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	<title>Portal Cultura PE &#187; unesco</title>
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		<title>Forró pode receber título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 14:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122185" aria-labelledby="figcaption_attachment_122185" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3999.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122185" alt="Luiz Gonzaga, rei do baião e grande mestre do forró " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3999-607x418.jpeg" width="607" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Gonzaga, rei do baião e grande mestre do forró</p></div>
<p dir="ltr">O Dia Nacional do Forró, comemorado neste sábado (13), reacende a importância de uma expressão cultural reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Em Pernambuco, a data ganha um sentido especial por ser o aniversário de Luiz Gonzaga, referência maior do gênero musical característico do Nordeste, principalmente durante a maior festa da cultura popular brasileira, o Ciclo Junino (ou São João). A novidade em relação ao Forró é que, para além das terras pernambucanas e do País, existe a possibilidade de ser reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).</p>
<p dir="ltr">No campo mais simbólico e afetivo, celebrar o Dia Nacional do Forró é, antes de tudo, reconhecer a dimensão de um patrimônio que ultrapassa música e dança. O forró — ou forrobodó — é uma manifestação de um povo que envolve modos de viver, festejar, migrar, cozinhar e contar histórias. A decisão do Iphan, em 2021, ao registrá-lo como bem imaterial, deu nome formal ao que todo nordestino já sabia: trata-se de uma matriz viva, enraizada no Brasil inteiro por força das migrações e da potência inventiva de seus fazedores.</p>
<p dir="ltr">13 de dezembro carrega o nascimento de Luiz Gonzaga, em Exu, no Sertão do Araripe — território fundamental para entender o surgimento do forró. Gonzagão não só popularizou ritmos como baião, xote, xaxado e arrasta-pé, como ajudou a moldar o imaginário nacional sobre o Nordeste. Seu legado atravessa gerações e artistas contemporâneos que continuam renovando o super gênero com respeito à tradição, mas sem medo de olhar para o presente e para o futuro.</p>
<div id="attachment_122187" aria-labelledby="figcaption_attachment_122187" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4003.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122187" alt="Gonzagão e Marinês" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4003-607x415.jpeg" width="607" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Gonzagão e Marinês</p></div>
<p dir="ltr">“Pernambuco encerra o ano como um dos principais articuladores das políticas de salvaguarda do Forró no Brasil. O fato mais recente ocorreu em novembro deste ano, quando foi realizada a 111ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Ministério da Cultura/Iphan, fórum do qual a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco faz parte e que debate diretrizes, processos e avanços ligados à preservação das expressões culturais brasileiras”, explica Lana Monteiro, gerente de Preservação do Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">O processo de avaliação de uma candidatura a Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, como foi o caso do frevo, geralmente leva cerca de um ano a partir do momento em que o dossiê é submetido formalmente.</p>
<p dir="ltr"><strong> PATRIMÔNIO IMATERIAL</strong> &#8211; O processo internacional se soma a uma agenda extensa de reconhecimento construído ao longo dos últimos anos. Em 2021, o Iphan registrou as Matrizes Tradicionais do Forró no Livro de Registro das Formas de Expressão, reconhecendo-o como um complexo cultural que envolve música, dança, modos de fazer, redes comunitárias, transmissão de saberes, festas tradicionais e práticas sociais que atravessam gerações.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4002.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-122186" alt="IMG_4002" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4002.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Em Pernambuco, o fortalecimento dessa política ganhou impulso com o Inventário do Forró Tradicional no Interior do Estado, realizado pela Associação Respeita Januário com apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. A pesquisa percorreu municípios do Agreste e do Sertão, registrando memórias, técnicas, repertórios e espaços simbólicos que sustentam a continuidade da tradição.</p>
<p dir="ltr">O processo também evidencia a relevância dos mestres e guardiões da tradição que mantêm viva a prática do forró pé-de-serra por meio da oralidade, do aprendizado coletivo e da preservação dos repertórios tradicionais. Em Pernambuco, cinco Patrimônios Vivos do Estado seguem firmes neste propósito de manter acesa a chama da fogueira forrozeira. “Em Pernambuco, temos mestres, mestras e grupos culturais que estão diretamente ligados à essa expressão artística: Assisão, Benedito da Macuca, Terezinha do Acordeão e Quadrilha Raio de Sol”, pontua Lana Monteiro.</p>
<p>Cantor, compositor e sanfoneiro nascido em Serra Talhada (PE), Assisão é um dos nomes centrais do forró pernambucano. Com carreira iniciada nos anos 1960, construiu uma obra marcada pela fidelidade às matrizes do baião, xote e xaxado, sem abrir mão de experimentações sonoras. Sua música circula entre o popular e o autoral, dialogando com gerações distintas. É referência na preservação e difusão do forró como linguagem cultural viva.</p>
<p dir="ltr">Músico pernambucano ligado às tradições do forró, Benedito da Macuca construiu sua trajetória a partir da vivência comunitária e do repertório popular nordestino. Seu trabalho está associado à transmissão de saberes musicais que atravessam gerações, mantendo práticas e estilos ligados à sanfona e aos ritmos tradicionais. Atua como referência cultural em seu território, sendo reconhecido pela consistência e continuidade de sua contribuição artística.</p>
<p dir="ltr">Nascida em Salgueiro (PE), Terezinha do Acordeão é sanfoneira, cantora e compositora, com mais de seis décadas de atuação na música nordestina. Reconhecida como pioneira feminina no forró em Pernambuco, iniciou a carreira ainda jovem e consolidou uma discografia marcada pelo diálogo entre tradição e protagonismo autoral. Sua trajetória inclui parcerias, gravações e circulação nacional. É nome fundamental na história da sanfona no estado.</p>
<p dir="ltr">Fundada no Recife, a Quadrilha Junina Raio de Sol é um dos grupos mais longevos e estruturados da cultura junina pernambucana. Com mais de três décadas de atuação, desenvolve espetáculos que articulam dança, música, narrativa e pesquisa de tradição popular. O grupo mantém atividades contínuas de formação, memória e criação artística ao longo do ano. Sua atuação ultrapassa o calendário junino e se firma como referência cultural permanente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Governo de Pernambuco dá início à produção do dossiê de candidatura do maracatu nação a Patrimônio da Humanidade</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 19:40:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115886" aria-labelledby="figcaption_attachment_115886" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54122500913_0ff63d19cc_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-115886" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/54122500913_0ff63d19cc_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Nação Encanto do Dendê</p></div>
<p>A candidatura do maracatu nação à Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) foi requerida em 2021 pelos mestres detentores da forma de expressão, representados por duas instituições: a Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (Amanpe) e a Associação dos Maracatus de Olinda (AMO). Na ocasião, as duas instituições solicitaram apoio do Governo do Estado de Pernambuco para a formalização do pedido ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>A aprovação do encaminhamento da candidatura pelo governo brasileiro à Unesco aconteceu durante a 105ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, no dia 4 de setembro de 2024. Com a aprovação, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) ficou autorizada para a produção do dossiê de candidatura de acordo com os modelos fornecidos pela Unesco, que compreendem o formulário escrito e os vídeos de defesa de candidatura e de anuência dos detentores. A preparação do material, já iniciado, é acompanhado diretamente pela Superintendência do Iphan em Pernambuco e pelos detentores por meio de suas entidades representativas.</p>
<p>A preparação do dossiê de candidatura ficou sob a responsabilidade da Fundarpe, que, em 2024, promoveu (por meio do Processo SEI nº 0040300055.002978/2024-03 e do Processo PE Integrado nº 3244.2024.AC.DL.0032.Fundarpe) a dispensa de licitação para contratação de empresa especializada de serviços de produção audiovisual para a elaboração do vídeo de candidatura do maracatu nação (valor investido: R$ 43.573,75).</p>
<p>A previsão é que o dossiê de candidatura seja finalizado ainda em fevereiro, sendo encaminhado ao Iphan para ser protocolado junto ao Secretariado da Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade até 31 de março de 2025.<br />
Para a captação de imagens e anuências a Gerência de Patrimônio Imaterial da Fundarpe visita, até o próximo domingo (2), sedes, ensaios e reuniões envolvendo nações de maracatu nos municípios do Recife e de Olinda, Igarassu e Jaboatão dos Guararapes.</p>
<p>Para entrar na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco a candidatura deve seguir critérios como: o bem cultural ser registrado como patrimônio imaterial pelo Iphan; ter um plano de salvaguarda elaborado; e garantir o envolvimento dos detentores do bem cultural no processo. A inscrição do bem também deve contribuir para a visibilidade e a conscientização sobre a importância do patrimônio cultural imaterial e suas contribuições ao desenvolvimento sustentável encorajando o diálogo e refletindo a criatividade humana.</p>
<p><strong>O MARACATU NAÇÃO –</strong> Também conhecido como maracatu de baque virado, o maracatu nação é uma manifestação artística da cultura popular, sobretudo carnavalesca, da Região Metropolitana do Recife. Nela um cortejo real desfila pelas ruas, acompanhado por um conjunto musical percussivo. Composto majoritariamente por negros e negras, os maracatus nação podem ser remontados às antigas coroações de reis e rainhas congo. Passaram por transformações e mudanças ao longo do século 20 demonstrando sua capacidade de adaptação e permanência.</p>
<p>O maracatu nação é uma forma de expressão da cultura negra que tem sido considerada primordial na definição das identidades culturais pernambucanas, herança e resistência de negros e negras do passado. É uma manifestação performática que mistura música (percussiva com predominância das alfaias) e dança, considerada como uma forma de expressão pelo fato de cortejo e percussão serem indissociáveis.</p>
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		<title>Recife concorre, junto à Unesco, a título de Cidade Criativa na categoria Música</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/recife-concorre-junto-a-unesco-a-titulo-de-cidade-criativa-na-categoria-musica/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jun 2021 17:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após um trabalho intenso de escuta de representantes da cena musical recifense e seus variados estilos, ritmos e vocações sonoras, que se transformou em um consistente relatório encaminhado pela prefeitura ao Ministério do Turismo e ao Itamaraty, a capital pernambucana acaba de ter a inscrição chancelada para concorrer ao título de Cidade Criativa da Unesco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após um trabalho intenso de escuta de representantes da cena musical recifense e seus variados estilos, ritmos e vocações sonoras, que se transformou em um consistente relatório encaminhado pela prefeitura ao Ministério do Turismo e ao Itamaraty, a capital pernambucana acaba de ter a inscrição chancelada para concorrer ao título de Cidade Criativa da Unesco, na categoria Música. Recife e Campina Grande, na Paraíba, que concorre na categoria Mídia, são as duas únicas candidaturas brasileiras indicadas para integrar a Rede de Cidades Criativas da Unesco, que tem por objetivo favorecer a cooperação entre cidades de todo o mundo que consideram e praticam a criatividade como fator estratégico do desenvolvimento sustentável, nos aspectos econômico, social, cultural ou ambiental. O resultado será anunciado em outubro.</p>
<p>Para confirmarem o título, as cidades são submetidas a uma avaliação final da Unesco, na sede do organismo internacional, em Paris, após o crivo pela Comissão Nacional. Busca-se assegurar diversidade e representatividade de povos e expressões.</p>
<p><em>“O Recife tem na cultura uma marca identitária, sendo a música uma das suas mais fortes expressões, em criatividade, diversidade, um patrimônio que se reafirma e se renova”</em>, afirmou o secretário municipal de cultura, Ricardo Mello. <em>“E esse passo tão importante e significativo, que busca agora a sua efetivação junto à Unesco, não é uma ação isolada, é parte de uma atitude que busca reunir a cidade em torno de uma política cultural, a partir do diálogo com o segmento”</em>, completou o gestor.</p>
<p>O título de Cidade Criativa, criado em 2004, foi concedido a apenas dez cidades brasileiras: Belém (PA), Florianópolis (SC), Paraty (RJ) e Belo Horizonte (MG), no campo da gastronomia; Brasília (DF), Curitiba (PR) e Fortaleza (CE), em design; João Pessoa (PB), em artesanato e artes populares; Salvador (BA), na música; e Santos (SP), no cinema.</p>
<p>As cidades que passam a integrar a Rede assumem o compromisso de compartilhar boas práticas, desenvolvendo parcerias para promover desenvolvimento urbano a partir das indústrias da cultura e da criatividade.</p>
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		<title>Pesquisa sobre os impactos da Covid-19 no mercado cultural apresenta os primeiros resultados</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2020 01:52:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta-feira (29), a partir de 18h30, serão apresentados os primeiros resultados da pesquisa “Percepção dos Impactos da Covid-19 nos Setores Cultural e Criativo do Brasil”, acompanhado de análises do cenário atual. O evento será transmitido pelo link: www.youtube.com/SecultEspiritoSanto e vai contar com a participação do secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, além de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70901" aria-labelledby="figcaption_attachment_70901" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/gilberto-freyre-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-70901" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/gilberto-freyre-neto-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura do de Pernambuco, participa da apresentação dos primeiros resultados, que será transmitida ao vivo pelo Youtube</p></div>
<p>Nesta-feira (29), a partir de 18h30, serão apresentados os primeiros resultados da pesquisa<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/covid-19-pesquisa-avalia-impacto-nas-cadeias-de-producao-dos-setores-culturais-e-criativos/" target="_blank"><strong> “Percepção dos Impactos da Covid-19 nos Setores Cultural e Criativo do Brasil”</strong></a>, acompanhado de análises do cenário atual. O evento será transmitido pelo link: <a href="https://www.youtube.com/user/Secultespiritosanto" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultEspiritoSanto</strong></a> e vai contar com a participação do secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, além de representantes de entidades parceiras, como a USP, Sesc e Unesco.</p>
<p>O objetivo do evento é apresentar ao público a pesquisa, lançada no último dia 10 de junho, compartilhar seus primeiros resultados a partir do dados capturados até o momento, e expor a importância de intensificarmos a coleta e análise de dados, para o entendimento do cenário e construção conjunta de soluções, reforçando a mobilização e o impulsionamento.</p>
<p>A programação será composta pelos pesquisadores e por representantes das instituições parceiras, que se apresentarão na sequência abaixo:</p>
<p>- Abertura e boas vindas (Fabrício Noronha, Secretário da Cultura do Espírito Santo e vice-presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura);</p>
<p>- Pesquisadores: André Lira, Pedro Affonso Ivo Franco e Rodrigo Correia do Amaral;</p>
<p>- Fórum dos Secretários e Dirigentes de Cultura Estadual: Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura de Pernambuco;<br />
representante do Fórum dos Secretários e Dirigentes de Cultura Estadual; representante da Articulação Nacional de Emergência Cultural;</p>
<p>- FFLCH USP: Profª Drª Maria Arminda do Nascimento Arruda (Diretora da FFLCH-USP);</p>
<p>- Sesc &#8211; Lúcia Prado (Diretora de Programas Sociais);</p>
<p>- Unesco &#8211; Isabel de Paula (Coordenadora de Cultura da Unesco no Brasil);</p>
<p>- Encerramento</p>
<p>A pesquisa &#8220;Percepção dos Impactos da Covid-19 nos Setores Cultural e Criativo do Brasil” é voltada para artistas, técnicos, membros de grupos tradicionais, empreendedores e outros profissionais que atuem nos setores cultural e criativo. A Secult-PE é uma das entidades envolvidas no projeto.</p>
<p>A participação de todos é muito importante, uma vez que as respostas vão ajudar a conhecer os desafios gerados pela pandemia para esses setores, e como enfrentá-los. Para participar basta clicar neste link <a href="https://iccscovid19.paperform.co/" target="_blank"><strong>iccscovid19.paperform.co</strong></a> e responder o questionário.</p>
<p>Para acompanhar nossos boletins, acessar outras pesquisas e notícias nacionais e internacionais visite: <a href="http://iccscovid19.com.br/" target="_blank"><strong>iccscovid19.com.br</strong></a>.</p>
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		<title>Três Fortes situados em Pernambuco podem ser declarados Patrimônios Mundiais</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/tres-fortes-situados-em-pernambuco-podem-ser-declarados-patrimonios-mundiais/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2015 03:10:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Nacional (IPHAN) divulgou nesta terça-feira (31), que mais seis bens culturais foram incluídos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) na Lista Indicativa Brasileira do Patrimônio Mundial em 2015. Entre os bens que integram a lista, está o conjunto de fortificações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_23057" aria-labelledby="figcaption_attachment_23057" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PCR</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/forte_das_cinco_pontas.png"><img class="size-medium wp-image-23057" alt="PCR" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/forte_das_cinco_pontas-607x404.png" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Forte de São Tiago das Cinco Pontas, no Recife</p></div>
<p>O Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico e Nacional (IPHAN) divulgou nesta terça-feira (31), que mais seis bens culturais foram incluídos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) na Lista Indicativa Brasileira do Patrimônio Mundial em 2015.</p>
<p>Entre os bens que integram a lista, está o conjunto de fortificações que tiveram um papel fundamental na ocupação do território nacional. São construções situadas em 10 estados brasileiros, inclusive em Pernambuco, como o <strong>Forte de Santa Cruz (Forte Orange)</strong>, em Itamaracá;<strong> o Forte São João Batista do Brum</strong>, no Recife; e o<strong> Forte São Tiago das Cinco Pontas</strong>, também no Recife. De acordo com a nota técnica do IPHAN, as edificações apresentam-se como testemunho material único do contato produzido entre diferentes culturas do Velho e do Novo Mundo.</p>
<div id="attachment_23055" aria-labelledby="figcaption_attachment_23055" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">MinC/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/forte-orange.jpg"><img class="size-medium wp-image-23055" alt="MinC/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/forte-orange-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Forte Orange, em Itamaracá</p></div>
<p>O Comitê do Patrimônio Mundial também poderá avaliar e conceder o título de Patrimônio Mundial aos Geoglifos do Acre (AC), aos Teatros da Amazônia (AM, PA), ao sítio das Itacoatiaras do Rio Ingá (PB), à Barragem do Cedro nos Monólitos de Quixadá (CE) e ao Sítio Roberto Burle Marx (RJ).</p>
<p>Poderão ser futuramente apresentados ao Comitê do Patrimônio Mundial, os geoglifos do Acre, os teatros da Amazônia, as Itacoatiaras do Rio Ingá, a Barragem do Cedro nos Monólitos de Quixadá, o Sítio Roberto Burle Marx e o Conjunto de Fortificações do Brasil para serem avaliados e receberem o título de Patrimônio Mundial.</p>
<p>A Lista é composta pela indicação de bens culturais, naturais e mistos, apresentados pelos países que ratificaram a Convenção do Patrimônio Mundial da Unesco. Essa iniciativa pode ensejar a participação de gestores de sítios, autoridades locais e regionais, comunidades locais, ONGs e outros interessados na preservação do patrimônio cultural e natural do país.</p>
<p>Na última atualização da Unesco, em 2014, três bens culturais brasileiros haviam sido incluídos na lista, juntamente com outros 18 bens naturais e culturais: Cais do Valongo (Rio de Janeiro/RJ), a Vila Ferroviária de Paranapiacaba (Santo André/SP) e o mercado Ver-o-Peso (Belém/PA). Agora a Lista Indicativa brasileira tem 24 bens no total.</p>
<p>Saiba mais sobre os bens culturais brasileiros inscritos na Lista Indicativa do Patrimônio Mundial:</p>
<p><strong>Conjunto de Fortificações do Brasil (AP, AM, RO, MS, SP, SC, RJ, BA, PE, RN):</strong> o conjunto de fortificações do Brasil apresenta-se como um testemunho material único de um contato produzido entre diferentes culturas do Velho e do Novo Mundo. As fortificações, edificadas em resposta a esses contatos, marcam o sucesso de uma fórmula singular de ocupação do território, em que os moradores do Brasil tiveram um papel mais fundamental do que a ação dos governos das metrópoles do Velho Mundo, ao contrário do que ocorreu em outras colônias europeias no resto do mundo. As construções feitas com o objetivo de garantir a posse e a segurança dos novos territórios formam um conjunto sem semelhança a outros sistemas fortificados edificados no mesmo período em outros lugares do mundo, tendo um importante papel na ocupação territorial da América do Sul. Estão incluídos a Fortaleza de São José, em Macapá (AP); o Forte Coimbra, em Corumbá (MS); o Forte de Príncipe da Beira, em Costa Marques (RO); a Fortaleza dos Reis Magos, em Natal (RN); o Forte de Santa Catarina, em Cabedelo (PB); o Forte de Santa Cruz (Forte Orange), em Itamaracá (PE); o Forte São João Batista do Brum, no Recife (PE); o Forte São Tiago das Cinco Pontas, no Recife (PE); o Forte de Santo Antônio da Barra, em Salvador (BA); o Forte São Diogo, em Salvador (BA); o Forte São Marcelo, em Salvador (BA); o Forte de Santa Maria, em Salvador (BA); o Forte de N. S. de Montserrat, em Salvador (BA); a Fortaleza de Santa Cruz da Barra, em Niterói (RJ); a Fortaleza de São João, no Rio de Janeiro (RJ); a Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, em Guarujá (SP); o Forte São João, em Bertioga (SP); a Fortaleza de Santa Cruz de Anhantomirim, em Governador Celso Ramos (SC); e o Forte de Santo Antônio de Ratones, em Florianópolis (SC).</p>
<div id="attachment_23056" aria-labelledby="figcaption_attachment_23056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/forte-do-brum.jpg"><img class="size-medium wp-image-23056" title="Forte do Brum" alt="PCR" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/forte-do-brum-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Forte São João Batista do Brum, no Recife</p></div>
<p><strong>Geoglifos do Acre (Acre):</strong> trata-se de estruturas de terra escavadas no solo e formadas por valetas e muretas que representam figuras geométricas de diferentes formas. Foram encontrados na região sudoeste da Amazônia ocidental, mais predominantemente na porção leste do estado do Acre, estando localizados em áreas de interflúvios, nascentes de igarapés e várzeas. As pesquisas arqueológicas nessas áreas, ainda que esparsas, dão conta de informações importantes sobre o manejo da paisagem amazônica por grupos indígenas que habitaram a região entre, aproximadamente, 200 AC – 1300 DC e sugerem um novo paradigma sobre o modelo de ocupação da Amazônia por densas sociedades pré-coloniais.</p>
<p><strong>Teatros da Amazônia (Amazonas e Pará):</strong> construídos em finais do século XIX, os Teatros Amazonas, em Manaus, e da Paz, em Belém, são expressivos monumentos implantados nos dois maiores centros urbanos da região amazônica como símbolos do apogeu econômico alcançado e representado por um modelo de civilidade europeizada reproduzido nos trópicos em função do auge do Ciclo da Borracha na América do Sul.</p>
<p><strong>Itacoatiaras do Rio Ingá (Paraíba):</strong> localiza-se na zona rural do Município de Ingá, a 105 km de distância da cidade de João Pessoa (PB). As primeiras manifestações de arte rupestre na Região Nordeste do Brasil são anteriores a 10.000 A.C. e, apesar dos escassos estudos sobre essas populações pré-históricas, constata-se a produção de uma arte expressiva de gravura rupestre com elevada capacidade técnica. O sítio das Itacoatiaras do Rio Ingá congrega o mais representativo conjunto conhecido desse tipo de gravura no Brasil, que se notabiliza pelo uso quase exclusivo de representações não figurativas na composição de grandes painéis de arte rupestre, exprimindo o gênio criativo de um grupo humano que se apropriou de padrões estéticos abstratos como forma de expressão e, possivelmente, de conceitos simbólico-religiosos, diferentemente de outras culturas que, em sua maioria, utilizaram-se de representações antropomórficas e zoomórficas.</p>
<p><strong>Barragem do Cedro nos Monólitos de Quixadá (Ceará):</strong> a Barragem do Cedro, com sua parede em arco de alvenaria de pedra, foi a primeira grande obra hidráulica moderna do continente sul-americano e uma das construções pioneiras do seu tipo e do seu porte no mundo. Para além de sua funcionalidade de represamento d&#8217;água para irrigação, sua implantação, seu desenho e seu esmero de execução resultaram em uma paisagem de beleza ímpar, combinando arrojo e elegância, monumentalidade e singeleza, em uma simbiose entre o engenho humano e os monólitos que dão uma característica singular à natureza local.</p>
<p><strong>Sítio Roberto Burle Marx – SRBM (Rio de Janeiro):</strong> compreendido como obra de arte, o SRBM espelha, de forma notável, a cultura, a energia criadora e a preocupação científica de Roberto Burle Marx, cuja obra, ao produzir o conceito moderno de jardim tropical, constituiu um paradigma especial no âmbito do movimento modernista brasileiro. Trata-se de um referencial de paisagem construída, um testemunho vivo da mudança do conceito europeu de jardim com rigor formal da composição geometrizada para o conceito de modernidade do jardim tropical como manifestação artística.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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