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	<title>Portal Cultura PE &#187; trupe ensaia aqui e acolá</title>
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		<title>Espetáculo sobre violência de gênero estreia no Recife</title>
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		<pubDate>Tue, 16 May 2017 16:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[machuca]]></category>
		<category><![CDATA[Sesc Casa Amarela]]></category>
		<category><![CDATA[trupe ensaia aqui e acolá]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria Machucar. Ferir, magoar, pisar. Esmagar um corpo com o peso ou dureza de outro. Um outro que espetaculariza a morte de Eliza Samudio, apedreja Dandara dos Santos no meio da rua, ignora a vida de Severina, estuprada pelo pai. O outro que alimenta a repetição de padrões, que assedia oito vezes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: left;">
<div id="attachment_48919" aria-labelledby="figcaption_attachment_48919" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bella Valle/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Machuca_BellaValle-005.jpg"><img class="size-medium wp-image-48919" alt="Bella Valle/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Machuca_BellaValle-005-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Machuca apresenta uma coletânea de histórias vivenciadas por mulheres de diferentes realidades sociais</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p>Machucar. Ferir, magoar, pisar. Esmagar um corpo com o peso ou dureza de outro. Um outro que espetaculariza a morte de Eliza Samudio, apedreja Dandara dos Santos no meio da rua, ignora a vida de Severina, estuprada pelo pai. O outro que alimenta a repetição de padrões, que assedia oito vezes num trajeto de quinze minutos, o outro do racismo, do machismo cotidiano que sufoca, leva à exaustão. Machuca: o novo espetáculo da Trupe Ensaia Aqui e Acolá, que estreia nesta sexta-feira (19), às 20h, no Teatro Capiba, Sesc de Casa Amarela.</p>
<p>Dirigido por Ceronha Pontes, Machuca é uma coletânea de histórias que discute a violência de gênero a partir de história vivenciadas por mulheres de classes sociais e experiências diversas. As atrizes Andrea Rosa, Iara Campos e Juliana Montenegro revezam-se no palco para contar casos com grande repercussão midiática e também relatos anônimos, experiências de mulheres que carregam as cicatrizes das várias formas de violências produzidas por uma sociedade patriarcal, racista e machista.</p>
<p>&#8220;Todas as histórias contadas em Machuca são verdadeiras. Nada é inventado. O processo de criação trouxe o tratamento dramatúrgico, resultado de um trabalho de escrita desafiador, tornar essas histórias teatrais. Nos preocupamos em manter a coluna dos fatos intactas”, explica a atriz Iara Campos. “Nós escolhemos histórias muito emblemáticas para contar, que trouxeram à tona a crueldade do machismo. A demanda da vida real é massacrante para as mulheres e tentar entender o feminismo e o feminino nos fortalece. Somos marcadamente políticas, com a função social de tentar mudar o quadro atual em que vivemos. Por isso, tudo o que levamos para a cena nos contempla” comenta a atriz Andrea Rosa.</p>
<p>Além das histórias reais, as atrizes reproduzem em cena discursos de referências feministas e fazem citações a diversos nomes que lutaram e ainda lutam contra o patriarcado como Karol Conka, Nísia Floresta Brasileira, Elizabeth Mia, Djamila Ribeiro, Ângela Davis e Maria Clara Araújo. “Procuramos nessas referências reforçar e amplificar nosso discurso. Machuca é um espetáculo de denúncia, declaradamente feminista e inteiramente pautado na sororidade e na esperança de construir uma sociedade mais equânime para as mulheres”, define Juliana Montenegro.</p>
<div id="attachment_48921" aria-labelledby="figcaption_attachment_48921" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bella Vale/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Machuca_BellaValle-001.jpg"><img class="size-medium wp-image-48921" alt="Bella Vale/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/Machuca_BellaValle-001-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo também será encenado na Colônia Penal Bom Pastor</p></div>
<p>O espetáculo será apresentado em curta temporada, no Teatro Capiba, no Sesc Casa Amarela, nos fins de semana 19, 20 e 21 e também 26, 27 e 28. Os ingressos para o teatro estão à venda na bilheteria do Sesc, nos dias de espetáculo, e também na internet (<a href="http://www.sympla.com/machuca" target="_blank"><strong>www.sympla.com/machuca</strong></a>). Três apresentações terão tradução em libras e uma delas terá audiodescrição, com o intuito de expandir a acessibilidade do espetáculo. Além disso, outras cinco apresentações serão encenadas em espaços públicos: Centro do Recife (Praça do Diario), Encruzilhada, Jardim São Paulo, Morro da Conceição e Ilha de Deus. O espetáculo também será encenado na Colônia Penal Bom Pastor para as mulheres que cumprem medidas socieducativas.</p>
<p>Machuca foi contemplado pelo Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2015, concebido pelo Governo Federal.</p>
<p><strong>Trupe Ensaia Aqui e Acolá</strong></p>
<p>Machuca é o terceiro espetáculo da Trupe, que já encenou o espetáculo para a infância e juventude,<em> Rififi no Picadeiro</em> (2007) e o melodrama <em>O Amor de Clotilde Por Um Certo Leandro Dantas</em> (2010), que circulou por mais de 40 cidades brasileiras, além de apresentações em Portugal. Essa é a primeira vez que o grupo leva ao palco um elenco formado apenas por mulheres.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Machuca no Teatro Capiba</strong><br />
Dias 19, 20 e 21 e 26, 27 e 28<br />
Sextas e sábados às 20h<br />
Domingos às 19h<br />
Apresentações com Libras: Dias 20 e 21 (sábado e domingo) e 26 (sexta)<br />
Apresentação com audiodescrição: Dia 27 (sábado)</p>
<p><strong>Apresentações na rua</strong><br />
Sempre às 16h<br />
23/05 &#8211; Praça do Diário<br />
24/05 &#8211; Praça da Encruzilhada<br />
25/05 &#8211; Morro da Conceição<br />
30/05 &#8211; Ilha de Deus<br />
01/06 &#8211; Jardim São Paulo</p>
<p><strong>Apresentação na Colônia Penal Bom Pastor</strong><br />
31/05, às 14h</p>
<p><strong>Ficha Técnica</strong></p>
<p>Direção: Ceronha Pontes<br />
Elenco: Andrea Rosa, Iara Campos e Julliana Montenegro<br />
Dramaturgia: Ceronha Pontes e Trupe Ensaia Aqui e Acolá<br />
Direção de movimento: Íris Campos<br />
Preparação vocal: Carlos Ferrera<br />
Figurino e Cenário: Marcondes Lima<br />
Cenotécnicas: Bee Freitas e Luciana Montenegro<br />
Execução de figurino: Maria Lima<br />
Iluminação: Dado Sodi<br />
Trilha sonora original: Júlio Morais<br />
Voz em &#8220;Dandara&#8221;: Kalina Adelina, sob orientação de Lucíola dos Santos<br />
Voz em &#8220;Não nasci para ter senhor&#8221;: Carlos Ferrera<br />
Todas as músicas criadas por Júlio Morais, exceto &#8220;Guerreiras&#8221;, letra e música de Ceronha Pontes e &#8220;Não nasci para ter senhor&#8221; letra de Ceronha Pontes e música de Júlio Morais.<br />
Locução futebol: Tatto Medinni<br />
Locução carro de som: Marcelo Oliveira<br />
Programação visual e design: Aurora Yett<br />
Fotos: Bella Valle<br />
Assessoria de imprensa: Lenne Ferreira/Afoitas, Priscila Buhr/Afoitas e Guilherme Gatis<br />
Produção executiva: Igor Travassos<br />
Direção de Produção: Andrea Rosa, Iara Campos e Julliana Montenegro<br />
Produção: Trupe Ensaia Aqui e Acolá</p>
</div>
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