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	<title>Portal Cultura PE &#187; vencedores</title>
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		<title>15º Festival de Cinema de Triunfo chega ao fim; conheça os filmes premiados</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Dec 2024 16:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chegou ao fim a 15ª edição do Festival de Cinema de Triunfo, coroando a força audiovisual pernambucana e brasileiro depois de uma intensa cinema de muitos filmes, diálogos, oficinas e atividades especiais pelo Theatro Cinema Guarany e por diversos cantos da cidade, que por mais um ano mostrou que o Sertão do Pajeú é terra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/FESTIVALDECINEMADETRIUNFO.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115128" alt="FESTIVALDECINEMADETRIUNFO" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/FESTIVALDECINEMADETRIUNFO-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Chegou ao fim a 15ª edição do Festival de Cinema de Triunfo, coroando a força audiovisual pernambucana e brasileiro depois de uma intensa cinema de muitos filmes, diálogos, oficinas e atividades especiais pelo Theatro Cinema Guarany e por diversos cantos da cidade, que por mais um ano mostrou que o Sertão do Pajeú é terra de cinema. A noite deste sábado contou com as últimas mostras especiais e com a aguardada cerimônia de premiação, que consagrou os melhores filmes escolhidos pelos júris oficial, popular e especiais.</p>
<p>E o escolhido como melhor filme pelo júri oficial e popular do festival foi o pernambucano Légua Tirana, dirigido pela dupla Diogo Fontes Ek’derô e Marcos Carvalho Xôlaka, um retrato poética e intimista do rei do baião, Luiz Gonzaga, gravado em sua terra, Exu, seguindo o artista em sua jornada de aprendizados para construir uma revolução na música brasileira.  O filme ainda levou os prêmios de melhor roteiro, melhor direção de arte, trilha sonora e melhor ator, dado para Kayro Oliveira do júri oficial.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/MELHORFILME.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115129" alt="MELHORFILME" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/MELHORFILME-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Já entre os curtas,<em> Samuel Foi Trabalhar</em>, de Janderson Felipe e Lucas Litrento, venceram na categoria nacional. O melhor curta infanto-juvenil ficou com o pernambucano<em> Yadedwa Seetô</em>, do Coletivo Cinema no Interior. Já <em>Carniceiros</em>, de Geisla Fernandes e Wllysys Wolfgang, ficou com prêmio de melhor pernambucano da competição. <em>Mestre Orlando do Couro: Ancestralidade Viva na Pele Talhada</em>, de Bruno Marques, foi o escolhido da categoria dos Sertões<em>. Bufála</em>, dirigido por Tothi Santos, se consagrou como melhor filme experimental.</p>
<p>O júri especial da Federação Pernambucana de Cineclubes escolheu<em> Samuel Foi Trabalhar</em> também como melhor filme, com menção honrosa para Damião, de Hórus. Já o júri da ABD/Apeci concedeu seu prêmio para<em> Yadedwa Seetô</em>.</p>
<p>“Precisamos fazer uma cultura inventiva e afetiva. E tenho certeza que o resultado desse festival reflete isso de forma muita intensa isso que estamos construindo na Secretaria de Cultura. Tenho certeza que entregamos um festival da forma que desejamos lá trás, com afeto e carinho, trazendo e oportunizando outras pessoas a vivenciarem o cinema pernambucano e nacional. Tenho certeza que esse festival vai ficar marcado na história, tanto do festival, como de Triunfo e do audiovisual estadual e nacional”, declarou a secretária executiva de Cultura de Pernambuco, Yasmim Neves, durante a cerimônia de encerramento.</p>
<p>“Foi um festival construíddo pensando na importância da ocupação dos espaços pelo interior. Participamos de escutas com os triunfenses, que trouxeram seus desejos. Eu acho que esse diálogo foi o que motivou a gente a estar nesse ano trazendo esse aspecto interior do festival. Quero agradecer a confiança dos triunfenses e do audiovisual no nosso trabalho”, complementou a coordenadora-geral do festival, Maria Samara.</p>
<p><strong>ÚLTIMAS SESSÕES</strong></p>
<p>Um pouco mais cedo, a programação de exibições foi encerrada com a Mostra Judith Quinto, realizada pelo Sesc Triunfo, que trouxe uma série de produções de curtas realizados na cidade, mostrando a força poética, artística e audiovisual da cidade, dona de uma identidade cultural sólida e forte. Essa tônica continuou em seguida com a mostra “Outros Sertões e o Minuto”, feita por alunos da oficina de mesmo nome realizada durante toda a semana no festival na zona rural do município.</p>
<p>“É a primeira vez que o Festival de Cinema de Triunfo leva uma atividade de formação para a zona rural da cidade e acho que isso é de extrema importância. Eu acredito que um festival não pode ser só mostras e exibições no cinema sem um olhar para a formação de plateia. Vivemos cinco dias de oficina com pessoas que nunca tiveram contato com o fazer cinematógrafo, também discutindo as representações do Sertão no audiovisual nacional”, declarou Mila Nascimento, ministrante da oficina “Outros Sertões e o Minuto”.</p>
<p>No início da tarde, as atividades ficaram com o coletivo CineRuaPE. Pela manhã, promoveram uma visita guiada pelo Theatro Cinema Guarany, com o público presente conhecendo sua história, seus detalhes arquitetônicos e como o monumento tombado se tornou um dos principais focos de efervescência cultural do Sertão. Já pela tarde, o coletivo promoveu um debate sobre os cinemas de rua do Pajeú, passando por questões como seus funcionamentos, seus movimentos de retomada e suas perspectivas para o futuro.</p>
<p>Lista dos filmes premiados <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Resultado_final_dos_Filmes_Premiados_pelos_JA_ris_oficial_e_popular___15A__Festival_de_Cinema_de_Triunfo___2024.docx__1_.docx__1___3_.pdf">aqui</a></p>
<p dir="ltr"><strong>Confira a lista completa dos vencedores do 15º Festival de Cinema de Triunfo:</strong></p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/prêmios.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115130" alt="prêmios" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/prêmios-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>JÚRI OFICIAL</strong></p>
<p dir="ltr">Longa-metragem nacional:</p>
<p dir="ltr">LÉGUA TIRANA, dirigido Diogo Fontes Ek&#8217;derô e Marcos Carvalho Xôlaka</p>
<p dir="ltr"><strong>Troféu Caretas (Longas)</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Direção:</strong><br />
Victória Álvares e Quentin Delaroche pelo filme TIJOLO POR TIJOLO</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Fotografia: </strong></p>
<p dir="ltr">Julia Zakia pelo filme CITROTOXIC</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Montagem: </strong></p>
<p dir="ltr">Quentin Delaroche pelo filme TIJOLO POR TIJOLO</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Roteiro: </strong></p>
<p dir="ltr">Tairone Feitosa, Diogo Fontes e Edineia Campos pelo filme LÉGUA TIRANA</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Produção</strong>: CARLA FRANCINE, pelo filme Sekhdese</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Direção de Arte</strong>: Ana Carolina Borges e Michel Duarte, pelo filme LÉGUA TIRANA</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Trilha Sonora</strong>: Wagner Miranda com Participação Especial de Hermeto Pascoal e Naná Vasconcelos, pelo filme LÉGUA TIRANA</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Som</strong>: Quentin Delaroche e Victória Álvares, pelo filme TIJOLO POR TIJOLO</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Ator</strong>: KAYRO OLIVEIRA , pelo filme LÉGUA TIRANA</p>
<p dir="ltr"><strong>Melhor Atriz</strong>: Bianca Joy Porte, pelo filme CITROTOXIC</p>
<p dir="ltr"><strong>Troféu Fernando Spencer para o/a Melhor Personagem na categoria de longa-metragem</strong>: Cristiane Martins de Souza Ventura, do filme TIJOLO POR TIJOLO</p>
<p dir="ltr"><strong>Menção honrosa para</strong>: CERVEJAS NO ESCURO, dirigido por Tiago A. Neves</p>
<p dir="ltr"><strong>Curta ou Média-Metragem Nacional: </strong></p>
<p dir="ltr">SAMUEL FOI TRABALHAR, dirigido por Janderson Felipe e Lucas Litrento.</p>
<p><strong>Curta ou Média-Metragem Infanto-juvenil:</strong></p>
<p dir="ltr">YADEDWA SEETÔ, dirigido pelo Coletivo Cinema no Interior &#8211; Comunidade Indígena Angico Pankararu</p>
<p><strong>Curta ou Média-Metragem Pernambucano: </strong></p>
<p dir="ltr">CARNICEIROS, dirigido por Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang</p>
<p><strong>Curta ou Média-Metragem dos Sertões:</strong></p>
<p dir="ltr">MESTRE ORLANDO DO COURO: ANCESTRALIDADE VIVA NA PELE TALHADA, dirigido por Bruno Marques</p>
<p><strong>Filme Experimental:</strong></p>
<p dir="ltr">BÚFALA, dirigido por Tothi Santos</p>
<p><strong>Troféu Fernando Spencer &#8211; Melhor Personagem de Curta-Metragem: </strong></p>
<p dir="ltr">SOCORRO &amp; MAZÉ, por João Marcello</p>
<p><strong>Vencedores do Troféu Caretas (curtas)</strong></p>
<p dir="ltr">Melhor Direção: BRUNA TAVARES, pelo filme CAROL</p>
<p>Melhor Fotografia: ROBERTO IURI, pelo filme SAMUEL FOI TRABALHAR</p>
<p>Melhor Montagem: JANDERSON FELIPE E LUCAS LITRENTO pelo filme SAMUEL FOI TRABALHAR</p>
<p>Melhor Roteiro: LEO TABOSA pelo filme DINHO</p>
<p>Melhor Produção: FERNANDO MUVUCA pelo filme CARNICEIROS</p>
<p>Melhor Direção de Arte: CAROL TANAJURA pelo filme CARNICEIROS</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>JÚRI POPULAR</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Longa Nacional:</strong></p>
<p dir="ltr">LÉGUA TIRANA, Diogo Fontes Ek&#8217;derô e Marcos Carvalho Xôlaka</p>
<p dir="ltr"><strong>Curta ou Média-Metragem Nacional:</strong></p>
<p dir="ltr">MANSOS, dirigido por Juliana Segóvia.</p>
<p><strong>Curta ou Média Metragem Infanto-juvenil</strong></p>
<p dir="ltr">YADEDWA SEETÔ, dirigido pelo Coletivo Cinema no Interior &#8211; Comunidade Indígena Angico Pankararu</p>
<p><strong>Curta ou Média Metragem Pernambucano:</strong></p>
<p dir="ltr">UMA IRMÃ MAIS VELHA, dirigido por Drica Mendes</p>
<p><strong>Curta ou Média Metragem dos Sertões:</strong></p>
<p dir="ltr">LILITH, dirigido por Nayane Nayse</p>
<p><strong>Filme Experimental:</strong></p>
<p dir="ltr">SUSTENTA A PISADA, dirigido por Jéssika Betânia</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Secult-PE divulga as obras vencedoras do X Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 17:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e em parceria com a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), anuncia nesta sexta-feira (22) as obras vencedoras do X Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, consolidado como uma das principais iniciativas de fomento à [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e em parceria com a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), anuncia nesta sexta-feira (22) as obras vencedoras do X Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, consolidado como uma das principais iniciativas de fomento à literatura no Estado.</p>
<p>Os quatro trabalhados ganhadores são “Ele costura com a pele uma casa para os mortos&#8221;, de Marcondes FH, “Almas, sóis e viadutos caindo”, de Carla Montanha, “Teares de sombras, de fogo e de luz”, de Virgílio Siqueira, e &#8220;Mói o mundo a usina&#8221;, de Luiz Henrique Costa de Santana, serão contemplados com a publicação das suas obras e premiação em dinheiro. Cada título vencedor receberá individualmente R$18 mil, sendo o primeiro lugar, “Ele costura com a pele uma casa para os mortos&#8221;, teve um acréscimo de R$18 mil, totalizando R$36 mil para esta obra. A publicação dos livros será realizada pela Cepe Editora, com tiragem de 800 (oitocentos), à exceção do Grande Prêmio, que terá uma tiragem de 1.000 exemplares.</p>
<p>A edição da premiação, de 2024, contou com a participação de 154 obras inscritas, oriundas de diversas regiões do Estado, sendo 75 da Região Metropolitana do Recife, 31 do Agreste, 18 da Zona da Mata e 15 do Sertão. As obras foram submetidas a duas comissões julgadoras: uma inicial, composta por três membros com vínculo comprovado com a área literária, nomeados pela Secult-PE/Fundarpe, Cepe e Conselho Estadual de Política Cultural; e uma final, formada por quatro membros do Conselho Editorial da Cepe e o representante da Secult-PE/Fundarpe da comissão anterior. Os critérios de avaliação incluíram originalidade, qualidade técnica e domínio da linguagem.</p>
<p>Apenas pernambucanos ou cidadãos com residência comprovada de pelo menos um ano no estado, maiores de 18 anos, podem participar.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre os vencedores da edição X do Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura:</strong></p>
<p><strong>Marcondes FH</strong> (“Ele costura com a pele uma casa para os mortos&#8221;): escritor e afroempreendedor no ramo livreiro desde 2022; publicou seu primeiro romance pelo Grupo Editorial Caravana &#8211; Como dentes na carne doce, em 2022; Integra hoje o coletivo de aquilombamento: Projeto Mala Preta, que tem como objetivo principal a integração e divulgação de escritoras e escritores negros de Pernambuco em feiras, saraus, festivais e salas de aula.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MARCONDES_FH_GRANDE_VENCEDOR_E_VENCEDOR_RMR.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114618" alt="MARCONDES_FH_GRANDE_VENCEDOR_E_VENCEDOR_RMR" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/MARCONDES_FH_GRANDE_VENCEDOR_E_VENCEDOR_RMR-479x486.jpeg" width="479" height="486" /></a></p>
<p><strong>Carla Montanha</strong> (“Almas, sóis e viadutos caindo”): 27 anos, filha de Garanhuns &#8211; Terra de Dominguinhos, é uma multiartista do interior pernambucano. Passeia pela produção cultural, literatura, audiovisual, fotografia, teatro e é formada em Pedagogia pela UFAPE (Universidade Federal do Agreste de Pernambuco). Atualmente se dedica fortemente à literatura, tanto em versos livres, como na poesia popular; do Cordel às Mesas de Glosa.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/CARLA_MONTANHA_VENCEDORA_AGRESTE.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114619" alt="CARLA_MONTANHA_VENCEDORA_AGRESTE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/CARLA_MONTANHA_VENCEDORA_AGRESTE-389x486.jpeg" width="389" height="486" /></a></p>
<p><strong>Virgílio Siqueira</strong> (&#8220;Teares de sombras, de fogo e de luz”): Poeta, compositor e escritor. Nasceu no dia 6 de maio de 1956 na então Vila de Santa Cruz, município de Ouricuri, no sertão do Araripe pernambucano.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/VIRGILIO_SIQUEIRA_-_VENCEDOR_SERT83O.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114621" alt="VIRGILIO_SIQUEIRA_-_VENCEDOR_SERT83O" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/VIRGILIO_SIQUEIRA_-_VENCEDOR_SERT83O-584x486.jpeg" width="584" height="486" /></a></p>
<p><strong>Luiz Henrique Costa de Santana</strong> (&#8220;Mói o mundo a usina&#8221;): é um jovem negro natural de Vitória de Santo Antão – Pernambuco. Graduado em Letras pela UFAPE. Publicou seu primeiro livro de poesia pela editora de autopublicação Clube dos Autores, intitulado “O multiverso poético” de Luiz Henrique, em 2018. Teve um poema selecionado no concurso estipulado pela editora Vivara — Poesis 2019 — intitulado “Entraves”. Publicou seu segundo livro pela Multifoco: “A sós, no ano de 2021”. E foi finalista do VIII Prêmio Hermilo Borba Filho, com a obra de poesia “A metade de coisa alguma&#8221;. Escreve poemas, contos e novelas.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/LUIZ_HENRIQUE_COSTA_DE_SANTANA_-VENCEDOR_ZONA_DA_MATA.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114620" alt="LUIZ_HENRIQUE_COSTA_DE_SANTANA_-VENCEDOR_ZONA_DA_MATA" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/LUIZ_HENRIQUE_COSTA_DE_SANTANA_-VENCEDOR_ZONA_DA_MATA-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p><strong>O PRÊMIO</strong> &#8211; Criado em 2013 após um hiato de quase duas décadas sem premiações literárias estaduais, o prêmio surgiu como uma resposta à demanda dos escritores pernambucanos por um edital menos burocrático e mais acessível. Em 2018, em comemoração ao centenário do dramaturgo e crítico literário Hermilo Borba Filho, o prêmio foi renomeado, reforçando sua importância para a literatura local. Na edição deste ano, 109 obras foram inscritas, com destaque para a diversidade de estilos e narrativas de todas as macrorregiões de Pernambuco.</p>
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		<title>Conheça os vencedores do 11º Prêmio Pernambuco de Fotografia</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Dec 2023 20:17:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, divulga os vencedores do 11º Prêmio Pernambuco de Fotografia. O resultado completo, com as propostas selecionadas e suplentes, pode ser conferido aqui. Ao todo, são 15 fotografias vencedoras, que receberão uma premiação financeira de R$ 6 mil. Nesta edição, o prêmio teve como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/vencedores_foto-copy-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-107247" alt="vencedores_foto copy (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/vencedores_foto-copy-1-486x486.png" width="486" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, divulga os vencedores do 11º Prêmio Pernambuco de Fotografia. O resultado completo, com as propostas selecionadas e suplentes, pode ser conferido <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/resultado_11__Premio_Pernambuco_de_Fotografia_2022_2.pdf">aqui</a>.</p>
<p>Ao todo, são 15 fotografias vencedoras, que receberão uma premiação financeira de R$ 6 mil. Nesta edição, o prêmio teve como tema “A singularidade do olhar”, entendida como “A possibilidade de parar o tempo, retendo para sempre uma imagem que jamais se repetirá? Um processo capaz de gravar e reproduzir com perfeição imagem de tudo que nos cerca? Um documento histórico, prova irrefutável de uma verdade qualquer? Ou a possibilidade mágica de preservar a fisionomia, o jeito e até mesmo um pouquinho da alma de alguém de quem gostamos? Ou apenas uma ilusão? [...] Fotografia é tudo isso e mais um monte de coisas também” (KUBRUSLY, 2006, p. 8-9).</p>
<p><strong>Conheça os vencedores:</strong></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-107241" alt="1" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/1-607x341.png" width="607" height="341" /></a> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/3.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-107242" alt="3" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/3-607x341.png" width="607" height="341" /></a> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-107243" alt="2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/2-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Vencedores do Prêmio Trajetórias em Dança Mônica Japiassú são anunciados pela Secretaria de Cultura do Estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/vencedores-do-premio-trajetorias-em-danca-monica-japiassu-sao-anunciados-pela-secretaria-de-cultura-do-estado/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 20:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Prêmio Trajetórias em Dança: Mônica Japiassú]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=107046</guid>
		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, anuncia os vencedores da primeira edição do prêmio Trajetórias em Dança Mônica Japiassú. A lista completa, com as propostas selecionadas e suplentes pode ser conferida aqui. Confira os vencedores: Categoria 1: Artistas ou grupos com mais de 10 anos de trajetória Faixa 1:  [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, anuncia os vencedores da primeira edição do prêmio Trajetórias em Dança Mônica Japiassú. A lista completa, com as propostas selecionadas e suplentes pode ser conferida <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/rESULTADO_DA_ANA_LISE_DE_MA_u2030RITO___EDITAL_DO_1A__PRA_u0160MIO_TRAJETA_u201CRIAS_EM_DANA_u2021A_MA_u201DNICA_JAPIASSU___2023-1.pdf">aqui</a>.</p>
<p><strong>Confira os vencedores:</strong></p>
<p><strong>Categoria 1: Artistas ou grupos com mais de 10 anos de trajetória</strong></p>
<p><strong>Faixa 1:  Artistas Independentes</strong></p>
<p>MÔNICA LIRA DE QUEIROZ TRINDADE &#8211; RECIFE</p>
<p dir="ltr">GIL SILVA &#8211; SERTÃO</p>
<p dir="ltr">RODRIGO FAUSTINO DE SOUZA &#8211; SERTÃO</p>
<p dir="ltr">RANISSON DE QUEIROZ SOUZA &#8211; SERTÃO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Faixa 2: Grupo, Cia, Trio e outras constituições não individuais</strong></p>
<p>GRUPO CLÁUDIO LACERDA/DANÇA AMORFA &#8211; RECIFE</p>
<p dir="ltr">COMPANHIA BRASIL POR DANÇA &#8211; OLINDA</p>
<p dir="ltr">CIA. DE DANÇA ARTEFOLIA &#8211; OLINDA</p>
<p dir="ltr">ASSOCIAÇÃO COMPASSOS CIA. DE DANÇAS &#8211; REGIÃO METROPOLITANA</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Categoria 2: Artistas ou grupos com mais 1 a 10 anos de trajetória</strong></p>
<p><strong>Faixa 1:  Artistas Independentes</strong></p>
<p>ADRIANO JOSÉ DOS SANTOS &#8211; ALIANÇA</p>
<p dir="ltr">GENILDO GONÇALVES DA SILVA &#8211; PAUDALHO</p>
<p dir="ltr">IVERSON FERREIRA DA SILVA OLIVEIRA &#8211; PETROLÂNDIA</p>
<p dir="ltr">LUCENILDO VICENTE &#8211; CAETÉS</p>
<p><strong>Faixa 2: Grupo, Cia, Trio e outras constituições não individuais</strong></p>
<p>TWERK RECIFE &#8211; RECIFE</p>
<p dir="ltr">BALÉ CULTURAL DE ESCADA &#8211; ESCADA</p>
<p><strong>SOBRE O PRÊMIO:</strong></p>
<p>A premiação conta com duas categorias. A primeira contempla artistas independentes com quatro prêmios de R$ 10,5 mil, ou grupos, com quatro prêmios de R$ 13 mil, ambos com mais de 10 anos de trajetória. A segunda categoria contempla também artistas independentes, com quatro prêmios de R$ 7 mil, e grupos, com quatro prêmios de R$ 9,5 mil, que tenham de um a dez anos de trajetória.</p>
<p>A iniciativa homenageia Mônica Japiassú, coreógrafa, professora e bailarina, dona de uma trajetória pioneira no ensino da dança em Pernambuco. Começou sua trajetória na capital pernambucana no começo dos anos 1970, atuando como professora no Clube Náutico Capibaribe. Pouco tempo depois, fundou a Academia Mônica Japiassú, no bairro da Torre, onde começou a implantar o método da dança criativa para crianças.</p>
<p>Mônica também foi fundadora da Academia Corpo, Som e Espaço, implementando um ensino de artes integradas. Sua trajetória foi marcada pela introdução de inovadoras metodologias formativas, se tornando um dos principais nomes na formação de bailarinos do Recife. Em suas criações, se inspirou em obras de nomes de escritores como João Cabral de Melo Neto, Gilberto Freyre, Joaquim Cardozo e Nelson Rodrigues.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>I Prêmio Design Pernambucano &#8211; Homenagem a Aloísio Magalhães tem resultado final divulgado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/i-premio-design-pernambucano-homenagem-a-aloisio-magalhaes-tem-resultado-final-divulgado/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/i-premio-design-pernambucano-homenagem-a-aloisio-magalhaes-tem-resultado-final-divulgado/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 20:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design e moda]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmiação]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Design Pernambucano - Homenagem a Aloísio Magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[resultado final]]></category>
		<category><![CDATA[vencedores]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anuncia o resultado final da primeira edição do Prêmio Design Pernambucano: Homenagem a Aloísio Magalhães, com os vencedores e suplentes das quatro categorias. Os vencedores são: CATEGORIA 1 – DESIGN, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO 1º &#8211; CIRCUITO DIGITAL DA POESIA (Recife) 2º &#8211; FACHADAS TÁTEIS DAS [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, anuncia o resultado final da primeira edição do Prêmio Design Pernambucano: Homenagem a Aloísio Magalhães, com os vencedores e suplentes das quatro categorias.</p>
<p>Os vencedores são:</p>
<p><strong>CATEGORIA 1 – DESIGN, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO</strong></p>
<p>1º &#8211; CIRCUITO DIGITAL DA POESIA (Recife)</p>
<p dir="ltr">2º &#8211; FACHADAS TÁTEIS DAS IGREJAS DE OLINDA (Recife)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>CATEGORIA 2 – DESIGN, IDENTIDADE, CULTURA E SOCIEDADE</strong></p>
<p>1º &#8211; MARCA &#8216;PARTEIRAS TRADICIONAIS DO BRASIL’ (Paudalho)</p>
<p dir="ltr">2º &#8211; POLTRONA PAÊBIRÚ (Garanhuns)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>CATEGORIA 3 – DESIGN, MODA E ESTÉTICA </strong></p>
<p>1º &#8211; COLEÇÃO SERTÃO SAGRADO (Caruaru)</p>
<p dir="ltr">2º &#8211; POLTRONA VAZIO (Garanhuns)</p>
<p><strong>CATEGORIA 4 &#8211; DESIGN E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL</strong></p>
<p>1º &#8211; PROJETO TILÁPIA ARTE SUSTENTABILIDADE  (Petrolândia)</p>
<p dir="ltr">2º &#8211; ESCRIVANINHA DESCONSTRUÇÃO (Garanhuns)</p>
<p>O resultado completo com os vencedores e suplentes também pode ser conferido <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/I_Premio_Design_Pernambucano___RESULTADO_DA_FASE_DE_ANALISE_DE_MERITO_E_CLASSIFICACAO_PELO_JURI.docx-1-1.pdf">aqui.</a> Os primeiros colocados receberão R$ 10 mil e os segundos R$ 5 mil. O prêmio pretende estabelecer uma estética contemporânea no Design pernambucano e criar uma imagética nordestina por meio dos trabalhos premiados.</p>
<p>Pernambuco é pioneiro no campo do design no país. Terra que exportou grandes nomes e produtores do Design Nacional, como o homenageado Aloísio Magalhães, artista gráfico, pintor, desenhista, gestor do patrimônio cultural e designer pernambucano, cuja data de nascimento marca o Dia do Design no país.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Secult-PE realiza cerimônia para os vencedores do Prêmio Palhaço Cascudo e Prêmio Hermilo Borba Filho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-realiza-cerimonia-para-os-vencedores-do-premio-palhaco-cascudo-e-premio-hermilo-borba-filho/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-realiza-cerimonia-para-os-vencedores-do-premio-palhaco-cascudo-e-premio-hermilo-borba-filho/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 17:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cerimônia]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmiação]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio hermilo borba filho]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Palhaço Cascudo]]></category>
		<category><![CDATA[vencedores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=98034</guid>
		<description><![CDATA[O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), premiou, nesta quinta-feira (22), os vencedores do Prêmio Palhaço Cascudo de Incentivo às Artes Circenses 2021/2022 e do 8º Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura. A solenidade aconteceu no Teatro Arraial Ariano Suassuna, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_98052" aria-labelledby="figcaption_attachment_98052" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-22-at-16.31.15.jpeg"><img class="size-medium wp-image-98052" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-22-at-16.31.15-607x401.jpeg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Solenidade aconteceu no Teatro Arraial Ariano Suassuna</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), premiou, nesta quinta-feira (22), os vencedores do <b><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/Resultado-Final-do-Pr%C3%AAmio-Palha%C3%A7o-Cascudo-de-Incentivo-%C3%A0s-Artes-Circenses-2021.2022.pdf">Prêmio Palhaço Cascudo de Incentivo às Artes Circenses 2021/2022</a></b> e do <b><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/8o-premio-hermilo-borba-filho-de-literatura-anuncia-autores-premiados/">8º Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</a></b>. A solenidade aconteceu no Teatro Arraial Ariano Suassuna, no Recife, com a presença dos vencedores de cada premiação, e com o lançamento do <a href="https://issuu.com/cultura.pe/docs/cat_logo_rpv_2022" target="_blank"><strong>Catálogo de Registro dos Patrimônios Vivos</strong></a>.</p>
<p><i>“É muito gratificante ver que o Prêmio Hermilo Borba Filho se consolidou como uma das principais plataformas de lançamento de novos autores literários, bem como ver como o Prêmio Palhaço Cascudo </i><em>representa hoje uma valorosa conquista da cadeia criativa das artes circenses no Estado</em><i>”</i>, afirmou o secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto.</p>
<p>O <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/premio-palhaco-cascudo-de-incentivo-as-artes-circenses-20212022/" target="_blank">Prêmio Cascudo de Incentivo às Artes Circenses</a></strong> tem o objetivo de reconhecer, valorizar e incentivar as práticas artísticas de criação e fruição, de transmissão de saberes e fazeres, de sustentabilidade e demais conhecimentos, bem como iniciativas de preservação da memória dos artistas e das expressões circenses em todas as suas formas e modos próprios, na linguagem do circo.</p>
<div id="attachment_98053" aria-labelledby="figcaption_attachment_98053" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-22-at-16.31.59.jpeg"><img class="size-medium wp-image-98053" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-22-at-16.31.59-607x401.jpeg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Evento contou com a presença de diversos gestores culturais</p></div>
<p>As inscrições foram realizadas exclusivamente por meio da plataforma Mapa Cultural de Pernambuco (<b><a href="http://www.mapacultural.pe.gov.br/">www.mapacultural.pe.gov.br</a></b><strong>). </strong>Puderam se inscrever no edital os circenses pernambucanos natos ou residentes (desde que comprovem circulação de atividade profissional no Estado, há, pelo menos, doze meses), bem como circenses naturais de outras unidades da federação, desde que comprovem atividade permanente em Pernambuco, também pelo mesmo período de tempo.</p>
<p>Foram distribuídos trinta prêmios, com valor total de R$ 150 mil reais. A divisão se dará em três faixas de premiação. Na Faixa 1, foram 18 prêmios de R$ 5 mil (totalizando R$ 50 mil) destinados aos circenses com trabalhos artísticos na área da criação e difusão na linguagem do Circo; na Faixa 2, dez prêmios de R$ 5 mil (totalizado R$ 50 mil) destinados aos circenses com trabalhos de formação, pesquisa, mapeamento, ação educativa, repasse do saber e do fazer, na linguagem do Circo. Na Faixa 3, dois prêmios também de R$ 5 mil (totalizando R$ 50 mil), destinados aos profissionais da área técnica circense tais como: capatazia, barreira, montagem da lona/equipamentos, criação e execução de figurino, maquiagem, iluminação, sonoplastia, segurança dos aparelhos/estrutura física.</p>
<div id="attachment_98048" aria-labelledby="figcaption_attachment_98048" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-22-at-16.17.57-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-98048" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/WhatsApp-Image-2022-12-22-at-16.17.57-2-607x401.jpeg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">“É muito gratificante ver que o Prêmio Hermilo Borba Filho se consolidou como uma das principais plataformas de lançamento de novos autores literários, bem como ver como o Prêmio Palhaço Cascudo representa hoje uma valorosa conquista da cadeia criativa das artes circenses no Estado”, afirmou o secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto</p></div>
<p>Já o<b> Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</b> premiou quatro escritores, representantes da Região Metropolitana do Recife, Agreste, Zona da Mata e Sertão. Foram eles: Thiago Medeiros, com a obra “Salas brancas com cheiro de éter não me permitem sentir cheiro de gente” (Agreste/Caruaru); Philippe Wollney, com “O livro dos sussurros” (Zona da Mata/Goiana); José Juva, com “Da boca pra fora” (RMR/Paulista); e o grande vencedor, Luís Osete Ribeiro Carvalho, com “Maracujá Interrompida” (Sertão/Petrolina). Os livros vencedores do 8º Prêmio Hermilo Borba Filho são todos do gênero poesia.</p>
<p>Nessa edição, a premiação contou com a participação de 109 obras inscritas, oriundas da Região Metropolitana (71), Agreste (21), Mata (7) e Sertão (10). As obras foram submetidas ao crivo de uma comissão julgadora, composta por jurados indicados pela Secult-PE e membros do Conselho Editorial da Cepe. Cada obra vencedora recebeu individualmente R$ 18 mil e a publicação das obras vencedoras com o padrão de qualidade da Cepe.</p>
<p>O Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura é voltado para publicações inéditas nos gêneros conto, poesia ou romance. Tem como objetivo fomentar a produção literária em todas as macrorregiões de Pernambuco por meio de uma política editorial que busca democratizar o acesso ao livro e à leitura, e apresentar-se como uma estratégia de promover a distribuição e circulação da literatura contemporânea pernambucana, aliando-se a outras atividades de fruição e formação de público leitor desenvolvidas pela Secult-PE/Fundarpe.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>8º Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura anuncia autores premiados</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/8o-premio-hermilo-borba-filho-de-literatura-anuncia-autores-premiados/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 18:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[8º Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[obras vencedoras]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[vencedores]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Cepe Editora, anuncia nesta quinta-feira (15) os escritores vencedores do 8º Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura. Neste ano, o certame premiou quatro escritores, representantes da Região Metropolitana do Recife, Agreste, Zona da Mata e Sertão. Foram eles: Thiago [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/novoo-com-a-barrra.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-97925" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/novoo-com-a-barrra-607x452.png" width="607" height="452" /></a></p>
<p>O Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Cepe Editora, anuncia nesta quinta-feira (15) os escritores vencedores do 8º Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura. Neste ano, o certame premiou quatro escritores, representantes da Região Metropolitana do Recife, Agreste, Zona da Mata e Sertão. Foram eles: Thiago Medeiros, com a obra &#8220;Salas brancas com cheiro de éter não me permitem sentir cheiro de gente&#8221; (Agreste/Caruaru); Philippe Wollney, com &#8220;O livro dos sussurros&#8221; (Zona da Mata/Goiana); José Juva, com &#8220;Da boca pra fora&#8221; (RMR/Paulista); e o grande vencedor, Luís Osete Ribeiro Carvalho, com &#8220;Maracujá Interrompida&#8221; (Sertão/Petrolina). Assim como os livros vencedores do 7º Prêmio Hermilo Borba Filho, todos os premiados dessa nova edição são do gênero poesia.</p>
<p>Nessa 8ª edição, a premiação contou com a participação de 109 obras inscritas, oriundas da Região Metropolitana (71), Agreste (21), Mata (7) e Sertão (10). As obras foram submetidas ao crivo de uma comissão julgadora, composta por jurados indicados pela Secult-PE e membros do Conselho Editorial da Cepe. Cada obra vencedora receberá individualmente R$ 18 mil, e o grande vencedor receberá um acréscimo de R$ 18 mil, totalizando R$ 36 mil.</p>
<p><em>&#8220;É muito gratificante ver que o Prêmio Hermilo Borba Filho é uma das principais plataformas de lançamento de novos autores do nosso país. Há todos os anos uma grande expectativa pelo resultado da premiação, prova de que ela já se tornou uma importante ferramenta de fomento e de incentivo à literatura no Estado&#8221;</em>, afirma o secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto.</p>
<p><em>&#8220;O prêmio representa uma valorosa conquista da cadeia criativa do setor. A Coordenadoria de Literatura sente-se honrada em poder colaborar com mais um importante tijolo neste castelo infinito e próspero que é a literatura feita em Pernambuco. Vale sempre lembrar que o fortalecimento do Prêmio Hermilo é um dos objetivos estratégicos do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, nosso famoso PELLLB. Concluir mais uma edição do prêmio é fortalecê-lo”</em>, diz Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secult-PE.</p>
<p><strong>CEPE -</strong> Para a realização do Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura, a parceria com a Cepe Editora é fundamental. Além da publicação das obras vencedoras com o padrão de qualidade já conhecido nacionalmente, cabe à editora a seleção final das obras. Segundo o presidente Conselho Editorial da Cepe, Marcelo Pereira, a iniciativa mostra a força da literatura contemporânea pernambucana, que se espalha por todo o Estado, com especial destaque mais uma vez à poesia.<em> “Maracujá Interrompida irrompeu com força e levou para o Sertão o prêmio máximo, reinserindo a região na premiação, após a ausência na edição anterior. Em versos também se consagraram Livro dos Sussurros, Salas brancas com cheiro de éter não me permitem sentir cheiro de gente Da boca pra fora, obras com uma pegada tem atual, estabelecidas entre a dureza dos tempos que vivemos e um lirismo urgente, ora reflexivo ora visceral”</em>, diz Pereira.</p>
<p><strong>COMISSÕES -</strong> Na primeira fase, a comissão julgadora foi formada por nomes indicados pela Coordenadoria de Literatura da Secult-PE, Conselho Estadual de Cultura e Cepe Editora: José Roberto de Luna Filho, mestre em Teoria da Literatura pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco (PPGL-UFPE); Alexandre Melo, produtor cultural, consultor e elaborador de projetos, capacitador cultural, membro do Conselho Estadual de Política Cultura de Pernambuco (CEPC-PE), como titular do segmento de Literatura; e Gianni Paula de Melo jornalista, escritora, pesquisadora e arteterapeuta em formação.</p>
<p>Na segunda fase, a comissão englobava o Conselho Editorial da Cepe e um representante da Comissão Julgadora da primeira fase: Maria Alice Amorim, Brenda Carlos de Andrade, Luiz Cláudio Arraes e Evaldo Costa, conduzida por seu presidente Marcelo Pereira, e Gianni Paula de Melo, jurada-representante da Secult-PE/Fundarpe.<br />
As inscrições são feitas sob pseudônimos e os jurados seguem critérios determinados de julgamento das obras: originalidade/singularidade (proposta de vanguarda ou peculiar dentro da tradição literária); qualidade técnica (demonstração de domínio das técnicas da narrativa ou do poema) e domínio da linguagem (norma padrão da língua ou adequação da linguagem às variedades pertinentes na construção das vozes das personagens ou do eu lírico/épico).</p>
<p><strong>INCENTIVO -</strong> O Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura é voltado para publicações inéditas nos gêneros conto, poesia ou romance. Tem como objetivo fomentar a produção literária em todas as macrorregiões de Pernambuco por meio de uma política editorial que busca democratizar o acesso ao livro e à leitura, e apresentar-se como uma estratégia de promover a distribuição e circulação da literatura contemporânea pernambucana, aliando-se a outras atividades de fruição e formação de público leitor desenvolvidas pela Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>AUTORES PREMIADOS</strong></span></p>
<p><strong>Luís Osete Ribeiro</strong> é mestre em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos (2017) pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb), onde se especializou em Ensino da Comunicação Social (2012) e se graduou em Comunicação Social: Jornalismo em Multimeios (2010); Especialista em Educação no Campo (2012) pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), onde se graduou em Psicologia (2014); Exerce, desde 2012, o cargo de Jornalista no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IFSertãoPE). Atualmente, está cursando doutorado em Educação na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).</p>
<p><strong>Philippe Wollney</strong> é um poeta contemporâneo brasileiro, nascido na cidade de Goiana, Pernambuco, em 1987. Tem poemas publicados em antologias como Antologia Poética Goiana Revisitada (Silêncio Interrompido, 2012) e Cem Poetas Sem Livros (2009), assim como na revista Musa Rara. Participou este ano do Festival Internacional de Poesia do Recife. Publica trabalhos ainda pelo selo Porta Aberta. Foi vencedor da Zona da Mata, no IV Prêmio Pernambuco de Literatura em 2016, com o livro Ruinosas Ruminâncias.</p>
<p><strong>José Juva</strong> é poeta, ensaísta, jornalista, mestre e doutor em Teoria da Literatura. Publicou os livros: Deixe a visão chegar: a poética xamânica de Roberto Piva (2012), Vupa (2013), Breve Breu &#8211; escritos sobre literatura e cinema (2014) e Watsu (2016), livro vencedor do III Prêmio Pernambuco de Literatura.</p>
<p><strong>Thiago Medeiros</strong> é pernambucano de Caruaru. Escritor e agitador cultural. Idealizador do Encontro Literário Letras em Barro e da oficina Levante Literário. Publicou o livro de contos Claro é o mundo à minha volta, Editora Patuá. Apresenta, junto ao poeta Andri Carvão, o Simpósio de Poetas Bêbadxs. Lançou em 2020, a coletânea de poema Cidade finada, Editora Telucazu. Organizou a antologia Nós que aqui estamos Nordeste, pela editora caruaruense Arrelique.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>XXI Copa Pernambucana de Bandas e Fanfarras anuncia vencedores</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/xxi-copa-pernambucana-de-bandas-e-fanfarras-anuncia-vencedores/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/xxi-copa-pernambucana-de-bandas-e-fanfarras-anuncia-vencedores/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Dec 2021 21:44:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Educação e Esportes do Estado]]></category>
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		<category><![CDATA[XXI Copa Pernambucana de Bandas e Fanfarras]]></category>

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		<description><![CDATA[Alegria, orgulho e uma energia contagiante. Esses eram os sentimentos que emanavam dos integrantes das 34 agremiações que participaram da etapa final da XXI Copa Pernambucana de Bandas e Fanfarras, realizada no Ginásio de Esportes da Secretaria de Educação do Estado, na Várzea. Veja a lista completa dos vencedores aqui. Com sete categorias, a competição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Bandas02.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90020" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Bandas02-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Alegria, orgulho e uma energia contagiante. Esses eram os sentimentos que emanavam dos integrantes das 34 agremiações que participaram da etapa final da XXI Copa Pernambucana de Bandas e Fanfarras, realizada no Ginásio de Esportes da Secretaria de Educação do Estado, na Várzea. Veja a lista completa dos vencedores <strong><a href="https://drive.google.com/file/d/1CJJW_30tXpdOtuEf137QgsPRi8fzxv2H/view?usp=sharing" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p>Com sete categorias, a competição tem espaço para tudo quanto é tipo de tema a ser explorado nas apresentações. A Banda de Percussão Professora Edite Matos, vinculada à Escola de Referência em Ensino Médio Professora Edite Matos, trouxe “O Segredo” como tema. Os integrantes, que vieram de Santa Maria da Boa Vista, no Sertão do Estado, trouxeram uma vibe mágica para o ginásio, encantando toda a plateia.</p>
<p>Durante a apresentação, três integrantes do corpo coreográfico trocaram de roupa oito vezes. Os movimentos eram tão rápidos e precisos que lembravam truques de mágica.<em> “Foram três meses de ensaio e dedicação para que tudo saísse como o planejado. Todo e qualquer tempo que tínhamos, era para estar ensaiando e melhorando a apresentação. São oito figurinos e tem troca de roupa que precisa ser feita em três segundos”</em>, contou Pedro José, que estudou na escola e hoje é mor da banda. <em>“A melhor parte é saber que fizemos um belíssimo trabalho com um tema muito arriscado, nos levando a ser uma banda reconhecida pelos seus truques em apresentações”</em>, frisou Pedro. O desempenho do grupo durante esta edição da copa garantiu o primeiro lugar geral na categoria &#8220;Percussão Rudimentar&#8221;.</p>
<p>Felipe Alves é integrante da banda e contou que a união dos participantes é o que torna três meses de ensaio em uma apresentação capaz de arrancar gritos de comemoração do público. <em>“Trabalhar com um grupo muito envolvido é o verdadeiro segredo. Neste momento eu sou pura gratidão, por todo o apoio que tivemos e todo o empenho do grupo em superar os obstáculos. Tudo que a plateia viu, foi feito com o coração”</em>, contou.</p>
<p>Estreando na competição, a Banda Marcial Veteranos de Pernambuco levou ao ginásio integrantes que já participaram de bandas e fanfarras durante a juventude. Com participantes na faixa dos 50 anos para cima, o grupo representou o amor pelas fanfarras. <em>“Eu deixei de tocar em banda marcial em 1985 e, desde então, tinha vontade de voltar a fazer parte de um grupo. Todos que estão nutriam este mesmo sonho, e foi assim que nos reencontramos”</em>, contou Josias Souto Maior, sobre a banda marcial criada em 31 de julho deste ano.</p>
<p>Na hora de anunciar os resultados, integrantes das bandas e grupos celebravam, colocando para fora a energia em forma de muita comemoração. Waldenilson Cunha, gestor de Ações Culturais da SEE, agradeceu o empenho de todos nesta edição. <em>&#8220;Ao secretário Marcelo Barros, assim como a todos que compõem essa secretaria, quero deixar os meus mais sinceros agradecimentos. Foi pelo empenho de todos que a gente conseguiu realizar a XIII Copa Pernambucana de Bandas e Fanfarras, e este é um momento de muita felicidade&#8221;</em>, pontuou Waldenilson.</p>
<p>Confira as apresentações <a href="https://www.youtube.com/c/AbanfarePE1997/videos" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Festival Animage anuncia os curtas vencedores da Mostra Competitiva 2021</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 09:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O ANIMAGE &#8211; 11º Festival Internacional de Animação de Pernambuco, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, anunciou neste último domingo (17) os vencedores de sua 11ª edição. O curta-metragem Bestia, do chileno Hugo Covarrubias foi escolhido como o Melhor Curta-Metragem pelo júri deste ano, levando o Grande Prêmio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_88752" aria-labelledby="figcaption_attachment_88752" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/CARNE-de-Camila-Kater_1.png"><img class="size-medium wp-image-88752" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/CARNE-de-Camila-Kater_1-607x320.png" width="607" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">O filme &#8220;Carne&#8221;, dirigido por Camila Kater, venceu como Melhor Curta Brasileiro</p></div>
<p>O ANIMAGE &#8211; 11º Festival Internacional de Animação de Pernambuco, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, anunciou neste último domingo (17) os vencedores de sua 11ª edição. O curta-metragem <strong>Bestia</strong>, do chileno Hugo Covarrubias foi escolhido como o <strong>Melhor Curta-Metragem</strong> pelo júri deste ano, levando o Grande Prêmio ANIMAGE. <strong>Carne</strong>, de Camila Kater, venceu como <strong>Melhor Curta Brasileiro</strong>. A premiação foi definida pelo júri oficial do festival, composto este ano pela artista visual e diretora portuguesa Bárbara Oliveira, a animadora Léa Zagury e pela cineasta Renata Pinheiro.</p>
<p>“<em><strong>Bestia</strong> apresentou uma sensibilidade única em todas as decisões que são necessárias para um filme de animação, exprimindo o tema da opressão de uma forma tão eficaz na sua linguagem cinematográfica, controle do som, direção de arte e roteiro que se alojou profundamente na nossa memória como uma bala. Intenso, assustador e inesquecível</em>”, escreveram as juradas desta edição. O filme revisita a violenta ditadura militar ao acompanhar a vida privada de uma funcionária do departamento de inteligência chileno.</p>
<p><strong>Carne</strong>, trabalho de estreia de Camila Kater, apresenta as relações de diferentes mulheres em relação ao seu corpo, da infância à idade adulta. &#8220;<em>Um curta brilhante para a representação de experiências femininas brasileiras. Achamos a expressão artística no filme perfeitamente aplicada às narrativas de mulheres representadas, tornando o filme muito poderoso na sua mensagem e execução</em>”, diz o texto do júri.</p>
<p><strong>Tapajós: Uma Breve História da Transformação de um Rio</strong>, de Alan Schvarsberg e Cícero Fraga, recebeu a Menção Honrosa do Júri “pela sua qualidade técnica e artística, aliada a importância de seu conteúdo informativo e denunciador”. As juradas completam: &#8220;<em>Com um roteiro que dá voz aos moradores de Miritituba, uma pequena vila do interior do Pará, o filme é um importante documentário que informa, com justeza, o processo de ocupação dos portos de exportação de soja no coração da Amazônia.</em>&#8221;</p>
<p>A <strong>Melhor Direção</strong> foi para o francês <strong>GENIUS LOCI</strong>, de Adrien Mérigeau, enquanto <strong>Melhor Roteiro</strong> ficou com o alemão <strong>Just a Guy</strong>, de Shoko Hara. Completam a lista de premiados o francês <strong>Moutons, Loup et Tasse de Thé</strong>…, de Marion Lacourt, que venceu como <strong>Melhor Direção de Arte</strong>, <strong>Machini</strong>, de Frank Mukunday e Trésor Tshibangu (Congo), como <strong>Melhor Técnica</strong> e <strong>Affairs of the Art</strong>, de Joanna Quinn (Inglaterra/Canadá), como <strong>Melhor Som</strong>.</p>
<p>O prêmio de <strong>Melhor Curta Infantil</strong> ficou com o curta <strong>La Source des Montagnes</strong>, de Adrien Communier, Camille Di DioI, Benjamin Francois, Pierre Gorichon, Briag Mallat e Marianne Moisy. Segundo o júri, trata-se de <em>“um filme que possui uma alegria singular, transmitindo uma história com uma imaginação forte que poderia ter vindo de um imaginário de uma criança</em>”.</p>
<p>Participaram da Mostra Competitiva do ANIMAGE desta edição<strong> 69 curtas</strong> de<strong> 26 países</strong>. O ANIMAGE recebeu este ano mais de 1200 inscrições para a competição de curtas, um número expressivo que reflete a prolífica produção audiovisual desse segmento em todo o mundo.</p>
<p>O ANIMAGE firmou mais uma vez parceria com a Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA), que escolheu o curta <strong>Carne</strong>, de Camila Kater como Melhor Filme Brasileiro &#8211; que a partir desta edição passa a ser nominado Prêmio Jeorge Pereira, em homenagem ao animador, cineasta, roteirista e educador Jeorge Pereira, falecido este ano. A série <strong>Foi Assim e Foi Assado</strong>, de Chia Beloto, ganhou Menção Honrosa pelo júri da ABCA, este ano composto pelo animador Maurício Nunes, o designer, animador e  quadrinista Raul Souza e a animadora e produtora Tânia Anaya.</p>
<p>“<em>O prêmio ABCA foi dado ao filme Carne, da diretora Camila Kater, que além de crua, mal-passada, ao ponto, passada e bem passada – executou uma síntese genial! Fala de/com mulheres de todos os corpos e todas as idades. Um tapa na cara da caretice evangélica que assombra o Brasil atualmente</em>”, disse o júri. “<em>Oferecemos uma menção honrosa para a série Foi Assim e Foi Assado, da animadora e cineasta Chia Beloto, pela narrativa inteligente e potente, feita a partir de coisas simples, e por apresentar um universo infantil rico e divertido. Entretém tanto crianças quanto adultos</em>”, completam.</p>
<p>“<em>Com esta edição o ANIMAGE completa uma trajetória de onze anos consolidando-se como um agente difusor da animação no Brasil, que vem crescendo exponencialmente. A Mostra Competitiva desta edição revelou um nível excelente, apresentou um panorama atual, diversificado e instigante com o melhor da animação brasileira e mundial. As escolhas exigiram muito das juradas e o resultado realmente contempla o alto nível da competição</em>”, afirmou o produtor e idealizador do festival, Antonio Gutierrez.</p>
<p>Um dos principais eventos de animação do Brasil, o ANIMAGE retornou este ano com uma programação híbrida, com exibições online e sessões presenciais no histórico Teatro do Parque, que foi recém-inaugurado. O espaço recebeu exibições de alguns longas da programação, além da popular Mostra Erótica. A ocupação foi limitada a 300 lugares atendendo aos protocolos de prevenção ao Covid-19. Ao todo, considerando atividades presenciais e online, o festival contou com um público de 15 mil pessoas.</p>
<p><strong>PARCEIROS -</strong> O ANIMAGE tem incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e patrocínio Fundação de Cultura e Secretaria de Cultura da Prefeitura do Recife, via SIC, apoio do Consulado da França em Recife e Embaixada da França no Brasil, Consulado Geral da República Federal da Alemanha em Recife, Cepe &#8211; Companhia Editora de Pernambuco, Revista Continente e Teatro do Parque, e realização da Rec-Beat Produções e Leão Produções.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Premiados da Mostra Competitiva 2021</strong></span></p>
<p>Melhor Curta &#8211; Grande Prêmio ANIMAGE &#8211; <strong>Bestia</strong>, de Hugo Covarrubias (Chile)<br />
Melhor Curta Infantil &#8211; <strong>La Source des Montagnes</strong>, de Adrien Communier, Camille Di DioI, Benjamin Francois, Pierre Gorichon, Briag Mallat e Marianne Moisy (França)<br />
Melhor Curta Brasileiro &#8211; <strong>Carne</strong>, de Camila Kater (Brasil)<br />
Melhor Direção &#8211; <strong>GENIUS LOCI</strong>, de Adrien Mérigeau (França)<br />
Melhor Roteiro &#8211; <strong>Just a Guy</strong>, de Shoko Hara (Alemanha)<br />
Melhor Direção de Arte &#8211; <strong>Moutons, Loup et Tasse de Thé…</strong>, de Marion Lacourt (França)<br />
Melhor Técnica &#8211; <strong>Machini</strong>, de Frank Mukunday e Trésor Tshibangu (Congo)<br />
Melhor Som &#8211; <strong>Affairs of the Art</strong>, de Joanna Quinn (Inglaterra/Canadá)<br />
Menção Honrosa do Júri: Tapajós: <strong>Uma Breve História da Transformação de um Rio</strong>, de Alan Schvarsberg e Cícero Fraga (Brasil)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PRÊMIO ABCA</strong></span></p>
<p>Melhor Curta Brasileiro &#8211; Escolha ABCA &#8211; Prêmio Jeorge Pereira &#8211; <strong>Carne</strong>, de Camila Kater<br />
Menção Honrosa do Júri ABCA &#8211; <strong>Foi Assim e Foi Assado</strong>, de Chia Beloto</p>
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		<title>Cepe Editora divulga lista de vencedores dos seus prêmios literários</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-editora-divulga-lista-de-vencedores-dos-seus-premios-literarios/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2021 22:45:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[autores premiados]]></category>
		<category><![CDATA[cepe editora]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio literários]]></category>
		<category><![CDATA[vencedores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=87766</guid>
		<description><![CDATA[Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cepe Editora (@cepeeditora) Uma contista do Maranhão, uma poeta de São Paulo e um romancista do Paraná são os vencedores do 6º Prêmio Cepe Nacional de Literatura, promovido pela editora pública pernambucana em 2020. O resultado do concurso foi divulgado nesta quarta-feira (15) no Diário Oficial [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CT2juN5LCAl/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CT2juN5LCAl/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CT2juN5LCAl/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por Cepe Editora (@cepeeditora)</a></p>
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<p>Uma contista do Maranhão, uma poeta de São Paulo e um romancista do Paraná são os vencedores do 6º Prêmio Cepe Nacional de Literatura, promovido pela editora pública pernambucana em 2020. O resultado do concurso foi divulgado nesta quarta-feira (15) no Diário Oficial do Estado (<strong><a href="https://diariooficial.cepe.com.br" target="_blank">diariooficial.cepe.com.br</a></strong>). Também foram revelados os ganhadores do 3º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil, uma escritora do Rio de Janeiro e um autor mineiro. A Cepe registrou 2.515 obras inscritas nos dois concursos, do Brasil e do exterior.</p>
<p>Jornalista, escritor, artista visual e doutorando em Teoria e História Literária na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp/SP), Paulo Marcelo Fehlauer é paranaense da cidade de Marechal Cândido Rondon e há anos radicado em São Paulo. Desde 2008, desenvolve um premiado trabalho de pesquisa autoral em fotografia e artes visuais, já apresentado em instituições no Brasil e no exterior. Como escritor, é autor de &#8220;Desperdedor&#8221;, livro para crianças que aguarda publicação, além de ter poemas publicados em antologias internacionais.</p>
<p>&#8220;Extremo Oeste&#8221;, obra selecionada pelo Prêmio Cepe, é o seu primeiro romance, um trabalho gestado ao longo dos últimos dez anos. O livro é ambientado em Guaíra &#8211; cidade do extremo Oeste do Paraná, fronteira com o Paraguai, ocupada pelos indígenas, invadida pelos espanhóis e ambientalmente impactada pela hidrelétrica de Itaipu – e aborda traumas históricos, memórias e buscas pessoais de seu personagem principal. Paulo Marcelo Fehlauer destaca a importância do concurso literário para uma maior visibilidade de seu trabalho. <em>“É sempre uma importante forma de reconhecimento. Apesar da grande produção literária no Brasil, os espaços ainda são restritos e é muito bom ter esse apoio para ver o livro saindo da gaveta e ganhando vida”</em>, diz ele.</p>
<p><em>“Estou muito emocionada com a conquista do Prêmio Cepe de Literatura. Ele dá grande visibilidade aos escritores e escritoras, encoraja a literatura nacional, insere novas vozes no campo literário e nos inspira a produzir. É um prêmio de grande prestígio e todos nós, autores, sonhamos com o dia em que seremos agraciados por ele. Muito feliz que meu dia chegou!”</em>, declara a escritora e defensora pública do Estado do Maranhão Lindevania Martins, premiada na categoria Conto com &#8220;Teresa Decide Falar&#8221;. Lindevania já publicou três livros de conto e um de poesia.</p>
<p>O livro premiado, diz ela, <em>“é composto por contos que falam sobretudo da experiência de viver em um mundo que tenta limitar o que somos e o que podemos ser. Os personagens ora aderem às expectativas, ora as desafiam, e sofrem sobre seus corpos e sua subjetividade o impacto dessas escolhas. Foi construído no meu dia a dia como escritora, defensora pública da mulher e população LGBT, poeta e corpo trabalhador, surgindo dessa mistura entre realidade e imaginação, ato e sonho, das nossas múltiplas identidade e pertencimentos”</em>.</p>
<p>A paulistana Lilian Sais é autora de &#8220;Motivos Para Cavar a Terra&#8221;, eleito o melhor livro entre os participantes do concurso na categoria Poesia.<em> “Fiquei muito feliz ao receber a notícia. Acompanho o trabalho da editora e o prêmio Cepe há anos e é uma honra gigante ter tido um livro meu premiado nesse concurso. É uma alegria difícil de descrever”</em>, declara Lilian Sais, que é poeta, doutora em letras, escritora, pesquisadora, roteirista e produtora, com dois livros publicados em 2018.</p>
<p>De acordo com ela, o livro <em>“investiga o ato de cavar a terra para discutir temas contemporâneos, como as relações de trabalho, a pandemia de Covid e o superaquecimento global”. O título está dividido em seis seções e “traz uma presença forte da figura da mulher, que vai da coveira à lavradora que semeia o trigo para fazer o pão, que nos mantém vivos. Vida e morte permeiam os poemas, em múltiplas facetas”</em>, resume a autora.</p>
<p><strong>Infantojuvenil -</strong> Nesta 3ª edição do Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil, os vencedores foram Marcia Cristina Silva, do Rio de Janeiro, e Lucas Rafael Nolli Duarte, de Araxá-MG. Ela é professora de inglês, tradutora e advogada, autora de seis livros, venceu o prêmio Cepe na categoria Infantil com a obra &#8220;O Encontro de Mario&#8221;. Já o vencedor da categoria Juvenil, com a obra &#8220;Achados e Perdidos&#8221;, é formado em letras e geografia, autor de oito livros.</p>
<p><em>“Recebo a notícia da premiação como se fosse um combustível para continuar escrevendo, produzindo&#8221;</em>, diz Rafael Nolli, professor com formação em letras e geografia, vencedor do Prêmio Cepe na categoria Juvenil, com a obra Achados e Perdidos. Pode-se dizer que a obra é uma espécie de diário, que trafega pela crônica, pelo conto, se aproximando em alguns pontos até mesmo do ensaio. <em>&#8220;Parte importante da história se desenvolve nas notas de rodapé, usadas como um espaço de fundamental importância no desenvolver da trama. Ali, editores, ilustradores e até mesmo o leitor, se tornam personagens do livro&#8221;</em>, ressalta. O título é dividido em três capítulos, que se complementam. A primeira parte apresenta as possibilidades existentes no ato de achar coisas (objetos, ideias, sentimentos). A segunda, por sua vez, mostra todas as tramas e possibilidades existentes no ato de perder. O último trata dos acasos, das imprevisibilidades.</p>
<p>&#8220;O Encontro de Mário&#8221;, da escritora e professora de oficinas literárias Marcia Cristina Silva, fala de um encontro de afeto e de crescimento, a história de uma amizade entre o menino de rua Mario e o consertador de relógios Gaspar. A narrativa mostra como esse encontro modifica a trajetória dos personagens para sempre. Muito emocionada, a carioca diz que a premiação significa o início de um novo ciclo. <em>&#8220;A história mostra como minha vida também foi transformada pelo encontro com a leitura. Sou filha de empregada doméstica. Minha mãe trabalhava para uma família maravilhosa, que resolveu apostar em mim e me dar toda oportunidade de estudo. Hoje estou com pós-doutorado, graças a essas pessoas, que me incentivaram nos estudos e no gosto pelas histórias. Minha família espiritual. O encontro está aí&#8221;</em>, conta.</p>
<p><strong>Premiação -</strong> Os vencedores de cada categoria do 6º Prêmio Cepe Nacional de Literatura recebem R$ 20 mil e os escolhidos de cada categoria do 3º Prêmio Cepe Nacional de Literatura Infantil e Infantojuvenil são contemplados com R$ 10 mil. Todos terão a obra publicada pela Cepe Editora. Para seleção dos trabalhos, o 6º Prêmio contou com duas comissões de especialistas.</p>
<p>Integraram a comissão inicial Gianni de Melo (poesia), Felipe André Silva (romance) e Valentine Herold (conto). A comissão de premiação foi composta por Veronica Stigger (escritora, jornalista, professora e crítica de arte e vencedora do Jabuti), Adelaide Ivánova (fotógrafa, poeta, escritora e vencedora do Prêmio Rio de Literatura) e Jeferson Tenório (escritor e doutor em Literatura). O prêmio de Literatura Infantil e Infantojuvenil teve a avaliação de Adriana Victor (escritora e jornalista); Cícero Belmar (escritor e jornalista) e Ermelinda Ferreira (professora de Letras da UFPE).</p>
<p><em>“Mais uma vez, os prêmios literários da Cepe são uma outra forma de trazer originais e autores de qualidade para o catálogo da editora. Ficamos muito contentes com esse duplo papel dos prêmios: a valorização dos autores e também a oportunidade de publicar as obras que, por motivos diferentes, despertaram algo singular nos integrantes do júri, destacando-se entre outras centenas”</em>, declara o jornalista e editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
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