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	<title>Portal Cultura PE &#187; Vale do Catimbau</title>
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		<title>País da Música ocupou o Vale do Catimbau com reggae e coco no polo descentralizado</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Aug 2025 12:00:09 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/reggaecatimbau.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119479" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/reggaecatimbau-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">O polo descentralizado do País da Música em Buíque deu início à sua programação na noite de sábado (2) no Vale do Catimbau com uma celebração viva das sonoridades que fazem parte do imaginário afetivo do povo pernambucano. Durante dois dias, a vila deste cartão-postal do Agreste  se transforma em palco para encontros musicais que dialogam com o território, sem abrir mão da diversidade e da valorização das tradições populares. Coco Santiago, Valdi Afonjah e João Marlevou.</p>
<p dir="ltr">Isaar, Coordenadora de Música da Secult-PE e curadora do palco, resumiu o espírito da curadoria com entusiasmo: “A gente trouxe uma cultura popular que devia ocupar todos os espaços. O coco e o reggae são ritmos que conversam com o povo daqui e também com quem está de passagem, nesse local que é super turístico e tem essa energia de convergência. É uma conexão bonita”, ressaltou.</p>
<p dir="ltr">Neste primeiro dia, o público foi embalado por ritmos que têm o DNA de Pernambuco. O Coco Santiago, criado em 2014 no bairro recifense da Imbiribeira pelos irmãos Ivan, Ivaldo e Ivanildo Santiago, subiu ao palco com toda a força percussiva de alfaias, congas, ilús e ganzás. Com composições autorais e interpretações de artistas populares, o grupo mantém viva uma tradição que é herança familiar.</p>
<p dir="ltr">Em seguida, Valdi Afonjah trouxe sua bagagem de décadas de estrada. Com raízes fincadas no Recife desde os anos 70, o artista tem no reggae um canal de expressão potente — construído com vivências que vão do Brasil à Jamaica, passando por África, Europa e encontros com lendas como Aston “Familyman” Barret, da banda The Wailers. No palco do festival, o clima foi de celebração solar, com batidas que embalaram o corpo e aqueceram o coração.</p>
<p dir="ltr">Dividindo essa vibe com Afonjah, João Marlevou encerrou a programação do dia com a força do reggae pernambucano que hoje ecoa direto de Fernando de Noronha, onde o artista mora há alguns anos. Com raízes em Olinda, Marlevou mistura reggae raiz com elementos da cultura popular local. Em seu show, composições autorais se unem a clássicos do gênero em uma atmosfera envolvente, solar e afetiva. Com passagens por festivais dentro e fora do país, e parcerias com nomes como Zeider (Planta e Raiz), o artista representa a efervescência musical da ilha com autenticidade e boa energia.</p>
<div id="attachment_119480" aria-labelledby="figcaption_attachment_119480" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/cocosantiago.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119480" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/cocosantiago-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Coco Santiago</p></div>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/valdi-alfonjah.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119481" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/valdi-alfonjah-324x486.jpeg" width="324" height="486" /></a></p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País promoveu encontro sobre cultura alimentar e sustentabilidade no Vale do Catimbau</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Aug 2025 06:06:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Terra de saberes alimentares ancestrais, o Vale do Catimbau abriu as portas do salão paroquial da igreja do centrinho da vila neste sábado (2) para uma tarde de partilha de conhecimentos sobre práticas gastronômicas. A programação do País da Cultura Alimentar, que se iniciou de manhã com a oficina de fermentação, foi retomada com uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-16.41.24.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119453" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult=PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-16.41.24-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Terra de saberes alimentares ancestrais, o Vale do Catimbau abriu as portas do salão paroquial da igreja do centrinho da vila neste sábado (2) para uma tarde de partilha de conhecimentos sobre práticas gastronômicas. A programação do País da Cultura Alimentar, que se iniciou de manhã com a oficina de fermentação, foi retomada com uma aula prática seguida do Fórum Cadeia Produtiva da Cultura.</p>
<p>Às 14h foi iniciada a aula Licuri na Massa, com o chef George Luis, da Cábris Cozinha, para os moradores locais. O foco das receitas desenvolvidas por ele e preparadas na hora foi justamente o licuri &#8211; ou oricuri ou coco catolé, como conhecido em outros locais. Insumo abundante na região de Buíque e do Vale do Catimbau, esse coquinho tem sabor marcante e pode ser base para muitos alimentos. Durante a aula essa versatilidade do ingrediente foi comprovado (e provado) através dos pães doces e dos bolinhos de goma.</p>
<p>&#8220;Estou extremamente grato de estar aqui hoje no Vale do Catimbau, trazendo um pouco do conhecimento adquirido durante vários anos de estudo, realizando uma troca super importante com quem produz de fato comida. Aqui eu também aprendo com quem produz a comida, a trazer novos produtos para a terra. Acaba sendo muito gratificante realizar essa troca, trazer um conhecimento mais técnico e voltar daqui com um saber cultural ancestral&#8221;, celebrou o chef e professor.</p>
<p><strong>Fórum de Cultura e Mercado</strong> &#8211; Espaço de diálogo e partilha de saberes dedicado a refletir sobre as interseções entre cultura, sustentabilidade e economia solidária, o tema desta edição no Catimbau foi Quintais Produtivos. A nutricionista Wilka Rosane, a fitoterapeuta Vanda Kapinawá, e o agroecologista Niwá Kapinawá debateram o tema a partir de suas vivências junto à coordenadora de Gastronomia da Secult-PE, Dianne Souza, e ao representante da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), o engenheiro florestal Sérgio de Azevedo.</p>
<p dir="ltr">Para Dianne Souza, essa partilha é o grande objetivo da programação do País da Cultura Alimentar no PEMP. &#8220;O objetivo desse polo é estarmos alinhados aos territórios. Então aqui no Vale do Catimbau a gente tem o licuri e as atividades foram direcionadas a produtos com esse coco, para que principalmente a cooperativa das mulheres aqui do Catimbau pudesse pensar em novas possibilidades de preparos e comercialização. E o fórum é justamente esse espaço de partilha, de conversar do que a gente realmente tem aqui e o que uma gente pode contribuir para melhoria já que essa escuta vai pautar o fortalecimento das nossas políticas públicas.</p>
<p><strong>Funcultura</strong> &#8211; A tarde com os moradores do Catimbau também foi momento para a equipe do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura tirar as dúvidas dos produtores culturais locais. Em mais uma ação formativa descentralizada, foi mostrado como participar e se inscrever nos editais, como obter o Cadastro de Produtor Cultural (CPC) e mais informações acerca do fundo e de como articular projetos a partir dos talentos e experiências já existentes no local.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-16.33.26.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119456" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult=PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-16.33.26-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-16.41.37.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119458" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult=PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-16.41.37-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-16.41.31.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119457" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/ Secult=PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-16.41.31-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>Pernambuco Meu País Descentralizado estreia no Vale do Catimbau com ação sobre cultura alimentar e saberes tradicionais</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 13:09:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119415" aria-labelledby="figcaption_attachment_119415" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-161.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119415" alt="Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-161-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Teve início na tarde desta sexta-feira (1º), no Vale do Catimbau, a programação do Pernambuco Meu País Descentralizado, mais um polo inédito do Festival Pernambuco Meu País 2025, que reúne gastronomia, literatura, culturas populares e música. A abertura aconteceu às 14h, no salão paroquial da Capela São José, no centro da vila de moradores, em uma atividade integrada com o País da Cultura Alimentar, que conectou memória da terra, tradições orais e o protagonismo feminino.</p>
<p>A vivência de estreia foi a “Semente Crioula: Plantando História, Alimentando o Futuro”, ação que articulou temas como agroecologia, alimentação saudável, história dos grãos e oralidade ancestral, e contou com a participação de jovens estudantes, moradores e profissionais da educação da região, e visitantes do evento.</p>
<p>A nutricionista e técnica em agroecologia Wilka Araújo, que conduziu a atividade, destacou a força simbólica das sementes crioulas. “Toda semente é pequena, mas carrega um mundo. Falar de sementes crioulas é falar de ancestralidade, de herança viva. Quando a gente semeia, está cultivando memórias e modos de vida. Estou aqui por mim, mas também por quem veio antes e pelas pessoas que continuam plantando, semeando, cozinhando e tentando fazer com que a terra seja mais saudável”, destacou.</p>
<p>Wilka também ressaltou o envolvimento dos estudantes locais na atividade. “Eles são o solo mais fértil para essa troca e um público essencial quando falamos de preservar cultura. É neles que a gente planta o futuro”, enfatizou.</p>
<div id="attachment_119416" aria-labelledby="figcaption_attachment_119416" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-17.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119416" alt="A vivência de estreia foi a “Semente Crioula: Plantando História, Alimentando o Futuro”, ação que articulou temas como agroecologia, alimentação saudável, história dos grãos e oralidade ancestral" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-17-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A vivência de estreia foi a “Semente Crioula: Plantando História, Alimentando o Futuro”, ação que articulou temas como agroecologia, alimentação saudável, história dos grãos e oralidade ancestral</p></div>
<p>A ação ainda reforçou o compromisso do projeto com práticas sustentáveis, inclusão e protagonismo das mulheres. De acordo com Dianne Sousa, assessora de Gastronomia da Secult-PE, toda a curadoria foi pensada a partir das especificidades do território. “O Vale do Catimbau tem uma relação profunda com a agroecologia. Direcionamos as atividades para que dialogassem com a realidade local, incentivando a troca de técnicas e o uso de insumos da própria terra, como o licuri. Especialmente, reconhecendo o protagonismo do território, queremos que as mulheres das cooperativas possam replicar esses saberes nos seus ofícios cotidianos, por exemplo”, explicou.</p>
<p>Mais ações voltadas ao fortalecimento de práticas comunitárias e à difusão de expressões culturais conectadas à terra acontecem até este sábado, com o “Bora Fermentar” e a “Oficina de Panificação &#8211; Quintais Produtivos”. Já a programação do polo segue até este domingo (3), com diversas ações e muita música, com shows de Coco Santiago, Valdi Afonjah, Paulo Matricó, Gean Ramos e mais. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="http://instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais </a>e o <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>Belezas naturais do Vale do Catimbau são reveladas na mostra virtual &#8220;Lentes Poéticas&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 22:49:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Lentes Poéticas: um olhar sobre o Vale do Catimbau” é o nome da exposição permanente do jornalista e fotógrafo Rodrigo Asfora que, durante três dias, “mergulhou” no universo do segundo maior parque arqueológico do Brasil, localizado a 280km do Recife, entre o agreste e o sertão pernambucano. A iniciativa conta com os recursos da Lei [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Rodrigo-Asfora-Trilha-do-Santuário.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85798" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Rodrigo-Asfora-Trilha-do-Santuário-607x437.jpeg" width="607" height="437" /></a></p>
<p>“Lentes Poéticas: um olhar sobre o Vale do Catimbau” é o nome da exposição permanente do jornalista e fotógrafo Rodrigo Asfora que, durante três dias, “mergulhou” no universo do segundo maior parque arqueológico do Brasil, localizado a 280km do Recife, entre o agreste e o sertão pernambucano. A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Para a mostra, que pode ser vista no site oficial do fotógrafo &#8211; <a href="https://www.rodrigoasfora.com/" target="_blank"><strong>www.rodrigoasfora.com</strong></a> &#8211; foram selecionadas 40 fotografias, que revelam paisagens exuberantes e ajudam a contar a história do parque criado em 2002 e que entrou para a lista de uma das sete maravilhas de Pernambuco, atraindo turistas de todo o país.</p>
<p>A expedição fotográfica percorreu trilhas de areia fofa, barro, lama e rochas espalhadas pelos mais de 62 mil hectares de uma das últimas áreas preservadas de caatinga do Brasil. O Parque Nacional do Catimbau reúne uma imensa diversidade de fauna e flora, além de chapadões, cânions e até cavernas, onde é possível encontrar painéis de pinturas rupestres feitas há milhares de anos.</p>
<p><em>“Desbravar o Vale do Catimbau faz a gente se sentir dentro de um filme, com cenários compostos por verdadeiras obras de arte esculpidas por processos erosivos, resultando em formas espetaculares. E a vegetação verdinha, nessa época do ano (abril/agosto), deixa a paisagem ainda mais exuberante”</em>, afirma o fotógrafo Rodrigo Asfora.</p>
<p>“Lentes Poéticas: um olhar sobre o Vale do Catimbau” traz registros do cotidiano dos moradores e a simplicidade da vida no campo, além de capturas de paisagens que viraram cartões postais, a exemplo do paredão colorido dos Lapiais, do Chapadão e da Igrejinha. O olhar artístico e sensível do fotógrafo também traz à tona as curiosidades da região do semi-árido, com suas diversas espécies de cactos, flores e frutos como o coquinho de Ouricuri, utilizado como colírio natural para os nativos.</p>
<p>De acordo com Rodrigo Asfora, a ideia da exposição on-line surgiu durante a pandemia da covid-19. <em>“Em tempos de isolamento social, a mostra fotográfica tem como objetivo levar a beleza, a história e a energia do Vale do Catimbau ao maior número de pessoas, para que possamos divulgar uma das grandes riquezas do nosso estado e estimular o turismo na nossa região pós-pandemia”</em>, completa o fotógrafo.</p>
<p>A exposição, que tem produção executiva da jornalista Taís Cintra e curadoria de Rodrigo Asfora, é um presente aos olhos dos visitantes e um convite ao universo dessa vitrine de expressões do nosso passado e da nossa cultura.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição permanente “Lentes Poéticas: um olhar sobre o Vale do Catimbau”, do jornalista e fotógrafo Rodrigo Asfora<br />
Site: <a href="https://www.rodrigoasfora.com/" target="_blank"><strong>www.rodrigoasfora.com</strong></a></p>
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