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	<title>Portal Cultura PE &#187; transmissão pelo youtube</title>
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		<title>Série de lives marca os 20 anos do Encontro Pernambucano de Coco</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2022 14:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tradicional evento da cultura popular do Estado, o Encontro Pernambucano de Coco celebra 20 anos de existência em 2022, com exibição de uma série de lives que vão ao ar no YouTube, nos próximos nos dias 22, 23, 24 e 25 de junho, às 20h. A comemoração das duas décadas do encontro reunirá 28 mestres [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-03-06-at-23.22.30-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94650" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/WhatsApp-Image-2022-03-06-at-23.22.30-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Tradicional evento da cultura popular do Estado, o Encontro Pernambucano de Coco celebra 20 anos de existência em 2022, com exibição de uma série de lives que vão ao ar no YouTube, nos próximos nos dias 22, 23, 24 e 25 de junho, às 20h. A comemoração das duas décadas do encontro reunirá 28 mestres e grupos de raiz, de redutos reconhecidos como berço do coco pernambucano (Recife, Olinda, Cabo, Tracunhaém, Águas Belas e Limoeiro) e de outras cidades do Nordeste brasileiro.</p>
<p>As lives foram gravadas na Casa da Cultura de Pernambuco, nos dias 9, 10 e 11 de novembro de 2021, e contou com a participação de 22 grupos e artistas pernambucanos. Ao todo, foram produzidos quatro episódios que contarão com música e entrevistas, trajetória do grupo, participação no festival, além da importância do Recife na cena cultural. Para assistir, acesse: <a href="https://www.youtube.com/c/TopPopular" target="_blank"><strong>www.youtube.com/TopPopular</strong></a>. Mais informações pelo perfil do Instagram: <strong><a href="https://www.instagram.com/faroldavila/" target="_blank">@faroldavila</a></strong>.</p>
<p><strong>ENCONTRO PERNAMBUCANO DE COCO -</strong> Desde sua primeira aparição em (1998), no Cabo de Santo Agostinho-PE, a celebração já buscava a salvaguarda e perpetuação do Coco de Roda Pernambucano. Garantindo a troca de saberes por meio da mistura e escambo das matrizes, mestres e grupos participantes, de diferentes regiões do país.</p>
<p>Em dois anos de pandemia, a iniciativa produziu imagens em várias cidades pernambucanas (Águas Belas, Cabo, Recife, Olinda, Tracunhaém, Limoeiro, Arcoverde) e também conteúdo audiovisual de vários estados vizinhos (PB, RN e CE). Registrou vários grupos e artistas emboladores de coco de Pernambuco e do Nordeste. Do Nordeste, destacam-se: Novo Quilombo (PB), Frank e Nazar (RN), Canário do Império e Condor (PB), Coco de Zé Mendes (CE).</p>
<p>O Encontro Pernambucano de Coco tem financiamento do SIC RECIFE 2019/2020, com recursos assegurados pelo Sistema de Incentivo à Cultura do Recife/SIC RECIFE, FCCR (Fundação de Cultura da Cidade do Recife), Secretaria de Cultura e Prefeitura da Cidade do Recife, com Produção Executiva da RFG Produções e Coordenação Geral do Centro Cultural Farol da Vila, e apoio da Casa da Cultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.</p>
<p><strong>:: ENCONTRO PERNAMBUCANO DE COCO &#8211; 20 ANOS ::</strong><br />
Dias: 22, 23, 24 e 25/6, às 20h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/c/TopPopular" target="_blank"><strong>www.youtube.com/TopPopular</strong></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dia 22/6 &#8211; quarta-feira &#8211; 20h</strong></span><br />
CANÁRIO E CONDOR (PB)<br />
COCO DO MESTRE JUAREZ (PE)<br />
COCO DO PNEU (PE)<br />
NETAS DE SELMA (PE)<br />
A COCADA (PE)<br />
NININHA DO COCO (PE)<br />
JUNINHO DO COCO (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dia 23 – quinta-feira &#8211; 20h</strong></span><br />
FRANK E NAZAR (RN)<br />
GERVÁSIO DO COCO (PE)<br />
NEGO DA CALDEIRA (PE)<br />
MANO DE BAÉ (PE)<br />
ARNALDO DO COCO (PE)<br />
ZÉ DE TETÉ (PE)<br />
CHINELO DE IAIÁ (PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dia 24/6 &#8211; sexta-feira &#8211; 20h </strong></span><br />
PINTO BRANCO E MARRECO (CE)<br />
MESTRE DIÉ DO COCO (PE)<br />
COCO DO MESTRE ZEZINHO (PE)<br />
MESTRE JUJUBA DO COCO (PE)<br />
COCO RENASCER (PE)<br />
COCO ZÉ MOLEQUE (PE)<br />
COCO NOVO QUILOMBO (PB)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Dia 25/6 &#8211; sábado &#8211; 20h</strong></span><br />
POESIA MUSICADA NO PANDEIRO (AL)<br />
COCO DE PONTEZINHA (PE)<br />
GRUPO ÍNDIGENA FETXHA (PE)<br />
COCO DE ZÉ MENDES (CE)<br />
MESTRE GALO PRETO (PE)<br />
PEIXE DE COCO (PE)<br />
MESTRES DO COCO PERNAMBUCANO (PE)</p>
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		<title>Live comemorativa pelos 30 anos do Manguebeat é adiada para 7 de junho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/live-comemorativa-pelos-30-anos-do-manguebeat-e-adiada-para-7-de-junho/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2022 23:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[A live “Manguebeat na era do 4.0: os 30 anos do Movimento Mangue”, que iria ao ar nesta terça (31 de maio), no canal que a Secult-PE e a Fundarpe mantêm no YouTube, precisou ser adiada para a próxima terça (7 de junho), pois um dos convidados não conseguiu acesso ao estúdio digital por dificuldades [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A live <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/secult-pe-debate-surgimento-do-movimento-manguebeat/" target="_blank"><strong>“Manguebeat na era do 4.0: os 30 anos do Movimento Mangue”</strong></a>, que iria ao ar nesta terça (31 de maio), no canal que a Secult-PE e a Fundarpe mantêm no YouTube, precisou ser adiada para a próxima terça (7 de junho), pois um dos convidados não conseguiu acesso ao estúdio digital por dificuldades técnicas ocasionadas por conta das chuvas que atingem o Recife nos últimos dias.</p>
<p>O programa Cultura em Rede trará os autores do manifesto “Caranguejos com Cérebro”, também conhecido como “Manifesto Mangue”, Fred Zero Quatro e Renato L, para uma conversa com a jornalista da Secult-PE, Michelle de Assumpção. O tema do debate são as mudanças tecnológicas das últimas décadas e a relação com o Manguebeat.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Live “Manguebeat na era 4.0: 30 anos depois”, com Fred Zero Quatro, Renato L e Michelle de Assumpção (mediação)<br />
Quando: 7 de junho de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>Live discute a titulação do bolo de noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/live-discute-a-titulacao-do-bolo-de-noiva-como-patrimonio-imaterial-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2022 18:25:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-05-at-10.51.46.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93490" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-05-at-10.51.46-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Nesta terça-feira (10), o programa Cultura em Rede, realizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), traz uma conversa sobre o bolo de noiva, iguaria pernambucana que está em processo para se tornar Patrimônio Imaterial de Pernambuco. A live vai ao ar às 19h, no canal que a Secult mantém no YouTube, com retransmissão no Facebook. Participam do bate-papo a chef, pesquisadora e professora do Senac, Cris Barros, e Marcelo Renan, historiador e coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. Media o debate a gastróloga, professora, pesquisadora e assessora de Gastronomia da Secult-PE, Ana Cláudia Frazão.</p>
<p>Por mais incrível que a pernambucana e o pernambucano possam achar, o bolo de noiva quase não ultrapassou os limites do estado. Só é encontrado aqui, mas há alguns raros casamentos em João Pessoa, capital da Paraíba, que traz a receita para o centro da festa, como é aqui em Pernambuco, onde o bolo de noiva é uma das “atrações” mais aguardadas nas festas de casamento.</p>
<p>Mas, e qual a importância de transformar o bolo de noiva em Patrimônio Imaterial do estado? “O reconhecimento de um patrimônio alimentar é a base da proteção e salvaguarda de diferentes saberes e dos elementos materiais associados à produção alimentar, assim como dos meios naturais de onde se extraem as matérias-primas; dos biomas que dão características ao sabores e dos meios socioculturais dos seus detentores. Esse ‘assentamento’ reforça e promove a cultura e os modos de viver de diferentes públicos que, historicamente, atuam em defesa desses saberes”, explica Ana Cláudia Frazão, que é autora da série de livros “Comedoria Popular”.</p>
<p><em>&#8220;Reconhecer os modos de fazer o Bolo de Noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco é salvaguardar um bem alimentar cultural único no país, valorizando e reconhecendo a comunidade produtiva das boleiras e boleiros que movimentam a economia no estado e repassam seus conhecimentos às novas gerações, perpetuando assim a preservação dos saberes tradicionais&#8221;</em>, defende Cris, que tem artigos sobre o tema e fez uma tese de mestrado com o título “A Educação Cultural A partir do Bolo de Noiva Pernambucano”.</p>
<p>Segundo Marcelo Renan, a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial recebeu depoimentos em áudio e vídeo de boleiras e boleiros de todo o estado e reuniu documentos que serão analisados pelo novo Secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto, para, daí, ser confirmada a abertura do processo de registro do Bolo de Noiva como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco.<em> “Após a abertura oficial do processo será iniciada a pesquisa para o mapeamento da comunidade produtora desse bem e a articulação no sentido de discutir os meios de salvaguarda dessas tradições a partir da política estadual de registro do Patrimônio Cultural Imaterial”</em>, explica Renan.</p>
<p>O Cultura em Rede é um programa cultural semanal, que vai ao ar todas as terças, às 19h, sempre trazendo assuntos culturais para o centro do debate.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Bolo de noiva, patrimônio gastronômico de Pernambuco”, com Cris Barros, Marcelo Renan e Ana Cláudia Frazão (mediação)<br />
Quando: 10 de maio de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Live aborda reconhecimento de artistas e fazedores de Cultura como trabalhadores</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/live-aborda-reconhecimento-de-artistas-e-fazedores-de-cultura-como-trabalhadores/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 16:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-28-at-17.11.04.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93287" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-28-at-17.11.04-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Primeiro de maio é o Dia do Trabalhador e, para marcar esta data, o programa Cultura em Rede, uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) debate sobre uma questão fundamental: o reconhecimento dos artistas e fazedores de Cultura como qualquer trabalhador, com direitos, lutas, rotinas, dificuldades, dedicação e a necessidade de estar sempre se reinventando, com muita criatividade, ainda mais em períodos de crises econômicas e pandemia.</p>
<p>A live acontece no canal da Secult-PE no Youtube e também no Facebook, com transmissão às 19h, na terça-feira (3). Para a conversa, foram convidados a cineasta Dea Ferraz, a atriz Olga Ferrario (ambas do Coletivo Gambiarra, que promove experimentações com as linguagens do cinema e do teatro) e Giordano Castro, ator e dramaturgo do grupo de teatro pernambucano Magiluth. A mediação fica a cargo de Ellen Meireles, produtora cultural e assessora da Gerência de Política Cultural da Secult-PE.</p>
<p><em>“Para muitas pessoas, ainda permanece a visão do artista como aquele ser agraciado, com dons quase sobrenaturais para os quais boletos não existem. Não faz parte do imaginário popular as inúmeras horas de estudo e dedicação de artistas, técnicos e demais profissionais dos campos das artes e da Cultura para a aprendizagem e aperfeiçoamento de seu ofício, de sua arte. Entender que artistas são trabalhadores tem como benefício direto a possibilidade de conquista de direitos por esses profissionais dentro da área na qual eles realmente executam suas atividades, a regulamentação de diversos ofícios e atividades e a possibilidade de saída da informalidade de muitos trabalhadores e trabalhadoras”</em>, diz Ellen Meireles. Ainda segundo a gestora, esse reconhecimento facilita a formulação de políticas públicas voltadas para o setor.</p>
<p><em>“A gente tem que ficar inventando, o tempo todo, fórmulas, não só de criar, mas também de como pagar as contas”</em>, afirma Dea Ferraz, premiada cineasta pernambucana, que, além de integrar o Coletivo Gambiarra (com Olga Ferrario, Claudio Ferrario e Hugo Coutinho) , faz doutorado e realiza projetos de cinema. Em sua obra, destacam-se os longas-metragens documentais Sete Corações (2014), Câmara de Espelhos (2016), Modo de Produção (2017) e Mateus (2018), que participaram de festivais importantes, como Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Janela Internacional de Cinema e Mostra Tiradentes. <em>“É uma sensação de cansaço muito grande, porque a gente está vivendo um tempo de muita insegurança, muita instabilidade e tá o tempo todo inventando projeto, lendo edital, procurando edital, se arriscando em edital porque edital é sempre uma aposta &#8211; a gente não sabe se ganha ou se não ganha &#8211; e é sempre muito difícil de ganhar”</em>, relata.</p>
<p>Olga Ferrario, também do Coletivo Gambiarra é trabalhadora da Cultura há muitos anos. <em>“Sou atriz e realizadora e meu trabalho sempre foi esse. Trabalho desde os 14 anos, quando comecei a fazer teatro profissionalmente e, desde então, toda minha relação com meu próprio sustento sempre foi na área da Cultura. Minha maior escola foi e continua sendo o teatro, linguagem na qual nunca deixo de visitar”</em>, relata ela, que tem experiências no audiovisual, tendo participado de filmes e séries para a TV, além de ser pesquisadora da linguagem do palhaço e da comicidade (Olga integra o elenco dos Doutores da Alegria). <em>“Graças ao nosso esforço e persistência em um pensamento de mover a economia criativa, conseguimos através da relação de bilheteria, continuar fazendo nosso trabalho e, depois, com os editais de auxílio aos artistas, como a Aldir Blanc, conseguimos continuar movendo”</em>, completa.</p>
<p>Giordano Castro também conta como, no Magiluth, transformaram a crise em atos de resistência e, na arte, resistência significa criar. <em>“O ‘Tudo o que coube numa VHS’ , que é um trabalho que abre as experiências sensoriais em confinamento, é um trabalho que surgiu pelo desespero e pela luta pela sobrevivência de um coletivo artístico”, analisa. Segundo ele, o trabalho do artista muitas vezes é burocrático, repetitivo, sem glamour, sem fim de semana, muito diferente do imaginário popular, que acha que artistas têm vidas de luxo. “Essa não é a realidade de 95% dos artistas do Brasil”</em>, diz ele. Além de Giordano, o Magiluth reúne Bruno Parmera, Erivaldo Oliveira, Lucas Torres, Mário Sergio Cabral e Pedro Wagner. Foi formado há 18 anos por alunos de Artes Cênicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e faz um teatro experimental. O Magiluth é apontado pela crítica e pela Imprensa como um dos grupos teatrais mais relevantes do país.</p>
<p>O programa Cultura em Rede vai ao ar todas as terças, às 19h, sempre trazendo temas culturais relevantes para a sociedade em geral.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Profissão: Artista”, com participação de Dea Ferraz, Olga Ferrário, Giordano Castro e Ellen Meireles (mediação)<br />
Quando: 3 de maio de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: www.youtube.com/SecultPE | www.facebook.com/culturape</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Festival Coco de Roda Zumbi Olinda será transmitido pelo YouTube</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-coco-de-roda-zumbi-olinda-sera-transmitido-pelo-youtube/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 18:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Coco de Roda Zumbi Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc em Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
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		<description><![CDATA[A 8ª edição do Festival Coco de Roda Zumbi Olinda, o mais importante evento fora do período de Carnaval, em Pernambuco, celebra a brincadeira da cultura popular do coco de roda e reverência a memória e à luta secular das mulheres negras palmarinas. A programação teve início neste último domingo (17) e segue até esta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_86946" aria-labelledby="figcaption_attachment_86946" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mãe-Beth-de-Oxum-FOTO-JAN-RIBEIRO-SECULT-PE-FUNDARPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-86946" alt="Jan Ribeiro Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mãe-Beth-de-Oxum-FOTO-JAN-RIBEIRO-SECULT-PE-FUNDARPE-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, Mãe Beth de Oxum é a anfitriã do evento</p></div>
<p>A 8ª edição do Festival Coco de Roda Zumbi Olinda, o mais importante evento fora do período de Carnaval, em Pernambuco, celebra a brincadeira da cultura popular do coco de roda e reverência a memória e à luta secular das mulheres negras palmarinas. A programação teve início neste último domingo (17) e segue até esta segunda-feira (18). As atrações serão transmitidas no canal do festival, no YouTube: <a href="https://www.youtube.com/c/COCODEUMBIGADA" target="_blank"><strong>www.youtube.com/c/COCODEUMBIGADA</strong></a>, sempre às 18h, com tradução da Língua Brasileira de Sinais (Libras). O evento conta com recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Em dois dias de festa, o público poderá curtir apresentações culturais de coco de roda, afoxé, maracatu de baque virado, entre outros ritmos. No domingo, o público confere aos shows de Afonjah, Coco de Umbigada, Isaar e Maracatu Estrela Brilhante do Recife. Na segunda-feira, último dia de festividade, sobem ao palco virtual, Coco Flor do Catemba, Afoxé Babá Orixalá Fun Fun, Buguinha Dub e DJ MK.</p>
<p><em>“O Festival é um espaço para reverenciarmos a importância das nossas companheiras que nos fizeram chegar até aqui. Não podemos esquecer que somos fruto da resistência e coragem de mulheres, como Dandara dos Palmares, Anastacia, Tereza de Benguela, Zeferina, Maria Felipa de Oliveira, Adelina Charuteira, entre outras. À elas, nossa gratidão, por terem colocado suas vidas e sangue, em razão da liberdade de todas nós, mulheres negras deste País, fazedoras de cultura”</em>, destaca a ialorixá e coordenadora do festival, Mãe Beth de Oxum, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Para Mãe Beth de Oxum, a realização do festival com o apoio da Lei Aldir Blanc foi fundamental na realização do objetivo do evento.<em> “Graças à LAB-PE, pudemos contribuir com os grupos e artistas da cadeia cultural da cultura popular, como artistas, grupos e técnicos. Isso é uma conquista importante para os movimentos culturais. É preciso mais políticas públicas culturais com este enfoque, para fomentarmos a arte, cultura e toda cadeira cultural”</em>, finaliza.</p>
<p><strong>:: Programação ::</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong> Domingo, 17 de abril</strong></span><br />
Afonjah<br />
Coco de Umbigada<br />
Isaar<br />
Maracatu Estrela Brilhante Recife</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira, 18 de abril</strong></span><br />
Coco Flor do Catemba<br />
Afoxé Babá Orixalá Fun fun<br />
Buguinha Dub<br />
DJ MK</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
8º Festival Coco de Roda Zumbi Olinda<br />
Quando: 17 e 18 de abril de 2022 (domingo e segunda-feira), às 18h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/c/COCODEUMBIGADA" target="_blank"><strong>www.youtube.com/c/COCODEUMBIGADA</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Secult-PE e Fundarpe transmitem a live “Abril Indígena: Arte e Resistência”</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 17:23:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[“Abril Indígena: Arte e Resistência”]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta terça-feira (19), às 19h, o programa Cultura em Rede, uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com transmissão ao vivo pelo Youtube e Facebook, traz uma conversa sobre arte e resistência neste Abril Indígena. Participam Ziel Karapotó, artista visual, performer, realizador [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-16-at-10.53.39.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92927" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-16-at-10.53.39-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Nesta terça-feira (19), às 19h, o programa Cultura em Rede, uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com transmissão ao vivo pelo Youtube e Facebook, traz uma conversa sobre arte e resistência neste Abril Indígena. Participam <strong>Ziel Karapotó</strong>, artista visual, performer, realizador audiovisual e arte-educador da comunidade Terra Nova (AL), e <strong>Kleber Xucuru</strong>, diretor, câmera, editor, roteirista e produtor do Coletivo Ororubá Filmes, de Pesqueira (PE).</p>
<p>A mediação é de <strong>Vincent Carelli</strong>, indigenista, cineasta e criador da escola de cinema Vídeo nas Aldeias, que formou inúmeros realizadores indígenas na Amazônia. Seus filmes, como a trilogia “Corumbiara” (2009), sobre o massacre de índios isolados, “Martírio” (2016), sobre o genocídio Guarani Kaiowa, e “Adeus Capitão” (2022), narram suas memórias de indigenista e cineasta. Este último participou do 27º Festival “É Tudo Verdade”, o mais importante no campo do documentário no Brasil.</p>
<p>Ziel Karapotó está no Reino Unido, à convite da Universidade de Manchester, para participar do Festival Latino Americano de Arte Antirracista e Decolonial. É de lá que o multiartista irá conversar sobre ser autor das próprias narrativas em contraste com as produções etnográficas e antropológicas e o desafio de estar inserido no campo das artes visuais e das artes plásticas. <em>“Em meus trabalhos, abordo questões sobre as configurações das identidades indígenas na contemporaneidade, em especial sobre as etnias no Nordeste brasileiro e os múltiplos contextos nos quais estão inseridos, consequentemente, sobre os problemas sociopolíticos que os atravessam. Acredito na arte, na ciência dos meus ancestrais e no meu corpo como ferramenta discursiva de resistência e força anticolonial”</em>, diz ele.</p>
<p>O Coletivo Ororubá Filmes, um dos cerca de oito grupos audiovisuais indígenas existentes em Pernambuco, nasceu no final de 2008, a partir de uma oficina de audiovisual articulada pelo Cacique Marquinhos Xucuru, liderança indígena de Pernambuco. Kleber Xucuru tem atuado enquanto pesquisador local da Fiocruz. Dia do índigena é todo dia, mas no dia 19 é <em>“aproveitado o espaço, porque aumenta a visibilidade e é oportunidade de quebrar a visão estereotipada, principalmente sobre os indígenas do Nordeste, que foram os primeiros a receber os impactos da invasão portuguesa”</em>, observa Kleber.<em> “O indígena pode estar onde quiser, sem perder as raízes. Utilizar o que temos de mais moderno das tecnologias para fortalecer o que temos de ancestralidade, nossa visão, nosso modo de vida e a defesa contra os diversos ataques, como os que estão tramitando no Congresso, feitos não só aos povos indígenas mas a todos os brasileiros, porque o dia de cuidar é agora”</em>, conclui o realizador.</p>
<p dir="ltr"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Abril Indígena</strong></span></p>
<p dir="ltr">O dia 19 de abril é celebrado oficialmente no Brasil como o “Dia do Índio&#8221;, instituído através de decreto-lei do presidente Getúlio Vargas em 1943. Essa data tem origem no Congresso Indigenista Interamericano, realizado em 1940 no México, com 55 delegações de todos os países das Américas, exceto Paraguai, Haiti e Canadá, e a participação de 47 representantes indígenas. O objetivo do encontro foi adotar resoluções para proteger os povos em seu territórios, como o &#8220;respeito à igualdade de direitos e oportunidades para todos os grupos da população da América&#8221;, &#8220;respeito por valores positivos de sua identidade histórica e cultural a fim de melhorar situação econômica&#8221;, &#8220;adoção do indigenismo como política de Estado&#8221;, e, por último, estabelecer &#8220;o Dia do Aborígene Americano em 19 de abril&#8221;.</p>
<p dir="ltr">Abril, no entanto, a partir desta data comemorativa, foi ressignificado como “Abril Indígena” pelos movimentos dos povos indígenas, que vêm promovendo, há  18 anos, um acampamento em Brasília &#8211; Acampamento Terra Livre. Com o tema “Retomando o Brasil: Demarcar Territórios e Aldear a Política”, o evento convocado pela APIB &#8211; Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e suas organizações regionais, reuniu mais de 8 mil lideranças de 200 povos indígenas de todas as regiões do Brasil entre os dias 4 e 14 de abril, em protesto contra votação de projetos que violam os direitos dos povos originários, como o Projeto de Lei 191/2020, que abre as terras indígenas para a mineração, e que têm sido pautados em quantidade e velocidades ímpares pelo Congresso Nacional e o Governo Federal.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Abril Indígena: Arte e Resistência”, com participações de Ziel Karapotó, Kleber Xukuru e Vincent Carelli (mediação)<br />
Quando: 19 de abril de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/SecultPE</a></strong> | <strong><a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank">www.facebook.com/culturape</a></strong></p>
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		<title>Mostra Mundaú de Canções reúne artistas do Agreste para uma série lives</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 16:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agendada para acontecer entre os dias 7 e e 17 de abril, a segunda edição da Mostra Mundaú de Canções (MoMu) vai reunir, ao longo dos próximos dias, vários artistas para celebrar a produção musical contemporânea do Agreste. São mais de 30 artistas entre cantores, compositores, poetas e músicos, trazendo para o palco suas narrativas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/IMG_6596-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92868" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/IMG_6596-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Agendada para acontecer entre os dias 7 e e 17 de abril, a segunda edição da Mostra Mundaú de Canções (MoMu) vai reunir, ao longo dos próximos dias, vários artistas para celebrar a produção musical contemporânea do Agreste. São mais de 30 artistas entre cantores, compositores, poetas e músicos, trazendo para o palco suas narrativas e vozes sobre o seu lugar.</p>
<p>A programação do evento, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, vai ser exibida gratuitamente pelo canal do espaço cultural Aldeia Tear, no YouTube: <a href="https://www.youtube.com/channel/UC2_Hzz9ISpj1lplv3h8izUw" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UC2_Hzz9ISpj1lplv3h8izUw</strong></a>.</p>
<p>Entre as atrações confirmadas, estão: Gabi da Pele Preta, Isabela Moraes, Riah, Rogéria Dera, Neto Sales, Agda, Pierre Tenório, Biriguy, Bella Kahun, Ciel, Adalberto, Rogério Diniz, Gido Silva, Thera Blue, Álefe Passarin, Nathalia Tenório, Cesar Monteiro, Graça Nascimento, Jr Black e Revoredo, que também assina a curadoria e produção musical da MoMu.</p>
<p>Idealizada e produzida pelo Coletivo Tear, a Mostra Mundaú de Canções (MoMu) trouxe também uma etapa formativa, que contou com quatro oficinas presenciais e três mesas virtuais de bate-papos sobre composição, com a participação de artistas nacionais já consagrados. Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/aldeiatear/" target="_blank"><strong>@aldeiatear</strong></a>.</p>
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		<title>Quilombo de Águas Claras promove edição virtual da Festa da Consciência Negra</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 15:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Festa da Consciência Negra]]></category>
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		<description><![CDATA[Realizada desde 2009 no Quilombo de Águas Claras, em Triunfo &#8211; PE, a Festa da Consciência Negra é um evento tradicional, que surgiu como um ato simbólico em comemoração pelo reconhecimento de Águas Claras como localidade remanescente de quilombola, registrada oficialmente pela Fundação Palmares, Neste ano, o evento ganhou uma edição virtual e, em parceria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/foto-Guilherme-Guache.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-92855" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/foto-Guilherme-Guache.jpg" width="450" height="300" /></a></p>
<p>Realizada desde 2009 no Quilombo de Águas Claras, em Triunfo &#8211; PE, a Festa da Consciência Negra é um evento tradicional, que surgiu como um ato simbólico em comemoração pelo reconhecimento de Águas Claras como localidade remanescente de quilombola, registrada oficialmente pela Fundação Palmares, Neste ano, o evento ganhou uma edição virtual e, em parceria com a Fundação Cultural Ambrosino Martins, terá a festividade exibida nesta sexta (15), no canal do quilombo no YouTube (<strong><a href="http://bit.ly/quiloaguasclaras" target="_blank">bit.ly/quiloaguasclaras</a></strong>). O projeto conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>A programação da edição especial conta com uma diversidade musical, artística e gastronômica. Entre as atrações, estão os Bacamarteiros João Ferreira Moreno, os grupos Só Triscando, Raízes do Quilombo Livramento, Raios de Sol, Tradição Quilombola, além do encontro de emboladores. A festa, gravada em 26 de março, contou também o tradicional munguzá salgado e angu, comidas típicas da comunidade local. A edição especial marca o retorno da festa do Quilombo de Águas Claras, suspensa desde o início da pandemia de Covid-19.</p>
<p>A realização da festa tem a proposta de trazer à memória a consciência negra, contar a história do quilombo, fomentando a cultura, saberes e tradições populares<em>. “A execução do evento foi mais uma vez de suma importância e este ano, com uma intensidade maior, com o apoio da Lei Aldir Blanc, que vem fortalecer e valorizar o que temos de mais rico em nossa comunidade: a resistência diante de todo o contexto que já enfrentamos. Seguimos lutando e resistindo até hoje. Esta realização só fortalece as nossas tradições que vêm sendo mantidas vivas, através dos resgates das raízes culturais e da tomada de consciência histórica de como o racismo permeia a formação da sociedade brasileira. Esta edição especial, marca o crescimento da Festa da Consciência Negra de Águas Claras e o fortalecimento das nossas vivências”</em>, destaca Vanilma Cavalcante, coordenadora da Festa da Consciência Negra, produtora cultural e agricultora, residente da Comunidade de Remanescentes Quilombolas Águas Claras.</p>
<p>Além da programação musical e gastronômica, a 13ª Festa da Consciência Negra de Águas Claras contou com atividade de formação gratuita através das oficinas de dança com Helaynne Sampaio e de percussão com Gabriela Sampaio, ambas do Afoxé Oyá Alaxé. As aulas foram ministradas para alunos da rede pública de ensino das escolas Águas Claras e Milton Pessoa. A proposta foi incentivar e expandir a cultura popular da comunidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre o Quilombo de Águas Claras</strong></span><br />
Localizado a 12km da cidade de Triunfo &#8211; PE, o Quilombo de Águas Claras foi habitado em 1850, com a chegada dos primeiros moradores. As casas foram construídas de taipa e pedras, utilizadas nas estradas, muros e cercas. Ainda hoje é possível encontrar moradias feitas de pedras, a exemplo, a casa de S. Anísio, morador mais antigo da comunidade. O nome ‘Águas Claras’ se refere a pequenas poças de água cristalina que existem no território, que nunca secou. A história do quilombo foi registrada em 2006, através de moradores mais velhos. Em 2008, o Quilombo de Águas Claras foi certificado como remanescente de quilombo pela Fundação Cultural Palmares.</p>
<p>Atualmente, 50 famílias moram em Águas Claras e 80% dos habitantes se reconhecem como pessoas pretas. Além da agricultura familiar, existe também a produção de artesanato, doces e licores. Na parte musical, o quilombo se destaca com o coco de roda, expressão popular que vem sendo repassada para as gerações futuras. A festividade, que acontece no mês de novembro, é símbolo de resistência e virou tradição na cidade de Triunfo. Enaltece o legado da história, da cultura, dos saberes e de tradições ancestrais, promovendo a sensibilização da população local pela importância e busca da conscientização da igualdade racial e equidade de gêneros na cidade.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Festa da Consciência Negra de Águas Claras &#8211; edição especial<br />
Lançamento no YouTube: 15 de abril (bit.ly/quiloaguasclaras)<br />
Gratuito</p>
<p>Siga o Quilombo de Águas Claras nas redes sociais:<br />
Instagram: <a href="https://www.instagram.com/quilomboaguasclaras/" target="_blank"><strong>@quilomboaguasclaras</strong></a><br />
Facebook:<strong> <a href="http://facebook.com/quilombodeaguasclaras" target="_blank">facebook.com/quilombodeaguasclaras</a></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Grupo &#8220;A Cocada do Amaro Branco&#8221; promove festival on-line de coco de roda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-a-cocada-do-amaro-branco-promove-festival-on-line-de-coco-de-roda/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Apr 2022 23:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 1ª edição do festival “Celebração: se tem coco, tem Cocada!” chega para reverenciar, difundir e preservar as manifestações do tradicional coco de roda, contando com shows e participações de 18 grupos de coco de Pernambuco e também de outros estados do Nordeste. O evento é idealizado e promovido pelo grupo A Cocada, que tem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92627" aria-labelledby="figcaption_attachment_92627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/A-Cocada-grupo-anfitrião-do-festival-Celebração-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-92627" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/A-Cocada-grupo-anfitrião-do-festival-Celebração-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Cocada é o grupo anfitrião do evento</p></div>
<p>A 1ª edição do festival “Celebração: se tem coco, tem Cocada!” chega para reverenciar, difundir e preservar as manifestações do tradicional coco de roda, contando com shows e participações de 18 grupos de coco de Pernambuco e também de outros estados do Nordeste. O evento é idealizado e promovido pelo grupo A Cocada, que tem a comunidade do Amaro Branco como berço e celeiro do coco de roda de Olinda-PE, e acontece entre os dias 14 e 17 de abril (quinta e sexta-feira, a partir das 18h30h; sábado e domingo a partir das 16h30h). O acesso é gratuito pelo canal do grupo A Cocada no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCRAL1ADoFTLF7tzFavP57-w" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCRAL1ADoFTLF7tzFavP57-w</strong></a>). O projeto conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>A programação dos quatro dias de festividade contemplará também rodas de conversa sobre produção cultural e cultura popular, além de sessões de cineclube com a exibição de uma série de curtas-metragens. O festival foi gravado no Teatro Fernando Santa Cruz, que fica dentro do Mercado Eufrásio Barbosa, e toda a transmissão terá acessibilidade através de legendas e intérprete de libras.</p>
<p>Mãe Beth de Oxum, Ialorixá e Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, está na linha curatorial do evento ao lado de Wellington Felipe, coordenador e produtor do grupo A Cocada, e Felipe França, coordenador-geral e produtor executivo do festival. Confira a programação completa:</p>
<p><strong>:: Festival Celebração: se tem coco, tem Cocada! ::</strong></p>
<p><strong>Quinta – 14/04/2022</strong><br />
18h30- Sessão de cineclube + roda de conversa<br />
19h20 – Arnaldo do Coco &#8211; PE<br />
20h – Coco das Mulheres &#8211; PE<br />
20h40 – Samba de Coco Xener de Jurema &#8211; PE<br />
21h20 – Mestra Ana Lúcia &#8211; PE</p>
<p><strong>Sexta – 15/04/2022</strong><br />
18h30- Sessão de cineclube + roda de conversa<br />
19h20 – Coco Popular de Aliança &#8211; PE<br />
20h – Mestres do Coco Pernambucano &#8211; PE<br />
20h40 – Coco de Pneu &#8211; PE<br />
21h20 – Coco de Umbigada &#8211; PE</p>
<p><strong>Sábado – 16/04/2022</strong><br />
16h30 &#8211; Sessão de cineclube + roda de conversa<br />
17h20 – Samba de Coco Toypé do Ororubá &#8211; PE<br />
18h – Coqueiro Alto &#8211; PB<br />
18h40 – Coco de Seu Mané &#8211; PE<br />
19h20 – Bongar &#8211; PE</p>
<p><strong>Domingo – 17/04/2022</strong><br />
16h30 &#8211; Sessão de cineclube + roda de conversa<br />
17h20 – Coco de Seu Vira/Coco Pisado das Alagoas – PE/AL<br />
18h – Coco Zambê de Gameleira/Grupo Herdeiros de Zumbi -RN<br />
18h40 – Dona Glorinha &#8211; PE<br />
19h20 – A Cocada &#8211; PE</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
1ª edição do festival “Celebração: se tem coco, tem cocada!”<br />
Quando: 14 a 17 de abril de 2022 (quinta-feira a domingo)<br />
Transmissão pelo canal do grupo A Cocada no Youtube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCRAL1ADoFTLF7tzFavP57-w" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCRAL1ADoFTLF7tzFavP57-w</strong></a>)<br />
Acesso: gratuito e livre ao público de todas as idades<br />
Acessibilidade: legendas e intérprete de libras</p>
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		<title>Secult promove encontros sobre o preenchimento dos relatórios de execução dos projetos LAB-PE</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 18:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) realiza, nos próximos dias 7 e 8 de abril (quinta e sexta-feira), mais uma série de Encontros LAB-PE. Desta vez, a pauta girará em torno dos relatórios de execução que os proponentes deverão entregar na conclusão dos projetos selecionados pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco. Ao todo, serão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-04-at-11.19.22.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92524" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-04-at-11.19.22-272x486.jpeg" width="272" height="486" /></a></p>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) realiza, nos próximos dias 7 e 8 de abril (quinta e sexta-feira), mais uma série de Encontros LAB-PE. Desta vez, a pauta girará em torno dos relatórios de execução que os proponentes deverão entregar na conclusão dos projetos selecionados pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Ao todo, serão três encontros, com transmissão ao vivo no canal da Secult-PE/Fundarpe no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>):</p>
<p><strong>- 7 de abril</strong> (quinta-feira), às 10h &#8211; preenchimento do relatório de execução dos editais &#8220;Criação, Difusão e Fruição&#8221; e &#8220;Formação e Pesquisa&#8221;; com mediação de Andreza Portella e Flávio Barbosa;</p>
<p><strong>- 8 de abril</strong> (sexta-feira), às 9h &#8211; preenchimento do relatório de execução do edital &#8220;Festivais, Mostras e Celebrações&#8221;; com mediação de Ellen Meireles;</p>
<p>-<strong> 8 de abril</strong> (sexta-feira), às 11h &#8211; preenchimento do relatório de execução do edital &#8220;Registro Audiovisual de Saberes Tradicionais e da Cultura Popular&#8221;; com mediação de Luciana Poncioni.</p>
<p>Não há necessidade de inscrição prévia e, durante a apresentação on-line dos relatórios que deverão ser preenchidos diretamente pelos proponentes na plataforma do Mapa Cultural de Pernambuco, será possível tirar dúvidas no chat.</p>
<p><em>&#8220;As perguntas serão respondidas ao vivo pelos coordenadores dos editais. Assim que a reunião for encerrada, os formulários ficarão disponíveis no Mapa Cultural&#8221;</em>, adianta Ellen Meireles, responsável pelo gerenciamento do edital &#8220;Festivais, Mostras e Celebrações&#8221;. Quem não puder acompanhar a programação ao vivo, a Secult-PE/Fundarpe vai garantir que os conteúdos abordados no canal do YouTube ficarão disponíveis para consulta posterior.</p>
<p>Vale destacar que as lives são voltadas para os proponentes que tiveram projetos aprovados na última edição da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p><strong>ENCONTRO -</strong> A iniciativa é mais uma ação da Secult-PE no sentido de prestar assistência ao público em geral e aos municípios sobre a Lei Aldir Blanc. Ao longo de 2020 e 2021, foram realizados dezenas de encontros virtuais, que reuniram milhares de participantes, entre artistas, fazedores de cultura e gestores municipais.</p>
<p>Dúvidas e outros esclarecimentos podem ser obtidos por meio do WhatsApp <strong>(81) 3184-3018</strong>. Para mais informações, acesse: <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/leialdirblanc" target="_blank"><strong>www.cultura.pe.gov.br/leialdirblanc</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Encontros LAB PE &#8211; Preenchimento dos relatórios de execução<br />
Quando: quinta-feira (7), às 10h; sexta-feira (8), às 9h e às 11h<br />
Transmissão pelo canal do Youtube da Secult-PE/Fundarpe (<a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>)<br />
Acesso livre</p>
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