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	<title>Portal Cultura PE &#187; videodança</title>
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		<title>Videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221; será exibida gratuitamente em Camaragibe</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 20:35:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com roteiro e direção de Marina Mahmood, a videodança “Corpo Onírico” será exibida na próxima terça-feira (29), a partir das 20h, no Cine-Teatro Bianor Mendonça Monteiro, no município de Camaragibe/PE. O evento presencial terá acesso gratuito e contará também com uma exposição de fotos de processos do filme e roda de conversa com participação de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97417" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Com roteiro e direção de Marina Mahmood, a videodança “Corpo Onírico” será exibida na próxima terça-feira (29), a partir das 20h, no Cine-Teatro Bianor Mendonça Monteiro, no município de Camaragibe/PE. O evento presencial terá acesso gratuito e contará também com uma exposição de fotos de processos do filme e roda de conversa com participação de parte da equipe de produção da obra audiovisual.</p>
<p>“Corpo Onírico”, fruto de um projeto incentivo pelo Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Fucultura, conta a história de uma mulher que busca expandir a sua natureza, porque não pode mais contê-la. Na Ponte de Ferro, no Centro do Recife, ela encontra um arco de fogo que a transporta ao mundo sutil, onde descobre a potência ao dançar com outros seres.</p>
<p>A obra incita o questionamento sobre como os corpos &#8211; individuais e coletivos &#8211; podem se nutrir de experiências mais diretas com a natureza interior (os instintos, a intuição e a energia vital) e como resgatar essa experiência pela criação de cenas oníricas nas paisagens.</p>
<p>“A ideia do projeto seria criar uma videodança em que o espectador se visse imerso nas sensações provocadas pela interação das linguagens, numa espécie de sinestesia que apura os sentidos corporais para além do meramente visual”, explica a diretora, roteirista e também artista da dança que compõe o elenco do filme Marina Mahmood.</p>
<p>O projeto foi iniciado em 2019, com o financiamento Funcultura/PE e apoio do CCBA. As primeiras experiências foram orientadas por Taína e Lau Veríssimo, do grupo Totem (em atividade na cena cultural pernambucana desde 1988). Posteriormente o coletivo da videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221;, formado pelas dançarinas Marina Mahmood, Klarissa Faye, Maria Miranda, pelo músico iezu kaeru e pelo fotógrafo Alexandre Salomão, seguiu aperfeiçoando as descobertas até chegar na última etapa de realização, quando os músicos iezu kaeru (autor da trilha de filmes como o longa Um Lugar ao Sol e do curta Entre Marés) e Tomaz Alvez Souza (autor de trilhas para cinema como os longas Bacurau e Cinema, Aspirinas e Urubus) produziram uma trilha sonora especialmente para a videodança, amplificando os diálogos entre dança, cinema e música.</p>
<p><strong>Programação</strong><br />
20h &#8211; Exposição de fotografias sobre processos da videodança<br />
20h30 &#8211; Exibição de Corpo Onírico<br />
20h50 &#8211; 21h10: Roda de Conversa</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exibição da videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221;<br />
Quando: 29 de novembro de 2022 (terça-feira), 20h<br />
Local: (Cine-Teatro Bianor Mendonça Monteiro) &#8211; Av. Dr. Pierre Collier, s/n &#8211; Vila da Fábrica, Camaragibe &#8211; PE) Ponto de referência: em frente da Praça Antônio Luiz de Souza.<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221; faz pré-estreia no Centro Cultural Brasil-Alemanha do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 14:48:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Centro Cultural Brasil-Alemanha (CCBA) do Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[O Centro Cultural Brasil-Alemanha (CCBA) do Recife recebe, no próximo dia 14 de junho (terça-feira), a partir 18h30, a pré-estreia da videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221;, que contará com duas exibições abertas ao público. Além das sessões de cinema, uma delas com audiodescrição, a estreia contará com exposição de fotos e vídeos, performance e roda de conversa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Videodança-Corpo-Onírico-Fotógrafo-Alexandre-Salomão8.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-94246" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/06/Videodança-Corpo-Onírico-Fotógrafo-Alexandre-Salomão8-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>O Centro Cultural Brasil-Alemanha (CCBA) do Recife recebe, no próximo dia 14 de junho (terça-feira), a partir 18h30, a pré-estreia da videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221;, que contará com duas exibições abertas ao público. Além das sessões de cinema, uma delas com audiodescrição, a estreia contará com exposição de fotos e vídeos, performance e roda de conversa com participação da equipe de produção da obra audiovisual. A videodança, que tem roteiro e direção da artista da dança Marina Mahmood, é fruto de uma pesquisa que foi iniciada no ano de 2019, com o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e apoio do Centro Cultural Brasil-Alemanha (CCBA). O evento também será um ponto de arrecadação de doações para as vítimas das chuvas que atingiram Pernambuco.</p>
<p>O encontro com o público começa às 18h30, quando já será possível chegar ao local de exibição, o CCBA, e ir adentrando aos poucos no universo de Corpo Onírico. Uma exposição de fotos e vídeos mostrará algumas cenas do filme e também imagens que revelam um pouco sobre os processos de como foi essa caminhada da equipe até chegar ao resultado final da obra, que entrelaça as linguagens da dança e do audiovisual. Mesmo após este dia da pré-estreia da videodança, a exposição ficará aberta ao público até o dia 30 de junho no CCBA, podendo ser visitada de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h30, e aos sábados, das 9h às 13h.</p>
<p>Dando sequência ao evento, às 19h30, haverá uma performance com uma das artistas da dança que compõem o elenco do filme, e também diretora e roteirista da obra, Marina Mahmood, sendo esse momento um convite para imergir ainda mais nas sensações que serão estimuladas pela videodança na sequência.</p>
<p>Às 20h, haverá a primeira exibição de Corpo Onírico, seguida de debate entre participantes da equipe e o público sobre o que foi assistido na tela e as experiências vivenciadas por trás das câmeras. A roda de conversa será acessível, contando com o apoio de um profissional intérprete de libras. Nos intervalos das atividades haverá um mini coquetel para o público, propiciando interações, celebrações, trocas e inspirações. Às 21h, haverá a segunda e última exibição da noite de pré-estreia, essa acessível acessibilidade com audiodescrição</p>
<p><strong>Sobre Corpo Onírico -</strong> A videodança Corpo Onírico incita o questionamento sobre como os corpos &#8211; individuais e coletivos – podem se nutrir de experiências mais diretas com a natureza interior (os instintos, a intuição e a energia vital) e como resgatar essa experiência pela criação de cenas oníricas nas paisagens. A história fala de uma mulher que busca expandir a sua natureza porque não pode mais contê-la. Seu corpo quer habitar os sonhos, dançar nas paisagens e ser só essência. Na Ponte de Ferro, no Centro do Recife, ela encontra um arco de fogo que a transporta ao mundo sutil. Lá, ela descobre a potência ao dançar com outros seres, conectadas aos elementos da natureza.</p>
<p>“A ideia do projeto seria criar uma videodança em que o espectador se visse imerso nas sensações provocadas pela interação das linguagens, numa espécie de sinestesia que apura os sentidos corporais para além do meramente visual”, explica a diretora, roteirista e também artista da dança que compõe o elenco do filme Marina Mahmood. Ela complementa que para que a equipe se encontrasse na essência do filme foram realizados &#8220;laboratórios entre linguagens&#8221;, quando cada um dos integrantes da pesquisa se deixou contaminar pela linguagem do outro, contribuindo para a construção das sensações previstas no roteiro, como liberdade, transe, potência, amor, feminino, cuidado, inocência.</p>
<p>Essas experiências iniciais foram orientadas por Taína e Lau Veríssimo, do grupo Totem (em atividade na cena cultural pernambucana desde 1988). Após essa primeira etapa, o coletivo da videodança Corpo Onírico, formado pelas dançarinas Marina Mahmood, Klarissa Faye, Maria Miranda, pelo músico Iezu kaeru e pelo fotógrafo Alexandre Salomão, seguiu aperfeiçoando as descobertas até a finalização do filme.</p>
<p><strong>Campanha de doações para vítimas das chuvas -</strong> Fortalecendo a rede de apoio e de solidariedade às vítimas das fortes chuvas que atingiram cidades da Região Metropolitana do Recife (RMR) e também da Zona da Mata de Pernambuco, o Centro Cultural Brasil-Alemanha (CCBA) do Recife, onde ocorrerá a pré-estreia da videodança Corpo Onírico, será um ponto de arrecadação de mantimentos. O acesso ao evento é gratuito, mas a equipe de artistas está estimulando o público que irá prestigiar a obra a ajudar doando alimentos não perecíveis, água, materiais de higiene e limpeza, roupas e lençóis. Os insumos recebidos no local serão direcionados para as famílias que foram afetadas pelo fenômeno natural e pela falta de medidas de prevenção nessas áreas de risco por parte dos municípios e Estado.</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, projeto debate relação entre arte, corpo e trabalho</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 22:42:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Idealizado pelo artista Tonlin Cheng, começa nesta quinta-feira (7) o projeto &#8220;TRABALHO&#8221;, pesquisa e criação em videodança, que terá uma série de atividades no mês de outubro. As ações têm início com um ciclo cineclubista com dois encontros, nas duas próximas quintas, dias 7 e 14/10, às 20h, pelo aplicativo Zoom — o acesso já [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_88540" aria-labelledby="figcaption_attachment_88540" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Thaís Lima/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/TRABALHO-por-Thaís-Lima-03.jpg"><img class="size-full wp-image-88540" alt="Thaís Lima/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/10/TRABALHO-por-Thaís-Lima-03.jpg" width="600" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">A videodança TRABALHO terá duas exibições, uma presencial e outra virtual, nos dias 28 e 29 de outubro, na Casa Balea (Olinda)</p></div>
<p>Idealizado pelo artista Tonlin Cheng, começa nesta quinta-feira (7) o projeto &#8220;TRABALHO&#8221;, pesquisa e criação em videodança, que terá uma série de atividades no mês de outubro. As ações têm início com um ciclo cineclubista com dois encontros, nas duas próximas quintas, dias 7 e 14/10, às 20h, pelo aplicativo Zoom — o acesso já pode ser garantido pelo Sympla (<a href="https://www.sympla.com.br/ciclo-cineclubista-artecorpo-x-trabalho__1369431" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/ciclo-cineclubista-artecorpo-x-trabalho__1369431</strong></a>). A iniciativa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>&#8220;TRABALHO&#8221; é composto ainda pelo lançamento de uma série de entrevistas, com nomes como os artistas Marcelo Sena e Valéria Vicente e a curadora Marta Ramos Yzquierdo (Espanha), e duas exibições da videodança, que leva o nome do projeto. “A dança é o lugar de labor do corpo. Corpo dançante que se desgasta, mas não produz bens de consumo. Não está dentro do raciocínio da lógica trabalhista. No entanto, para esse projeto, finalizamos com a criação de um vídeo como suporte da discussão. Estaria a partir daí replicando a lógica mercadológica, a lógica de um mundo que necessita de imagens, de registro?”, reflete Tonlin. As atividades têm classificação indicativa de 16 anos.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>EXIBIÇÕES</strong></span><br />
A videodança TRABALHO terá duas exibições, uma presencial e outra virtual, nos dias 28 e 29 de outubro. A primeira será na Casa Balea (Rua Treze de Maio, 99, Carmo &#8211; Olinda), às 19h. A virtual, às 20h, na mesma dinâmica das oficinas, via Zoom/Sympla, e contará com interpretação em Libras. Além de Tonlin, que assina direção, roteiro e edição da videodança, a equipe é formada por Iara Sales (produção e performance), Gabi Holanda (performance), Wallace Nogueira (direção de fotografia), Thaís Lima (assistência de fotografia e still), Charles Belt e Thiago Neves (captação de som).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ciclo cineclubista: arte/corpo x TRABALHO<br />
Quando: 7 e 14 de outubro de 2021 (quintas-feiras), às 20h<br />
Via Zoom (ingressos gratuitos no Sympla)<br />
<a href="https://www.sympla.com.br/ciclo-cineclubista-artecorpo-x-trabalho__1369431" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/ciclo-cineclubista-artecorpo-x-trabalho__1369431<br />
</strong></a>Haverá emissão de certificado para os participantes</p>
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		<item>
		<title>Videodança &#8220;Redoma&#8221; será exibida em festivais do Rio Grande do Sul e de São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 16:19:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um ensaio visual sobre o isolamento. É assim que a videodança &#8220;REDOMA&#8221;, dirigida pelo pernambucano PV Ferraz, apresenta-se. O projeto, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, dialoga com elementos do cinema de ficção e da dança contemporânea a fim de refletir de maneira poética sobre o corpo em isolamento. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/Redoma-Frame-02.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-87538" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/09/Redoma-Frame-02-607x327.png" width="607" height="327" /></a></p>
<p>Um ensaio visual sobre o isolamento. É assim que a videodança &#8220;REDOMA&#8221;, dirigida pelo pernambucano PV Ferraz, apresenta-se. O projeto, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, dialoga com elementos do cinema de ficção e da dança contemporânea a fim de refletir de maneira poética sobre o corpo em isolamento. A estreia será realizada nesta quinta-feira (2), no Festival Internacional de Videodança do Rio Grande do Sul (FIVRS), e logo em seguida, a partir do dia 11, fará parte da programação do Festival ENTRETODOS (SP), integrando a Mostra Confins.</p>
<p>A ideia da videodança surgiu em meio à quarentena causada pelo alto contágio do novo coronavírus. “O projeto foi idealizado e produzido dentro da minha própria casa. Havia uma forte necessidade de falar sobre esse assunto tão presente e de como o isolamento vem impactando a vida das pessoas”, explica PV.</p>
<p>Com o objetivo de somar diferentes linguagens artísticas, o autor convidou o dançarino Dielson Pessôa e o compositor Sam Nóbrega, que assinam a performance e trilha sonora do filme. &#8220;Diante de todas limitações que o momento exigia, optamos por um caminho estético minimalista para dialogar com o tema. Para além da pandemia, REDOMA reflete sobre o dilema atemporal da privação de liberdade em troca de proteção. Mas que nunca tinha sido vivenciado dessa forma pela sociedade contemporânea. A imagem, o corpo e o som formam os pilares do filme para contar essa história de fragilidades e potências.&#8221;, conta.</p>
<p>Para o bailarino Dielson Pessôa, que já integrou a renomada Companhia de Débora Colker, o processo coreográfico do filme foi super diferente do que ele estava desenvolvendo. “A experiência se tornou mais complexa porque me tira da zona de conforto. Trabalhar no cinema é um sonho que eu sempre tive e participar desse projeto foi uma oportunidade de expor meu trabalho de forma muito qualificada e diferenciada”, ressalta Dielson.</p>
<p>REDOMA foi selecionado para o Festival Internacional de Videodança do Rio Grande do Sul &#8211; FIVRS, que será realizado de 2 a 11 de setembro, e para o Festival ENTRETODOS (SP), que acontece de 11 a 25 de setembro. Devido à pandemia da Covid-19 e as medidas de distanciamento social, a maior parte da programação será exibida on-line e ficará disponível durante o período de realização dos festivais.</p>
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		<title>Inscrições da Oficina de videodança com Yann Beauvais são prorrogadas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/oficina-de-videodanca-com-yann-beauvais-tem-inscricoes-prorrogadas/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 15:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dança]]></category>
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		<category><![CDATA[videodança]]></category>
		<category><![CDATA[Yann Beauvais]]></category>

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		<description><![CDATA[As inscrições para a oficina “Danças Urbanas em Foco – Videodança”, que será ministrada gratuitamente pelo cineasta e crítico de cinema francês Yann Beauvais, foram prorrogadas. Agora, a solicitação de participação pode ser feita até o dia 31 de agosto (nesta terça). As aulas acontecerão on-line, gratuitamente, entre 6 e 26 de setembro. A ação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/Yann-Beauvais.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-77500" alt="Yann-Beauvais" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/Yann-Beauvais-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>As inscrições para a oficina “Danças Urbanas em Foco – Videodança”, que será ministrada gratuitamente pelo cineasta e crítico de cinema francês Yann Beauvais, foram prorrogadas. Agora, a solicitação de participação pode ser feita até o dia 31 de agosto (nesta terça). As aulas acontecerão on-line, gratuitamente, entre 6 e 26 de setembro. A ação é uma parceria entre Secult-PE/Fundarpe, Secretaria Executiva de Juventude do Recife e Consulado Geral da França no Nordeste no Recife. São 16 vagas voltadas para jovens artistas de 18 a 29 anos, com atuação em todas as linhas da dança urbana e que sejam pernambucanos ou comprovem residência no Estado há pelo menos 12 meses.</p>
<p>A inscrição pode ser feita <a href="https://mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/831/" target="_blank">aqui</a>. Para participar, é preciso ainda estar cadastrado no <a href="https://mapacultural.pe.gov.br/autenticacao/" target="_blank">Mapa Cultural de Pernambuco</a>. Pessoas com dificuldade de escrita poderão realizar sua inscrição por texto ou semi-oral, via áudio ou vídeo.  A seleção se dará em uma etapa, através de análise documental e curricular pelo próprio Yann Beauvais, pela Assessoria de Dança da Secult-PE, pelo Assessor de Dança da Secretaria de Cultura do Recife e pelo Secretário Executivo de Juventude do Recife.</p>
<p><b>YANN BEAVAIS</b></p>
<p>Nascido na França em 1953, Yann Beauvais é cineasta, crítico de cinema e organizador de eventos de cinema experimental na França, Estados Unidos e Brasil. Formado em Filosofia e Estudos de Cinema, influenciado pela arte contemporânea (formalismo russo e estruturalismo mínimo) e pela música acadêmica. É co-fundador do Light Cone, importante cooperativa europeia de difusão do cinema experimental. Ensinou estética e história do cinema experimental no Studio Le Fresnoy, na Universidade de Paris 3 &#8211; Sorbonne Nouvelle e na Universidade da Flórida. No Recife, é co-fundador de B3. Já realizou mais de 60 filmes, entre videoarte e curtas-metragens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais informações sobre a oficina podem ser solicitadas pelo e-mail secultdanca@gmail.com.</p>
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		<title>Inscrições abertas para oficina de videodança com o cineasta francês Yann Beauvais</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 16:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para a oficina “Danças Urbanas em Foco – Videodança”, que será ministrada gratuitamente pelo cineasta e crítico de cinema francês Yann Beauvais. A solicitação de participação pode ser feita até o dia 29 de agosto e as aulas acontecerão on-line, gratuitamente, entre 6 e 26 de setembro. A ação é uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/Yann-Beauvais.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-77500" alt="Yann-Beauvais" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/Yann-Beauvais-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Estão abertas as inscrições para a oficina “Danças Urbanas em Foco – Videodança”, que será ministrada gratuitamente pelo cineasta e crítico de cinema francês Yann Beauvais. A solicitação de participação pode ser feita até o dia 29 de agosto e as aulas acontecerão on-line, gratuitamente, entre 6 e 26 de setembro. A ação é uma parceria entre a Secult-PE/Fundarpe, a Secretaria Executiva de Juventude do Recife e o Consulado Geral da França no Nordeste no Recife. São 16 vagas voltadas para jovens artistas de 18ª 29 anos, com atuação em todas as linhas da Dança Urbana e que sejam pernambucanos ou comprovem residência no estado há pelo menos 12 meses.</p>
<p>A inscrição pode ser feita <a href="https://mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/831/" target="_blank">aqui</a>. Para participar, é preciso ainda estar cadastrado no <a href="https://mapacultural.pe.gov.br/autenticacao/" target="_blank">Mapa Cultural de Pernambuco</a>. Pessoas com dificuldade de escrita poderão realizar sua inscrição de forma escrita ou semi-oral, via áudio ou vídeo.  A seleção se dará em uma etapa, através de análise documental e curricular pelo próprio Yann Beauvais, pela Assessoria de Dança da Secult-PE, pelo Assessor de Dança da Secretaria de Cultura do Recife e pelo Secretário Executivo de Juventude do Recife.</p>
<p>“Esta oficina é a continuação de uma ação que fazemos desde 2019, com Yann Beauvais, buscando alargar a prática de videodança, que se apresenta nos dias de hoje como uma arte, uma linguagem artística em si que enfrenta fronteiras com menos dificuldades que um espetáculo físico”, pontuou Maria Paula Costa Rego, assessora de dança da Secult-PE. “É uma insistência em oferecer esse conhecimento para protagonistas da dança. Já foi feita essa oficina para artistas da dança contemporânea, agora para aqueles ligados aos estilos das danças urbanas. Estamos investindo nessa ideia e já vimos resultados, com vídeos premiados e lançados para o exterior. Foi surpreendente”, completou.</p>
<p><b>YANN BEAUVAIS</b></p>
<p>Nascido na França em 1953, Yann Beauvais é cineasta, crítico de cinema e organizador de eventos de cinema experimental na França, Estados Unidos e Brasil. Formado em Filosofia e Estudos de Cinema, influenciado pela arte contemporânea (formalismo russo e estruturalismo mínimo) e pela música acadêmica. É co-fundador do Light Cone, importante cooperativa europeia de difusão do cinema experimental. Ensinou estética e história do cinema experimental no Studio Le Fresnoy, na Universidade de Paris 3 &#8211; Sorbonne Nouvelle e na Universidade da Flórida. No Recife, é co-fundador de B3. É responsável pelo acervo e curadoria de vários museus, em destaque a Galeria Nacional Du Jeu de Paume (França), Museu Beaubourg &#8211; George Pompidou (França), Museu de Arte Moderna de Paris (França) e American Center (EUA). Já realizou mais de 60 filmes, entre videoarte e curtas-metragens.</p>
<p>Mais informações sobre a oficina podem ser solicitadas pelo e-mail secultdanca@gmail.com</p>
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		<title>Coletivo apresenta resultado da pesquisa em videodança &#8220;Corpo Onírico: diálogos entremeios&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 12:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A relação de mulheres com a natureza é tema da pesquisa em videodança &#8220;Corpo Onírico: diálogos entremeios&#8221;. O projeto irá realizar uma live, financiada pela Lei Aldir Blanc, para trocar metodologias de criação entre linguagens (música, imagem e dança). O encontro será transmitido pelo YouTube no domingo (18), a oartir das 20h. Para assistir, acesse: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83614" aria-labelledby="figcaption_attachment_83614" class="wp-caption img-width-552 alignnone" style="width: 552px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/2.jpg"><img class="size-medium wp-image-83614" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/2-552x486.jpg" width="552" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Música, imagem e dança se misturam e fundem no projeto</p></div>
<p>A relação de mulheres com a natureza é tema da pesquisa em videodança <a href="https://www.instagram.com/corpoonirico" target="_blank"><strong>&#8220;Corpo Onírico: diálogos entremeios&#8221;</strong></a>. O projeto irá realizar uma<em> live</em>, financiada pela Lei Aldir Blanc, para trocar metodologias de criação entre linguagens (música, imagem e dança). O encontro será transmitido pelo YouTube no domingo (18), a oartir das 20h. Para assistir, acesse: <a href="https://www.youtube.com/channel/UCDV0FNSnv5CufvO239Y08gA" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCDV0FNSnv5CufvO239Y08gA</strong></a>.</p>
<p>No debate que será mediado por Karolina Kalor, a equipe de pesquisa formada pela dançarina e coordenadora da pesquisa Marina Mahmood, o músico Iezu Kaeru, o fotógrafo Alexandre Salomão e as dançarinas Klarissa Faye e Maria Miranda irão interagir com o público abordando o processo criativo; na ocasião serão exibidos recortes de cena do videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221; &#8211; atualmente em fase de edição &#8211; assim como recortes da pesquisa.</p>
<p>O projeto incita o questionamento sobre como esse corpo (individual e coletivo) pode nutrir-se de experiências mais diretas com a natureza interior (os instintos, a intuição e a energia vital) e como resgatar essa experiência pela criação de cenas oníricas nas paisagens.</p>
<p>Os primeiros encontros iniciaram em 2019 com o financiamento do Fundo de Incentivo à Cultura de Pernambuco (Funcultura) e apoio do Centro Cultural Brasil-Alemanha (CCBA); quando através de &#8220;laboratórios entre linguagens&#8221; cada um dos integrantes da pesquisa deixou-se contaminar pela linguagem do outro &#8211; o que contribuiu para a construção das sensações previstas no roteiro. As experiências iniciais foram orientadas por Taína e Lau Veríssimo, do grupo Totem (em atividade na cena cultural pernambucana desde 1988). Após essa etapa, o coletivo seguiu aperfeiçoando as descobertas.</p>
<p>A ideia do projeto seria criar um videodança em que o espectador se visse imerso nas sensações provocadas pela interação das linguagens numa espécie de sinestesia que apura os sentidos corporais para além do meramente visual. O videodança &#8220;Corpo Onírico&#8221;, resultado da pesquisa deve ser lançado no segundo semestre de 2021.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8221;Corpo Onírico: diálogos entremeios&#8221;, com as participações de Karolina Kalor, Marina Mahmood, Iezu Kaeru, Alexandre Salomão, Klarissa Faye e Maria Miranda<br />
Quando: 18 de abril de 2021 (domingo), às 20h<br />
Transmissão pelo YouTube: <a href="https://www.youtube.com/channel/UCDV0FNSnv5CufvO239Y08gA" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCDV0FNSnv5CufvO239Y08gA</strong></a></p>
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		<title>Videodança “Entranhas Marcas” trata das agressões sofridas pelo corpo-mulher e pelo corpo-Terra</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 16:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[isabela severi]]></category>
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		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[silvia góes]]></category>
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		<description><![CDATA[Reinventando-se através do audiovisual como uma potente ferramenta de aproximação com o público durante a pandemia, visto que o setor cultural está impossibilitado de realizar apresentações presenciais devido ao necessário isolamento social, um grupo de mulheres artistas da Dança irá lançar no domingo (11), às 20h, na plataforma digital Vimeo, a videodança “Entranhas Marcas”, com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Crédito-do-fotógrafo-Hugo-Dubeux..png"><img class="alignnone size-medium wp-image-83424" alt="Hugo Dubeux/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Crédito-do-fotógrafo-Hugo-Dubeux.-607x359.png" width="607" height="359" /></a></p>
<p>Reinventando-se através do audiovisual como uma potente ferramenta de aproximação com o público durante a pandemia, visto que o setor cultural está impossibilitado de realizar apresentações presenciais devido ao necessário isolamento social, um grupo de mulheres artistas da Dança irá lançar no domingo (11), às 20h, na plataforma digital Vimeo, a videodança “Entranhas Marcas”, com cerca de 20 minutos de duração e acesso aberto ao público. Após a exibição do curta, às 20h30, haverá uma live em formato de debate entre as realizadoras no Instagram @entranhas.marcas, quando a plateia virtual poderá interagir enviando comentários e perguntas. Com direção colaborativa e criação conjunta, o elenco composto pelas dançarinas e performers Drica Ayub, Isabela Severi e Silvia Góes, direção de fotografia/filmagem de Flora Negri e trilha de Conrado Falbo, o projeto conta com o apoio da Lei Aldir Blanc no Edital de Criação, Fruição e Difusão LAB PE.</p>
<p>A videodança “Entranhas Marcas” escancara as cicatrizes, as marcas da violência incitada pelo sistema patriarcal e colonial que historicamente silencia, invisibiliza, fragmenta e poda o movimento das mulheres em suas mais intrínsecas relações sociais, políticas e afetivas. É sobre o corpo-mulher como reflexo das agressões também impressas na Mãe Terra, nas fontes naturais cada vez mais escassas pelas ações desse mesmo sistema capitalista que destrói, explora e chancela o desequilíbrio ambiental. A performance é um desabafo, um grito, uma real necessidade de insurgência para a construção de novas possibilidades de mundos que entrelacem a existência humana, os corpos femininos e a natureza de forma mais harmônica.</p>
<p><em>“Há tempos, vivemos uma conjuntura extremamente violenta, principalmente para nós mulheres, que muito se acentua com a pandemia e o contexto político. A cultura machista com sua lógica hegemônica e homogeneizante, nos rasga muitas cicatrizes que são riscadas nos corpos físico, emocional, mental e também espiritual”</em>, contextualiza Drica Ayub. <em>“Assim como nossos corpos, a Terra sofre há centenas de anos a agressão humana registrada em escaras profundas em sua paisagem e dinâmica. É verdade que nossas marcas nos compõem, porém a ameaça à vida pode estagnar o seu fluxo e nos congelar; paralisar o que necessita de movimento para seguir e evoluir”</em>, complementa Isabela Severi. <em>“Mesmo isoladas, é urgente penetrarmos a essência criadora e potente que em nós habita a partir do movimento inerente da alma-corpo, restaurar o fluxo natural da vida para sermos capazes de sonharmos e criarmos futuros melhores e mais bonitos”</em>, conclui Silvia Góes.</p>
<p>Além de mergulharem em estudos sobre o tema do trauma e das agressões humanas à Terra, as artistas explicam que desenvolveram a dramaturgia a partir de um mergulho para dentro de si mesmas, quando se dispuseram a imergir, sentir e acessar as suas entranhadas marcas, assim como também na troca de experiências e na escuta de narrativas de amigas e alunas que relataram suas dores traumáticas. As sessões de investigação e criação da videodança aconteceram ainda paralelamente a um outro projeto de pesquisa que reunia, pela plataforma Zoom, um grupo de mulheres diversas. O “Ciclo Investigativo: das cicatrizes às insurgências” foi um convite para investigar e cartografar as marcas do corpo-mulher por meio de práticas terapêuticas e de movimentos provocados pelas artistas, onde reuniam elementos das somáticas e do Movimento Autêntico e da improvisação, explorando possibilidades de novas realidades de si e do mundo.</p>
<p>Nesta jornada investigativa concomitante e paralela, o grupo realizou a gravação da performance com cenas no Engenho Pombal, situado no município de Vitória de Santo Antão, Zona da Mata de Pernambuco, e também na Praia de Xaréu, Cabo de Santo Agostinho, no Litoral Sul do Estado. O resultado da videodança se propõe a desbravar e escancarar as cicatrizes das mulheres e da Terra, em uma relação filosófica, epistemológica e brutalmente profunda. “Há uma necessidade de olhar essas dores em coletiva para transpormos a estática com a estética e transformarmos em poética o que nos congela para, assim, movermos corpos e mundos; para movermos e mudarmos o mundo”, frisam as intérpretes-criadoras.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO -</strong> Além do lançamento da videodança “Entranhas Marcas” seguido de live com as artistas, que acontecerá às 20h do domingo (11/04), na quinta-feira anterior (08/04), também às 20h, as dançarinas farão uma live pelo perfil do Instagram @entranhas.marcas e pelos seus perfis pessoais (@isabelaseveri, @drica.ayub e @silvinha_goes) com algumas convidadas (Gabi Holanda, Duda Freire e outras) para conversar a respeito da temática arte-ambiente-corpo. Já no sábado que antecederá o lançamento (10/04), às 20h, as artistas abrirão uma sala na plataforma Zoom para uma conversa mais ampla e com mais vozes sobre as interseccionalidades nas artes de discursos políticos essenciais, como o corpo da mulher que sofre múltiplas formas de violência, as corpas pretas e a sua invisibilidade, o meio ambiente e tantas questões que perpassam as artes de mulheres e homens de nossa contemporaneidade. Nomes ainda a confirmar.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
*Live para divulgação e conversa com tema: corpo-arte-ambiente. Dia 08/04, às 20h no perfil @entranhas.marcas<br />
*Encontro no zoom com convidadas (a definir) e aberto ao público. Dia 10/04, às 20h</p>
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		<title>Cia. Etc. apresenta resultados da sua nova pesquisa em videodança</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cia-etc-apresenta-resultados-da-sua-nova-pesquisa-em-videodanca-3/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2017 21:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cia Etc]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Sena]]></category>
		<category><![CDATA[videodança]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando continuidade à sua trajetória criativa na área de videodança, a Cia. Etc. apresenta, neste sábado (28), os resultados de sua mais recente pesquisa, intitulada SOBREPOSIÇÃO: Estéticas convergentes do corpo na história da dança e do cinema. O projeto, que contou com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura e com a parceria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_44582" aria-labelledby="figcaption_attachment_44582" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Germana Glasner</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/danca_macabra_still_05_germana_glasner.png"><img class="size-medium wp-image-44582" alt="Germana Glasner" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/danca_macabra_still_05_germana_glasner-607x402.png" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Com incentivo do Funcultura, pesquisadores investigam a relação corporal entre dança e cinema</p></div>
<p>Dando continuidade à sua trajetória criativa na área de videodança, a Cia. Etc. apresenta, neste sábado (28), os resultados de sua mais recente pesquisa, intitulada <em>SOBREPOSIÇÃO: Estéticas convergentes do corpo na história da dança e do cinema</em>. O projeto, que contou com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura e com a parceria da UFPE e do festival Janeiro de Grandes Espetáculos, será apresentado na Caixa Cultural Recife, a partir das 16h.</p>
<p>SOBREPOSIÇÃO é fruto do interesse dos pesquisadores pelas possíveis convergências estéticas entre dança e cinema em diferentes momentos históricos, tendo sempre em foco o corpo como expressão dessas duas linguagens artísticas. Durante 5 meses, a companhia, em parceria com a UFPE, manteve um grupo de estudos aberto ao público, que acontecia às sextas-feiras, no Centro de Artes e Comunicação.</p>
<p>Segundo o coordenador do projeto, Marcelo Sena, uma das questões que se sobressaíram na investigação foi &#8220;qual seria esse corpo no cinema, já que na dança é mais evidente falar de corpo. No cinema, a câmera já é um corpo, não só por causa da pessoa que filma, mas também pelo ponto de vista que é dado ao espectador quando a câmera se move. Isso transmite uma relação de corpo, assim como o ritmo e a dinâmica dos cortes na edição e a relação de áudio, que também é de extrema importância. Hitchcock falava que o cinema é uma orquestração. Ele pensava o cinema como música. Então a própria sonoridade de um filme vai dando a sensação e a ambientação de um corpo, não só a música, mas as construções sonoras dentro do filme&#8221;, explica.</p>
<div id="attachment_44581" aria-labelledby="figcaption_attachment_44581" class="wp-caption img-width-323 alignright" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Germana Glasner</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/danca_macabra_still_04_germana_glasner.jpg.jpeg"><img class="size-medium wp-image-44581 " alt="Germana Glasner" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/danca_macabra_still_04_germana_glasner.jpg-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O corpo no cinema é um dos pontos de investigação da pesquisa</p></div>
<p>Como resultado da pesquisa, a companhia desenvolveu uma nova videodança, batizada de Dança Macabra, inspirada num fenômeno que aconteceu na Idade Média, quando algumas pessoas passaram a dançar freneticamente sem um motivo reconhecível. Posteriormente, essas danças começaram a ser chamadas de danças macabras ou danças da morte e se espalharam como uma epidemia por muitos países da Europa, com homens, mulheres e crianças em enormes procissões que podiam durar dias ou semanas. Muitas dessas pessoas gritavam, cantavam, caiam no chão, autoflagelavam-se e algumas chegavam a morrer. Uma das hipóteses desse acontecimento refere-se à pressão social que existia na época relacionada à inquisição, muita miséria e longas guerras que aconteciam constantemente.</p>
<p>&#8220;As pessoas viviam um estado de calamidade pública no cotidiano. Isso chamou muita atenção da gente por causa do período de caos que estamos vivendo, marcado pela virada da direita, em que o pensamento da política pública tem se virado pra uma questão econômica e financeira enquanto a população vai ficando entregue. E os artistas são uma das categorias que sofrem bastante com isso. Porque quem está preocupado em refletir sobre o nosso mundo não gera lucro financeiro e consequentemente vai perdendo o seu espaço&#8221;, reflete Marcelo.</p>
<p>Nesse contexto, o projeto faz um passeio por diversos momentos da história do cinema e da dança, numa homenagem a muitos artistas que construíram e continuam construindo essas linguagens, mesmo em tempos difíceis. &#8220;É difícil pensar em grupos de artistas trabalhando hoje no país. A quantidade de grupos de dança que têm encerrado suas atividades tem sido grande. Por isso é uma luta pra nós, da Cia. Etc., permanecermos enquanto grupo, ensaiando diariamente, desenvolvendo criações novas e não só fazendo uma manutenção de trabalhos antigos. Pensar nessa resistência é um tipo de epidemia para poucas pessoas que ainda conseguem sobreviver fazendo arte.&#8221; Posteriormente, a companhia ainda fará um vídeo-documentário sobre as questões estudadas e um artigo escrito pelos pesquisadores.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA DA PESQUISA</strong><br />
Coordenação da pesquisa: Marcelo Sena<br />
Pesquisa: Edson Vogue, Elis Costa, Filipe Marcena, Germana Glasner, José W Júnior, Marcelo Sena e Renata Vieira<br />
Orientação de História do Cinema: Filipe Marcena e Laécio Ricardo<br />
Orientação de História da Dança: Marcelo Sena<br />
Produção: Hudson Wlamir<br />
Assessoria contábil: Embracon<br />
Realização e Assessoria de Imprensa: Cia. Etc.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA DA VIDEODANÇA</strong><br />
Direção: Filipe Marcena e Marcelo Sena<br />
Dança: Edson Vogue, Elis Costa, José W Júnior, Marcelo Sena e Renata Vieira<br />
Roteiro e figurino: Cia. Etc.<br />
Trilha sonora original: Marcelo Sena<br />
Fotografia: Filipe Marcena, Germana Glasner e Rafael de Almeida<br />
Edição: Filipe Marcena<br />
Maquiagem e still: Germana Glasner<br />
Design de som: Nicolau Domingues<br />
Design: Raul Kawamura<br />
Produção executiva: Hudson Wlamir<br />
Produção e realização: Cia. Etc.</p>
<p>SERVIÇO:<br />
Lançamento dos resultados da Pesquisa Sobreposição<br />
Data: Sábado, 28 de janeiro de 2017<br />
Horário: 16h<br />
Local: Caixa Cultural, Marco Zero, Recife (Sala Multimídia)<br />
Entrada gratuita</p>
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