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	<title>Portal Cultura PE &#187; videoarte</title>
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		<title>Milena Travassos apresenta trabalhos e recebe público para bate-papo</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 17:48:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106433" aria-labelledby="figcaption_attachment_106433" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-16-at-11.58.46.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106433" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-16-at-11.58.46-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Linguagens, videoarte de Milena Travassos</p></div>
<p>A artista Milena Travassos retoma os encontros com o público para as apresentações de suas últimas produções. Nas ocasiões Milena mostra o projeto <em>Sobre Linguagens</em>, desenvolvido a partir de pesquisas, experimentos e encontros dela com a artista Kilma Coutinho sobre as múltiplas variações da linguagem. O resultado é uma videoperformance e uma videoarte que podem ser conferidas neste sábado (18), às 15h, no auditório do Museu Aloísio Magalhães (Mamam &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista). Outro encontro acontece em Caruaru (Agreste), na quinta-feira (23), às 14h30, no Armazém da Criatividade (Rodovia BR-104, km 92, Nova Caruaru). E no dia 30, às 19h, na Garrido Galeria (Rua Samuel de Farias, 245, Santana), de volta ao Recife, a artista apresenta a performance inédita Sala de Jejum, desenvolvida em diálogo com o jardim da galeria.<br />
O projeto conta com a colaboração da audiodescritora Liliana Tavares, responsável pela gravação e inclusão da audiodescrição nos dois trabalhos. O trabalho de Milena Travassos tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), do Governo do Estado e da Prefeitura da Cidade do Recife (PCR).<br />
A videoperformance <em>Relâmpago-Trovão</em> é um desdobramento de um trabalho que Milena já havia feito com Kilma, em 2022, no Mamam. Kilma Coutinho é uma artista surda que se comunica por meio de libras fazendo com que essa língua fosse incorporada à poética do trabalho, além dos outros elementos explorados como luzes, pinturas, figurino, objetos e sons.<br />
Já na videoarte <em>Linguagens</em>, Milena escolheu trabalhar com fotografias antigas mantendo como ponto focal a ideia de linguagem expandida. Nas filmagens ela utilizou iluminação pontual e lentes de aumento para destacar partes das imagens, recortes afetivos de uma época passada da vida da artista. A artista trabalha a fala por meio de uma narrativa poética dando possibilidades de interpretações diversas. Aqui ela também traz como inspiração as reflexões de Giorgio Agamben sobre fogo, mistério, relato e literatura presentes no texto <em>O fogo e o relato</em>.<br />
A performance <em>Sala de Jejum</em> acontece no jardim da Garrido Galeria. O espaço acolhe uma diversidade de plantas e árvores que permearam o processo criativo do trabalho. A ação propõe uma experiência envolvendo elementos visuais, sons, luzes e narração. A ideia do jejum remete a um estado limiar entre o sono e o despertar, estado que provocaria uma atenção dilatada.<br />
Milena Travassos é artista visual, pesquisadora e professora. Doutora em comunicação (UFRJ-ECO), configuradora de imagens e criadora de correspondências. Sua produção envolve fotografia, videoarte, performance, instalação, videoperformance, videoinstalação, objeto e desenho. A cada nova pesquisa seu corpo transforma-se em outro. O espaço em que a artista se relaciona é dado importante para a construção desse outro corpo e de seus gestos. As ideias de narração, experiência e tempo mobilizam sua atual produção. Realizou diversas exposições individuais e coletivas.</p>
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		<title>Conheça 10 grandes destaques das artes visuais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 21:40:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, Pernambuco vive uma efervescência no campo das artes visuais. Por todo o Estado surgem nomes disruptivos e inovadores deixando importantes marcas e legados no fazer artístico local e nacional. São figuras plurais, que se debruçam sobre vivências que passam por questões de gênero, raça, sexualidade, territorialidade, ancestralidade e outras que acabam se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Nos últimos anos, Pernambuco vive uma efervescência no campo das artes visuais. Por todo o Estado surgem nomes disruptivos e inovadores deixando importantes marcas e legados no fazer artístico local e nacional. São figuras plurais, que se debruçam sobre vivências que passam por questões de gênero, raça, sexualidade, territorialidade, ancestralidade e outras que acabam se incorporando a estéticas igualmente plurais. A diversidade é encontrada em técnicas, suportes, discursos, cores, texturas e uma grande gama de elementos.</p>
<p>Conheça dez desses nomes que vêm deixando sua marca nas artes visuais pernambucanas:</p>
<p><strong>Thalyta Monteiro e o corpo no mundo</strong></p>
<p>Artista de Belo Jardim, Thalyta Monteiro vem se dedicando à arte há alguns anos, em especial desde quando começou sua formação no curso de artes visuais pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), concluído em 2018, começando um caminho pela pesquisa antes de sua imersão no fazer artístico de fato. A partir de então, realiza um trabalho atravessado por seu cotidiano, a relação de seu corpo no mundo, no território em que habita, suas relações com sonhos, lembranças e pessoas. Nesse caminhar, a recorrência da natureza e da imaterialidade dos sentimentos é algo sempre presente nesse fazer artístico.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/imagemfinal.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105210" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/imagemfinal-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>Dentro dessa experiência artística vem se dedicando ao que chama de “processo manual e ritualístico da pintura e da linoleogravura”. Cada trabalho, a partir de seu processo de pesquisa, é o que dita qual será seu suporte. Suas obras vêm abraçando materiais que passam por pedaços de ruínas, objetos vestíveis de pedras e raízes, além de experimentações com fotoperformances.</p>
<p dir="ltr">Em sua trajetória vê como grande desafio manter a constância nos trabalhos diante da realidade imposta aos trabalhadores da cultura do País, atuando também como arte educadora, assim como também manter os estudos. Ao mesmo tempo enxerga como uma conquista a possibilidade de poder manter sua pesquisa e produção artística vendo-a chegar em pessoas por meio de projetos e espaços que nunca imaginou que poderia alcançar. Um desses mais recentes foi a exposição r e at a r, montada na Galeria Galpão dentro da programação do 31º Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/thalyta2fim.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105211" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/thalyta2fim-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>Alisson Nogueira: a memória, o arquivo e a luta contra o esquecimento</strong></p>
<p>Natural do povoado de Vermelhos, em Lagoa Grande, interior de Pernambuco, Alisson Nogueira via a arte entrar em casa desde a infância, por intermédio de sua mãe, desde as pinturas que ela fazia nas salas de aula em que trabalhava, também passando pela costura de roupas e tecidos, além dos trabalhos com ornamentação de eventos. Viveu em um ambiente permeado por sons de máquinas de costura, cheiros de tinta e materiais de desenho. Desde pequeno tinha afeição por desenho, poesia e música.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/A-Popular-2022-óleo-s_-tela-40x40cm.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105213" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/A-Popular-2022-óleo-s_-tela-40x40cm-488x486.jpg" width="488" height="486" /></a></p>
<p>Mas o fazer arte nem sempre foi uma realidade. Passou muito tempo da vida, por mais que tivesse um desejo pulsante e estímulos externos, acreditando que trabalhar como artista não era uma realidade condizente com a sua, buscando o que chama de “caminhos mais formais”. Mas sempre com processos criativos fazendo questão de marcar presença nessa caminhada, o que o leva a iniciar a graduação em artes visuais no ano de 2017, em Petrolina.</p>
<p>Desde então Alisson desenvolve um trabalho partindo da investigação e da reflexão entre arquivo, território, saber popular e narrativas autobiográficas e familiares. Atualmente realiza o que chama de “reflexões obsessivamente dentro do campo da pintura a óleo”, lidando com uma das técnicas mais tradicionais e buscando construir uma semântica própria dentro do imaginário das questões que lhe são urgentes em uma cruzada contra o esquecimento. Ele retrata cenas da história de sua família, assim como o que chama de “memórias íntimas atreladas a um imaginário popular nordestino-bicha-latino americano.</p>
<p dir="ltr">Entre os grandes desafios da trajetória está a busca constante por espaços expositivos formais, aparelhos culturais e políticas locais voltadas às artes visuais, na luta “geográfica e simbólica” para construir diálogos com espaços para além da internet. Entre seus orgulhos estão a realização de exposições como Antes do Meu Primeiro Adeus, seu trabalho de conclusão de curso, assim como a participação em exposições coletivas, como Vamo Logo que Lá Fora Já Tão Chamando no Museu da Imagem e do Som de Campinas, o Salão Sesc de Arte Contemporânea – Único 2020 (Sesc-PE) e a 9° edição da Mostra Flutuante de Artes Visuais Antes que Tudo Vire Cinzas, (Sesc Petrolina).</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Tenho-miedo-Cariño_-2023-Óleo-S_-Tela.-160cm-x-140cm.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105212" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Tenho-miedo-Cariño_-2023-Óleo-S_-Tela.-160cm-x-140cm-607x450.jpg" width="607" height="450" /></a></p>
<p dir="ltr"><strong>Ratinho e a renovação do barro caruaruense</strong></p>
<p>Rafael Costa Pereira, Ratinho, teve seu primeiro contato com o barro ainda criança, na beira do Rio Ipojuca, onde fazia suas primeiras esculturas ao lado de amigos. Logo em seguida, em uma ida à feira para levar o almoço de sua avó, deparou-se com uma máscara de la ursa vermelha, que despertou seu fascínio, descobrindo logo que era feita de barro, papel e cola. Começou então a fazer as suas por conta própria e vender no Carnaval aos 12 anos de idade. Esses foram alguns dos primeiros episódios que plantaram a semente do fazer artístico dentro de si.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/ratinho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105215" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/ratinho-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>Ao trabalhar como auxiliar em um projeto de fotografia de um amigo subiu o Alto do Moura e conheceu Mestre Vitalino. O barro vermelho, cuja queimada foi explicada pelo mestre, foi mais que um elemento de fascínio: tornou-se o grande estopim para sua caminhada artística. Hoje em dia possui 208 peças autorais criadas, sempre fugindo da repetição, pois “não sente prazer em criar o que já foi criado”. Do barro também partiu para as telas, sejam aquelas que recebem tinta como as que recebem luz, atuando como roteirista e cineasta.</p>
<p>Em seu trabalho com o barro busca inovar na materialidade trazendo elementos como ossos bovinos e dentes caprinos: “Gosto de trazer o que está morto para a vida novamente em uma nova matéria, a partir da arte”. Hoje se orgulha de conseguir sustentar sua família com seu fazer artístico e de ter obras suas em acervos de importantes colecionadores, assim como sua presença anual em grandes feiras, como a Fenearte.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/rarinho.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105214" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/rarinho-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p><strong>Marcela Camelo e os novo suportes para a imagem</strong></p>
<p>Cria de Garanhuns, Marcela não consegue apontar um ou outro caminho que a levou para a arte sendo uma verdadeira confluência de encontros na vida que a colocaram nesse lugar. De um ponto de vista subjetivo vê influências da própria forma a qual enxerga a vida, identificando-se com o ato de criar e partilhar, além da busca por liberdade e coragem. Já por um lado mais objetivo teve uma aproximação por meio do contato com iniciativas formativas,  como as oficinas promovidas pelo Festival de Inverno de Garanhuns, ou o contato próximo com a resistência de expressões da cultura popular, como as rezadeiras e a banda de pífanos de Trapiá, comunidade rural de origem de seu pai.</p>
<p>E seu caminhar desde então na arte é múltiplo, passando por expressões e suportes plurais. Contudo, dedica-se a experimentações em vídeo, com videoarte e videoinstalações. Atualmente vem realizando pesquisas com imagens autoestereoscópicas – método de exibição de imagens em três dimensões sem a necessidade de suportes como óculos ou capacetes –, em especial com suportes chamados lenticulares. Nessa caminhada, na qual enxerga a própria técnica como uma estética em si, busca fugir da literalidade entrando em questões da região de seu convívio, passando por questões de gênero e discussões políticas e explorando artefatos analógicos e digitais.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105216" alt="marcelacamelo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo-607x366.jpeg" width="607" height="366" /></a></p>
<p dir="ltr">Atualmente vê como grandes desafios a precarização dos espaços e de algumas dinâmicas de determinados campos da arte. Ela busca ativamente subverter esse cenário construindo “um próprio campo nas experiências coletivas e na própria arte-educação”. No momento vem realizando uma conciliação de uma metodologia de pesquisa artística com a acadêmica.</p>
<p>Em sua trajetória venceu prêmios, como o do 48º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, além de sua participação em eventos como a Bienal de Países de Língua Portuguesa, uma residência na Bienal de Cerveira, em Portugal, além da participação em exposições de galerias do Sesc e outros espaços. Também integrou o coletivo Branco do Olho, no qual teve grandes aprendizados a partir da aproximação com outros artistas. “As artes plásticas me encorajaram a entrar na universidade, cursar a licenciatura, percorrer um caminho que me proporcionasse autonomia e me levou para a educação”, relata.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105217" alt="marcelacamelo2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/marcelacamelo2-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>Brenda Bazante: de modelo a criadora</strong></p>
<p>A jornada de Brenda Bazante na arte começa em 2013, quando realizou seu primeiro trabalho como modelo vivo, trabalhando com nomes como Vi Brasil e Chico Ludemir, em espaços como o Centro de Articulação dos Saberes Artísticos, o Grupo Risco e outras iniciativas que estreitaram seu contato com o fazer artístico. Impulsionada por isso, começou sua graduação em artes visuais no ano de 2015 dando início a uma caminhada que passaria por diversos suportes, discursos e vivências.</p>
<p>Nos primeiros anos interessou-se pela arte cinética culminando na exposição Galhos, formada por diversas esculturas cinéticas que, ao se moverem, representavam árvores, pássaros, borboletas e outros elementos presentes em árvores criminalmente podadas ao longo do ano de 2016. Ela foi montada em espaços como o Museu do Homem do Nordeste, o Engenho Massangana e a Torre Malakoff.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105218" alt="brendabazante" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante-312x486.jpeg" width="312" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Já a partir de 2020 decide colocar em diálogo sua arte com suas vivências enquanto uma mulher trans. “A partir de narrativas autobiográficas passei a criar a partir de minhas experiências tendo a performatividade trans e travesti como tema central”, explica. A partir de então passou a introduzir tanto as imagens de seu corpo quanto suportes e técnicas diversas no processo criativo. Entram em cena a papietagem e o papel machê, a fotomontagem, a pintura com lápis de cor, tinta acrílica e giz pastel oleoso e o bordado. Nesse processo criativo tanto o figurativo quanto o abstrato são abraçados.</p>
<p>Atualmente deseja expandir os horizontes de sua prática artística alcançando espaços nacionais e internacionais assim como o do mercado da arte. É o que a leva a explorar novas técnicas e suportes com um desejo de se aprofundar na fotografia, pintura e escultura, assim como também planeja expandir seu ateliê pessoal. Como maior conquista fala sobre seu amor pela prática que vem desenvolvendo, além do carinho por trabalhos como Galhos e suas andanças por Pernambuco, além da participação em diversos projetos artísticos importantes pelo estado.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105219" alt="brendabazante2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/brendabazante2-421x486.jpeg" width="421" height="486" /></a></p>
<p><strong>Abiniel Nascimento: dos álbuns de família às performances contra-históricas</strong></p>
<p>Mais do que registros, as fotos dos álbuns de fotografias de sua avó parteira contavam um amontoado de histórias para Abiniel, que sempre as absorveu plantando as primeiras sementes de seu interesse por narrativas familiares e territoriais. Em 2013 começa sua caminhada artística por meio da fotografia. Alguns anos depois expande seus horizontes e, a partir de 2017, começa a fazer seu trabalho circular, principalmente por meio da performance, influenciado por sua entrada na universidade, onde inicia seus processos curatoriais e de pesquisa em arte.</p>
<p>Atualmente seu grande interesse reside na utilização da arte enquanto uma ferramenta narrativa contra-histórica. Utiliza seus processos para entender seu lugar no mundo enquanto uma coletividade, assim como também desenvolve uma busca em tensionar imaginários da história da arte dita oficial e seus cânones, entendendo se tratar de um imaginário que foi construído pelo atropelamento das narrativas originárias do país.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105220" alt="abiniel2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2-607x341.png" width="607" height="341" /></a> <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/7.-Maquinário-da-ausência-vista-da-obra.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105221" alt="7. Maquinário da ausência (vista da obra)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/7.-Maquinário-da-ausência-vista-da-obra-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">A partir de então sua obra é atravessada por conceitos como existência e extinção, visibilidade e invisibilidade, memória e esquecimento. Morte e vida sempre atravessam seus trabalhos.</p>
<p>Com suas caminhadas dentro da fotografia e da performance seu trabalho acaba então sendo bastante influenciado pelo corpo e pela imagem. Seus suportes abarcam materiais orgânicos e aparelhagem performáticas, com a fotografia e o audiovisual entrando em cena, assim como os arquivos enquanto matéria de investigação, reprodução e “dessignificação”.</p>
<p>Enquanto artista independente trava a já conhecida luta por espaços e circulação de suas criações, assim como também por apoio para se dedicar às pesquisas que resultam em suas obras. Mas, dentro desse cenário de desafios, orgulha-se de criar “possibilidades críticas de entendimento do mundo”, além de estar em contato com pessoas com quem pode compartilhar essa trajetória, circulando por residências, exposições, salões de arte, publicações e debates.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105220" alt="abiniel2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/abiniel2-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p><strong>Mitsy Queiroz e a materialidade da fotografia analógica</strong></p>
<p>O mergulho que Mitsy Queiroz empreende na fotografia analógica é um abraço completo a tudo que ela, enquanto material físico no mundo, possui. A obsolescência, as avarias, o emprego das circunstâncias contrárias a seu favor são alguns dos elementos incorporados em seu trabalho e suas narrativas, mediando sua aproximação com a arte. “Ser um artista trans racializado é compreender que os processos criativos de arte e vida são inseparáveis. Nossas metodologias de vida são muito próximas àquelas que empregamos em nosso fazer artístico”, explica.</p>
<p>Seu interesse pela fotografia veio de sua participação em fotoclubes, enquanto espaços de trocas de saberes e perspectivas sobre o ato de fotografar, grande faísca em seu desejo de mergulho nessa linguagem. Realiza trabalhos nesse sentido, há mais de uma década, em um processo que concilia seu fazer artístico e acadêmico, que se retroalimentam.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/As-ilhas-alagadas-do-Pina-3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105222" alt="As ilhas alagadas do Pina (3)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/As-ilhas-alagadas-do-Pina-3-479x486.jpeg" width="479" height="486" /></a></p>
<p>A partir de então desenvolve esses trabalhos colocando em reflexão a materialidade da fotografia analógica estabelecendo conexões também com seu estar e o de seu corpo no mundo. Por exemplo: um álbum de infância tem sua própria imagem transformada pela presença de fungos, uma transformação que acaba dialogando com as expectativas do que viria a ser Mitsy.</p>
<p dir="ltr">Contudo, a linguagem fotográfica não encerra seus desejos de criação, com uma dedicação também a expressões como videoarte, instalações, desenhos, cadernos de criação e escrita poética. Seu trabalho o colocou em diálogos e trocas que classifica como “muito generosas” com o público, participando também de debates, mesas redondas e outras formas de troca pedagógica.</p>
<p>Seu trabalho também já circulou em diversos espaços pelo País, com participação em residências artísticas como na ocasião do Sesc Confluências em 2018-2019; em feiras de arte como SP-Arte e SP-Foto em 2020; e em programas de comissionamento de obra como Solar dos Abacaxis 2022 para exposição no MAM-Rio e o programa Atos Modernos 2021-2022, que inaugurou uma parceria da Coleção Ivani e Jorge Yunes com a Pinacoteca de São Paulo.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Películas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105223" alt="Películas" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Películas-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong> Yuri Bruscky, a imaterialidade e o som</strong></p>
<p>A música foi a porta de entrada para Yuri na arte. Durante a adolescência tocava em bandas punk e editava fanzines, começando o trabalho com colagens. Pouco depois entrou em contato com a poesia concreta incorporando ações plásticas em suas ações artísticas. Assim desenvolve sua trajetória, tendo o som como articulador de tudo, indo para além de contextos estritamente musicais, com experimentações em diversos suportes e linguagens (instalações, performances, livros de artista, intervenções urbanas, discos-objeto).</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-O-Grande-Acordo-Nacional-disco-objeto-2018-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-105225" alt="Yuri Bruscky - O Grande Acordo Nacional (disco-objeto, 2018) (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-O-Grande-Acordo-Nacional-disco-objeto-2018-1-561x486.png" width="561" height="486" /></a></p>
<p>“Parte considerável do meu trabalho orbita em torno das interseções entre ruído, linguagem, mediações tecnológicas e práticas cotidianas. Me interessa bastante perceber as dinâmicas comunicativas, políticas e tecnológicas que dão tessitura ao mundo da vida cotidiana que partilhamos intersubjetivamente. E como pensá-las a partir dos meios e mediações do som e da linguagem”, explica Bruscky. A partir de então ele exercita esse interesse entre a imaterialidade e a incorporação da própria estrutura e forma como elementos expressivos, utilizando a metalinguagem, “modos e processos não convencionais de produção e fruição”.</p>
<p>Nesse caminhar ele busca construir espaços de experimentação e redes de intercâmbio e colaboração de maneira a interferir de modo pujante no debate público da cultura e da política. Mantém, desde 2010, o selo/editora Estranhas Ocupações, por meio do qual lança discos e publicações e organiza performances. Também é cocriador dos festivais de arte sonora Rumor e Muído, assim como do seminário e programa de residências artísticas (Entre) Lugares Sonoros, e coautor do livro História da Poesia Visual Brasileira.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-Heterotopia-A-escuta-em-situação-2019.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105224" alt="Yuri Bruscky - Heterotopia (A escuta em situação) (2019)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Yuri-Bruscky-Heterotopia-A-escuta-em-situação-2019-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p><strong>Lu Ferreira e o jazz como guia artístico</strong></p>
<p>A aproximação da arte de Lu Ferreira, artista nascido em Jaboatão dos Guararapes, residindo em Olinda há três anos, nasce de sua aproximação e fascinação pela “inutilidade das coisas”. Desde antes de se ver como um artista possuía um forte interesse pela ideia do inútil, enxergando sentidos em tudo aquilo que poderia ser classificado como sem sentido, a partir de novos olhares e diálogos.</p>
<p>Diante desse olhar, que busca retirar as coisas de restrições e limitações, encontrou na liberdade estética e conceitual do jazz um fio condutor para suas criações que o permite trafegar por diferentes sensações, cores, texturas, suportes e linguagens. “O jazz dá uma liberdade por diferentes sensações, texturas, sentimentos, cores. É daí que vem meu trabalho Objetos não ditos e inauditos e aquilo que não se fala, não se explica, partindo dessa minha relação com a música”, afirma.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Objetos-Não-Ditos-e-Inauditos.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105227" alt="Objetos Não Ditos e Inauditos" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/Objetos-Não-Ditos-e-Inauditos-482x486.jpeg" width="482" height="486" /></a></p>
<p>Ele desenvolve trabalhos que bebem na fonte do dadaísmo, da pintura, das instalações, da colagem e da poesia concreta. Nesse sentido sua obra investiga uma gama de elementos que vão desde a ordem, células do corpo humano, corpos transitando pela cidade, a transmutação de objetos (em especial, desenvolve um trabalho com a fita crepe nesse sentido), além de tudo aquilo que não pode ser dito, mas que se expressa na tela.</p>
<p>“O artista se apropria da inutilidade e hoje a arte discute a inutilidade, que não é mais viável no senso comum. A gente dá vazão a isso, dá importância. Meu trabalho deságua nessa relação objeto-cultura-dadaísmo em outras plataformas”, explica.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/lu2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105226" alt="lu2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/lu2-607x471.jpg" width="607" height="471" /></a></p>
<p><strong>Caetano Costa, a palavra, o corpo e a reinvenção dos materiais</strong></p>
<p>Se hoje Caetano Costa tem seu fazer artístico transitando por diferentes linguagens e suportes há elementos de sua infância na cidade de Paulista que já demonstraram essa aptidão. Do pai eletricista pegava escondido a caixa de ferramentas e reinventava objetos que encontrava pela rua e no quintal de casa. Da mãe professora veio o encanto pela palavra, passando a escrever textos e poemas ilustrados por colagens. Na adolescência se aproximou do teatro, o que o coloca também em contato com a performance, além de sempre frequentar os eventos de cultura popular do bairro.</p>
<p>Caetano chegou a cursar design de moda, mas decidiu que sua criatividade necessitava de mais suportes e partiu então para as artes visuais. “Era um campo que eu flertava, mas não acreditava que era para mim. Essa ideia de uma persona artística me parecia muito distante para um jovem de periferia como eu”, relembra.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105228" alt="cae" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr"> Assim deu continuidade a curiosidade de infância pelos objetos de seu entorno enquanto suportes de criação. Ele enxerga esse gesto como uma forma de fugir da ideia de que o artista precisa esperar um momento de inspiração para criar. A criação é um exercício e trabalhar com os materiais que se tem disponíveis – inclusive o próprio corpo – é uma forma de seguir exercitando isso.</p>
<p>Nesse caminhar tudo pode ser fonte de inspiração: pessoas na rua, sentimentos momentâneos, acontecimentos do mundo, memes, as ferramentas da publicidade e das teorias da comunicação. Tudo pode encontrar vazão no papel, nos tecidos, nas intervenções urbanas, nas performances, na videoarte e nas diversas outras formas de expressão. Seu trabalho já circulou pelo País e pelo mundo, em países como a África do Sul, por exemplo, colocando-o em contato com outros artistas e expandindo seus horizontes criativos.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-105229" alt="cae2" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/09/cae2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<item>
		<title>Mostra Play The Movie lança convocatória para mostras competitivas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-play-the-movie-lanca-convocatoria-para-mostras-competitivas/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2021 21:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[videoarte]]></category>
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		<description><![CDATA[A Mostra Play the Movie está com inscrições abertas. Sua 14ª edição será em formato online e traz três convocatórias inéditas: obras audiovisuais, produção de videoclipes independentes e apresentação de cine-concertos de bandas e artistas pernambucanos. Já as categorias curtas e vídeoarte estão abertas para artistas de todo o Brasil. As inscrições acontecem até 18 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/play-the-movie-8019904656_a2c5fd88ba_o.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-86994" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/play-the-movie-8019904656_a2c5fd88ba_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A Mostra Play the Movie está com inscrições abertas. Sua 14ª edição será em formato online e traz três convocatórias inéditas: obras audiovisuais, produção de videoclipes independentes e apresentação de cine-concertos de bandas e artistas pernambucanos. Já as categorias curtas e vídeoarte estão abertas para artistas de todo o Brasil. As inscrições acontecem até 18 ou 25 de agosto (dependendo da categoria) pelo site<strong> <a href="http://www.coquetelmolotov.com.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.coquetelmolotov.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1628969210181000&amp;usg=AFQjCNH0tTK-pZh1x-azAOG7JjxccM1Z8Q">www.coquetelmolotov.com.<wbr />br</a></strong>.</p>
<p>Serão selecionadas 15 obras audiovisuais, sendo até 10 curtas e 5 obras de videoarte que vão compor a programação da Mostra. Cada uma das obras selecionadas receberá o valor de R$ 100 para exibição on-line no evento.</p>
<p>O evento ocorre entre os dias 29 de setembro e 3 de outubro, em formato híbrido com oficinas presenciais em Belo Jardim e on-line. Além disso, contará com a criação de um portal com sessões de filmes, cine-concertos, clipes selecionados e uma exibição de filmes ao ar livre.</p>
<p><b>Curtas e Videoarte</b> - A Mostra Play The Movie oferece a realizadores de todo o país uma convocatória própria de curtas metragens (em formato de ficção e documentário) e para obras de videoarte. As obras inscritas deverão possuir no máximo 20 minutos de duração, tendo que ser produzidas e/ou lançadas a partir de janeiro de 2020. Os curtas devem trazer a música como temática, englobando histórias de ficção ou documental que falem sobre artistas, cenas musicais e assuntos correlacionados.</p>
<p><b>Videoclipes </b>- Voltado a realizadores e artistas do Nordeste, a Convocatória de Incentivo à Produção de Videoclipes vai selecionar seis propostas distintas com uma ajuda de custo para complementar a produção ou finalização de um videoclipe inédito.</p>
<p>As obras musicais a ganharem videoclipe deverão ser de composições próprias de artistas de algum dos estados da região Nordeste, com imagens de captação própria ou de arquivo pessoal, sem o uso de imagens de terceiros.</p>
<p>O resultado da seleção ocorre até o dia 25 de agosto e o videoclipe finalizado deve ser enviado para exibição na mostra até o dia 15 do mês seguinte.</p>
<p><b>Cine-Concertos </b>- Uma das marcas da Mostra Play The Movie ganha seu primeiro edital de convocatória este ano e consiste na realização de cine-concertos, onde bandas e artistas se apresentam ao vivo com uma projeção de filmes que combinam músicas em sincronia com imagens em movimento. A mostra vai selecionar três atrações dentre os inscritos, sendo duas da cidade de Belo Jardim e mais uma de outra cidade pernambucana.</p>
<p>As propostas dos cine-concertos deverão vir com indicação das músicas a serem executadas ao vivo junto à projeção de imagens a serem selecionadas em conjunto com a produção do evento. Os selecionados vão gravar sua apresentação musical em vídeo em data e local a ser combinado pela produção do evento que também estará encarregada da captação de áudio e vídeo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
14ª Mostra Play The Movie<br />
30 de setembro a 3 de outubro de 2021</p>
<p>DATAS DE INSCRIÇÃO DAS CONVOCATÓRIAS</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Cine-concertos</span> </b><br />
Início das inscrições: 9 de agosto<br />
Último dia das inscrições: 18 de agosto<br />
Resultado: 20 de agosto</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Incentivo à Produção de Videoclipes</span>  </b><br />
Início das inscrições: 9 de agosto<br />
Último dia das inscrições: 18 de agosto<br />
Resultado: 25 de agosto</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Curtas e videoarte</span> </b><br />
Início das inscrições: 9 de agosto<br />
Último dia das inscrições: 25 de agosto<br />
Resultado: 10 de setembro</p>
<p><b>Ficha de inscrição e regulamento</b>: <strong><a href="http://www.coquetelmolotov.com.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.coquetelmolotov.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1628969210181000&amp;usg=AFQjCNH0tTK-pZh1x-azAOG7JjxccM1Z8Q">www.<wbr />coquetelmolotov.com.br</a></strong></p>
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		<title>Camila Storck e Carol Merlo apresentam a videoarte &#8220;Ventre: um retorno à terra&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/camila-storck-e-carol-merlo-apresentam-a-videoarte-ventre-um-retorno-a-terra/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2021 17:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc em Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Ventre: um retorno à terra]]></category>
		<category><![CDATA[videoarte]]></category>

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		<description><![CDATA[As artistas Camila Storck e Carol Merlo lançam neste domingo (9), às 9h, a videoarte “Ventre: um retorno à terra”, no YouTube. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto busca retomar uma intervenção urbana, que ocorreu em 2013, nas margens do Rio Capibaribe, em Recife, quando as artistas depositaram no mangue [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_84321" aria-labelledby="figcaption_attachment_84321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Bia Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/Ventre-Um-Retorno-à-Terra-Crédito-Bia-Lima.jpg"><img class="size-medium wp-image-84321" alt="Bia Lima " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/Ventre-Um-Retorno-à-Terra-Crédito-Bia-Lima-607x339.jpg" width="607" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">Contempladas pela Lei Aldir Blanc PE, artistas retomam a intervenção artística “Paisagem do Capibaribe”, 2013, e refletem sobre as memórias atravessadas pelos corpos que se tornaram maternos</p></div>
<p>As artistas Camila Storck e Carol Merlo lançam neste domingo (9), às 9h, a videoarte “Ventre: um retorno à terra”, no YouTube. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto busca retomar uma intervenção urbana, que ocorreu em 2013, nas margens do Rio Capibaribe, em Recife, quando as artistas depositaram no mangue letras de argila, coletadas e feitas por elas, constituindo a palavra VENTRE, apresentado na Mostra ArTTrainee, na galeria Bê Cúbico, no mesmo ano.</p>
<p>O vídeo apresentado naquela época, &#8220;Paisagem do Capibaribe”, teve como referência o poema de João Cabral de Melo Neto, “O cão sem plumas&#8221;, servindo como ponto de partida para a criação da performance no rio, que comunicasse natureza, corpo e cidade: &#8220;O barro modelado à mão se transforma em palavra. O rio que reveste o mangue incorpora à paisagem. Berço do mar&#8230; esponja onde brota vida, espaço potente entre fronteiras. No âmago urbano, uma ação. Confronto entre os limites cambiantes do que está à margem. O ventre, o seio da terra, a cidade fecundada corre no fluxo do tempo.&#8221;</p>
<p>Durante a ação foram feitos vários registros por diferentes pessoas. Alguns deles foram usados na montagem de “Paisagem do Cabibaribe”, mas grande parte desse material ficou guardado somente como memória do processo. Após sete anos dessa produção, as artistas decidiram retomar esse acervo, deparadas com a potência da fertilidade &#8211; as duas se tornaram mães nesse hiato de tempo &#8211; para explorar as temáticas sobre o feminino, a maternidade e a relação desses novos corpos como lugares de passagem/atravessamento dessas paisagens.</p>
<p>Com o subsídio da LAB-PE, foi realizada uma segunda ação, na praia, em Barra de Mamanguape, Paraíba, paisagem que referencia o infinito: do deságue do rio, convidando o espectador a traçar um percurso que vem das margens, segue no fluxo profundo e expande na imensidão, trazendo a experiência do (re)encontro e das eternas partidas. Confira um <em>teaser</em> do projeto:</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/COYXFn7nxVp/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/COYXFn7nxVp/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
<div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
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</div>
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/COYXFn7nxVp/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por VENTRE: Um retorno à terra (@um_retorno_a_terra)</a></p>
</div>
</blockquote>
<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre as artistas</strong></span></p>
<p><strong>Camila Storck</strong> (1989) é mãe de Morena (2015), artista e educadora. Mineira, reside em Recife há alguns anos. Formou-se em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG, com habilitação em Artes Gráficas; e especializou-se em Arte Educação pelo Senac-SP. Atua como professora de Arte da rede privada com educação infantil e séries iniciais. É co-fundadora da Varal, coletivo que integra ações educativas de Arte para crianças e educadores. Sua pesquisa transita em torno das publicações dos livros de artista e fotolivros, como suportes para narrativas da imagem; e dos livros ilustrados como objetos disparadores de leitura e produção artística. No seu percurso profissional, atuou também como arte educadora em espaços de educação não formal. Sua produção passa pela fotografia, vídeo, fotolivro, desenho e intervenção urbana.</p>
<p><strong>Carolina Merlo</strong> (1983) é mãe de Nina há quatro anos. Formada em gravura pela EBA.UFMG, atua como ilustradora desde 2011. Ilustrou livros infantis para ed.RHJ e Ed. Fino Traço. Em 2013, morou em Olinda, fazendo intercâmbio na UFPE. Em 2015 trabalhou como arte educadora em seis comunidades de Belo Horizonte, no Projovem. Trabalha há cinco anos como facilitadora de oficinas e produção de arte nos CCs da rede de saúde mental do SUS. Recentemente tem dedicado parte do seu tempo pesquisando a costura e criação de bonecos de pano.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento videoarte “Ventre: um retorno à terra”, de Camila Storck e Carol Merlo<br />
Quando: 9 de maio de 2021 (domingo), às 9h<br />
No Youtube (o link ficará disponível no dia, na bio do IG <a href="https://www.instagram.com/um_retorno_a_terra/" target="_blank"><strong>@um_retorno_a_terra</strong></a>)</p>
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		<item>
		<title>Videoarte &#8220;Sethico&#8221; discute racismo nos espaços públicos recifenses</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/videoarte-sethico-discute-racismo-nos-espacos-publicos-recifenses/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2021 21:58:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc em Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Nexto]]></category>
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		<category><![CDATA[Sethico]]></category>
		<category><![CDATA[videoarte]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrando pelo Capibaribe, uma figura com uma máscara africana da etnia Fang, que era utilizada em rituais de julgamento, começa a visitar alguns pontos do Recife. Lugares como um mercado construído sobre um cemitério de pessoas escravizadas; um ponto de desova de africanos que não sobreviveram à travessia nos navios negreiros e uma antiga casa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83720" aria-labelledby="figcaption_attachment_83720" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/SETHICOMARCOZEROcreditoCamilaSilva.jpg"><img class="size-medium wp-image-83720" alt="Camila Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/SETHICOMARCOZEROcreditoCamilaSilva-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A performance passa por espaços públicos da cidade, como Cruz do Patrão, Ponte de Ferro, Igreja do Rosário dos Homens Pretos, Praça do Carmo do Recife, Casa da Cultura, Mercado da Boa Vista e Marco Zero</p></div>
<p>Entrando pelo Capibaribe, uma figura com uma máscara africana da etnia Fang, que era utilizada em rituais de julgamento, começa a visitar alguns pontos do Recife. Lugares como um mercado construído sobre um cemitério de pessoas escravizadas; um ponto de desova de africanos que não sobreviveram à travessia nos navios negreiros e uma antiga casa de detenção construída por mãos pretas e que aprisionou negras e negros escravizados e “criminosos livres”. Em cada um desses pontos, ele cola um lambe-lambe que evidencia os tentáculos do racismo em Pernambuco, da colônia e a escravização à covid-19, com 72% das mortes pela doença sendo de pessoas pretas e pardas. Essa é a proposta da videoarte Sethico, realizada pelo Núcleo de Experimentações em Teatro do Oprimido (Nexto), que estreia no sábado (24), às 19h, no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/channel/UC-NQOQY_7-zvXQdIKoPwvXQ" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UC-NQOQY_7-zvXQdIKoPwvXQ</strong></a>) do grupo e em seu site (<a href="www.nextope.com" target="_blank"><strong>www.nextope.com</strong></a>).</p>
<p>Sethico é dirigido e protagonizado por Wagner Montenegro, nascendo a partir de reflexões sobre si e sobre o estar no mundo enquanto um corpo negro. O processo de criação contou com uma intensa pesquisa, realizada ao lado de Andréa Veruska (também roteirista e fundadora do Nexto) e orientada pela cineasta Danielle Valentim, engatilhada pela peça Revolução na América do Sul, de Augusto Boal, fundador do Teatro do Oprimido, passando também por leituras de nomes como Grada Kilomba, Frantz Fanon, Abdias do Nascimento, Kênia Freitas, Jared Sexton e David Le Breton, em textos sobre afrofuturismo, afropessimismo, performance e cultura visual. Tudo acaba sendo amarrado à filosofia que orbita o deus egípcio Seth, que inspira a entidade protagonista do projeto e seu título.</p>
<p><em>“No Antigo Egito, Seth é o deus do caos. Não o caos que estamos vivendo, de massacre da vida negra, indígena, diaspórica e dissidente. Não o caos da opressão e da exploração, mas o caos primordial que põe a vida em ordem. É Seth quem protege e quem destrói o mal. Ele é capaz de criar e controlar as tempestades; de secar a terra e criar oásis no deserto. É Seth o condutor da barca solar do deus Rá, que é o símbolo da própria vida na Terra. Seth também tem o trabalho de ajudar as almas a caminho do céu e, todas as noites, luta contra a serpente Apóphis – o próprio caos. É por conseguir matar Apóphis todas as noites que o mundo ainda não foi devorado pelo caos”</em>, explica Wagner.</p>
<p>O projeto então une simbolismo, alegorias e discursos diretos em uma experiência sensorial que confere às ruas do Recife uma atmosfera de desconforto, que emana daqueles espaços que carregam as cicatrizes de uma violência que se perpetua desde os primórdios do país e do estado. Eles são: Cruz do Patrão, Ponte de Ferro, Igreja do Rosário dos Homens Pretos, Praça do Carmo do Recife, Casa da Cultura, Mercado da Boa Vista e Marco Zero. Os lambes colados por esses pontos foram produzidos por Filipe Gondim e a performance teve Breno César na direção de fotografia, com trilha sonora original de Rafaella Orneles e Nino Souza. Já o figurino é da dupla senegalesa Ousmane Diop e Abdoulaye Dit Goumb Sow, com a máscara da Coleção Casa Africana. A videoarte é realizada com recursos da Lei Aldir Blanc Pernambuco. No dia 30 de abril, o projeto irá lançar um catálogo com ilustrações criadas por Wagner a partir das reflexões sobre os lugares de memória da escravização no Recife a partir da realização da videoarte.</p>
<p><strong>SOBRE O NEXTO -</strong> O Núcleo foi fundado pelos atores e arte/educadores Andréa Veruska e Wagner Montenegro em 2012, após anos de pesquisas e iniciativas em Teatro do Oprimido, método teatral elaborado por Augusto Boal nos anos 1970. Desde então, o coletivo realiza laboratórios, pesquisas, oficinas, criações artísticas e intercâmbios no Brasil e no exterior. O último trabalho audiovisual do grupo foi a websérie Ferida, permeada por performances e entrevistas que giram em torno das violências de gênero.</p>
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		<title>Crítica: GeoPoesis, de Zé Diniz e Fred Nascimento</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/critica-geopoesis-de-ze-diniz-e-fred-nascimento/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2018 17:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[luiz joaquim]]></category>
		<category><![CDATA[videoarte]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Diniz]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim Poesia não se traduz. Não se explica. Sente-se. Ou não. GeoPoesis, filme de Zé Diniz e Fred Nascimento, que venceu em primeiro lugar na categoria ‘Videoarte/Experimental’ da competitiva geral no 20º Festcine, situa-se nesse espaço em que qualquer tentativa de tradução ou explicação seria ingênua. Por que não dizer, desnecessária. Como experimento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65711" aria-labelledby="figcaption_attachment_65711" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/geopoesis.jpg"><img class="size-medium wp-image-65711" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/geopoesis-607x365.jpg" width="607" height="365" /></a><p class="wp-caption-text">O curta ficou em 1º lugar na categoria de videoarte/experimental.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong><b></b></p>
<p>Poesia não se traduz. Não se explica. Sente-se. Ou não. <i>GeoPoesis</i>, filme de Zé Diniz e Fred Nascimento, que venceu em primeiro lugar na categoria ‘Videoarte/Experimental’ da competitiva geral no 20º Festcine, situa-se nesse espaço em que qualquer tentativa de tradução ou explicação seria ingênua. Por que não dizer, desnecessária.</p>
<p>Como experimento (planejado) que é, o trabalho realizado com o Grupo Totem – que desenvolve conceitos performáticos há 30 anos, completos neste 2018 -, o curta com cerca de 20 minutos de duração tem como referência norteadora a cultura dos povos indígenas de Pernambuco, os Pankararu, Kapinawá e os Xukuru.</p>
<p>A relação proposta aqui pelas performers Juliana Nardin, Taína Veríssimo, Gabi Cabral, Lau Veríssimo e Inaê Veríssimo é a da interação com os elementos da natureza; ou melhor seria dizer, elas próprias vivenciarem os elementos da natureza &#8211; com a coreografia sendo aqui a expressão absoluta dessa representação (apoiada por figurino e maquiagens bem específicos).</p>
<p>Coreografia que interage com a locação escolhida – em particular o Vale do Catimbau, em Buíque (PE) -, com sua diversidade arenosa, rochosa e de vegetação; sem falar na imponência visual, denotando respeito.</p>
<p>Nesse sentido, soa muito acertado que <i>GeoPoesis </i>inicie sempre com closes destacando detalhes no corpo das mulheres para daí partir para o todo, para a natureza, com a mulher como que trespassando pelos quatro elementos da nossa natureza.</p>
<p>Numa certa medida, este experimento remete a um outro trabalho igualmente impactante no qual mulher e natureza são uma só coisa. É de <i>Solon </i>(2017)<i> </i>que falamos. Curta mineiro, de Clarissa Campolina, que sugere o surgimento da vida na terra começando pela mulher vindo da água.</p>
<p>Além da coreografia, figurino, maquiagem e locação, há um quinto aspecto indissociável ao bom resultado com o qual somos agraciados em <i>GeoPoesis: </i>a trilha sonora conduzida por Cauê Nascimento (na guitarra), Alexandre Salomão (derbak e didgeridoo e ainda editor de som) e os diretores Zé Diniz e Fred na percussão/efeitos e didgeridoo, respectivamente.</p>
<p>É com os efeitos de som e a trilha sonora de personalidade forte que o filme ajuda, ainda mais, a ‘vender’ para ao espectador a ideia de simbiose entre as performers e a natureza. A sequência de Inaê Veríssimo com uma rocha junto ao seu corpo, ou os movimentos de Taína Veríssimo pintando as pernas a partir de outra pedra, e ainda, Juliana Nardin ‘descolando-se’ da rocha, tudo sob os efeitos sonoros e musicais criados especificamente para o filme, são perfeitos exemplos desse acerto.</p>
<p>Ao final, fica a indiscutível certeza de que estamos diante de um trabalho profundamente feminino. E seria pouco afirmar assim apenas pela presença exclusiva das mulheres em cena. É feminino pela ideia da mulher como, ela própria, um elemento transformador da natureza.</p>
<p>Duas sequências em particular parecem reforçar essa ideia. Os movimentos em torno da fogueira, e a espécie de comunicação e reverência entre elas e o sol que nasce no horizonte. Sol que sempre foi, e será, a fonte de energia necessária para qualquer vida aqui na Terra florescer.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>FestCine inscreve para oficinas sobre videoarte e representação da mulher no cinema</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festcine-inscreve-para-oficinas-sobre-videoarte-e-representacao-da-mulher-no-cinema/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2016 17:38:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O 18º Festival de Curtas de Pernambuco &#8211; FestCine, promovido pelo Sistema Secult-PE/Fundarpe em parceria com a Prefeitura do Recife, está com inscrições abertas para duas oficinas gratuitas. Com a proposta de gerar reflexões sobre a cinematografia de diretoras e questionar padrões como o da mulher-musa e da mulher-coadjuvante no audiovisual, a jornalista e pesquisadora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>18º Festival de Curtas de Pernambuco &#8211; FestCine</strong>, promovido pelo Sistema Secult-PE/Fundarpe em parceria com a Prefeitura do Recife, está com inscrições abertas para duas oficinas gratuitas.</p>
<div id="attachment_41460" aria-labelledby="figcaption_attachment_41460" class="wp-caption img-width-345 alignright" style="width: 345px"><p class="wp-image-credit alignleft">divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/cartaz-festcine.jpg"><img class="size-medium wp-image-41460" alt="divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/cartaz-festcine-345x486.jpg" width="345" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Identidade visual do FestCine 2016</p></div>
<p>Com a proposta de gerar reflexões sobre a cinematografia de diretoras e questionar padrões como o da mulher-musa e da mulher-coadjuvante no audiovisual, a jornalista e pesquisadora Carol Almeida vai facilitar a oficina <strong><em>Para além do teste Bechdel: representação da mulher no cinema</em></strong>. Já a cineasta e educadora Lia Letícia vai orientar o minicurso <em><strong>Videoarte em ação</strong></em>, exibindo e discutindo obras de diversos artistas do gênero, contemplando vertentes como performance, intervenção urbana, videopoesia e videoinstalação.</p>
<p>De acordo com Milena Evangelista, coordenadora do festival, &#8220;as duas atividades formativas desta edição dialogam com questões que &#8211; inclusive para a política pública do audiovisual -, são urgentes, como a promoção da visibilidade e o incentivo ao protagonismo das mulheres no fazer cinematográfico&#8221;. Além disso, &#8220;a ideia é estimular ainda a diversidade de narrativas, estéticas e a experimentação no audiovisual, até porque o FestCine é o único em Pernambuco com uma categoria específica voltada para obras de Videoarte/Experimental em mostra competitiva&#8221;, complementa.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas exclusivamente online, até o dia 10 de novembro, pelo envio de informações para e-mail: festcinepe@gmail.com. No título das mensagens, os interessados devem colocar “inscrição + nome da oficina”. No corpo do e-mail, precisam constar nome completo, idade, contatos (telefone e e-mail) e uma carta de intenção com até 10 linhas sobre a participação nas oficinas.</p>
<p><strong>Sobre o festival</strong></p>
<p>Marca da atual política para o fomento e difusão do nosso cinema, o FestCine 2016 vai acontecer entre os dias 28 de novembro e 3 de dezembro. &#8220;Em mais esta edição, estamos reforçando o caráter de formação que o festival já vem exercendo ao longo de sua trajetória, além de garantir a exibição de obras realizadas por estudantes de faculdades e cursos técnicos na área&#8221;, comemora o Secretário Estadual de Cultura Marcelino Granja.</p>
<p>Realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secult-PE e da Fundarpe, em parceria com a Secretaria de Cultura e a Fundação de Cultura da Cidade do Recife, o festival vai ganhar novamente a tela do templo do audiovisual pernambucano, o Cinema São Luiz. Já as oficinas acontecerão no Espaço Pasárgada, também no bairro da Boa Vista. &#8220;É uma alegria podermos contar com equipamentos públicos estaduais a serviço da difusão do nosso cinema e de reflexões sobre toda a cadeia produtiva do audiovisual &#8220;, comenta Márcia Souto, Presidente da Fundarpe.</p>
<p><strong>Saiba mais sobre as oficinas do 18º FestCine:</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Para além do teste Bechdel: representação da mulher no cinema</strong></span></p>
<p>A partir de conceitos-chave da teoria fílmica feminista, que atravessa pensadoras desde Laura Mulvey, Teresa de Lauretis e Bell Hooks até teorias mais recentes sobre cinema <em>queer</em>, a oficina pretende dar um panorama de como a presença da mulher no cinema tem sido lida não apenas por uma cinefilia historicamente machista, mas pelo próprio pensamento feminista. Além do conteúdo teórico, a oficina pretende apontar para uma cinematografia de diretoras mulheres que potencializam esse debate. Trata-se mais de indicar por que devemos olhar melhor para essa outra cinematografia, que quebra com o padrão da mulher-musa, a mulher-passiva, a mulher-coadjuvante, com exibição de trechos de filmes que tensionem e problematizem a ideia de feminismo no audiovisual. Entre as diretoras debatidas, estarão Chantal Akerman, Agnès Varda, Margarethe Von Trotta, Dee Rees, Anna Muylaert e Naomi Kawase. Haverá, portanto, uma introdução ao cenário atual, no Brasil e no mundo, sobre como as mulheres são representadas no cinema, demonstrações de como as diretoras em questão tentam subverter esse olhar.</p>
<div id="attachment_41461" aria-labelledby="figcaption_attachment_41461" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/carol-almeida.jpg"><img class="size-medium wp-image-41461" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/carol-almeida-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Carol Almeida é jornalista cultural e crítica de cinema</p></div>
<p><em>Ministrante:</em> Carol Almeida &#8211; Jornalista cultural, crítica de cinema e atualmente aluna doutoranda do programa de pós-graduação em Comunicação na Universidade Federal de Pernambuco com foco na relação Cinema e Cidades. Publica no site <a href="http://www.foradequadro.com" target="_blank">www.foradequadro.com</a>, escreve esporadicamente sobre cinema para diversos meios de comunicação do Brasil e faz parte do coletivo Quebrando Vidraças &#8211; Desconstruindo o Machismo no Audiovisual Pernambucano.</p>
<p>Público-alvo: Pessoas interessadas na linguagem cinematográfica e em questões feministas.<br />
Faixa etária: A partir de 18 anos.<br />
De 30/11 a 2/12, das 8h às 12h<br />
Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 236)<br />
Quantidade: 25</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Videoarte em ação</strong></span></p>
<p>Através da exibição e discussão de obras de diversos artistas a oficina investiga aspectos da vídeoarte, em suas diversas vertentes como performance, intervenção urbana, videopoesia, videoinstalação, bem como busca diálogo com os jovens através de suas experiências com novas tecnologias. A oficina aborda as discussões acerca da inserção do audiovisual na arte desde as experimentações técnicas do início do século XX, passando pelas intervenções da contracultura e do cinema experimental até a atual sociedade digitalizada. O cinema, arte surgida há pouco mais de um século, estabeleceu-se primordial e dominantemente como uma arte de contar histórias. No entanto, ao longo do seu desenvolvimento o cinema seguiu em várias outras direções, bem distantes das narrativas, estreitando laços, por exemplo, com a linguagem plástica e sonora. Já vislumbradas pelas vanguardas artísticas históricas como o Futurismo, o Dadaísmo e mesmo o cineasta Melliés, estas investigações resultaram no cinema experimental de pioneiros como Maya Deren e Stan Brakhage, que testaram os limites do audiovisual introduzindo elementos advindos de outras linguagens artísticas. Experiências limítrofes entre artes visuais e cinema foram o estopim do que chama-se videoarte, linguagem desenvolvida por artistas desde os anos 60. A potência do vídeo trouxe novas técnicas e procedimentos, inspirando o cinema contemporâneo e sendo incorporado por ele.</p>
<div id="attachment_41462" aria-labelledby="figcaption_attachment_41462" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ericson Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/lia-leticia.jpg"><img class="size-medium wp-image-41462" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/lia-leticia-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A cineasta e educadora Lia Letícia</p></div>
<p><em>Ministrante:</em> Lia Letícia &#8211; Em Porto Alegre, trabalhou com cenografia para teatro e escola de samba. Muda-se para Olinda e explora a pintura em diversos suportes, como murais e tecido. Vai morar na casa Molusco Lama, onde participa de exposições coletivas e suas primeiras individuais. Atua em performance e inicia criação em vídeos e filmes. Além de escrever e dirigir seus próprios filmes, trabalha como diretora de arte. É educadora no projeto de experimentação audiovisual Escola Engenho e no Tardes de Quintal. Também coordena o Cinecão, além de projetos independentes de arte na Maumau|Recife.</p>
<p>Público-alvo: Estudantes de artes visuais, cinema, dança, músicos e artistas em geral interessados em linguagens híbridas.<br />
Faixa etária: A partir de 18 anos<br />
De 28/11 a 02/12, das 14h às 17h<br />
Local: Espaço Pasárgada (Rua da União, 236)<br />
Quantidade: 15</p>
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