responsável por grandes composições da recente música brasileira. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<div>
<p>A próxima parada do FPNC é o Sertão Central, entre os dias 24/5 e 01/6, que contará com palcos em São José do Belmonte e Salgueiro e ações em mais seis cidades. Os cantores Josildo Sá e Flávio Leandro, além da banda Paixão Nordestina e Jackson da Sanfona estão entre as atrações confirmadas. No domingo, a tradição popular é mantida com a Cavalgada à Pedra do Reino – tradicional festejo de matrizes mouras e cristãs que há mais de 20 anos ocorre no município. Em breve programação completa do festival.</p>
</div>
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		<title>Shows reforçam a programação artística do FPNC Caruaru</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 18:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Caruaru respira arte desde a última terça-feira. São exposições, espetáculos teatrais, intervenções de literatura, artes visuais, entre tantas outras atividades sendo oferecidas gratuitamente pelo Festival Pernambuco Nação Cultural.</p>
<p>A partir desta quinta-feira (16/5), a programação recebe um reforço com shows em dois palcos: Palco Coreto e Palco Nação Cultural, ambos na antiga Estação Ferroviária do município, no Centro. Durante três dias, a capital do forró abre espaço para o que há de mais expressivo na música contemporânea. Nesta quinta-feira (16/5), a banda caruaruense Caapora e o cantor Joanatan Richard, também da capital do agreste, abrem a noite no Palco Nação Cultural. Depois, tem Sonic Junior e para encerrar a primeira noite de shows tem Eddie, com participação do cantor Junio Barreto.</p>
<div id="attachment_4842" aria-labelledby="figcaption_attachment_4842" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990710563_3085805c1f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4842" alt="A banda Eddie encerra a primeira noite de shows no Palco Nação Cultural. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990710563_3085805c1f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Eddie encerra a primeira noite de shows no Palco Nação Cultural. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p>Na sexta-feira (17/5), a cantora caruaruense Rogéria abre a noite, seguida do grupo Querosene Jacaré que faz um show especial para comemorar 15 anos do lançamento do seu primeiro disco <i>‘Você não sabe da missa um terço’. </i>Nesta noite, Lira (ex-Cordel do Fogo Encantado) e Karina Buhr – dois nomes pernambucanos de destaque na cena musical do país, também levam seus respectivos shows para o Palco Nação Cultural.</p>
<p>No sábado é a vez de Daniel Fininzola, Caravana do Delírio e Tibério Azul se apresentarem na mesma noite que terá ainda o músico Dado Villa Lobos, ex-integrante da Legião Urbana – banda que marcou a história do rock nacional.</p>
<p><b>Palco Coreto</b></p>
<p>Além do Nação Cultural, a Estação Ferroviária também recebe o Palco Coreto, a partir desta quinta-feira (16/5), sempre às 18h. Na primeira noite, tem shows de Evaldo Cavalcanti, Mario Moita (de Portugal) e Alexiana. Na sexta-feira (17/5), o público confere as apresentações de Suíte de Barro, Heitor e Brasis (da Paraíba). Encerrando a programação do Palco Coreto, no sábado (18/5), quem sobe ao palco é Thiago Rozilla, Outras Falas e Cassio Sette.</p>
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		<title>Palco Pop se despede com Lucas Santanna</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jul 2012 19:22:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Público aprovou show do músico baiano; no Palco Forró, Danilo Pernambucano comandou o último arrastapé do FIG 2012 Por Diego Gouveia Durante nove dias de muita música, o Palco Pop recebeu 36 atrações. Diariamente, o espaço recebeu uma média de mil pessoas. No sábado (21/7), cinco shows deram o tom da última noite do 22º [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Público aprovou show do músico baiano; no Palco Forró, Danilo Pernambucano comandou o último arrastapé do FIG 2012</p>
<div id="attachment_6164" aria-labelledby="figcaption_attachment_6164" class="wp-caption img-width-597 aligncenter" style="width: 597px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-13.jpg"><img class="size-full wp-image-6164" alt="Lucas Santanna encerra programação do Palco Pop (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-13.jpg" width="597" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas Santanna encerra programação do Palco Pop (Foto: Marcelo Soares/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Por Diego Gouveia</p>
<p>Durante nove dias de muita música, o Palco Pop recebeu 36 atrações. Diariamente, o espaço recebeu uma média de mil pessoas. No sábado (21/7), cinco shows deram o tom da última noite do 22º Festival de Inverno de Garanhuns. Daniel Peixoto foi o primeiro a se apresentar no Parque Euclides Dourado. Depois dele, Rimocrata, Tibério Azul, Cascabulho e Lucas Santtana contagiaram o público.</p>
<p>O cearense Daniel Peixoto tem ganhado fama internacional com suas performances extravagantes e divertidas. O artista cantou músicas que projetaram o seu nome como “Come to me” e “Eu só paro se cair”. Daniel é famoso no gênero pop tropical, misturando eletro, funk, forró, macumba e tecnobrega. Pela primeira vez em Garanhuns, o cantor tinha muitas expectativas para o show. “Como sou do Crato, ouvimos muito falar do FIG. Para mim, é muito importante participar de um evento como esse. O carinho dos fãs foi incrível”, comentou.</p>
<p>Vindos de Jardim Brasil, Olinda, a banda Rimocratas toca rap, mas não deixa de referenciar gêneros como o jazz, bossa nova, MPB e rock. Nas letras das músicas, temas sérios abordados com boas rimas. Tibério Azul fez uso da poesia para atrair o Palco Pop. Ele divulgou o primeiro trabalho solo intitulado “Bandarra – ou o caminho que vai dar no sol”. Lançando mão da poesia cotidiana, em uma apresentação orgânica, o cantor mostrou para todo mundo porque tem ganhado tanto destaque no cenário nacional. Na sequência, Cascabulho, que significa música forte, marcante, mostrou para a plateia como se faz música pop, com traços do jazz, da regionalidade dos pífanos e tambores de maracatu.</p>
<p>O show da noite foi de Lucas Santanna, que já pegou o público bastante animado. No repertório, canções do CD “O Deus que devasta, mas também cura” e de trabalhos anteriores. “Músico”, faixa instrumental, abriu o show. Com “Cira, Regina e Nana”, a plateia do palco pop se esbaldou. O coordenador do Palco Pop Theo Ottoni ficou satisfeito com a programação do espaço. “Tivemos shows vibrantes e emocionantes. Ano que vem a gente promete mais diversão”, destacou.</p>
<p>Palco Forró</p>
<p>O Palco Forró recebeu no sábado (21/7) Genaro, Flávio Leandro, Waldonys e Danilo Pernambucano. Foram também 36 atrações durante os nove dias de shows. A programação do polo reuniu 20 mil pessoas, que conferiram sucessos de bandas já consolidadas como a Família Gonzaga e Quinteto Violado. Valdir Santos, Cristina Amaral e Azulão são também nomes com tradição nesse ritmo muito forte no Nordeste que subiram ao Palco. Como não poderia deixar de ser, novos grupos tiveram oportunidade e fizeram a alegria da plateia. A banda Clã Brasil foi uma deles. No show da terça-feira (17/7), os músicos cumpriram a promessa e não deixaram ninguém parado.</p>
<p>No sábado (21/7), Gennaro abriu a programação e empolgou a multidão. O cantor revisitou canções tradicionais do forró e apresentou sucessos recentes. Flávio Leandro e Waldonys tocaram antes de Danilo Pernambucano sustentou a animação dos forrozeiros. De acordo com o coordenador do Palco Forró Napoleão Assunção, o resultado foi bastante positivo para o evento. “Garantimos a diversão de muita gente e abrimos espaço para expressões locais e de outras cidades. Ano que vem teremos mais”, comentou.</p>
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		<title>Diversidade de ritmos embala a noite no Palco Pop</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Jul 2012 20:31:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Cecília Almeida “Nunca senti meu nome como um peso”, confessou Ylana Queiroga logo após sua apresentação no Palco Pop do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), numa sexta-feira (20/7) marcada pela mistura de ritmos. Filha de Nena Queiroga e do Maestro Spok, a jovem cantora considera que o sobrenome ajudou sua carreira: “É [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Por Cecília Almeida</p>
<p>“Nunca senti meu nome como um peso”, confessou Ylana Queiroga logo após sua apresentação no Palco Pop do 22º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), numa sexta-feira (20/7) marcada pela mistura de ritmos. Filha de Nena Queiroga e do Maestro Spok, a jovem cantora considera que o sobrenome ajudou sua carreira: “É legal você fazer algo que o público já espera que seja bom. É uma responsabilidade talvez um pouco maior, a gente se cobra um pouco mais. Mas no final a gente tá aqui pra tentar fazer o melhor”, disse.</p>
<div id="attachment_6265" aria-labelledby="figcaption_attachment_6265" class="wp-caption img-width-350 aligncenter" style="width: 350px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-29.jpg"><img class="size-full wp-image-6265" alt="Ylana Queiroga foi segunda atração da noite e fez o público pedir bis. Foto:Costa Neto/Secult" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-29.jpg" width="350" height="461" /></a><p class="wp-caption-text">Ylana Queiroga foi segunda atração da noite e fez o público pedir bis. Foto:Costa Neto/Secult</p></div>
<p dir="ltr">Acompanhada por uma banda de excelente qualidade técnica, Ylana foi a segunda atração da noite, subindo ao palco após o show da banda garanhuense PE 5. Em sua primeira apresentação no FIG, a moça agradou o público com sua voz doce e firme. Após o show, ela exaltou a relevância do Festival, que, na opinião dela, já se tornou referência nacional: “Estava em São Paulo quando comentei que ia fazer um show no Festival de Inverno e as pessoas já conheciam o evento, sabiam onde era. É muito importante ter um circuito que apresenta a música pernambucana”.</p>
<p>A tradição musical pernambucana, aliás, é a base do primeiro álbum da moça, que foi produzido pelo irmão Yuri Queiroga e deve sair no segundo semestre deste ano. “A gente passou cinco anos preparando esse disco. Gravamos aqui, no Rio de Janeiro, e fomos juntando nossas experiências durante esse tempo”, declarou a cantora, que menciona entre suas influências artistas como Alceu Valença, Marisa Monte, Siba e a islandesa Björk.</p>
<p>Ylana estava ansiosa para curtir o restante da programação do dia no FIG: “É uma honra estar escalada no mesmo dia de Marcelo Jeneci, Lenine e Milton Nascimento. Vou correr para a Guadalajara pra acompanhar”. Os integrantes da banda paulista Cérebro Eletrônico, que encerrou a noite com sua sonoridade pós-tropicalista, concordam com a cantora. “Vamos fazer de tudo para conferir os shows”, declarou Fernando Maranho, guitarrista.</p>
<p>Foi a quarta vez do grupo em Pernambuco, mas a primeira no FIG. “Pra gente é um prazer enorme estar aqui num estado que tem uma relação tão legal com a música, permitindo que gerações e gerações consigam fazer um trabalho musical com muita qualidade”, apontou Tatá Aeroplano, vocalista da Cérebro Eletrônico. “Esse festival é uma prova de que o estado trabalha muito bem a sua música”, completou. Tatá e Fernando aproveitaram para elogiar o trabalho de músicos pernambucanos como Otto, Junio Barreto, Lirinha e Siba. O grupo pretende trabalhar no quarto disco ainda este ano.</p>
<div id="attachment_6269" aria-labelledby="figcaption_attachment_6269" class="wp-caption img-width-347 aligncenter" style="width: 347px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-30.jpg"><img class="size-medium wp-image-6269" alt="Da Argentina, Banda La Viajerita (Foto:Costa Neto/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-30-347x486.jpg" width="347" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Da Argentina, Banda La Viajerita (Foto:Costa Neto/Secult-PE)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Um dos grandes destaques da noite foi o show da simpática dupla argentina La Viajerita, composta por Mariela Carrara (voz e cojón) e Ornela Lanzilotto (voz, acordeon e cojón peruano). No repertório, músicas folclóricas argentinas, tango e até algumas homenagens a cantores brasileiros. A versão de Timoneiro, de Paulinho da Viola, foi um dos pontos altos da apresentação. “Muito bonita a homenagem que fizeram à música brasileira”, avaliou a garanhuense Ana Beatriz, que já acompanha o trabalho da dupla há algum tempo. “O show foi maravilhoso, tudo o que eu esperava”, disse, enquanto aguardava a saída das artistas, que cumprimentaram os fãs e distribuíram autógrafos após o show.</p>
<p>No sábado (21/7), último dia de FIG, a festa no Palco Pop está garantida com Daniel Peixoto, Rimocrata, Tibério Azul e Cascabulho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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