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	<title>Portal Cultura PE &#187; Tribo de Jah</title>
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		<title>Reggae, rap e rock nacional se reúnem no palco Pernambuco Meu País em Pesqueira</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 09:58:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A segunda noite do Festival Pernambuco Meu País, em Pesqueira, Agreste do Estado, apresentou uma curadoria especial voltada para fãs do reggae, do rap e do rock nacional. Neste sábado (3), o evento, promovido pelo Governo de Pernambuco, teve no palco Pernambuco Meu País, localizado na Praça Dom José Lopes, nomes como a banda recifense [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111620" aria-labelledby="figcaption_attachment_111620" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Palco-Pernambuco-Meu-País-em-Pesqueira_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-111620" alt="Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Palco-Pernambuco-Meu-País-em-Pesqueira_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pesqueira compareceu com muita gente no palco Pernambuco Meu País neste sábado (3)</p></div>
<p>A segunda noite do <a href="https://www.instagram.com/festivalpernambucomeupais/" target="_blank"><strong>Festival Pernambuco Meu País</strong></a>, em Pesqueira, Agreste do Estado, apresentou uma curadoria especial voltada para fãs do reggae, do rap e do rock nacional. Neste sábado (3), o evento, promovido pelo Governo de Pernambuco, teve no palco Pernambuco Meu País, localizado na Praça Dom José Lopes, nomes como a banda recifense N’Zambi, os maranhenses da Tribo de Jah, e os cariocas Gabriel O Pensador e Marcelo Falcão, numa grande celebração de atrações que fizeram e fazem história na música nacional há décadas.</p>
<p>A N&#8217;Zambi, uma das bandas de reggae mais antigas em atividade do Recife, com 22 anos de história, recentemente lançou nas plataformas de streaming o EP Frevo Reggado, uma mescla de ritmos tradicionais do frevo com cantores consagrados da MPB. Em Pesqueira, o grupo teve a oportunidade de apresentar este novo trabalho para um público mais distante da capital pernambucana.</p>
<div id="attachment_111619" aria-labelledby="figcaption_attachment_111619" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/NZambi_Palco-Pernambuco-Meu-País-em-Pesqueira_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-111619" alt="Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/NZambi_Palco-Pernambuco-Meu-País-em-Pesqueira_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com 22 anos de história, a N&#8217;Zambi apresentou seu novo trabalho em Pesqueira, o Frevo Reggado</p></div>
<p>&#8220;A gente está voltando à Pesqueira depois de alguns anos e participar deste festival, com uma estrutura como a que foi oferecida, é muito bom. Estávamos na mesma grade com nomes muito fortes nacionalmente, e para nós, é uma gratidão imensa. Com um evento deste porte a gente percebe como é fundamental que os artistas e músicos tenham a chance de levar para cidades do interior o que está acontecendo em todo o estado&#8221;, opinou George de Souza, vocalista do grupo.</p>
<p>Em atividade deste 1986, a Tribo de Jah, de São Luiz do Maranhão, por sua vez, é uma das precursoras do gênero reggae no Brasil e, em Pernambuco, conta com um de seus públicos mais fiéis de todo o Brasil. Para Fauzi Beydoun, vocalista da banda, não é à toa que o povo pernambucano de fato vive uma nação quando o assunto é cultura.</p>
<div id="attachment_111621" aria-labelledby="figcaption_attachment_111621" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Tribo-de-Jah_Palco-Pernambuco-Meu-País-em-Pesqueira_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-111621" alt="Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Tribo-de-Jah_Palco-Pernambuco-Meu-País-em-Pesqueira_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das precursoras do reggae nacional, Tribo de Jah fez a festa do público em Pesqueira</p></div>
<p>&#8220;Aqui é um dos estados brasileiros com uma das expressões culturais mais exuberantes, com frevo, maracatu e baião, entre outros. Isso é um esplendor cultural. E acho uma iniciativa pública importante um festival como este porque a arte é um produto caro. Por exemplo, a pessoa que mora na periferia ter acesso a um evento deste porte é quase impossível. Acho que você acaba promovendo, de alguma forma, a inclusão cultural e social por meio da música&#8221;, destacou.</p>
<p>O rapper carioca Gabriel O Pensador também fez história no Festival Pernambuco Meu País com um show repleto dos seus hits mais conhecidos, como Maresia e 2345meia78, além de uma homenagem que fez a Chico Science e Nação Zumbi com direito a entrar no meio da galera para cantar junto aos fãs.</p>
<div id="attachment_111617" aria-labelledby="figcaption_attachment_111617" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Gabriel-O-Pensador_Palco-Pernambuco-Meu-País-em-Pesqueira_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-111617" alt="Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Gabriel-O-Pensador_Palco-Pernambuco-Meu-País-em-Pesqueira_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com fãs de várias gerações, Gabriel O Pensador fez a galera agitar com um repertório formado por hits da carreira</p></div>
<p>&#8220;O festival é uma iniciativa muito boa neste sentido de levar artistas para cidades do interior, com entrada franca, alcançando um público de várias gerações. Isso tem acontecido com a minha música, uma renovação de plateia, com a molecada nova do TikTok, mas também com os fãs mais antigos que chegam a trazer disco de vinil para autografar. Isso me deixa muito feliz&#8221;, celebrou o artista.</p>
<p>Nome que fechou a noite do Pernambuco Meu País em Pesqueira, neste sábado (3), o também carioca Marcelo Falcão agitou o público com clássicos da carreira, como Lado A Lado B, Reza Vela e Pescador de Ilusões, entre outras.</p>
<div id="attachment_111618" aria-labelledby="figcaption_attachment_111618" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Marcelo-Falcão_Palco-Pernambuco-Meu-País-em-Pesqueira_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-111618" alt="Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Marcelo-Falcão_Palco-Pernambuco-Meu-País-em-Pesqueira_Foto-de-Juana-Carvalho_Secult-PE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor carioca Marcelo Falcão encerrou a noite deste sábado (3) em Pesqueira</p></div>
<p>&#8220;Meu sentimento é de gratidão porque aqui me sinto em casa, num berço de cultura e acolhido por várias pessoas, amigos artistas e músicos, e fico muito feliz e honrado toda vez que venho para cá. Sou fã do manguebeat, e se apaixonar por uma outra história, que não é aquela que faz parte do seu berço, é algo que me deixa feliz sempre&#8221;, comentou Marcelo Falcão após a apresentação.<b> </b></p>
<p><b>PERNAMBUCO MEU PAÍS</b> – Realizado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o festival tem o objetivo de promover a conexão de linguagens artísticas pernambucanas e nacionais e apresentar à população do estado e turistas, de forma lúdica e comunicativa, uma conexão entre as regiões, cidades, identidades, gêneros, conceitos artísticos e dinâmicas do fazer de um povo que, historicamente, tem sua cultura como parte da identidade de estado-país.</p>
<p>Para mais informações, acesse <b><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/festivalpernambucomeupais">www.cultura.pe.gov.br/festivalpernambucomeupais</a></b> ou a conta no Instagram <b><a href="https://www.instagram.com/festivalpernambucomeupais/">@festivalpernambucomeupais</a></b>.</p>
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		<title>Centro de Pesqueira vive noite musical ao som de muito reggae neste sábado</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Aug 2024 04:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111589" aria-labelledby="figcaption_attachment_111589" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-03-at-23.27.01.jpeg"><img class="size-medium wp-image-111589" alt="Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-03-at-23.27.01-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Shows de reggae aconteceram na noite deste sábado (3)</p></div>
<p dir="ltr">A “pedida” da noite deste sábado (3), no Festival Pernambuco Meu País, foi o reggae. Com shows da Banda N’zambi, Tribo de Jah, Gabriel O Pensador e Marcelo Falcão, a Praça Dom José Lopes, na regiã vo central de Pesqueira, agitou o público ao som de muita música e animação.</p>
<p dir="ltr">Nascida no bairro da Várzea, na Zona Oeste do Recife, a Banda N’zambi, primeira a se apresentar, se destaca no cenário musical em razão de suas composições. O baterista Paulo Ricardo (Baba) avaliou a experiência. “Foi muito massa a nossa participação no Festival Pernambuco Meu País. Gratidão total. Foi emocionante demais”, disse.</p>
<p dir="ltr">Segunda atração a subir ao palco nesta noite, Tribo de Jah está prestes a completar quatro décadas de história no cenário musical com marcas de resistência. Integrante da banda, o músico, cantor, compositor e radialista Fauzi Beydoun, que esteve pela primeira vez em Pesqueira, apontou a realização do show como uma das formas de democratizar o acesso público em meio à cultura.</p>
<p dir="ltr">“A gente tem sentido essa conexão com a galera e é muito bacana isso. Quando o poder público democratiza o acesso ao público, é muito positivo. Eu vejo isso como um gesto inclusivo, tanto de forma social quanto cultural. O Brasil é muito grande e Pernambuco é uma nação, com uma cultura muito rica. Nós temos que cultivar mais a nossa grandeza”, frisou o artista.</p>
<p dir="ltr">Gabriel O Pensador é considerado o primeiro a difundir o estilo musical na língua portuguesa ao público em massa, e atualmente soma milhões de cópias de músicas vendidas. Além dos palcos, ele também se entrega ao cenário literário, sendo autor de cinco obras e uma peça teatral chamada “Um Garoto Chamado Rorbeto”. Foi com este último trabalho, aliás, que ele recebeu o prêmio Jabuti pela categoria “melhor livro infantil”.</p>
<p dir="ltr">Em Pesqueira, ele destacou as diferentes gerações em uma mesma plateia. “O Festival Pernambuco Meu País abrange várias cidades e eu gosto muito de vir para cá. É um público de várias gerações, tem a molecada nova e também os mais antigos que trazem até o disco de vinil. É uma energia que passam para a gente, e eu curto cada detalhe do show. A gente veio para cá para celebrar a música e a cultura”, salientou.</p>
<p dir="ltr">Quem encerrou a noite de reggae do Festival Pernambuco Meu País em Pesqueira foi Marcelo Falcão, cuja sintonia com a música acontece desde a fase da infância, após ter ganho um violão de seu pai.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Rock, reggae e ritmos pernambucanos embalam penúltima noite do palco Zé da Macuca</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jul 2023 15:45:09 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A penúltima noite do palco Zé da Macuca foi de vibrações positivas, ao som do rock, reggae e toda uma mistura de tradições musicais pernambucanas populares e contemporâneas!</p>
<p>A noite foi aberta pelo rock de Dani Carmesim, pernambucana, umas das principais vozes do ritmo atualmente em Pernambuco. Em seguida, foi a vez de Rogério e os Cabra, grupo garanhuense que pega sonoridades tradicionais locais e faz uma mistura única, com versos que exaltam elementos como a agricultura familiar, a gastronomia local e elementos culturais regionais e globais. Rogério fez questão de ressaltar quão importante era tocar “no quintal de casa” durante o show, homenageado também Gonzaga de Garanhuns, utilizando no palco um chapéu dado de presente pelo mestre do reisado.</p>
<p>Ainda da cena agrestina, a veterana caruaruense Sangue de Barro, com 25 anos de estrada, apresentando seu rock regional afiado. Guitarras distorcidas viveram em harmonia com zabumbas. A apresentação contou ainda com participações especiais de Rogério, que se apresentou anteriormente, e do fenômeno Vitória do Pife, também de Caruaru.</p>
<p>O Zé da Macuca também recebeu um dos maiores violonistas do Brasil, Clayton Barros, que passeou por sua trajetória solo. Seu violão começou a encaminhar o fim da noite. Ele apresentou o repertório de suas andanças autorais, passando por Luiz Gonzaga e pelo grupo do qual faz parte e que, de acordo com ele, lhe mostrou o mundo, o Cordel do Fogo Encantado. Deste último, vem a canção “Choveu (ou Invocação para um Dia Líquido), que arrematou sua apresentação.</p>
<p>Para encerrar a noite, a Tribo de Jah, uma das grandes referências do reggae brasileiro botou fogo e fez todo mundo pular e cantar seus grandes sucessos. Com o entorno do Parque Euclides Dourado abarrotado para ver a banda do Maranhão, estado que é o grande celeiro do ritmo no país. As cores do ritmo (amarelo, verde, vermelho, preto e amarelo) tomaram conta da plateia, que vibrou a cada sucesso dos quase 40 anos de estrada, entoados por Fauzi Beydoun, vocalista do grupo, sempre ressaltando a força de transformação social da música.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A força do reggae e a sua tribo</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2014 17:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova &#8220;Quem quer Tribo de Jah?&#8221; A resposta foi um coro ensurdecedor, de um sem fim de pessoas que se espremia no Palco Pop, dizendo: &#8220;EEEEEU!!!&#8220;. Todos procurando o melhor cantinho para ver o show da mítica banda maranhense de reggae. Eles se apresentaram nesta última quinta (24), para uma plateia ávida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11131" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="right"><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>&#8220;<em>Quem quer Tribo de Jah?</em>&#8221; A resposta foi um coro ensurdecedor, de um sem fim de pessoas que se espremia no <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/destaques/palco-pop/" target="_blank"><strong>Palco Pop</strong></a>, dizendo: &#8220;<em>EEEEEU!!!</em>&#8220;. Todos procurando o melhor cantinho para ver o show da mítica banda maranhense de reggae. Eles se apresentaram nesta última quinta (24), para uma plateia ávida por ouvir as &#8220;pedras&#8221; do ritmo jamaicano que ultrapassou os limites da América Central, encontrando seu pouso mais fértil no Maranhão, transformando-a na &#8220;Jamaica Brasileira&#8221;.</p>
<p>Uma garoa persistente caía sob a cidade, mas não foi o suficiente para dispersar o público devoto de Jah. Mais do que fãs, o reggae tem adeptos fieis. E a Tribo de Jah é uma das maiores representantes do gênero. Afinal, são 28 anos de estrada e 15 discos lançados. Uma fatia generosa da história do reggae e da sua consolidação no Maranhão e no Brasil cabe à Tribo de Jah. Em sua terceira passagem pelo Festival de Inverno de Garanhuns, a banda mostrou grande afinidade com o público.&#8221;<em>É sempre surpreendente tocar aqui em Garanhuns. Tem muita gente daqui que curte o reggae. E Pernambuco, como um todo, se tornou uma escala muito importante pra banda. É um estado do qual absorvemos muita coisa desse caldeirão cultural e nossa experiência aqui sempre foi muito intensa. Já fizemos shows memoráveis em lugares como Ouricuri, Araripina, com a mesma importância de shows que já fizemos no Canadá, México, Estados Unidos, Japão</em>&#8220;, declarou Fauzi, vocalista da Tribo.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-plateia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11134" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-plateia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O show fez um passeio por toda a carreira da banda e comprovou, de forma ainda mais explícita, a receptividade do público. A reação imediata da plateia ao primeiro acorde de cada música, se convertia, logo em seguida, num coro que acompanhava tudo, cantando visceralmente, junto com a Tribo. Não faltaram sucessos como &#8220;Garota dreadlock&#8221;, &#8220;Não basta ser rasta&#8221;, &#8220;Satisfaz minha alma&#8221;, &#8220;Magia natural&#8221; e, óbvio, &#8220;Babilônia em chamas&#8221;. Além dessas, uma versão de &#8220;Guts&#8221;, do The Gladiators, e canções do novo álbum da banda, intitulado &#8220;Pedra de salão&#8221;.</p>
<p>Esse repertório da banda foi responsável pela instigação e entrega da plateia. Junio Rocha, 25 anos, veio do município de Altinho, com os amigos, para ver o show da Tribo de Jah. Chegou justamente nesta quinta (24). Ele gritava, na frente do palco, como tantos outros, querendo ganhar um dos CDs que Fauzi arremessava à plateia durante o show. &#8220;<em>Eu sempre acompanhei a banda, desde muito tempo, mas essa é a 1ª vez que estou vendo eles ao vivo! São os dinossauros do reggae, tem muita história e todo o mérito pra estar onde estão</em>&#8220;, disse Junio que, minutos depois, conseguiu seu CD.</p>
<p>Ao ver o show da Tribo de Jah, uma pergunta vem em mente: a que se deve tamanha popularidade do reggae? Em conversa após o show, Fauzi respondeu que &#8220;<em>o reggae, uma música que nasceu num país de 3º mundo, no gueto, traz ao mundo um conteúdo libertário. É uma música que tem uma identidade forte, que reside não só no ritmo, mas também no seu discurso. Uma música dinâmica, que se estabelece como uma crônica do dia a dia e que se presta a tratar tanto de temas sociais, quanto espirituais. É uma música que foge do trivial e isso encontra uma identificação com grande parte das pessoas</em>&#8220;.</p>
<div id="attachment_29954" aria-labelledby="figcaption_attachment_29954" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14552904687_4ee7da5004_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29954" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14552904687_4ee7da5004_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tribo de Jah</p></div>
<p>Ao final do show, a Tribo quase não conseguiu ir embora. Após tocar a aclamada &#8220;Reggae na estrada&#8217;, já anunciando que iriam encerrar a apresentação e partir para a próxima parada, o público retomou o coro gigantesco, com gritos de &#8220;<em>mais um!</em>&#8220;. E, como não poderia deixar de ser, um desfecho arrasador com &#8220;Guerra&#8221;, versão em português de &#8220;War&#8221;, de Bob Marley. E foi assim: pé na estrada para continuar a difundir o reggae pelo país. Os gritos do público ainda ecoaram por muitos minutos.</p>
<p>Sim, o reggae é forte!</p>
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		<title>Projeto B, Tribo de Jah e Dudu do Acordeon &#8211; FIG 2011</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2011 13:25:34 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Enviado em 23/07/2011. Trechos nos shows do Palco Instrumental (Projeto B), Palco Pop (Tribo de Jah) e Palco Forró (Kiara Ribeiro e Dudu do Acordeon) &#8211; Festival de Inverno de Garanhuns 2011.</p>
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