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	<title>Portal Cultura PE &#187; Trilogia do Feminicídio</title>
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		<title>&#8220;Trilogia do Feminicídio&#8221; entra em cena no Teatro Hermilo Borba Filho</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Aug 2019 15:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71234" aria-labelledby="figcaption_attachment_71234" class="wp-caption img-width-592 alignnone" style="width: 592px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rogério Alves/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/trilogia-do-feminicidio-foto-rogério-alves.jpg"><img class="size-medium wp-image-71234" alt="Rogério Alves/Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/trilogia-do-feminicidio-foto-rogério-alves-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">As peças são baseadas em fatos reais e falam da opressão sofrida pelas mulheres</p></div>
<p>O projeto &#8220;Trilogia do Feminicídio&#8221;, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, apresenta o universo de três mulheres e suas histórias: “Aparecida”, “Triz” e “Coisas que acontecem no quintal”. Baseados em histórias reais, esses espetáculos, que estreiam no Teatro Hermilo Borba Filho, na próxima quarta-feira (4), possuem direção executiva e artística de Eric Valença e foram formulados a partir de pesquisas com vítimas de violência doméstica, delegadas e profissionais em centros de acolhimento. No elenco estão as atrizes Gheuza Senna, Nínive Caldas, Laís Vieira e Tati Azevedo.</p>
<p>Todos os espetáculos serão apresentados no mesmo dia, em horários seguidos e com bilheteria diferenciada com valor promocional de R$10, acrescido da doação de um item de higiene pessoal. Toda a renda será revertida para compra de objetos de uso e asseio para serem doados a mulheres encarceradas e crianças nascidas no sistema penitenciário do estado de Pernambuco.</p>
<p>O foco principal destas apresentações cênicas é o drama do feminicídio, onde cada fragmento mostra personagens que vivenciam a violência no cotidiano independentemente de sua condição social, status e história de vida. São relatos de mulheres que foram subjugadas, violadas, assediadas, exploradas, torturadas e perseguidas fisicamente, psicologicamente e moralmente.</p>
<p>Para Eric Valença, além da denúncia, um dos objetivos da &#8220;Trilogia do Feminicídio&#8221; é o de fortalecer a rede que cuida das mulheres que estão sendo ressocializadas. <em>“Acreditamos que temos o dever de humanizar esse contexto e acreditamos que será através da arte em forma de teatro que vamos alcançar um maior número de pessoas”</em>, explica.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sinopse dos espetáculos</strong></span></p>
<p><strong>APARECIDA</strong>, interpretada por Gheuza Senna, é o passional que não existe, é a morte em cores apresentada ao público. O desenvolvimento da personagem de Gheuza se deu em pesquisas realizadas no Centro de Referência Clarice Lispector, na Delegacia da Mulher através de boletins de ocorrências e no IML. &#8220;Aparecida é também uma referência a Nossa Senhora de Aparecida e gira em torno da força da mulher negra, ao mesmo tempo que questiona a posição da mulher com relação a esse poder que ela tem dentro da sua profissão. Ela faz uma análise entre ser mulher e ser negra dentro do universo da polícia e da investigação dos crimes de feminicídio&#8221;, conta Gheuza.</p>
<p><strong>TRIZ</strong>, interpretada por Nínive Caldas e Laís Vieira, é onde vemos o círculo vicioso e o abuso introduzido na vida de forma involuntária. A pesquisa dos papéis das duas atrizes foram aprofundada através de conversas com psicólogas, assistentes sociais e advogadas junto ao Centro de Referência Clarice Lispector e a Secretaria Executiva de Ressocialização &#8211; SERES. &#8220;A peça TRIZ fala não só da violência física mais também da violência psicológica, da pergunta que não tem resposta: O por quê da pessoa se submeter a essa situação?&#8221;, conta Nínive.</p>
<p><strong>COISAS QUE ACONTECEM NO QUINTAL</strong>, interpretada por Tati Azevedo, mostra o que está em todo lugar, com a triste constatação de uma verdade revelada. Para a criação desses personagens, Tati realizou uma pesquisa no Centro de Referência Clarice Lispector, na Igreja Universal do Reino de Deus e na Delegacia da Mulher. A peça traz três personagens: uma mulher trans, a Pastora Adélia e Mainha, uma parteira e rezadeira. &#8220;A peça é aquilo que nunca queremos encontrar ou o que temos e não queremos revelar. É a violência domesticada na alma da mulher desde seu nascimento. É uma herança com o manto da obrigação, da subserviência, de não ter vontade própria, de estar à margem da pobreza e da ignorância” revela Tati.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
TRILOGIA DO FEMINICÍDIO<br />
“Aparecida” / “Triz” / “Coisas que Acontecem no Quintal”<br />
Local: Teatro Hermilo Borba Filho<br />
Preço: R$ 10 (Promocional) + 1 item de higiene pessoal a ser doado<br />
Mais informações: (81) 9 9989-7050</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira (4/9)</strong></span><br />
18h30 COISAS QUE ACONTECEM NO QUINTAL<br />
19h40 APARECIDA<br />
21h00 TRIZ</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira (5/9)</strong></span><br />
18h30 TRIZ<br />
19h40 COISAS QUE ACONTECEM NO QUINTAL<br />
21h APARECIDA</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira (11/9)</strong></span><br />
18h30 APARECIDA<br />
19h40 COISAS QUE ACONTECEM NO QUINTAL<br />
21h TRIZ</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Quinta-feira (12/9)</span></strong><br />
18h30 TRIZ<br />
19h40 COISAS QUE ACONTECEM NO QUINTAL<br />
21h APARECIDA</p>
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