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	<title>Portal Cultura PE &#187; Tomaz de Aquino</title>
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		<title>Debate politizado no FPNC</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 13:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5273" aria-labelledby="figcaption_attachment_5273" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5273" alt="Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Festival promoveu no sábado (15/9) debates sobre democratização da comunicação e mercado de música</em></p>
<p>Por Olívia Mindêlo</p>
<p>“Muito mais do que sobre rádio e TV pública, a gente está falando aqui sobre cidadania”. A fala do DJ e radialista Patrick Torq4 soou como uma síntese, na tarde de ontem (15/9), do propósito das rodas de diálogo realizadas pelo FPNC em Gravatá. Tanto no debate sobre a Democratização da Comunicação quanto na discussão sobre O Atual Mercado de Música, a necessidade de reunir pessoas para promover o direito à comunicação, a reflexão crítica e a melhoria das práticas profissionais pareceu perpassar as falas e os interesses presentes.</p>
<p>No primeiro debate, relacionado à comunicação, a questão das rádios públicas dominou o verbo, sobretudo pela experiência dos participantes Roger de Renor (atual diretor da TV Pernambuco) e Patrick Tor4 – e, claro, também pela própria força que esses canais ainda possuem nas cidades do interior do estado, como Gravatá.</p>
<p>Ambos colocaram em pauta suas lutas em prol das emissoras públicas, reforçando que, apesar das dificuldades, fazer rádio de qualidade no País é possível. Isso significa ampliar a conscientização e o gosto cultural da população, veiculando, entre outros pontos, a produção musical que não tem vez nos grandes meios. Patrick citou os exemplos das rádios de Sergipe, da qual foi diretor, do Pará e de Minas Gerais. Todas estatais que, segundo ele, se tornaram exemplos nacionais. Já Roger falou sobre programas como o extinto “Som da sopa”, da TV Universitária, que também esteve à frente como apresentador, diretor e idealizador, além das atuais batalhas para estruturar a TV Pernambuco e uma rede de televisões públicas no Brasil.</p>
<p>Alguns profissionais de comunicação de Gravatá também participaram da discussão. Foi o caso do jornalista Tomaz de Aquino, atualmente responsável pelo Jornal Rota 232, de seu município. Ele conversou sobre os atuais veículos gravataenses, chamando atenção para o domínio dos políticos nas rádios e até nos blogs. Para isso citou o caso do <a title="blog do castanha" href="http://www.blogdocastanha.com/" target="_blank">Blog do Castanha</a>, retirado do ar recentemente por questões políticas, mas já de volta. O próprio Castanha esteve presente, comentando as dezenas de processos que já recebeu decorrentes de sua atuação jornalística. Tomaz de Aquino também reforçou a necessidade de se discutir os pontos principais do <a title="fórum nacional pela democratização da comunicação" href="http://www.fndc.org.br/" target="_blank">Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação</a> (FPDC).</p>
<p><strong>Sobre música</strong></p>
<div id="attachment_5274" aria-labelledby="figcaption_attachment_5274" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5274" alt="Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Assim como a música foi um dos pontos tocados no primeiro debate, a comunicação também foi assunto abordado na segunda roda de diálogo promovida ontem (15/9) pelo FPNC, sobre o atual mercado de música. A internet foi novamente colocada em pauta, desta vez como local indispensável à difusão da produção musical. Para DJ Dolores, um dos participantes da roda, a web é mais do que isso: coloca-se como um espaço para criação, pesquisa e articulação.</p>
<p>Além de Dolores, também convidado pelo festival de Gravatá para tocar nos intervalos e fins dos shows, conduziram o diálogo o músico Tiné, da Orquestra Contemporânea de Olinda, e o rapper Zé Brown, que comandou a locução do Palco Nação Cultural.</p>
<p>Como sobreviver da música foi a questão que mais dominou a conversa, sobretudo a partir das perguntas levantadas por artistas de Gravatá, que repetiram a velha máxima de “como é difícil viver de música no estado”. Zé Brown falou sobre a dificuldade de trabalhar com rap, mas de outros caminhos para se viver do próprio ofício. Dolores reforçou o quanto é preciso levar a sério isso: “É um trabalho como qualquer outro”. E é preciso se esforçar, se dedicar.</p>
<p>Os debates foram mediados, respectivamente, por Guilherme Gatis, assessor do Festival Pernambuco Nação Cultural, e Vinícius Carvalho, diretor executivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
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