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	<title>Portal Cultura PE &#187; usina de arte</title>
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		<title>Pernambuco recebe primeira obra ao ar livre de Marina Abramović no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Feb 2024 19:47:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pernambuco será o primeiro estado do país a receber uma obra de Marina Abramović, considerada a maior artista performática do mundo. Neste sábado (3), o espaço Usina de Arte, em Água Preta, Mata Sul, inaugurará o site specific Generator, primeira instalação em céu aberto da sérvia no Brasil. A obra, um muro com 25 metros [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_108110" aria-labelledby="figcaption_attachment_108110" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Generator-Marina-Abramović-Créd.-Andréa-Rêgo-Barros-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-108110" alt="O trabalho da celebrada artista performática será inaugurado neste sábado (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/Generator-Marina-Abramović-Créd.-Andréa-Rêgo-Barros-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O trabalho da celebrada artista performática será inaugurado neste sábado (3)</p></div>
<p dir="ltr">Pernambuco será o primeiro estado do país a receber uma obra de Marina Abramović, considerada a maior artista performática do mundo. Neste sábado (3), o espaço Usina de Arte, em Água Preta, Mata Sul, inaugurará o site specific <em>Generator</em>, primeira instalação em céu aberto da sérvia no Brasil.</p>
<p>A obra, um muro com 25 metros de comprimento, 3 m de altura e 2,5m de largura, no qual estão aplicados 12 conjuntos com três almofadas de quartzo rosa (vindas de Minas Gerais), está instalada em uma área recém-expandida do parque artístico-botânico do espaço. O trabalho parte de reflexões de Abramović sobre a materialidade da natureza enquanto ferramenta para a cura. Uma de suas raízes é seu emblemático trabalho na Muralha da China em 1988, que marcou sua última parceria com o companheiro Ulay.</p>
<p>A instalação é feita para que o público tenha um contato físico com a obra, em um processo de interação que explora a forma como os materiais se conectam com os corpos, buscando uma restauração desses elos entre humano e natureza. <em>Generator</em> faz parte do conceito criado pela artista de “objetos transitórios”, estimulando o público a ser parte ativa da obra.</p>
<p>Marina Abramović estará presente na inauguração, marcada para às 16h. O evento será aberto ao público. A Usina de Arte fica na Usina Santa Terezinha, na Rua Eucalipto, em Água Preta.</p>
<p><strong>SOBRE MARINA ABRAMOVIC</strong></p>
<p>Marina nasceu na antiga Iugoslávia e se formou em Belas Artes na década de 1970, começando seus primeiros trabalhos e iniciando a marcante parceria com o artista Ulay, criando performances icônicas como Rest Energy e The Lovers, esta última marcando o fim do relacionamento e da parceria artística, realizada na Muralha da China.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/marinamoma.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108112" alt="marinamoma" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/marinamoma-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Em suas décadas de trajetória, seu trabalho traz reflexões e conceitos sobre o uso do próprio corpo da artista e de integração do público na construção dos próprios sentidos da obra, tendo essa conexão entre artista e espectador como um dos principais pilares de sua estética, à exemplo do Generator. São trabalhos que muitas vezes colocam seu corpo em uma situação de vulnerabilidade, alcançando extremos de exigência física.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_108111" aria-labelledby="figcaption_attachment_108111" class="wp-caption img-width-514 alignnone" style="width: 514px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/rest.jpg"><img class="size-medium wp-image-108111" alt="A performance &quot;Rest Energy&quot;" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/rest-514x486.jpg" width="514" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A performance &#8220;Rest Energy&#8221;</p></div>
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		<title>Fundarpe dá início ao processo de tombamento da Usina Santa Terezinha, em Água Preta</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 19:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) deu início, nesta sexta-feira (29), ao processo de tombamento do Conjunto Arquitetônico da Usina Santa Terezinha, localizado no município de Água Preta. Com a abertura do processo e até a conclusão do processo, estão asseguradas à Usina Santa Terezinha os mesmos direitos de um bem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_105532" aria-labelledby="figcaption_attachment_105532" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Usina-Santa-Terezinha2.jpg"><img class="size-medium wp-image-105532" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Usina-Santa-Terezinha2-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Este é o primeiro caso de tombamento de uma usina em Pernambuco</p></div>
<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) deu início, nesta sexta-feira (29), ao processo de tombamento do Conjunto Arquitetônico da Usina Santa Terezinha, localizado no município de Água Preta. Com a abertura do processo e até a conclusão do processo, estão asseguradas à Usina Santa Terezinha os mesmos direitos de um bem tombado.</p>
<p>As áreas da Usina Santa Terezinha que compõem o processo de tombamento são a Área Operacional, que conta a história da transição dos engenhos para as usinas de açúcar e da economia canavieira em Pernambuco; e a antiga Vila Operária, que ainda preserva sua configuração urbanística, com casario remanescente da década de 1920.</p>
<div id="attachment_105531" aria-labelledby="figcaption_attachment_105531" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Usina-Santa-Terezinha.jpg"><img class="size-medium wp-image-105531" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Usina-Santa-Terezinha-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O Conjunto Arquitetônico da Usina Santa Terezinha fica localizado no município de Água Preta</p></div>
<p>“O próximo passo do processo de tombamento será a realização de um levantamento detalhado, realizado pela Gerência de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, que irá buscar informações para fundamentar o parecer técnico a ser apresentado ao Conselho Estadual de Preservação Cultural”, explica Renata Borba, presidente da Fundarpe.</p>
<p>Este é o primeiro caso de tombamento de uma usina em Pernambuco. Sua relevância histórica se configura por ter mantido seu parque industrial de pé após a desativação, bem como grande parte do seu casario original da década de 1920.</p>
<div id="attachment_105530" aria-labelledby="figcaption_attachment_105530" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/IMG_5754.jpg"><img class="size-medium wp-image-105530" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/IMG_5754-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Sua relevância histórica se configura por ter mantido seu parque industrial de pé após a</p></div>
<p>A salvaguarda deste conjunto arquitetônico segue a orientação da legislação estadual, por meio da Lei nº 7.970/1979 e Decreto nº 6.239/1980, que instituem e regulamentam o Tombamento de Bens pelo Estado de Pernambuco.</p>
<p><b>Usina de Arte –</b> A iniciativa surgiu há seis anos com o objetivo de levar para comunidade da antiga indústria açucareira uma nova forma de ocupação socioeconômica.</p>
<p>“O projeto Usina de Arte inicia promovendo trocas de ideias com professores da rede escolar e habitantes locais tentando identificar trilhas possíveis de serem seguidas para oferecer a essas comunidades um novo horizonte de vida além do que eles entendiam como único caminho possíveis”, descreve o pedido de tombamento assinado pela Associação Socioambiental e Cultural de Jacuípe, responsável pela gestão da Usina da Arte.</p>
<div id="attachment_105529" aria-labelledby="figcaption_attachment_105529" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/IMG_5621.jpg"><img class="size-medium wp-image-105529" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/IMG_5621-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O conjunto arquitetônico conta a história da transição dos engenhos para as usinas de açúcar e da economia canavieira em Pernambuco</p></div>
<p>“Implantamos um parque artístico botânico que se tornou referência em toda região Nordeste e do País. Como consequência, vimos atraindo um crescente fluxo turístico fazendo girar a economia local por meio dos empreendimentos desenvolvidos pela comunidade, capturando o potencial econômico gerado por este movimento”, ressalta Bruna Queiroz, presidente da Usina de Arte.</p>
<p>Atualmente as ações desenvolvidas pelo projeto, em conjunto com a comunidade, envolvem escola de música, biblioteca, laboratório de fabricação digital, empreendedorismo e educação ambiental, entre outras atividades.<b></b></p>
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		<title>Usina de Arte estreia sua nova série audiovisual “O Solo da Arte” no YouTube</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/usina-de-arte-estreia-sua-nova-serie-audiovisual-o-solo-da-arte-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 16:26:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Usina de Arte, localizada no município de Água Preta (Mata Sul de Pernambuco), lança nesta segunda-feira (25), em seu canal do YouTube (www.youtube.com/channel/UCiPiuLUlbCMClQ6QzqIrqew/videos), sua mais nova série audiovisual “O Solo da Arte”. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto conta com três episódios e tem como objetivo promover um diálogo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/pnRz5wBdOuU" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A Usina de Arte, localizada no município de Água Preta (Mata Sul de Pernambuco), lança nesta segunda-feira (25), em seu canal do YouTube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UCiPiuLUlbCMClQ6QzqIrqew/videos" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCiPiuLUlbCMClQ6QzqIrqew/videos</strong></a>), sua mais nova série audiovisual “O Solo da Arte”. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto conta com três episódios e tem como objetivo promover um diálogo entre música, artes plásticas, artes cênicas e literatura, a partir da trajetória atravessada pela Usina Santa Terezinha até virar Usina de Arte.</p>
<p>História com mais de 90 anos entremeada por performances de nomes de diferentes matrizes artísticas da cena pernambucana, tendo como palco as obras e instalações que compõem o equipamento cultural. Os episódios terão duração aproximada de uma hora. No primeiro deles, está o nascimento da Usina de Arte, trazendo apresentações de Almério e PC Silva e performance de Lilli Rocha. O segundo vídeo apresenta o espaço da Usina, a natureza no Parque Artístico-Botânico, o envolvimento com o espaço e suas obras. Nele, haverá um sarau literário e musical e apresentações de Bruno Lins e Isaar. Já o filme que fecha a trilogia tematiza a transformação ao redor do projeto sediado em Água Preta, na Mata Sul do Estado. As apresentações ficam por conta de Fabiana Pirro, Martins e Luiza Fittipaldi.</p>
<p>As gravações aconteceram entre 18 e 20 de março, tendo como locação a própria Usina de Arte, em obras como “Paisagem” (Regina Silveira), “Tinha que Acontecer (Cabeça de Bandeirante)” (Flávio Cerqueira), “Banquete da Terra” (Denise Milan) e “Diva” (Juliana Notari).<br />
Sobre a Usina de Arte</p>
<p><strong>ESPAÇO CULTURAL -</strong> Instalado onde funcionou a Usina Santa Terezinha (maior produtora de álcool e açúcar do Brasil nos anos 1950), na cidade de Água Preta, Mata Sul de Pernambuco, projeto Usina de Arte conecta arte, cultura e meio ambiente, criando um museu de arte contemporânea ao ar livre, dentro de um Parque Artístico Botânico. Nele, estão instaladas quase 40 obras de nomes como Geórgia Kyriakakis, Saint Clair Cemin, José Spaniol, Juliana Notari, Denise Milan, José Rufino, Flávio Cerqueira, Bené Fonteles, Hugo França, Paulo Bruscky, Marcelo Silveira, Liliane Dardot, Marcio Almeida, Frida Baranek, Artur Lescher, Carlos Vergara, Júlio Villani, Iole de Freitas e Vanderley Lopes.</p>
<p>O objetivo é estimular o turismo, e a consequente atividade econômica na região da Mata Sul de Pernambuco por meio do estímulo ao empreendedorismo na localidade, que viu nascer em seu entorno um total de dez restaurantes, pousada, pesque-e-pague, centro de artesanato, guias para passeios ecoturísticos, camping e a cultura de hospedagens domiciliares.</p>
<p>Recentemente, o parque recebeu as instalações “Paisagem”, de Regina Silveira e “Um Campo da Fome” de Matheus Rocha Pitta, ampliando o seu acerto para mais de 40 obras. As visitações ao Parque Artístico Botânico são gratuitas e acontecem de domingo a domingo, das 5h30 às 18h.</p>
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		<title>Usina de Arte oferece oficinas musicais gratuitas para estudantes</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Mar 2022 17:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 18 e 21 de março, a Escola de Música e a Biblioteca da Usina de Arte serão palco da primeira fase do projeto “O Solo da Arte”, uma série audiovisual de três episódios com oficinas musicais, cujas gravações acontecem de forma real com jovens do entorno da Usina Santa Terezinha. Executadas pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_91812" aria-labelledby="figcaption_attachment_91812" class="wp-caption img-width-590 alignnone" style="width: 590px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/pepejordao.jpg"><img class="size-full wp-image-91812" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/pepejordao.jpg" width="590" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Entre os oficineiros, constam nomes como Pepe Jordão (foto acima), Juliano Holanda, Renata Rosa e Tarcísio Resende</p></div>
<p>Entre os dias 18 e 21 de março, a Escola de Música e a Biblioteca da Usina de Arte serão palco da primeira fase do projeto “O Solo da Arte”, uma série audiovisual de três episódios com oficinas musicais, cujas gravações acontecem de forma real com jovens do entorno da Usina Santa Terezinha. Executadas pelo Festival Arte na Usina, as atividades terão como ponto de culminância performances nas obras do acervo do museu.</p>
<p>Ao longo dos quatro dias, os estudantes poderão vivenciar as oficinas de Iniciação à arte do DJ (com Pepe Jordão); Composição Musical (com Juliano Holanda); Canto – o impulso na voz e no corpo (com Renata Rosa); e Percussão com Material Reciclável (com Tarcísio Resende). As inscrições, gratuitas, ainda podem ser feitas pelo e-mail: <strong>osolodaarte.usina@gmail.com</strong>. A ação formativa está sendo possibilitada por meio do Prêmio Funarte de Festivais de Música 2021 – via Funarte/Governo Federal.</p>
<p><strong>Sobre a Usina de Arte -</strong> Instalado onde funcionou a Usina Santa Terezinha (maior produtora de álcool e açúcar do Brasil nos anos 1950), na cidade de Água Preta, Mata Sul de Pernambuco, projeto Usina de Arte conecta arte, cultura e meio ambiente, criando um museu de arte contemporânea ao ar livre, dentro de um Parque Artístico Botânico. Nele, estão instaladas quase 40 obras de nomes como Geórgia Kyriakakis, Saint Clair Cemin, José Spaniol, Juliana Notari, Denise Milan, José Rufino, Flávio Cerqueira, Bené Fonteles, Hugo França, Paulo Bruscky, Marcelo Silveira, Liliane Dardot, Marcio Almeida, Frida Baranek, Artur Lescher, Carlos Vergara, Júlio Villani, Iole de Freitas e Vanderley Lopes.</p>
<p>Em meio a um trabalho de reflorestamento com cerca de 10 mil plantas de mais de 600 espécies, em uma área de mais de 33 hectares, o Parque Artístico Botânico é eixo central da iniciativa que irriga outras ações de desenvolvimento para a criação de estruturas para geração de renda e valor para a comunidade de 6 mil moradores no entono do projeto. São exemplos a escola de música, biblioteca e centro de conhecimento público com mais de 5 mil títulos, FabLab com terminais de computadores conectados à internet, impressoras em 3D e cortadora a laser para projetos da comunidade, além de parceria com as unidades escolares no apoio de novas práticas pedagógicas.</p>
<p>O objetivo é estimular o turismo, e a consequente atividade econômica na região da Mata Sul de Pernambuco por meio do estímulo ao empreendedorismo na localidade, que viu nascer em seu entorno um total de dez restaurantes, pousada, pesque-e-pague, centro de artesanato, guias para passeios ecoturísticos, camping e a cultura de hospedagens domiciliares.</p>
<p>Recentemente, o parque recebeu as obras “Banquete da Terra” da artista paulista Denise Milan, e “Nadir quase uma ilha” e “Athar”, do brasiliense Tulio Pinto. Nos próximos meses, a Usina de Arte terá como novidade as instalações “Paisagem”, de Regina Silveira e “Campo da Fome” de Matheus Rocha Pitta.</p>
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		<title>Outras Palavras participa da revolução cultural e artística em Água Preta</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Jul 2017 18:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Uma região na Mata Sul pernambucana tem experimentado uma verdadeira revolução na sua convivência com a cultura e a arte. A área da Usina Santa Terezinha, desativada há décadas e localizada no município de Água Preta, a 130 km do Recife, vive um momento de reconexão com suas raízes e de novas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50620" aria-labelledby="figcaption_attachment_50620" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/34951061184_9f171e9f6a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50620 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/34951061184_9f171e9f6a_k-607x377.jpg" width="607" height="377" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças da comunidade da Usina Santa Terezinha dançam ciranda ao redor de Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>Uma região na Mata Sul pernambucana tem experimentado uma verdadeira revolução na sua convivência com a cultura e a arte. A área da Usina Santa Terezinha, desativada há décadas e localizada no município de Água Preta, a 130 km do Recife, vive um momento de reconexão com suas raízes e de novas possibilidades graças a implantação da Usina de Arte, um ambiente que agora mói arte contemporânea conjugada com sustentabilidade botânica, tudo centrado na população do entorno da vila &#8211; estimada em cinco mil pessoas. Este foi o ponto de parada na última sexta-feira (6) do projeto <strong>Outras Palavras</strong>, que pela primeira vez atendeu a estudantes do ensino fundamental – e até alunos do estado vizinho Alagoas.</p>
<p>Esta edição da iniciativa promovida pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe contou com a participação do escritor Sidney Rocha, da Fada Magrinha e da cirandeira e Patrimônio Vivo de Pernambuco, Lia de Itamaracá. O encontro aconteceu na escola João Vicente de Queiroz e teve a presença de 300 pessoas, entre moradores da comunidade e estudantes de seis escolas da região e municípios vizinhos.</p>
<div id="attachment_50627" aria-labelledby="figcaption_attachment_50627" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35750740226_a0e75b22e7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50627 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35750740226_a0e75b22e7_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade, gestora do Outras Palavras, ressaltou os números do projeto: &#8220;Já passou por 381 escolas, atingindo mais de seis mil alunos de todas as regiões do estado, e distribuiu mais de quatro mil livros por onde passou&#8221;.</p></div>
<p>A Usina de Arte deixou de moer cana-de-açúcar para se ressignificar, dando espaço à cultura, arte, sustentabilidade e empreendedorismo. Tudo começou quando o empresário e filho da terra Ricardo Pessoa de Queiroz Filho, bisneto do fundador da Usina Santa Terezinha – mais conhecido na região simplesmente como Ricardinho &#8211; teve a ideia de criar ao lado da esposa Bruna Simões, da publicitária Bárbara Maranhão e do artista José Rufino a Associação Socioambiental e Cultural do Jacuípe, na intenção de promover ações artísticas, educativas e ambientais que resgatassem valores perdidos na comunidade, além de promover atuações em residência, oficinas artísticas, escola fixa de música e o Festival Arte na Usina, que acontecerá pelo terceiro ano consecutivo no próximo mês de novembro.</p>
<p>Para Jeutevânia Moraes, diretora do Grupo Municipal Terezinha Pessoa de Queiroz – uma das escolas presentes na realização desta edição do <strong>Outras Palavras</strong> – este momento ficará na história da comunidade. <em>“Tenho certeza que vai deixar uma marca importante na nossa juventude e em todos que participam do ambiente escolar. Ricardinho, em 2015, junto a sua esposa Bruna Simões, iniciaram aqui um trabalho revolucionário. Aqui a gente agora tem oficina do que você imaginar, de arte, pintura, dança, yoga, e várias outras coisas. Com esta ação da Fundarpe, teremos um contato intenso com outros artistas, da literatura, música e patrimônios do nosso estado”</em>, comemora. Além de sua instituição, participaram da ação o Colégio Municipal Terezinha Pessoa de Queiroz, a Escola Municipal Maria do Carmo Alves Ventura, o Centro de Ensino Fundamental Ministro Renan Calheiros, a Escola João Vicente de Queiroz e a Escola Campestre, de Alagoas.</p>
<div id="attachment_50626" aria-labelledby="figcaption_attachment_50626" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/34951078564_0afe05ab86_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-50626 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/34951078564_0afe05ab86_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Não é um premio literário que faz um escritor ter reconhecimento. O que o faz é quando ele volta pra terra dele, volta na casa dele, e o reconhecem&#8221;, disse o Sidney Rocha aos estudantes presentes</p></div>
<p>Antes de dar início à sequência de atividades que compunham a programação, Antonieta Trindade, gestora do <strong>Outras Palavras</strong> e vice-presidente da Fundarpe, ressaltou o papel importante que este projeto tem tido na reformulação do que se entende sobre ambiente escolar. <em>“O que nós trazemos com esta iniciativa é uma oportunidade de ampliar a visão de mundo de vocês que participam da escola, no sentido de transformar este local. Fazer com que ele possa nos dar o máximo de conhecimento possível, pois informação é uma arma muito poderosa na nossa formação como cidadãos”,</em> explica, detalhando os números alcançados até aqui: Já são 381 escolas, atendidas, atingindo mais de seis mil alunos de todas as regiões do estado, e mais de quatro mil livros distribuídos.</p>
<p>Sob mediação do jornalista e cineasta Marcos Lopes, cerca de 100 alunos conversaram com o escritor e romancista Sidney Rocha, natural de Juazeiro do Norte (CE), vencedor do Prêmio Jabuti (com o livro <strong>O destino das metáforas</strong>), e autor de diversas outras obras. Logo de início, Sidney começou sua fala se relacionando diretamente com a região. <em>“Eu estou ganhando aqui hoje um prêmio. Um premiação para um escritor não é um livro que ele publica, não é o que ele vende, mas é exatamente a oportunidade de poder trocar ideia com as pessoas. A literatura nasce justamente com esta intenção. Eu fui estudante de escola pública assim como vocês. Sou também como vocês de uma região agrícola. Sou da roça. As pessoas costumam dizer que Sidney saiu do mato, mas o mato não saiu dele. E eu me sinto em casa aqui”, revelou. </em></p>
<div id="attachment_50625" aria-labelledby="figcaption_attachment_50625" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35750734676_d416b68a3d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50625" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35750734676_d416b68a3d_k-607x472.jpg" width="607" height="472" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;&#8216;Sofia&#8217; (1985) é possivelmente o livro que me trouxe aqui hoje. Ele ganhou o Prêmio Osman Lins, que é equivalente ao que é hoje o Prêmio Pernambuco de Literatura, cujas obras vencedoras vocês vão receber hoje&#8221;, contou Sidney Rocha</p></div>
<p>O escritor buscou levar aos jovens um novo olhar sobre a literatura, não apenas como uma linguagem artística, mas como um meio de transformação social.<em> “Tenho uma história pra falar sobre Água Preta, Barreiros e Palmares. Quero considerar que são cidades irmãs, que partilham dos mesmos problemas e desafios. Há uns cinco ou seis anos, quando houve aquelas grandes enchentes por aqui, eu fiquei muito sensibilizado com tudo e resolvi ajudar de alguma forma. Sou editor de livros e quis dentro do que sei fazer doar um valor para ajudar as pessoas que estavam passando por aquela necessidade. Então tive uma ideia. Juntei escritores do Brasil e pedi a eles uma contribuição. E eu não pedi dinheiro, pedi um conto, uma obra de ficção, para ajudar a vida de alguém de verdade. Consegui os contos, e ao longo do processo de produção eliminei todos os outros custos, como papelaria e impressão e até no processo de venda, através de parcerias. Em resumo: juntei em uma semana de vendas R$45 mil, e o livro se tornou a primeira contribuição social que a região recebeu”.</em></p>
<p>Sidney Rocha aproveitou para falar um pouco sobre suas obras, como o livro de contos <strong>Matriuska,</strong> lançado em 2009. <em>“Quem aqui sabe o que é uma Matriuska? É aquela boneca russa, que fica uma dentro da outra. Este é um livro feminino. É um livro de contos feito há sete anos e que fala no que hoje tem sido discutido com muita justiça, que é o empoderamento feminino. A necessidade de recuperar o papel da mulher na sociedade. E essa relação com a boneca russa é porque em todos os contos, no fim das contas, se tratam de uma mulher só. O particular dentro do universal. Já <strong>Sofia</strong> (1985) é possivelmente o que me traz aqui hoje. Ele ganhou o Prêmio Osman Lins, que é equivalente ao que é hoje o Prêmio Pernambuco de Literatura, cujas obras vencedoras vocês vão receber. Esta publicação foi lançada há 35 anos e é uma obra que eu reformo a cada dez, feito reforma que a gente faz em casa. Algumas coisas novas, como o Facebook e Whatsapp, por exemplo, entraram nela para deixá-la mais atualizada com o mundo contemporâneo”.</em></p>
<div id="attachment_50628" aria-labelledby="figcaption_attachment_50628" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35659573831_80ac80768e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50628" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35659573831_80ac80768e_k-607x462.jpg" width="607" height="462" /></a><p class="wp-caption-text">Sidney Rocha interagiu com os alunos, que lhe fizeram várias perguntas e comentários sobre seu trabalho como escritor</p></div>
<p>A estudante Ana Paula, da escola João Vicente Queiroz, parabenizou o autor pela obra Matriuska e disse que, para ela, <em>“empoderamento feminino é como devemos enfrentar o sistema”</em>, e que iria postar esse comentário numa rede social. <em>“Eu fico muito feliz com sua fala. Quando você diz esse recado sua voz se propaga por essa sala, mas a partir do momento que ele for pra internet também se propagará muito mais. É importante que o escritor esteja atento a essas questões de alcance e divulgação também”</em>, comentou Sidney Rocha. Depois da pergunta, Ana Paula ganhou de presente uma edição do livro <strong>Dois Nós na Gravata</strong>, premiado na edição segunda edição do Prêmio Pernambuco de Literatura.</p>
<p>Por fim, o autor falou sobre como realmente se sente reconhecido de verdade. <em>“Tenho que dizer a vocês que não me senti quando ganhei o Prêmio Jabuti, por exemplo. Não é um premio literário que faz um escritor ter reconhecimento. O que o faz é quando ele volta pra terra dele, volta na casa dele, e o reconhecem. É quando a gente volta às origem, e não quando atravessamos a fronteira. Quando aquelas pessoas que tem o mesmo rosto, comeram da mesma fava, nos reencontram. É dizer que tudo o que foi conquistado mundo afora não foi por mim, foi por vocês”,</em> disse, sob aplausos da plateia.</p>
<div id="attachment_50619" aria-labelledby="figcaption_attachment_50619" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/34951059724_f2c97c746d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50619 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/34951059724_f2c97c746d_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá colocou todo mundo pra dançar ciranda ao som das suas canções mais conhecidas, como &#8216;Essa Ciranda é Minha&#8217;, &#8216;Mamãe Oxum&#8217;, &#8216;Ciranda de Lia&#8217; e &#8216;Quem me deu foi Lia&#8217;</p></div>
<p>Logo depois que Sidney encerrou a apresentação, a cirandeira e Patrimônio Vivo de Pernambuco, Lia de Itamaracá, ocupou o salão da escola para levar uma experiência de resgate da cultura popular. <em>“Sou uma merendeira escolar aposentada. Meu nome de batismo e Maria Madalena Correia do Nascimento, mas atualmente atendo como Lia da Ciranda. Na minha família ninguém canta, ninguém dança, sabem nem pra onde vai. Só quem nasceu com esse dom de cantar fui eu. Hoje tenho um espaço cultural na Ilha de Itamaracá, e teve uma época que ele foi ao chão, mas agora estamos trabalhando pra levantar ele novamente”,</em> disse com o sorriso de sempre, para em seguida entoar suas canções mais conhecidas, como<strong> Essa Ciranda é Minha</strong>, <strong>Mamãe Oxum</strong>, <strong>Ciranda de Lia</strong> e <strong>Quem me deu foi Lia</strong>.</p>
<div id="attachment_50622" aria-labelledby="figcaption_attachment_50622" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/34981376133_a4a4ebc827_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50622 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/34981376133_a4a4ebc827_k-607x435.jpg" width="607" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">As crianças que participaram da oficina de música com a Fada Magrinha puderam vivenciar a dança da ciranda com a presença de Lia de Itamaracá</p></div>
<p>Este <strong>Outras Palavras</strong> teve ainda a presença da Fada Magrinha, que deu uma oficina de iniciação musical para estudantes do 1º ao 5º ano das escolas presentes. <em>“O objetivo foi fazer uma abordagem musical com as crianças, primeiro falando de coisas simples da música, como pulsação, forte e fraco, trabalhando esses conceitos no corpo e na voz, pra depois partir pros instrumentos. A ideia é mostrar que a música é acessível, está dentro da gente, que não precisamos ter um super instrumento em casa. Aqui no <strong>Outras Palavras</strong> a gente trouxe essa reflexão de que a música começa na gente. Depois tivemos a vivência na ciranda, aproveitando que Lia de Itamaracá estava presente, e colocamos todas as crianças pra participarem da dança. O recado que deixamos é que música está em todo canto e ela começa dentro da gente”.</em></p>
<div id="attachment_50624" aria-labelledby="figcaption_attachment_50624" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35659574451_0883826a09_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50624" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35659574451_0883826a09_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Oficina de Música com a Fada Magrinha foi direcionada a crianças do 1º ao 5º ano das escolas participantes</p></div>
<p>Sobre as atividades culturais na agenda da Usina de Arte, o curador José Rufino deu detalhes sobre o que vem por ai de novidade. <em>“Os eventos não param, sempre há um artista presente, e dialogando bem com a comunidade. E sem as parcerias como essa que acontece agora, nada disso seria possível. A partir da quinta-feira (13) teremos um novo artista, José Luiz Passos, que já esteve no nosso festival do ano passará e passará um mês aqui conosco na residência, que estará finalizando um romance que se passa na região da Mata Sul. E será lançado pela Companhia Editora de Pernambuco”.</em></p>
<p>O empresário Ricardo Queiroz também conversou com o <strong>Portal Cultura.PE</strong> e revelou como o sonho da Usina de Arte teve início. <em>“Na realidade a gente passou muito tempo sem frequentar a usina, mas em 2012 voltamos. No ano seguinte fizemos uma viagem a Inhotim, e eu e minha mulher ficamos encantados com o projeto, principalmente com os móveis que ficam no jardim, do artista Hugo França. Eu decidi traze-lo pra cá, e aqui ele sugeriu que a gente convidasse outros artistas e envolvesse a comunidade. Ficamos loucos com a ideia e começamos em julho de 2015, quando recebemos o primeiro artista residente, o José Rufino, que ficou completamente alucinado com tudo e ficou por aqui. Hoje ele é diretor da nossa associação e curador da Usina de Arte”</em>.</p>
<div id="attachment_50621" aria-labelledby="figcaption_attachment_50621" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/34951077204_b08f81e296_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50621 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/34951077204_b08f81e296_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Aqui no Outras Palavras a gente trouxe essa reflexão de que a música começa na gente&#8221;, explica a Fada Magrinha sobre o objetivo da oficina</p></div>
<p>Ricardo Queiroz destacou também a importância da realização do <strong>Outras Palavras</strong> na região, no sentido de fortalecer o resgate da cultura e do potencial criativo que a comunidade da Usina Santa Terezinha tem a oferecer. <em>“Esse tipo de parceria é muito gratificante, porque as pessoas percebem que existe um governo. A gente fala mal de todas as coisas que dão errado, mas tem coisa que acontece e dá certo. Quando eu cheguei o Sidney estava falando, e você via que tinha muita gente discutindo, refletindo junto ao escritor. É muito enriquecedor. Eu pessoalmente senti uma emoção muito forte ao ver Lia de Itamaracá. A Fada Magrinha é fantástica também, porque as crianças pequenas são as que mais absorvem. A gente espera conseguir mudar a realidade de uma comunidade. Isso aqui é uma mini cidade e a gente pode influir. Se vocês estivessem aqui em 2012, o astral era baixo. Eu cresci aqui e via meus amigos de infância saindo pra ir morar em outras cidades. Hoje você anda na rua, vê as pessoas, e o astral é outro. A gente tem feito um trabalho de resgate das nossas raízes, e a ciranda, por exemplo, estava completamente esquecida. Você vai trazendo isso e vai despertando nas pessoas esse sentimento de pertencimento. Devolvendo uma parte desse espaço das nossas raízes que não deveria ter se perdido”</em>.</p>
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		<title>Festival Arte na Usina movimenta a Mata Sul do Estado</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2016 15:27:42 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/usinasantaterezinha_divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-41826" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/usinasantaterezinha_divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Localizada no município de Água Preta, Zona da Mata Sul de Pernambuco, a Usina Santa Terezinha, desativada há 15 anos, vai ser palco de uma grande ebulição cultural entre os dias 11 e 20 de novembro. É o Festival Arte na Usina que, pelo segundo ano consecutivo, movimenta o local com uma ampla programação composta por shows, performances, mesas de discussão, exibições de filmes, palestras, exposições e 25 oficinas gratuitas de oito modalidades artísticas.</p>
<p>Ao passo em que celebra a própria cultura e sua conexão com a natureza, o festival tem como principal objetivo estimular a criação, o desenvolvimento artístico e a interiorização da cultura nos municípios de Água Preta, Xexéu e entornos, buscando inserir a Usina Santa Terezinha dentro de um roteiro turístico na região. &#8221;<em>A usina tem uma situação complexa, o que a gente tenta fazer  é transformar o local numa usina de ideias</em>&#8220;, conta o artista plástico paraibano José Rufino, curador do evento ao lado de Fábio Delduque (SP).</p>
<p>Ao todo, mais de 15 artistas de todo o Brasil passarão pelo espaço durante os dez dias de programação, entre eles  nomes como Ronaldo Fraga, José Rufino, Alice Ruiz, Siba, Laura Vinci, Hugo França, Silvério Pessoa, Adiel Luna, Sagrama, Helder Vasconcelos, Leda Catunda, Fábio Delduque, entre outros.</p>
<div id="attachment_39147" aria-labelledby="figcaption_attachment_39147" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28688534546_5bf6dff95c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-39147 " alt=" Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28688534546_5bf6dff95c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Siba é um dos destaques da programação musical do evento</p></div>
<p>&#8220;<em>Alguns convidados trabalham com a cultura mais erudita, como Laura Vinci, Marcelo Coutinho, enquanto outros como Helder Vasconcelos ou Leda Catunda, de São Paulo, já têm apropriação do ambiente mais popular como mote do trabalho. Não teve um padrão na escolha dos criadores envolvidos, mas todos eles têm o espírito de acreditar no poder de transformação da arte.</em>&#8220;, explica Rufino. &#8220;<em>Ronaldo Fraga, por exemplo, apesar de ser designer de moda, faz parte da experiência de vários rincões pelo Brasil. Onde ele chega, ele motiva. Ele é um catalisador e não apenas um designer de escritório que pesquisa um tema e faz uma referência a uma época tal numa coleção de roupa, é muito mais que isso</em>.&#8221;</p>
<p>De acordo com o curador, o festival faz parte de um projeto maior, intitulado Arte na Usina, desenvolvido ao longo do ano na região. &#8220;<em>Desde o ano passado, a gente vem buscando trabalhar num equilíbrio entre a arte contemporânea, a botânica e transformação social. Porque a região pede isso. Os municípios da Mata Sul são muito carentes de atividades culturais e têm um índice de desenvolvimento humano muito baixo. Não faria sentido realizar um projeto voltado pra cultura  sem esse mergulho nas comunidades locais, fazendo com que a própria população motivasse o  formato do projeto</em>.&#8221;</p>
<p>Conhecido pela relação com as tradições populares, especialmente o Cavalo Marinho e o Maracatu Rural, o músico, ator e dançarino pernambucano Helder Vasconcelos vai ministrar, durante o festival, a oficina <em>Pulso Presença, </em>além de sair em cortejo com seu grupo, Boi Marinho. &#8220;<em>O diferencial é que eu vou adaptar essas duas atividades à realidade do local. A proposta é integrar as pessoas dos municípios, encontrar esse foco de artistas e atuadores da arte, da música e da dança e estimular a criação deles, dar uma energizada. Existe um interesse em mexer na autoestima do lugar, num sentido profundo, humano. Isso é muito bonito, é encantador</em>&#8220;, acredita Helder.</p>
<div id="attachment_21815" aria-labelledby="figcaption_attachment_21815" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Naty Torres</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Helder-Vasconcelos-foto-de-Naty-Torres-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-21815" alt="Naty Torres" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Helder-Vasconcelos-foto-de-Naty-Torres-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além de ministrar uma oficina de formação, Helder Vasconcelos participa do festival com o grupo Boi Marinho</p></div>
<p>Há mais de um ano envolvido com atividades de formação no local, o violeiro, cantador, poeta e cordelista Adiel Luna, vai apresentar o projeto <em>Recantos</em>, junto com o cantor Bruno Lins, fundador da banda Fim de Feira. Com elementos das toadas de gado, da cantoria de viola, do forró, do coco de roda e do samba rural, eles passeiam de forma íntima pelo cancioneiro popular – ora apresentando músicas próprias, ora visitando cantos que revelam um Brasil singelo, encantador e muito rico. Entre uma música e outra, Adiel e Bruno contam causos, recitam versos e brincam com o público, num show harmonioso, carregado de improviso e bastante descontraído.</p>
<p>&#8220;<em>Pra mim, levar meu trabalho pra o festival Arte na Usina, seja de palco ou de formação, é estar fazendo parte de um processo transformador, de algo realmente importante, algo digno. É um ambiente que me deu tudo que eu tenho hoje, em relação à cultura, ao entendimento enquanto artista, enquanto ser político, capaz de fazer arte, de fazer poesia. Acredito que a Mata Sul vai ser transformada a partir dessa história. Não se trata somente de um festival, existe um potencial ali que precisava ser provocado e agora está acontecendo. Onde se moía cana pra açúcar e etanol, agora está se moendo arte, cultura e transformação social. Isso é muito forte. A partir das iniciativas da Usina de Arte, aquele local vai ganhar uma outra cara que vai repercutir daqui a cincos, seis, oito, dez anos</em>.&#8221;</p>
<div id="attachment_28190" aria-labelledby="figcaption_attachment_28190" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/adiel-cuca.jpg"><img class="size-medium wp-image-28190  " alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/adiel-cuca-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e poeta Adiel Luna vai apresentar o projeto &#8220;Recantos&#8221;, em parceira com Bruno Lins</p></div>
<p style="text-align: left;">Além de uma grade artística ampliada em relação à última edição, a organização do evento traz como novidade, este ano, hospedagens no estilo “pousada domiciliar” oferecida por membros da comunidade que residem na vila da Usina, estimulando a cadeia econômica da região. As opções de leitos e casas poderão ser visualizadas no <a href="http://www.usinadearte.org" target="_blank"><strong>site</strong></a> e o trâmite de reserva se dará por meio de articulação direta entre hóspede e cicerone. Também será disponibilizada uma área para <em>camping</em>, munida de estrutura de banheiros, além de uma Praça de Alimentação mobilizada por empreendedores locais do ramo gastronômico.</p>
<p style="text-align: left;">Confira a programação completa do Festival Arte na Usina:</p>
<p><strong>11/11 – Sexta</strong><br />
Noite | 20h – Show &#8211; Sagrama</p>
<p><strong>12/11 – Sábado</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
Noite | 18h – Curta Amigos na Diferença, produzido na Safra 2015 (entrega dos DVDs)<br />
19h – Filme Expedição Serrinha na UST de Beto Brant<br />
20h – Show &#8211; Adiel Luna e Bruno Lins</p>
<p><strong>13/11 – Domingo</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
Tarde | 15h às 17h – Oficina Ressignificação de Resíduos Vegetais com Hugo França<br />
Noite | 19h – Curta Ô de Marcelo Coutinho<br />
19h30 – Filme Som Ao Redor de Kleber Mendonça</p>
<p><strong>14/11 – Segunda</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 17h – Oficina Haikai com Alice Ruiz<br />
14h às 17h – Oficina Ressignificação de Resíduos Vegetais com Hugo França</p>
<p><strong>15/11 – Terça</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 17h – Oficina Haikai com Alice Ruiz<br />
Noite | 19h – Mesa Mediação na Arte com Fábio Delduque, Diógenes Moura e Joana D’Arc<br />
22h – Monólogo Não Danifique os Sinais com Diógenes Moura</p>
<p><strong>16/11 – Quarta</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 17h – Oficina Haikai com Alice Ruiz<br />
14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
14h às 18h – Oficina Dance Yoga com Lu Brites<br />
Noite | 19h – Mesa Arte como Transformação com José Rufino, Bitu Cassunde e Zé Luiz Passos<br />
21h – Cine Performance Brasil S/A com trilha sonora ao vivo de Benjamim Taubkin</p>
<p><strong>17/11 – Quinta</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
14h às 18h – Oficina Dance Yoga com Lu Brites<br />
14h às 17h – Oficina Croquis e Memória Gráfica com Ronaldo Fraga<br />
Noite | 19h – Mesa Popular e Erudito com Marcelo Coutinho, Leda Catunda e Helder Vasconcelos<br />
21h – Show – Siba</p>
<p><strong>18/11 – Sexta</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Oficina Ampliação do Olhar com Camila Leão<br />
9h às 12h – Oficina Pintura Expandida com Leda Catunda<br />
9h às 12h – Oficina Pulso Presença com Helder Vasconcelos<br />
Tarde | 14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
14h às 18h – Oficina Dance Yoga com Lu Brites<br />
14h às 17h – Oficina Croquis e Memória Gráfica com Ronaldo Fraga<br />
Noite | 19h – Palestra com Ronaldo Fraga<br />
21h – Show – Bandavoou</p>
<p><strong>19/11 – Sábado</strong><br />
Manhã | 9h às 13h – Montagem da Exposição<br />
Tarde | 14h às 18h – Oficina Pequenas Construções Tridimensionais com Laura Vinci<br />
15h – Concentração do Boi Marinho<br />
17h – Desfile do Boi Marinho com Helder Vasconcelos<br />
Noite | 20h – Performance Alunos com Lu Brites<br />
22h – Show – Silvério Pessoa</p>
<p><strong>20/11 – Domingo</strong><br />
Manhã | 10h – Abertura da Exposição Arte na Usina Safra 2016</p>
<p>Saiba mais sobre os artistas convidados do Festival Arte na Usina:</p>
<p><strong>Alice Ruiz:</strong> Poeta e compositora. Ministra palestras e oficinas de haikai no Brasil desde 1990. Mais de 20 livros publicados de poesia, traduções e livros para crianças. Dois prêmios Jabuti de poesia e cinco livros incluídos no PNBE.</p>
<p><strong>Hélder Vasconcelos:</strong> Músico, ator e dançarino, formado nas tradições do Cavalo Marinho e do Maracatu Rural de Pernambuco. É um dos fundadores do grupo musical Mestre Ambrósio, que surgiu em 1992.</p>
<p><strong>Benjamim Taubkin:</strong> A música brasileira e seu diálogo com as outras culturas vêm sendo o campo de atividade deste pianista, arranjador, compositor e produtor. Iniciou o estudo do piano aos 18 anos e logo passou a se dedicar integralmente a esta atividade.</p>
<p><strong>Joana D’Arc:</strong> Doutora em História pela UFPE e Mestre em Sociologia, na Universidade Estadual Paulista &#8211; Júlio de Mesquita Filho, Campus Araraquara/SP, tem experiência na área de História do Brasil, Historiografia e Contemporânea com ênfase em História da Arte e da cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura, arte e contemporaneidade, história da arte brasileira, mediação cultural.</p>
<p><strong>Laura Vinci:</strong> Escultora, artista intermídia, pintora, desenhista e gravadora. Formou-se em Artes Plásticas na Fundação Armando Álvares Penteado e fez seu mestrado na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. A artista tem participado de várias exposições no Brasil e no exterior.</p>
<p><strong>Diógenes Moura:</strong> Escritor, curador de fotografia e editor independente. Atualmente trabalha na edição dos livros A Placa Mãe (autorretrato físico) e O Livro dos Monólogos – Recuperação para Ouvir Objetos (textos em formato de leituras dramáticas). Premiado no Brasil e exterior foi Curador de Fotografia do Brasil pelo Sixpix/Fotosite, em 2009.</p>
<p><strong>Fábio Delduque:</strong> Artista plástico multidisciplinar tem em seu currículo exposições, instalações, pinturas mural, cenários, performances, direção de arte de shows e cinema, além de uma intensa atividade como produtora cultural e curador. Desde a década de 1980, vem realizando exposições e instalações em diversas galerias e museus no Brasil e exterior. É curador e diretor do Festival de Arte Serrinha desde a sua criação em 2002.</p>
<p><strong>Siba:</strong> Um dos criadores do grupo Mestre Ambrósio, iniciou uma longa história de aprendizado e colaboração, exercitando ao longo dos anos os fundamentos da arte da poesia rimada, tornando-se um dos principais mestres da nova geração da ciranda e do maracatu na atualidade. Assim como os arranjos, chamam atenção os versos criados por Siba. Extremamente poéticos e bem-humorados, a força da música nordestina está no canto que vem da garganta deste também bom cantor.</p>
<p><strong>Adiel Luna:</strong> Poeta, violeiro, cantador, cordelista e mestre de maracatu de baque solto, Adiel Luna é considerado um dos mais importantes artistas de sua geração que insiste em valorizar as tradições nordestinas em seu trabalho autoral.</p>
<p><strong>Hugo França:</strong> Nasceu em Porto Alegre, em 1954. Em busca de uma vida mais próxima da natureza, mudou-se para Trancoso, na Bahia, no início da década de 80, onde viveu por 15 anos. Lá, percebeu o grau de desperdício na extração e uso da madeira, vivência que pautou seu trabalho. Desde o final dos anos 1980, desenvolve &#8220;esculturas mobiliárias&#8221;, expressão usada primeiramente pela crítica Ethel Leon e adotada pelo designer por sua precisão em descrever a produção que ele executa a partir de resíduos florestais e urbanos &#8211; árvores condenadas naturalmente, por ação das intempéries ou pela ação do homem. As peças criadas pelo designer nascem de um diálogo criativo com a matéria-prima: tudo começa e termina na árvore. Ela é a sua inspiração; suas formas, buracos, rachaduras, marcas de queimada e da ação do tempo provocam sua sensibilidade e o conduzem a um desenho cuidadosamente escolhido, uma intervenção mínima que gera peças únicas.</p>
<p><strong>Silvério Pessoa:</strong> É cantor, violonista e pianista. Ganhou projeção nacional com o Cascabulho, em 1994, com a qual fez turnês por Canadá, Estados Unidos e Alemanha. Fez de seus trabalhos uma referência à linguagem, aos modos e costumes da gente pernambucana, e inspirações não lhe faltam nunca pra misturar ciranda com baião, forró com maracatu, com referências e reverências a grandes artistas. É essencialmente contemporâneo, dialoga com rock, pop, punk e intervenções eletrônicas. Um verdadeiro sincretismo musical de tudo o que ele vê e ouve por aí, acompanhando os oito discos gravados desde o início da carreira solo.</p>
<p><strong>Ronaldo Fraga:</strong> Estilista mineiro, cenógrafo e autor brasileiro. É formado em design de moda pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pós-graduado pela Parsons School of Design de Nova York. É conhecido por valorizar as raízes e a cultura brasileira em suas peças, por fugir de tendências e por sua versatilidade artística. Utiliza suas criações para levantar discussões políticas e culturais.</p>
<p><strong>Lu Brites:</strong> Gaúcha, educadora e artista do corpo, com mais de 20 anos de experiência e forte pesquisa autora, une a experiência como diretora de movimento aos conhecimentos de Yoga e formação como bailarina. Desenvolveu o Dance Yoga e o método de Coaching Corporal, que tem no corpo o canal de entrada para a busca da saúde física, emocional, energética e expressiva. Aplica seus conceitos de movimento em diferentes áreas como: arte, saúde e bem estar.</p>
<p><strong>Leda Catunda:</strong> Pintora, escultora, artista gráfica e visual e professora brasileira, é considerada um dos maiores talentos surgidos na década de 1980, explorando os limites entre a pintura e o objeto.</p>
<p><strong>Bule-bule:</strong> Repentista, cordelista, sambador, tiraneiro, forrozeiro, brincante, Antônio Ribeiro da Conceição, nome artístico Bule-Bule, é conhecido como o maior repentista da Bahia, também é um excelente cordelista, com mais de 100 títulos publicados. Em 2008 foi condecorado com a maior premiação brasileira para a Cultura, a Ordem do Mérito Cultural, do Ministério da Cultura.</p>
<p><strong>Sagrama:</strong> Com uma formação instrumental acústica, o grupo, criado pelo professor, compositor e flautista Sérgio Campelo, em 1995, no Conservatório Pernambucano de Música, recebe influência do Movimento Armorial e dos ritmos tradicionais do Nordeste como frevo, baião, caboclinho, etc. Compôs as trilhas sonoras dos espetáculos A Ver Estrelas, direção de João Falcão e Adriana Falcão; Fernando e Isaura, direção de Carlos Carvalho; Quem Tem, Tem Medo, direção de Junior Sampaio, entre outras. Para o cinema, criou a trilha do filme O Auto da Compadecida, do diretor Guel Arraes. Em 2013, o grupo realizou apresentações em cidades da França e da Bélgica. O SaGrama está entre os principais grupos instrumentais do Nordeste.</p>
<p><strong>Bandavoou:</strong> Grupo de música brasileira formado no Recife em 2011. Misturando composições a fotografia em movimento, o grupo pernambucano, ganhou público através de vídeos postados na internet. Com composições que flertam com a linguagem popular e vídeos com rico teor fotográfico, segue como uma boa aposta na nova música popular do Brasil.</p>
<p><strong>Benjamim Taubkin:</strong> A música brasileira e seu diálogo com as outras culturas vêm sendo o campo de atividade deste pianista, arranjador, compositor e produtor. Iniciou o estudo do piano aos 18 anos e logo passou a se dedicar integralmente a esta atividade.</p>
<p><strong>Bitu Cassunde:</strong> Carlos Eduardo Bitu Cassundé é curador do Museu de Arte Contemporânea do Ceará e coordenador do Laboratório de Artes Visuais do Porto Iracema das Artes. Foi curador assistente e coordenador de pesquisa no Museu de Arte Contemporânea do Ceará.</p>
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