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	<title>Portal Cultura PE &#187; transmissão</title>
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		<title>TVPE exibe série documental &#8220;Na Ponta da Língua&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2022 14:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os episódios da série &#8220;Na Ponta da Língua&#8221;, que documenta histórias de personalidades da culinária do Sertão do São Francisco, vão ser exibidos para todo o estado de Pernambuco, com transmissão toda terça-feira, a partir das 20h, nos canais da TVPE, na televisão e na internet. A estreia foi nesta última terça-feira (3). Com entrevistas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_93392" aria-labelledby="figcaption_attachment_93392" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Rodrigues/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Foto_Camila-Rodrigues__105.jpg"><img class="size-medium wp-image-93392" alt="Camila Rodrigues/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/Foto_Camila-Rodrigues__105-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A série documenta histórias de personalidades da culinária do Sertão do São Francisco</p></div>
<p>Os episódios da série &#8220;Na Ponta da Língua&#8221;, que documenta histórias de personalidades da culinária do Sertão do São Francisco, vão ser exibidos para todo o estado de Pernambuco, com transmissão toda terça-feira, a partir das 20h, nos canais da TVPE, na televisão e na internet. A estreia foi nesta última terça-feira (3).</p>
<p>Com entrevistas e receitas especiais, Na Ponta da Língua nos leva para conhecer um pouco da cena gastronômica dessa região conhecida por ser banhada pelo Rio São Francisco e conversar com seus chefs de cozinha. <em>“Levar as histórias dessas pessoas, o conhecimento que elas têm e a gastronomia regional é uma experiência incrível. Ter a oportunidade de apresentar tudo isso para o estado, através da TV Pernambuco, é muito gratificante. Agora, não só quem mora no Sertão vai poder conhecer mais sobre a gastronomia do Vale do São Francisco, que já é referência para outras regiões”</em>, comenta Ana Carla Nunes, que assina a direção.</p>
<p>Todo conteúdo tem classificação indicativa livre e conta com a tradução em Libras como instrumento de acessibilidade comunicacional. A série é feita pela Pipa Produções em parceria com a Abajur Soluções e o Portal Culturama. <em>“Construímos esse projeto com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, contando com um recurso para uma produção simples, mas a empolgação foi tamanha que resultou nessa série que agora chega às telas de TV. Esse espaço na TV Pernambuco é também de valorização das nossas produções culturais do interior”</em>, conta Adriano Alves, roteirista e apresentador.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Série &#8220;Na Ponta da Língua&#8221;<br />
Toda terça, às 20h<br />
Canais Digitais: Recife – 46.1, Caruaru – 12.1 e Petrolina – 13.1<br />
Site: <a href="https://tvpe.tv/" target="_blank"><strong>tvpe.tv</strong></a></p>
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		<title>Protagonismo feminino no circo em Pernambuco é tema de live da Secult-PE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/protagonismo-feminino-no-circo-em-pernambuco-e-tema-de-live-da-secult-pe-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2022 20:09:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagine se mudar de 15 em 15 dias. Morar num trailer. Nascer, crescer, parir no circo. Cuidar dos filhos, dos netos, e, ainda assim, estar no centro do picadeiro, gerenciando tudo. Treinar artistas, ficar atenta ao caixa, se preocupar até com a batata frita e a maçã do amor que serão vendidas nos dias de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-17-at-12.45.18-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91943" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-17-at-12.45.18-1-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Imagine se mudar de 15 em 15 dias. Morar num trailer. Nascer, crescer, parir no circo. Cuidar dos filhos, dos netos, e, ainda assim, estar no centro do picadeiro, gerenciando tudo. Treinar artistas, ficar atenta ao caixa, se preocupar até com a batata frita e a maçã do amor que serão vendidas nos dias de espetáculo. “Quem nasce no circo não tem casa, não tira férias, trabalha 365 dias, mas por amor”, diz <strong>Tita Alves</strong>, que comanda o Circo Alves e marcará presença, na próxima terça-feira (22), a partir das 19h, na <em>live</em><strong> “Mulheres circenses no centro do picadeiro”</strong>. A iniciativa integra as atividades do webprograma &#8220;Cultura em Rede, que vai ao ar semanalmente no Youtube e no Facebook da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE). Participam também da conversa, <strong>Fátima Pontes</strong>, coordenadora da Escola Pernambucana de Circo, e <strong>Jorge Clésio</strong>, assessor de Artes Circenses da Secult-PE. O Dia do Circo é comemorado em 27 de março.</p>
<p>O universo do circo, com toda alegria, ludicidade e diversão, não é diferente da sociedade na qual está inserido. Lidar com machismo e misoginia faz parte da vida das mulheres circenses. <em>“Somos artistas, com valores diferentes, mas tem muito preconceito. A moça do circo era mais zelada, não podia sair, ter amigos, conversar com rapazes”</em>, diz Tita, que faz parte da quarta geração de circenses da família. Segundo ela, a situação não mudou muito, não. <em>“Todo lugar que a gente chega é estranho: não pode sair sozinha, com roupa curta”, fala. “As pessoas que têm preconceito são burras, pois julgam coisas que não conhecem”</em>, costuma dizer.</p>
<p>Para Fátima, que é produtora cultural e conselheira titular de circo no Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC/PE), a luta das mulheres do circo não é diferente da luta de todas as mulheres. <em>“A gente tem que estar o tempo todo atenta e isso é muito desgastante. É muito complicado porque é um desgaste físico, emocional, mas estamos na luta. Acho que a situação da mulher no circo tem mudado um pouco nessa nova realidade que a gente vem tentando ser mais empoderada mesmo”</em>.</p>
<p>Segundo Fátima, na maioria dos circos, inclusive nos itinerantes, as mulheres estão à frente do negócio, às vezes, dividindo o gerenciamento com algum homem da família. <em>“Elas são parte fundamental da manutenção do circo. É uma luta sempre porque a gente sabe que o ambiente do circo sempre foi muito machista. Como inserir as mulheres no espetáculos, na montagem, nos números&#8230; Sempre foi muito difícil para os homens entenderem que as mulheres têm a mesma força, a mesma qualidade, o mesmo desenvolvimento no trabalho. Elas sempre eram jogadas para cuidar da família, para fazer os números como partner. Mas acho que isso tá mudando”</em>, acredita Fátima, que tem Tita como suplente no CEPC/PE . <em>&#8220;Acho que foi uma vitória ter duas mulheres no Conselho de Política Cultural”</em>, comemora.</p>
<p>Para Jorge Clésio, que, além de gestor público, também é artista e professor de teatro, as mulheres são as verdadeiras protagonistas, tanto nos circos, quanto nos espaços formativos e independentes. <em>“A rotina da mulher circense, às vezes, se transforma em três ações: a mãe, que cuida dos filhos e da casa; a administradora/ensaiadora e a artista que vai se apresentar profissionalmente no picadeiro. Muitas vezes, não são devidamente reconhecidas por estas funções e nem ocupam o lugar de destaque merecido. Porém, estamos em tempos de superação, e são as mulheres quem tem trazido as melhores experiências de solidariedade, união, colaboração e de fortalecimento da própria identidade de mulher circense. Nossa batalha é fortalecer essa luta e que esse real protagonismo expanda-se ainda mais, não apenas no circo, mas em todas as expressões artísticas e sociais”</em>, completa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Mulheres circenses no centro do picadeiro”, com Tita Alves, Fátima Pontes e Jorge Clésio<br />
Quando: 22 de março de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão:<strong> <a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/SecultPE&amp;source=gmail&amp;ust=1647633074484000&amp;usg=AOvVaw1xqMr7QzNTbJ3nwmh4fqL5">www.youtube.com/SecultPE</a></strong> | <strong><a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/culturape&amp;source=gmail&amp;ust=1647633074484000&amp;usg=AOvVaw1ztrlN7G00Lzoc-3YJdO2V">www.facebook.com/culturape</a></strong></p>
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		<title>Festival Palhaçada é Coisa Séria será transmitido pelo YouTube</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2022 09:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Sítio Minadouro, na Ingazeira, município do Sertão do Pajeú/Pernambuco, promove entre os dias 25 e 27 de março a segunda edição do Festival Palhaçada é Coisa Séria. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o evento contará neste ano com transmissão on-line pelo canal do YouTube &#8220;No meu terreiro tem arte&#8221;. Serão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Rais-foto-Divulgação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91895" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/Rais-foto-Divulgação-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Sítio Minadouro, na Ingazeira, município do Sertão do Pajeú/Pernambuco, promove entre os dias 25 e 27 de março a segunda edição do Festival Palhaçada é Coisa Séria. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o evento contará neste ano com transmissão on-line pelo <a href="https://www.youtube.com/channel/UCh9ah-JlWclC1Ou7LOweYvQ" target="_blank"><strong>canal do YouTube &#8220;No meu terreiro tem arte&#8221;</strong></a>. Serão exibidos seis apresentações, duas oficinas, seis curtas-metragens e uma roda de conversa.</p>
<p>A curadoria do evento é de Odilia Nunes, palhaça há 16 anos e coordenadora-geral do projeto No meu terreiro tem arte. Sua experiência como brincante e participante de festivais de palhaçaria traz a bagagem necessária para entender as especificidades de um festival de comicidade. No 2º Festival Palhaçada é Coisa Séria, Odilia conta com a parceria de Cia Solar, produtora, atriz e escritora do Sertão do Pajeú, com experiência na produção de eventos que enalteçam artistas independentes do sertão e das periferias metropolitanas com poucas oportunidades na divulgação de suas produções artísticas autorais.</p>
<p>Formação – Na programação, haverá ainda as oficinas de figurino &#8220;Trocando a Pele&#8221;, com Fabiana Pirro, nos dias 21, 22 e 23 de março; e &#8220;O que uma palhaça pode te ensinar&#8221;, com Ana Flávia, no dia 24 de março. Essa última é voltada para professores da rede municipal de Ingazeira. Ambas realizadas pelo aplicativo Zoom. As inscrições para as oficinas podem ser feitas por meio dos formulários disponíveis no link: <strong><a href="https://linkr.bio/nomeuterreirotemarteoficial" target="_blank">linkr.bio/nomeuterreirotemarteoficial</a></strong>. Mais informações pelo perfil do evento no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/nomeuterreirotemarteoficial/" target="_blank"><strong>@nomeuterreirotemarteoficial</strong></a>.</p>
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		<title>Claudionor Germano e Valéria Moraes falam de frevo e genialidade em live da Secult</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 19:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/live.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91019" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/live-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O Frevo comemora, em 2022, 10 anos do título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, concedido pela Unesco em 2012. Para chegar a este reconhecimento, muitos nomes da cultura pernambucana dedicaram boa parte da vida para criar, com muita genialidade, letras, composições e até inventar um estilo próprio de cantar, como foi o caso de Claudionor Germano. O cantor, junto com Valéria Moraes, neta de um dos maiores compositores e regentes de bloco que o Recife já viu, Edgard Moraes, participam de <em>live</em> produzida pela Secretaria de Cultura de Pernambuco. O programa Cultura em Rede vai ao ar nesta terça-feira (15), às 19h, no canal da Secult-PE no Youtube  (<strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/SecultPE</a></strong>) e também no Facebook (<a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a>). Para mediar a conversa, foi convidado Marco Cézar, mestre em música, compositor, arranjador, professor do Conservatório Pernambucano de Música, instrumentista e diretor musical.</p>
<p>Na<em> live</em>, intitulada “O tema é frevo e genialidade”, serão reverenciados nomes que fizeram do frevo essa grande expressão popular. Claudionor Germano, que neste ano completa 90 anos de vida e 75 de carreira, começou a trajetória como cantor de rádio. Foi o primeiro artista a gravar um disco só com músicas de Carnaval. Animava foliões em bailes carnavalescos na década de 1950. Nos anos 80, comandava a Frevioca. Participou de nada menos que 52 bailes municipais. É considerado a “Voz do Frevo”. <em>“Sinto-me feliz em ver o tempo passar e eu cumprindo meu dever de cidadão abraçando o frevo como causa de vivência e satisfação de vida. Meu trabalho foi feito com carinho, com amor e com responsabilidade, sobretudo”</em>, diz ele.</p>
<p>Valéria Moraes, produtora artística do Coral Edgar Moraes, que completa 35 anos em 2022, vem representando o avô, que nos deixou em 1974. Seu legado permanece: foram quase 100 frevos dos mais variados estilos. Autodidata, se inspirou no irmão, Raul Moraes, que também era músico e compositor e que faleceu precocemente. Edgard tem mais de 100 frevos entre frevos de bloco, de rua e frevos-canção. <em>“Era considerado o General 5 Estrelas da Folia, porque ele gostava muito de Carnaval. Era o ‘general’ que comandava toda essa trupe na época de Carnaval”</em>, conta Valéria. O coral carrega o DNA de Edgar Moraes, pois as participantes são todas filhas, netas, sobrinhas e bisnetas deste grande ícone do frevo, que participou, como regente, de alguns dos mais famosos blocos de Carnaval do Recife, como Madeira do Rosarinho, Inocentes de São José, Banhistas do Pina e Batutas de São José.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “O tema é frevo e genialidade”, com a participação de Claudionor Germano e Valéria Moraes e mediação de  Marco Cézar<br />
Quando: 15 de fevereiro de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/SecultPE</a></strong> | <a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>TV Pernambuco transmite o Festival de Ciranda do Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/tv-pernambuco-transmite-o-festival-de-ciranda-do-recife/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 18:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após quase quarenta anos, o Festival de Ciranda do Recife volta com força total. A festa, tradicional no calendário cultural da capital pernambucana, que por muitos anos aconteceu no Pátio de São Pedro, no Recife, agora, se concentra em novos espaços. Nesta edição, os amantes da cultura popular, em qualquer parte do mundo, vão poder [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89997" aria-labelledby="figcaption_attachment_89997" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Figueiroa/Secut-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/irmas-baracho-foto-beto-figueiroa-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-89997" alt="Beto Figueiroa/Secut-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/irmas-baracho-foto-beto-figueiroa-secult-pe-fundarpe-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">As irmãs Baracho são uma das atrações do evento</p></div>
<p>Após quase quarenta anos, o Festival de Ciranda do Recife volta com força total. A festa, tradicional no calendário cultural da capital pernambucana, que por muitos anos aconteceu no Pátio de São Pedro, no Recife, agora, se concentra em novos espaços. Nesta edição, os amantes da cultura popular, em qualquer parte do mundo, vão poder prestigiar a dança, a poesia, o ritmo e a musicalidade da Ciranda, por meio da internet, rádio e televisão. O evento começa neste domingo (19) e segue até o dia (22). Serão quatro dias de programação, e mais de 20 cirandeiros, de diferentes regiões e gerações do estado, animando o público.</p>
<p>O Festival de Ciranda do Recife tem como proposta exaltar a nova geração de Mestres e Mestras, que vêm preservando esta importante tradição de cultura popular do país. Além disso, tem como proposta festejar a conquista recente de ser consagrado Patrimônio Imaterial do Brasil. A estreia dos shows acontece neste domingo (19) e segue até o dia (22), sempre a partir das 20h, por meio do canal da Associação das Cirandas de Pernambuco, no Youtube.</p>
<p>Fazem parte da programação nomes como, as mestras: Dulce Baracho e Severina Baracho (Abreu e Lima), filhas de um importante ícone da ciranda pernambucana, o Mestre Baracho, natural do Município de Nazaré da Mata. Também integram a grade artística, Cristina Andrade (Recife), Elisete Souza (Cabo de Santo Agostinho), Margareth Laurindo (Goiana).</p>
<p>Entre os artistas regionais, os mestres: João Limoeiro (Carpina), Zé Dias (Lagoa do Itaenga), Josivaldo Caboclo (Lagoa do Itaenga), Sérgio da Imperial (Recife), Hamilton Filho (Recife), Mestre Bi (Nazaré da Mata), Anderson Miguel (Nazaré da Mata), Ricco Serafim (Cabo de Santo Agostinho), Canarinho (Aliança), Noé (Surubim), Adiel Luna (Carpina), Edmilson João (Lagoa do Itaenga), Natal (Lagoa do Itaenga).</p>
<p><strong>TV PERNAMBUCO -</strong> O Festival Ciranda do Recife também vai contar com exibições na televisão. A TV Pernambuco, emissora pública do Estado, vai levar para os lares de todos os pernambucanos, todo o colorido, arte e cultura da ciranda. Na TV, o telespectador vai acompanhar os shows em dois dias. No sábado, 25 ( Dia de Natal), e também no dia 1º de janeiro de 2022, na chegada do Ano-novo, a partir das 20h. A TVPE está disponível em sinal digital no Recife e Região Metropolitana, pelo canal 46.1, em Caruaru, pelo canal 12.1. Já em Petrolina, pelo 13.1.</p>
<p><strong>FREI CANECA -</strong> A mesma programação será transmitida pela Rádio Frei Caneca FM, emissora pública do Recife. A ideia é sintonizar os ouvintes no clima da festa, que reúne importantes nomes da Ciranda pernambucana. Para acompanhar a programação no rádio, é preciso sintonizar a frequência: (101.5 FM). Os shows também vão ser transmitidos online, no aplicativo e site da rádio: <a href="http://www.freicanecafm.org/" target="_blank"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a>.</p>
<p><strong>NOVA PROPOSTA -</strong> Historicamente, o Festival Ciranda sempre foi realizado no Pátio de São Pedro, bairro de Santo Antônio, no Recife. Entretanto, em virtude do risco de aglomeração e contágio pelo novo coronavírus, será realizado de forma on-line. A apresentação dos artistas será realizada na Casa da Cultura da Cidade do Recife, com a participação do Som na Rural, um equipamento que vem ao longo dos anos se dedicando a divulgação da ciranda. O incentivo para essa ação é do Sistema de Incentivo à Cultura, da Prefeitura do Recife, por meio da Fundação de Cultura da Cidade do Recife. Não há presença de público em virtude das regras sanitárias.</p>
<p>O projeto conta com produção musical: Buguinha Dub, Maciel Salú e Henrique Albino; produtores executivos: Joana D’Arc Ribeiro, Ricco Serafim e Josivaldo Caboclo; proponente e coordenação geral: Hamilton Filho; Gravações e edições de vídeos: Nilton Pereira; assessoria de imprensa: Salatiel Cícero e Hamilton Neto; um seleto grupo de músicos da região da mata norte e agreste, experientes com a musicalidade da cultura popular pernambucana.</p>
<p>Segundo levantamento, apurado nos registros da imprensa, a última vez do Festival de Ciranda, no Recife, aconteceu em 1986. À época, foi festejado a 12ª edição. Quase quatro décadas depois, não foram encontradas mais informações sobre o evento na mídia.</p>
<p>A programação está sendo divulgada nos canais oficiais do festival na internet: Instagram e Youtube.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Festival de Ciranda do Recife, com transmissão pela internet, rádio e televisão<br />
Quando: 19 a 22 de dezembro<br />
Onde: Youtube &#8211; Associação de Cirandas de Pernambuco (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCoaSC-m1JmRYl9LlAVRBbSA/featured" target="_blank"><strong>https://www.youtube.com/channel/UCoaSC-m1JmRYl9LlAVRBbSA/featured</strong></a>)</p>
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		<title>Em live da Secult-PE, Cristina Andrade e Velho Xaveco falam sobre a tradição do Pastoril</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Dec 2021 18:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Carmem Lélis]]></category>
		<category><![CDATA[mestra Cristina Andrade]]></category>
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		<category><![CDATA[pastoril Estrela Brilhante de Água Fria]]></category>
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		<category><![CDATA[Velho Xaveco]]></category>
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		<description><![CDATA[Natal sem pastoril é quase como Carnaval sem frevo. Alguém já assistiu algum neste ano? O folguedo tem origem ibérica, a partir das encenações da Igreja em seus processos de catequese. E, assim, o folguedo chega ao Brasil, através do teatro ensinado pelos jesuítas aos povos indígenas, para que compreendessem e gostassem da religião cristã. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-15-at-19.09.52.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89993" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/WhatsApp-Image-2021-12-15-at-19.09.52-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Natal sem pastoril é quase como Carnaval sem frevo. Alguém já assistiu algum neste ano? O folguedo tem origem ibérica, a partir das encenações da Igreja em seus processos de catequese. E, assim, o folguedo chega ao Brasil, através do teatro ensinado pelos jesuítas aos povos indígenas, para que compreendessem e gostassem da religião cristã. Antes encenado nas igrejas, o pastoril transformou-se basicamente em apresentações musicais, que são chamadas de jornadas.</p>
<p>Algumas estruturas foram mantidas ao longo dos séculos, como a divisão do grupo em dois cordões: o encarnado e o azul, cada qual com suas mestras e contramestras. Existe ainda a Diana que, ao centro e vestida com as duas cores, mantém o equilíbrio da disputa. É uma dança basicamente feminina, com outros personagens que representam as figuras que participaram do nascimento do menino Jesus: pastoras, anjo, cigana, estrela, borboleta etc.</p>
<p>As cores vermelho e azul do pastoril representam a disputa entre cristãos e mouros, fazendo uma referência às lutas travadas na Península Ibérica, pela conversão dos infiéis à Religião Católica. As jornadas falam do nascimento de Jesus, do significado do Natal e de algumas personagens. Geralmente são apresentadas em três ritmos diferentes: marchinha, maxixe e valsinha. O vestuário das pastoras é composto de saias e coletes bordados, blusas brancas, meiões e sapatilhas; na cabeça, usam tiaras com flores, fitas ou pedras decorativas. Nas mãos, geralmente trazem pandeiros ou maracás.</p>
<p>O espetáculo é acompanhado por instrumentos de percussão: surdo, tarol, saxofone, violão, zabumba e pandeiro. Hoje, devido ao alto custo cobrado pelas orquestras, muitos grupos se apresentam ao som mecânico. No Recife, existem diversos grupos de pastoril espalhados em comunidades como Pina, Ibura, Brasília Teimosa, Água Fria, Monteiro, Cordeiro, entre outras localidades, além de numerosos grupos formados pelas escolas das redes pública e privada do Recife e Região Metropolitana.</p>
<p>Carmem Lélis, historiadora e pesquisadora da Fundação de Cultura do Recife e da Secretaria de Cultura do Recife, é autora do livro “Caminheiros do sem fim, Jornadas do sentir”, que trata das relações da religiosidade e da fé, das festas pagãs que celebravam a natividade, e ainda dos brinquedos e brincantes populares de Pernambuco, como fandango, queima da lapinha, cavalo marinho, auto de Natal do boi, reisado, guerreiros e pastoril.</p>
<p><em>“Apesar de ser disseminado a partir da igreja, o pastoril se desenvolve no litoral e nas cidades. É um brinquedo urbano. Atualmente Pernambuco e Recife são que mantêm, de forma vigorosa, esse brinquedo”</em>, diz Carmem. A pesquisadora irá mediar uma live, nesta terça-feira (21), às 19h, no canal do Youtube da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE). Os convidados são a mestra Cristina Andrade, responsável pelo pastoril Estrela Brilhante de Água Fria, e o Velho Xaveco, o mais antigo velho do chamado pastoril profano. Ambos são titulados Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p><em>“O pastoril religioso não se modifica tanto (com o passar do tempo). Vai perdendo algumas características em função das mudanças do tempo, da inserção de outras mídias e outros atrativos. No pastoril profano, a chegada dos programas de auditório vai minguando sua atuação. No pastoril religioso, deixa de ser encenação, de estar presente no adro das igrejas e se inserindo nos autos natalinos, pelas professoras que criam nas escolas ou nas comunidades. A parte de encenação morre e fica a musicalidade e a dança. Até hoje, todos os pastoris que conheço cantam as jornadas antigas, alguns têm jornadas autorais e a musicalidade vai sofrendo alterações”</em>, conta Lélis.</p>
<p>Aos 71 anos de idade, com mais de 50 anos de ciranda, a mestra cirandeira e carnavalesca Cristina Andrade é reconhecida como uma grande liderança dos folguedos e coleciona prêmios ao longo de uma vida dedicada à cultura. No ano de 2008, além de ser homenageada no ciclo natalino da cidade do Recife, lançou o CD Pastoril Estrela do Oriente, primeiro da família e também uma forma de homenagear a matriarca, Dona Dengosa.</p>
<p>Aos 86 anos, o pernambucano de Bezerros Antônio Coutinho é o Velho Xaveco, personagem que criou em 1978, sendo portanto o mais antigo velho de pastoril profano que se tem notícias. Antônio Coutinho teve influências dos Velhos Faceta, Futrica e Canela Seca. O Velho Faceta teve sucesso de repercussão nacional como o primeiro velho de pastoril a gravar um disco, com uma música que até hoje é sucesso na boca do povo: “Papai eu quero me casar”. Já o Velho Xaveco divulgou o pastoril profano em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, sendo considerado fundamental no surgimento de novos velhos de Pastoril, como Veí Lumbrigueta e Velho Cafuné.</p>
<p><em>“O pastoril é de muita necessidade, é quando se fala do nascimento de Jesus. Hoje, a boa vontade de muita gente que tem pastoril é se organizar cada vez mais. É algo maravilhoso, que não se pode perder”, diz a mestra Cristina. Ela defende que o pastoril se mantenha como uma tradição sem muitas novidades. “As jornadas do meu pastoril são as tradicionais. Tem que falar do São José, da borboleta. Meu pastoril é tradicional, de pandeiro, de meia, de Diana, de cordão vermelho e encarnado, e as jornadas são tradicionais, de autoria desconhecida”</em>, diz Cristina.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “O simbolismo do Azul e Encarnado no Pastoril”<br />
Quando: 21 de dezembro de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>Sob o tema “Design, Regeneração e Futuros”, Input Criativo realiza segunda edição</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2021 19:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Design Regeneração e Futuros]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_88979" aria-labelledby="figcaption_attachment_88979" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Cecilia-da-Rocha-Pessoa-curadora.jpg"><img class="size-medium wp-image-88979" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Cecilia-da-Rocha-Pessoa-curadora-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cecília Pessoa é uma das curadoras do evento, que contará com programação inteiramente virtual</p></div>
<p>Com a temática “Design, Regeneração e Futuros”, o Input Criativo realiza sua segunda edição nos dias 11 e 12 de novembro (quinta e sexta-feira), das 17h às 21h, com transmissões gratuitas através do YouTube da Ceça &#8211; Laboratório Colaborativo (<a href="https://www.youtube.com/CECALaboratorioColaborativo" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CECALaboratorioColaborativo</strong></a>). O evento, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, apresenta palestras e estudos de casos, com a participação de convidados nacionais e internacionais, em torno de experiências que lançam novos olhares sobre a sociedade e a forma como se cria, produz e consome.</p>
<p>A busca por soluções para o presente e o futuro, tendo o design como um dos vetores de transformação, tem norteado o Input Criativo desde sua primeira edição, realizada presencialmente na cidade de Caruaru, em 2018. Para 2021, essas diretrizes que norteiam os trabalhos de Arthur Braga e Cecília Pessôa, curadores do projeto, são mantidas, assim como o princípio da colaboração a partir de redes criativas entre as pessoas, estimulando o convívio e a criatividade.</p>
<p>Nesta nova edição, serão discutidas iniciativas pautadas na cultura regenerativa, na qual diferentes setores e cadeias produtivas da sociedade se engajam para promover o reequilíbrio entre a natureza e os seres humanos através de processos restaurativos. Essas diretrizes se mostram ainda mais pertinentes diante das mudanças nas dinâmicas sociais desde 2020, com a eclosão da pandemia de covid-19, além dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, fruto de uma relação predatória com a natureza.</p>
<p><em>“Nosso intuito é sermos mais do que um seminário. Partimos de um viés colaborativo, que pensa a inovação social a partir da valorização do ser humano, com atenção para os envolvidos em todas as etapas das cadeias produtivas. Queremos mostrar que esses assuntos não são apenas uma utopia e que também geram ações práticas já existentes, pautadas em perspectivas de futuros”</em>, explica Cecília Pessôa.</p>
<p>Entre os convidados da edição 2021 do Input Criativo estão a professora de Design da Universidade Federal de Pernambuco Maria Cristina Ibarra e o arquiteto e urbanista Caio Vassão, cuja pesquisa gira em torno de metadesign, redes e ecossistemas humanos; arquitetura móvel, arte contemporânea, design de interação e de interfaces.</p>
<p>Um dos destaques da programação será a participação de Agustina Comas, uruguaia radicada no Brasil que trabalha em sua marca o conceito de upcycling, reaproveitando resíduos da indústria têxtil para criar suas peças de roupa, também compartilha suas experiências no evento. Encerrando o ciclo de palestras, o argentino Christian Ullmann, consultor em design, inovação e gestão para a criação e desenvolvimento de novos produtos, completa o time de palestrantes.</p>
<p>Também como parte da programação, ocorrem dois estudos de caso de experiências sediadas em Pernambuco: “Agrodóia, agricultura familiar e meliponicultura”, sobre a associação que regenera ecossistemas rurais, e “Mulheres do Pólo”, sobre a produção feminina no setor têxtil do Agreste do estado.</p>
<p><em>“O sentido principal do evento é evidenciar o design como um aliado do processo de regeneração da vida no nosso planeta, da recuperação dos nossos ecossistemas e da construção de novas práticas, mais inclusivas, dinâmicas, e em rede. O diálogo nos permite alinhavar diferentes reflexões nas quais temos que nos atentar, como o consumo desenfreado, a geração de resíduos, o aquecimento global e as respostas dadas pela natureza diante desses grandes impactos. Estamos falando em regeneração para que a gente possa construir novas possibilidades de futuros, onde a humanidade ainda consiga estar presente no nosso planeta”</em>, enfatiza Arthur. Braga.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre o Input Criativo</strong></span><br />
Criado em 2018, o Input Criativo é um evento de Design pensado não só para profissionais e pesquisadores da área, mas também para promover o diálogo com agentes de diferentes campos. Em sua primeira edição, teve como tema “Design, Colaboração e Futuros” e levou a Caruaru, no Agreste de Pernambuco, nomes como Ezio Manzini, professor titular de Design no Politécnico de Milão (Itália), Carlo Franzato, professor da Unisinos (RS), e Carla Cipolla, docente na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Desde então, tem mapeado e estimulado a criação de novas redes colaborativas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação</strong></span></p>
<p><strong>11 de novembro (quinta-feira)</strong><br />
17h às 18h – Palestra com Maria Cristina Ibarra<br />
18h30 às 19h30 – Estudo de caso – Agrodóia: Agricultura familiar e Meliponicultura, com Silvanete e Vilmar Lermen.<br />
20h às 21h – Palestra com Caio Vassão.</p>
<p><strong>12 de novembro (sexta-feira)</strong><br />
17h às 18h – Palestra com Agustina Comas<br />
18h30 às 19h30 – Estudo de caso: Mulheres do Pólo<br />
20h às 21h – Palestra com Christian Ullmann</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Input Criativo 2021 &#8211; Design, Regeneração e Futuros<br />
Dias 11 e 12 de Novembro, das 17h às 21h<br />
Transmissão no canal do Youtube da CEÇA &#8211; Laboratório Colaborativo (<a href="https://www.youtube.com/CECALaboratorioColaborativo" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CECALaboratorioColaborativo</strong></a>)<br />
Mais informações nas redes sociais do evento: <a href="https://www.instagram.com/inputcriativo/" target="_blank"><strong>@inputcriativo</strong></a> <a href="https://www.instagram.com/ceca.cc/" target="_blank"><strong>@ceca.cc</strong></a></p>
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		<title>Teatro Bissexto faz temporada virtual do espetáculo &#8220;Ubu Rei ou A Revolta dos Coadjuvantes&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 17:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o grupo Teatro Bissexto transmite, a partir desta sexta-feira (15), às 20h, o espetáculo &#8220;Ubu Rei ou A Revolta dos Coadjuvantes&#8221;, no YouTube. Cheia de humor e surrealismo, a peça é uma adaptação da obra de Alfred Jarry, Ubu Rei, de 1896, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/Ubu-Rei-171.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-88716" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/Ubu-Rei-171-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o grupo <a href="https://www.instagram.com/teatrobissexto/" target="_blank"><strong>Teatro Bissexto</strong></a> transmite, a partir desta sexta-feira (15), às 20h, o espetáculo &#8220;Ubu Rei ou A Revolta dos Coadjuvantes&#8221;, no YouTube. Cheia de humor e surrealismo, a peça é uma adaptação da obra de Alfred Jarry, Ubu Rei, de 1896, e traz como personagem principal o Pai Ubu, um covarde egoico que, influenciado por sua mulher preguiçosa e despótica, tenta usurpar o reino de Alíquota assassinando seu monarca. A discussão dos sistemas de poderes e suas engrenagens norteia &#8220;Ubu Rei ou A Revolta dos Coadjuvantes&#8221;, porém com um viés mais sarcástico e iconoclasta.</p>
<p>A montagem estreou em 2018, como um trabalho de conclusão do Curso de Interpretação para Teatro do Sesc (Santo Amaro), e foi encenada em alguns festivais de teatro locais. Contemplada pelo Funcultura, a montagem cumpriria temporada em espaços físicos da cidade do Recife (teatros e centros culturais) no ano seguinte. Mas, com a pandemia de Covid-19, o espetáculo precisou ser transposto para o ambiente virtual e, agora, estreia na plataforma virtual Zoom e Youtube, com uma nova configuração e possibilidades de relação com o público, sob a direção de Carlos Lima e produção de Camila Mendes. A peça será transmitida nos dias 15, 16, 17, 22, 23, 24, 29, 30 e 31 de outubro, às 20h, no YouTube. Nos dias 23 e 24, haverá sessões com acessibilidade comunicacional. Para garantir os ingressos virtuais, que custam R$ 10 (meia-entrada) e 20 (inteira), basta acessar o formulário disponível <a href="https://docs.google.com/forms/d/1ZfNTBUe3lHyxz8ZU59tIFGXftFA28ACuVv5Y6SCDMLM/viewform?edit_requested=true" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> ou no perfil do Instagram <a href="https://www.instagram.com/teatrobissexto/" target="_blank"><strong>@teatrobissexto</strong></a>.</p>
<p>A linguagem do espetáculo, com base na pesquisa sobre o bufão, propõe uma relação constante com a plateia, em que o estado de jogo é o principal motor na condução da narrativa. As atrizes e atores se colocam em cena como bufões parodiando todos os personagens e situações, não só presentes no texto do autor francês, mas também em nossa realidade de isolamento, virtualidade, crise sanitária e política. Saiba mais no perfil do Instagram <a href="https://www.instagram.com/teatrobissexto/" target="_blank"><strong>@teatrobissexto</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Transmissão do espetáculo &#8220;Ubu Rei ou A Revolta dos Coadjuvantes&#8221;<br />
Quando: 15, 16, 17, 22, 23*, 24*, 29, 30 e 31 de outubro, às 20h<br />
Ingressos: R$ 10 (meia-entrada), R$ 20 (inteira)<br />
Reservas pelo link na bio do perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/teatrobissexto/" target="_blank"><strong>@teatrobissexto</strong></a><br />
*sessões com acessibilidade</p>
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		<title>Cia. Trapiá de Dança exibe as montagens “O homem de sambaqui” e “Chegança” no YouTube</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Oct 2021 10:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[30 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Chegança]]></category>
		<category><![CDATA[Cia Trapiá de Dança]]></category>
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		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[A Cia. Trapiá de Dança celebra seus 30 anos de existência com uma temporada on-line especial do seu mais recente espetáculo, “O homem de sambaqui”, e ainda “Chegança”, montagem de 1991. Surgida em 1989, com remanescentes do Balé Popular do Recife, o grupo vem mantendo-se ativo, e nesta temporada virtual, ainda vai promover alguns bate-papos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-11.57.27-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-88431" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-11.57.27-1-607x401.jpeg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>A Cia. Trapiá de Dança celebra seus 30 anos de existência com uma temporada on-line especial do seu mais recente espetáculo, “O homem de sambaqui”, e ainda “Chegança”, montagem de 1991. Surgida em 1989, com remanescentes do Balé Popular do Recife, o grupo vem mantendo-se ativo, e nesta temporada virtual, ainda vai promover alguns bate-papos na plataforma Instagram (<a href="https://www.instagram.com/ciatrapiadedanca/" target="_blank"><strong>@ciatrapiadedanca</strong></a>), com os artistas envolvidos nas obras, no intuito de fomentar a pesquisa dos criadores da dança que investem na cultura popular como matriz criativa.</p>
<p>A temporada inicia-se nesta segunda-feira (4) e segue até o próximo dia 10 de outubro (domingo). Em “O homem de sambaqui” o público poderá conferir uma montagem inspirada nas danças primitivas, expressas nas pinturas rupestres dos sítios arqueológicos, e da busca da representação da essência de um dançar genuinamente pernambucano. Qual seria a constituição, a gênese da identidade cultural do povo de Pernambuco, o que nos faz tão singulares na nossa diversidade? Neste espetáculo, estreado no ano de 2017, de maneira totalmente independente, a companhia Trapiá conta a história dessa tribo imaginária, desde o nascimento, passando pelo cotidiano e as conexões com o presente e o futuro desse homem pernambucano pré-histórico.</p>
<p>Com coreografias que enfatizam os traços ameríndios e os ritmos africanos, “O homem de sambaqui”, traz a força e alegria dos autos e folguedos da cultura popular pernambucana para a cena, num enredo simples e, ao mesmo tempo, diversificado. Uma obra que retrata tempo e trajetória.</p>
<p>Completando a mostra especial, “Chegança”, primeiro espetáculo do grupo, de 1991, também será exibida. A obra, que foi remontada especialmente para esta temporada comemorativa, mostra a base da pesquisa de linguagem da companhia, reunindo alguns dos principais ritmos da cultura popular nordestina.</p>
<p>Como o nome do grupo sugere, a companhia atravessa o tempo resistindo em meio a falta de incentivo à cultura popular. Trapiá é um nome indígena de uma fruta típica da vegetação subtropical, encontrada na aridez da caatinga, por causa da sua capacidade de sobreviver à seca. A árvore de trapiá consegue manter a folhagem densa e verde, mesmo sem chuvas, por até seis meses. Inspirado na força e na capacidade de resistência desse fruto, a Companhia Trapiá desenvolve um trabalho de preservação e divulgação da cultura popular nordestina, por meio de suas danças tradicionais.</p>
<p>Para ampliar ainda mais o contato do público ao conteúdo da temporada, o grupo Trapiá vai disponibilizar intérprete em Libras e mobilizar pessoas surdas para assistirem as obras, num movimento de incentivo e fomento ao acesso democrático a cultura. Além das sessões acessíveis, os debates entre artistas e público no Instagram, vão possibilitar discussão sobre o processo criativo e a realidade da dança popular e seus sujeitos em Pernambuco e no Brasil.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Temporada virtual 30 anos da Cia. Trapiá de Dança<br />
Quando: 4 a 10 de outubro de 2021 (de segunda-feira a domingo)<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/channel/UC-V7hm45z50ND6zY_fAGXaA/featured" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UC-V7hm45z50ND6zY_fAGXaA/featured</strong></a></p>
<p>Lives com integrantes<br />
Quando: 9 e 10 de outubro de 2021 (sábado e domingo), às 20h<br />
Transmissão pelo Instagram do grupo: <a href="https://www.instagram.com/ciatrapiadedanca/" target="_blank"><strong>@ciatrapiadedanca</strong></a></p>
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		<title>Secult-PE inicia as comemorações do Bicentenário da Independência com live</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 18:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-08.36.28.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-88389" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-09-29-at-08.36.28-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) dá início, nesta terça-feira (5), às comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil com a realização do webprograma Cultura em Rede em seu canal que mantém no Youtube. A <em>live</em> “Pernambuco na vanguarda da Independência do Brasil: Junta Governativa de Goiana” será transmitida às 19h, no canal  <a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>. Os convidados para o debate são os professores de História, Júlia Ribeiro, que faz parte do projeto História ao Ar Livre, e George Cabral, presidente do Instituto Histórico de Olinda (IHO) e membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).</p>
<p><em>&#8220;Pernambuco foi essencial para a Independência do Brasil. Desde a Revolução de 1817, a capitania de Pernambuco, que era a mais rica do país, já demonstrava sua capacidade revolucionária. Quase um ano antes de ser declarada a Independência do Brasil do Reino de Portugal, Pernambuco se tornaria a primeira província independente com a criação da Junta Governativa de Goiana e a assinatura da Convenção de Beberibe. O movimento é considerado o prelúdio da Independência do Brasil. A rendição das tropas portuguesas foi assinada em 5 de outubro, exatamente há 200 anos do dia em que a live irá ao ar”</em>, diz o secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, que é o mediador da conversa.</p>
<p>A Revolução Pernambucana foi o único movimento que saiu do âmbito conspiratório durante o período da dominação portuguesa e alcançou de fato a tomada de poder. A repressão foi violenta, e Portugal conseguiu mitigar o movimento. Apenas alguns anos depois, em agosto de 1821, começou um novo movimento armado contra o governo do capitão general Luís do Rego Barreto (nomeado por Dom João VI para reprimir a Revolução de 1817).</p>
<p>O general foi nomeado governador da província logo depois da derrota do movimento revolucionário, em julho de 1817, tendo ficado no poder até 1821, quando foi formada a Junta Governativa Pernambucana, ou Junta de Goiana, que foi responsável pela queda do então governador e também pela expulsão dos exércitos portugueses do território pernambucano, através de sua rendição com a assinatura da Convenção de Beberibe. Como resultado, Pernambuco se tornou a primeira província brasileira a se separar do Reino Português.</p>
<p><em>&#8220;Pernambuco sempre teve um protagonismo e um pioneirismo quando a gente fala na questão da Independência. 1817 deixou isso bem claro, mas o projeto de 1817 era um projeto local, não era uma ideia de uma Independência do Brasil. O pioneirismo da Independência de 1821, alguns meses antes do grito do Ipiranga e da oficialização da Independência no Rio de Janeiro, teve um papel muito importante. Dom Pedro I ter a adesão de Pernambuco no projeto de Independência era essencial para que outras províncias, distantes do Rio de Janeiro, também aderissem à Independência proposta pelo Rio de Janeiro”</em>, explica Júlia.</p>
<p>“Para entender o que foi a Convenção de Beberibe, temos que recordar que, em 29 de agosto de 1821, começou, em Goiana, um movimento armado que queria pressionar o governador português, que ainda mandava em Pernambuco, a obedecer as normas que vieram das cortes constitucionais de Lisboa determinando que cada província elegesse o seu governo em moldes constitucionais, eleitos pelos cidadãos locais. O governador português que mandava em Pernambuco se recusou a cumprir essa ordem porque a tensão política em Pernambuco era muito grande, desde a repressão de 1817. Depois de muita resistência dele, estourou esse movimento armado em Goiana, que avançou sobre Olinda e Recife e forçou o governador a assinar um tratado, que é a Convenção de Beberibe, através da qual ele se comprometia a deixar a província de Pernambuco e a retirar as tropas portuguesas que ainda estavam aqui”, detalha George Cabral.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Webprograma “Cultura em Rede”</strong></span><br />
Realizado pelo Núcleo Digital da Secretaria de Cultura de Pernambuco, o webprograma Cultura em Rede traz, sempre às terças-feiras, às 19h, debates sobre temas relevantes da cultura pernambucana e nacional. A<em> live</em> vai ao ar tanto no canal da Secult-PE no YouTube ( <a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>), quanto no Facebook (<a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a>). Os programas ficam gravados e podem ser acessados a qualquer momento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live: <em></em>“Pernambuco na vanguarda da Independência do Brasil: Junta Governativa de Goiana”, com com Gilberto Freyre Neto, Júlia Ribeiro e George Cabral<br />
Quando: 5 de outubro de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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