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	<title>Portal Cultura PE &#187; tracunhaém</title>
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		<title>Tracunhaém vai ganhar escultura carnavalesca em homenagem à La Ursa</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 16:26:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tracunhaém, reconhecida como a Capital do Artesanato em Cerâmica, vai ganhar uma escultura carnavalesca em homenagem à La Ursa. Localizada na Zona da Mata Norte de Pernambuco, a cerca de 60 quilômetros do Recife, a cidade inaugura neste sábado, 20 de dezembro de 2025, o monumento “Cabeça de La Ursa Gigante”, criado pela artista Cíntia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122321" aria-labelledby="figcaption_attachment_122321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Cintia_Viana.jpg"><img class="size-medium wp-image-122321" alt="Foto -- Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/Cintia_Viana-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Cabeça da La Ursa Gigante/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Tracunhaém, reconhecida como a Capital do Artesanato em Cerâmica, vai ganhar uma escultura carnavalesca em homenagem à La Ursa. Localizada na Zona da Mata Norte de Pernambuco, a cerca de 60 quilômetros do Recife, a cidade inaugura neste sábado, 20 de dezembro de 2025, o monumento “Cabeça de La Ursa Gigante”, criado pela artista Cíntia Viana. A data marca os 62 anos de emancipação do município. O projeto conta com incentivo do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, a PNAB-PE.</p>
<p dir="ltr">A obra está sendo construída em espaço público, diante da população, na Praça Costa Azevedo, no centro da cidade. A escultura mede três metros de altura, quase o dobro da altura de uma pessoa adulta, e dois metros de largura, e levou quase um mês para ficar pronta. O trabalho utiliza papel reutilizado, papelão, arame e outros materiais simples, o que reforça a proposta de arte sustentável e de reaproveitamento.</p>
<p dir="ltr">Além do impacto visual, a obra oferece uma experiência sensorial. Moradores, turistas e visitantes poderão acessar a escultura e entrar na cabeça da La Ursa Gigante. No interior, o público encontrará registros fotográficos que contam a história cultural de Tracunhaém. As imagens mostram festas, tradições e momentos importantes da cidade. A proposta é que a escultura funcione como uma cabeça cheia de lembranças e boas memórias, além de atuar como um pequeno museu popular instalado na praça.</p>
<p dir="ltr">A criação é assinada pela artista plástica Cíntia Viana, que celebra 25 anos de carreira com a instalação artística. Essencialmente artista, ela pinta e produz desde a infância. Artesã desde muito jovem, construiu sua trajetória unindo sensibilidade, trabalho manual e compromisso com a cultura popular. “A ideia é mostrar que a arte pode ser feita com o povo. A praça é o lugar certo para criar, conversar e dividir histórias com quem passa todos os dias por aqui”, afirma a artista.</p>
<p dir="ltr">A obra dialoga com a identidade de Tracunhaém, conhecida pela tradição do barro. Mesmo sendo feita de papel, o modo de produção lembra o trabalho dos artesãos da cerâmica local. O processo acontece em camadas, com paciência e cuidado, respeitando o tempo da matéria, assim como ocorre na arte do barro.</p>
<p dir="ltr">A população também participa do processo criativo. Estão previstos encontros abertos ao público para a colagem das imagens históricas no interior da escultura. Alunos da rede municipal participam de visitas guiadas e oficinas, onde aprendem a técnica da papietagem e vivenciam a arte de forma prática.</p>
<p dir="ltr"><strong>A cultura da La Ursa –</strong> A La Ursa é uma cultura presente há muitos anos em Pernambuco. Ela faz parte do Carnaval de rua e nasceu das brincadeiras populares do povo. Durante décadas, grupos saíram pelas ruas com a figura da La Ursa, acompanhados por música, versos e animação. A escultura resgata essa tradição e transforma a brincadeira em alegoria permanente, acessível ao público durante todo o ano.</p>
<p dir="ltr">A tradição da La Ursa tem origem na Europa, onde imigrantes apresentavam ursos treinados para dançar em circos e festas populares. No Brasil, essa prática foi adaptada pelo povo e ganhou novos sentidos. Com o tempo, a La Ursa passou a simbolizar diversão, brincadeira e herança folclórica, além de assumir, em alguns momentos, um sentido mais malicioso ligado às relações amorosas. Hoje, a manifestação é reconhecida e valorizada como patrimônio cultural popular.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre a artista –</strong> Formada em Arquitetura e Urbanismo, Cíntia também atua como diretora de arte, artista gráfica e produtora cultural. Desde a formação, desenvolveu identidades visuais para artistas, grupos culturais e festivais ao longo de mais de duas décadas de atuação. Parte desse trabalho está reunida no perfil profissional @cinvianadesign. Mulher, mãe e artista do mundo, escolheu Tracunhaém para viver e criar. Na cidade, fortaleceu sua atuação na produção cultural, sendo produtora executiva do Tipoia Festival por mais de dez anos. Ao longo da carreira, aprovou projetos em editais como o Funcultura Pernambuco e a Lei Aldir Blanc, além de produzir bandas em circulação pelo estado de Pernambuco e ações realizadas pelo Sesc Pernambuco e pelo Sesc São Paulo.</p>
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		<title>Fundação recebe propostas de prestação de serviço para pesquisa para processo de tombamento</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fundacao-recebe-propostas-de-prestacao-de-servico-para-pesquisa-para-processo-de-tombamento/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 15:03:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113590" aria-labelledby="figcaption_attachment_113590" class="wp-caption img-width-582 alignnone" style="width: 582px"><p class="wp-image-credit alignleft">Val Lima/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/4767245281_ae4d2d1d45_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-113590" alt="Val Lima/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/4767245281_ae4d2d1d45_o-582x486.jpg" width="582" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Conjunto Urbano de Tracunhaém</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por intermédio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), tornou público edital de licitação de prestação de pesquisa e inventário para registro de bens culturais de natureza material. Com valor máximo estimado em R$ 278.560, a concorrência tem por objetivo atender às demandas da instituição no intuito de produzir a instrução técnica do processo de tombamento dos bens culturais Igreja de São Félix em Orocó; Igreja de São Sebastião em Ouricuri; e Conjunto Urbano de Tracunhaém.</p>
<p>As pesquisas para o tombamento incluem levantamento sistemático de informações relativas aos aspectos histórico-sociais e arquitetônicos, valendo-se de diferentes metodologias e estratégias, visando à produção de dossiê composto de textos analíticos sobre os bens culturais. O edital completo e as condições de participação estão disponíveis <a title="Processo SEI nº 0040300069.001123/2024-06 – Pesquisa e inventário para registro de bens culturais materiais" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/processo-sei-no-0040300069-0011232024-06-pesquisa-e-inventario-para-registro-de-bens-culturais-materiais/#" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e no site PE Integrado.</p>
<p>A concorrência eletrônica recebe propostas até as 10h do dia 31 de outubro. Já o início de disputa está marcado para começar, no mesmo dia, às 10h15 (horário de Brasília).</p>
<p>Recomenda-se que as licitantes iniciem a sessão de abertura da licitação com todos os documentos necessários à classificação/habilitação previamente digitalizados.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (81) 3183-3032 (pregoeira, agente de contratação/AC II).</p>
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		<title>Exposição fotográfica retrata a cerâmica dos oleiros na Casa da Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 15:23:50 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_110543" aria-labelledby="figcaption_attachment_110543" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-10-at-09.55.36.jpeg"><img class="size-medium wp-image-110543" alt="As fotografias são do jornalista Júlio César de Araújo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/WhatsApp-Image-2024-07-10-at-09.55.36-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">As fotografias são do jornalista Júlio César de Araújo</p></div>
<p>A exposição fotográfica Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular, reproduz em 50 imagens a beleza plástica e pictórica da cerâmica utilitária produzida pelos oleiros da cidade de Tracunhaém, localizada na região da mata norte de Pernambuco.</p>
<p>As fotografias feitas pelo jornalista Júlio César de Araújo, estão à mostra na Casa da Cultura de Pernambuco Luiz Gonzaga  até o dia 10 de Agosto, de segunda a sexta , das 10h às 15h, na sala J Soares, 2º andar, raio sul. Este projeto foi contemplado nos Editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem o apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura do Estado via Lei Paulo Gustavo, direcionada pelo Ministério da Cultura &#8211; Governo Federal.</p>
<p>A Casa da Cultura de Pernambuco, antiga Casa de Detenção do Recife, funcionando de 1825 até 1973, foi reaberta em 1976 como um dos mais importantes centros de negócios das artes artesanais e palco de inúmeras expressões artísticas, monumento histórico visitado por turistas de todas as partes do Brasil e internacionais.</p>
<p>A sala J Soares ,nome de uma das mais expressivas personalidades da cinematografia no Brasil , e uma referência importante para o cinema e o jornalismo de Pernambuco, recebe as fotografias do jornalista Júlio César que reporta a cerâmica regional, um tema popular, também característico da atuação multimidiática de Soares.</p>
<p>Julio Cesar, que também é o curador da exposição, ressalta a importância da mostra fotográfica. ¨ O trabalho dos oleiros tem uma representatividade marcante na vida social do Brasil, sobretudo na historicidade mundial, aqui em Pernambuco as olarias são verdadeiros santuários dessa arte milenar resistente e significativa para a cultura humana.</p>
<p>A exposição traz a rusticidade das olarias, a minuciosidade da atividade dos oleiros e perfeição das suas cerâmicas em forma de jarras, quartinhas ,panelas , filtros dentre outras. As fotografias propõem um reencontro afetivo com os objetos de barro, o reconhecimento do seu valor social e econômico, e também o conhecimento desta cultura para as novas gerações.</p>
<p>O projeto Os Vasos e o Oleiro , reflete a cerâmica utilitária como uma arte muito presente nas práticas das religiões de matrizes Africanas e Indígenas , e a sua utilidade doméstica, fundamental na gastronomia tradicional regional , além de muito utilizada na arquitetura em projetos de ambientação.</p>
<p>Tracunhaém a Capital Estadual do Artesanato de Barro, é um dos mais importantes centros de produção de cerâmica, conhecida nacional e internacionalmente pela diversidade estética da cerâmica produzida pelos seus artistas.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Exposição fotográfica: Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular.<br />
Abertura: dia 10 de Julho das 16h às 18h.<br />
Local: Casa da Cultura de Pernambuco, Sala J Soares (Rua Floriano Peixoto, Santo Antônio)<br />
De 10 de Julho a 10 de Agosto (segunda a Sexta &#8211; 10h às 15h)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Cerâmicas dos oleiros são tema de exposição fotográfica na Semana Nacional dos Museus</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ceramicas-dos-oleiros-sao-tema-de-exposicao-fotografica-na-semana-nacional-dos-museus/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2024 14:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A exposição fotográfica Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular, reproduz em 50 imagens a beleza plástica e pictórica da cerâmica utilitária produzida pelos oleiros da cidade de Tracunhaém, localizada na região da Zona da Mata Norte de Pernambuco. As fotografias, feitas pelo jornalista Júlio César de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109606" aria-labelledby="figcaption_attachment_109606" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/DSC_2497-Aprimorado-NR.jpg"><img class="size-medium wp-image-109606" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/DSC_2497-Aprimorado-NR-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O artista plástico Júlio César de Araújo</p></div>
<p>A exposição fotográfica Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular, reproduz em 50 imagens a beleza plástica e pictórica da cerâmica utilitária produzida pelos oleiros da cidade de Tracunhaém, localizada na região da Zona da Mata Norte de Pernambuco.</p>
<p>As fotografias, feitas pelo jornalista Júlio César de Araújo, estão à mostra no Museu Regional de Olinda (Mureo), de 3 de maio a 2 de junho, integrando a Semana Nacional dos Museus, evento organizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Em estilo colonial, a casa construída de 1745 e 1749, que hoje funciona como museu, foi a residência episcopal e possui um rico acervo mobiliário, louças e pinturas, dentre outros objetos de arte.</p>
<p>Ao entrar no museu, na Sala Laura Nigro, onde estão expostas as imagens, o público poder ouvir em podcast as entrevistas feitas por Júlio César com os oleiros e perceber cada detalhe de suas obras.</p>
<p>A mostra recebeu o incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG) no edital Ações Criativas do Governo de Pernambuco. Júlio Cesar, que também é o curador da exposição, ressalta a importância do benefício para a realização do projeto: ¨O trabalho dos oleiros tem uma representatividade marcante na vida social do Brasil, sobretudo na historicidade mundial. Aqui em Pernambuco as olarias são verdadeiros santuários dessa arte milenar resistente e significativa para a cultura humana. O apoio da Lei Paulo Gustavo para a sustentabilidade de ações de valoração e valorização das artes é fundamental para todas as classes artísticas&#8221;.</p>
<p>A exposição traz a rusticidade das olarias e dos oleiros em atividade e suas cerâmicas em forma de jarras, quartinhas, panelas e filtros, dentre outras. As fotografias propõem um reencontro afetivo com os objetos de barro, o reconhecimento de seu valor social e econômico e o conhecimento dessa cultura para as novas gerações.</p>
<p>A mostra Os Vasos e o Oleiro reflete a cerâmica utilitária como uma arte muito presente nas práticas das religiões de matrizes africanas e indígenas e sua utilidade doméstica, fundamental na gastronomia tradicional regional, além de muito utilizada na arquitetura em projetos de ambientação. Tracunhaém, a Capital Estadual do Artesanato de Barro, é um dos mais importantes centros de produção de cerâmica, conhecida nacional e internacionalmente pela diversidade estética dos artistas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<strong>Exposição fotográfica: Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular</strong><br />
<em>Local: Museu Regional de Olinda (Mureo)</em><br />
<em>Endereço: Rua do Amparo, 128, bairro do Amparo, Olinda (PE)</em><br />
<em>Quando: de 3 de maio a 2 de junho de 2024</em><br />
<em>Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábado e domingo, das 14h às 17h</em><br />
<em>Acesso: gratuito</em><br />
<em>Abertura: 3 de maio, dass 18h às 20h</em><br />
<em>Telefone: (81) 3184-3159</em><br />
<em>Autor da obra e curador: Júlio Cesar de Araujo</em></p>
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		<title>Banda Tercina realiza itinerância em feiras livres na RMR, Zona da Mata e no Agreste</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 14:01:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os municípios pernambucanos de Tracunhaém, Goiana, Nazaré da Mata, Chã de Alegria e Feira Nova recebem apresentações gratuitas da Banda Tercina nas feiras livres. A itinerância faz parte do Projeto Tercina na Feira, realizado desde 2017 na cidade de Tracunhaém e que em 2023 está completando 6 anos. O grupo instrumental realiza uma circulação e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106084" aria-labelledby="figcaption_attachment_106084" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-_Banda-Tercina.jpg"><img class="size-medium wp-image-106084" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-_Banda-Tercina-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Tercina</p></div>
<p>Os municípios pernambucanos de Tracunhaém, Goiana, Nazaré da Mata, Chã de Alegria e Feira Nova recebem apresentações gratuitas da Banda Tercina nas feiras livres. A itinerância faz parte do Projeto Tercina na Feira, realizado desde 2017 na cidade de Tracunhaém e que em 2023 está completando 6 anos. O grupo instrumental realiza uma circulação e convida artista em cada cidade.<br />
A realização do projeto é da Banda Tercina e da produtora Azulyne Produções com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretária Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo do Estado.<br />
A itinerância Tercina na Feira Convida tem como convidados, Valfrido Santiago (Goiana), Mano de Baé (Tracunhaém), João Paulo &amp; O Eito (Nazaré da Mata), Fernando Vinil (Chã de Alegria) e a dupla Sérgio Ricardo &amp; Biu Tomaz (Feira Nova). Todas as apresentações, que ocorrem nas mediações das feiras livres das respectivas cidades, têm início no dia 28 de outubro e se encerram no dia 19 de novembro. O projeto também passa nas escolas com aulas-espetáculos em que alunos e alunas podem compreender um pouco sobre a história dos instrumentos e suas sonoridades.<br />
O projeto surgiu devido à necessidade de apresentar o som instrumental produzido pela banda, uma vez que há um número reduzido de espaços de apresentações musicais na região. Diante disso a vontade de tocar, principalmente quando se tem um som puramente instrumental, fez com que o grupo musical se reinventasse criando espaço de apresentação.<br />
A solução encontrada pela Banda Tercina foi tocar no lugar de maior transição de pessoas de sua cidade, ou seja, na feira livre que acontece em todos os domingos em seu município natal. O projeto se firmou e o Tercina na Feira começou a receber convidados. Atualmente acontece nas feiras dominicais na cidade de Tracunhaém.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação</strong></span></p>
<p>Dia: 28/10/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e Valfrido Santiago<br />
Local: Pátio da Misericórdia<br />
Rua da Misericórdia, Goiana</p>
<p>Dia: 29/10/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e Coco de Mano de Baé<br />
Local: Feira de Tracunhaém<br />
Rua Projetada Dois, Tracunhaém</p>
<p>Dia: 4/11/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e João Paulo Rosa &amp; O Eito<br />
Local: em frente ao Espaço Cultural Mauro Mota<br />
Rua Projetada, 123-175, Nazaré da Mata</p>
<p>Dia: 11/11/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e Fernando Vinil<br />
Local: Rua Djalma Dutra, Chã de Alegria</p>
<p>Dia: 18/11/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e Sérgio Ricardo &amp; Biu Tomaz<br />
Local: Rua Urbano Barbosa, Feira Nova</p>
<p>Dia: 19/11/2023 às 9h.<br />
Atração: Banda Tercina e Mônica Maria<br />
Local: Rua Projetada Dois, Tracunhaém</p>
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		<title>Encontro de Maracatus no Cruzeiro da Bringa &#8211; Tracunhaém</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 13:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tv Cultura.PE]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Grande festa da cultura popular pernambucana, o Encontro de Maracatus no Cruzeiro da Bringa reuniu 11 agremiações da Mata Norte e Região Metropolitana, dentre eles, os Patrimônios Vivos do Estado: Estrela de Ouro de Aliança, da Chã de Camará, e o Cambinda Brasileira, do Engenho Cumbe de Nazaré da Mata. O evento aconteceu na área [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Grande festa da cultura popular pernambucana, o Encontro de Maracatus no Cruzeiro da Bringa reuniu 11 agremiações da Mata Norte e Região Metropolitana, dentre eles, os Patrimônios Vivos do Estado: Estrela de Ouro de Aliança, da Chã de Camará, e o Cambinda Brasileira, do Engenho Cumbe de Nazaré da Mata. O evento aconteceu na área rural de Tracunhaém, Zona da Mata Norte de Pernambuco, neste domingo (29). A festividade, promovida com recursos do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, marcou a reabertura do engenho para os grupos de maracatu, que há mais de 30 anos não se apresentavam no local. Confira como foi a festa.</p>
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		<title>Memória, história, cultura popular e ancestralidade marcam Encontro de Maracatus em Tracunhaém</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 13:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro de Maracatus no Cruzeiro das Bringas]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias O Engenho Bringas, localizado na área rural de Tracunhaém, Zona da Mata Norte de Pernambuco, reconstruiu, neste domingo (29), sua história com a cultura popular, especialmente dos maracatus de baque solto da região, com a realização da primeira edição do Encontro de Maracatus no Cruzeiro da Bringa. O evento, promovido com recursos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_98678" aria-labelledby="figcaption_attachment_98678" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC_7979.jpg"><img class="size-medium wp-image-98678" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC_7979-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">O evento contou com a participação de 11 grupos de maracatus da Mata Norte e Região Metropolitana</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Marcus Iglesias</em></p>
<p dir="ltr">O Engenho Bringas, localizado na área rural de Tracunhaém, Zona da Mata Norte de Pernambuco, reconstruiu, neste domingo (29), sua história com a cultura popular, especialmente dos maracatus de baque solto da região, com a realização da primeira edição do Encontro de Maracatus no Cruzeiro da Bringa. O evento, promovido com recursos do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, marcou a reabertura do engenho para os grupos de maracatu que há mais de 30 anos não se apresentavam no local. O que antes era ponto de confronto entre os caboclos de lança, hoje agora é um ponto de encontro da cultura popular e do resgate de uma história cheia de misticismo que estava sendo esquecida na região. Além disso, a festa também marcou o retorno do Carnaval para os brincantes, numa espécie de reencontro dos artistas de rua com a folia de Momo e o público, no chão de terra batida e em meio aos canaviais.</p>
<p dir="ltr">No engenho, ponto histórico da Mata Norte de Pernambuco, encontra-se o conjunto arquitetônico formado pela Capela de Santa Terezinha, o cemitério e o Cruzeiro da Bringa, marco místico da cultura do maracatu de baque solto. Segundo Alexandre Veloso, produtor do evento, o engenho fica em meio a uma encruzilhada marcada historicamente pelo povo de maracatu, pelos confrontos que ali aconteceram.</p>
<div id="attachment_98681" aria-labelledby="figcaption_attachment_98681" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC_7955-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-98681" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC_7955-1-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">O secretário de Cultura de Pernambuco, Silvério Pessoa, ao lado de Alexandre Veloso, produtor cultural responsável pelo evento</p></div>
<p dir="ltr"><em>“Eram confrontos não bem mediados e isso causou mortes e pessoas feridas. Esse misticismo vive na oralidade de quem brinca maracatu de baque solto, e isso estava sendo esquecido, era um patrimônio histórico se esvaindo das memórias. O sentido, o objetivo principal do Encontro de Maracatus no Cruzeiro da Bringa, foi reviver essa memória e trazer pro centro da história do povo de maracatu”</em>, explica Alexandre Veloso.</p>
<p dir="ltr">O evento contou com a participação de 11 grupos de maracatus da Mata Norte e Região Metropolitana, dentre eles os Patrimônios Vivos de Pernambuco Estrela de Ouro de Aliança, da Chã de Camará, e o Cambinda Brasileira, do engenho Cumbe de Nazaré da Mata. Participaram também o Cambidinha, de Araçoiaba; de Nazaré, o Estrela Brilhante, o Águia Dourada, o Águia Misteriosa e o Leão Misterioso; de Buenos Aires, o Estrela Dourada; e de Tracunhaém, os maracatus Leão Formoso, Pavão Dourado e o Estrela da Serra.</p>
<div id="attachment_98677" aria-labelledby="figcaption_attachment_98677" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC_8045.jpg"><img class="size-medium wp-image-98677" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC_8045-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">O Cruzeiro das Bringas, que antes era ponto de confronto entre os caboclos de lança, hoje agora é um ponto de encontro da cultura popular e do resgate de uma história cheia de misticismo que estava sendo esquecida na região</p></div>
<p dir="ltr">Quem esteve no encontro foi o secretário Estadual de Cultura, Silvério Pessoa, artista da terra nascido no município de Carpina e que viveu com intimidade a brincadeira dos maracatus da região. A participação de Silvério Pessoa foi significativa, pois também marca o traço da atual gestão que é a atenção ao artista da cultura popular, principalmente na Zona da Mata Norte do Estado.</p>
<p dir="ltr"><em>“Estou aqui muito feliz por reencontrar a minha terra e minhas raízes. Por aqui eu brinquei, meus avós brincaram, meus bisavós também. Antes de secretário eu estou aqui como uma pessoa que tem o maior carinho e a memória de ter estado aqui e ouvido muito na infância essa sonoridade que os maracatus trouxeram. Um povo forte é um povo que tem suas matrizes culturais valorizadas. Este evento foi um grande encontro coletivo e isso marca o reencontro do nosso povo com a cultura de rua”,</em> destacou o secretário de Cultura de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_98679" aria-labelledby="figcaption_attachment_98679" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC_7930.jpg"><img class="size-medium wp-image-98679" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC_7930-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Participaram maracatus de várias cidades da região, como Aliança, Nazaré da Mata, Tracunhaém, Buenos Aires e Araçoiaba</p></div>
<p dir="ltr">Além dos maracatus, também participaram da brincadeira mestres de peso como João Paulo, Barachinha, Anderson Miguel, João Paulo Sobrinho, Bi e Zé Joaquim, entre outros. O encontro contou com ações de acessibilidade e intérpretes de Libras, além de área reservada para pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida.</p>
<p dir="ltr">Léo Salazar, secretário Executivo de Cultura, ressalta que toda a estrutura foi viabilizada graças ao apoio do Funcultura. <em>“Isso mostra a importância da política de descentralização e regionalização que vem acontecendo nos últimos anos para que outras regiões do Estado, como a Zona da Mata, Agreste e Sertão, possam receber recursos do Fundo de Incentivo à Cultura e realizar encontros como este. Já de largada, o Encontro de Maracatus no Cruzeiro da Bringa tornou-se um grande evento pelo prestígio que recebeu, pela participação do público que teve e, com certeza, nós vamos ampliar a política de interiorização do Funcultura daqui pra frente”.</em></p>
<div id="attachment_98680" aria-labelledby="figcaption_attachment_98680" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC_7870.jpg"><img class="size-medium wp-image-98680" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/DSC_7870-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro reuniu centenas de brincantes da cultura popular da Zona da Mata Norte de Pernambuco</p></div>
<p dir="ltr">Um dos brincantes participantes foi o caboclo de lança Natanael de Andrade, mais conhecido como Natan, do Maracatu Pavão Dourado, de Tracunhaém, que viu no evento a abertura dos festejos do Carnaval, festa que há dois anos não tem sua realização. <em>“A expectativa, independente dos anos que ficamos parados, é a maior. Porque nós que vestimos este manto e defendemos essa cultura sempre honramos e brincamos com amor e fé. Este encontro reza a lenda que, eu ainda na barriga da minha mãe, já tinha história dos maracatus que se encontravam e se enfrentavam aqui. Mas a gente veio aqui com a energia renovada para mostrar o brilho e a grandeza dessa cultura”</em>, celebrou o artista.</p>
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		<title>Em Tracunhaém, Cruzeiro da Bringa recebe Encontro de Maracatus de Baque Solto</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 19:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/IMG_8745.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98612" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/IMG_8745-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Um dos lugares mais marcantes de encontros de maracatus de baque solto na zona da mata pernambucana, o Cruzeiro da Bringa, na Zona Rural de Tracunhaém, será palco do Encontro de Maracatus no Cruzeiro da Bringa, no próximo domingo (29), a partir das 8h30. O evento, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funculttura, marca a volta da brincadeira em meio ao canavial, na estrada de terra, ambiente mais que propício. E com um diferencial importante: acontecerá em uma encruzilhada, divisas dos municípios de Tracunhaém e Aliança. Trata-se de um ponto histórico, onde encontra-se o conjunto arquitetônico formado pela Capela de Santa Terezinha, o cemitério e o Cruzeiro da Bringa, marco místico da cultura do maracatu de baque solto.</p>
<p>Era ali que antigamente, segundo contam historiadores, ocorriam encontros de maracatus e confrontos, cantado em versos e prosas. Neste ano, após dois anos sem os brincantes irem às ruas da Mata Norte e de Recife, voltarão neste grande encontro. “Será uma grande celebração da história, da memória dos maracatus de baque solto e da cultura pernambucana, numa ação de salvaguarda do patrimônio histórico cultural material e imaterial, uma grande festa, uma grande brincadeira, no meio do canavial, na estrada de terra, na frente do Cruzeiro da Bringa”, comenta Alexandre Veloso, coordenador do encontro.</p>
<p>Com a participação de 11 grupos de maracatus da Mata Norte e Região Metropolitana, com a presença do maracatu mais antigo, o Cambidinha de Araçoiaba, os patrimônios vivos Estrela de Ouro de Aliança, da Chã de Camará e o Cambinda Brasileira do engenho Cumbe de Nazaré da Mata. Participarão, também, de Nazaré, o Estrela Brilhante, o Águia Dourada, o Águia Misteriosa e o Leão Misterioso. Já de Buenos Aires, virá o Estrela Dourada. E de Tracunhaém, os maracatus Leão Formoso, Pavão Dourado e o Estrela da Serra.</p>
<p>Além dos maracatus, também participarão da brincadeira mestres de peso como João Paulo, Barachinha, Anderson Miguel, João Paulo Sobrinho, Bi e Zé Joaquim, entre outros. O encontro contará com ações de acessibilidade, e contará com intérpretes de Libras e área reservada para pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida, além de estrutura de banheiros químicos, disciplinadores, palco e gerador. “Será um grande espetáculo, um acontecimento inolvidável. O novo centro geodésico do maracatu de baque solto e da nossa cultura popular”, afirma Alexandre Veloso</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Encontro de Maracatus de Baque Solto<br />
Quando: 29 de janeiro de 2023 (domingo), das 8h30 às 15h<br />
Local: Cruzeiro da Bringa – Engenho Bringas – Tracunhaém/PE. Acesso pela PE-52 (Nazaré da Mata &#8211; Itaquitinga)</p>
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		<title>Santeiros de Tracunhaém: artesãos participam de live da Secult-PE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/santeiros-de-tracunhaem-artesaos-participam-de-live-da-secult-pe/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2022 14:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Wandecok Cavalcanti]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) apresenta na próxima terça-feira (29), em seu canal no YouTube (www.youtube.com/SecultPE) e em sua página no Facebook (www.facebook.com/culturape), a live “Tracunhaém, terra de santeiros”. A transmissão começa às 19h e vai contar com a participação dos artesãos Wandecok Cavalcanti e Mestre Zuza, dois grandes mestres santeiros da Zona [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-24-at-10.55.28.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92203" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-24-at-10.55.28-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) apresenta na próxima terça-feira (29), em seu canal no YouTube (<a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>) e em sua página no Facebook (<a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a>), a <em>live</em> “Tracunhaém, terra de santeiros”. A transmissão começa às 19h e vai contar com a participação dos artesãos Wandecok Cavalcanti e Mestre Zuza, dois grandes mestres santeiros da Zona da Mata Norte. A mediação fica por conta de Breno Nascimento, assessor de artesanato da Secult-PE.</p>
<p>Wandecok Cavalcanti nasceu em Caruaru, mas construiu carreira como artesão em Tracunhaém. Faz arte sacra em barro, em uma estética mais barroca. Usando diversos tipos de barro, consegue dar variados tons às suas obras, mesmo sem utilizar tinta. Expõe em diversas partes do mundo. Atualmente, tem obras em exposição na Basílica de Nossa Senhora Aparecida em Aparecida, São Paulo, e esteve, em outubro de 2021, em um evento na Colômbia, representando o Brasil. Chegou a ensinar na Faculdade de Artes do Ipiranga e no Templo das Artes (ambos em São Paulo), entre outros.</p>
<p>Wandecok criou técnicas próprias na criação de suas esculturas.<em> “Tive a preocupação de, no início do meu despertar pela arte, desenvolver o aprendizado. E, neste aprendizado, fiz e desenvolvi três processos de execução de uma única escultura, que são o bloco esculpido, o bojo com aplicação e o bojo com estufamento. A temática dos santos veio com os pedidos de encomendas frequentes de imagens sacras e barrocas. Faço todo modelo e estilo de esculturas em argila, madeira, mármore, bronze, mas minha identidade artista é Sacra Barroca”</em>, conta.</p>
<p>Mestre Zuza é nascido de família artesã. Faz uma releitura do estilo barroco, aproximando da realidade nordestina. Produz santos e santas em barro bem distantes da estética europeia, com traços físicos e vestimentas associadas ao índio, ao negro e à cultura pernambucana. Além dos santos, desenvolveu uma linha única de esculturas xipófagas (ligadas pela cabeça). É Patrimônio Vivo de Tracunhaém. Formou-se em História pela Universidade de Pernambuco (UPE) e chegou a ser secretário de Cultura de sua cidade.</p>
<p><em>“Aprendi a fazer artesanato através da minha família. Meus avós já eram artesãos em cerca de 1889, aqui em Tracunhaém. Eu continuei esse legado. Uso técnica manual, utilizando recursos simples, como o barro, as paletas de madeira, garfo de cozinha, palitos, arames…Meus santos são bem diferentes. Não são santos com semblante europeu. É um santo mais nordestino, com cara do povo do Nordeste, com semblante negro e indígena também. Eu utilizo o resplendor como cocar dos índios. Os São Pedros e as santas de saia rodada lembram muito o maracatu rural da minha região”</em>, relata.</p>
<p><em>“A importância maior do programa é a gente difundir uma arte, um segmento ou um setor do artesanato que já é bastante importante, bastante reconhecido, mas sempre é bom a gente estar reforçando os ícones desse segmento. Por isso que a gente está trazendo esses dois mestres santeiros. São duas trajetórias que a gente precisa enfatizar para poder levar essas informações para a sociedade e a gente conhecer o nosso próprio tesouro cultural”</em>, diz Breno, que também é artesão e sociólogo pós-graduado em Política Pública, Sociedade e Economia Solidária. Ele representa a Secult-PE no Conselho Estadual de Economia Popular e Solidária e mediará o bate-papo entre os artesãos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Tracunhaém, terra de santeiros”, com a participação de Wandecok Cavalcanti, Mestre Zuza e mediação de Breno Nascimento<br />
Quando: 29 de março de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>Websérie mostra o trabalho dos mestres artesãos oleiros de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 12:41:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[Está disponível no YouTube, a websérie Digitais Sobre o Barro. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o produto audiovisual foi elaborado a partir de uma pesquisa artística e sociocultural sobre o ofício dos mestres artesãos oleiros em todas as suas modalidades de representação. A pesquisa tem como campo central, mapear e identificar, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Está disponível no YouTube, a websérie Digitais Sobre o Barro. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o produto audiovisual foi elaborado a partir de uma pesquisa artística e sociocultural sobre o ofício dos mestres artesãos oleiros em todas as suas modalidades de representação.</p>
<p>A pesquisa tem como campo central, mapear e identificar, tipos de mestres oleiros e sua produção artesanal na cidade de Tracunhaém (PE). Com o auxílio de mecanismos de captação audiovisual, a websérie Digitais Sobre o Barro tem também o objetivo de promover o registro digital e a salvaguarda documentada dessas formas de produções (modos de fazer) do artesanato em modelagem do barro.</p>
<p>Umas das preocupações do projeto além do registro visual é o alcance do conteúdo visual, propagar esses saberes para o maior número de pessoas, por isso o projeto conta com tradução em libras em todos os vídeos. Para saber mais sobre a inciativa, acesse o perfil no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/digitaissobreobarro/" target="_blank"><strong>@digitaissobreobarro</strong></a>. Confira os episódios:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/W5OS1ZM42HA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/u6-GxVozq3s" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/beSuG5FrfQE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/2C0cHy2ATlY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/59ANbtGNC3U" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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