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	<title>Portal Cultura PE &#187; Tonfil</title>
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		<title>Poesia, rock e coco dão o tom da 4ª noite do polo Pernambuco Lo-Fi</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jul 2023 19:48:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o show do disco “Moldura”, o cantor Tonfil levou a lírica dos poetas de São José do Egito e dos compositores pernambucanos para o palco Pernambuco Lo-Fi, na noite da última segunda-feira (24). A apresentação manteve a movimentação no Parque Euclides Dourado, onde está instalado o polo, com um público dedicado à cena independente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Com o show do disco “Moldura”, o cantor Tonfil levou a lírica dos poetas de São José do Egito e dos compositores pernambucanos para o palco Pernambuco Lo-Fi, na noite da última segunda-feira (24). A apresentação manteve a movimentação no Parque Euclides Dourado, onde está instalado o polo, com um público dedicado à cena independente e interessado em apresentações mais intimistas, como a do artista.</p>
<p>Para esquentar a noite da plateia, o músico apresentou o seu repertório, cuja proposta estabelece um diálogo com a MPB e com a produção do estado. Para os mais curiosos, o cantor sempre indicava quem havia composto suas canções, traçando um panorama de autores de diferentes gerações. Assim, o publicou balançou ao som de músicas como “Zanga”, de Gean Ramos e Juliano Holanda, “Queimando de Amor”, de Joana Terra e PC Silva, e “Ainda Agora”, de Lula Queiroga, todas interpretadas por Tonfil no disco “Moldura”. Seu primeiro trabalho musical, o disco “Acontecer”, que foi lançado em 2011, também ganhou espaço na apresentação com “Balada da Sibita Baleada”.</p>
<p>Parte da Família Marinho, de São José do Egito, que é conhecida pelos seus trabalhos em poesia, Tonfil também reservou alguns momentos do show para recitar versos, como os de “Cântico Negro”, de José Régio. A receita fez sucesso e a plateia terminou a noite pedindo bis, que foi atendido com “Galope Rasante”, de Zé Ramalho. “O FIG é uma das maiores vitrines pra gente mostrar o nosso trabalho, porque tem esse apelo multicultural onde vários trabalhos conseguem se encontrar. Dentro dessa programação, há várias entradas, o que tem uma importância enorme”, observou o cantor, na ocasião.</p>
<p>Prova dessa pluralidade, horas antes o polo iniciou com o Coco de Toré Pandeiro e logo depois foi tomado de fãs da banda de rock garanhuense Fada Carabina. Diante da vibração do público fiel, o grupo se dividiu entre o repertório autoral, com músicas como “Overdose” e “Péssima influência” e covers de nomes, como Marina Lima, Engenheiros do Hawaí e Johnny Cash. “Esse palco é muito importante para cultura como um todo, porque temos aqui artistas magníficos e é muito bom poder dar visibilidade a eles. É sempre uma honra pra gente tocar aqui, é uma janela incrível”, disse o vocalista Alvim, que se apresenta no festival com a banda pela terceira vez.</p>
<p><strong>TERÇA-FEIRA (25)</strong></p>
<p>Hoje, o polo segue agitando o Parque Euclides Dourado abrindo espaço para expressões culturais diversas. A partir das 18h, o palco receberá os shows da cantora garanhuense Karla Cybele, o metal do grupo Crush e o reggae da N’Zambi.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Funcultura da Música incentivou, nos últimos anos, mais de 40 discos de artistas pernambucanos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 17:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76519" aria-labelledby="figcaption_attachment_76519" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/49517718077_fa0a4b0409_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-76519" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/49517718077_fa0a4b0409_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Formada por vários músicos da nova cena pernambucana, a Orquestra Malassombro teve a gravação de seu disco contemplada no 3º Funcultura da Música</p></div>
<p>Nos últimos três anos, por meio dos editais do Funcultura da Música, foram aprovados, anualmente, uma média de cinquenta projetos culturais. Além dos videoclipes, festivais, ocupação de espaços, de circulação, pesquisa e capacitação, vários destes projetos incentivados pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), envolveram a gravação de discos de artistas pernambucanos que puderam produzir seus trabalhos autorais.</p>
<p>Ao todo, foram mais de 40 discos produzidos, e vários destes álbuns ou canções estão disponíveis para audição em plataformas de streaming como o Spotify. Uma playlist produzida pelo Cultura.PE pode ser uma opção de lazer em casa, neste período de quarentena, em cumprimento ao <a href="https://legis.alepe.pe.gov.br/texto.aspx?id=49469&amp;tipo=" target="_blank"><strong>Decreto nº 48.832</strong></a>, com recomendações do Governo de Pernambuco para enfrentamento do coronavírus (COVID-19).</p>
<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/playlist/0HWlz3ILRzoXDipxsk0NIS" height="380" width="300" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Até 2016, os projetos culturais na área da música ainda eram incentivados pelo Funcultura Geral. Atendendo a uma demanda da sociedade e da classe artística do estado, o Governo de Pernambuco decidiu naquele ano criar um edital específico que contempasse a realidade do mercado da música a nível estadual.</p>
<p>“Foi uma grande conquista para o setor da música de Pernambuco um edital específico do Funcultura, que está no seu quarto ano. Com ele, temos um orçamento maior, quase o dobro do que era disponibilizado no Funcultura Geral. Ganhamos também um novo formato na questão da análise dos projetos, e a defesa oral dos projetos habilitados, auxiliando os pareceristas a definirem as iniciativas a serem selecionadas”, destaca Andreza Portella, coordenadora de Música da Secult-PE.</p>
<p>Segundo Andreza Portella, a categoria de gravação de disco é uma das que tem um dos maiores orçamentos. “É também uma das mais demandadas, com o maior número de inscritos nessa categoria, o que ressalta a importância do CD para os artistas no mercado fonográfico. Lembrando que a categoria de gravação não é só para disco físico, como EP, LP e DVD, mas também em formato digital”, explica a coordenadora de Música da Secult-PE.</p>
<p>No <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/RESULTADO-DO-3-EDITAL-FUNCULTURA-DA-MUSICA-2018_2019-atualizado-em-13.03.20.pdf">3º edital do Funcultura da Música (2018/2019)</a></strong>, 12 artistas foram contemplados e puderam lançar seus trabalhos autorais, músicos pernambucanos como Hugo Lins, Mestre Bi e Ciranda Bela Rosa, e a Orquestra Malassombro, entre outros.</p>
<p>Já na <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/PROJETOS-APROVADOS-DO-2%C2%BA-EDITAL-FUNCULTURA-DA-M%C3%9ASICA-2017-2018-ATUALIZADO-EM-17-06-2019.pdf" target="_blank"><strong>segunda edição do Funcultura da Música (2017/2018)</strong></a>, foram aprovados 15 projetos de gravação de disco, envolvendo nomes como Tonfil, Mestre Zé Negão e Mestre Santino Cirandeiro, além de várias compilações como os álbuns “Samba de Erasto” (com canções de Erasto Vasconcelos), e “O que é que o Araripe tem” (apresentando vários forrozeiros do sertão pernambucano).</p>
<div id="attachment_60859" aria-labelledby="figcaption_attachment_60859" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Branco Produções/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Thiago-Martins_Branco-Producoes.jpg"><img class="size-medium wp-image-60859" alt="Branco Produções/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Thiago-Martins_Branco-Producoes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Thiago Martins foi um dos artistas pernambucanos que produziu seu disco autoral (Martins) com incentivo do Funcultura</p></div>
<p>Lançado em 2016, o <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Projetos-Aprovados-I-Edital-Funcultura-M%C3%BAsica-2016-2017.pdf">primeiro edital do Funcultura da Música (2016/2017)</a></strong> teve 19 gravações de CDs aprovadas, revelando o trabalho autoral de artistas como Thiago Martins, Cosmo Grão e Alexandre Revoredo.</p>
<p>Primeiro artista do Agreste a aprovar um projeto de gravação de disco no Funcultura, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/alexandre-revoredo-lanca-novo-disco-nas-plataformas-digitais/" target="_blank"><strong>Alexandre Revoredo lançou seu disco “Revoredo” na última sexta-feira (27)</strong></a>. De acordo com o músico, o Fundo de Incentivo à Cultura deu a ele a possibilidade de fazer um disco de uma forma mais profissional.</p>
<p>“Pude contratar uma equipe de assessoria de imprensa, design, fotografia, de impressão de discos, e ficou um trabalho muito primoroso, além de poder pagar alguns músicos, estúdios e produtores envolvidos no projeto. Sem o Funcultura, eu teria lançado, em 2016, um EP digital com quatro canções, e não um álbum produzido dessa forma mais elaborada e com as participações que eu queria que estivessem comigo”, disse o artista.</p>
<div id="attachment_76465" aria-labelledby="figcaption_attachment_76465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Breno César/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Alexandre_Rindonometrô.png"><img class="size-medium wp-image-76465" alt="Breno César/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/Alexandre_Rindonometrô-607x341.png" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Na última sexta-feira (27) o músico Alexandre Revoredo também lançou um disco incentivado pelo Funcultura</p></div>
<p><b>4º Funcultura da Música</b> &#8211; <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/comunicado-prorrogacao-das-inscricoes-dos-editais-do-funcultura/" target="_blank"><strong>As inscrições para o Funcultura da Música 2019/2020 foram prorrogadas para o período de 15 a 29 de junho de 2020</strong></a>. Serão investidos R$ 4,16 milhões em projetos de música, o que garante o desenvolvimento da cadeia produtiva da música em suas diversas áreas. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/4o-edital-do-funcultura-da-musica-2019-2020/" target="_blank"><strong>Clique aqui</strong></a> e confira o edital e seus anexos.</p>
<p>Os recursos são distribuídos em nove categorias: Circulação; Festivais; Gravação; Produtos e Conteúdos; Economia da Cultura; Difusão Da Rede de Equipamentos do Estado, Geridos pela Secult/Fundarpe; Manutenção de Escolas de Bandas de Música e Corais; Formação e Capacitação; e Pesquisa.</p>
<p>A Unidade de Atendimento ao Produtor Cultural funcionará, durante o <a href="https://legis.alepe.pe.gov.br/texto.aspx?id=49469&amp;tipo=" target="_blank"><strong>Decreto nº 48.832</strong></a>,  por meio do e-mail <strong>atendimentosic@fundarpe.pe.gov.br</strong>, e pelos números (81) 9.8327.0979 e (81) 3184.3026, de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h, e das 13h às 17h.</p>
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		<title>Festival Nuvem leva shows gratuitos a Serra Negra, em Bezerros</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-nuvem-leva-shows-gratuitos-a-serra-negra-em-bezerros/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Sep 2019 14:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O município de Bezerros recebe em setembro um grande evento voltado à difusão musical no Agreste pernambucano. O Nuvem – Festival de Música de Serra Negra realiza sua primeira edição nos dias 27 e 28 deste mês, trazendo ao Polo Cultural de Serra Negra, a 9km do centro de Bezerros, shows gratuitos de artistas de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71630" aria-labelledby="figcaption_attachment_71630" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Helder Tavares/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Amaro-Freitas-Foto-HELDER-TAVARES.jpg"><img class="size-medium wp-image-71630 " alt="Helder Tavares/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Amaro-Freitas-Foto-HELDER-TAVARES-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Amaro Freitas, que este ano foi uma das atrações do Palco Mestre Dominguinhos no FIG, é uma das atrações do Festival Nuvem</p></div>
<p>O município de Bezerros recebe em setembro um grande evento voltado à difusão musical no Agreste pernambucano. O Nuvem – Festival de Música de Serra Negra realiza sua primeira edição nos dias 27 e 28 deste mês, trazendo ao Polo Cultural de Serra Negra, a 9km do centro de Bezerros, shows gratuitos de artistas de várias partes do estado, reunindo sonoridades que vão do tradicional ao contemporâneo.</p>
<p>A programação musical tem início na sexta-feira (27/09), às 19h30, com o trio feminino recifense de Hip Hop Arrete; o duo de música regional eletrônica Radiola Serra Alta, de Triunfo, acompanhado nos vocais por Jéssica Caitano; a cantora Isaar, do Recife; e a discotecagem dançante da DJ LêMer, espanhola residente em Pernambuco há 10 anos, abrindo e fechando as atrações do dia.</p>
<div id="attachment_71633" aria-labelledby="figcaption_attachment_71633" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ramylle Barbosa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Radiola-Serra-Alta-Foto-Ramylle-Barbosa-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-71633" alt=" Ramylle Barbosa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Radiola-Serra-Alta-Foto-Ramylle-Barbosa-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O Radiola Serra Alta, de Triunfo, também é uma das atrações do Festival</p></div>
<p>No sábado (28/09), os shows começam às 19h com o recifense Amaro Freitas, pianista que mistura jazz e afrobrasilidades; o cantor experimental Lucas Torres, de Goiana, que recebe o bezerrense Ciel Santos; o forró quase centenário da Banda de Pífanos Zé do Estado, de Caruaru; e o trio regional Em Canto e Poesia, com participação especial do cantor Tonfil, ambos naturais de São José do Egito. A abertura e fechamento fica por conta dos DJs Clássico dos Clássicos, de Carpina.</p>
<p>Ao todo, serão nove atrações abraçando a pluralidade de ritmos de Pernambuco, resultando em mais de 10 horas de música ao vivo. A proposta vem para movimentar Bezerros e o distrito de Serra Negra com novas iniciativas culturais. Segundo Marlom Meirelles, idealizador do festival, a experiência de realizar duas edições do Curta Na Serra &#8211; Mostra de Cinema ao Ar Livre em 2017 e 2019 foi o convite para o surgimento do Nuvem.</p>
<div id="attachment_71632" aria-labelledby="figcaption_attachment_71632" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Humberto Reis/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Isaar-Foto-Humberto-Reis-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-71632" alt="Humberto Reis/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Isaar-Foto-Humberto-Reis-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Outra atração da programação é a cantora Isaar</p></div>
<p>“Encontramos pessoas de todo o estado maravilhadas com a energia de Serra Negra, dizendo que aqui se sentiam mais perto das nuvens. Foi aí que surgiu a vontade de ir além. Acreditamos que esse lugar mágico precisa de respiros culturais constantes e que a arte é o nosso combustível”, explica.</p>
<p><strong>OFICINA -</strong> Além dos shows, o Nuvem promove ainda a oficina “Música Livre”, voltada para artistas do Agreste. Ministrada pelo musicista Amaro Freitas, a atividade tem como objetivo promover fortalecimento da música autoral do interior. A atividade ocorre na quinta-feira (26/09), no auditório do Centro de Artesanato de Pernambuco &#8211; Bezerros, das 9h às 17h, com direito a certificado aos participantes. Para participar, basta se inscrever gratuitamente no http://bit.ly/oficinamusicalivre.</p>
<p><strong>O Nuvem –</strong> Festival de Música de Serra Negra é uma realização da Eixo Audiovisual, em co-produção com Espiral Filmes e Anilina Produções e Soluções Criativas. O festival tem apoio da Prefeitura de Bezerros e do Centro de Artesanato de Pernambuco, com incentivo do Funcultura, através da Fundarpe, Secretaria Estadual de Cultura e Governo de Pernambuco. A identidade visual do Nuvem é assinada pelo artista alagoano Herbert Loureiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
I NUVEM – Festival de Música de Serra Negra<br />
26, 27 e 28 de setembro (Quinta, sexta e sábado)<br />
Gratuito</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO:</strong></p>
<p><strong>Quinta-feira (26/09)</strong><br />
Formação<br />
Oficina “Música Livre” com Amaro Freitas<br />
Local: Auditório do Centro de Artesanato de Pernambuco &#8211; Bezerros<br />
(Av. Maj. Aprígio da Fonseca, nº 1100, São Sebastião &#8211; Bezerros/PE)<br />
Horário: 09h às 17h<br />
Gratuito mediante inscrições antecipadas no link http://bit.ly/oficinamusicalivre</p>
<p><strong>Sexta-feira (27/09)</strong><br />
Shows<br />
Local: Polo Cultural de Serra Negra<br />
DJ LêMer (19h30 – 20h)<br />
Arrete (20h – 21h)<br />
Radiola Serra Alta (21h20 – 22h20)<br />
Isaar (22h40 – 23h40)<br />
DJ LêMer (23h40 – 00h40)<br />
<strong> </strong><br />
<strong>Sábado (28/09)</strong><br />
Shows<br />
Local: Polo Cultural de Serra Negra<br />
DJs Clássico dos Clássicos (19h – 19h30)<br />
Amaro Freitas (19h30 – 20h30)<br />
Lucas Torres + Ciel Santos (20h50 – 21h50)<br />
Banda de Pífanos Zé do Estado (22h10 – 23h10)<br />
Em Canto e Poesia + Tonfil (23h30 – 00h30)<br />
DJs Clássico dos Clássicos (00h30 – 01h)</p>
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		<item>
		<title>Ciel Santos e Tonfil aprensentam-se no Aldeia Tear, em Garanhuns</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ciel-santos-e-tonfil-aprensentam-se-no-aldeia-tear-em-garanhuns/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 16:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O espaço cultural Aldeia Tear, localizado em Garanhuns, sedia neste sábado (15), às 22h, a 8ª edição do Studio Tear. O projeto idealizado pela produtora cultural Stephany Metódio, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, contará com a apresentação de dois artistas que estão despontando na cena musical [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71519" aria-labelledby="figcaption_attachment_71519" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/ciel-tonfil-studio-tear-garanhuns.png"><img class="size-medium wp-image-71519" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/ciel-tonfil-studio-tear-garanhuns-607x368.png" width="607" height="368" /></a><p class="wp-caption-text">Ciel e Tonfil tocam juntos pela primeira vez em Garanhuns</p></div>
<p>O espaço cultural Aldeia Tear, localizado em Garanhuns, sedia neste sábado (15), às 22h, a 8ª edição do Studio Tear. O projeto idealizado pela produtora cultural Stephany Metódio, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, contará com a apresentação de dois artistas que estão despontando na cena musical pernambucana atualmente: <strong>Ciel Santos </strong>e <strong>Tonfil</strong>.</p>
<p>Juntos pela primeira vez em um mesmo palco, os multiartistas Ciel Santos e Tonfil, apresentarão ao público as suas raízes materializadas em versos e canções. É o encontro do Agreste e do Sertão, do imaginário dos folguedos populares e da poesia popular pajeuzeira, de vozes fortes e únicas.</p>
<p><strong>Ciel</strong> é natural de Sapucarana, área rural de Bezerros/PE, e dono de um timbre raro: contratenor. Lançou em maio deste ano, o seu primeiro álbum intitulado Enraizado, obra que celebra e festeja as manifestações do seu povo e de suas memórias, desde a vida no interior, sua fé, os prazeres e intercâmbios artísticos.</p>
<p><strong>Tonfil</strong> é natural de São José do Egito/PE. Neto de Louro do Pajeú, um dos maiores repentistas brasileiros, envolveu-se desde cedo com o universo da poesia e da música. Em 2011, lançou seu primeiro álbum de forma independente “Acontecer”. Participou de várias coletâneas musicais e já lançou um livro de poesia, o Cosmigalha. Atualmente está gravando seu segundo disco, que tem a direção musical de Juliano Holanda e incentivo do Funcultura.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Quando: 14 de setembro (sábado), às 22h<br />
Onde: Aldeia Tear (R. Antônio Penante, 480 &#8211; Santo Antônio &#8211; Garanhuns &#8211; PE)<br />
Ingressos: R$ 12,50, pelo <a href="https://www.sympla.com.br/studio-tear---ed8__633207" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a></p>
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		<title>TV Universitária estreia uma série de programas sobre o Palco Som na Rural do FIG</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2019 14:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Para aquecer o clima de quem aguarda a chegada do 29ª Festival de Inverno de Garanhuns &#8211; previsto para acontecer na segunda quinzena de julho -, a TV Universitária (TVU) estrou, na última terça-feira (4), a série &#8220;FIG &#8211; Palco Som na Rural&#8221;. Ao todo, 12 programas com shows e conversas com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69156" aria-labelledby="figcaption_attachment_69156" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43682736232_1b7373825c_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-69156 " alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43682736232_1b7373825c_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Participam da série de programas artistas como Isaar, que se apresentaram no FIG 2018</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Para aquecer o clima de quem aguarda a chegada do 29ª Festival de Inverno de Garanhuns &#8211; previsto para acontecer na segunda quinzena de julho -, a TV Universitária (TVU) estrou, na última terça-feira (4), a série &#8220;FIG &#8211; Palco Som na Rural&#8221;. Ao todo, 12 programas com shows e conversas com os diversos artistas que se apresentaram no Palco Som na Rural do FIG 2018 serão exibidos até a semana que antecede o Festival.</p>
<p>Os programas vão ao ar às terças e quintas de junho e julho, sempre às 19h, na TVU Recife, canal digital 11.1, e também pelo link <strong><a href="http://www.ufpe.br/ntvru/aovivo" target="_blank">www.ufpe.br/ntvru/aovivo</a>.</strong> A série é uma produção em parceria entre as equipes da TVU e Som na Rural, que pelo segundo consecutivo ano atuaram juntas na cobertura do festival.</p>
<div id="attachment_69155" aria-labelledby="figcaption_attachment_69155" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/ Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43631785801_3a1861f94e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-69155 " alt="Jan Ribeiro/ Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/43631785801_3a1861f94e_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Além de Isaar, ps programas apresentam shows de bandas como Tour Hip Hop Mulher, Tiné, Ceum, Lady Laay, Banda Viruz, Juliano Holanda, Tonfil, Flaira Ferro, Vertin Moura, Helton Moura, Paulo Neto, Madimboo, Alef e o Prato de Flores, Bande Desinée, Vinícius Barros, Daniel Bento e Gilú Amaral.</p></div>
<p style="text-align: left;">&#8220;FIG – Palco Som na Rural&#8221; apresenta shows de bandas como Tour Hip Hop Mulher, Tiné, Ceum, Lady Laay, Banda Viruz, Juliano Holanda, Tonfil, Flaira Ferro, Vertin Moura, Helton Moura, Paulo Neto, Madimboo, Alef e o Prato de Flores, Bande Desinée, Vinícius Barros, Daniel Bento, Gilú Amaral e Isaar.</p>
<p>De acordo com Leonardo Klück, diretor de Produção da TVU Recife, o primeiro ano da parceria entre a TV Universitária e o Som na Rural foi no FIG 2017.  &#8220;Eu já estava com essa ideia de cobertura para o Festival por causa na nossa aproximação com o produtor cultural Roger de Renor. Quando ficamos sabendo da história do palco, propomos essa captação dos shows. Em 2018, a TVU foi com a equipe maior já com a intenção de produzir essa série, e contamos também com o apoio do próprio Som na Rural“, explica Leonardo Klück.</p>
<div id="attachment_69157" aria-labelledby="figcaption_attachment_69157" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/42707241155_15bdd15986_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-69157 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/42707241155_15bdd15986_k-607x426.jpg" width="607" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Na opinião de Roger, o segredo do sucesso do polo é a aproximação com o calor do público</p></div>
<p style="text-align: left;">Além de Leonardo Klück, que também dirigiu os programas, Nilton Pereira e Roger de Renor participaram da produção. Quem fez a operação de câmera foi Caio Cagliani, Leonardo Klück e Nilton Pereira. A captação e masterização de aúdio é assinada por Marco da Lata. Outros profissionais também integraram a equipe.</p>
<p>A relação entre Roger de Renor e a TVU é antiga e vinha sendo trabalhada desde a época que Roger teve um programa na TVU, o Sopa Diária, em 2003. &#8220;O Sopa Diária era um projeto da TV Viva desenvolvido entre a minha produtora e a TVU. Desde então a gente vem fazendo essas parcerias, como nas coberturas do Carnaval e algumas coisas ligadas à TV Brasil“, revela Roger de Renor.</p>
<p>Roger de Renor destaca também a parceria com a Secretaria de Cultura e Fundarpe para a realização do Palco Som na Rural durante o FIG, com o apoio de estrutura e equipe técnica para o o palco. &#8220;Um atração à parte é o Napoleão Assunção, diretor e locutor do palco que comanda uma turma de alto nível profissional. É uma coisa coletiva mesmo“.</p>
<div id="attachment_42421" aria-labelledby="figcaption_attachment_42421" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/som-na-rural_fig_juarezventura.jpg"><img class="size-medium wp-image-42421" alt="Juarez Ventura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/som-na-rural_fig_juarezventura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em 2019, o Palco Som na Rural comemora quatro anos de existência no Festival de Inverno de Garanhuns</p></div>
<p>Em 2019, o Palco Som na Rural comemora quatro anos de existência no Festival de Inverno de Garanhuns. Na opinião de Roger, o segredo do sucesso do polo é a aproximação com o calor do público. &#8220;A gente vive num tempo que as pessoas estão procurando uma interação com o artista, uma coisa mais humana e horizontal. E o Som na Rural oferece isso, numa condição técnica de palco e luz muito bons e com uma equipe de palco de primeira, no mesmo nível do Palco Dominguinhos, mas sem aquela distância“, avalia Roger.</p>
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		<title>Passa Disco celebra 15 anos e lança coletânea da nova cena pernambucana</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 18:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um verdadeiro oásis para os colecionadores de álbuns físicos do Estado, a loja Passa Disco é o lugar certo para quem busca CDs e LPs nacionais, principalmente pernambucanos. Para comemorar seus 15 de existência (e resistência ao mercado digital), o espaço contará com uma festa nesta quarta-feira (28), a partir das 20h, quando lançará o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64838" aria-labelledby="figcaption_attachment_64838" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/42989469064_324a1b6e33_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-64838" alt="Felipe Souto Maior" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/42989469064_324a1b6e33_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Isadora Melo, Almério e Martins estão entre os artistas que integram a coletânea &#8220;ARRISQUE!&#8221;.</p></div>
<p>Um verdadeiro oásis para os colecionadores de álbuns físicos do Estado, a loja Passa Disco é o lugar certo para quem busca CDs e LPs nacionais, principalmente pernambucanos. Para comemorar seus 15 de existência (e resistência ao mercado digital), o espaço contará com uma festa <strong>nesta quarta-feira (28), a partir das 20h, quando lançará o disco “ARRISQUE!”</strong>. O material é a oitava coletânea preparada pela própria Passa Disco e apresenta 18 artistas pernambucanos que surgiram na nova cena local desde a criação da loja, em 2003. Estão entre as faixas “O filósofo no trapézio”, interpretada por Aninha Martins, “Coisa Mais Bonita”, de Flaira Ferro, e “Máquinas”, da banda instrumental Kalouv.</p>
<p><strong>A festa de comemoração contará com pocket shows de nomes como André Macambira, Martins, Romero Ferro, Sofia Freire e Tonfil, entre outros cantores que também integram coletânea, além das participações especiais de Juliano Holanda e Lucas dos Prazeres</strong>. A entrada para o evento é gratuita, mas quem desejar adquirir uma cópia da “ARRISQUE!”, poderá comprar por R$ 19,90. Na ocasião, João Datz, mais conhecido entre os pernambucanos como “Irmão Evento”, também ganhará um lugar na Academia Passa Disco da Música Nordestina, tendo como patrono o maestro Nelson Ferreira. A personalidade passara a compor a Academia, criada em 2008, ao lado de ilustres como Lenine, Elba Ramalho, Silvério Pessoa, Maciel Melo e Lula Queiroga.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/46479392_2099630786760385_7910616442473545728_n.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-64834" alt="46479392_2099630786760385_7910616442473545728_n" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/46479392_2099630786760385_7910616442473545728_n-343x486.png" width="343" height="486" /></a></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO:<br />
</span></b>15 anos da loja Passa Disco e lançamento da coletânea “ARRISQUE!”<br />
Quando: Nesta quarta-feira, às 20h<br />
Onde: Loja Passa Disco (Rua da Hora, 345 – Espinheiro/ Recife)<br />
Entrada Gratuita<br />
Preço do disco “ARRISQUE!”: R$ 19,90</p>
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		<item>
		<title>A poesia de Tonfil toma conta do Ouvindo e Fazendo Música</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/a-poesia-de-tonfil-toma-conta-do-ouvindo-e-fazendo-musica/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Aug 2018 20:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[São José do Egito]]></category>
		<category><![CDATA[Tonfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Vivendo entre Recife e Olinda há doze anos, o músico e artista plástico Tonfil tem oferecido doses homeopáticas do Sertão do Pajeú no cenário artístico do litoral pernambucano. Natural de São José do Egito e neto do mítico Louro do Pajeú, considerado um dos mestres do improviso rimado na poesia popular sertaneja, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62485" aria-labelledby="figcaption_attachment_62485" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mariana Pinheiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/tonfil-foto-por-Mariana-Pinheiro-1-1-1-1_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62485" alt="Mariana Pinheiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/tonfil-foto-por-Mariana-Pinheiro-1-1-1-1_Easy-Resize.com_-607x389.jpg" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Tonfil irá cantar músicas do seu primeiro disco, além de interpretar canções de outros autores pernambucanos.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Vivendo entre Recife e Olinda há doze anos, o músico e artista plástico Tonfil tem oferecido doses homeopáticas do Sertão do Pajeú no cenário artístico do litoral pernambucano. Natural de São José do Egito e neto do mítico Louro do Pajeú, considerado um dos mestres do improviso rimado na poesia popular sertaneja, o cantor traz não só na composição, mas também na oralidade, a poesia intrínseca de quem cresceu na região, se apropriando e transformando até mesmo a mais urbana das canções.</p>
<p>Atualmente, o artista equilibra as referências na preparação do seu segundo álbum, que terá direção musical de Juliano Holanda, com quem já trabalhou no projeto “Reverbo”, que reúne nomes da nova geração do cancioneiro pernambucano.  O novo disco homônimo promete estreitar ainda mais o caminho entre a caatinga e o mar, trazendo Tonfil, desta vez, como intérprete de diversos compositores. O trabalho sucede a estreia com “Acontecer”, lançado em 2015, que marcou sua parceria com Vinícius Sarmento e Greg Marinho.</p>
<p>Apesar de ter sido lançado com uma tiragem reduzida, o primeiro trabalho passa a ser mais conhecido do público agora, quando Tonfil leva parte do repertório para apresentações como a deste sábado (17), às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), dentro da programação do projeto Ouvindo e Fazendo Música.  Na ocasião, será acompanhado pelo percussionista Felipe Weimberg e do violonista Ednardo Dali, além de contar com a participação do ex-Mestre Ambrósio, Sérgio Cassiano.</p>
<p>No repertório da tarde, ainda estão previstas músicas como “Vem a noite”, de Juliano Holanda, “Sibita Baleada”, de Anaíra Mahim, e “Outra Oração”, de Isabela Moraes, que adiantam o tom do seu próximo disco. Os ingressos custarão R$ 6 (inteira) E R$ 3 (meia).</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">ENTREVISTA COM TONFIL</span></b></p>
<p><b>O que te motivou a sair de São José do Egito e vir para cá?</b></p>
<p>A vontade de embasar melhor os estudos. Mas, no íntimo o que motivou mesmo foi a vontade de estar em Recife e Olinda, cidades mágicas e atraentes pra mim. Apesar de não ter sido fácil me adaptar a realidade de estudante na Capital, nas realidades boêmias e criativas eu me adaptava muito bem.</p>
<p><b>Como parte de uma família de cantadores, a música veio primeiro que as artes plásticas? Acredita que essas duas linguagens se complementam no seu trabalho? Se sim, de que forma? </b></p>
<p>Sim. Essa linguagem realmente é mais comum na minha casa até hoje. A música e a poesia sempre nos envolveram desde antes do berço, já as artes visuais e plásticas não. Pouquíssimas pessoas na minha família desenham, no entanto, sempre foram admiradores do belo, impressionados com o horrível, e captadores da graça das coisas. Meu pai brinca com palavras constantemente, meu avô era trocadilhista, minha mãe com muitos textos com imagens fortes, sequencias figurativas que nos faziam pintar pensando. Então, claro que se complementam. Sempre digo que cantar é esculpir com a voz e desenhar é cantar com a imagem.</p>
<p><b>São José do Egito e o Sertão do Pajeú são conhecidos por terem uma poética bem particular. De que forma isso se evidencia na sua música? </b></p>
<p>Apesar de São José ser conhecido como Berço Imortal da Poesia Popular, baseada em tradições parnasianas de formatos e ritmos de poemas, hoje a produção poética é bem mais livre. Mas a declamação em algumas das minhas apresentações é uma das evidências.</p>
<p><b>Costuma explorar a obra de compositores de lá?</b></p>
<p>Sim. Muito. São José tem compositores maravilhosos, como Bia Marinho, Anaíra Mahin, Lamartine Passos, Greg e Antônio Marinho e poetas que têm muitas vezes seus poemas musicados, como Rogaciano Leite, poeta indescritível que incluo no hall do meu repertório.</p>
<p><b>A mudança para a Região Metropolitana tem influenciado na sua produção? </b></p>
<p>Na verdade, o litoral me fazia compor quando eu vinha pra casa dos meus tios que moravam aqui, quando eu era uma criança no sertão. Com uns dez ou onze anos, gostava muito da praia, do candomblé, então, compunha umas canções meio Clara Nunes e tal (risos). Recentemente, eu tenho me proposto mais a ser intérprete do que compositor. Estou nessa fase. Gosto das músicas de alguns amigos compositores e prefiro canta-las. Mas componho sim. Tem uma canção chamada “Vida em Marte, Severina!”, com arranjo de Miguel Marinho, que tem uma pegada bem Recife, coco-mangue, e a coloco em algumas apresentações.</p>
<p><b>O que podemos esperar estética e poeticamente desse novo disco?</b></p>
<p>Ele ainda está bem embrionário, mas já esboça alguma personalidade pra mim. Sinto que ele vem com uma mistura das minhas apreciações. Acho que esse trabalho está vindo com um lado meio orgânico e alvissareiro, mas com uma pitadinha visceral.<b></b></p>
<p><b>Será autoral, há parcerias e participações planejadas? Já saberia dizer alguma data e título previstos para o lançamento?</b></p>
<p>Será autoral sim. Músicas de compositores que admiro muito e que saio minerando pra o meu repertório de apresentação. A direção musical é de um amigo querido, Juliano Holanda, do qual canto uma das canções do disco. Não sei se terá alguma canção minha , pois, como disse, estou numa fase de interpretar. Haverá participações, mas ainda não há previsão de lançamento. O título será “Tonfil”.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<i>Tonfil no Ouvindo e Fazendo Música</i><br />
Quando: Neste sábado, às 17h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960)<br />
Ingressos: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia).</p>
<p><b> </b></p>
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		<item>
		<title>Diversidade e liberdade criativa norteiam a programação de Artes Visuais do FIG 2018</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/diversidade-e-liberdade-criativa-norteiam-a-programacao-de-artes-visuais-do-fig-2018/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 17:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61967" aria-labelledby="figcaption_attachment_61967" class="wp-caption img-width-564 aligncenter" style="width: 564px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/76ef1e8414d8343040706bd7f478bd55.jpg"><img class="size-full wp-image-61967 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/76ef1e8414d8343040706bd7f478bd55.jpg" width="564" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">Performance &#8216;Bombril&#8217;, da artista mineira Priscila Rezende, é uma das atrações do FIG e traz uma reflexão sobre a piada depreciativa feita com os cabelos negros</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong> </strong></em></p>
<p>Seja através dos materiais escolhidos ou até dentro do processo da liberdade criativa, a programação de Artes Visuais do 28º Festival de Inverno de Garanhuns dialoga diretamente com a diversidade de ideias. Este ano, a <strong>Galeria Galpão</strong> irá reunir, de 21 a 28 de julho, cinco atrações que trazem importantes debates sobre a arte contemporânea, através de performances, instalações ou exposições.</p>
<p>De acordo com Márcio Almeida, coordenador de Artes Visuais do Festival,<em> “nos cinco selecionados para a grade artística a gente consegue perceber uma diversidade em relação ao suporte. Seja através do desenho, instalação sonora, peças de cerâmica ou performance, teremos várias possibilidades. Mais uma vez a Galeria Galpão traz reflexões muito pertinentes e atuais para o circuito da arte contemporânea”.</em></p>
<div id="attachment_61971" aria-labelledby="figcaption_attachment_61971" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Vaginas-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-61971    " alt="Olga Wanderley/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Vaginas-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo Ana Flávia Mendonça, para o FIG estão separadas 45 peças de vaginas diferentes</p></div>
<p>Segundo ele, um debate interessante que pode surgir é a partir do suporte escolhido pelos artistas Ana Flávia Mendonça (<strong>Vaginas-Flores</strong>) e Tonfil (<strong>Memorial de mãos sem memória</strong>).<em> “A argila, o barro em si, sofre uma discriminação na arte contemporânea e é bom trazer o debate sobre esse material porque traz uma reflexão sobre a artesania. Este é um preconceito que existe dentro das Artes Visuais, mas que não é discutido, e a ideia é também trazer isso à tona”,</em> reforça Márcio Almeida.</p>
<p>Estudante de Artes Visuais da UFPE, Ana Flávia Mendonça participa da programação do FIG com a sua mostra individual &#8211; que já esteve em exposição durante a 9ª edição do UNICO – Salão Universitário de Arte Contemporânea do SESC. <em>“Em Pernambuco a gente tem esse festival, o UNICO, que é voltado pra produção universitária. No final do ano passado fui uma das premiadas pelo SESC, que levou minha exposição para passar um tempo na unidade de Casa Amarela, no Recife, e depois em Petrolina”,</em> detalha a jovem artista.</p>
<p><em>“Quando expus na mostra do SESC, eu tinha 21 peças. Para o Festival de Inverno, irei levar 45 unidades. Espero ter um dia 100, 200, 500 vaginas. Quem sabe até fechar uma galeria com essa exposição”, </em>sonha alto Ana Flávia, que conta que o projeto nasceu a partir de mulheres admiráveis que tinha por perto.<em> “Seja uma avó ou uma professora, por exemplo, partiu da admiração por mulheres próximas. À medida em que a ideia foi crescendo, começaram a participar pessoas desconhecidas, e foi incrível essa troca. Também teve gente que viu a primeira versão da mostra e quis participar. Com o tempo perdi o controle disso, e passaram a me procurar bastante”,</em> revela.</p>
<div id="attachment_61970" aria-labelledby="figcaption_attachment_61970" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Relatos-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-61970 " alt="Olga Wanderley/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Relatos-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição conta também com os espelhos utilizados pelas participantes para se olharem, junto aos relatos emocionantes de cada uma</p></div>
<p>Para ela, a proposta da mostra é quebrar o tabu sobre o corpo feminino. <em>“Que a gente possa discutir e falar sobre o assunto, trazer a tona a discussão sobre vaginas. E o retorno do processo de criação das peças foi algo muito interessante porque se revelaram coisas incríveis. A mostra tem um poder grande nas entrelinhas, através dos relatos, da voz feminina que ecoa, seja através dos preconceitos e abusos sofridos, ou através da cura. E o projeto tem também a intenção de engradecer a força da diversidade, exaltar a beleza da diferença. Quando a gente vê uma parede com várias vaginas, diversos detalhes, a força do conjunto passa uma mensagem que cada uma, com sua singularidade, faz parte de um universo muito bonito”,</em> descreve Ana Flávia Mendonça.</p>
<p>Além das 45 peças, que retratam a vagina feminina numa comparação à espécies de flores, a exposição apresenta também os relatos das mulheres participantes. <em>“Quando elas eram convidadas recebiam junto à carta de convite um espelhinho, que era para se olharem e se conhecerem ou reconhecerem. Foi um processo bem mágico. Os relatos de cada mulher estarão pendurados juntos aos espelhos de cada uma. Já as peças são feitas de cerâmica, e para elas utilizei barros e pastas de cores diferentes, na tentativa de encontrar as várias tonalidades do corpo humano &#8211; uns mais claros, intermediários e mais escuros”,</em> pontua a artista.</p>
<p>Outra discussão que merece destaque vem com a performance <strong>Bombril</strong>, da mineira Priscila Rezende. A inserção e presença do indivíduo negro na sociedade brasileira atuam como principais norteadores e questionamentos levantados no trabalho de Priscila, e nesta performance não é diferente. Durante a apresentação e por um período de aproximadamente uma hora, a artista esfrega algumas panelas com seus próprios cabelos.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tsfErSKpunc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>No ano passado, Priscila Rezende esteve na mostra coletiva <strong>Negros Indícios</strong>, na Caixa Cultural SP, com curadoria de Roberto Conduru. <em>&#8220;Em janeiro e fevereiro deste ano participei de uma residência artística em Londres que fez parte de uma parceria entre o Sesc de São Paulo e uma universidade de artes da capital inglesa. Fui sozinha e passei quase um mês pesquisando o processo escravagista realizado pela Inglaterra, que enriqueceu bastante com a produção de açúcar em diversas regiões. Fui, por exemplo, em Liverpool conhecer de perto o Museu da Escravidão Internacional. Agora eu estou em Nova York finalizando um intercâmbio na Art Omi, centro de artes local, onde participei de uma pesquisa junto a outros 30 artistas do mundo inteiro&#8221;,</em> cita ela.</p>
<p>A artista, nascida em 1985, conta também que nunca esteve em Pernambuco.<em> &#8221;É a primeira vez e fico feliz pela oportunidade de levar meu trabalho a esse Festival. É muito bom poder circular pelos vários lugares possíveis, porque uma coisa é o espectador ver através de vídeos e fotos a performance, outra é ele ver acontecer. É outra percepção”,</em> fala com empolgação a artista.</p>
<div id="attachment_61972" aria-labelledby="figcaption_attachment_61972" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Bombril2_PriscilaRezende.jpg"><img class="size-medium wp-image-61972" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Bombril2_PriscilaRezende-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Por um período de aproximadamente uma hora, a artista esfrega algumas panelas com seus próprios cabelos para criar a imagem da piada feita em relação ao cabelo negro</p></div>
<p><em>“Vejo meu trabalho como uma possibilidade de mudança, de fazer as pessoas perceberem como somos de verdade. Perceber que quem tem privilégios é realmente livre. Os que estão à margem não gozam dessa liberdade, e ai nem falo apenas dos negros, incluo também homossexuais, trans, pessoas que não são totalmente libertas quando frequentam lugares”,</em> opina.</p>
<p>Sobre a performance <strong>Bombril</strong>, que será realizada às 19h do dia 28 de julho, na Praça da Palavra, Priscila reflete que busca também provocar uma reflexão sobre esse lugar da piada estética que as pessoas fazem de forma depreciativa com o cabelo negro. <em>“Eu quero tornar visível essa imagem que a piada remete, que as pessoas vejam, entendam o que é isso, e logo em seguida não quero ficar ali. Vou sair daquele lugar”,</em> afirma.</p>
<div id="attachment_61969" aria-labelledby="figcaption_attachment_61969" class="wp-caption img-width-568 aligncenter" style="width: 568px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Memorial-de-Mãos-Sem-Memórias.jpg"><img class="size-full wp-image-61969 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Memorial-de-Mãos-Sem-Memórias.jpg" width="568" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">Memorial de mãos sem memória, de Tonfil, que apresenta 100 mãos de cerâmica em estilo hiper-realista</p></div>
<p>Além da exposição e da performance, outras três atrações integram a programação do FIG. Uma delas é <strong>Agosto &amp; Archeos</strong>, de Thelmo Cristovam, uma instalação sonora que terá duas obras desenvolvidas a partir de princípios e modelos matemáticos (Agosto) e biológicos (Archeos) e em aspectos de bioacústica &#8211; ou seja, a transmissão de informação através da produção de som.</p>
<div id="attachment_61968" aria-labelledby="figcaption_attachment_61968" class="wp-caption img-width-320 aligncenter" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Meditação.jpg"><img class="size-full wp-image-61968 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Meditação.jpg" width="315" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Meditação&#8217;, de França Bonzion, é segunda exposição do artista e é uma série de desenhos em caneta esferográfica e Kraft</p></div>
<p>Duas exposições completam a programação na Galeria Galpão. Uma delas é a já citada <strong>Memorial de mãos sem memória</strong>, de Tonfil, que apresenta 100 mãos de cerâmica em estilo hiper-realista; e <strong>Meditação</strong>, de França Bonzion, segunda exposição do artista que é uma série de desenhos em caneta esferográfica e Kraft. A obra escoa temas relevantes da contemporaneidade como violência, repressão sexual e a pressão das instituições.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO DE ARTES VISUAIS DO 28º FIG</strong></p>
<p><em>Galeria Galpão</em><br />
De 21 a 28 de julho | 16h às 22h<br />
Endereço: Av. Dantas Barreto, 120<br />
EXPOSIÇÕES:<br />
De 21 a 28 de julho | 16h às 22h</p>
<p><strong>Agosto &amp; Archeos</strong><br />
Thelmo Cristovam<br />
Instalação sonora imersiva composta por duas obras desenvolvidas e construídas com base em princípios e modelos matemáticos (Agosto) &amp; matemáticos biológicos (Archeos) e em aspectos de bioacústica.</p>
<p><strong>Memorial de mãos sem memória</strong><br />
Tonfil<br />
100 mãos de cerâmica em estilo hiper-realista estarão dispostas no chão, como se brotassem, trazendo suas memórias da terra onde trabalharam e onde foram enterradas aludindo àqueles que não tiveram direito a imprimir suas próprias memórias pessoais na construção da vida em sociedade no nordeste do Brasil.</p>
<p><strong>Meditação</strong><br />
França Bonzion<br />
Segunda exposição do artista, uma série de desenhos em caneta esferográfica e Kraft são o canal por onde escoam espontaneamente sentimentos, tensões e sonhos sobre temas relevantes de nossa contemporaneidade como: violência, repressão sexual e a pressão das instituições.</p>
<p><strong>Vaginas-Flores</strong><br />
Ana Flávia Mendonça<br />
Partindo da semelhança estética entre a estrutura de uma vagina humana e a de uma orquídea da espécie Cattleya, a artista a partir de relatos de 45 mulheres desenvolveu o projeto que além de ressaltar a beleza dessa repetição estética da natureza, exalta a força da diversidade, assimetrias e peculiaridades da anatomia feminina.</p>
<p><strong>PERFORMANCE:</strong><br />
Sábado, 28/7 (Praça da Palavra)</p>
<p><strong>&#8220;Bombril”</strong><br />
Priscila Rezende;<br />
Além de uma conhecida marca de produtos para limpeza e de uso doméstico, faz parte de uma extensa lista de apelidos pejorativos para se referir à uma característica do indivíduo negro, o cabelo. Em “Bombril” o corpo da artista se apropria da posição pejorativa a ele atribuída, transformando-se em imagem de confronto à fala discriminatória, presente no discurso de nossa sociedade.</p>
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