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	<title>Portal Cultura PE &#187; #TorreMalakoff</title>
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		<title>Livro Imagens de uma Década de Sons resgata período intenso de shows em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Oct 2023 13:18:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os anos 1990 foram importantes demais para a cena cultural pernambucana. O nascimento do movimento mangue foi o epicentro da arte que colocou o Recife no radar da mídia nacional e mundial. Todos queriam respirar aquela atmosfera criativa que rondava a capital pernambucana. O mercado da música efervescia. Artistas lançavam seus álbuns, casas de shows [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105593" aria-labelledby="figcaption_attachment_105593" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Capa-livro.jpg"><img class="size-medium wp-image-105593" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Capa-livro-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Imagens de uma Década de Sons</p></div>
<p>Os anos 1990 foram importantes demais para a cena cultural pernambucana. O nascimento do movimento mangue foi o epicentro da arte que colocou o Recife no radar da mídia nacional e mundial. Todos queriam respirar aquela atmosfera criativa que rondava a capital pernambucana. O mercado da música efervescia. Artistas lançavam seus álbuns, casas de shows foram surgindo, festivais nascendo, proliferando e fortalecendo o amor pela cultura local. A jornalista, fotógrafa e produtora cultural Luciana Ourique viu tudo bem de perto.</p>
<p>Munida de máquina fotográfica, inúmeras lentes, sagacidade e amor ao ofício ela eternizou artistas no palco em cada clique. Agora Luciana compartilha para os amantes da música as melhores fotos produzidas em grandes shows realizados em Pernambuco, entre os anos de 1998 e 2008, no livro <em>Imagens de uma Década de Sons</em>.</p>
<p>A obra é lançada neste sábado (7), a partir das 15h30, em grande evento na Torre Malakoff, no Bairro do Recife com DJ Marcos Toledo e show da banda Dunas do Barato, que traz em seu repertório o vigor do rock brasileiro dos anos 1960 e 1970. A entrada é gratuita.</p>
<p>O projeto tem o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) – Música, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura e do Governo de Pernambuco.</p>
<p><em>Imagens de uma Década de Sons</em> é composto por mais de 200 fotografias de shows e breve histórico sobre as principais bandas no palco dos mais variados eventos que Luciana acompanhou.</p>
<p>&#8220;Foram mais de 200 shows que acompanhei de perto. Quando surgiu a ideia do livro e comecei a fazer a seleção das fotos fiquei muito feliz de ver o tanto que vi, registrei e produzi. A obra tem também o papel de resgatar toda essa história. Foi um período de intensa atividade cultural que serviu como inspiração de novos sons, revelando músicos talentosos e potencializando suas carreiras&#8221;, destaca Luciana.</p>
<p>A experiência como editora de fotografia no jornal Folha de Pernambuco por 12 anos e como professora aperfeiçoou a sensibilidade criteriosa de uma fotógrafa já conceituada na área. A identidade de seu trabalho já foi impressa tanto no fotojornalismo, em importantes veículos internacionais e nacionais, quanto em ensaios artísticos e dezenas de exposições ao longo da carreira.</p>
<p><em id="__mceDel"></em>Quem folhear as páginas de Imagens de uma Década de Sons vai mergulhar nos mais variados universos sonoros. Das raízes da cultura pernambucana, como Cascabulho, Mestre Ambrósio, Siba &amp; A Fuloresta, passando pelo rock underground do Júpiter Maçã, Textículos de Mary, Subversivos, assim como as consagradas e conhecidas do grande público, Paralamas do Sucesso, Pato Fu, Ratos do Porão, Mutantes, O Rappa e Nando Reis e os pilares do movimento mangue Nação Zumbi, Devotos, Mundo Livre S/A e Otto, pela ala gringa Placebo, Soulfly, Jon Spencer Blues Explosion e Lee Perry. Luciana Ourique registrou tudo com afinco, dedicação e persistência.</p>
<p>O lançamento de Imagens de uma Década de Sons é uma realização pessoal para Luciana. Mas também um marco para a cultura e a produção de shows em Pernambuco.</p>
<p><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">&#8220;A maior parte dessas fotos foi feita em negativo e se sabia que, com o passar do tempo, elas seriam deterioradas. O livro, portanto, é a melhor forma para guardá-las. Estamos contando nessas páginas a história dessas bandas lendárias da melhor forma: em ação no palco, emanando uma energia que só a música é capaz de criar&#8221;, </em></em></em></em>afirma a fotógrafa.</p>
<p>Há ainda depoimentos dos jornalistas José Teles, Marcelo Pereira e Marcos Toledo, especializados em música e que viram de perto a cena cultural tomar proporções gigantescas nos anos 1990, além de produtores e alguns artistas que foram capturados pelas lentes da fotógrafa</p>
<p>E o lançamento do livro Imagens de uma Década de Sons vai além da apresentação da obra. Luciana Ourique lançou o perfil no <a title="@imagensdeumadecadadesons2023" href="https://www.instagram.com/imagensdeumadecadadesons2023/" target="_blank">Instagram</a> (@imagensdeumadecadadesons2023) com informações sobre o livro e servindo como canal de interação dos artistas que estão na obra com os fãs e amantes da música.</p>
<p>Esta semana, de terça-feira (3) até sábado (7), o projeto também realiza uma oficina gratuita de direção de palco para profissionais da área e adolescentes de escolas públicas. As aulas são ministradas pelo produtor Johnny Dheni. &#8220;A oficina tem como objetivo despertar o interesse de jovens pelo saber no mundo da música estimulando o aprendizado e possibilitando novas oportunidades profissionais e artísticas na cultura nordestina&#8221;, exalta Luciana.</p>
<p><strong>DUNAS DO BARATO -</strong> A banda pernambucana Dunas do Barato é a responsável pela animação da noite. Com um som que mistura o rock brasileiro dos anos 1960 e 1970, o tropicalismo de Gilberto Gil, Gal Costa, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Rita Lee e o rock lisérgico pernambucano das já citadas décadas, a banda faz um som com muito balanço. Antes da banda, o DJ Marcos Toledo comanda as picapes com uma atenção especial voltada para os personagens do livro.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro Imagens de uma Década de Sons, de Luciana Ourique -</strong> sábado (7), das 15h30 às 22h, na Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife), com DJ Marcos Toledo e show da banda Dunas do Barato. Entrada gratuita</p>
<div id="attachment_105594" aria-labelledby="figcaption_attachment_105594" class="wp-caption img-width-358 alignnone" style="width: 358px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Luciana-Ourique.jpg"><img class="size-medium wp-image-105594" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Luciana-Ourique-358x486.jpg" width="358" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A fotógrafa Luciana Ourique</p></div>
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		<title>APR Club agita Torre Malakoff com Abulidu, Barbarize e Janete Saiu para Beber</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Sep 2023 15:25:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Abril pro Rock dá continuidade às celebrações de seus 30 anos com a volta do APR Club, que traz uma grade musical pernambucana de origem periférica. As atrações são Abulidu, Barbarize e Janete Saiu para Beber. Todos os shows acontecem no domingo (1º), na Torre Malakoff, com entrada gratuita. A programação começa, às 15h30, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105460" aria-labelledby="figcaption_attachment_105460" class="wp-caption img-width-552 alignnone" style="width: 552px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Fotografia-divulgação.png"><img class="size-full wp-image-105460" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Fotografia-divulgação.png" width="552" height="305" /></a><p class="wp-caption-text">As bandas Janete Saiu para Beber, Barbarize e Abulidu</p></div>
<p>O Abril pro Rock dá continuidade às celebrações de seus 30 anos com a volta do APR Club, que traz uma grade musical pernambucana de origem periférica. As atrações são Abulidu, Barbarize e Janete Saiu para Beber. Todos os shows acontecem no domingo (1º), na Torre Malakoff, com entrada gratuita. A programação começa, às 15h30, com um bate-papo sobre formação de público (desafios e estratégias).<br />
O APR Club é uma realização da Astronave Iniciativas Culturais e conta com o apoio da Pitú e da Torre Malakoff, além do incentivo do Funcultura, da Fundarpe, da Secretaria de Cultura e do Governo de Pernambuco.<br />
“Os grupos musicais escolhidos pela curadoria do APR Club já estavam no nosso radar. Inclusive, no ano passado, citei Abulidu, Barbarize e Janete Saiu para Beber no <em>Metrópolis</em>, programa da TV Cultura, após ser perguntado sobre o atual cenário de artistas e bandas que dialogam com o manguebeat, que completou 30 anos em 2022”, lembra o produtor do Abril pro Rock, Paulo André (confira <a title="30 Anos do Manguebeat" href="https://cultura.uol.com.br/programas/metropolis/videos/11474_30-anos-do-manguebeat-10-06-22.html" target="_blank">aqui</a> na íntegra).<br />
Para o debate, o também curador Paulo André convida Cannibal, cantor, instrumentista e compositor da banda Devotos; Isaar, cantora, compositora e batuqueira; Daniel Lima, jornalista e administrador; Nívea França, assessora, produtora cultural e fundadora da produtora Ventre; e Diego Do’Urden, do Darkside Studio/Mystifier Infested Blood.<br />
“É de extrema importância entender o tempo e o espaço que a gente vive. Então o bate-papo dá a oportunidade de saber e conhecer o que vem acontecendo atualmente nas diversas cenas musicais pernambucanas a partir do compartilhamento de experiências próprias”, ressalta Paulo André.<br />
Barbarize, formada pela dupla Bárbara Espíndola (Babi) e Yuri Lumin, desde 2018, faz o primeiro show da noite do APR Club. É da comunidade do Bode, no Pina (Zona Sul do Recife), com uma linguagem e performance periférica misturando música, dança e teatro. Com estética afrofuturista, traz mensagens de resistência, reconhecimento, pertencimento e valorização.<br />
Em seguida, a banda Abulidu apresenta seus Códigos Periféricos com Hélio Abulidu (cantor e compositor), Paulinho Folha (violão e voz), Thúlio Xambá (percussão e voz), Arnaldo do Monte (percussão), Rogério A. Martins (guitarra) e Raphael César (baixo). O grupo afropernambucano antirracista, como se considera desde que nasceu, em dezembro de 2019, evidencia crítica social e política, histórias de Pernambuco, arte brasileira, amor, beleza ancestral e empoderamento de matrizes africanas.<br />
Assim como Barbarize e Abulidu, a banda Janete Saiu para Beber propaga a periferia pernambucana com seu punk/garage rock e ritmos da cultura popular trazendo críticas sociais nas letras. Sua raiz é do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife (RMR). Surgida em 2009, a banda é formada por César Braga (vocal), Kin Noise (guitarra), Pedro Attack (baixo), Niel Melo (bateria), Eudes Júnior (percussão) e Erivaldo Romão (percussão).</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO -</strong> Em cartaz desde o dia 5 de setembro, a Poster Arte Design IX tem seu encerramento neste domingo (1º). Com entrada gratuita, a 9ª edição da exposição do Abril pro Rock está montada na Sala Alcir Lacerda, no Observatório Cultural Torre Malakoff.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>APR Club 2023 -</strong> <em>domingo (1º), a partir das 15h30, na Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, Bairro do Recife). Acesso gratuito</em></p>
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		<title>Mostra A Torre e o Tempo conta história da Malakoff</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2023 19:53:03 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_104978" aria-labelledby="figcaption_attachment_104978" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/IMAGEM_14_45X80_compressed.jpg"><img class="size-medium wp-image-104978" alt="Torre Malakoff" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/IMAGEM_14_45X80_compressed-607x338.jpg" width="607" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Torre Malakoff</p></div>
<p>Um dos monumentos mais icônicos do Bairro do Recife, e, consequentemente, do Estado, com 168 anos de existência, a Torre Malakoff, localizada na Praça do Arsenal da Marinha, tem muita história para contar. Parte significativa dessa trajetória é narrada na exposição <em>A Torre e o Tempo</em>, cuja abertura acontece nesta terça-feira (5), das 18h às 21h, no andar térreo do observatório.<br />
Realizada pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco e do Observatório Cultural Torre Malakoff, a mostra conta, por meio de fotografias antigas da Torre, a história do observatório e sua importância para a transformação sociocultural do Bairro do Recife. É composta por 14 imagens cedidas pela Vila Digital (Fundação Joaquim Nabuco – Fundaj), Museu da Cidade do Recife, Fundarpe e Secult-PE. A visitação, gratuita, está disponível de terça a domingo.<br />
Inaugurada em 1855 como Portal Monumental do Arsenal da Marinha, a Torre Malakoff é, há quase dois séculos, testemunha da história do Recife, firmemente enraizada que está na paisagem da cidade. Foi rebatizada pelo povo, devido aos desdobramentos noticiosos da guerra na Criméia, na Rússia, quando de sua inauguração. A exemplo da fortificação que lhe emprestou o nome – a Malakoff erguida na cidade de Sebastopol – a Torre recifense tornou-se um símbolo de resistência.<br />
Em seus primeiros anos serviu como porta de entrada e saída daqueles que ao Recife chegavam pelo mar. No alto da Torre, o Observatório Astronômico, construído a mando do imperador D. Pedro II, ostentava uma cúpula metálica giratória e abrigava equipamentos importantíssimos para os navegantes: a luneta meridiana e a pêndula. Os instrumentos eram guias valiosos nas jornadas marítimas permitindo-lhes trilhar com maior confiança suas rotas pelo oceano.<br />
As edificações do Arsenal da Marinha foram construídas num arroubo de modernização urbanística no final do século 19 que permitiu a unificação da área de “fora de portas” com o povo sitiado. Na época foram levadas a baixo boa parte das edificações importantes do bairro, incluindo o Arco do Bom Jesus – a antiga Porta da Terra dos holandeses e o Forte do Bom Jesus, também conhecido como Quebra Pratos. Diz-se que a Torre, com seus 30 metros, foi em parte construída com o material das demolições.<br />
Relógio da cidade e sede da Capitania dos Portos no início do século 20, a Torre Malakoff ironicamente quase foi derrubada nos anos 1920 por conta de outra proposta de reforma urbanística proposta pela Marinha do Brasil. Salva na ocasião graças ao Instituto Arqueológico Histórico Geográfico de Pernambuco (IAHGP) e a mobilização capitaneada pelo jornalista Mario Melo, tornou-se em definitivo símbolo de resistência do Patrimônio Material do Estado de Pernambuco.<br />
Tombada em 1992 como monumento histórico pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), a Torre Malakoff passou por um projeto de restauração que a entregou de volta à população no ano 2000 convertida em equipamento cultural. Integrante do conjunto Arquitetônico, Urbanístico e Paisagístico do Antigo Bairro do Recife, tombado em 1998 pelo Iphan, possui uma arquitetura de concepção eclética lembrando antigas mesquitas orientais, o que faz com que o Observatório Cultural Torre Malakoff destaque-se entre as edificações não só do bairro como do resto da cidade conferindo ao edifício um charme especial.<br />
Com salas expositivas e de oficinas, área externa com um anfiteatro e um mirante observatório, a Torre tornou-se um importante locus da cena cultural pernambucana. Desde sua requalificação, inúmeras exposições, apresentações, formações, encontros e palestras nela aportaram. Parte de sua vocação original ainda se mantém quando, aos domingos, o público pode participar da atividade mediada gratuita de observação dos astros, intitulada Desvendando o Céu Austral, realizada em parceria com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Exposição A Torre e o Tempo –</em></strong> <em>abertura nesta terça-feira, dia 5, das 18h às 21h, no Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/nº, Bairro do Recife. Fone: 81-31843180). Horário de visitação: de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 15h30 às 19h30</em></p>
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