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	<title>Portal Cultura PE &#187; tombamento</title>
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		<title>Fundarpe realiza atividades em Triunfo para elaboração do Exame Técnico de Tombamento Estadual do Núcleo Histórico</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 19:04:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em mais um importante passo para a elaboração do Exame Técnico de Tombamento do Núcleo Histórico da Cidade de Triunfo, técnicos da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), órgão do Governo do Estado de Pernambuco, realizaram, nesta semana (23 a 25/09), uma série de atividades no município que tem o Theatro Cinema [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120470" aria-labelledby="figcaption_attachment_120470" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: K9 Produções (drone)</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-15.51.442.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120470" alt="Foto: K9 Produções (drone)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-15.51.442-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Núcleo Histórico da Cidade de Triunfo</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">Em mais um importante passo para a elaboração do Exame Técnico de Tombamento do Núcleo Histórico da Cidade de Triunfo, técnicos da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), órgão do Governo do Estado de Pernambuco, realizaram, nesta semana (23 a 25/09), uma série de atividades no município que tem o Theatro Cinema Guarany como um ícone do audiovisual e das artes cênicas do Sertão do Pajeú. As edificações emblemáticas do centro da cidade representam não apenas um valor arquitetônico significativo, mas também vínculos profundos com a memória, com os costumes e com a identidade cultural da população triunfense. Em parceria com a Prefeitura de Triunfo e com a sociedade civil, os técnicos da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC) da Fundarpe, Roberto Carneiro, Isabela Duarte e Mateus Couto, cumpriram uma agenda de entrevistas, pesquisas, levantamentos bibliográficos, escutas e rodas de diálogo com a comunidade, além de levantamentos físicos e registros fotográficos com drone para mapeamento do Núcleo.</p>
<p>A programação incluiu entrevistas com agentes e personalidades que atuam em diversos setores do município, a exemplo de André Vasconcelos, secretário de Turismo e Cultura; Miriam Pereira, secretária de Educação; Bruna Florie, secretária da Mulher; e a diretora de Obras, Janine Ferreira. Também houve encontros com representantes e gestores de equipamentos culturais e espaços de destaque na cidade, como Alexsandro da Silva, do Theatro Cinema Guarany; Bruno Alves, do Sesc; Consuelo Timóteo, da Casa das Almas; e João Bosco, do Centro Cultural Casa dos Caretas e também membro da Associação de Turismo. Os técnicos visitaram, ainda, o Quilombo de Águas Claras, situado na Zona Rural de Triunfo, com a presença de estudantes do EJA do Sítio Fortaleza, onde entrevistaram Gilda Ferreira e Paula Ferreira (representante mirim do Quilombo).</p>
<div id="attachment_120471" aria-labelledby="figcaption_attachment_120471" class="wp-caption img-width-546 alignnone" style="width: 546px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-16.22.43.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120471" alt="Foto: divulgação/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-16.22.43-546x486.jpeg" width="546" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe da Fundarpe em Triunfo</p></div>
<p>Durante os três dias de imersão na pesquisa, a equipe da Fundarpe também realizou encontro com moradores do Alto da Boa Vista, na Casa dos Caretas, e facilitou roda de diálogo com moradores do Bairro do Rosário. Houve visita ao acervo do Convento São Boaventura, onde entrevistaram Marcos Moisés, responsável pela organização e guarda do material histórico. A programação contemplou entrevistas com Rogério Carvalho, presidente da Associação de Comércio do Município de Triunfo (ACMT); Dona Leidinha, comerciante tradicional da cidade; Rochael Melo, arquiteto; Diana Rodrigues, educadora e pesquisadora; Teco de Agamenon, representante da classe artística; e o Mestre Nino Abrãao, brincante dos Caretas e também representante da classe artística de Triunfo.</p>
<p>Essas ações buscam ouvir diferentes setores da sociedade, levantar informações históricas e registrar de forma detalhada o patrimônio urbano e cultural de Triunfo, fortalecendo o caráter participativo do processo.</p>
<p>“O processo de tombamento do Núcleo Histórico de Triunfo é mais do que um ato de preservação arquitetônica. Estamos falando da salvaguarda de uma memória que se entrelaça com a identidade, com os costumes e com a força simbólica de uma das cidades mais emblemáticas do Sertão pernambucano. Cada entrevista, cada pesquisa, cada diálogo realizado ao longo do Exame Técnico reafirma o compromisso do Governo do Estado de Pernambuco em garantir que a história e a cultura triunfenses sejam reconhecidas e preservadas para as próximas gerações”, <b>ressalta a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</b></p>
<div id="attachment_120461" aria-labelledby="figcaption_attachment_120461" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-15.59.23.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120461" alt="Foto: Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-15.59.23-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Theatro Cinema Guarany</p></div>
<p><b>Sobre Triunfo</b> &#8211; A cidade, conhecida por seu acervo arquitetônico, urbanístico e paisagístico que remonta aos séculos 19 e 20. O seu Núcleo Histórico, encontra-se em processo de tombamento estadual desde 2010 (Processo nº 0405107-8/2010), a partir de proposta do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundarpe.</p>
<p>Com base na Lei Estadual nº 7.970/1979 e no Decreto nº 6.239/1980, os bens em exame já recebem a mesma proteção legal que os tombados em definitivo. Assim, a Fundarpe atua na preservação de uma área de cerca de 357 mil metros quadrados, definida pelo Plano Diretor da cidade como Zona Especial de Preservação do Núcleo Histórico (ZEPNH).</p>
<p>Localizado no Sertão do Pajeú, Triunfo carrega uma das histórias mais ricas e singulares do interior pernambucano. Seu nome é resultado simbólico de uma antiga disputa territorial. Originalmente chamada Baixa Verde, a povoação prosperou rapidamente graças à criação de uma feira local, o que gerou atritos com a poderosa família Campos Velhos, do município vizinho de Flores. Após um confronto direto, os moradores da Baixa Verde saíram vitoriosos e, em sinal de conquista, rebatizaram a comunidade como Triunfo.</p>
<p>A vila foi oficialmente criada em 1870 e elevada à categoria de cidade em 1884, se destacando nas décadas seguintes como um importante polo econômico e cultural da região. De acordo com a historiadora Diana Rodrigues Lopes, no final do século 19 e início do 20, Triunfo concentrava plantações de café, engenhos de açúcar, fábricas de rapadura, tecidos e doces, além de forte comércio de produtos importados, que chegavam de trem até Arcoverde e seguiam serra acima em lombos de burros.</p>
<p>A cidade também foi marcada por experiências educativas relevantes. Em 1920, a Congregação Marista tentou estabelecer um ensino de excelência, incluindo a língua francesa, mas permaneceu apenas seis anos, devido a um surto de peste bubônica em 1926. Já no final de 1938, um grupo de nove madres franciscanas alemãs, refugiadas do nazismo, chegou ao município e fundou o Colégio Stella Maris, que se tornaria referência educacional no Sertão. A escola funcionou até 2004.</p>
<p>Outro símbolo da identidade triunfense é o Açude João Barbosa, localizado na entrada da cidade. Construído inicialmente em 1850 pelo Frei Caetano Messina e ampliado ao longo dos anos, o açude tornou-se um dos principais cartões-postais da cidade, com volume de água constante, mesmo em períodos de seca. O passeio público ao redor do açude, iniciado na gestão do prefeito João Barbosa Sitônio (1948–1952), tornou-se área de convivência e abriga hoje parte significativa do Núcleo Histórico da cidade de Triunfo, que reúne edificações de grande valor arquitetônico e cultural, espalhadas pelas encostas suaves da cidade.</p>
<p>Triunfo também abriga um de seus maiores símbolos culturais: o Theatro Cinema Guarany. Tombado pelo Estado em 1988, por meio do Decreto Estadual nº 13.091/1988, o espaço foi restaurado e entregue à Prefeitura em 2002. Desde então, segue como um dos principais pontos de encontro da população, mantendo viva a memória cultural da cidade.</p>
<p>Com um cenário que combina patrimônio, memória e natureza, a cidade de Triunfo segue sendo um dos destinos mais emblemáticos do Sertão pernambucano.</p>
<div id="attachment_120462" aria-labelledby="figcaption_attachment_120462" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: K9 Produções (drone)</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-15.51.44-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120462" alt="Foto: K9 Produções (drone)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-25-at-15.51.44-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Triunfo, no Sertão do Pajeú</p></div>
<p><b>Como funciona o tombamento estadual</b> – Atualmente, Pernambuco conta com 113 bens tombados em âmbito estadual, além de outros 64 em processo e 94 tombados em nível federal, herdados conforme a lei 7.970/1979.</p>
<p>O Estado de Pernambuco possui um Sistema de Tombamento estruturado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), que atua como órgão gestor; pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), que delibera sobre os processos; e pela Fundarpe, responsável pelo suporte técnico.</p>
<p>A abertura do processo pode ser solicitada por qualquer cidadão, proprietário, organização não governamental, órgão público ou privado, grupo de pessoas por abaixo-assinado ou pela própria Diretoria de Preservação Cultural da Fundarpe, como também pode ser realizada diretamente pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE). Para isso, é necessário informar localização, propriedade, características do bem e justificar a relevância do tombamento, anexando, por exemplo, documentos como fotos, registros cartoriais e plantas arquitetônicas.</p>
<p>Após a formalização, a Secult-PE decide em até 48 horas sobre o prosseguimento do pedido. Sendo deferido, o processo é aberto, publicado edital no Diário Oficial e comunicado ao proprietário, que tem prazo para se manifestar. A partir da publicação, o bem já está protegido legalmente contra alterações ou destruição, mesmo antes da decisão final.</p>
<p>Na sequência, uma equipe técnica da Fundarpe realiza pesquisas e emite parecer fundamentado, que é encaminhado ao CEPPC/PE. Caso aprovado, o parecer segue para homologação da governadora do Estado por decreto publicado em Diário Oficial. O bem, então, é inscrito no Livro do Tombo correspondente, garantindo sua preservação oficial.</p>
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		<title>Sítio Histórico de Cruz das Almas, no Quilombo Castainho em Garanhuns, é oficialmente tombado pelo Governo de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sitio-historico-de-cruz-das-almas-no-quilombo-castainho-em-garanhuns-e-oficialmente-tombado-pelo-governo-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 17:46:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em um momento emblemático para a conservação da memória e da identidade quilombola de Pernambuco, o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) aprovou, na manhã desta quinta-feira (18), o parecer final referente ao tombamento definitivo do Sítio Histórico de Cruz das Almas, localizado no Quilombo Castainho, em Garanhuns, na região Agreste de Pernambuco. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120319" aria-labelledby="figcaption_attachment_120319" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fotos: Eduardo Cunha/Fundarpe/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Sítio-Histórico-de-Cruz-das-Almas.-Crédito-das-fotos-de-Eduardo-Cunha-Fundarpe-Secult-PE-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120319" alt="Fotos: Eduardo Cunha/Fundarpe/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Sítio-Histórico-de-Cruz-das-Almas.-Crédito-das-fotos-de-Eduardo-Cunha-Fundarpe-Secult-PE-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Sítio Histórico de Cruz das Almas</p></div>
<p>Em um momento emblemático para a conservação da memória e da identidade quilombola de Pernambuco, o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) aprovou, na manhã desta quinta-feira (18), o parecer final referente ao tombamento definitivo do Sítio Histórico de Cruz das Almas, localizado no Quilombo Castainho, em Garanhuns, na região Agreste de Pernambuco. A deliberação ocorreu durante a reunião ordinária n° 568 realizada na Casa dos Conselhos, no bairro da Boa Vista, Centro do Recife.</p>
<p>As fases para a proteção do bem começaram em agosto de 2020, após uma decisão formal do CEPPC, com a abertura do trâmite e publicação do Edital de Tombamento pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A solicitação para garantir a proteção do bem teve seu início em 2019, por meio de ofícios enviados ao CEPPC pelo Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns e pela Academia de Letras de Garanhuns. Essa iniciativa reconhece a importância histórica e cultural do local, que é formado por uma antiga casa de oração do século 18, um cruzeiro em seu interior e um velho cemitério quilombola. Este conjunto, fortemente ligado às tradições religiosas e funerárias de origem africana, representa um símbolo de resistência, ancestralidade, continuidade cultural e fortalecimento da identidade para a comunidade de Castainho e para o estado de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_120320" aria-labelledby="figcaption_attachment_120320" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fotos: Eduardo Cunha/Fundarpe/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Sítio-Histórico-de-Cruz-das-Almas.-Crédito-das-fotos-de-Eduardo-Cunha-Fundarpe-Secult-PE-12.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120320" alt="Fotos: Eduardo Cunha/Fundarpe/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Sítio-Histórico-de-Cruz-das-Almas.-Crédito-das-fotos-de-Eduardo-Cunha-Fundarpe-Secult-PE-12-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Sítio Histórico de Cruz das Almas</p></div>
<p>Para a realização do Exame Técnico de Tombamento, elaborado pela Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural &#8211; DPPC/Fundarpe, foram aplicadas metodologias que integraram pesquisa documental e oral, consulta pública, oficinas participativas de conservação preventiva, escutas da comunidade, oficinas de perspectivas acadêmicas e visitas técnicas com participação nas celebrações tradicionais da comunidade. Os estudos técnicos concluíram que o Sítio Histórico de Cruz das Almas preserva suas características arquitetônicas e rituais, mesmo diante de transformações externas, como a expansão urbana e a privatização de áreas vizinhas. O parecer conclusivo destacou que, apesar de ser em território quilombola, o bem não havia sido incluído no processo de demarcação de terras, o que torna ainda mais relevante sua inscrição no Livro de Tombo de Conjuntos Urbanos e Sítios Históricos.</p>
<p>O Sítio Histórico de Cruz das Almas é considerado pela população local como um ponto de referência de luta e resistência pela preservação do território de Castainho. Em depoimento registrado durante os estudos técnicos realizados pela Fundarpe, o líder comunitário José Carlos Lopes da Silva expressou: “A Cruz das Almas é um pedaço de cada um de nós”. Essa declaração representa sutilmente a dimensão simbólica que foi central para o parecer final do tombamento, ressaltando o papel do patrimônio quilombola como instrumento de resistência, de afirmação cultural e de garantia de direitos humanos fundamentais, como memória, moradia, educação e cultura.</p>
<div id="attachment_120321" aria-labelledby="figcaption_attachment_120321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Daniela Pedrosa/Fundarpe/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Renata-Borba-presidente-da-Fundarpe.-Crédito-da-foto-Daniela-Pedrosa-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120321" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Fundarpe/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Renata-Borba-presidente-da-Fundarpe.-Crédito-da-foto-Daniela-Pedrosa-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Renata Borba, presidente da Fundarpe</p></div>
<p><b>Reconhecimento do Governo do Estado de Pernambuco</b> &#8211; Com o tombamento do Sítio Histórico de Cruz das Almas, Pernambuco passa a contar com 113 bens tombados em âmbito estadual, além de outros 64 em processo e 94 tombados em nível federal, herdados conforme a lei 7.970/1979.</p>
<p><b>A presidente da Fundarpe, Renata Borba</b>, ressaltou a relevância do ato do Governo do Estado de Pernambuco: “Cada tombamento fortalece a rede de bens que preservamos para as próximas gerações. No caso da Cruz das Almas, estamos diante de um patrimônio que não apenas guarda a história de Castainho, mas também dialoga com a trajetória de todos os quilombos do Estado de Pernambuco. É um marco político e simbólico que reafirma o papel dos quilombos na formação do Brasil e o compromisso do Estado de Pernambuco com a valorização de sua diversidade cultural&#8221;.</p>
<div id="attachment_120322" aria-labelledby="figcaption_attachment_120322" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Daniela Pedrosa/Fundarpe/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Equipe-Fundarpe-e-José-Carlos-Lopes-da-Silva-liderança-do-Quilombo-Castainho.-Crédito-da-foto-Daniela-Pedrosa-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120322" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Fundarpe/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Equipe-Fundarpe-e-José-Carlos-Lopes-da-Silva-liderança-do-Quilombo-Castainho.-Crédito-da-foto-Daniela-Pedrosa-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe da Fundarpe com José Carlos Lopes da Silva, liderança do Quilombo Castainho</p></div>
<p><b>Para a superintendente de Patrimônio Material da Fundarpe, Cristiane Feitosa</b>, a decisão reafirma o compromisso do Estado com a proteção de bens que expressam a pluralidade cultural pernambucana: “O Sítio Histórico de Cruz das Almas é muito mais do que uma construção. Ela é um espaço de memória, fé e resistência, que nos conecta à ancestralidade africana e à luta histórica da comunidade quilombola de Castainho. Tombá-la significa reconhecer e valorizar esse legado como parte essencial da identidade pernambucana”.</p>
<p>O parecer do CEPPC destacou ainda que a preservação do Sítio Histórico de Cruz das Almas deve ser compreendida como parte da luta pela terra e pela permanência das comunidades quilombolas em seus territórios. A edificação, seus rituais e o antigo cemitério não são apenas vestígios do passado, mas práticas vivas que reforçam a identidade e a continuidade cultural de Castainho.</p>
<p>&#8220;Foi um prazer fazer um relatório que me representa, embora eu não seja de comunidade quilombola, mas por ser um homem preto. Fiquei muito feliz de rememorar algumas leituras e alguns teóricos que se debruçam sobre o tema. Fazer esse relatório foi muito prazeroso e muito edificante. E é essencial esse trabalho realizado pela Fundarpe de discutir essas ideias sobre a preservação do patrimônio cultural com a comunidade, para entender com a comunidade como ela percebe esse patrimônio e como ela percebe esse lugar. Então é muito importante fazer essa sensibilização constante”, <b>expressou o conselheiro Elinildo Marinho, titular da área de Arqueologia, História e Museologia do CEPPC.</b></p>
<div id="attachment_120323" aria-labelledby="figcaption_attachment_120323" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Daniela Pedrosa/Fundarpe/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Equipe-Fundarpe-conselheiros-e-José-Carlos-Lopes-da-Silva-liderança-do-Quilombo-Castainho.-Crédito-da-foto-Daniela-Pedrosa-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120323" alt="Foto: Daniela Pedrosa/Fundarpe/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Equipe-Fundarpe-conselheiros-e-José-Carlos-Lopes-da-Silva-liderança-do-Quilombo-Castainho.-Crédito-da-foto-Daniela-Pedrosa-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe da Fundarpe, conselheiros e José Carlos Lopes da Silva, liderança do Quilombo Castainho</p></div>
<p><b>A comunidade quilombola Castainho foi representada na reunião por José Carlos Lopes da Silva</b>, liderança de grande importância e que participou ativamente de todo o processo: &#8220;Para mim isso é gratificante. A gente tem abraçado essa luta junto com a Fundarpe, com o Estado e com os técnicos que lá estão. A Cruz das Almas faz parte de José Carlos, a Cruz das Almas faz parte da comunidade quilombola de Castainho, das seis comunidades quilombolas de Garanhuns e das demais comunidades que por lá passaram, que por lá conheceram. A gente tem um patrimônio na nossa comunidade e não podemos deixar ninguém destruir. Não podemos deixar ninguém derrubar, ou pensar que não vale nada. Vale muito, porque nós temos pessoas que faleceram há mais de 150 anos, estão lá sepultadas e sofreram muito naquela época, foram discriminadas, muitas assassinadas. E hoje nós estamos lá contando um pouco da história daquelas pessoas que não tiveram oportunidades. Mas a gente tem feito muito por elas, também por nós e para o povo de Pernambuco, para o Brasil&#8221;.</p>
<p>A oficialização do tombamento representa, portanto, mais do que uma medida de preservação: é um marco na resistência cultural de um povo.</p>
<p><b>Como funciona o tombamento estadual</b> &#8211; O Estado de Pernambuco possui um Sistema de Tombamento estruturado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), que atua como órgão gestor; pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE), que delibera sobre os processos; e pela Fundarpe, responsável pelo suporte técnico.</p>
<p>A abertura do processo pode ser solicitada por qualquer cidadão, proprietário, organização não governamental, órgão público ou privado, grupo de pessoas por abaixo-assinado ou pela própria Diretoria de Preservação Cultural da Fundarpe. Para isso, é necessário informar localização, características do bem e justificar a relevância do tombamento, anexando, por exemplo, documentos como fotos, registros cartoriais e plantas arquitetônicas.</p>
<p>Após a formalização, a Secult-PE decide em até 48 horas sobre o prosseguimento do pedido. Sendo deferido, o processo é aberto, publicado edital no Diário Oficial e comunicado ao proprietário, que tem prazo para se manifestar. A partir da publicação, o bem já está protegido legalmente contra alterações ou destruição, mesmo antes da decisão final.</p>
<p>Na sequência, uma equipe técnica da Fundarpe realiza pesquisas e emite parecer fundamentado, que é encaminhado ao CEPPC/PE. Caso aprovado, o parecer segue para homologação da governadora do Estado por decreto publicado em Diário Oficial. O bem, então, é inscrito no Livro do Tombo correspondente, garantindo sua preservação oficial.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco publica licitação para obras de restauro da Igreja de São Pedro Mártir de Verona, em Olinda</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 15:35:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Igreja de São Pedro Mártir de Verona, localizada no Sítio Histórico de Olinda, irá receber intervenções estruturais e de conservação. A licitação para contratação de empresa responsável pela execução da obra foi publicada na edição do Diário Oficial deste sábado (26). A obra de preservação será conduzida Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fundarpe_Divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119325" alt="Foto: Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Fundarpe_Divulgação-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></div>
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<p>A Igreja de São Pedro Mártir de Verona, localizada no Sítio Histórico de Olinda, irá receber intervenções estruturais e de conservação. A licitação para contratação de empresa responsável pela execução da obra foi publicada na edição do Diário Oficial deste sábado (26). A obra de preservação será conduzida Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) com recursos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio do Novo PAC, com valor de R$ 1,2 milhão.</p>
<p>“A Igreja de São Pedro Mártir faz parte da identidade histórica do município de Olinda. Através da Fundarpe, o Estado tem restaurado importantes patrimônios que não receberam a devida conservação ao longo do tempo. Agora, estamos cuidando dos nossos bens para preservar a memória, a cultura e a identidade do povo pernambucano”, celebrou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A licitação marca um novo capítulo para um dos mais importantes símbolos religiosos e arquitetônicos de Olinda. Fechada desde 2015, a igreja passará por serviços de requalificação para que seja reaberta à população. As intervenções incluem a recuperação das fachadas, pisos, esquadrias e coberta, além da renovação das instalações elétricas, sistema de iluminação, acessibilidade, e infraestrutura de prevenção e combate a incêndio. A previsão é que a obra seja executada em oito meses, a partir da ordem de serviço.</p>
<p>“A requalificação da Igreja de São Pedro Mártir é mais um passo no compromisso da gestão com a valorização do nosso patrimônio histórico. Iremos devolver à população um espaço de fé, de memória e de história. Sua reabertura, após uma década fechada, representará o reencontro de Olinda com parte essencial de seu patrimônio afetivo e simbólico”, afirmou a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p>A restauração da Igreja de São Pedro Mártir de Verona integra um conjunto de ações que o Governo de Pernambuco tem realizado por meio da Fundarpe para valorizar e preservar o patrimônio histórico e cultural do Estado. Entre os projetos em andamento estão as obras no Mosteiro de São Bento, na Igreja Matriz de Santo Antônio, a requalificação do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco e do Cine Theatro Guarany, o restauro e requalificação do Cinema São Luiz, além dos Fortes de Santo Antônio e São Pedro do Boldró, em Fernando de Noronha.</p>
<p>Sobre a igreja &#8211; A Igreja de São Pedro Mártir de Verona é um dos templos mais emblemáticos de Olinda, localizada no Amparo, próximo à Praça do Carmo. A irmandade de São Pedro Mártir foi instituída em 1711, e a atual construção data da segunda metade do século XVIII, após o desabamento da antiga matriz. De estilo predominantemente barroco, o templo possui nave simples e abriga imagens sacras de valor artístico e devocional. Ao longo do tempo, tem sido palco de celebrações religiosas e manifestações culturais, sendo parte integrante da identidade histórica e espiritual de Olinda.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco lança licitação para requalificação dos Chalés do Carmo e do Terreiro Ilê Obá Ogunté</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 19:02:42 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/terreiropaiadao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119056" alt="Fotos: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/terreiropaiadao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), lançou nesta quinta-feira (10) o edital de licitação para contratação de empresas especializadas na elaboração de projetos técnicos de restauração de dois importantes bens culturais do Estado: os Chalés do Carmo, localizados no Sítio Histórico de Olinda, e o Terreiro Ilê Obá Ogunté – também conhecido como Sítio de Pai Adão, no Recife. O edital está disponível no portal PE Integrado, com prazo para envio das propostas até às 10h do dia 2 de setembro de 2025.</p>
<p>As iniciativas fazem parte de um conjunto de ações voltadas à preservação do patrimônio material e imaterial de Pernambuco, com apoio do Novo PAC Seleções. “O compromisso da gestão Raquel Lyra com a salvaguarda do patrimônio cultural está diretamente ligado ao fortalecimento da identidade e da memória do povo pernambucano. Requalificar esses espaços é garantir que eles continuem vivos, pulsando cultura, história e tradição”, destaca a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p>O projeto de requalificação do Terreiro Ilê Obá Ogunté visa consolidar a estrutura física do espaço e implantar o Memorial do Terreiro, ampliando sua função como lugar de memória, formação e vivência afro religiosa. Tombado nas esferas federal e estadual, o terreiro é reconhecido como o mais antigo em atividade em Pernambuco e um dos mais importantes espaços de resistência e organização das religiões afro-brasileiras no país.</p>
<p>Já os Chalés do Carmo, conhecidos como “Chalés das Quatro Marias”, compõem a paisagem litorânea do bairro do Carmo, em Olinda, cidade Patrimônio Mundial. Construídos no final do século XIX, os imóveis representam um exemplo marcante da arquitetura eclética da época. O projeto de restauração prevê a implantação do Centro de Difusão do Carnaval, além de uma nova sede para o Conservatório Pernambucano de Música, potencializando os usos culturais dos chalés e reforçando o papel de Olinda como polo de efervescência artística e turística.</p>
<p>“O restauro dos Chalés do Carmo permitirá a ocupação criativa de um conjunto arquitetônico que integra a história urbana de Olinda. Com o Centro de Difusão do Carnaval e o Conservatório, esse espaço se transforma em um importante vetor de valorização da cultura pernambucana”, reforça Renata Borba.</p>
<p>A Fundarpe é responsável pela elaboração dos termos de referência e pela condução do processo licitatório, que contempla dois lotes distintos: o Lote 1, referente ao projeto de restauração e requalificação do Terreiro Ilê Obá Ogunté com valor de R$ 335.489,23, e o Lote 2, voltado aos Chalés do Carmo, com o valor de R$ 460.372,92. Os projetos foram estruturados com base em programas de necessidade apresentados pelas comunidades envolvidas e por especialistas em patrimônio cultural. Com esta ação, o Governo de Pernambuco reafirma seu compromisso com a valorização dos bens tombados e o fortalecimento das políticas públicas de cultura e patrimônio em todo o Estado.</p>
<div id="attachment_119057" aria-labelledby="figcaption_attachment_119057" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/chalésdocarmo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119057" alt="Chalés do Carmo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/chalésdocarmo-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Chalés do Carmo</p></div>
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		<title>Com investimento de quase R$ 40 milhões, Governo de Pernambuco anuncia pacote de obras em Fernando de Noronha</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 19:45:06 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Foto_Weidson_Carlos_Noronha-2-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118733" alt="Foto: Weidson_Carlos_Noronha" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Foto_Weidson_Carlos_Noronha-2-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></div>
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<p>A governadora Raquel Lyra assinou, nesta quarta-feira (2), ordens de serviço para obras que receberão investimentos de aproximadamente R$ 40 milhões em Fernando de Noronha. De acordo com a chefe do Executivo estadual, este é mais um passo do Governo de Pernambuco para melhorar a infraestrutura e preservar a história do arquipélago, com ações que abrangem patrimônio histórico, saneamento e espaço sociais.</p>
<p>“Hoje anunciamos um pacote de investimentos para Fernando de Noronha que envolve obras de saneamento, além da requalificação de patrimônios históricos e culturais protegidos pelo Iphan e a recuperação de equipamentos essenciais, como o Palácio São Miguel. Também estamos trabalhando na segunda etapa das obras da pista do aeroporto, pois a pista principal está completa. Estamos felizes em poder transformar a realidade de uma ilha que foi abandonada por muito tempo”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>Entre as ações anunciadas nesta quarta estão as ordens de serviço para requalificação do Palácio São Miguel e do Clube de Mães, além da autorização para abertura do processo licitatório de reforma e ampliação do cemitério da ilha. A reestruturação do cemitério visa a construção de uma capela, 132 gavetários, 60 ossuários, reforma do muro, instalação de estação de tratamento de efluentes e pavimentação de 772,93 m² com piso intertravado. Juntas, as três intervenções somam cerca de R$ 4,5 milhões.</p>
<p>Para a vice-governadora Priscila Krause, os investimentos demonstram um olhar sensível da gestão para quem vive ou vista o arquipélago. “O Governo de Pernambuco olha, hoje, exatamente para o que ninguém quer olhar. Por isso, vamos entregar um cemitério digno a Noronha, para que as pessoas não tenham que viajar quilômetros, muitas vezes sem dinheiro para ir e voltar, apenas para exercer o direito de velar um ente querido”, afirmou.</p>
<p>O Palácio São Miguel, por sua vez, passará por recuperação de coberta, piso, forro, portas, janelas e demais elementos originais, com prazo de execução de cinco meses. Já o Clube de Mães será reestruturado em quatro meses, com substituição de esquadrias, instalações elétricas e melhorias no espaço de convivência das cerca de mil mulheres.</p>
<p>O secretário de Meio Ambiente, Sustentabilidade e de Fernando de Noronha, Daniel Coelho, destacou que os investimentos terão impacto direto na preservação da ilha e na vida da população. “Noronha precisa conciliar preservação ambiental, desenvolvimento econômico e inclusão social. Esses projetos garantem que a população local participe desse processo. Nós estamos muito felizes com as mudanças que o Governo de Pernambuco está promovendo na ilha”, declarou.</p>
<p>As intervenções serão executadas pela Companhia Estadual de Habitação e Obras (Cehab), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-PE). A diretora de obras e habitação da Cehab, Michele Tavares, falou sobre a importância dos equipamentos.</p>
<p>“O Clube das Mães é uma casa de acolhimento que vai trazer dignidade e conforto para as mães que residem em Noronha, e o Palácio é onde funciona hoje o centro administrativo. É um ponto histórico da ilha, que é tombado pelo Iphan. Vamos garantir uma reformulação completa do equipamento”, afirmou.</p>
<p>Durante o evento, a empresa LightWall também firmou o compromisso em doar uma casa com um modelo construtivo moderno que servirá de alojamento para a equipe do Governo do Estado que trabalha no local.</p>
<p>RESTAURAÇÃO DOS FORTES &#8211; Outra ordem de serviço assinada na ocasião foi a das obras de restauração dos fortes de Santo Antônio e São Pedro do Boldró, que somam R$ 14,3 milhões em investimentos via Novo PAC, em parceria com o Iphan. O projeto contempla museografia, requalificação estrutural, acessibilidade e paisagismo. O Forte de Santo Antônio contará com a recuperação da Capela de São Pedro dos Pescadores e da histórica casa da Air France. Já o Forte do Boldró ganhará novos espaços de convivência e estrutura para eventos. Ambas as obras têm prazo de 12 meses.</p>
<p>A presidente da Fundarpe, Renata Borba, ressaltou a importância cultural e patrimonial das obras nos fortes históricos. “Noronha é reconhecida mundialmente por sua biodiversidade, mas guarda também uma riqueza histórica que precisa ser valorizada. Damos um passo importante para resgatar o que foi o maior sistema fortificado do século XVIII. Estamos preservando o patrimônio cultural da ilha e criando novas possibilidades de vivência para moradores e turistas”, afirmou.</p>
<p>O administrador-adjunto de Fernando de Noronha, Virgílio Oliveira, que coordena as ações interinstitucionais da ilha, destacou a abrangência do pacote de obras. &#8220;As ações nos fortes têm uma importância cultural muito grande, porque eles são pontos bastante valorizados pelos ilhéus. Mas há, também, uma grande relevância turística no movimento, porque eles são dois pontos bastante visitados pelos turistas&#8221;, afirmou o administrador-adjunto.</p>
<p>SANEAMENTO &#8211; Ainda durante a cerimônia, foi anunciada a ampliação do sistema de esgotamento sanitário de Fernando de Noronha. Com investimento de R$ 21 milhões, as obras, que começam na próxima segunda-feira (7), visam aumentar a capacidade da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Boldró de 2,14 litros por segundo para 12 L/s, além de elevar a cobertura da rede de esgoto de 63,7% para 70%. A intervenção inclui também a implantação de um novo coletor-tronco e de um moderno laboratório de análises, que trará mais agilidade no monitoramento dos efluentes.</p>
<p>Para o presidente do Conselho Distrital de Fernando de Noronha, Milton Luna, o investimento da Compesa representa uma vitória histórica dos moradores. “Como é que a gente trata o esgoto de São Paulo, com tantos milhões, mas Noronha, com 3 mil habitantes, não? Eu vou levar essa novidade de volta à ilha com muita felicidade”, afirmou.</p>
<p>Participaram da solenidade, realizada no Palácio do Campo das Princesas, os secretários estaduais Kaio Maniçoba (Turismo e Lazer) e Simone Nunes (Desenvolvimento Urbano e Habitação); o presidente da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), José Anchieta; a chefe do escritório técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Márcia Azin; Ricardo Rodrigo, diretor de mercado da Compesa; e Isabelle de Souto, diretora regional metropolitana da Compesa.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco lança licitação para reforma do Ginásio Pernambucano</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:40:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Hesíodo-Góes_SECOM.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118590" alt="Hesíodo Góes/Secom" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Hesíodo-Góes_SECOM-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Governo do Estado anunciou, nesta quinta-feira (26), mais uma requalificação do seu patrimônio histórico. O Ginásio Pernambucano, tradicional instituição de ensino e cartão-postal do Centro do Recife, vai ganhar uma ampla reforma. Por meio da parceria entre a Secretaria de Educação e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o governo lançou hoje o edital de licitação para contratação da empresa que vai executar os serviços de conservação e restauro do imóvel. As empresas de engenharia e/ou arquitetura que desejarem concorrer têm até às 10h de 05 de agosto para entregar suas propostas. O edital está disponível no site do PE Integrado.</p>
<p>“O time do Governo de Pernambuco está totalmente empenhado em garantir a preservação do patrimônio histórico do Estado. O Ginásio Pernambucano representa a história viva, pulsante, sendo responsável pela formação de gerações que aqui nasceram ou viveram, e chega ao seu 200º aniversário recebendo o cuidado que merece”, afirmou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>A obra de requalificação será executada em três etapas e tem previsão de início para o segundo semestre deste ano, sem prejudicar o calendário letivo dos estudantes. Serão investidos aproximadamente R$ 7 milhões nas intervenções, em uma iniciativa que marcará os 200 anos da unidade de ensino, celebrados em 2025.</p>
<p>“Estamos acompanhando de perto a situação do Ginásio Pernambucano, que é patrimônio do nosso Estado. Fizemos visitas à escola e nos reunimos com a gestão e com os estudantes para enfatizar que a reforma do prédio é prioridade para a gente e sobretudo para a governadora Raquel Lyra. O time do Governo de Pernambuco segue empenhado em entregar um prédio restaurado e seguro, tanto para os estudantes como para os profissionais que ali trabalham”, afirmou o secretário de Educação, Gilson Monteiro.</p>
<p>A primeira etapa das ações, cuja licitação acaba de ser lançada, será voltada à recuperação das esquadrias, revisão de telhado, restauração de fachadas, pisos, forros e cantarias e implantação do novo sistema de prevenção e combate a incêndio. Esta fase das obras tem valor estimado de R$ 3.981.989,69. As próximas etapas abrangem obras de adequação dos espaços da escola para pessoas com deficiência, além da climatização completa de todas as salas de aula.</p>
<p>“A requalificação do Ginásio Pernambucano é mais uma intervenção de grande relevância para a preservação do patrimônio edificado de Pernambuco tocada pela atual gestão. Trata-se de um bem tombado com elevado valor histórico, arquitetônico e simbólico, cuja conservação exige rigor técnico para sua salvaguarda. A atuação da Fundarpe neste processo assegura que as intervenções respeitem as características originais do imóvel, ao mesmo tempo em que o adaptam às exigências contemporâneas de segurança e acessibilidade”, ressaltou a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p>Sobre o Ginásio Pernambucano &#8211; Fundado em 1825, o Ginásio Pernambucano é o mais antigo colégio em atividade no Brasil. Tombado desde 1984, o prédio tem seu valor histórico e arquitetônico reconhecido em todo o país. Sua arquitetura é única e marcante, com influências neoclássicas visíveis na simetria da fachada, nas colunas e nos detalhes ornamentais. Diversos nomes das artes pernambucanas passaram por lá enquanto estudantes, como Clarice Lispector, Manuel Bandeira e Castro Alves.</p>
<p>A reforma do Ginásio Pernambucano integra um conjunto estratégico de ações do Governo do Estado voltadas à revitalização do Centro do Recife, com o objetivo de preservar o patrimônio histórico e fortalecer a identidade cultural da capital, a partir de soluções que atendam às demandas atuais da sociedade. Os edifícios do Diario de Pernambuco e do Liceu de Artes e Ofícios, o Cinema São Luiz, entre outros monumentos, também fazem parte dessa valorização da memória arquitetônica da cidade e vêm recebendo a atenção do Governo com investimentos maciços, que colaboram para transformar esses locais em espaços do saber, de partilha de conhecimentos e de difusão de cultura.</p>
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		<title>Governo de Pernambuco anuncia reconstrução da ponte histórica de Vila Velha, na Ilha de Itamaracá</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 18:37:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco vai reconstruir a ponte de acesso à Vila Velha, na Ilha de Itamaracá, na Região Metropolitana do Recife. A contratação de empresa responsável pela obra foi publicada na edição desta quinta-feira (19), do Diário Oficial do Estado (DOE). A iniciativa conta com um investimento de R$ 1,3 milhão e acontece por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115210" aria-labelledby="figcaption_attachment_115210" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arthur de Souza/Setur</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Arthur-de-Souza-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-115210" alt="Arthur de Souza/Setur" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Arthur-de-Souza-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vila Velha, Ilha de Itamaracá</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco vai reconstruir a ponte de acesso à Vila Velha, na Ilha de Itamaracá, na Região Metropolitana do Recife. A contratação de empresa responsável pela obra foi publicada na edição desta quinta-feira (19), do Diário Oficial do Estado (DOE). A iniciativa conta com um investimento de R$ 1,3 milhão e acontece por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh).</p>
<p>&#8220;Pernambuco tem riquezas únicas que fortalecem nosso turismo e obras de infraestrutura impulsionam ainda mais essa indústria que tanto cresce. A reconstrução da ponte que dá acesso à Vila Velha já começa em janeiro para melhorar a vida da população de Itamaracá e dos turistas que visitam o Litoral Norte de Pernambuco. Esta é uma obra que soma à recuperação da PE-001, com um investimento de R$ 9 milhões, que dá acesso ao Forte Orange e a PE-035, que chega ao Pilar, e tem aporte de R$ 25 milhões, por meio do PE na Estrada”, ressaltou a governadora Raquel Lyra.</p>
<p>Com um investimento total de R$ 1,3 milhão, a obra inclui a reconstrução da ponte sobre o Rio Paripe, na Trilha dos Holandeses, além de melhorias no acesso à região. A previsão é de que a obra inicie no próximo mês de janeiro com prazo de conclusão de um ano.</p>
<p>&#8220;Desde o início, o Governo do Estado esteve empenhado em reestruturar o Litoral Norte. Essa obra em Itamaracá, tão importante para o turismo de Pernambuco, é mais uma das significativas entregas para fortalecer o turismo na região&#8221;, destaca Paulo Nery, secretário de Turismo e Lazer de Pernambuco.</p>
<p>Além de favorecer o turismo local, o novo equipamento beneficiará diretamente os moradores de Vila Velha, garantindo maior segurança e mobilidade para a população. “A reconstrução da ponte de acesso à Vila Velha é um importante equipamento para ilha e para a história do Estado, já que faz parte da Trilha dos Holandeses”, comenta o secretário-executivo de Desenvolvimento Urbano, Francisco Sena.</p>
<p>Tombado pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o povoado de Vila Velha engloba os povoados de Fazendas Nossa Senhora da Conceição, Salinas e São Judas Tadeu; e os Sítios Carmelo, Joque e Paripede. Vila Velha está protegida pelo Estado de Pernambuco por meio da Lei de Tombamento nº 17.181, de 19 de março de 2021 e do Decreto nº 50.528, de 12 de abril de 2021, constituindo Sítio Arqueológico e está inserida na Área de Proteção Ambiental de Santa Cruz, regulamentada através do Decreto nº 32.488, de 17 de outubro de 2008.</p>
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		<title>Castainho vivencia processo de preservação participativo da Cruz das Almas</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 20:19:56 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade quilombola Castainho, no município de Garanhuns, no Agreste pernambucano, deu mais um importante passo, esta semana, para a preservação de seu patrimônio cultural. Moradoras e moradores da localidade receberam, nesta segunda (7) e terça-feira (8), equipes técnicas do Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e do governo federal, via Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para a apresentação de um exame técnico de tombamento da Cruz das Almas, casa de orações e importante marco histórico-cultural da região. Na ocasião foi realizada uma escuta pública com a população local.</p>
<p>A Fundarpe esteve representada pela arqueóloga e historiadora Pollyana Calado e pelo técnico em restauração Roberto Carneiro, da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC). Pelo Iphan compareceram a arqueóloga Mônica Nogueira e a historiadora Thamires Neves. O encontro aconteceu durante assembleia da Associação Quilombola Castainho, tendo à frente seu presidente, José Carlos Lopes da Silva, e seu vice, José Lopes.</p>
<p>Antes da apresentação do exame técnico, o público presente teve acesso a uma retrospectiva sobre os levantamentos das referências históricas e culturais da comunidade e seu processo de tombamento, além de uma atualização de status da área de cemitério conhecida como Cruz das Almas. No local há uma casa de oração que guarda uma cruz instalada em um terreno onde eram sepultados os antigos quilombolas do Castainho, até os anos 1950.</p>
<p>Embora integre a comunidade, seja importante e deva ser protegido, o espaço ficou fora da demarcação territorial inicial do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e é alvo constante de ameaças de invasão e apropriação. A Cruz das Almas, contudo, está incluída no polígono de preservação. Seu tombamento, no ambito estadual, está formalizado no Processo Administrativo Secult-PE nº 010/2020.</p>
<p>A iniciativa de realizar a escuta com a comunidade deriva do fato de que são pessoas quilombolas que detêm o conhecimento sobre o cuidado com o bem material e são elas que devem decidir o destino da Cruz das Almas, a partir da análise técnica desenvolvida em parceria com a Fundarpe. Após as considerações das moradoras e dos moradores será elaborado o parecer conclusivo e só então será formalizado o documento sobre o tombamento a ser encaminhado para o Conselho Estadual de Preservação e Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE).</p>
<p>As diretrizes do exame técnico preveem que as decisões sobre a Cruz das Almas ficam a cargo da comunidade quilombola do Castainho, que também é responsável pela manutenção do bem, tendo a Fundarpe como mediadora.</p>
<p>O processo de conservação estipula ainda a elaboração de um plano de gestão e de um inventário das referências culturais do Castainho; a sinalização, no local, da Cruz das Almas como patrimônio cultural; o reconhecimento e fortalecimento de práticas educativas e socioculturais; o incentivo à criação de um museu de referência; a realocação do acesso ao loteamento Novo Castainho (Cohab); a garantia de menor impacto sobre o bem nas intervenções previstas pela gestão municipal para a Avenida Deolinda Silvestre Valença, que passa à frente da casa de orações; e uma gestão compartilhada com o município.</p>
<p>&#8220;O ponto positivo da execução de todo esse trabalho é que cada vez mais a equipe técnica da Fundarpe, pensando a estrutura do Estado, tem se aproximado das comunidades, sobretudo das tradicionais, como as quilombolas, para que os exames técnicos e estudos sobre os bens culturais estejam alinhados com as comunidades que os detêm&#8221;, analisou Pollyana Calado. &#8220;O objetivo é que o processo de preservação seja alinhado e que no futuro não se distancie da comunidade&#8221;, explicou a técnica da Fundarpe.</p>
<p>Thamires Neves também enfatizou a política do Iphan para os quilombolos, que prevê a participação mais efetiva das comunidades na elaboração das normativas. &#8220;É importante que as comunidades nos digam quais são suas referências e como elas devem ser preservadas&#8221;, disse a historiadora. &#8220;Na nossa avaliação a assembleia foi bastante positiva, pois a Fundarpe conseguiu pactuar as diretrizes com a comunidade.&#8221;</p>
<p>No âmbito local, José Carlos Lopes da Silva se mostrou bastante satisfeito com a participação das moradoras e dos moradores exercendo seu direito de voz. &#8220;Traz mais conhecimento e valoriza esse trabalho&#8221;, considerou. &#8220;Com o tombamento, a Cruz das Almas terá mais segurança do bem estar social do patrimônio&#8221;, avaliou.</p>
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		<title>Reunião marca encerramento do biênio 2022-2024 do CEPPC-PE</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 21:16:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação e Patrimônio Cultural de Pernambuco realizou, nesta quinta-feira (26), seu último encontro com os representantes que foram selecionados para o biênio 2022-2024. A reunião nº 518 do CEPPC-PE contou com a participação de 15 membros, além de integrantes da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Na ocasião foram dados os três últimos encaminhamentos da atual gestão, seguidos de uma avaliação do mandato, por cada um dos conselheiros e de uma confraternização.</p>
<p>O evento aconteceu na Sala Gilberto Freire da Casa dos Conselhos, no bairro da Boa Vista, a Casa de Oliveira Lima, ciceroneado pela secretária da Casa dos Conselhos, Amanda Carneiro. Após a abertura dos trabalhos pela conselheira e presidente em exercício Ana de Fátima Braga Barbosa (Sociedade Civil &#8211; Movimentos Sociais de Urbanismo e Meio-Ambiente), o primeiro encaminhamento lançou a proposta, de autoria do conselheiro George Félix Cabral de Souza (Notório Saber), de criação de um memorial em homenagem ao escritor, clérico católico, político, político e herói da Pátria Joaquim da Silva Rabelo, mais conhecido como Frei Caneca, mártir da Confederação do Equador (1824).</p>
<p>A ideia é que o memorial venha a ocupar o edifício onde funciona atualmente a sede do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, no número 371 da Rua do Imperador Pedro II, no bairro de Santo Antônio, no Centro do Recife. E não é por acaso. No prédio, no século 18, também funcionou a antiga Cadeia Nova, onde o frade foi preso até seu arcabuzamento, em 13 de janeiro de 1825, no Forte das Cinco Pontas, no próximo bairro de São José. Também por esse motivo, o CEPPC-PE adicionou, no mesmo encaminhamento, a proposta de que o 13 de Janeiro seja declarado Dia de Frei Caneca.</p>
<p>Em seu segundo encaminhamento, ainda sob tema relacionado, o Conselho propôs uma moção Bicentenário da Confederação do Equador. E, por fim, os conselheiros do CEPPC-PE pediram a abertura do processo de tombamento de um automóvel Lincoln Continental, fabricados nos Estados Unidos em 1933, com placas SE-1, que se encontra em posse do Governo de Pernambuco. A proposta é assinada pelo conselheiro Maurício Barreto Pedrosa Júnior (Notório Saber, suplente).</p>
<p>Participaram ainda da reunião os conselheiros representantes da sociedade civil: Augusto Ferrer de Castro Melo e Cláudia Pereira Pinto (titular e suplente de Arquitetura, Urbanismo, Geografia e Engenharia); Joana D’arc Ribeiro de Souza Arruda Andrade e Harlan de Albuquerque Gadêlha Filho (titular e suplente de Centros de Documentação e Memória: Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus); Cássio Raniere Ribeiro da Silva (Antropologia, Sociologia e Turismo); Cecília Canuto de Santana e Marcos Paulo Aurélio dos Santos (titular e suplente de Comunidades Tradicionais e Religiosas, Costumes, Saberes e Formas de Expressão); Mônica Siqueira da Silva (Expressões Culturais de Pernambuco registradas como Patrimônio Cultural Imaterial); e Jocimar Gonçalves da Silva (Arqueologia, História e Museologia).</p>
<p>O Notório Saber foi representado no encontro ainda por Reinaldo José Carneiro Leão e Roberto José Marques Pereira. E, da parte do Poder Público, estiveram presentes a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula, e a secretária de Gestão Ana Paula Jardim, respectivamente, suplente e titular da Secult-PE no CEPPC-PE. A secretária executiva da Secult-PE, Yasmin Neves, também marcou presença.</p>
<p>A sucessão para o biênio 2024-2026 ocorre após a nomeação, pela governadora Raquel Lyra, dos novos conselheiros eleitos no pleito deste ano. A estimativa é que ocorra na segunda quinzena de outubro.</p>
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		<title>Fundação recebe propostas de prestação de serviço para pesquisa para processo de tombamento</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 15:03:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113590" aria-labelledby="figcaption_attachment_113590" class="wp-caption img-width-582 alignnone" style="width: 582px"><p class="wp-image-credit alignleft">Val Lima/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/4767245281_ae4d2d1d45_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-113590" alt="Val Lima/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/4767245281_ae4d2d1d45_o-582x486.jpg" width="582" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Conjunto Urbano de Tracunhaém</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por intermédio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), tornou público edital de licitação de prestação de pesquisa e inventário para registro de bens culturais de natureza material. Com valor máximo estimado em R$ 278.560, a concorrência tem por objetivo atender às demandas da instituição no intuito de produzir a instrução técnica do processo de tombamento dos bens culturais Igreja de São Félix em Orocó; Igreja de São Sebastião em Ouricuri; e Conjunto Urbano de Tracunhaém.</p>
<p>As pesquisas para o tombamento incluem levantamento sistemático de informações relativas aos aspectos histórico-sociais e arquitetônicos, valendo-se de diferentes metodologias e estratégias, visando à produção de dossiê composto de textos analíticos sobre os bens culturais. O edital completo e as condições de participação estão disponíveis <a title="Processo SEI nº 0040300069.001123/2024-06 – Pesquisa e inventário para registro de bens culturais materiais" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/processo-sei-no-0040300069-0011232024-06-pesquisa-e-inventario-para-registro-de-bens-culturais-materiais/#" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e no site PE Integrado.</p>
<p>A concorrência eletrônica recebe propostas até as 10h do dia 31 de outubro. Já o início de disputa está marcado para começar, no mesmo dia, às 10h15 (horário de Brasília).</p>
<p>Recomenda-se que as licitantes iniciem a sessão de abertura da licitação com todos os documentos necessários à classificação/habilitação previamente digitalizados.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (81) 3183-3032 (pregoeira, agente de contratação/AC II).</p>
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