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	<title>Portal Cultura PE &#187; vídeo</title>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) recebe exposição composta por obras de estudantes da Rede Estadual de Ensino</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 15:07:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120374" aria-labelledby="figcaption_attachment_120374" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123.png"><img class="size-medium wp-image-120374" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Educação de Pernambuco (SEE), com o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A mostra integra as homenagens aos 200 anos da Confederação do Equador e estará aberta ao público de forma gratuita até o dia 05 de outubro.</p>
<p>A atividade reúne diversas linguagens artísticas, como artes visuais, pintura, vídeo, dança, teatro e música, e é resultado de um projeto realizado entre julho de 2024 e julho deste ano, envolvendo 12 escolas da Rede Estadual de Ensino. Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p>
<div id="attachment_120375" aria-labelledby="figcaption_attachment_120375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142.png"><img class="size-medium wp-image-120375" alt="Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142-607x400.png" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p></div>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, a exposição é resultado da grande parceria e colaboração entre a Fundarpe e a Secretaria de Educação. &#8220;Ela traz uma linda coleção de pinturas de uma nova geração que está se destacando e, ao mesmo tempo, valorizando a nossa história e cultura. Além disso, a Fundarpe tem desenvolvido projetos como o Brincantes nas Escolas e a exposição Patrimônios de Pernambuco, que está sendo apresentada em doze regiões de desenvolvimento do Estado. Esses projetos têm como objetivo levar informações sobre os patrimônios materiais e imateriais, formando professores, gestores públicos e outros interessados em se tornarem novos agentes multiplicadores da preservação cultural em seus próprios territórios&#8221;, destaca.</p>
<p>Durante a abertura da exposição, os estudantes puderam ver o resultado final das obras que criaram, além de explorar as instalações do Espaço Cícero Dias, uma das principais áreas do Mepe, compartilhando espaço de um acervo que abriga mais de 14 mil peças. Como destaque, a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p>
<div id="attachment_120376" aria-labelledby="figcaption_attachment_120376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201.png"><img class="size-medium wp-image-120376" alt="Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &quot;Chamas da Liberdade&quot;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201-607x398.png" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p></div>
<p>&#8220;O Museu do Estado de Pernambuco tem como missão preservar, pesquisar e difundir a nossa história. Trazer essa exposição para cá, com obras de pintura, artes visuais, além de filmes e apresentações de dança, representa a culminância desse processo tão significativo. A comemoração do Bicentenário da Confederação do Equador deveria, sem dúvidas, encontrar seu ponto final aqui, no museu, onde arte, história e cultura se entrelaçam de forma única&#8221;, ressalta o gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho.</p>
<p><strong>MEPE</strong><br />
Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
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		<title>“Tempo Bruto” resgata memória visual da cena artística pernambucana</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 12:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artista visual Fernando Peres nunca largou as câmeras. Desde a infância, incentivado pelo pai fotógrafo, Peres aprendeu a olhar o mundo através das lentes, primeiro com fotos, depois com vídeo. Agora, décadas depois, centenas de fitas gravadas entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000 ganham nova vida graças ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O artista visual Fernando Peres nunca largou as câmeras. Desde a infância, incentivado pelo pai fotógrafo, Peres aprendeu a olhar o mundo através das lentes, primeiro com fotos, depois com vídeo. Agora, décadas depois, centenas de fitas gravadas entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000 ganham nova vida graças ao projeto “Tempo Bruto”, que será lançado oficialmente neste sábado, dia 12 de abril, a partir das 19h, na Galeria Maumau, no bairro do Espinheiro, Recife. A entrada é gratuita.</p>
<p>O projeto, contemplado pelo Edital de Ações Criativas para o Audiovisual – Memória, Preservação e Digitalização de Obras (Lei Paulo Gustavo), do Governo do Estado de Pernambuco, foi idealizado e tem coordenação geral de Irma Brown.</p>
<p>Mais de 350 fitas magnéticas (VHS, Super-VHS, Hi-8 e Mini-DV) foram digitalizadas em um minucioso processo técnico conduzido pelo restaurador audiovisual Tuka Maia (Deivison Antônio dos Santos). O resultado é um acervo audiovisual composto por imagens que documentam eventos culturais emblemáticos, performances artísticas, festas, espaços culturais e personagens que marcaram uma geração.</p>
<p>“Eu sempre tive muito contato com câmera desde criança, meu pai é fotógrafo até hoje. Mas crucial mesmo foi na época do grupo Molusco Lama e da produtora Telefone Colorido, no final dos anos 1990. Aí eu passei a meio que filmar tudo, como eu tenho também o hábito de fotografar muita coisa diferente e tal, dentro de alguns assuntos que se repetem, né? Salto alto, um inseto, uma farra, uma exposição, os assuntos meio que se repetem”, conta o artista que já fez inúmeras exposições coletivas e individuais em várias cidades do País.</p>
<p>Chegava a filmar por horas seguidas. “Mas foi aí que eu tive, tipo, também uma estafa de filmar, um abuso. Parei completamente em 2010. E aí, estou voltando com esse trabalho, que está sendo muito bom de fazer”.</p>
<p>O artista explica que a descoberta do conteúdo das fitas surpreendeu até ele próprio. “Não me lembrava de muita coisa que encontrei nessas gravações. Isso tudo é muito bom, porque são imagens de muitas épocas diferentes, pessoas presentes hoje e pessoas que já se foram, até crianças naquela época que hoje têm seus 40 anos. Está sendo um resgate muito interessante”.</p>
<p>A importância histórica desse acervo vai além do registro pessoal. Para Irma Brown, idealizadora e coordenadora do projeto, trata-se de um legado coletivo: “Fernando era como um cronista visual da cidade, antes das redes sociais. Ele já fazia algo parecido com o que hoje associamos a criadores de conteúdo, mas com um olhar artístico e autoral muito forte. São registros espontâneos, quase fotografias em movimento, que revelam a alma de uma época que poderia ter sido esquecida”, diz Irma que também é artista e que fundou, com Fernando, a Menor Casa de Olinda e a Galeria Maumau.</p>
<p>O acervo inclui eventos importantes da cena cultural independente pernambucana, como SPA das Artes, Festival de Inverno de Garanhuns, exposições no MAC de Olinda e no Museu Murillo La Greca, além de performances em espaços como a Menor Casa de Olinda e o Ateliê Submarino. Fernando também registrou bastidores e shows de bandas e artistas como Textículos de Mary, Backing Ballcats Barbis Vocal&#8217;s, Mundo Livre S.A., Cordel do Fogo Encantado e Jards Macalé. Também não faltam registros da boemia, dos bares e de figuras da noite do Recife e Olinda. Outro destaque vai para as gravações dos programas e comerciais da TV da época.</p>
<p>Para Irma, além do aspecto artístico, há um componente afetivo e histórico fundamental: “Resgatar esse material é preservar parte da memória da cidade, de seus artistas, seus espaços e suas transformações. O acervo mostra também a força dessa cena cultural antes da era digital, numa época em que quase ninguém estava preocupado em documentar sistematicamente”.</p>
<p>Além da exposição com as projeções audiovisuais e obras de Fernando Peres, o evento de sábado contará com gastronomia e bebidas especiais: delícias da Dhuzati, cervejas artesanais da Turvalina e caipirinhas preparadas por Mauricio Castro e equipe. A exposição também poderá ser conferida ao longo do mês de abril com agendamento pelo instagram da Galeria Maumau.</p>
<p>Serviço:</p>
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		<title>Performance de Bruna Mascaro, com colaboração de Iara Costa, investiga brinquedo João Bobo em exposição virtual</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 15:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O João Bobo, brinquedo que faz parte do imaginário infantil brasileiro, vira um símbolo importante para discutir gênero na performance Procedimentos para Pequenas Derrubadas, da artista Bruna Mascaro, em colaboração com Iara Costa, que ganha uma exposição virtual a partir desta quinta-feira (20). A exposição tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116250" aria-labelledby="figcaption_attachment_116250" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rayanne Moraes/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/147A7303.jpg"><img class="size-medium wp-image-116250" alt="Rayanne Moraes/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/147A7303-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Performance Procedimentos para Pequenas Derrubadas, com Bruna Mascaro e Iara Costa</p></div>
<p>O João Bobo, brinquedo que faz parte do imaginário infantil brasileiro, vira um símbolo importante para discutir gênero na performance <em>Procedimentos para Pequenas Derrubadas</em>, da artista Bruna Mascaro, em colaboração com Iara Costa, que ganha uma exposição virtual a partir desta quinta-feira (20). A exposição tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e conta com fotografias e vídeos da performance das artistas que podem ser conferidos no Instagram de Bruna.</p>
<p>O que pode nos dizer um brinquedo? Procedimentos para Pequenas Derrubadas é uma investigação cênica do imaginário da infância sobre virilidade, força e a construção de papéis binários de gênero. A figura do João Bobo – um homem branco, forte, com expressão enraivecida e um cinturão de lutador em uma pose que exibe seus músculos de forma imponente – ganha significados a partir das interações das artistas e das imagens de Rayanne Moraes e Gabriel Mascaro. O design e a expografia são assinados por Laura Morgado.</p>
<p>Concebida originalmente como espetáculo, a exposição virtual conta ainda com texto alternativo no Instagram como uma forma de ampliar a experiência das performances e práticas artísticas. Um ensaio crítico com as reflexões que atravessam o processo de criação, com orientação da pesquisadora Fernanda Capibaribe, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e um jogo de cartas educativo também fazem parte da obra e estão disponíveis no dia do lançamento.</p>
<p>O trabalho surgiu durante uma residência artística promovida pela 10ª edição do Junta Festival, em Teresina, Piauí. A faísca inicial resultou no projeto que, à época, foi chamado de Estudos para Ruir o Eixo. Após esse período a criação virou exposição dentro do projeto Conjura, com o fomento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). Nessa nova etapa o trabalho recebeu orientação de pesquisa de Fernanda Capibaribe e contou com a contribuição de Mariana Ratts, que orientou o desenvolvimento do programa educativo vinculado à obra.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica</span>:</strong></p>
<p>Concepção: Bruna Mascaro<br />
Performance: Bruna Mascaro e Iara Costa<br />
Consultora de Pesquisa: Fernanda Capibaribe<br />
Consultora do Programa Educativo: Mariana Ratts<br />
Consultoria Artística: Mariana Pimentel<br />
Imagem: Rayanne Morais e Gabriel Mascaro<br />
Edição: Rayanne Morais<br />
Design e Expografia: Laura Morgado<br />
Produção: Nemo Côrtes<br />
Assessora de Imprensa: Moema França</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">A equipe</span>:</strong></p>
<p><strong>Bruna Mascaro</strong> é artista da dança, educadora, pesquisadora e gestora cultural. Graduada em dança pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), é mestra e doutoranda em dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Sua atuação transita entre as artes performativas e visuais, investigando as relações entre corpo e imagem. Integra a Coletiva, grupo que desenvolve performances voltadas para questões de gênero, e o Ziguezague, coletivo dedicado à arte-educação e à criação de dispositivos, jogos e objetos mediadores.</p>
<p><strong>Iara Costa</strong> é dançarina, professora e pesquisadora. Graduada, mestra e atualmente doutoranda em dança pela UFBA. Sua pesquisa investiga o improviso em dança com foco nas relações entre dança contemporânea e antropocentrismo.</p>
<p><strong>Rayanne Morais</strong> é fotógrafa, realizadora audiovisual e designer. Graduada em jornalismo pela UFPE e em tecnologia em design gráfico pela Uniaeso, atua em projetos audiovisuais principalmente ligados à dança e à música.</p>
<p><strong>Gabriel Mascaro</strong> é cineasta, conhecido por sua trajetória no documentário e na ficção. Ganhou destaque internacional com Boi Neon (2015), premiado no Festival de Veneza (Itália). Seus filmes, como Doméstica (2013), Ventos de Agosto (2014) e Divino Amor (2019), foram exibidos em Sundance, Berlinale, MoMA e Bienal de São Paulo. Seu trabalho transita entre cinema, artes visuais e instalações e tem reconhecimento da crítica e premiações internacionais.</p>
<p><strong>Laura Morgado</strong> é designer com experiência em identidade visual, ilustração e diagramação. É graduada em design pela UFPE e mestranda na instituição. Tem interesse em memória gráfica e na intersecção do design com história e sociologia. Como ilustradora pesquisa técnicas de ilustração e impressão analógicas e digitais.</p>
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		<title>Cultura popular do Cavalo-Marinho vai ganhar versão em livro digital</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 17:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A brincadeira de cultura popular do Cavalo-Marinho, eleita como Patrimônio Imaterial do Brasil pelo Iphan, é uma tradição centenária tradicionalmente realizada pelos trabalhadores rurais da região da Zona da Mata Norte de Pernambuco. A manifestação cultural, que mescla as tradições afro-indígenas, têm origem nos antigos terreiros dos engenhos de cana-de-açúcar, com sua maneira lúdica de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/show_img.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108003" alt="Cultura popular do Cavalo-Marinho vai ganhar versão em livro digital" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/show_img-503x486.jpg" width="503" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">A brincadeira de cultura popular do Cavalo-Marinho, eleita como Patrimônio Imaterial do Brasil pelo Iphan, é uma tradição centenária tradicionalmente realizada pelos trabalhadores rurais da região da Zona da Mata Norte de Pernambuco. A manifestação cultural, que mescla as tradições afro-indígenas, têm origem nos antigos terreiros dos engenhos de cana-de-açúcar, com sua maneira lúdica de apresentar, cantar, dançar e apresentar seus personagens, vai ganhar versão em livro. A iniciativa é da produtora cultural e educadora em ensino público, Lorieli Queiroz. A publicação é resultado do incentivo da Secretaria de Cultura, Fundarpe, Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p dir="ltr">O Cavalo-Marinho é uma brincadeira que tem como fio condutor o teatro de cultura popular. As apresentações acontecem normalmente ao ar livre, em chão de terra batida. Cada encontro reúne uma média de 76 personagens, divididos entre animais, humanos e o imaginário de quem faz parte do brinquedo. Porém, o que encanta a plateia são as  músicas e os versos, que são executados por um conjunto de músicos que ficam sentados em um banco de madeira, embalando a cena de cada personagem que entra no terreiro, ao som da rabeca, pandeiro, reco-recos e ganzá.</p>
<p dir="ltr">“É inspirado nessa atmosfera artística, que nasce o livro ‘Essa loa eu vou guardar’. Trata-se de uma obra inédita na qual vamos dedicar a contar e recontar a importância poética presente dentro da brincadeira do Cavalo-Marinho. Acreditamos ser o maior instrumento cultural e de ensino pedagógico dedicado ao registro, documentação, preservação e difusão da memória de tradição oral de nossa região&#8221;, conta Lorieli, que cresceu assistindo, de perto, a cultura do Cavalo-Marinho em sua cidade.</p>
<p dir="ltr">O livro reúne depoimentos de vários personagens que fazem a cultura do Cavalo-Marinho. Entre eles: o brincante de cultura popular, produtor cultural e empresário, Pedro Salustiano, que é filho do finado Mestre Salustiano e também um dos responsáveis pelo Cavalo Marinho Boi Matuto, herdado de seu pai. Também integra à pesquisa o brincante Vitor Gomes, de 17 anos, acrescentando seu ponto de vista sobre a experiência de fazer parte da tradição.</p>
<p dir="ltr">A publicação  vai dedicar ainda espaço para outros atores importantes para a história do Cavalo-Marinho. O Mestre Luiz Caboclo, brincante no Cavalo Marinho Mestre Batista, de Aliança, está entre os colaboradores da obra. Quem se soma à pesquisa é o Mestre Grimário, do Cavalo Marinho Boi Pintado. Quem também deu sua importante contribuição foi o  produtor cultural, Lourenço Batista, herdeiro cultural do Cavalo Marinho do Mestre Batista &#8211; pioneiro da brincadeira na região canavieira.</p>
<p dir="ltr">A pesquisa, iniciada em janeiro de 2024, vai avançar pelos próximos dias, até o ciclo do Carnaval. O lançamento do livro, que terá versão apenas online e com QR code, só deve ser lançado em março deste ano. A ideia é que a publicação também tenha versão em audiovisual, como forma de alçar mais pessoas, como estudantes, professores, escolas, universidades, pesquisadores, entre outros.</p>
<p dir="ltr">A equipe do projeto é formada pela coordenadora geral, Lorieli Queiroz; coordenador de pesquisa, Mestre Luiz Caboclo; e ilustradora Gesiara Lima. Já o vídeo é produzido pela produtora audiovisual Tayná Nunes; a assessoria de imprensa é do jornalista Salatiel Cícero.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>SECULT-PE de ANDADA desembarca em Bom Jardim</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 14:37:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em sua oitava edição, o SECULT-PE de ANDADA foi até o Agreste pernambucano, na ultima terça-feira (30), para promover escutas no município de Bom Jardim, localizado a 104 km do Recife. Cidade natal do maestro Levino Ferreira (1890–1970) e polo de manifestações como burrinhas, caboclinhos, catirinas, maracatus, cirandas, cocos, frevo e bois, a &#8220;Terra dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua oitava edição, o SECULT-PE de ANDADA foi até o Agreste pernambucano, na ultima terça-feira (30), para promover escutas no município de Bom Jardim, localizado a 104 km do Recife. Cidade natal do maestro Levino Ferreira (1890–1970) e polo de manifestações como burrinhas, caboclinhos, catirinas, maracatus, cirandas, cocos, frevo e bois, a &#8220;Terra dos Músicos&#8221; recebeu a comitiva da Secult-PE no Museu Bom Jardim.</p>
<p>Mais uma vez o SECULT-PE de ANDADA foi marcado por duas tendências nesse tipo de encontro. A primeira, a de reunir representantes de outros municípios da região (no caso, João Alfredo e Orobó). A segunda, de atrair uma plateia cada vez mais diversificada, de várias linguagens.</p>
<p>Em Bom Jardim estiveram presentes representantes de artes cênicas, música, artesanato, boi, dança, artes visuais e caboclinho, além de estudantes, pesquisadores e entusiastas da cultura.</p>
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		<title>Confira como foi a passagem do projeto &#8220;Fala Periferia&#8221;, em Serra Talhada</title>
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		<pubDate>Mon, 15 May 2023 14:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Fala Periferia: 1º Encontro de Expressões Culturais das Periferias de Pernambuco, realizado em 15 de abril de 2023, em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, cumpriu sua missão primordial: levar informação e escutar a comunidade artística popular contemporânea do Estado. E foi pura emoção. O evento, realizado na Câmara Municipal da Capital do Xaxado, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Fala Periferia: 1º Encontro de Expressões Culturais das Periferias de Pernambuco, realizado em 15 de abril de 2023, em Serra Talhada, no Sertão do Pajeú, cumpriu sua missão primordial: levar informação e escutar a comunidade artística popular contemporânea do Estado. E foi pura emoção.</p>
<p>O evento, realizado na Câmara Municipal da Capital do Xaxado, teve o start com apresentação do secretário estadual de Cultura, Silvério Pessoa; do secretário executivo de Cultura, Leo Salazar; e da prefeita Márcia Conrado. O recado sobre a Lei Paulo Gustavo foi dado pela integrante do Núcleo de Apoio aos Municípios, Carol Zirpoli, e pela gerente de Políticas Culturais da Secult-PE, Milena Evangelista.</p>
<p>Houve apresentações de DJ, b&#8217;boys e poetas, novos e experientes, que chegaram a se emocionar falando do quão importante é a abertura de um espaço como esse para quem faz arte na periferia. Aperte o play e confira como foi. </p>
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		<title>Coletivo Lugar Comum lança versão audiovisual do espetáculo &#8220;Segunda Pele&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 14:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o Coletivo Lugar Comum apresenta uma versão inédita do espetáculo Segunda Pele, agora, em formato de obra audiovisual. O processo fílmico se propõe em transpor para a tela as diversas camadas de subjetividade, atravessamentos, vivências e pluralidade de vozes das seis mulheres que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Lilica.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-100617" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/Lilica-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o Coletivo Lugar Comum apresenta uma versão inédita do espetáculo <em>Segunda Pele</em>, agora, em formato de obra audiovisual. O processo fílmico se propõe em transpor para a tela as diversas camadas de subjetividade, atravessamentos, vivências e pluralidade de vozes das seis mulheres que colocam os seus corpos e as suas trajetórias em cena. O experimento poético, que culminou em uma videoinstalação, poderá ser assistido pelo público em três exibições on-line, nos próximos dias 21, 22 e 23 de abril (sexta-feira, sábado e domingo), às 20h, com link que será disponibilizado no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/lugarcomumcoletivo/" target="_blank"><strong>@lugarcomumcoletivo</strong></a>. Após a primeira sessão, haverá uma roda de diálogo com a equipe criativa, que contará com intérprete em Libras.</p>
<p>Segunda Pele é um espetáculo que veio ao mundo em 2012 e em seguida teve uma nova versão da montagem em 2016, com a forte característica de estar em incansável movimento, em processo de continuidade e de transmutações. Com dramaturgia que se desenha espontaneamente a partir do agora, das memórias ancestrais, das buscas, dos afetos, dos medos, dos desejos deste instante, ou seja, das marcas reais que emergem das profundezas subjetivas de cada uma das artistas que compartilham daquele espaço de tempo, as montagens serão sempre inéditas e retroalimentadas. Em cena, neste desdobramento da obra em audiovisual, estão as performers Liana Gesteira, Maria Agrelli, Maria Clara Camarotti, Renata Muniz, Sílvia Góes e Sophia William. A direção geral e de fotografia é de Dea Feraz.</p>
<p>A narrativa cênica testemunha as seis artistas habitando seus corpos. Mulheres que atravessam a própria pele para contar de suas existências. De forma experimental e poética, o processo fílmico faz um percurso do corpo marcado ao corpo fluxo, tentacular e livre. O novo mundo, o novo corpo, há de nascer em coletivo e em meio à ruína que nos circunda.</p>
<p>“Na primeira versão de Segunda Pele já havia a proposta de cada uma de nós trazermos as questões individuais, buscando e se reencontrando com a nossa pele, e também os momentos coletivos em que dançamos nossas subjetividades juntas. O afeto sempre foi esse lugar de encontro no coletivo, o olho no olho, o toque, o sentir uma a outra. A obra não é uma transposição do espetáculo para o audiovisual, é um desdobramento que vai se modificando, assim como nossos corpos, nossas subjetividades e nossas trajetórias”, explica Liana Gesteira, artista performer.</p>
<p>A obra audiovisual Segunda Pele se propõe a ser sensorial, despertando e estimulando os sentidos de quem assiste. O olhar de Dea Ferraz é o que cria os planos cênicos e conduz a percepção do espectador.</p>
<p>“Há uma confluência de pensamento e pesquisa que nos mantém em criação coletiva. Eu no campo das imagens, elas no campo dos corpos e da presença. Entre exercícios e conversas, fomos entendendo que aquelas ‘corpas’ do espetáculo já não eram as ‘corpas’ do agora. Havia um desejo coletivo de entender sobre quais ‘corpas’ carregávamos hoje. Que ‘corpas’ habitamos? O elemento câmera sempre esteve em relação, ou seja, a cena precisava ser experimentada sob o ponto de vista da câmera, na construção das imagens. Algumas cenas foram ensaiadas, enquanto outras pediam o improviso, e essas decisões foram sendo tomadas durante os encontros na intenção de potencializar tanto corpo quanto imagem. É no encontro entre corpo-câmera que o processo fílmico se faz”, compartilha Dea Ferraz.</p>
<p>Em complemento ao olhar fotográfico, a criação da iluminação cênica, assinada por Luciana Raposo, e o desenho de som de Kiko Santana são elementos essenciais na reconstrução da obra teatral para o cinema.</p>
<p>“Pra mim a direção de arte do filme é a iluminação, executada com maestria por Lu Raposo. A luz desenha os espaços e cria as atmosferas que buscamos. Já o desenho de som de Segunda Pele trabalha sob duas camadas, na primeira construindo os ambientes das caixas cênicas com seus ecos e reverbes, ouvindo as ‘corpas’ em seus movimentos e respirações; e na segunda contando uma história sutil, a história da passagem do corpo marcado para o corpo fluxo, o corpo livre. Nessa segunda camada, experimentamos construir sons e ruídos numa ação mais direta de interferência, porque a história pedia. Há um nascimento acontecendo e os sons são essenciais para criar essa sensação”, detalha Dea Ferraz.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Estreia da obra audiovisual <em>Segunda Pele</em><br />
Quando: 21, 22 e 23 de abril de 2023 (sexta-feira, sábado e domingo), às 20h<br />
Mais informações pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/lugarcomumcoletivo/" target="_blank"><strong>@lugarcomumcoletivo</strong></a>.<br />
Classificação indicativa: 16 anos<br />
*No dia 21 de abril (sexta-feira), haverá roda de conversa após exibição, com acessibilidade em Libras*</p>
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		<title>Patrimônio Vivo de Pernambucano, Jota Michiles celebra 80 anos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/patrimonio-vivo-de-pernambucano-jota-michiles-celebra-80-anos/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2023 20:30:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, cantor e compositor de vários sucessos carnavalesco, Jota Michiles completou 80 anos no dia 4 de fevereiro, e para comemorar a nova idade, reuniu a familiares e amigos em sua casa. Conversamos com Michiles sobre os grandes sucessos e sua trajetória. “O difícil é sempre fazer o fácil, criar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, cantor e compositor de vários sucessos carnavalesco, Jota Michiles completou 80 anos no dia 4 de fevereiro, e para comemorar a nova idade, reuniu a familiares e amigos em sua casa. Conversamos com Michiles sobre os grandes sucessos e sua trajetória.</p>
<p>“O difícil é sempre fazer o fácil, criar aquela música que as pessoas escutam pela primeira vez e saem por aí cantando”. Foi com essa filosofia estético-criativa que José Michiles da Silva, o Jota Michiles, construiu um repertório musical que está gravado no imaginário coletivo de quem ama o carnaval. As obras desse recifense, nascido em 4 de fevereiro de 1943, embalam a trilha sonora da alegria de muitas gerações. São mais de 150 músicas registradas na União Brasileira de Compositores (UBC).</p>
<p>“É muito gratificante ver como uma composição musical surgida na nossa intimidade, nossa solidão, de repente, se populariza na boca do povo, nas ruas, becos, ladeiras, nos bares, nas orquestras e nos clubes. É um prenúncio de muitos e muitos carnavais, assim como acontece com ‘Recife manhã de Sol’, ‘Recife nagô’, ‘Bom demais’, ‘Me segura senão eu caio’, ‘Diabo louro’, ‘Vampira’, ‘Espelho doido’, e outros mais”, destaca Michiles, citando alguns dos seus sons carnavalescos mais populares.</p>
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		<title>Feminicídio é discutido no vídeo e no e-book da obra “Emparedadas”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/feminicidio-e-discutido-no-video-e-no-e-book-da-obra-emparedadas/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 18:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Emparedadas_02.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-92956" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Emparedadas_02-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Será lançado nesta segunda-feira (18) o vídeo e o e-book da ópera “Emparedadas”, resultante do projeto de pesquisa “Uma Ópera Possível”, financiado pelos recursos da Lei Aldir Blanc de Pernambuco. Com o desejo de destacar a cultura pernambucana, a criação artística teve livre inspiração na obra literária “A Emparedada da Rua Nova”, de Carneiro Vilela, e centrou-se no tema do feminicídio.</p>
<p>No enredo da ópera, Clotilde, a emparedada, interpretada por Virgínia Cavalcanti, retorna da morte como assombração, com desejo de vingança pelas injustiças cometidas contra ela, unicamente por ser mulher e reagir às imposições patriarcais de sua época. Em paralelo, uma mulher contemporânea, representada por Mônica Muniz, lê a obra de Vilela e constata que, mais de um século depois, o assassinato pela discriminação de gênero ainda é fato comum em nossa sociedade.</p>
<p>A obra tem libreto escrito por Milena Marques, música composta por Sérgio Deslandes e regência conduzida por Armindo Ferreira, pesquisadores do projeto, que se iniciou a partir da discussão sobre a viabilidade da produção de ópera em Pernambuco, e focou na composição de uma ópera versátil, viável para realização com orçamentos mais modestos e apresentação em teatros também de pequeno porte.</p>
<p>O vídeo e o e-book serão lançados ao meio-dia desta segunda-feira, o primeiro no canal do youtube Ópera no Recife, disponível no link: <a href="https://bit.ly/operanorecife" target="_blank"><strong>bit.ly/operanorecife</strong></a>; e, o segundo, no site do grupo de pesquisa Mar de Corais, no link: <strong><a href="https://sites.ufpe.br/grupomardecorais/" target="_blank">sites.ufpe.br/grupomardecorais</a></strong>. Ainda no mesmo dia, às 20h, o projeto encerra suas atividades com uma roda de conversa sobre o processo criativo, realizada na plataforma Google Meet, com limite de participação para até 100 pessoas e inscrição pelo link <strong><a href="https://bit.ly/rodaoperapossivel" target="_blank">bit.ly/rodaoperapossivel</a></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da ópera “Emparedadas”<br />
18 de abril de 2022 (segunda-feira)</p>
<p>às 12h: Estreia do Vídeo | Youtube &#8211; canal Ópera no Recife<br />
Link: <a href="https://bit.ly/operanorecife" target="_blank"><strong>bit.ly/operanorecife</strong></a></p>
<p>às 12h: Lançamento do e-book | Site grupo de pesquisa Mar de Corais<br />
Link: <strong><a href="https://sites.ufpe.br/grupomardecorais/" target="_blank">sites.ufpe.br/grupomardecorais</a></strong></p>
<p>às 20h: Roda de conversa sobre o processo criativo | Google Meet<br />
Link: <strong><a href="https://bit.ly/rodaoperapossivel" target="_blank">bit.ly/rodaoperapossivel</a></strong></p>
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		<title>Em vídeo, Coco Na Pisada do Mestre mostra suas vivências em comunidades do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2022 22:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[apresentações]]></category>
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		<description><![CDATA[O Coco Na Pisada do Mestre exibe em seu canal no YouTube, nesta segunda-feira (28), as apresentações do projeto &#8220;Fortalecendo a Periferia&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o vídeo traz as apresentações artísticas do grupo e as vivências socioculturais que foram realizadas em parceria com agentes das comunidades do Córrego Deodato [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/IMu88apLqZY" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O Coco Na Pisada do Mestre exibe em seu canal no YouTube, nesta segunda-feira (28), as apresentações do projeto &#8220;Fortalecendo a Periferia&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o vídeo traz as apresentações artísticas do grupo e as vivências socioculturais que foram realizadas em parceria com agentes das comunidades do Córrego Deodato (Clube de Mães Tia Regina) e Alto do Pascoal (Terreiro Ylê Axé Oxum Pandá), ambos na região metropolitana do Recife.</p>
<p>A iniciativa tem por objetivo possibilitar a continuidade das atividades artístico-culturais do grupo, fortalecendo seu território e oportunizando trabalho a agentes culturais, movimentando a cadeia produtiva da cultura nas periferias. Aperte o play e confira.</p>
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