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	<title>Portal Cultura PE &#187; UFPE</title>
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		<title>Livro investiga o universo do cinema fantástico em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 15:40:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cinema pernambucano ganha uma nova perspectiva com o lançamento do livro Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino. A obra, que equilibra a escrita acadêmica de forma instigante e intimista, mergulha nas produções cinematográficas que transitam entre o real e o imaginário refletindo sobre como o fantástico pode ser um reflexo de questões sociais, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115990" aria-labelledby="figcaption_attachment_115990" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/1738009166029.jpg"><img class="size-medium wp-image-115990" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/1738009166029-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino</p></div>
<p>O cinema pernambucano ganha uma nova perspectiva com o lançamento do livro Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino. A obra, que equilibra a escrita acadêmica de forma instigante e intimista, mergulha nas produções cinematográficas que transitam entre o real e o imaginário refletindo sobre como o fantástico pode ser um reflexo de questões sociais, culturais e emocionais. O projeto tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>O lançamento presencial do livro, que tem formato <a title="Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino" href="https://linktr.ee/cinemafantasticope" target="_blank"><strong>e-book</strong></a>, ocorre no Centro de Artes &amp; Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no dia 5 de fevereiro, a partir das 17h. O evento conta com a mediação de Angela Prysthon, professora titular do Departamento de Comunicação Social da UFPE.</p>
<p>Inspirada pela ficção desde a infância, Inana conecta sua trajetória pessoal ao panorama do gênero no Estado analisando filmes como Bacurau (2019) e Divino Amor (2019) e outras obras que marcaram o cinema pernambucano de 2014 a 2022.</p>
<p>No projeto gráfico, todas as ilustrações foram feitas com tinta nanquim buscando retratar o fantástico. As cores rosa e azul segmentam os capítulos enquanto na entrevista com Renata Pinheiro e André Antônio o preto e o branco surgem para quebrar essa sequência.</p>
<p>Durante o evento de lançamento a autora apresenta os principais conceitos do livro e discute a relação do fantástico com a resistência e a reelaboração da realidade. Cinema Fantástico em Pernambuco foi produzido por Raian Cardoso, editado por Natália Araújo e o design tem a assinatura de Thalita Macedo.</p>
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		<title>Cepe e Editora UFPE lançam no Mepe a 3ª edição de obra rara de Osman Lins</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 18:39:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115592" aria-labelledby="figcaption_attachment_115592" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13.jpg"><img class="size-medium wp-image-115592" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Osman-Lins-13-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Osman Lins</p></div>
<p>No centenário de nascimento de Osman Lins (1924-1978) duas editoras públicas se unem para lançar a terceira edição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em>, depois de 50 anos da última tiragem, em 1974. O livro, com selo da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) e da Editora da Universidade Federal de Pernambuco, é um ensaio profundo, irônico e ousado, com recursos do campo da ficção, sobre o ofício de escrever e a relação do escritor (e da escrita) com o mundo &#8211; dos editores e leitores aos censores. Produzido no fim da década de 1960, e atualmente uma raridade, o título é apresentado nesta sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), nas Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>&#8220;A reedição de <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> é de enorme contribuição para o debate público sobre a literatura na atualidade. Como intelectual latino-americano, Osman Lins sempre insistiu na necessidade do escritor engajar-se no enfrentamento dos problemas e desafios de seu país. É um escritor combativo, muito mais do que polemista&#8221;, declara o professor e organizador do livro, Fábio Andrade. Nascido no município de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, Osman Lins morreu precocemente, na cidade de São Paulo, em 8 de julho, três dias depois de completar 54 anos.</p>
<p>Com 332 páginas e capa de Ildembergue Leite, a nova edição tem uma pequena iconografia (imagens em preto e branco) que remete ao período de elaboração do livro e a sua repercussão, e um índice onomástico com pensadores, escritores e artistas citados pelo autor. &#8220;Fiz a apresentação, que busca assinalar certos aspectos do livro sintonizados com nosso tempo, e acrescentei notas que têm como principal objetivo ressaltar certos diálogos do pensamento crítico de Osman Lins com sua própria produção literária&#8221;, informa Fábio Andrade.</p>
<p>Osman Lins é autor de romances (<em>Avalovara</em>, <em>O Visitante</em>, <em>O Fiel e a Pedra</em>), contos (<em>Os Gestos</em>), narrativas (<em>Nove</em>, <em>Novena</em>), relatos de viagem (<em>Marinheiro de Primeira Viagem</em>), obra para teatro (<em>Lisbela e o Prisioneiro</em>) e ensaios. &#8220;Poucas, sabe-se, as possibilidades de alcançarmos, neste ofício, a recompensa de um livro duradouro. Por mais que cerremos o espírito aos desvios, destinam-se os escritos literários, em grande maioria, à existência curta: 80% desaparecem em um ano, 99% em 20 anos. Um massacre em que poucos sobrevivem&#8221;, escreveu o autor em <em>Guerra sem Testemunhas</em>.</p>
<p>No livro ele faz a defesa da escrita como ofício: &#8220;O profissional é aquele que professa &#8211; e professar, mais do que exercer, é abraçar, seguir. A ideia, portanto, deve envolver uma noção de entrega, de responsabilidade e de fé&#8221;. Traz reflexões sobre o trabalho criativo, a crítica literária, a circulação de livros, os leitores, o mercado editorial, as dificuldades para publicação de livros, a demora na análise de originais por parte das editoras e os espaços na mídia. Também reage à remuneração do escritor baseada no número de livros vendidos e não pela quantidade de exemplares impresso e à falta de republicação de obras esgotadas de autores novatos.</p>
<div id="attachment_115594" aria-labelledby="figcaption_attachment_115594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leopoldo Conrado Nunes/Cepe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-115594" alt="Leopoldo Conrado Nunes/Cepe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Fábio-Andrade-Foto-Leopoldo-Conrado-Nunes-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritro Fábio Andrade</p></div>
<p>&#8220;<em>Guerra sem Testemunhas</em> é uma obra que merece ser mais reconhecida. Ensaio preciso, profundo e criativo. É, como aponta o organizador Fábio Andrade, um livro quase solitário na produção brasileira do século 20, com um olhar provocante sobre o ofício — e a solidão — do escritor diante do sistema literário e da sociedade. Nesta terceira edição, com notas e nova apresentação, a Cepe Editora e a Editora UFPE se unem para trazer de volta às prateleiras um título que estava se tornando uma raridade e que merece novas e renovadas leituras&#8221;, afirma o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>Para Fábio Andrade, com a republicação do título &#8220;a maior conquista é justamente dar visibilidade, 50 anos depois, a um livro que ainda recende a pura pólvora, num país cheio de problemas estruturais graves e com certos setores elogiando nostalgicamente a opressão que Osman Lins tanto combateu&#8221;.</p>
<p><strong>FAMÍLIA -</strong> &#8220;Além de romances, contos, peças de teatro, textos para jornais e TV (episódios de <em>Caso Especial</em> da TV Globo), Osman Lins, meu pai, escreveu ensaios. Ora alguns que estudavam outros escritores (como Lima Barreto), ora sobre as dificuldades que enfrentam todos aqueles que se dedicam ao ofício de escrever. Lembro-me de um fato corriqueiro que muito o irritava, quando viajávamos juntos. A cada hotel a pergunta na recepção. Profissão? &#8216;Escritor&#8217;, ele respondia. Porém, o funcionário de plantão sempre indagava: &#8216;Como? Profissão?&#8217;. E ele, irritadíssimo, ratificava quase soletrando: &#8216;Es-cri-tor&#8217;. Isso acontecia até mesmo no exterior&#8221;, recorda a jornalista Letícia Lins.</p>
<p>&#8220;Tal comportamento traduz a forma como ele colocava em primeiro plano o ato de escrever, assim como a sagrada importância da palavra, a ferramenta de seu ofício. &#8216;Uma coisa não existe realmente enquanto não nomeada&#8217;. Para ele, se não pudesse escrever era melhor morrer. E usou de toda a alquimia que encontrou para produzir contos, peças, romances. Porém, apesar da dedicação, ser escritor no Brasil nunca foi fácil. Principalmente no fim dos anos 1960, quando o Brasil vivia uma ditadura e encarava a arte de criar como subversão. E cabia ao criador driblar as limitações políticas e a censura&#8221;, observa.</p>
<p>&#8220;Em <em>Guerra sem Testemunhas</em> há questionamentos que ele fez que ocorrem, ainda com mais intensidade, no século 21. Naqueles tempos, em que nem se sonhava com internet, ele questionava: &#8216;Caminha o livro para a extinção ou está mais vivo do que nunca?. Há pergunta mais atual? Também analisa o papel da literatura frente às comunicações de massa e a realidade política. Há discussão mais necessária hoje do que essa?&#8221;, destaca Letícia Lins.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</em> e bate-papo com os professores Fábio Andrade e Eduardo César Maia -</strong> <em>sexta-feira (24), das 19h30 às 21h30, no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças, Recife-PE). Preço do livro: R$ 70 (impresso)</em></p>
<div id="attachment_115593" aria-labelledby="figcaption_attachment_115593" class="wp-caption img-width-353 alignnone" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115593" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/Guerra-sem-testemunhas-capa-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Guerra sem Testemunhas: O Escritor, sua Condição e a Realidade Social</p></div>
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		<title>A vida e a obra das mulheres da fotografia no Recife são registradas em livro</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 17:57:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A história da fotografia no Recife pela perspectiva de mais de 40 mulheres foi documentada pela professora Isabella Valle e transformada em livro, a ser lançado pela Cepe Editora. Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife) é composto de textos com reflexões críticas ancoradas na questão de gênero e imagens das profissionais em autorretratos e retratadas uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115098" aria-labelledby="figcaption_attachment_115098" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Isabella-Valle2-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115098" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Isabella-Valle2-divulgação-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A fotógrafa Isabella Valle</p></div>
<p>A história da fotografia no Recife pela perspectiva de mais de 40 mulheres foi documentada pela professora Isabella Valle e transformada em livro, a ser lançado pela Cepe Editora. <em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em> é composto de textos com reflexões críticas ancoradas na questão de gênero e imagens das profissionais em autorretratos e retratadas uma pela outra. Isabella conversa sobre essa produção com a diagramadora do livro, Isabella Alves, em uma live de pré-venda, às 19h30 da próxima terça-feira (17), transmitida pelo canal da Cepe no <strong><a title="@cepeeditora" href="https://www.youtube.com/@cepeeditora" target="_blank">YouTube</a></strong>. A mediação é da editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p><em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em> tem origem na tese de doutorado de Isabella Valle, defendida em 2017 no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (PPGCOM-UFPE). “O livro não é uma cópia da tese. A linguagem foi adaptada ao formato de uma grande reportagem”, informa a autora. A edição é da jornalista Fabiana Moraes, o prefácio é assinado pela renomada fotógrafa Nair Benedicto e o design é de Isabella Alves. A publicação tem financiamento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>De acordo com a autora, a proposta é abraçar diferentes gerações de fotógrafas do Recife, da década de 1970 até os anos 2010, período no qual ela também está incluída. “Nem todas são do Recife, mas todas fazem parte da história da fotografia na cidade. Minha ideia é apresentar uma narrativa diferente da oficial, na perspectiva de gênero”, declara. Vida pessoal, maternidade, sexualidade, violência, articulações e redes de solidariedade são assuntos abordados no livro. “A conclusão é positiva, com um lugar de força e esperança. Mostra para onde está indo a profissão de fotógrafa”, comenta Isabella Valle.</p>
<p>Participam do título, com entrevista, respondendo a perguntas em questionário ou na ciranda de fotos, Gleide Selma, Yêda Bezerra de Mello, Roberta Guimarães, Mariana Guerra, Hélia Scheppa, Priscila Buhr, Alcione Ferreira, Tuca Siqueira, Joana Carvalho e Carol de Andrade, entre outras. São profissionais que atuam em mercados de trabalho diversos, de fotojornalismo a foto de casamento. Ainda segundo Isabella Valle, a ciranda de fotos (o autorretrato e uma fotografada pela outra) possibilitou mais interação entre elas, inclusive para conhecer o trabalho das colegas. “É um livro de memória que, pela abordagem, acaba não sendo restrito às fotógrafas, mas a todas as mulheres”, observa.</p>
<p><strong>A AUTORA -</strong> Isabella Valle é fotógrafa, pesquisadora e organizadora do livro Fotografias e Culturas Midiáticas Contemporâneas da Universidade Federal da Paraíba (Editora CCTA-UFPB, 2023). É professora de fotografia no Departamento de Comunicação e no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB, além de coordenadora do Laboratório de Pesquisas em Imagens, Corpos e Afecções (Tato) na mesma instituição.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Live de pré-venda do livro <em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em>, com bate-papo entre a autora Isabella Valle e a diagramadora Isabella Alves e mediação de Gianni Gianni -</strong> <em>terça-feira (17), às 19h30, transmitida pelo canal da Cepe no <a title="@cepeeditora" href="https://www.youtube.com/@cepeeditora" target="_blank">YouTube</a>. Preço do livro: R$ 50, de 17 de dezembro de 2024 a 20 de janeiro de 2025, na <a title="Livraria Cepe" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank">loja virtual</a> da Cepe</em></p>
<div id="attachment_115099" aria-labelledby="figcaption_attachment_115099" class="wp-caption img-width-371 alignnone" style="width: 371px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/CAPA-Fotografas_umacirandanoRecife_capa_prevenda_CAPA.png"><img class="size-medium wp-image-115099" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/CAPA-Fotografas_umacirandanoRecife_capa_prevenda_CAPA-371x486.png" width="371" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</p></div>
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		<title>PASÁRGADA.DOC &#8211; Odailta Alves</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 17:34:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Odailta Alves é escritora, educadora, atriz e ativista dos Direitos Humanos. Mulher negra, lésbica, nascida na favela de Santo Amaro, é doutoranda em linguística na UFPE. É escritora e atriz do espetáculo Clamor Negro. É também roteirista da Websérie Escritoras Negras de Pernambuco. Atua ainda dando palestras antirracistas e promovendo saraus de poesia. Suas primeiras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/viNM_sHYrTU?si=7frjW0q7QQ-68zSr" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Odailta Alves é escritora, educadora, atriz e ativista dos Direitos Humanos. Mulher negra, lésbica, nascida na favela de Santo Amaro, é doutoranda em linguística na UFPE. É escritora e atriz do espetáculo Clamor Negro. É também roteirista da Websérie Escritoras Negras de Pernambuco. Atua ainda dando palestras antirracistas e promovendo saraus de poesia.</p>
<p>Suas primeiras escritas surgem na adolescência, quando começou a ler, pois tinha que escrever e ler as cartas na comunidade (meio de comunicação muito utilizado nas décadas de 80 e 90). Conta que tinha cadernos de poesia, nos quais copiava os textos que achava bonitos.</p>
<p>Aos poucos foi iniciando um processo de escrita que retratava as dores de amor, saudade, solidão, que perpassavam suas experiências e subjetividades e da vida de mulheres e homens negros. Na atuação como atriz, dramaturga, algumas de suas escritas ganharam os palcos do teatro de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.</p>
<p>À equipe do pasárgada.doc, Odaílta revelou os caminhos da sua escrita, o início da trajetória, seus processos criativos, suas influências os choques da sua carreira na literatura, a relação de sua obra com os territórios em que viveu e vive, com suas vivências e o que o motiva nessa carreira.</p>
<p>O Pasárgada.doc é um projeto especial de audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco, através da coordenadoria de Literatura, da Gerência de Política Cultural, em parceria com o Espaço Pasárgada, equipamento gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Com produção da gerência de Comunicação do Cultura.PE, esta temporada 2024 conta com 14 episódios com entrevistas exclusivas como talentos da literatura pernambucana e vai ao ar até o início do ano que vem.</p>
<p>Ficha Técnica: Governo de Pernambuco Governadora: Raquel Lyra Vice-governadora: Priscila Krause</p>
<p>Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco Secretária de Cultura: Cacau de Paula Secretária Executiva de Cultura: Yasmim Neves Secretária Executiva de Gestão: Ana Paula Jardim Direção: Juliana Salvador Produção: Juliana Albuquerque, José Jaime, Luciana Lima e Yuri Euzébio Reportagem: Yuri Euzébio Imagens: Felipe Bessa Edição: Simon Filmes Acessibilidade: Leonardo Samico</p>
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		<title>Animage: Festival Internacional de Animação de Pernambuco chega à 14ª edição</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 14:46:53 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112419" aria-labelledby="figcaption_attachment_112419" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hannah Carvalho/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Animage-2024-Getulio-Maurício-por-Hannah-Carvalho-@hnnhcrvlh-@hnnhcrvlhfotografia-36.jpg"><img class="size-medium wp-image-112419" alt="Hannah Carvalho/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Animage-2024-Getulio-Maurício-por-Hannah-Carvalho-@hnnhcrvlh-@hnnhcrvlhfotografia-36-607x442.jpg" width="607" height="442" /></a><p class="wp-caption-text">Antonio Gutierrez (Gutie), Getúlio Maurício e a arte do Animage 2024</p></div>
<p>A 14ª edição do Animage: Festival Internacional de Animação de Pernambuco acontece de 1º a 6 de outubro, no Recife. Com programação gratuita, reúne o que há de mais expressivo e atual na animação mundial exibindo produções de curtas e longas-metragens para todas as idades. As atividades incluem Mostras Competitivas e Especiais, oficinas, masterclasses e bate-papos com realizadores nacionais e internacionais. Em 2024 o festival ocupa cinco locais na capital pernambucana: Teatro do Parque, Cinema da Fundação (Derby), Cinema da UFPE, Parque da Macaxeira e Praça da Lagoa do Araçá.</p>
<p>O Festival Animage tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), do Governo de Pernambuco, do Sistema de Incentivo à Cultura (SIC), da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), da Secretaria de Cultura e da Prefeitura da Cidade do Recife; e apoio do Consulado Geral da República Federal da Alemanha em Recife, Camões: Centro Cultural Português em Brasília, Instituto Cervantes de Recife, ABCA, Teatro do Parque, Cinema da Fundação (Derby) e Cinema da UFPE.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem apoio financeiro do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via LPG, direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) e governo federal. A realização é da Rec-Beat Produções e da Leão Produções.</p>
<p>A programação completa é divulgada em setembro. O circuito competitivo de curtas-metragens encerrou suas inscrições para realizadores e a lista dos selecionados já está disponível. Este ano o Animage alcançou um novo recorde de filmes inscritos para sua Mostra Competitiva, com 2.200 inscrições de 100 países.</p>
<p><strong>MOSTRA COMPETITIVA -</strong> O consolidado circuito competitivo internacional do festival reúne as mais novas produções de animação em curta-metragem e premia os melhores filmes, pela escolha do júri do Animage, nas categorias Curta Infantil, Curta Brasileiro, Direção, Roteiro, Direção de Arte, Técnica e Som, que recebem o Troféu Animage. A principal premiação é a de Melhor Curta &#8211; Grande Prêmio Animage, que, além da estatueta, recebe prêmio em dinheiro no valor de R$ 4.000. Há também a escolha do Melhor Filme &#8211; Prêmio do Público, definido pela audiência do festival por meio de voto direto.</p>
<p><strong>MOSTRAS E SESSÕES ESPECIAIS -</strong> O Animage oferece também mostras e sessões especiais de curtas e longas, que podem incluir lançamentos de obras inéditas, retrospectivas de realizadores de destaque na animação mundial e mostras com temas específicos, como a tradicional Mostra de Animação Erótica, Mostra Brasil, Mostra Africana e a Mostra Parque, que acontece em parques e praças públicas localizados na periferia da cidade</p>
<p><strong>ARTE 2024 -</strong> A cada edição o Animage pauta sua comunicação visual a partir da obra de um artista convidado. Este ano o recifense Getúlio Maurício é o artista escolhido. Em seu trabalho Getúlio explora signos da cultura popular e do folclore de sua região de origem. Os temas que atravessam sua pesquisa dialogam com vivências pessoais e imagens do cotidiano expressas em pinturas e esculturas. Do mercado ao baile, do bar ao festejo, seu olhar traduz a vida no Recife, que faz parte de seu entorno.</p>
<p>“O nome da tela é Do Dia e da Noite e começa numa brincadeira de cavalo marinho. A proposta é trazer animação para dentro da tela, estimular a observação dos elementos, cenas que fazem as pessoas sorrirem com a descoberta dos pequenos detalhes. Essa obra carrega muita coisa da minha infância, de meu olhar, sonhos, de meu passeio pelo Recife, a religiosidade, os parques públicos, os trabalhadores desses parques. A ideia partiu de imaginar uma brincadeira que vai acontecer num filme, em que todo mundo brinca, vai pagar promessa, vai ter reza, vai cortar cabelo, vai abrir gaiola pra passarinho voar”, conceitua Getúlio sobre sua obra criada especialmente para o Animage.</p>
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		<title>Nova Revista Aurora 463 é lançada em meio a profundas reflexões acadêmicas</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 21:40:19 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O encerramento oficial da 17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, neste sábado, 17 de agosto, Dia Nacional do Patrimônio Histórico e Cultural, foi marcado pela realização do 8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural e pelo lançamento da 9ª edição da Revista Aurora 463. Os eventos aconteceram no Auditório Aloísio Magalhães da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), no bairro do Derby (área central do Recife), com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com um nível de excelência que arrancou elogios de todos os presentes.</p>
<p>Confira <a title="8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural" href="https://www.youtube.com/live/Iz14fiA1ziA?si=F5m6g_5XQZn7s0OQ" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a gravação do 8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural</p>
<p>Antes de saber como foi o encontro, vale a pena saber de uma ótima notícia: a 17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco terminou, mas não acabou. Isso mesmo. Com uma extensa programação, segue com atividades até o dia 28 de agosto, na capital e no interior do Estado.</p>
<p>Confira <a title="17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.even3.com.br/17-semana-estadual-do-patrimonio-cultural-pe/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa.</p>
<p>&#8220;Embora nós chamamos de Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, é uma programação que já não cabe mais dentro de apenas uma semana&#8221;, explicou o designer Flávio Barbosa, assessor de Gestão da Fundarpe e coordenador do evento. &#8220;Temos mais de 200 ações em 39 municípios do Estado. Patrimônio cultural é uma área extremamente abrangente e envolvente e transversal a várias áreas de conhecimento e linguagens culturais, como design, moda, fotografia e de pesquisas acadêmicas em antropologia, arquologia, museologia, história e gastronomia&#8221;, relacionou. &#8220;E quer envolver cada vez mais a sociedade para que reconheça isso e atue na preservação de seus bens.&#8221;</p>
<p>A 9ª edição da Revista Aurora 463 traz artigos e relatos do que ocorreu na 16ª Semana do Patrimônio, em 2023. É considerada impostante para perpetuar as discussões que vem sendo travadas durante o evento. &#8220;Um dos destaques desta edição é um trabalho acadêmico escrito por Ulysses Pernambucano de Mello Neto (arqueólogo, historiador e ex-presidente da Fundarpe, em 1979-81, falecido no último dia 9), um dos últimos que ele realizou e nos apresentou&#8221;, lembrou Flávio Barbosa.</p>
<p>O lançamento da Revista Aurora 463 ocorreu ao término do Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural. Em sua 8ª edição, a reunião recebeu ex-alunos dos cursos de arqueologia, arquitetura &amp; urbanismo, biblioteconomia, gastronomia, história e museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) para apresentarem seus trabalhos finais de graduação e participarem de debates.</p>
<p>A ideia do encontro é criar um espaço de diálogo e trocas entre diferentes áreas do conhecimento, que atuam conjuntamente no exercício do reconhecimento e da conservação dos múltiplos aspectos significativos de nossa cultura e identidade, formando nosso patrimônio cultural.</p>
<p>Foram convidados Ayla Milena Amaral Santos (gastronomia, UFPE), com seu trabalho Ações de Preservação do Patrimônio Alimentar em Pernambuco: Uma Vivência na Fundarpe; Bruno Galvão Guedes (arquitetura &amp; urbanismo, UFPE), com Pesca, Território e Cotidiano: Uma Compreensão Coletiva dos Bens Culturais de Jaguaribe; Carolina Maria Ferreira Ribeiro (biblioteconomia, UFPE), com Memória, Patrimônio e Coleções: Um Estudo dos Acervos das Igrejas Católicas de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes Tombados pelo Iphan; Jacqueline Gabriele de Araújo Torres (arqueologia, UFPE), com Análise do Estado de Conservação do Patrimônio Industrial Ferroviário através da Fotogrametria: O Caso da Antiga Estação Ferroviária de Quipapá (PE); Nicoly Maria Caetano Lima (história, UFRPE), com A Morte de Africanos &#8220;Novos&#8221;: Lugares de Memória na Freguesia do Santíssimo Sacramento de Santo Antônio (1820-1831); e Jonas Batista da Silva (museologia, UFPE), com Monumento Tortura Nunca Mais: Um Patrimônio do Presente.</p>
<p>Em dois grupos de três convidados, os graduados fizeram breves apresentações individuais de seus trabalhos e participaram de debates conduzidos pela arqueóloga e historiadora Pollyana Calado, técnica da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (CPPC) da Fundarpe, com a presença de arquiteta e urbanista Laryssa Araújo à mesa. Todas as obras foram bastante elogiadas pelo público presente e suscitaram análises, comentários e perguntas levando o encontro a estrapolar o horário de duração previsto.</p>
<p>De acordo com Pollyana Calado, a principal contribuição que a Fundação almeja é trazer essas outras áreas de conhecimento para pensar junto o que a academia está trabalhando em relação à preservação do patrimônio cultural. &#8220;Para nós, enquanto técnicos, também é útil para reciclar e até ressignificar nossas práticas. E trazer informações para eles também. É uma troca&#8221;, contou.</p>
<p>Na equipe da Fundarpe, além de Flávio e Pollyana, estiveram presentes as técnicas Carolina Moura, Gabriela Cordeiro e Kézia Feitosa.</p>
<p><strong>A SEMANA –</strong> A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é um evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com a colaboração de diversos parceiros. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17 de agosto) ao longo dos anos, tem-se estabelecido como um espaço de debates, interdisciplinar e interinstitucional, sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais, a partir de ações previstas em quatro eixos: pensar, interpretar, brincar e experimentar o patrimônio.</p>
<p>Este ano, em sua 17ª edição, com o tema Educação, Território e Participação Social, tem por objetivo destacar a relevância dos diferentes processos educativos, da participação social e gestão compartilhada na proteção e salvaguarda dos patrimônios culturais em diversos territórios pernambucanos. Em seu escopo traz para a discussão a emergência da valorização (no campo do patrimônio) dos saberes das comunidades tradicionais, das tradições orais, dos saberes de artífices, de mestres e mestras, da relação das religiosidades e ofícios com o meio ambiente e natureza; bem como elucidar experiências acadêmicas de entes representativos e de arranjos coletivos de participação social no mapeamento e na gestão, zeladoria e continuidade dos bens culturais.</p>
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		<title>Na Semana do Patrimônio, Fundarpe abre as portas do São Luiz para estudantes de arquitetura</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 16:14:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, estudantes universitários de arquitetura, de quatro instituições do Recife, tiveram a oportunidade, nesta quinta-feira, de conferir de perto a obra de restauro do forro decorado do Cinema São Luiz, no Centro da Cidade. A ação, promovida pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, estudantes universitários de arquitetura, de quatro instituições do Recife, tiveram a oportunidade, nesta quinta-feira, de conferir de perto a obra de restauro do forro decorado do Cinema São Luiz, no Centro da Cidade. A ação, promovida pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), buscou aproximar alunas e alunos da prática do restauro.</p>
<p>As visitas mediadas foram conduzidas por Matheus Almeida, gestor de Patrimônio da obra de restauro do São Luiz, junto com a equipe da Fundarpe formada pelas arquitetas e assessoras administrativas Eva Passavante, Carolina Moura e Lucyana Pio, da Diretoria de Patrimônio. Participaram turmas dos cursos de arquitetura da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Faculdade Esuda e Uninassau, cada uma com 30 alunos em média, além de professores e funcionários da obra.</p>
<p>Antes de conhecerem presencialmente o canteiro de restauro do São Luiz, os estudantes assistiram, no mezanino, a uma apresentação em que Matheus explicou em detalhes cada etapa do processo da obra. Em seguida foram para a sala do cinema, no térreo, onde puderam conferir boa parte do forro decorado já restaurado e demonstrações de como o gesso é montado.</p>
<p>A primeira turma, com 27 alunas e um aluno da disciplina de sistemas estruturais do 3º período do curso de arquitetura da Unicap, estava monitorada pela professora Kyria Tsutsumi. A maioria das estudantes sequer havia entrado no São Luiz antes dessa visita e ficou impressionada, tanto com o restauro quanto com a suntuosidade da sala. Também estiveram presentes os professores Eudes Rocha e Pedro Valadares, da Universidade de Pernambuco (UPE).</p>
<p>&#8220;É muito importante trazermos alunos de arquitetura e engenharia, porque temos um pouco de ausência desse conhecimento de técnicas construtivas&#8221;, considera Matheus Almeida. &#8220;Na universidade até aprendemos na teoria, mas na prática há certos cuidados, o restauro é tratado como uma obra de arte. Temos que passar esse amor, porque quem trabalha com resturo trabalha com amor para que tudo saia perfeito e nenhuma área seja puladas. E passar a forma como fazemos isso para esses alunos, que são o futuro das obras, é muito importante que eles tenham esse conhecimento e consciência da importância e grandeza que temos aqui em Pernambuco&#8221;, afirmou.</p>
<p>Eva Passavante lembrou que essas visitas com estudantes já são comuns durante a Semana do Patrimônio Cultural há oito anos. &#8220;Procuramos sempre aproximar os alunos de obras que estejam acontecendo no Estado e que sejam acompanhadas pela Fundarpe. Na tentativa de trazer esse público, que aprende na academia, para a prática da arquitetura, na especificidade do restauro&#8221;, explicou. &#8220;Temos aqui uma obra espetacular, por ser um forro em gesso decorado. Não é comum na prática do dia a dia. Trazer esses alunos para ver de perto o que está acontecendo é algo que valorizamos na Semana do Patrimônio.&#8221;</p>
<p>Para a professora Kyria Tsutsumi, foi uma oportunidade incrível e única, para ela e as alunas. &#8220;No terceiro período de formação tiveram a possibilidade de entrar em uma obra preparada para recebê-las, podendo demonstrar o passo a passo dos elementos de adorno, do restauro, da cauterla como a empresa está executando essa formação&#8221;, observou. &#8220;É sempre uma estratégia interessante trazer os alunos para a obra, mas é muito difícil pausar uma obra para que receba uma turma. Estou boquiaberta. Está de parabéns as pessoas que estão na organização e promoveu essa experiência única para os estudantes&#8221;, elogiou.</p>
<p>A docente ainda ressaltou que o nicho de patrimônio tem muito potencial no Recife, porém, é pouco trabalhado. &#8220;Para mim foi surpreendente como o processo é artesanal, uma obra de arte escultórica, em cada fragmento. Desde a limpeza das peças até a formação, os moldes em gesso e em silicone. Artesanal e prototipado de uma maneira tão pessoal&#8221;, observou. &#8220;Fiquei feliz em perceber como a obra conecta o profissional à prática, deixando uma margem para a criatividade e invenção. E é isso o que precisamos na academia.&#8221;</p>
<p>Um de suas alunas, Maria Antônio Campos, 23 anos, nunca havia entrado no Cinema São Luiz. &#8220;Fiquei surpresa, porque é uma estrutura grandiosa, a nível mundial. É incrível, um trabalho impecável. Espero que fique pronto logo para que minha geração comece a frequentar esse cinema, que é belíssimo e tem uma programação incrível&#8221;, almejou.</p>
<p><strong>A SALA –</strong> Inaugurado no dia 6 de setembro de 1952 e situado às margens do Rio Capibaribe, na cabeceira da mais moderna ponte da cidade à época, a Ponte Duarte Coelho, o cinema São Luiz tornou-se um dos mais emblemáticos cinemas do Recife, prezando por essa arte em sua concepção clássica, com exibição em cineteatro. Atualmente, é o de mais rica concepção artística e arquitetônica do Recife e um dos últimos cinemas de rua do Brasil.</p>
<p>Em 2008, o prédio foi tombado como monumento histórico pelo Governo do Estado que, por meio da Fundarpe, trouxe de volta ao público o tradicional cinema São Luiz revitalizado e sem os vícios da mídia cinematográfica, preservando e difundindo a arte do cinema e contribuindo para o resgate da história da cidade e a manutenção de um verdadeiro templo de sua cultura.</p>
<p>Em 5 de novembro de 2015 o cinema pernambucano inaugurou seu novo projetor digital Barco 23B 4K, com capacidade de projetar filmes em 3D, além de um servidor digital e novos processadores e amplificadores de som para o formato Dolby 7.1. Em julho de 2022, o São Luiz foi fechado para a implantação de um novo sistema de refrigeração, correção de problemas de vazamento de cobertura e redimensionamento das suas instalações elétricas. Após chuvas torrenciais ocorridas no Recife em fevereiro de 2023, o equipamento precisou ser totalmente interditado por medida de segurança.</p>
<p>A primeira etapa das ações para reabertura do cinema, tratado com prioridade e responsabilidade pelo Governo do Estado, por meio da Fundarpe, contemplou a execução de serviços emergenciais no sistema de esgotamento de águas pluviais do equipamento cultural.</p>
<p><strong>A SEMANA –</strong> A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é um evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com a colaboração de diversos parceiros. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17 de agosto) ao longo dos anos, tem-se estabelecido como um espaço de debates, interdisciplinar e interinstitucional, sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais, a partir de ações previstas em quatro eixos: pensar, interpretar, brincar e experimentar o patrimônio.</p>
<p>Este ano, em sua 17ª edição, com o tema Educação, Território e Participação Social, tem por objetivo destacar a relevância dos diferentes processos educativos, da participação social e gestão compartilhada na proteção e salvaguarda dos patrimônios culturais em diversos territórios pernambucanos. Em seu escopo traz para a discussão a emergência da valorização (no campo do patrimônio) dos saberes das comunidades tradicionais, das tradições orais, dos saberes de artífices, de mestres e mestras, da relação das religiosidades e ofícios com o meio ambiente e natureza; bem como elucidar experiências acadêmicas de entes representativos e de arranjos coletivos de participação social no mapeamento e na gestão, zeladoria e continuidade dos bens culturais.</p>
<p>Com uma extensa programação, a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco segue com ações o dia 28 de agosto. Confira <a title="17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.even3.com.br/17-semana-estadual-do-patrimonio-cultural-pe/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa.</p>
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		<title>Concha Acústica recebe primeira edição do Curta a UFPE</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 17:20:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira edição do projeto Curta a UFPE vai ocupar o Campus Recife, nos próximos dias 25 e 26/3 (sábado e domingo). Aberto ao público, o evento gratuito é gratuito e tem a intenção de tornar a unidade de ensino num território de convivências, construções conjuntas e trocas de saberes a partir da sua integração [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_97150" aria-labelledby="figcaption_attachment_97150" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/gabi-do-carmo.jpeg"><img class="size-medium wp-image-97150" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/gabi-do-carmo-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora pernambucana Gabi do Carmo é uma das atrações do Curta a UFPE</p></div>
<p>A primeira edição do projeto <em>Curta a UFPE</em> vai ocupar o Campus Recife, nos próximos dias 25 e 26/3 (sábado e domingo). Aberto ao público, o evento gratuito é gratuito e tem a intenção de tornar a unidade de ensino num território de convivências, construções conjuntas e trocas de saberes a partir da sua integração com os vários setores da sociedade, também aos fins de semana. A iniciativa conta com apoio da Secult-PE/Fundarpe e da Secretaria de Cultura da Cidade do Recife.</p>
<p>As atividades serão circulares e acontecerão em três polos: na Concha Acústica, reformada recentemente; nas imediações do Clube Universitário e na avenida principal da UFPE, que estará, em parte, fechada para a circulação de carros. Um grande corredor de vivências e integração com a sociedade, reforçando a vocação extensionista da universidade pública.</p>
<p>A Concha Acústica será palco de uma efervescência cultural, recebendo espetáculos de diversos artistas que trazem à tona a importância do fomento à cultura dentro da UFPE. No sábado (25), a partir das 15h, haverá os shows da Orquestra Experimental de Frevo da UFPE, do Afoxé Oyá Alaxé, da banda de reggae N’Zambi e, para encerrar o primeiro dia, a cantora Gabi do Carmo apresenta o show “Afronambuco”.</p>
<p>No domingo (26), as atrações da Concha Acústica começam mais cedo, a partir das 14h, e incluem o público infantil, trazendo a Cia Brincantes de Circo e apresentação da Fada Magrinha. De forma plural e integrando os diversos públicos, a programação inclui música clássica, com o grupo Harmonie Musik UFPE, e cultura popular com a Tribo Canindé do Recife &#8211; Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>No âmbito da Cultura Corporal, serão realizadas diferentes atividades para serem experienciadas por todas as pessoas interessadas em um estilo de vida mais saudável. Tanto no sábado, como no domingo, entre 6h e 12h, serão realizadas nas imediações do Clube Universitário, práticas de futsal, natação, atletismo, ciclismo, beisebol, dança de salão, judô, karatê, crossfit, basquete, bocha, xadrez, slackline, vôlei de praia, capoeira, queimada, entre outros. A participação dessas atividades será por demanda espontânea e não precisa de inscrição prévia.</p>
<p>O evento contará, durante todo o final de semana, com quatro feiras que acontecerão simultaneamente. As vendas e exposições dos seus produtos trazem a dimensão social, e ainda mais interação para o evento; são elas a Feira das Mulheres Pretas, o bazar da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Pernambuco, a Feira Umba dos Pretos Negócios e a venda de produtos alimentícios pela Comunidade do Arruado do Engenho Velho. A programação completa está disponível <a href="https://www.ufpe.br/agencia/noticias/-/asset_publisher/dlhi8nsrz4hK/content/universidade-federal-de-pernambuco-promove-a-primeira-edicao-do-curta-a-ufpe-nos-dias-25-e-26-deste-mes/40615" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Curta a UFPE<br />
Local: Universidade Federal de Pernambuco &#8211; Campus Joaquim Amazonas<br />
Cidade Universitária, Recife<br />
Data: 25 e 26 de março<br />
Horário: 25/03 &#8211; 6h às 21h / 26/03 &#8211; 6h às 17h<br />
Entrada: gratuita</p>
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		<title>Livro &#8220;As identidades poéticas de Lucila Nogueira&#8221; será lançado na UFPE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 15:18:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[As identidades poéticas de Lucila Nogueira]]></category>
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		<description><![CDATA[O caleidoscópio de múltiplas personas e culturalidade que a poeta Lucila Nogueira levava ao papel, e à sua performance existencial, ganha análise delicada e profunda do escritor André Cervinskis em seu novo livro, “As Identidades Poéticas de Lucila Nogueira”. Prozuida pela Bersato Produção Cultural, com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/90cf4996284ecf73671e14d738a0b863482.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-23397" alt="lucila-nogueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/90cf4996284ecf73671e14d738a0b863482.jpg" width="440" height="295" /></a></p>
<p>O caleidoscópio de múltiplas personas e culturalidade que a poeta Lucila Nogueira levava ao papel, e à sua performance existencial, ganha análise delicada e profunda do escritor André Cervinskis em seu novo livro, “As Identidades Poéticas de Lucila Nogueira”. Prozuida pela Bersato Produção Cultural, com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a obra será lançada nesta quarta-feira (8), às 17h, no miniauditório 1 do CAC, na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Na ocasião, haverá intérpretes de libras. O trabalho também contará com versão audiobook.</p>
<p>Lucila Nogueira faleceu em 2016 e, apesar de não ter nascido em Pernambuco, o estado marcou fortemente sua trajetória literária. Isso porque viveu boa parte de sua vida no Recife, lecionou na Universidade Federal de Pernambuco e dedicou estudos em torno da obra de escritores pernambucanos. A escritora manteve-se atenta à diversidade cultural assim como vivenciou algumas de suas próprias personagens. Por isso, o autor, André Cervinskis aponta que “o aspecto da identidade é algo latente nos poemas de Lucila. Esse fator é tão relevante que ela cria personagens para materializar as manifestações culturais que descreve, o que não é uma prática comum em poesia.”</p>
<p>Dessa forma, “As Identidades Poéticas de Lucila Nogueira” destrincha-se em capítulos que analisam o conjunto de obras tangenciadas por cada identidade incorporada por Lucila no papel e, por vezes, fora dele também. Começando com a fase mitológica, mais introspectiva e mística, em que a identidade aparece fragmentada. Depois, a poeta retorna a sua própria origem, lançando luzes sobre a comunhão entre a identidade ibérica e latino-americana. Nas publicações seguintes, assim como nos capítulos que se sucedem, estão registradas as identidades globalizadas, esotéricas e múltiplas até a incorporação da pós-modernidade e a adesão a uma identidade cada vez mais performática. “Lucila Nogueira é passageira, devendo sempre partir, sem pertencer a lugar nenhum e, ao mesmo tempo, sendo cidadã de todo lugar”, afirma Cervinskis.</p>
<p>A publicação é uma oportunidade para fãs de Lucila Nogueira adentrarem com maior profundidade em sua vasta literatura e também para provocar iniciantes de várias gerações a conhecer a autora. Para Saturnino de Araújo, da Bersato, que encabeça a produção, “a relevância do livro está na atualidade de Lucila, pois ela era uma mulher antenada com o mundo e sua literatura é uma verdadeira viagem cultural”.</p>
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		<title>Oficina sobre corpo e espacialidade é oferecida gratuitamente na UFPE</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 20:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A artista e pesquisadora Renata Caldas vai promover, entre os dias 6 e 10 de fevereiro (segunda a sexta-feira), a oficina &#8220;Caminhos pela Performance&#8221;, que será ministrada pela artista e professora de dança Adovale Dias. A atividade, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, está agendada para acontecer [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/adovale-dias.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98729" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/02/adovale-dias-501x486.jpg" width="501" height="486" /></a></p>
<p>A artista e pesquisadora Renata Caldas vai promover, entre os dias 6 e 10 de fevereiro (segunda a sexta-feira), a oficina &#8220;Caminhos pela Performance&#8221;, que será ministrada pela artista e professora de dança Adovale Dias. A atividade, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, está agendada para acontecer na sala de dança Ana Regina, localizada no Centro de Arte e Comunicação da UFPE, das 14h às 18h. Para se inscrever na oficina, que é gratuita, as pessoas interessadas devem preencher o formulário disponível no link: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdqPR-bwiFrcqsdWwnkNqYFd3YlaC2Q6i2JLs36NQz01Zh59w/viewform" target="_blank"><strong>forms.gle/4MiT4oB3tNzepLFH8</strong></a>. As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de fevereiro (domingo), às 12h. A produção da oficina vai confirmar a lista dos selecionados por e-mail, no domingo à tarde.</p>
<p>A oficina é destinada a todas as pessoas que tenham interesse em ter os primeiros contatos na criação performativa e mergulhar em um campo de diferentes possibilidades. Ao todo, serão ofertadas 30 vagas, sendo quatro delas destinadas a pessoas com mobilidade reduzida, promovendo, assim, acessibilidade e respeito às diferenças entre os participantes. Os participantes receberão certificado no final da vivência.</p>
<p><em>“Performance é ação, então, vamos descobrir as possibilidades de encontrar um jeito que o corpo da pessoa se adapte, fazer com que eles caminhem e entendam essas relações do corpo com a performance. É uma oportunidade para qualquer pessoa que esteja interessada em ter os primeiros contatos na criação performativa”</em>, explica Adovale Dias.</p>
<p>Durante a vivência, os participantes terão a oportunidade de caminhar por diversos campos da performatividade artística com trabalhos em grupo ou individuais, seja no espaço físico ou no digital.</p>
<p><strong>CAMINHOS PELA PERFORMANCE -</strong> A atividade faz parte de um projeto da artista e mestra em Artes Visuais pelo PPGAV- UFPE, Renata Caldas, que integra pesquisa, oficina e uma performance inédita, de 30 minutos, que será apresentada ao final da ação formativa e acompanhada de um debate com os presentes. A iniciativa visa travar o diálogo criativo com a cidade e seus elementos identitários, redimensionando e revalorizando os mesmos.</p>
<p><strong>ADOVALE DIAS -</strong> Periférica, pessoa trans não-binária, performer, produtora, sonoplasta, bailarina, fotografa, diretora, professora, pesquisadora em dança, vídeo e corporeidades digitalizadas. Seus estudos pessoais caminham pela performance na produção de arte com alternativas de baixo custo, especificamente com o aparelho de telefonia móvel celular, na ressignificação da tecnologia a favor da produção no fazer dança, performance, artes visuais no Recife.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Oficina &#8220;Caminhos pela Performance&#8221; &#8211; Adovale<br />
Período: de 6 a 10 de fevereiro de 2023 (segunda a sexta-feira), das 14h às 18h, 20h/aula<br />
Inscrições até o dia 5 de fevereiro (meio-dia), por meio do formulário: <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdqPR-bwiFrcqsdWwnkNqYFd3YlaC2Q6i2JLs36NQz01Zh59w/viewform" target="_blank"><strong>forms.gle/4MiT4oB3tNzepLFH8</strong></a><br />
Local: Sala de Dança Ana Regina, localizada no Centro de Artes e Comunicação da UFPE (Av. da Arquitetura, s/n &#8211; Cidade Universitária, Recife &#8211; PE)<br />
Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/adovaleart/" target="_blank"><strong>@adovaleart</strong></a></p>
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