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	<title>Portal Cultura PE &#187; tropicalismo</title>
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		<title>Livro traz estudo comparado entre Tropicalismo e Manguebeat</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2018 22:28:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Canções Iluminadas de Sol]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Movimentos musicais nascidos em momentos diferentes da história brasileira, o Tropicalismo e o Manguebeat passaram por processos semelhantes até a sua solidificação nas décadas de 1960 e 1990, respectivamente. Fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes, o livro “Canções Iluminadas de Sol” faz um estudo comparado entre os dois [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59542" aria-labelledby="figcaption_attachment_59542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59542" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/26084403747_35c2e72923_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Livro é fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Movimentos musicais nascidos em momentos diferentes da história brasileira, o Tropicalismo e o Manguebeat passaram por processos semelhantes até a sua solidificação nas décadas de 1960 e 1990, respectivamente. Fruto da pesquisa de mestrado do crítico musical Carlos Gomes, o livro “Canções Iluminadas de Sol” faz um estudo comparado entre os dois cenários, explorando seus contextos políticos, sociais e culturais, sem determinar influência de um movimento sobre o outro.  Com apoio do Governo do Estado, através do Funcultura, o material é lançado neste sábado (14), às 19h, na Galeria MauMau, onde o autor promove um debate com as participações de Jormard Muniz de Brito, Paulo Marcondes e H.d. Mabuse, que também fará um show na ocasião.</p>
<p>“A partir do meu desejo de pesquisar sobre canção brasileira de forma mais profunda, fui me aproximando de temas que circundavam entre ‘canção’ e ‘crítica’. Eu percebia, ainda que embrionariamente, que no Tropicalismo e no Manguebeat haviam terrenos poucos explorados sobre essa relação”, explica Carlos, ao falar que entre as motivações para a pesquisa também estavam leituras da produção acadêmica de Santuza Cambraia Naves, onde era o empregado o conceito da “canção crítica”, em que defendia a canção como veículo do debate intelectual.</p>
<p>Não é à toa que, ao invés de investigar sobre os artistas e álbuns, o autor se dedicou principalmente à análise de canções isoladas dos dois períodos. “Eu vinha pensando em tratar as canções, em abordá-las com uma escrita entre o ensaio e a análise mais formal, de forma mais fragmentada. Pensando mais as canções e menos nos álbuns fechados, me levava a exercer essa forma de pesquisa. Não se trata de achá-la a melhor para esse tipo de trabalho, mas me pareceu a mais apropriada para o livro que eu estava fazendo, para o que eu estava intuindo das relações entre as próprias canções e os temas que eu ia construindo”, justificou ele o caminho seguido.</p>
<div id="attachment_59543" aria-labelledby="figcaption_attachment_59543" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39147375670_4ecea2bd9a_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59543" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/39147375670_4ecea2bd9a_k-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: Beatriz Melo, Mabuse, Paulo Marcondes, Fernanda Maia, Carlos Gomes e Jomard Muniz de Britto, que participam do lançamento</p></div>
<p>No entanto, Carlos Gomes destaca que o estudo não tem o objetivo de apresentar um movimento como influência do outro, pelo contrário. “Comparar artistas e canções de períodos distintos não determina que o que vem depois seja necessariamente influenciado ou tenha algum tipo de débito artístico com o que veio antes. É possível articular movimentos, movimentações e coletivos sem necessariamente enquadrar os artistas envolvidos num mesmo caminho estético. É possível inventar coletivamente e manter a individualidade de suas vozes. Esse é um tipo de conquista que me parece revelador tanto do tropicalismo quanto do manguebeat”, observa ele, que também editor da revista Outros Críticos, ao avaliar o legado dos seus objetos de estudo no cenário atual.</p>
<p>Entre as novas percepções que o livro traz também está a relação entre o jornalismo e a crítica na construção dos cenários. “A transformação da ‘tropicália’ em ‘tropicalismo’ e do ‘manguebit’ em ‘manguebeat’, o entre ‘ismos e beats’ a que me refiro no livro, também foi um terreno que não havia sido abordado, pelo menos na relação que trago, com a noção de ‘movimento’, ‘coletivo’”, adianta Carlos. Além do debate, o evento de lançamento também contará com exposição de Beatriz Melo, que venderá seus originais na ocasião. O livro “Canções Iluminadas de Sol” custará R$ 15 e, a partir da segunda-feira, também estará disponível na loja PassaDisco e no site <a href="http://www.outroscriticos.com">www.outroscriticos.com</a>.</p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b><i>Lançamento do livro “Canções iluminadas de sol”, de Carlos Gomes<br />
</i>Quando: Neste sábado (14), às 19h<br />
Onde: Galeria MauMau (Rua Nicarágua, 173 – Espinheiro/Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
<div id="attachment_59544" aria-labelledby="figcaption_attachment_59544" class="wp-caption img-width-447 alignnone" style="width: 447px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40973385391_de2ae46ba0_k.jpg"><img class="size-large wp-image-59544" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40973385391_de2ae46ba0_k-447x600.jpg" width="447" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Canções Iluminadas de Sol</p></div>
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		<title>Temporada Beto II recebe Caapora e Dunas do Barato</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2014 13:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Caapora]]></category>
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		<description><![CDATA[Olinda se prepara para receber, neste sábado (29), mais uma noite de shows da Temporada Beto II. Desta vez, quem se apresenta no projeto realizado no Cidade 32, no Carmo, são as bandas Caapora e Dunas do Barato, com discotecagem de Evando Q? nos intervalos. A abertura da casa será às 20h, mas os shows [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17640" aria-labelledby="figcaption_attachment_17640" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Dunas-do-Barato-2-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-17640" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Dunas-do-Barato-2-divulgação-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dunas do Barato vai aproveitar o show para apresentar músicas do novo disco, que ainda está em processo de gravação</p></div>
<p>Olinda se prepara para receber, neste sábado (29), mais uma noite de shows da <strong>Temporada Beto II</strong>. Desta vez, quem se apresenta no projeto realizado no Cidade 32, no Carmo, são as bandas <a href="https://soundcloud.com/caapora" target="_blank"><strong>Caapora</strong></a> e <a href="https://soundcloud.com/dunasdobarato" target="_blank"><strong>Dunas do Barato</strong></a>, com discotecagem de Evando Q? nos intervalos. A abertura da casa será às 20h, mas os shows terão início às 22h. Já os ingressos custam R$ 15.</p>
<p>Primeira a subir no palco, a Caapora vai levar ao Cidade 32 um caldeirão de referências sonoras, o qual dialoga com gêneros musicais como os pífanos do Agreste de Pernambuco, a música jamaicana, o afrobeat nigeriano, o rock progressivo europeu e os movimentos de contracultura da década de 70. Há cerca de um mês, a banda disponibilizou, virtualmente e de forma gratuita, o seu primeiro disco, <a href="http://www.verdevinganca.com/" target="_blank">batizado de <em>Verde Vingança</em></a>. O trabalho é uma mescla entre temáticas naturalistas e de conscientização ambiental, poesia tradicional sertaneja, histórias de amor e temáticas infantis, além de faixas com destaque para o instrumental.</p>
<p>Em seguida, Dunas do Barato encerra a noite com o bom e velho rock’n’roll inspirado no Tropicalismo e no udrigrudi. No balaio da banda tem de tudo, de samba, passando por mambo, bolero, e frevo, até o carimbó, entre outros estilos. Atualmente, a banda está gravando o seu primeiro CD, no estúdio Das Caverna, do selo Joinha Records, e, no show, apresentam algumas canções inéditas. Também neste sábado será a estreia do novo baterista da banda, Toninho Marques. Na próxima semana, a Temporada Beto II chega à sua última noite, com shows de <strong><a href="https://soundcloud.com/novanguarda" target="_blank">Novanguarda</a></strong> e <strong><a href="https://soundcloud.com/graxa" target="_blank">Graxa</a></strong>.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em><strong>Temporada Beto II</strong></em><br />
<em>com Caapora e Dunas do Barato</em><br />
Sábado (29) | 22h (abertura da casa às 20h)<br />
Cidade 32 (Rua Sete de Setembro, nº 32 – Carmo – Olinda/PE).<br />
R$ 15 (quinze reais)</p>
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