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	<title>Portal Cultura PE &#187; Troça</title>
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		<title>Bacanal do Bandeira mostra como o frevo casa bem com a poesia</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 19:10:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Espaço Pasárgada promove, nesta sexta-feira (2), pelas ruas do Centro do Recife, o 13º desfile anual da Troça Carnavalesca Mista Bacanal do Bandeira, que foi fundada em 2012. A concentração ocorre, a partir das 16h30, defronte ao equipamento cultural gerenciado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Espaço Pasárgada promove, nesta sexta-feira (2), pelas ruas do Centro do Recife, o 13º desfile anual da Troça Carnavalesca Mista Bacanal do Bandeira, que foi fundada em 2012. A concentração ocorre, a partir das 16h30, defronte ao equipamento cultural gerenciado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundação), na Rua da União, nº 263, bairro da Boa Vista, cujo prédio tem como marca a presença do busto do famoso poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor recifense.</p>
<p>A tertúlia tem início com o tradicional recital poético com a participação de atores, atrizes e poetas, que declamam poemas autorais na saída do bloco, com participação especial do ator Adriano Cabral. Os foliões da poesia desfilam ao som da Orquestra Levino Ferreira e ao passo do Grupo Fuzuê de Dança.</p>
<p>Durante o desfile há duas apoteoses. A primeira parada ocorre na Rua Mamede Simões, localizada entre o antigo edifício da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e a escola Ginásio Pernambucano. Depois, o cortejo segue para o cais da Rua da Aurora, também em frente à Alepe, onde está situada a estátua de Manuel Bandeira e onde acontece a apresentação do Fuzuê. Em ambas as paradas, a performance de músicos, poetas e atores mostra como o frevo casa bem com a poesia.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">BACANAL</span> (Manuel Bandeira) &#8211; do livro <em>Carnaval</em> (1918)</strong></p>
<p>Quero beber! Cantar asneiras<br />
No esto brutal das bebedeiras<br />
Que tudo emborca e faz em caco&#8230;<br />
Evoé Baco!</p>
<p>Lá se me parte a alma levada<br />
No torvelim da mascarada,<br />
A gargalhar em douro assomo&#8230;<br />
Evoé Momo!</p>
<p>Lacem-na toda, multicores,<br />
As serpentinas dos amores,<br />
Cobras de lívidos venenos&#8230;<br />
Evoé Vênus!</p>
<p>Se perguntarem: Que mais queres,<br />
além de versos e mulheres?<br />
- Vinhos!&#8230; o vinho que é o meu fraco!&#8230;<br />
Evoé Baco!</p>
<p>O alfange rútilo da lua,<br />
Por degolar a nuca nua<br />
Que me alucina e que não domo!&#8230;<br />
Evoé Momo!</p>
<p>A Lira etérea, a grande Lira!&#8230;<br />
Por que eu extático desfira<br />
Em seu louvor versos obscenos,<br />
Evoé Vênus!</p>
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		<title>Lá vem o Cariri Olindense, Patrimônio Vivo de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2016 14:59:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marina Suassuna &#8220;Lá vem o Cariri ali/ Com saco de pegar criança/ Pegando menino e moça/ Pegando tudo o que a vista alcança (&#8230;)&#8220;. Com esses versos, transformados em hino oficial, a Troça Carnavalesca Mista Cariri Olindense anuncia os primeiros raios de sol do domingo de Carnaval, em Olinda. Desde 1921, uma das agremiações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Marina Suassuna</em></p>
<div id="attachment_40117" aria-labelledby="figcaption_attachment_40117" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29352099192_4fd685e8c6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40117" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29352099192_4fd685e8c6_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Desde 1921, a troça Cariri Olindense mantém a tradição de abrir, às 4h, o domingo de Momo em Olinda</p></div>
<p>&#8220;<em>Lá vem o Cariri ali/ Com saco de pegar criança/ Pegando menino e moça/ Pegando tudo o que a vista alcança (&#8230;)</em>&#8220;. Com esses versos, transformados em hino oficial, a Troça Carnavalesca Mista Cariri Olindense anuncia os primeiros raios de sol do domingo de Carnaval, em Olinda. Desde 1921, uma das agremiações carnavalescas mais tradicionais e antigas da Cidade Alta cumpre seu papel de sair sempre às 4h da manhã, do bairro de Guadalupe, percorrendo as ladeiras. No dia 20 de julho de 2016, o Cariri foi eleito Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco.</p>
<p>&#8220;Tem gente que não acredita como uma troça pode sair às 4 horas manhã. A prova é tanta que muitas pessoas ficam acordadas só pra ver o Cariri ou esperar a troça passar pra ir dormir. É muito comum ver gente de camisola na janela com os cabelos lá em cima. Ninguém dorme&#8221;, conta Danielle Maria, uma das diretoras da agremiação.</p>
<div id="attachment_40120" aria-labelledby="figcaption_attachment_40120" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29460817575_6bba369628_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40120" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29460817575_6bba369628_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A Troça realiza um importante papel social na comunidade em que está situada, no bairro de Guadalupe, Olinda</p></div>
<p>Para muitos moradores de Olinda, principalmente do bairro de Guadalupe, onde fica localizada a sede da troça, o Cariri Olindense tem papel de destaque por ser considerada a responsável pelo início oficial dos festejos na Cidade Alta que, na verdade, começam no domingo e não no sábado. Embora muito desta abertura tenha se perdido, o Cariri continua levando às ruas essa tradição, fazendo com que ela não se perca. Todos os anos, a saída da agremiação é marcada pela chegada do Homem da Meia Noite, que termina seu cortejo na sede em Guadalupe. Apesar de sair quatro horas depois do Calunga, o Cariri Olindense nasceu primeiro. O Homem da Meia Noite é, na verdade, uma dissidência do Cariri, que também desfila na terça-feira de Carnaval, encerrando os festejos às 20h, quando faz o percurso inverso, saindo da Praça do Carmo até a sede em Guadalupe.</p>
<p>Criada em 15 de fevereiro de 1921, O Cariri Olindense recebeu este nome de seus fundadores Augusto Canuto de Santana, Cosmo Botão, Jacinto Martinho, Isnar Colombo e Eugênio Cravina. Ao chegar no Mercado de São José, no centro do Recife, para comprar os materiais necessários para produção do desfile que acabavam de criar, os amigos se depararam com um vendedor de ervas muito peculiar. Não conseguiram o nome de batismo deste indivíduo, apenas seu apelido, &#8220;Cariri&#8221;. Retiraram uma foto do mascate e pediram a sua permissão para homenageá-lo em uma agremiação carnavalesca. A permissão foi concedida e, desde então, a Troça Carnavalesca Cariri sai às ruas.</p>
<div id="attachment_40123" aria-labelledby="figcaption_attachment_40123" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Montagem.jpg"><img class="size-medium wp-image-40123" alt="Montagem" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Montagem-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O nome Cariri é uma homenagem a um mascate que viveu nos anos 1920, quando a Troça foi inaugurada</p></div>
<p>Com longas barbas brancas e chapéu de palha, um homem fantasiado de Cariri sai em meio ao desfile. Ele anda em cima de um burro e carrega um saco que, segundo a lenda criada para o personagem, é usado para sequestrar criancinhas. Mas tudo não passa de uma brincadeira usada como argumento para as crianças não saírem de casa às madrugadas, enquanto o Cariri estivesse passando. &#8220;Montaram uma imagem de que ele vinha do Sertão para pegar as crianças e isso funcionou. Quando eu era menina, ficava torcendo pra que o velho passasse logo pra eu poder sair pra brincar na rua&#8221;, conta Danielle Maria, uma das diretoras do grupo</p>
<p>Não à toa, a história fictícia foi usada para compor a letra do hino que, segundo Romildo Canuto, atual tesoureiro e ex-presidente da Troça, recebeu a contribuição de nomes como Lídio Macacão, conhecido como o Conde de Guadalupe, carnavalesco e compositor ligado ao Clube Vassourinhas de Olinda, para o qual fez alguns frevos. &#8220;Lídio contribuiu muito para a cultura do Carnaval de Olinda. Ele tinha um histórico de ser bom de letra. Muita gente aproveitava que ele gostava de beber muito e vinha até Guadalupe pegar as letras dele. Dizem que Capiba e Nelson Ferreira levaram várias músicas dele desse jeito, botando ele pra beber&#8221;, conta Romildo Canuto.</p>
<div id="attachment_40118" aria-labelledby="figcaption_attachment_40118" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/28838460013_ce50440798_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40118" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/28838460013_ce50440798_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Aulas de frevo são promovidas durante todo o ano, na sede do Cariri, preparando os passistas para o Carnaval</p></div>
<p>Três gerações marcaram a história da Troça Carnavalesca Mista Cariri Olindense. A primeira delas é a família Canuto, que está presente na troça até hoje. Cada uma delas deixou contribuições importantes. A primeira geração ficou marcada pelo surgimento dos desfiles. Com a segunda, vieram as fantasias e as coreografias para as apresentações, além da preocupação com a sede do grupo. A primeira funcionou na casa de seu Romildo Canuto, que mora em frente à Igreja de Guadalupe. Em seguida, o grupo adquiriu uma sede com edifício próprio, conferindo um caráter mais profissional e dedicado à produção do carnaval.</p>
<p>A terceira e atual geração vem tentando dinamizar a agremiação, conseguindo patrocínios e divulgando o Cariri nas redes sociais e páginas virtuais. O grupo realiza um importante papel social na comunidade em que está situada, promovendo aulas de frevo durante todo o ano, preparando, inclusive, os passistas que irão desfilar na agremiação durante a Folia de Momo. A espaço físico também costuma ser cedido para que outras agremiações sem sede própria possam realizar ensaios e preparativos. Durante o período de carnaval, alguns destes grupos chegam a iniciar seus desfiles na sede do Cariri.</p>
<div id="attachment_40125" aria-labelledby="figcaption_attachment_40125" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29171730360_e6fba98282_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-40125" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29171730360_e6fba98282_z1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Troça Cariri Olindense comemorou o título de Patrimônio Vivo durante cortejo nas ruas de Guadalupe, no dia 4 de setembro de 2016</p></div>
<p>Além de eventos relacionados ao carnaval, a sede também é usada para realização de aulas de ONGs, para atividades de faculdades, festas familiares, eventos escolares e, até mesmo, para velórios. Atualmente, os integrantes da agremiação tentam construir um pequeno museu para contar a história da Troça, possuindo um importante acervo com estandartes, fotografias e objetos utilizados durante o desfile, como por exemplo, a chave da abertura oficial do carnaval, que é a mesma utilizada desde 1921, produzida por fundadores da agremiação, com alguns reparos.</p>
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		<title>Escambo de Livros ganha novo espaço</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 18:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É sempre bom mudar de ares, renovar as energias, dar aquela remexida no cotidiano. Após três anos, o Escambo de Livros – iniciativa da Secult-PE/Fundarpe, através da Coordenadoria de Literatura – está de casa nova! O projeto passa agora a funcionar numa sala exclusiva, localizada no térreo do Espaço Pasárgada (Boa Vista). O local, mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É sempre bom mudar de ares, renovar as energias, dar aquela remexida no cotidiano. Após três anos, o <strong>Escambo de Livros</strong> – iniciativa da Secult-PE/Fundarpe, através da Coordenadoria de Literatura – está de casa nova! O projeto passa agora a funcionar numa sala exclusiva, localizada no térreo do Espaço Pasárgada (Boa Vista). O local, mais amplo, oferece maior conforto aos visitantes e permite uma melhor divisão do acervo para consulta e troca.</p>
<div id="attachment_22745" aria-labelledby="figcaption_attachment_22745" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/GOPR2513.jpg"><img class="size-medium wp-image-22745" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/GOPR2513-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Novo espaço do Escambo de Livros é mais confortável para visitação</p></div>
<p>O Escambo de Livros foi implementado em 2012 e consiste na disponibilização ao público em geral de um acervo de livros que podem ser trocados. Atualmente, são 800 títulos disponíveis. “<em>É uma iniciativa muito simples e talvez por isso seja tão importante, porque é acessível a qualquer pessoa que tenha um livro e queira trocar, renovar sua biblioteca. Isso amplia a vida útil dos livros e a quantidade de leitores que um mesmo livro pode atingir</em>”, diz o coordenador de Literatura da Secult-PE, Wellington de Melo. Entre as publicações, os gêneros são dos mais diversos, como romances, poesia, contos e outros. Também se encontram livros em língua estrangeira – inglês, francês, italiano, espanhol e alemão.</p>
<p>Além disso, aqueles que desejam não apenas trocar um livro, mas enriquecer o acervo do Escambo, podem fazer doações ao projeto. “<em>Muitas pessoas vão com mais livros do que os que querem trocar e acabam deixando no escambo. Isso é muito bom porque quanto maior a bibliodiversidade, mais o projeto se fortalece. Ao mesmo tempo, não faz sentido deixar um livro na estante se não há pretensão de lê-lo: doar ao escambo é um ato de generosidade e de compromisso com a cultura leitora</em>”, lembra Wellington.</p>
<div id="attachment_22746" aria-labelledby="figcaption_attachment_22746" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7426.jpg"><img class="size-medium wp-image-22746" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_7426-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O acervo do Escambo de Livros conta com cerca de 800 publicações disponíveis para troca</p></div>
<p>Por isso, quem estiver interessado em dar uma renovada na sua biblioteca particular, basta ir ao Espaço Pasárgada, de segunda à sexta, das 8h às 17h, trazendo um livro seu, e trocá-lo por outro disponível no acervo do Escambo. Lembrando que não é permitida a troca de livros didáticos ou religiosos.</p>
<p><strong>Pegue &amp; Leve</strong><br />
No mesmo espaço do Escambo de Livros, também funciona o Pegue &amp; Leve, que tem um total de 200 publicações – entre livros, catálogos, revistas, periódicos e suplementos culturais – disponíveis gratuitamente para quem quiser adquiri-los, sem a necessidade de troca ou devolução.</p>
<p><strong>Números</strong><br />
O Escambo de Livros vem, há cerca de três anos, se consolidando como um espaço permanente para troca de livros de literatura. Em 2012, foram 1252 livros trocados; em 2013, um total de 1370 de títulos; em 2014, 1549 publicações foram substituídos no acervo. Em 2015, nos meses de janeiro e fevereiro, 186 já foram trocados.</p>
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		<title>Sexta é dia de Escambo de Livros no hall da Fundarpe</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 20:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para quem tem aquele livro, já empoeirado, guardado há um bom tempo na estante: chegou a hora de trocá-lo por uma nova leitura. A oportunidade está nesta sexta (28), quando acontece a edição especial do Escambo de Livros, a partir das 9h, no hall da Fundarpe (Rua da Aurora, 463/469, Boa Vista – Recife). Cerca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/escambo-de-livros.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17586" alt="escambo de livros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/escambo-de-livros-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a></p>
<p>Para quem tem aquele livro, já empoeirado, guardado há um bom tempo na estante: chegou a hora de trocá-lo por uma nova leitura. A oportunidade está nesta sexta (28), quando acontece a edição especial do <strong>Escambo de Livros</strong>, a partir das 9h, no hall da Fundarpe (Rua da Aurora, 463/469, Boa Vista – Recife).</p>
<p>Cerca de 150 títulos dos mais diversos estarão disponíveis ao público. Basta trazer um livro, em bom estado, e trocá-lo por outro de sua preferência. As literaturas brasileira e estrangeira marcam presença no Escambo, com destaque para: “O cão de Baskerville” (Arthur Conan Doyle); “O girassol” (Garibaldi Otávio), “Os olhos da treva” (Gilvan Lemos), “Scorpions &#8211; Minha história em uma das maiores bandas de todos os tempos” (Herman Rarebell) e “Led Zeppelin &#8211; A história ilustrada” (Gareth Tomas).</p>
<p>Lembrando que não é permitida a troca de livros didáticos ou religiosos.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Escambo de Livros<br />
Sexta (28/11), das 9h às 17h<br />
Hall da Fundarpe (Rua da Aurora, 463/469, Boa Vista – Recife/PE)</p>
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