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	<title>Portal Cultura PE &#187; Tuca Siqueira</title>
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		<title>&#8220;Baile do Menino Deus&#8221; é tema da próxima live promovida pela Secult-PE no YouTube</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 15:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/7d5aba83-1964-4e32-b3aa-4f3a2f8eff43.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89838" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/7d5aba83-1964-4e32-b3aa-4f3a2f8eff43-393x486.jpg" width="393" height="486" /></a></p>
<p>O tradicional espetáculo “Baile do Menino Deus”, que junta uma multidão no Marco Zero todos os anos, acabou virando filme por conta da pandemia. Para falar da realização, a Secretaria de Cultura de Pernambuco apresenta a live com o escritor e dramaturgo Ronaldo Correia de Brito, que assina a obra original em parceria com Assis Lima, e a cineasta Tuca Siqueira, que dirigiu o filme. Será na próxima terça-feira (14) às 19h, no canal da Secult-PE no Youtube (<a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a>) e também no perfil do Facebook (<strong><a href="www.facebook.com/culturape" target="_blank">www.facebook.com/culturape</a></strong>). A mediação ficará a cargo do ator, fotógrafo e assessor de Artes Circenses da Secretaria, Jorge Clésio.</p>
<p>O espetáculo Baile do Menino Deus, que é encenado desde 1983 e nasceu em formato de livro, traz a história do nascimento de Jesus contada através de elementos tipicamente nordestinos, como o reisado, a lapinha, o pastoril, o cavalo marinho e vem encantando o público através de gerações. Em 2021, não haverá espetáculo por conta da pandemia.</p>
<p>Para virar filme, o roteiro foi reescrito e os arranjos musicais foram refeitos, novos solistas foram convidados e até uma nova orquestra foi formada. Na montagem, o Recife vira não só cenário, mas também um personagem. A obra conta com a participação de vários artistas, incluindo Lia de Itamaracá e Chico César.</p>
<p>O filme, que será lançado no site <a href="https://www.bailedomeninodeus.com.br/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br</strong></a> no dia 23 de dezembro, às 20h, e exibido na TV Globo no dia 26 às 14h, com transmissão gratuita e classificação livre, é uma produção da Relicário, de Carla Valença, com criação e direção geral de Ronaldo Correia de Brito, direção para o cinema da pernambucana Tuca Siqueira, direção de fotografia de Beto Martins, assistência de Amanda Menelau e Tomás Brandão.</p>
<p>Para Ronaldo Correia de Brito, o Baile se transformar em filme garante a sobrevivência da obra dentro de um novo formato. <em>“Mais perto do texto teatral, da música e da encenação para que foi concebido. Trata-se de uma renovação de linguagem em tempos de pandemia. O que não se renova tende a desaparecer”</em>, acredita. O roteiro para este filme foi escrito em parceria com Tuca Siqueira.</p>
<p><em>“Em 2021, o Baile se expande em cenário real reforçando o teatro enquanto território do sonho”, diz a cineasta. “Acho que o Recife escolheu o Baile. Numa caminhada com parte da equipe, projetamos as cenas imaginadas, sentindo a pulsação dos lugares escolhidos por nós. Foi assim que definimos as locações do filme e que se construiu o cenário dessa história”</em>, conta a diretora Tuca Siqueira.</p>
<p>O Baile conta com a Lei de Incentivo à Cultura e é apresentado pela Fundação de Cultura do Recife, Secretaria de Cultura, Prefeitura do Recife, Fundarpe, Secretaria de Cultura, Governo de Pernambuco, com patrocínio da Toyolex, Copergás, Sherwin Williams, Porto de Suape e Tramontina. Tem ainda copatrocínio da Rede, apoio do Itaú Cultural, Globo, STN, InBetta e realização da Relicário Produções Culturais, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.</p>
<p><strong>Webprograma &#8220;Cultura em Rede&#8221;</strong><br />
Realizado pelo Núcleo Digital da Secretaria de Cultura de Pernambuco, o webprograma &#8220;Cultura em Rede&#8221; traz, sempre às terças-feiras, às 19h, debates sobre temas relevantes da cultura pernambucana e nacional. A live vai ao ar tanto no canal da Secult-PE no Youtube, quanto no Facebook. Os programas ficam gravados e podem ser acessados a qualquer momento.</p>
<p>O Cultura em Rede está dedicando a programação de dezembro para manifestações culturais pernambucanas típicas do Ciclo Natalino. Veja os temas dos próximos programas:</p>
<p><strong>21/12 &#8211; Azul e Encarnado: o simbolismo no Pastoril</strong><br />
<strong>28/12 &#8211; Ancestralidade: a Confraria do Rosário como Patrimônio Vivo de Pernambuco</strong></p>
<p><strong>Convidado | Ronaldo Correia de Brito</strong><br />
Dramaturgo, contista, romancista, cronista e médico atuante. Autor de Galileia, romance que lhe valeu o Prêmio São Paulo de Literatura/2009, como melhor livro do ano. Nasceu no Ceará, mas reside no Recife há 52 anos. Publicou diversos livros e peças, entre elas, &#8220;Baile do Menino Deus&#8221;, “Bandeira de São João”, “Arlequim de Carnaval” e “O Pavão Misterioso”.</p>
<p><strong>Convidada | Tuca Siqueira</strong><br />
Roteirista e diretora pernambucana com diversos prêmios e incursões em curadorias, laboratórios de projetos, júri de festivais e oficinas ministrando aulas em diferentes áreas do audiovisual. Formada em Comunicação (UFPE), atuou como fotojornalista e se especializou em Estudos Cinematográficos (UNICAP) acumulando estudos em outros centros como a EICTV (Cuba). Transitando pelo documentário e a ficção, dirigiu curtas, séries e os longas-metragens “A Mesa Vermelha” e “Amores de Chumbo”.</p>
<p><strong>Mediador | Jorge Clésio</strong><br />
Artista, professor de teatro, fotógrafo de cena e gestor público na área da Cultura. Integrou a equipe da Representação Nordeste do extinto Ministério da Cultura, como assessor para Assuntos da Funarte. Atualmente, é assessor de Artes Circenses na Secult-PE. É encenador dos espetáculos “Inês!” e “Constança!”. No Curso de Interpretação da Escola Hipérion, montou, com os alunos, as peças “A cantora careca”, “A lição” e “Valsa nº 6”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Festa, devoção e arte no Baile do Menino Deus: o baile que virou filme”<br />
Quando: 14 de dezembro de 2021 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="http://www.youtube.com/secultpe" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <strong><a href="www.facebook.com/culturape" target="_blank">www.facebook.com/culturape</a></strong></p>
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		<title>&#8220;Baile do Menino Deus&#8221; ganha versão audiovisual, dirigida pela cineasta Tuca Siqueira</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 16:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O espetáculo &#8220;Baile do Menino Deus&#8221;, que é encenado todos os anos no Marco Zero, ganha um novo formato para a edição de 2021. Com produção da Relicário, de Carla Valença, criação e direção geral de Ronaldo Correia de Brito, direção para o cinema da pernambucana Tuca Siqueira, direção de fotografia de Beto Martins, assistência [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89725" aria-labelledby="figcaption_attachment_89725" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/IMG_0119.jpg"><img class="size-medium wp-image-89725" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/IMG_0119-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, a cirandeira Lia de Itamaracá é uma das personagens novas do espetáculo</p></div>
<p>O espetáculo &#8220;Baile do Menino Deus&#8221;, que é encenado todos os anos no Marco Zero, ganha um novo formato para a edição de 2021. Com produção da Relicário, de Carla Valença, criação e direção geral de Ronaldo Correia de Brito, direção para o cinema da pernambucana Tuca Siqueira, direção de fotografia de Beto Martins, assistência de Amanda Menelau e Tomás Brandão, a montagem se torna filme, tendo o Recife como cenário e personagem. A câmera percorre pontos históricos, revelando a poesia e o encantamento da cidade. O filme também ganhou novos solistas, como a rainha da ciranda Lia de Itamaracá e o cantor paraibano Chico César. A transmissão será para todo o Brasil, no site (<a href="https://www.bailedomeninodeus.com.br/2021/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br/2021</strong></a>) e canal do YouTube do &#8220;Baile do Menino Deus (<a href="https://www.youtube.com/bailedomeninodeus" target="_blank"><strong>www.youtube.com.br/bailedomeninodeus</strong></a>), a partir do dia 23 de dezembro (quinta-feira), às 20h. A transmissão é gratuita e a classificação é livre.</p>
<p>Vendedores ambulantes, uma cigana por Gabi da Pele Preta, Romã Romã por Silvério Pessoa, o Jaraguá pelo músico mineiro Maurício Tizumba, o Anjo por Lucas dos Prazeres, o Boi pelo famoso forrozeiro Flávio Leandro e por Carlos Filho são alguns dos personagens que compõem o auto que terá novos arranjos e nova orquestra, dirigida por Rafael Marques.</p>
<p>A dramaturgia também foi reescrita e traz elementos contemporâneos como o <em>hip hop</em> de Okado do Canal, que com a sua trupe de 16 dançarinos chegam ao Teatro Santa Isabel à procura do Menino que acaba de nascer, junto com crianças e dois Mateus, interpretados por Arilson Lopes e Sóstenes Vidal.</p>
<p><em>&#8220;Em 2021, o Baile se expande em cenário real reforçando o teatro enquanto território do sonho&#8221;</em>, pontua a cineasta Tuca Siqueira. <em>&#8220;A celebração do nascimento de uma criança poderia acontecer em qualquer lugar, mas o Recife é palco para essa festa narrada pelo espetáculo há 17 anos então, essa transição de retomada após isolamento pandêmico percorre algumas ruas do centro. Acho que o Recife escolheu o Baile e numa caminhada com parte da equipe projetamos as cenas imaginadas sentindo a pulsação dos lugares escolhidos por nós. Foi assim que definimos as locações do filme e que se construiu o cenário dessa história”</em>, avalia Tuca.</p>
<p>Criado há 40 anos, o texto do Baile faz parte da Trilogia das Festas Brasileiras, série de peças que retratam as manifestações populares brasileiras, sobretudo do Nordeste, em que se incluem Bandeira de São João e Arlequim de Carnaval. O telefilme longa metragem da ópera popular nordestina, que conta a história mais famosa do mundo &#8211; o nascimento de Jesus Cristo &#8211; resgata o sotaque, a forma de fazer, dançar e cantar do brasileiro, pautando-se nas tradições de festas e representações teatrais do ciclo natalino, incorporadas às diversas culturas do Brasil.</p>
<p><strong>ROTEIRO -</strong> Neste ano, José será Marcio Fecher e Maria a atriz e cantora Isadora Melo. Maria mora na cidade de Nazaré, que não fica na Galileia palestina, mas na zona canavieira da Mata Norte de Pernambuco. Ela sonha cursar faculdade. José trabalha como carpinteiro em uma das muitas fábricas de móveis da região, que fabricam os conhecidos “móveis de Gravatá”. Casados, Maria está grávida e vem com José ao Recife comprar enxoval para o bebê. Descem do ônibus em um terminal na rua do Sol, que olha para o Capibaribe e a rua da Aurora. O casal vai ao Mercado de São José, anda pelas ruas das Calçadas, Direita e São José do Ribamar. Já é noite quando eles atravessam uma das muitas pontes do Recife, avistam músicos tocando, uma solista cantando e um dançarino brincando com uma Burrinha de Cavalo Marinho. Maria sente as dores do parto e é amparada por José. Em contraponto, dois Mateus e cinco crianças procuram a casa onde irá nascer um Menino Deus. Encontram brincantes, olham prédios em volta, imaginam lugares onde o Menino e seus pais possam estar, mas nada. Já é noite, quando eles finalmente avistam a casa sonhada, onde uma estrela brilha. Sem saber que se trata de um teatro, esbarram em sua porta fechada e tentam abri-la através de rezas e sortilégios.</p>
<p><em>“Nesta edição Maria teve o seu filho e junto com o marido José se encontra em situação de rua, ao abrigo do alpendre da casa de espetáculos. Quando, depois de rezas e peripécias, os Mateus e as crianças conseguem abrir a porta da casa/teatro, José, Maria e o Menino, que antes estavam “invisíveis”, se revelam. Imaginados pelos Mateus e as crianças como os donos da casa, mas sem atinar com o significado que lhes é atribuído, o casal e a criança participam de um jogo em que são levados ao palco do teatro por seres encantados, comuns à tradição dos índios Pancararus. A narrativa ganha força quando a cena teatral se revela o lugar de encontro e acolhimento, de magia e sagrado. A história retoma um começo que findará num Baile e numa Despedida”</em>, explica Ronaldo Correia de Brito.</p>
<p><em>&#8220;Neste ano de 2021, em meio às dúvidas das restrições do convívio social por conta da pandemia, resolvemos ousar ainda mais, trazendo algo novo para o público. Tivemos que nos desconstruir para abrir caminho a uma nova possibilidade, já que não seria possível ainda encenar o espetáculo presencialmente na Praça do Marco Zero. Como resultado desta dúvida, conseguimos o feito de fazer um filme inédito e surpreendente, a partir do encontro potente do teatro e do audiovisual, que chegou com uma força criativa grandiosa, revelando uma narrativa diferente de todos os outros anos, tendo como cenário lugares do Recife e um elenco primoroso&#8221;</em>, fala Carla Valença, diretora de produção.</p>
<p><em>&#8220;A narrativa está bem realista, completamente diferente de tudo que já foi feito até hoje, inclusive totalmente diferente da filmagem feita no ano passado. O teatro entra como uma parte lúdica do cenário e o filme traz uma narrativa muito mais de um cotidiano, de uma cidade. Tudo que usamos como referência de cenário para o Marco Zero, a gente este ano está filmando na realidade”</em>, revela Sephora Silva, que assina a cenografia do Baile.</p>
<p>Todos os elementos arquitetônicos que inspiraram o cenário do Marco Zero, como as diferentes épocas de arquitetura que o Recife tem, como os bairros mais antigos, o próprio Teatro de Santa Isabel, a Praça da República e o Mercado de São José, foram pontos de locação no filme. <em>“Mas quando o filme chega no Teatro de Santa Isabel é o momento que o filme transforma a história do real para o lúdico. A cenografia do Santa Isabel remete a do Marco Zero, mas bastante minimalista, com a ideia de um cenário que começou a ser montado e não foi acabado, uma ideia de suspensão, que foi algo que a pandemia trouxe pra gente e pro Teatro, que ficou parado e sem espetáculos”</em>, reforça Sephora.</p>
<p>&#8220;Baile do Menino Deus&#8221; recupera formas de celebrar o Natal, que sobreviveram e se guardaram sobretudo no Nordeste, à exemplo de reisado, lapinha, pastoril, cavalo marinho, guerreiro, chegança, boi de reis, brincadeiras e tradições que fogem ao monotemático “Natal Congelado” com neve de isopor, pinheiros, renas, trenós e Papai Noel. O Baile é uma saga que recorre a sortilégios, brincadeiras, invocação de criaturas fantásticas – como a Burrinha Zabilin, o Jaraguá e o Boi – e muita música e dança.</p>
<p><strong>PARCEIROS -</strong> O Baile conta com a Lei de Incentivo à Cultura, apresentado pela Fundação de Cultura do Recife, Secretaria de Cultura, Prefeitura do Recife, Fundarpe, Secretaria de Cultura, Governo de Pernambuco, com patrocínio da Toyolex, Copergás, Sherwin Williams, Porto de Suape e Tramontina, Co-patrocínio da Rede, Apoio do Itaú Cultural, Globo, STN, InBetta e realização da Relicário Produções Culturais, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.</p>
<p>A produção do Telefilme Baile do Menino Deus é assinada pela REC, produtora recifense com o pensamento voltado para a criação e produção de conteúdo audiovisual, dos sócios Chico Ribeiro e Ofir Figueiredo. Entre as suas principais produções estão Para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes, Tatuagem, de Hilton Lacerda, Viajo porque Preciso, Volto Porque Te Amo, de Karim Ainouz e Marcelo Gomes, Para Ter Onde Ir, de Jorane Castro e diversos outros longas.</p>
<p>Em 2020, o Baile que costuma reunir em sua edição presencial cerca de 70.000 pessoas, se abriu para a primeira experiência cinematográfica sendo exibido em plataformas digitais e TV aberta, com exibição que foi vista por mais de 3 milhões de pessoas, só nos primeiros dias.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Filme “Baile do Menino Deus – Uma Brincadeira de Natal”<br />
Estreia no dia 23 de dezembro de 2021 (quinta-feira), às 20h<br />
Transmissão gratuita: <a href="https://www.youtube.com/bailedomeninodeus" target="_blank"><strong>www.youtube.com.br/bailedomeninodeus</strong></a> | <a href="https://www.bailedomeninodeus.com.br/2021/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br/2021</strong></a><br />
Exibição no dia 25 de dezembro, às 14h10, pela TV Globo PE e Globoplay</p>
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		<title>Baile do Menino Deus ganha versão em filme e será transmitido em plataformas digitais e TV</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 18:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um momento de isolamento social vivido no mundo inteiro, o Baile do Menino Deus convida os brasileiros para “abrirem suas portas” para a chegada do “Menino Divino”. Espetáculo natalino, produzido pela Relicário Produções, e dirigido por Ronaldo Correia de Brito, que reúne milhares de turistas e conterrâneos no Marco Zero do Recife há 17 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74118" aria-labelledby="figcaption_attachment_74118" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hans Manteufell/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Baile-do-Menino-Deus-Hans_Manteufell-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-74118" alt="Hans Manteufell/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Baile-do-Menino-Deus-Hans_Manteufell-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo-filme será exibido nos dias 23, 24, 25 e 26 de dezembro </p></div>
<p>Em um momento de isolamento social vivido no mundo inteiro, o Baile do Menino Deus convida os brasileiros para “abrirem suas portas” para a chegada do “Menino Divino”. Espetáculo natalino, produzido pela Relicário Produções, e dirigido por Ronaldo Correia de Brito, que reúne milhares de turistas e conterrâneos no Marco Zero do Recife há 17 anos, se prepara para contar a história mais famosa do mundo de uma forma desafiadora. Este ano, o espetáculo que faz uma leitura lúdica do nascimento de Jesus Cristo, chegará nas casas dos brasileiros entre os dias 23 a 26 de dezembro, através de um espetáculo filme em plataformas digitais e TV. O filme também estará disponível pelo site, em formato com libras e audiodescrição.</p>
<p>O espetáculo que nunca termina, sempre principia e se recria, conta com apoio e patrocínio do Ministério do Turismo, através da Lei de Incentivo à Cultura, do Governo de Pernambuco, da Prefeitura do Recife, da Rede do Grupo Itaú, Aché Laboratórios, Sherwin-Williams, Tramontina, STN Nordeste, Inbetta, Copergás e Globo PE.</p>
<p>O longa inédito da grande ópera popular nordestina, que se orienta nas tradições de festas e representações teatrais do ciclo natalino, incorporadas às mais diversas culturas do Brasil, começa a ser gravado a partir desta quinta-feira (12) e conta com direção geral de Tuca Siqueira (&#8220;Amores de Chumbo&#8221; e &#8220;Fashion Girl&#8221;) e direção de fotografia de Pedro Sotero (premiado em Cannes, com o filme &#8220;Bacurau).</p>
<p>Produtora, roteirista e diretora de cinema, a pernambucana Tuca Siqueira iniciou sua carreira em 2003. Sua trajetória conta com diversas séries, filmes e documentários premiados. Entre eles, “Amores de Chumbo”, seu primeiro longa de ficção, considerado uma verdadeira pérola cinematográfica pela crítica.</p>
<p><em>“Eu tive a sorte de ter pais que sempre me levaram ao teatro e minha relação com a consciência do coletivo sempre foi muito forte por causa do meu envolvimento com a dança e o teatro, desde pequena&#8221;</em>, conta Tuca. <em>&#8220;Acho que isso foi o que me levou para o audiovisual que é uma arte tão coletiva. Assisti o Baile pela primeira vez no ano passado. Me emocionou muito pela ousadia e coragem política de se apresentar uma Maria negra e um José rastafari. Tudo isso me dá muito mais orgulho de ter recebido o convite para dirigir o espetáculo. Foi um presente pra mim e será uma grande surpresa para o público&#8221;</em>, finaliza.</p>
<p>Diretor de fotografia desde 2006 no Recife, lugar onde desenvolveu uma consistente filmografia de curtas e longas-metragens, Pedro Sotero fotografou filmes que incluem três seleções oficiais no festival Cannes, à exemplo de  “Aquarius”, “Bacurau” e “O Som ao Redor”. Em 2018, ganhou o prêmio de melhor fotografia no SSIFF, com longa argentino “Rojo” e em 2019,  trabalhou na pesquisa, roteiro e fotografia do filme instalação SWINGUERRA, obra selecionada para representar o Brasil na Bienal de Veneza e finalista do prêmio ABC 2020.</p>
<p>Entre os solos da peça, outro destaque é Silvério Pessoa, que estará em quatro atos. A rede de artistas do Baile também conta com a participação do Bongar, grupo de percussionistas e cantores do Terreiro Xambá, que apresentará, o talento Guilherme, percussionista de apenas cinco anos, filho de Guitinho de Xambá, que traz toda a representatividade negra que vem do Quilombo Urbano do Portão do Gelo, para o espetáculo. O corpo de baile, composto por onze bailarinos, também está renovado, bem como o figurino e a cenografia.</p>
<p>Carla Valença e Ronaldo Correia de Brito oficializaram a ideia de transformar o espetáculo em filme no mês de agosto. O conceito veio da diretora de arte Sephora Silva. <em>“Estremecemos só em pensar, mas partimos para o desafio de realizar três produções, dentro de uma mesma e gigante produção, que é a do Baile, para não deixar o público sem o espetáculo”</em>, comenta Ronaldo.</p>
<p>A proposta do espetáculo filme do Baile é encenar a apresentação da mesma forma que ela é todos os anos no Marco Zero, usando a linguagem do cinema sem perder nenhuma característica própria da montagem, mas trazendo novidades. <em>&#8220;O Baile é um espetáculo de rua que se integra com a cidade no espaço do Marco Zero e trazendo o cenário para dentro do teatro a gente quis trazer a cidade como cenário para o fundo do teatro&#8221;</em>, conta Sephora Silva. <em>&#8220;Incorporamos projeções com imagens reais da cidade e animações. Serão 8 cenas com projeções, desde o céu divino na cena do anjo, imagens diferentes de dia com um morro colorido, teremos um sertão verde próspero e animações com desenhos de Joana Lira. Também teremos um momento com uma mensagem muito importante nas cenas dos caboclinhos com a projeção da floresta amazônica e trazendo uma alerta às queimadas&#8221;</em>.</p>
<p>Preocupados com a segurança dos artistas e de todos os profissionais envolvidos na produção, as gravações do Baile contam com todos os critérios de segurança, exigidos em tempos de pandemia e uma equipe médica formada por cinco profissionais e dois consultores foram contratados para criar um protocolo de segurança e prevenção à Covid19.</p>
<p><em>“É um desejo mais antigo de fazer o espetáculo num formato de filme&#8221;</em>, conta Carla Valença. <em>&#8220;Estamos felizes e ansiosos, a oportunidade de realização chegou. Quando se deu a pandemia do coronavírus, eu e Ronaldo nos reunimos com muitas pessoas com o objetivo de vislumbrar caminhos e agregar profissionais com a expertise do teatro e do audiovisual, já prevíamos a possibilidade de não poder acontecer presencialmente”</em>. O filme também estará disponível pelo site em formato com libras e audiodescrição. Confira um teaser do espetáculo abaixo:</p>
<p><iframe width="600" height="400" src="https://www.youtube.com/embed/w3eKnhilM4Y" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Baile do Menino Deus &#8211; O Filme<br />
Transmitido nos 23, 24 e 25 de dezembro pelo <a href="https://www.youtube.com/bailedomeninodeus?gl=BR" target="_blank"><strong>www.youtube.com.br/bailedomeninodeus</strong></a><br />
E dia 26 de dezembro pela TV Globo<br />
O espetáculo-filme terá libras e audiodescrição no site <a href="http://www.bailedomeninodeus.com.br/2020/" target="_blank"><strong>www.bailedomeninodeus.com.br</strong></a></p>
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		<title>Quarto episódio do “Nosso Ofício” ressalta a resistência a partir das palavras</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jul 2019 19:33:29 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69909" aria-labelledby="figcaption_attachment_69909" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/EPI-04-A-Máquina-Foto-Bento-Marzo-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-69909" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/EPI-04-A-Máquina-Foto-Bento-Marzo-01-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A série é exibida semanalmente no Canal Futura</p></div>
<p>As letras representam uma forma de linguagem, compõem narrativas e eternizam histórias. Conhecer as possibilidades da memória a partir das máquinas de escrever é primordial para conhecer o mundo do outro. Este é um dos focos do quarto episódio da série “Nosso Ofício”, que o Canal Futura exibirá nesta segunda-feira (15/7), às 23h. Realizada em parceria pela Rima Cultural e Ateliê Produções, com apoio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a série documental conta com 13 episódios, que serão exibidos semanalmente, sobre profissões cada vez mais raras na rotina atual das cidades brasileiras.</p>
<p>Com episódios gravados em sete Estados (Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará), “Nosso Ofício” é dirigida pela cineasta Tuca Siqueira, e tem como característica relacionar as 13 profissões destacadas com sentimentos, ideias e conceitos como fé, esperança, paciência e identidade, entre outros.</p>
<p>No quarto episódio do seriado, é revelada a trajetória de Seu Sebastião, que dedica parte do seu tempo consertando máquinas de escrever. O profissional é protagonista do episódio “ A Máquina e a Resistência”, gravado no Rio de Janeiro, e que reforça uma narrativa de resistência e memória afetiva. O capítulo conta com depoimentos emocionantes do psicanalista Jurandir Freire Costa, do instrumentista Tizumba e da artista plástica Dina Oliveira.</p>
<p><strong>NOSSO OFÍCIO</strong><br />
A série Nosso Ofício foi gravada de novembro de 2018 a março de 2019. Foram percorridos sete Estados, a partir de uma seleção de profissionais com ricas trajetórias de vida e de serviço, e dos sentimentos e ideias relacionados às suas atividades, feita pela Rima Cultural e o Ateliê Produções.</p>
<p>A série surgiu com esta bela missão de resgate, e não apenas da história de cada um dos personagens, mas dos hábitos e cotidianos de diferentes lugares do País. De Triunfo (PE) ao Rio de Janeiro, de Ouro Preto a Belém do Pará. “Esse é um projeto que teve várias fases, e a gente está muito feliz com a conclusão de mais uma etapa, com a estreia no Canal Futura”, explica Rafael Marroquim, da Rima, que assina o roteiro com Ricardo Melo.</p>
<p>Com olhar sensível, a cineasta Tuca Siqueira na direção, que conduziu cada um dos 13 artífices em entrevistas individuais, informais, marcadas pelo tom de confidencialidade. Os personagens aparecem imersos em suas atividades cotidianas, em depoimentos impregnados de sentimento e história. O resultado emociona, sobretudo por emergir da simplicidade e da espontaneidade.</p>
<p>Além dos mestres que protagonizam os capítulos, foram entrevistados outros 120 convidados, que falaram dos sentimentos e valores relacionados a cada profissão. “Temos diversidade de sotaque e de cenário, o que influencia no visual e no conteúdo da produção. Enquanto diretora, foi uma experiência muito intensa e marcante; uma das mais marcantes, em 15 anos de carreira, por essa quantidade, intensidade e tempo de filmagem envolvido. São 13 personagens, três dias com cada um deles, o que faz com que a gente se aproxime muito rapidamente deles, vive intensamente esses três dias em todos os sentidos. Não há como não estabelecer afeto com essas pessoas, porque tratamos de ofícios que estão se tornando muito raros”, salienta Tuca Siqueira.</p>
<p><strong>SINOPSES DOS EPISÓDIOS</strong></p>
<p><strong>1) O Afinador e o Diálogo</strong><br />
Gutemberg é afinador de pianos. No silêncio do ofício solitário, desenvolve um diálogo com o instrumento e com artistas. Participações de Egberto Gismonti e Ney Matogrosso.</p>
<p><strong>2) O Tipógrafo e a Compreensão</strong><br />
A experiência do tipógrafo Matias, que preserva a técnica aprendida com os pais, em Belo Horizonte. O ofício é fio condutor para testemunhos sobre compreensão, uma forma de entender e se enxergar no lugar do outro.</p>
<p><strong>3) O Abridor de letras e a Identidade</strong><br />
Navegar em busca de identidade. Seu Manoel, que pinta nomes de barcos, faz companhia nesta viagem. Com ele, Jurandir Freire Costa, Deborah Colker e Aderbal Freire Filho.</p>
<p><strong>4) A Máquina e a Resistência</strong><br />
Seu Sebastião diz que é um sobrevivente, no ofício que decidiu abraçar. O conserto de máquinas de escrever tornou-se forma de resistência e reafirmação, na vida que segue. Jurandir Freire Costa,</p>
<p><strong>5) A Erveira e a Esperança</strong><br />
Centenas de ervas, na barraca de Dona Coló, em um tradicional mercado, parecem plantar esperança. Sentimento que milhares de pessoas tentam colher diariamente.</p>
<p><strong>6) O Luthier e a Paciência</strong><br />
Daltro, luthier que conhece cada parte do acordeon, faz de paciência e sensibilidade os elementos indispensáveis em cada conserto. Apaixonado pelo ofício, coloca o coração no cotidiano que abraça, como se fosse um instrumento.</p>
<p><strong>7) O Alfaiate e a Elegância</strong><br />
Seu Lello, um tradicional alfaiate, é o protagonista do episódio que, dentro e fora da sua rotina, mostra que elegância é, também, uma questão de atitude.</p>
<p><strong>8) Os Sineiros e a Fé</strong><br />
Nas torres de igrejas históricas, Chrysley e João Lucas têm a missão de espalhar o toque de sinos centenários. Um ofício de fé para jovens renovados na tradição.</p>
<p><strong>9) Facas, panelas e a Perseverança</strong><br />
Feiras livres são ambientes comuns aos amoladores de facas e restauradores de panelas. Ali perseveram Seu Manoel e o filho, que hoje dá futuro ao ofício do pai.</p>
<p><strong>10) O Brinquedo e a Lembrança</strong><br />
Bartolomeu é restaurador por vocação. Começou a consertar carros e bonecas na adolescência. E “brincando com o ofício”, como diz, segue com o mesmo entusiasmo.</p>
<p><strong>11) O Lambe-Lambe e a Atenção</strong><br />
Uma foto na praça, um momento que não se revela de imediato, mas nasce ali, na antiga máquina fotográfica. Atenção ao detalhe na rotina de Varceli, fotógrafo lambe-lambe.</p>
<p><strong>12) O Motorneiro e o Cuidado</strong><br />
Marcos é condutor de bonde. Nos trilhos encontrou sua primeira e única profissão. Boa praça, cantarola e faz novos amigos todos os dias. Assim faz da rotina uma descoberta.</p>
<p><strong>13) O Foto-pintor e a Dedicação</strong><br />
Os retratos pintados por Mestre Júlio ilustram paredes e oratórios de milhares de casas. Dedicado, o foto-pintor se adapta às transformações e reinventa seu ofício.</p>
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		<title>Assista aos trailers da série de TV &#8220;Vulneráveis&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2015 14:00:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A série de TV &#8220;Vulneráveis&#8221; foi lançada na noite desta segunda-feira (14/09) no Cinema do Museu, mantido pela Fundação Joaquim Nabuco, em Casa Forte, no Recife. &#8220;Vulneráveis&#8221; apresenta visões distintas sobre o impacto de grandes obras e investimentos industriais na vida de milhares de famílias de renda média, de pessoas que se beneficiaram do boom econômico, mas que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A série de TV &#8220;Vulneráveis&#8221; foi lançada na noite desta segunda-feira (14/09) no Cinema do Museu, mantido pela Fundação Joaquim Nabuco, em Casa Forte, no Recife. &#8220;Vulneráveis&#8221; apresenta visões distintas sobre o impacto de grandes obras e investimentos industriais na vida de milhares de famílias de renda média, de pessoas que se beneficiaram do <i>boom</i> econômico, mas que podem retornar à pobreza a qualquer momento, dependendo da conjuntura. Famílias estruturalmente presas à pobreza. O argumento original e pesquisa foram criados por César Rocha e Laércio Portela. Os quatro episódios foram filmados e editados com direção de Déa Ferraz, Tuca Siqueira, Carol Vergolino, Getsemane Silva, Nath Gomes e Fabiana Moraes. A série tem um viés autoral e está sendo exibida pela TV Câmara desde o início de setembro. Confira o calendário de exibição e a ficha técnica completa abaixo. Em outubro, a série terá reexibição.</p>
<p>O roteiro do primeiro episódio da série, intitulado &#8220;Canavieiros&#8221;, ganhou o prêmio Rucker Vieira, organizado pelo Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), que financiou a produção do filme. Os três episódios seguintes (Mata Norte, Caldeirão e Dia de Pagamento) foram produzidos com incentivo do Funcultura, mantido pelo Governo de Pernambuco, Secretaria de Cultura e Fundarpe. &#8220;Canavieiros&#8221; está sendo transformando em longa-metragem, também com o incentivo do Funcultura. O grupo de profissionais envolvidos são associados ao Ateliê Produções e Alumia Produções e Conteúdo.</p>
<p>Os diretores tiveram liberdade para construir narrativas próprias a partir de visões distintas sobre o novo universo econômico e social trazido pelas grandes obras e sua relação conflituosa com as populações locais. As gravações foram feitas nos municípios de Ipojuca, em torno do Porto de Suape; de Goiana, nas proximidades da Fiat; em Flores e Sertânia, no entorno da Ferrovia Transnordestina e da Transposição do Rio São Francisco.</p>
<p>Além da série de TV, o projeto é composto por livro e ensaio fotográfico de Tom Cabral. O fotógrafo acompanhou os bastidores das filmagens e captou com sua câmera a amplitude das paisagens do novo desenvolvimento e as nuances dos pequenos dramas humanos.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong></p>
<p>Vulneráveis – Série para TV</p>
<p>Argumento original e pesquisa: César Rocha e Laércio Portela</p>
<p>Episódio Canavieiros (direção Déa Ferraz)</p>
<p>Episódio Mata Norte (direção Tuca Siqueira)</p>
<p>Episódio Caldeirão (direção Carol Vergolino, Getsemane Silva e Nath Gomes)</p>
<p>Episódio Dia de Pagamento (direção Fabiana Moraes)</p>
<p>Realização: Ateliê Produções</p>
<p>Coprodução: Alumia Produções e Conteúdo</p>
<p>Incentivo: Funcultura – Fundarpe – Secretaria de Cultura – Governo do Estado de Pernambuco</p>
<p><strong>Calendário de exibição de Vulneráveis na TV Câmara<br />
</strong><strong></strong></p>
<p><strong>1º episódio &#8211; Caldeirão - <strong><strong><strong>Assista ao trailer <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pUXKnfZjf38" target="_blank">AQUI</a></strong></strong></strong></strong></p>
<p>05/09 &#8211; Sábado 22h</p>
<p>06/09 &#8211; Domingo 23h</p>
<p><strong>2º episódio &#8211; Mata Norte - <strong><strong>Assista ao trailer <a href="https://www.youtube.com/watch?v=zY_t4fAIfIU" target="_blank">AQUI</a></strong></strong></strong></p>
<p>12/09 &#8211; sábado 22h</p>
<p>13/09 domingo 23h</p>
<p><strong>3º episódio &#8211; Canavieiros &#8211; <strong>Assista ao trailer </strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=r5mTDSHDXtQ" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
<p>19/09 &#8211; sábado 22h</p>
<p>20/09 &#8211; domingo 23h</p>
<p><strong>4º episódio (último) &#8211; Dia de Pagamento &#8211; Assista ao trailer  <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Fko-6JY6A1A" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
<p>26/09 &#8211; sábado 22h</p>
<p>27/09 &#8211; domingo 23h</p>
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