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	<title>Portal Cultura PE &#187; Várzea</title>
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		<title>Diversidade em todos os sentidos no País das Culturas Populares em Bezerros</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 02:16:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Aqui está aquele friozinho gostoso, mas aos poucos o calor do público que vai chegando nos polos torna a temperatura aconchegante, no modo ideal. O Festival Pernambuco Meu País, em seu primeiro dia, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros, no Agreste pernambucano começou nesse clima: de aconchego. Logo à tarde, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui está aquele friozinho gostoso, mas aos poucos o calor do público que vai chegando nos polos torna a temperatura aconchegante, no modo ideal. O Festival Pernambuco Meu País, em seu primeiro dia, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros, no Agreste pernambucano começou nesse clima: de aconchego. Logo à tarde, no palco País das Culturas Populares cativou o público com espetáculos de música e dança que exaltaram a diversidade do gênero no Estado, com performances de maracatu, afoxé, coco e pastoril.</p>
<p>O Maracatu Nação Capibaribe, do bairro da Várzea (Recife-PE), trouxe uma amostra de 15 de seus mais de cem integrantes. Bateu o centro no palco-caminhão com um repertório em tributo aos orixás, de Exu a Oxalá, mesclando temas tradicionais de seu ritmo dominante com outros mais pop, de Chico Science, Alceu Valença e Erasto Vasconcelos, entre outros. Um crossover rítmico e geracional que transitou ainda pelo samba e provocou até uma roda de ciranda em volta de seu porta-estandarte.</p>
<p>A tradição dos ritmos afros continuou na apresentação do Afoxé Babá Orixalá Funfun, do bairro de Guadalupe (Olinda-PE), que mostrou que festa não precisa se separar da militância. Também colocou a plateia para dançar com canções em que reflete sobre o passado e o presente de lutas. As músicas fazem uma releitura lúdica e artística do candomblé tradicional. Em modo de festa, denunciou toda forma de preconceito.</p>
<p>Numa vibe semelhante a seus antecessores, da tradição que remete aos ancestrais, o Coco de Mestre Ciriaco, do Sítio do Urubu, no município de Glória do Goitá (Zona da Mata Norte pernambucana), também fez o público dançar, com seus dançarinos em meio aos espectadores. O premiado Mestre Ciriaco, 96 anos, 77 destes dedicados ao ritmo, cantou e tocou zabumba ao lado do neto João Paulo, 28 anos, que toca ganzá e recentemente acompanha o avô.</p>
<p>O País das Culturas Populares encerrou sua tarde de estreia em Serra Negra com As Perigosas Pastoras, peculiar pastoril profano do bairro do Ibura (Recife) que se destaca pela formação e proposta em defesa da visibilidade LGBTQIA*. Com a plateia no gargarejo, arrancou muitos risos e aplausos.</p>
<p>A maioria do público à beira do palco era formada por cerca de 30 alunas e alunos de dança da professora Equilaine Rodrigues, do município de Bezerros. Todas e todos curtindo com muita animação. &#8220;Aqui é uma riqueza de cultura. Pernambuco é rico em cultura e diversidade. Nós adoramos e vivemos isso em nosso dia a dia, durante nossas aulas em Bezerros. É maravilhoso estar aqui vivenciando tudo isso&#8221;, afirmou a docente. &#8220;Estou achando o festival riquíssimo. Veio a calhar ser aqui em Serra Negra, que é um lugar maravilhoso e juntou com nossa cultura dando aquela união positiva. Não poderíamos ficar de fora&#8221;, completou.</p>
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		<title>Cultura Negra ocupa a Várzea com ciranda de Maciel Salú e encontro de rabequeiros</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 19:04:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106628" aria-labelledby="figcaption_attachment_106628" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Anderson Stevens/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/1-Foto_-Anderson-Stevens.jpg"><img class="size-medium wp-image-106628" alt="Anderson Stevens/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/1-Foto_-Anderson-Stevens-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maciel Salú</p></div>
<p>Na semana em que se celebra o Dia da Consciência Negra, o bairro da Várzea, no Recife, recebe a 1ª edição do projeto Cultura Negra, com show de Maciel Salú e a Ciranda do Azougue e participações especiais dos rabequeiros Dinda Salú, Micael Silva e Rannier Venâncio. Com acesso gratuito, a festa é realizada nesta sexta-feira (24), a partir das 20h, no Pátio da Várzea (Praça do Rosário, Rua Francisco Lacerda).<br />
O Cultura Negra é realizado pelo Maracatu Piaba de Ouro, Maciel Salú e Grão – Comunicação e Cultura, em homenagem ao Mês da Consciência Negra, e conta com o apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e do Governo do Estado.<br />
Esta é a primeira edição do projeto Cultura Negra, que destaca a importância das culturas tradicionais nas discussões e ações para combater o racismo e a desigualdade social no Brasil trazendo à centralidade da programação a cultura popular, herança dos ancestrais trazidos de África e de nossos povos originários.<br />
A programação tem início a partir das 20h e conta com a apresentação de Maciel Salú e a Ciranda do Azougue, novo projeto do artista. Nele o cantor e compositor relembra o início de sua carreira na música, que foi cantando no grupo Ciranda Nordestina de Olinda, na época liderado por seu pai, Mestre Salustiano.<br />
A festa segue com muito forró e cavalo marinho entoado pelo encontro dos rabequeiros Dinda Salú, Micael Silva e Rannier Venâncio, que juntos com Maciel Salú fazem uma apresentação única criada especialmente para o evento.</p>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco recebe espetáculos do Festival de Circo do Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Nov 2023 14:38:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Até este domingo (12) a 17ª edição do Festival de Circo do Brasil traz em sua programação vários espetáculos voltados para a criançada. As apresentações para os pequenos acontecem nos Teatros de Santa Isabel, do Parque, Apolo e Hermilo Borba Filho; além de programação aberta ao público no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), Sesc [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106315" aria-labelledby="figcaption_attachment_106315" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-09-at-10.31.46.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106315" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-09-at-10.31.46-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">La Class Excêntricos</p></div>
<p>Até este domingo (12) a 17ª edição do Festival de Circo do Brasil traz em sua programação vários espetáculos voltados para a criançada. As apresentações para os pequenos acontecem nos Teatros de Santa Isabel, do Parque, Apolo e Hermilo Borba Filho; além de programação aberta ao público no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), Sesc São Lourenço da Mata e Várzea.<br />
O Museu do Estado de Pernambuco recebe quatro atrações para toda a família. Em <em>Palhaçassando</em>, o palhaço Dud Grud nos leva a uma viagem pela história da nossa querida tapioca, uma iguaria com mais de 500 anos de história. <em>Marcelino em Pente Fino</em>, da La Class Excêntricos (SP), é o espetáculo solo de um palhaço equilibrista mágico musical que compõe com tudo que está a sua volta. <em>Swing do Marmelo</em>, com o Palhaço Marmelo (PE), mistura ritmos periféricos do Recife, como bregafunk e batidão romântico, com o universo lúdico e inocente da palhaçaria.<br />
No Hermilo Borba Filho ganha o palco <em>Trait(s)</em>, do grupo francês Cie Scom SCoM &#8211; Coline Garcia. Ele oferece uma revisitação contemporânea de três fundamentos do circo: o corpo, a família e o círculo. Inspirado nas obras dos pintores Joan Miro e Vassili Kandinsky, <em>Trait(s)</em> apresenta um artista de circo na roda cyr. Já o Teatro do Parque recebe o espetáculo <em>Picadeiro Pernambuco</em>, do Centro Carcará (PE), que traz números de equilíbrio, força, palhaçaria, pirofagia, contorção, música e ilusionismo executados por artistas itinerantes e jovens circenses sob a melodia de uma banda musical fazendo uma grande homenagem à estética dos circos itinerantes, berço da arte do circo.<br />
Na sexta-feira (10), às 19h, o Pátio Nossa Senhora do Rosário, no bairro da Várzea, é palco do espetáculo <em>Molavin</em>, do Proyecto Migra (ARG), uma fantástica ópera bufa, que conta a história de Boris, um homem de muitas faces: alquimista, contador de fábulas, místico, curandeiro e astrólogo no tempo dos motores a vapor. O inquieto e instigante Boris questiona a eficácia das novas tecnologias e resolve testar algumas diante do público. O resultado é um espetáculo divertido, sedutor e inovador que traz comédia e drama em uma incrível demonstração de talento do grande artista que é Tato Villanueva, ator, diretor, professor e palhaço que iniciou a carreira em 2002 com espetáculos de rua percorrendo praticamente todos os países da América Latina e Europa.<br />
Com o tema Over Contemporâneo, o festival este ano aposta em apresentações que unem a técnica circense a outras linguagens artísticas, como teatro, dança, poesia, música, artes visuais e humor. “Mais do que nunca, por meio das técnicas e manifestos de cada companhia ou artista, versamos sobre temas atuais indispensáveis aos novos diálogos e debates contemporâneos. Assuntos sensíveis a nosso cotidiano que levam o público a encontrar, além da surpresa e do riso, reflexões necessárias para os novos encaminhamentos da sociedade”, explica a curadora Danielle Hoover, da Luni Produções, que está à frente do Festival desde a primeira edição.<br />
O evento, que teve início na terça-feira (7), conta com seis dias com programação para todas as idades e cerca de 20 atrações com artistas de várias nacionalidades, como Brasil, França, Espanha, Argentina e Uruguai. É ganhador do prêmio Iberescena (Fondo de Ayudas para las Artes Escénicas Iberoamericanas), por meio da Funarte (Fundo Nacional das Artes), e conta com apoio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal e do Consulat Général de France à Recife e incentivo do Sistema de Incentivo à Cultura (SIC) da Prefeitura do Recife.<br />
A programação completa pode ser conferida no <a title="Festival de Circo do Brasil" href="https://festivaldecircodobrasil.com.br/" target="_blank">site oficial</a> do festival. Os espetáculos estão com ingressos a preços acessíveis, a partir de R$ 10, com vendas pela plataforma Sympla &#8211; que também contempla toda a programação.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>17º Festival de Circo do Brasil | 7 a 12 de novembro de 2023</strong></p>
<p>Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças, Recife)<br />
Pátio Nossa Senhora do Rosário (Rua Francisco Lacerda, s/nº, Várzea, Recife)<br />
Sesc LER São Lourenço da Mata (Avenida das Pêras, nº56, Tiúma, São Lourenço da Mata)<br />
Teatro Apolo (Rua do Apolo, nº 121, Bairro do Recife, Recife)<br />
Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/nº, Santo Antônio, Recife)<br />
Teatro do Parque (Rua do Hospício, nº 81, Boa Vista, Recife)<br />
Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, nº 142, Bairro do Recife, Recife)</p>
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		<title>Várzea, no Recife, recebe edição do Circuito Azougue Festival de Cultura Popular</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/varzea-no-recife-recebe-edicao-do-circuito-azougue-festival-de-cultura-popular/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 14:32:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Circuito Azougue Festival de Cultura Popular chega ao bairro da Várzea, no Recife, nesta sexta-feira (23), com uma programação dedicada à dança e à música. A partir das 19h, estão programadas uma série de espetáculos de dança, seguidos de apresentações musicais. O evento, que é gratuito, conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Espetáculo-Pisadas_Manifesto-Cultura-Popular_-Crédito-Morgana-Narjara.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97994" alt="Morgana Narjara/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Espetáculo-Pisadas_Manifesto-Cultura-Popular_-Crédito-Morgana-Narjara-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Circuito Azougue Festival de Cultura Popular chega ao bairro da Várzea, no Recife, nesta sexta-feira (23), com uma programação dedicada à dança e à música. A partir das 19h, estão programadas uma série de espetáculos de dança, seguidos de apresentações musicais. O evento, que é gratuito, conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>A mostra de dança tem início às 19h, no Pátio da Praça do Rosário, na Várzea. Entre as atrações dessa etapa do Projeto Azougue, estão o espetáculo Pisadas, do Manifesto Cultura Popular, que é encenado por por Gel Lima, Alê Alves e Felipe Matarazzo, e traz a força e a beleza das tradições da zona da Mata Norte de Pernambuco para a programação. O Balé Deveras, fundado em 1980, também apresenta Território de Passos e Sonhos, espetáculo dirigido por Mika Silva. O Grupo Matulão de Dança, por sua vez, apresenta o Natal dos Brincantes: Jornadas do sentir, em formato de auto de Natal que traz a história de nascimento de Jesus Menino, com muita dança, música e poesia.</p>
<p>A programação musical acontece, no palco montado na Rua Azeredo Coutinho, no bairro da Várzea, a partir das 21h, com shows de Maciel Salú que apresenta o Baile de Rabeca com participações especiais de Gabi do Carmo, Larissa Lisboa e Mestre Abissal, do Maracatu Real da Várzea, além de apresentações do Grupo Bongar e do cantor e compositor Nailson Vieira. A noite contempla diferentes expressões culturais do Estado, entre as quais o coco de roda, o maracatu e a ciranda.</p>
<p>Além da etapa desta sexta (23), o projeto também conta com datas marcadas nas cidades de Buenos Aires, Lagoa de Itaenga, Olinda e Tracunhaém. Desde 2016, inclusive, o Azougue vinha sendo realizado em Tracunhaém, localizada na região da Mata Norte do Estado. Na edição anterior à atual, no entanto, devido às restrições de isolamento social impostas pela pandemia da Covid-19, o projeto precisou acontecer de forma virtual. A partir de 2022, o Azougue se amplia e passa a circular por outras cidades de Pernambuco, levando uma programação desenvolvida especialmente para cada um dos destinos.</p>
<p><strong>CIRCUITO -</strong> Criado e coordenado pelo artista, músico, compositor e produtor cultural Maciel Salú, o Azougue é um festival voltado à arte e à cultura, com o intuito de fomentar, valorizar e preservar a difusão da cultura popular de Pernambuco. O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), Secretaria de Cultura do Recife e Prefeitura do Recife. A etapa de Recife conta com a parceria da União Cultural do Pátio da Várzea.</p>
<p><strong>Circuito Azougue Festival de Cultura Popular &#8211; etapa Recife</strong></p>
<p>Data: 23 de dezembro (sexta-feira)<br />
Horário: a partir das 19h<br />
Local: Pátio da Praça do Rosário, na Várzea, Recife</p>
<p><strong>Espetáculos de dança</strong><br />
- Pisadas, do Manifesto Cultura Popular<br />
- Território de Passos e Sonhos, do Balé Deveras<br />
- Natal dos Brincantes: Jornadas do sentir, do Grupo Matulão</p>
<p>Data: 23 de dezembro (sexta-feira)<br />
Horário: a partir das 21h<br />
Local: Rua Azeredo Coutinho (Rua da Feira), na Várzea, Recife</p>
<p><strong>Shows</strong><br />
- Maciel Salú, com participações especiais de Gabi do Carmo, Larissa Lisboa e Mestre Abissal<br />
- Grupo Bongar<br />
- Nailson Vieira</p>
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		<title>Centro de Capoeira São Salomão promove 2º Festival Mostra na Roda, na Várzea</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 17:49:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Centro de Capoeira São Salomão, Ponto de Cultura localizado num dos casarões mais charmosos do bairro da Várzea, promove, desta quarta-feira (28) até o próximo domingo (4), a segunda edição do Festival de Arte e Cultura Mostra na Roda. Surgido da ideia dos integrantes do Centro, muitos deles ligados às tantas expressões artísticas e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58121" aria-labelledby="figcaption_attachment_58121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/Festival-Mostra-na-Roda.jpg"><img class="size-medium wp-image-58121" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/Festival-Mostra-na-Roda-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Os músicos Helder Vasconcelos, Maciel Salú, Mestre Zezinho de Casa Amarela, Mestre Zé de Teté, Adiel Luna, Lais de Assis e Helder Vasconcelos vão participar da programação musical do 2º Festival Mostra na Roda</p></div>
<p>O Centro de Capoeira São Salomão, Ponto de Cultura localizado num dos casarões mais charmosos do bairro da Várzea, promove, desta quarta-feira (28) até o próximo domingo (4), a segunda edição do <strong>Festival de Arte e Cultura Mostra na Roda</strong>. Surgido da ideia dos integrantes do Centro, muitos deles ligados às tantas expressões artísticas e culturais, de mostrar suas criações artísticas vividas em outros espaços, o Mostra na Roda é uma proposta de “amostramento” capoeirístico fortalecendo a arte de seus artistas e reafirmando o Centro de Capoeira São Salomão como espaço de fomentação e fruição Cultural. Capoeira, fotografia, dança, música, cultura popular, teatro, poesia, artesanato, gastronomia e robótica, serão as áreas apresentadas nesta nova edição.</p>
<p><strong>A vez é dos parceiros - </strong>Em sua primeira edição o Mostra na Roda contou exclusivamente com a participação dos artistas capoeiristas ligados ao Centro. Neste segundo ano, o evento conta em sua programação com a participação de artistas e capoeiristas parceiros ligados às expressões artísticas e culturais de nosso estado, além do trabalho de alguns de seus integrantes.</p>
<p><strong>Maciel Salu e Helder Vasconcelos são alguns nomes que compõem a grade da programação -</strong> Ligados às tradições culturais que tem a capoeira como uma de suas mestrias, Maciel Salu, pernambucano filho do Mestre Salustiano, cantor, compositor, rabequeiro e brincante das expressões da Mata Norte de PE e Helder Vasconcelos, músico, cantor, compositor, bailarino e pesquisador, brincante de Cavalo Marinho e Caboclo de Pena do Maracatu Piaba de Ouro, apresentarão seus novos trabalhos.</p>
<p><strong>Adiel Luna promove encontro de mestres</strong> &#8211; Como já é tradição, o Mostra na Roda acolherá na sexta feira a Sambada do Lampião, um dos projetos culturais do espaço, que nesta edição, além do grupo da casa &#8211; o Bate o Ganzá-, terá como anfitrião o poeta cantador Adiel Luna que promoverá um grande encontro de mestres trazendo o Mestre Coquista Zé de Teté (Limoeiro) e Mestre Zezinho (do bairro de Casa Amarela).</p>
<p><strong>Robótica</strong> - Este ano o Mostra na Roda realizará, em parceria com a RoboLiv.re, a oficina de robótica nas tardes de sábado e domingo. A oficina terá o custo de R$ 50 por dia dia e é aberta a quem quiser participar.</p>
<p><strong>Capoeira</strong> &#8211; Sem esquecer da Capoeira, grande anfitriã deste projeto, o Centro apresentará, na abertura do evento na quarta-feira (28), um experimento surpresa: o “Capoeira de Salão”. Inspirado na ideia do “Capoeira Baile” do Mestre Itapuã Beiramar e na fala do Mestre Canjiquinha que dizia: “A Roda de Capoeira é como um grande salão de baile, o que o berimbau tocar você joga”, o Capoeira de Salão será um espaço para capoeiristas e não capoeiristas apreciarem, se divertirem e dançarem ou até mesmo jogarem Capoeira sem os elementos rituais da Roda de Capoeira tradicional.</p>
<p>O Mostra na Roda Ano 2 contará ainda com exposição da fotógrafa Christina Schug e com o espetáculo “Passo” da Compassos Cia de Dança, além de poesia com Luna Virtolina, Giuseppe Macena e Gleisson Nascimento, das performances teatrais Adito(Doida de Pedra) e das apresentações musicais de Lais de Assis e do projeto Sopro Fino. Além disso, haverá uma feira de artesanato e gastronomia com <em>food truck</em> nos jardins do Centro de Capoeira São Salomão. Veja a programação completa:</p>
<p style="text-align: center;"><strong>2º Festival de Arte e Cultura Mostra na Roda</strong></p>
<p><strong>Quarta-feira (28)</strong><br />
19h &#8211; Abertura da Exposição Fotográfica &#8220;A vida na Roda&#8221; de Christina Schug<br />
20h &#8211; Capoeira de Salão</p>
<p><strong>Quinta-feira (1º)</strong><br />
20h &#8211; Passo &#8211; Espetáculo da Compassos Cia. de Dança</p>
<p><strong>Sexta-feira (2)</strong><br />
17h &#8211; Abertura da Feirinha de Artesanato e Comidas<br />
20h &#8211; Sambada do Lampião com o Bate o Ganzá, Coco de Sala com Adiel Luna, Zé de Teté, Zezinho de Casa Amarela e convidados</p>
<p><strong>Sábado (3)</strong><br />
14h às 17h &#8211; Oficina de Robótica, com a Roboliv.re<br />
17h &#8211; Feira de Artesanato e Gastronomia<br />
19h &#8211; Ádito in process &#8211; performance teatral (Coletivo Doida de Pedra)<br />
20h &#8211; Intervenção Poética com Giuseppe Mascena, Gleison Nascimento e Luna Vitrolina<br />
21h &#8211; Maciel Salú</p>
<p><strong>Domingo (4)</strong><br />
14h às 17h &#8211; Oficina de Robótica, com a Roboliv.re<br />
17h &#8211; Feira de Artesanato e Gastronomia<br />
18h &#8211; Laís de Assis<br />
19h15 &#8211; Sopro Fino<br />
20h30 &#8211; Hélder Vasconcelos</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>2º Festival de Arte e Cultura Mostra na Roda</strong><br />
Quando: de 28 de fevereiro (quarta-feira) a 4 de março (domingo), a partir das 17h<br />
Onde: Centro de Capoeira São Salomão (Av. Amaro Gomes Poroca, 267, Várzea, Recife/PE).<br />
As oficinas acontecerão das 14h às 17h no mesmo espaço.<br />
Ingresso para as apresentações artísticas e a exposição: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).<br />
O acesso à feira de artesanato e gastronomia é gratuito.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Forró Rabecado faz a festa do Terreiro Musical, na Várzea</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Jun 2017 00:10:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Capoeira São Salomão]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Cultura Centro de Capoeira São Salomão]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Várzea]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste sábado, 03 de junho, o Ponto de Cultura Centro de Capoeira São Salomão estreia o projeto Terreiro Musical já esquentando para as festas juninas, com a presença luxuosa do Forró Rabecado. A primeira edição do evento acontecerá a partir das 21h, e os ingressos custam R$ 15,00 (preço único). O evento contará também com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_49614" aria-labelledby="figcaption_attachment_49614" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/forro-rabecado-foto-renata-pires-9357059848_dd9da32448_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-49614" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/06/forro-rabecado-foto-renata-pires-9357059848_dd9da32448_h-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Forró Rabecado no Palco Forró do Festival de Inverno de Garanhuns 2013</p></div>
<p>Neste sábado, 03 de junho, o <strong>Ponto de Cultura Centro de Capoeira São Salomão</strong> estreia o projeto <em>Terreiro Musical</em> já esquentando para as festas juninas, com a presença luxuosa do <strong>Forró Rabecado</strong>. A primeira edição do evento acontecerá a partir das 21h, e os ingressos custam R$ 15,00 (preço único).</p>
<p>O evento contará também com uma feirinha empreendedora, com exposições e vendas de artesãos e empreendedores locais, além do bistrô de comedoria que fica dentro do espaço situado na Rua Amaro Gomes Poroca, 267, no bairro da Várzea.</p>
<p>O Forró Rabecado surgiu em 2000, a partir da união dos músicos Publius (bandolim e voz), Gustavo Azevedo (pife, rabeca e voz), Juliano Holanda (baixo e viola de 10), Carlos Amarelo (percussão) e Bruno Vinezof (percussão). O grupo iniciou como uma séria brincadeira com o forró como sua fonte de inspiração musical, e é um dos mais conhecidos grupos de forró da atualidade na cidade.</p>
<p>Tendo lançado dois CDs e um DVD, o Forró Rabecado é aclamado por seu show dançante que mistura a sonoridade de instrumentos tradicionais da cultura nordestina (bandolim, rabeca, pife e viola de 10 cordas) e ritmos do Norte e Nordeste, como o xote o baião, o forró, o carimbó, o côco e o samba.</p>
<p><strong>Terreiro Musical</strong> &#8211; Uma vez por mês, o único Ponto de Cultura de Capoeira do estado de Pernambuco abrirá as portas da sua sede, um charmoso casarão situado no bairro da Várzea, Zona Oeste da cidade do Recife, para a realização de apresentações musicais. É uma parceria com grupos, bandas e artistas da cidade e do estado, como uma maneira de fortalecer as ações do Ponto de Cultura, e valorizar e fomentar a nossa cena musical.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Terreiro Musical apresenta: </strong><strong>Show do Forró Rabecado</strong><br />
<strong>Quando:</strong> Sábado, 03 de junho, das 21h às 23h<br />
<strong>Quanto:</strong> R$ 15,00 (preço único)<br />
<strong>Local:</strong> Sede do Ponto de Cultura Centro de Capoeira São Salomão &#8211; Rua Amaro Gomes Poroca, 267 &#8211; Várzea &#8211; Recife<br />
<strong>Mais informações:</strong> Pelo WhatsApp (81) 99172.1957 (Dani Gouveia) / 99761.6984 (Gabi Apolonio)<br />
<strong>Página do evento no Facebook: <a title="Terreiro Musical apresenta: Show do Forró Rabecado" href="https://www.facebook.com/events/415687882147728/" target="_blank">https://www.facebook.com/events/415687882147728/</a></strong></p>
<p><iframe width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Z7NhjYbtvII?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mostra artística dedicada à capoeira acontece no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-artistica-dedicada-a-capoeira-acontece-no-recife/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2017 17:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Capoeira São Salomão]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Várzea]]></category>
		<category><![CDATA[‘Mostra na Roda’]]></category>

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		<description><![CDATA[Voltada para a difusão da capoeira através de segmentos como dança, música, poesia, artesanato e gastronomia, a primeira edição da ‘Mostra na Roda’, acontece de 1º a 5 de fevereiro, no Centro de Capoeira São Salomão, localizado no bairro da Várzea, na zona Oeste do Recife. O salão e o terreiro da casa da capoeira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/Sao-Salomao-divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-44724" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/Sao-Salomao-divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Voltada para a difusão da capoeira através de segmentos como dança, música, poesia, artesanato e gastronomia, a primeira edição da ‘Mostra na Roda’, acontece de 1º a 5 de fevereiro, no Centro de Capoeira São Salomão, localizado no bairro da Várzea, na zona Oeste do Recife. O salão e o terreiro da casa da capoeira e do berimbau darão espaço tanto à criação artística desenvolvida por capoeiristas integrantes do centro cultural, como também as exposições fotográficas ‘São Salomão rumo aos 20 anos’ e ‘Cara da Mãe’, da fotógrafa<b> </b>Priscila Batista.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os destaque da programação, o público irá conferir as apresentações do espetáculo poético musical ‘Onde se Lavra a Palavra’, do poeta Felippe Maciel e o músico Zé Freire e o do espetáculo de dança e teatro ‘A Cara da Mãe’, realizado pelo Coletivo Tenda Vermelha. Grupos e artistas convidados, como a cantora e bailarina Flaira Ferro e os coquistas do Mestre Zé Negão (Sambada da Laia) e Nilton Júnior (Pandeiro do Mestre), também estarão dividindo o palco com atrações como o grupo de coco Bate O Ganzá, do cantor Gustavo Paz.</p>
<p style="text-align: justify;">A ‘Mostra na Roda’ é a chamada do berimbau para o lançamento das criações de capoeiristas artistas e de performers e músicos convidados que transitam no Centro de Capoeira São Salomão, associação cultural sem fins lucrativos que em 2008 recebeu do Ministério da Cultura o selo de Ponto de Cultura pelo trabalho no fomento e divulgação da Capoeira e Cultura Pernambucana. A entrada custa R$ 10 por dia de evento. Crianças até os 6 anos de idade não pagam.</p>
<p><b>Programação:</b></p>
<p><b>- Quarta-feira, 1º de fevereiro<br />
</b><b>17h | Abertura da exposição ‘São Salomão rumo aos 20 anos’. </b>A exposição ficará em cartaz até 05/02, sempre a partir das 17h.<br />
<b>19h | Abertura do Evento &#8211; Roda de Acolhimento e Roda de Capoeira</b></p>
<p><b>- Quinta-feira, 2 de fevereiro<br />
</b><b>17h | Abertura da Feirinha de Artesanatos e Comidas. </b>A feirinha de artesanatos e comidas funcionará até 05/02, sempre a partir das 17h.<br />
<b>19h | Cara da mãe (teatro/dança – Coletivo Cênico Tenda Vermelha)</b> &#8211; Cara da Mãe é uma experiência poética em dança inspirada em jornadas do feminino, especificamente, na compreensão do universo da maternidade, com suas inquietudes e conquistas no mundo contemporâneo. Nasceu de uma inquietação pessoal e artística das bailarinas-criadoras Ana Luiza Bione, Íris Campos e Janaina Gomes, que tiveram a ideia de condensar as experiências e indagações de mães diversas numa experiência em dança. A direção do espetáculo é de Luciana Lyra e a trilha sonora é de Isaar.<br />
<b>20h30 | Cara da Mãe (Exposição Fotográfica)</b> &#8211; A exposição CARA DA MÃE é resultado de uma imersão da fotografa Priscila Batista no universo criativo do Coletivo Cênico Tenda Vermelha, através da temporada 2016 do espetáculo Cara da Mãe. O espaço Experimental, o Centro de educação e cultura Daruê Malungo, o Centro de Capoeira São Salomão e o Teatro Samuel Campelo foram locus de apresentação do espetáculo e laboratório para o processo de criação fotográfica que resultou em exposição homônima.</p>
<p><b>- Sexta-feira, 3 de fevereiro<br />
</b><b>19h | Sambada do Lampião – com os grupos Bate o Ganzá, Zé Negão e sua Laia e Niltinho (Coco de Toré Pandeiro do Mestre)</b> &#8211; Sambada de coco conduzida pelo grupo Bate o Ganzá, visando resgatar a tradição dos antigos mestres de coco. Nessa edição especial recebe como convidados Zé Negão e sua Laia e Niltinho (Coco de Toré Pandeiro do Mestre).<br />
<b>20h | Ensaio sobre Mi Madre &#8211; Janaína Gomes (CARNE e Coletivo Cênico Tenda Vermelha).<br />
</b><b>20h30 | Teresinha &#8211; CARNE</b></p>
<p><b>- Sábado, 4 de fevereiro</b><br />
<b>19h | Espólio (dança – CARNE – Coletivo de Arte Negra)</b> &#8211; Quatro artistas negros engajam seus corpos na ação, tecendo reflexões-incômodos a partir de situações reais que passam pela estética do corpo negro, auto imagem, marginalização, racismo, poder, riscos do movimento e expressividade da performance humana. A construção da performance concerne à narrativa das experiências vividas pelos artistas Anne Costa, Janaina Gomes, Orun Santana e Silas Samarky e seus processos de vida, por isso criativos: são quatro imagens que retratam a realidade atual dos corpos-mundos negros, habitados pela profusão de tantas temporalidades. Pertencemos a este lugar; falamos dele e para ele. O tempo, nos nossos corpos, dança. É preciso ser negra. É preciso ser negro.<br />
<b>20h30 | Teresinha &#8211; CARNE<br />
</b><b>19h30 | Onde se lavra a palavra? (poesia/música –Felippe Maciel e Zé Freire)</b> &#8211; O que acontece quando poesia falada e poesia cantada se encontram, e se perguntam sobre a sua própria matéria-prima, a palavra? O poeta Felippe Maciel e o músico Zé Freire conduzem esse encontro, e se entendem e se contradizem diante dessa pergunta sem (de cem?) resposta(s?): Onde se lavra a palavra?<br />
<b>20h | Ensaio sobre mi madre (</b><b>Janaína Gomes &#8211; CARNE e Coletivo Cênico Tenda Vermelha)</b>. A partir das memórias afetivas da artista Janaina Gomes, Ensaio sobre Mi Madre é um pout- pourri de músicas e ações físicas que traz à tona questões sobre a mulher, sobre as relações abusivas consigo e com os homens. Tecendo uma narrativa poética sobre experiências femininas a partir de histórias sobre as mulheres de sua família, a artista propõe um jogo entre o micro e o macro, entre os fatos locais e universais que permeiam a contemporaneidade do feminino de ontem e de hoje.<br />
<b>20h30 | Teresinha </b>(Rebeca Gondim &#8211; CARNE – Coletivo de Arte Negra)</p>
<p><b>- Domingo, 5 de fevereiro<br />
</b><b>18h30 | Zé Freire e A Função (música) &#8211; </b>O concerto Zé Freire e a Função é fruto de anos de imersão e diversas experiências no universo da música popular brasileira. Montado com composições instrumentais do violonista Zé Freire, o programa será executado com a participação da violeira Laís de Assis, da flautista Eneyda Rodrigues, do clarinetista Jaílson Sousa, do percussionista Sergio Karonne e do Mestre Mago.<br />
<b>19h30 | Flaira Ferro e Convidados (Música – Dança) &#8211; </b>Show da artista Flaira Ferro. A apresentação inclui performances de dança e é baseada nas canções autorais de Flaira no disco Cordões Umbilicais, lançado em 2015. Um trabalho fortemente influenciado pelos ritmos brasileiros através de arranjos inspirados em matrizes como frevo, batuque paulista, caboclinho perré, samba, cavalo-marinho e maracatu rural. Longe de objetivar reproduzir tais ritmos em seus contextos originais, a sonoridade resulta da transformação e da reelaboração deles em diálogo com elementos das músicas pop, eletrônica e erudita.<br />
<b>20h30 | Orquestra Popular Frutos da Várzea (música/dança) &#8211; </b>A Orquestra Popular Frutos da Várzea (OPFV) é formada por músicos do bairro da Várzea &#8211; Recife, local de intensa e diversificada produção cultural. O repertório é todo montado a partir de músicas de autoria de integrantes do grupo e músicas já consagradas arranjadas pelo saxofonista Derivaldo Santana, que também dirige a OPFV. O trabalho da orquestra vem se desenvolvendo como um grande laboratório no bairro, onde músicos com experiências e carreiras distintas interagem em função da execução de uma música instrumental multifacetada e atenta às nuances rítmicas do frevo, baião e choro, entre outros. A apresentação receberá como convidada a brincante Diana da Luz.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b><i>Mostra Na Roda<br />
</i><b>Período</b><b>:</b> de 1º a 5 de fevereiro (sempre a partir das 17h)<br />
<b>Local: </b>Centro de Capoeira São Salomão, Várzea (R. Dr. Corrêa da Silva, 267 &#8211; Várzea, Recife)<br />
<b>Telefone:</b>(81) 3031-1109<br />
<b>Ingressos:</b> R$ 10 por dia de evento | Crianças até os 6 anos de idade não pagam</p>
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		<item>
		<title>Coco Raízes do Capibaribe se apresenta no Festival de Inverno da Várzea</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/coco-raizes-do-capibaribe-se-apresenta-no-festival-de-inverno-da-varzea/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2016 14:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Coco]]></category>
		<category><![CDATA[MESTRE ABISSAL]]></category>
		<category><![CDATA[RAÍZES DO CAPIBARIBE]]></category>
		<category><![CDATA[Várzea]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da Assessoria O palco do Festival de Inverno da Várzea foi o lugar escolhido pelo Coco Raízes do Capibaribe para lançar seu primeiro EP, que leva o nome do grupo. O show acontece nesta sexta-feira (19/8), e vai apresentar ao público composições próprias e releituras de canções dos mestres da Várzea, como o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39472" aria-labelledby="figcaption_attachment_39472" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Adriano Sobral</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/coco-raizes-recife.jpg"><img class="size-medium wp-image-39472" alt="Adriano Sobral" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/coco-raizes-recife-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Casarão da Várzea, no Recife, foi cenário de ensaio fotográfico do grupo</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da Assessoria</em></p>
<p>O palco do Festival de Inverno da Várzea foi o lugar escolhido pelo Coco Raízes do Capibaribe para lançar seu primeiro EP, que leva o nome do grupo. O show acontece nesta sexta-feira (19/8), e vai apresentar ao público composições próprias e releituras de canções dos mestres da Várzea, como o Professor Pernã, que encerra o trabalho em uma gravação ao vivo no Casarão da Vázea de “Pra Tocar no Berimbau”.</p>
<p>Gravado pelo selo independente Quânticos em parceria com a Colabor@tiva PE, o EP investe em sonoridades contemporâneas para propor uma nova linguagem ao coco. “Esse trabalho é muito importante para a cena pernambucana, porque traz um coco experimental. Apesar de os integrantes serem de terreiro, pupilos do Mestre Zé Lasca Vara, percussor do Coco no estado, técnicas de captação das vozes e efeitos pouco usuais foram utilizados”, comenta Well Carlos, produtor do disco e guitarrista da Coisa Nostra.</p>
<p>Apesar da ousadia dos arranjos, o EP conserva instrumentos típicos do coco: alfaia, caixa, ganzá, agbê, ilú, conga e pandeiro continuam sendo protagonistas das músicas, em sua maioria gravadas apenas com elementos percussivos, tendo a voz dos integrantes como único acompanhamento harmônico. A rabeca de Hans Santos só aparece na quarta faixa, seguida pelo berimbau do Professor Pernã, na quinta e última canção do disco.</p>
<p>O também chama atenção para o envolvimento espiritual do grupo no processo criativo. “Esse projeto tem essência. Esses meninos vêm de terreiro. Pedro, por exemplo, já é Ogan. A forma de se tocar na pele (percussão) é diferente da técnica de quem aprende nas escolas de música. A maior escola da música popular, aliás, é a rua”, completa.</p>
<p><strong>Ensaio fotográfico</strong></p>
<p>O Casarão da Várzea é o cenário do ensaio fotográfico do Raízes do Capibaribe, assinado por Adriano Sobral. Único representante do estilo chalé romântico em Pernambuco, o imóvel tem uma forte relação afetiva com os moradores da Várzea, que reivindicam sua revitalização. Toda a luta pela conservação do Casarão transformou o espaço em um símbolo de resistência cultural do bairro, como o coco é símbolo de resistência da cultura negra e periférica. A relação quase orgânica entre indivíduos e espaço é evidenciada nas fotografias.</p>
<p>Os EP’s estão à venda nos shows e podem ser solicitados na página do grupo no <strong><a href="https://www.facebook.com/Ra%C3%ADzes-do-Capibaribe-382664621875872/?fref=ts" target="_blank">Facebook</a>.</strong> O trabalho está disponível <strong><a href="https://www.youtube.com/watchv=gQIAf4AT1io&amp;list=PL6q1LnN2rjg31fP7e3vB2N5gM2jO_aAvs" target="_blank">AQUI </a></strong></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Show do Coco Raízes do Capibaribe</strong><br />
Local: Festival de Inverno da Várzea (FIV). Praça da Várzea<br />
Data: 19/08 (Sexta-feira)<br />
Horário: 23h40<br />
<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Gratuito</em></em></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Grupo Totem apresenta pesquisa &#8220;Rito Ancestral Corpo Contemporâneo&#8221; na Várzea</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2015 12:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Escola Municipal de Arte João Pernambuco]]></category>
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		<category><![CDATA[Rito Ancestral Corpo Contemporâneo]]></category>
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		<description><![CDATA[Imerso na pesquisa Rito Ancestral Corpo Contemporâneo, desde de junho de 2015, o Grupo Totem realiza a primeira demonstração pública do projeto na próxima segunda-feira (30), às 16h30. A apresentação acontece na Escola Municipal de Arte João Pernambuco, bairro da Várzea, dentro da 14ª Mostra de Artes Cênicas À Porta Aberta. O projeto conta com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_31996" aria-labelledby="figcaption_attachment_31996" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Grupo-Totem-_por-Fernando-Figueirôa-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-31996" alt="Fernando Figueirôa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/11/Grupo-Totem-_por-Fernando-Figueirôa-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa resgata a ancestralidade e a importância do ritual para a contemporaneidade</p></div>
<p>Imerso na pesquisa <em>Rito Ancestral Corpo Contemporâneo</em>, desde de junho de 2015, o Grupo Totem realiza a primeira demonstração pública do projeto na próxima segunda-feira (30), às 16h30. A apresentação acontece na Escola Municipal de Arte João Pernambuco, bairro da Várzea, dentro da 14ª Mostra de Artes Cênicas À Porta Aberta. O projeto conta com incentivo do Funcultura.</p>
<p>Como um verdadeiro <em>work in progress</em>, a pesquisa resgata a ancestralidade e a importância do ritual para a contemporaneidade. Desde que surgiu na cena recifense, há 27 anos, o Totem busca quebrar as fronteiras entre as linguagens e passeia fluidamente pelo teatro, pela dança e pela performance, construindo uma poética híbrida. Nesse projeto, tem desenvolvido encontros com a alma, o corpo e a voz de povos indígenas pernambucanos.</p>
<p><strong>Processo</strong><br />
Em agosto desse ano, o grupo visitou o Povo Pankararu, no município de Tacaratu. O primeiro ritual vivenciado com os indígenas foi o <em>Menino do Rancho</em>. Através dessa residência, foi possível perceber o corpo em ritual. Em um ato único encontram-se a dança, a performance, o teatro, o ritual, em gestos, postura, olhar e canto, uma poética ritual em total consonância com a tradição indígena.</p>
<p>Com essa imersão, o grupo volta às raízes do teatro, que se conecta com o ritual, segundo o pensamento de Antonin Artaud. &#8220;Acreditamos na transformação do humano através da arte e do teatro. No Totem, há uma experiência sensitiva e subjetiva, trabalhamos muito com os simbolismos&#8221;, conta Taína Veríssimo.</p>
<p>Depois da visita ao Povo Pankararu, o grupo tem feito estudos de performance e antropologia, a partir de autores como Richard Schechner e Cassiano Sydow Quilici, e laboratórios vivenciais, nos quais cada membro buscou símbolos a partir das indumentárias pertencentes ao ritual destes índios. Cada um buscou o seu animal sagrado de poder e construiu a sua &#8216;cinta sagrada’, descobertos a partir de laboratórios ritualísticos, que contaram com técnicas de relaxamento, respiração, interação com os sentidos, experiências corporais com os elementos da natureza (água, terra, ar e água) e pintura corporal.</p>
<p>Tendo o teatro de Antonin Artaud, espécie de guia espiritual, e nesta pesquisa, a performer americana Meredith Monk, entre as principais referências, o Totem também tem realizado um potente trabalho de corpo e voz com o bailarino e performer Conrado Falbo.</p>
<p><strong>Projeto</strong><br />
A pesquisa&#8221;Rito Ancestral Corpo Contemporâneo&#8221;, com incentivo do Funcultura, segue até 2016. Para vivenciar novas experiências ritualísticas, o Grupo Totem deve visitar mais dois povos indígenas pernambucanos onde farão intercâmbios culturais, que perpassam por trocas rituais, performáticas e espirituais. Ao final, haverá uma apresentação fruto de toda a investigação corporal-expressiva-ritual.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
1ª Demonstração da pesquisa <em>Rito Ancestral Corpo Contemporâneo</em><br />
Quando: segunda-feira (30/11), às 16h30<br />
Onde: Escola Municipal de Arte João Pernambuco (R. Barão de Muribeca, 116 &#8211; Várzea, Recife &#8211; PE)<br />
Entrada livre</p>
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		<title>Festival de Inverno da Várzea anima o Recife no sábado (29)</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 15:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[6º Festival de Inverno da Várzea]]></category>
		<category><![CDATA[Colaborativa.PE]]></category>
		<category><![CDATA[Magtiote Casa Noble]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Várzea]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Mantendo a proposta de promover a cultura popular na zona oeste da capital pernambucana, agregando apresentações de capoeira, maracatu, coco, blocos carnavalescos, entre outras manifestações, a 6ª edição do FIV – Festival de Inverno da Várzea, acontece no coreto e na praça central do bairro neste sábado (29), a partir das [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29743" aria-labelledby="figcaption_attachment_29743" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Maracatu-Varzea-do-Capibaribe-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-29743" alt="Maracatu Varzea do Capibaribe - Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Maracatu-Varzea-do-Capibaribe-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Maracatu Várzea do Capibaribe é uma das 33 atrações do evento.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Mantendo a proposta de promover a cultura popular na zona oeste da capital pernambucana, agregando apresentações de capoeira, maracatu, coco, blocos carnavalescos, entre outras manifestações, a 6ª edição do FIV – Festival de Inverno da Várzea, acontece no coreto e na praça central do bairro neste sábado (29), a partir das 9h. A realização, que marca a celebração de aniversário do contra mestre Betão, do Grupo de Capoeira Chapéu de Couro, é uma realização da Magtiote Casa Noble e conta com apoio da produtora Colaborativa.PE.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as atrações, que estarão se apresentando até às 3h da manhã de domingo, o público contará com o Bloco Lírico Flores do Capibaribe, Quinteto Arraial, Boi Teimoso da Várzea, Maracatu Imperial Várzea do Capibaribe, Orquestra Backstage, As Netas de Selma, Coco Raízes do Capibaribe, Zeca do Rolete, Injeção Eletrônica, Matalanamão, Coco Raízes de Arcoverde e muitos outros artistas e grupos culturais de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Hoje a gente chama banda de Arcoverde, de Garanhuns, de Olinda, do Alto José do Pinho, de Boa Viajem, Candeias, a gente quer abrir as portas e juntar essa galera toda que gosta de música e colocar para frente. Pela energia que eu estou sentindo, os ventos estão soprando positivo demais, principalmente a noite com a praça da Várzea estourada de gente”</em>, comenta o contra mestre Betão sobre a 6ª edição do festival.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p><strong>Manhã</strong><br />
Capoeira – Praça<br />
Frevo de Rua – Praça<br />
Bloco Lírico Flores do Capibaribe – Praça<br />
Quinteto Arraial – Palco<br />
Choro Boêmios do Capibaribe – Palco<br />
Boi Teimoso da Várzea – Praça<br />
N&#8217;zambi – Palco</p>
<p><strong>Tarde</strong><br />
Tiger – Coreto<br />
Lucas Notaro – Palco<br />
Made In Recife e Roberto Carlos Cover – Coreto<br />
Trombomba – Palco<br />
Ivan Moraes – Coreto<br />
Isaar – Palco<br />
Maracatu Imperial Várzea Do Capibaribe – Coreto</p>
<p><strong>Noite</strong><br />
Orquestra Backstage – Coreto<br />
Orquestra Fashion – Palco<br />
Tchida Afrikanu – Coreto<br />
As Netas de Selma – Palco<br />
Coco Raízes do Capibaribe – Coreto<br />
Zeca do Rolete – Palco<br />
Injeção Eletrônica – Coreto<br />
Matalanamão – Palco<br />
Camisa de Venus Cover – Coreto<br />
O Coco de Selma – Palco<br />
Varzeanus – Coreto<br />
Coco Raízes de Arcoverde – Palco<br />
Cultura Urbana – Coreto<br />
Estado Civil – Palco<br />
Os Penetras – Coreto<br />
Black Bambas – Palco<br />
Rabecado – Coreto<br />
Griô- Palco</p>
<p><strong>Serviço: </strong><br />
<em><strong>6º FIV – Festival de Inverno da Várzea</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 29 de agosto<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 9h<br />
<strong>Local:</strong> Praça e coreto da Várzea (Av. Afonso Olindense, Várzea, Recife)<br />
<em>Evento aberto ao público</em></p>
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