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	<title>Portal Cultura PE &#187; videoperformance</title>
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		<title>Videoperformance &#8220;Substantivo Feminino&#8221; está disponível no YouTube</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 20:29:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já está disponível no YouTube a videoperformance &#8220;Substantivo Feminino&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto conta com a participação de sete bailarinas da cidade de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, que reproduzem movimentos contemporâneos e expressões do dia a dia. Não há uma regra. A intenção é mostrar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/6Mg9Cbkwuf4" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Já está disponível no YouTube a videoperformance &#8220;Substantivo Feminino&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto conta com a participação de sete bailarinas da cidade de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, que reproduzem movimentos contemporâneos e expressões do dia a dia. Não há uma regra. A intenção é mostrar mulheres de personalidades distintas, mas que têm o amor pela arte em comum. Aperte o play e confira.</p>
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		<title>Videoperformance “Cartas para a ancestralidade” será exibida nesta sexta-feira (4), no YouTube</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2022 23:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fruto do projeto de pesquisa “O Corpo Negro na Poética Matricial dos Orixás&#8221;, comandado pela pesquisadora, arte-educadora e atriz pernambucana Agrinez Melo, a videoperformance “Cartas para a ancestralidade” será exibida nesta sexta-feira (4), a partir das 19h, no canal do YouTube I Pele Ti o Dun. A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Raysa-e-Marcelo-foto-Thales-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91426" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/Raysa-e-Marcelo-foto-Thales-Ribeiro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Fruto do projeto de pesquisa “O Corpo Negro na Poética Matricial dos Orixás&#8221;, comandado pela pesquisadora, arte-educadora e atriz pernambucana Agrinez Melo, a videoperformance “Cartas para a ancestralidade” será exibida nesta sexta-feira (4), a partir das 19h, no canal do YouTube <a href="https://www.youtube.com/channel/UCkK_v--GTIyx211ExwofTXA" target="_blank"><strong>I Pele Ti o Dun</strong></a>. A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>A pesquisa é baseada nos vetores energéticos dos orixás e entidades afro-brasileiros para o corpo negro em cena. A primeira etapa do projeto contemplou uma vivência de dois meses com três bolsistas e uma oficina aberta ao público. Para a segunda e última fase do projeto, uma videoperformance foi<br />
construída com os artistas-bolsistas.</p>
<p>No vídeo, que tem cerca de 13 minutos, os intérpretes (duas atrizes da comunidade do Amaro Branco e um bailarino da comunidade Caranguejo Tabaiares) criaram cenas a partir de seus afetos com entes queridos que não estão mais nesse plano. As cenas foram gravadas em lugares de resgaste dessas memórias a partir da ritualística teatral fincada na matriz afro-pindorâmica. O vídeo é acessível e possui tradução em Libras. Para assistir, acesse: <a href="https://www.youtube.com/channel/UCkK_v--GTIyx211ExwofTXA" target="_blank"><strong>www.youtube.com/channel/UCkK_v&#8211;GTIyx211ExwofTXA</strong></a>.</p>
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		<title>Tonlin Cheng apresenta a videoperformance &#8220;Amarelo&#8221; no Instagram</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 17:18:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artista Tonlin Cheng lança nesta quarta-feira (30), a partir das 22h, uma série de vídeos em seu perfil no Instragram, @tonlinchengartistinha, da videoperformance &#8220;Amarelo&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto traz questões de identidade, raça, pertencimento e território, a partir da ótica de um descendente oriental em terras pernambucanas.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Amarelo__card.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-85832" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/Amarelo__card-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>O artista Tonlin Cheng lança nesta quarta-feira (30), a partir das 22h, uma série de vídeos em seu perfil no Instragram, <a href="https://www.instagram.com/tonlinchengartistinha/" target="_blank"><strong>@tonlinchengartistinha</strong></a>, da videoperformance &#8220;Amarelo&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto traz questões de identidade, raça, pertencimento e território, a partir da ótica de um descendente oriental em terras pernambucanas.</p>
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		<title>João Lin e Hassan Santos exibem performance &#8220;Inconsistência, Acaso e Erro&#8221; no YouTube</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2021 12:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em &#8220;Inconsistência, Acaso e Erro&#8221; não existe ensaio. No projeto de livre improvisação dos multiartistas João Lin e Hassan Santos, todo encontro é “valendo” e todo o rascunho é obra. Desde 2017 experimentando nas fronteiras entre as artes visuais e sonoras, a dupla lançou no último sábado (19), sua primeira videoperformance, no YouTube. Ao longo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/S2txnf9sCPE" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em &#8220;Inconsistência, Acaso e Erro&#8221; não existe ensaio. No projeto de livre improvisação dos multiartistas João Lin e Hassan Santos, todo encontro é “valendo” e todo o rascunho é obra. Desde 2017 experimentando nas fronteiras entre as artes visuais e sonoras, a dupla lançou no último sábado (19), sua primeira videoperformance, no YouTube.</p>
<p>Ao longo dos últimos quatro anos &#8220;Inconsistência, Acaso e Erro&#8221; já passou por espaços como a Galeria MauMau e o bar Iraq, propondo momentos de imersão que rompem as barreiras tradicionais entre artistas, obra e público. Com financiamento dos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto conseguiu um fôlego para experimentar também dentro do campo da videoarte. “Nesse ano de pandemia, o projeto precisou seguir sem público presencial. O formato de vídeo nos permitiu continuar o improviso e o erro somando outra linguagem”, comenta João Lin.</p>
<p>O vídeo de aproximadamente 10 minutos mescla registros da jam musical gravada em fevereiro no ateliê de Lin, em Olinda, com diversas interferências visuais. Na montagem psicodélica do artista experimental Grilowsky, veem-se desde projeções nos corpos dos artistas a ilustrações e pequenas animações. O som, captado e mixado por Catharine Pimentel, revela-se em texturas variadas tendo o baixo (Lin) e a guitarra (Santos) como base e as distorções, ruídos e sintetizadores como recursos.</p>
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		<title>Lia Letícia lança a videoperformance &#8220;Queda&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/lia-leticia-lanca-a-videoperformance-queda/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2021 15:02:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artista visual e realizadora audiovisual, Lia Letícia lança no próximo dia 15 de maio (quinta-feira), às 20h, a videoperformace &#8220;Queda&#8221;, na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco (www.mapacultural.pe.gov.br/agente/4351) e no Vimeo (vimeo.com/user14889425). Além da exibição do vídeo, a educadora, pesquisadora e curadora independente Ariana Nuala conduzirá uma conversa com a idealizadora da videoperformance sobre o processo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/QUEDA_1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84276" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/QUEDA_1-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>Artista visual e realizadora audiovisual, Lia Letícia lança no próximo dia 15 de maio (quinta-feira), às 20h, a videoperformace &#8220;Queda&#8221;, na plataforma Mapa Cultural de Pernambuco (<strong><a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/agente/4351/" target="_blank">www.mapacultural.pe.gov.br/agente/4351</a></strong>) e no Vimeo (<a href="https://vimeo.com/user14889425" target="_blank"><strong>vimeo.com/user14889425</strong></a>). Além da exibição do vídeo, a educadora, pesquisadora e curadora independente Ariana Nuala conduzirá uma conversa com a idealizadora da videoperformance sobre o processo do trabalho, no Instagram da Galeria Maumau (<a href="https://www.instagram.com/maumaugaleria/" target="_blank"><strong>@maumaugaleria</strong></a>), no dia 15 de maio, às 20h.</p>
<p>A obra, que conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, é parte de uma pesquisa artística contínua da artista, na qual questões como territorialidade e racialidade são pensadas a partir da perspectiva de colonialidade. Trabalhos anteriores como os curtas &#8220;Thinya e Terra Não Dita&#8221;, &#8220;Mar não Visto&#8221;, a performance &#8220;Desculpe Atrapalhar o Silêncio de Sua Viagem&#8221; e o inédito &#8220;Mar de Dentro&#8221;, vencedor do XI Concurso de Videoarte da Fundaj/2019, abordam estas questões a partir de diferentes recursos estéticos e suportes de linguagem.</p>
<p>&#8220;Queda&#8221; propõe fricções entre construções sociais e questões raciais. Elencando, por um lado, um objeto que age dentro de um protocolo social demarcador de classe e, por outro lado, o confronto através de uma ruptura simbólica material. Segundo Lia, <em>&#8220;a performance Queda atua com uma memória inventada, propõe, simbolicamente, ações possíveis para um futuro rompido&#8221;</em>.</p>
<p>Neste sentido, reforça o que a critica pernambucana Clarissa Diniz escreve sobre a artista<em> &#8220;Lia Letícia tem sua obra lastreada não na excepcionalidade e pretensa autonomia da arte, mas em seu oposto: sua ordinariedade, suas disputas, suas violências. Para Lia, &#8220;a arte é parte dos conflitos e construções da cultura e, como tal, deve ser pensada, criticada e tensionada por práticas culturais que se situam à margem do coração de sua hegemonia econômica, política e simbólica&#8221;</em>.</p>
<p><strong>SOBRE A ARTISTA -</strong> Lia Letícia vem atuando no chamado cinema experimental e videoarte em Pernambuco há pelo menos 15 anos, participou em dezenas de festivais nacionais e internacionais, com premiações em diversos deles. Em 2020, a II Mostra Brasil de Cinema Experimental, fez um recorte especial com cinco de seus filmes, neste ano foi uma das artistas comissionadas na edição especial do Janela Internacional de Cinema, com o curta “Feliz Navegantes”. Recentemente seu novo curta, PER CAPITA, estreou no XIV Festival Cine Esquema Novo e se prepara para estreia internacional em setembro, também como artista convidada, na Mostra PROYETOR de Videoarte, realizada em Madrid de forma hibrida, presencial e on-line.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da videoperformance &#8220;Queda&#8221;<br />
Quando: 15 de maio de 2021 (quinta-feira), às 20h<br />
Plataformas on-line: <strong><a href="https://www.mapacultural.pe.gov.br/agente/4351/" target="_blank">www.mapacultural.pe.gov.br/agente/4351</a> </strong>e<strong> <a href="https://vimeo.com/user14889425" target="_blank"><strong>vimeo.com/user14889425</strong></a></strong><br />
Bate-papo com Ariana Nuala e Lia Letícia no Instagram da Galeria Maumau (<a href="https://www.instagram.com/maumaugaleria/" target="_blank"><strong>@maumaugaleria</strong></a>)</p>
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		<title>Vídeo-performance &#8220;Hiatos&#8221; aborda tema da melancolia</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2021 20:05:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A marcação do tempo linear, separado pelas categorias de passado, presente e futuro, constitui nossa percepção ocidental de temporalidade e estrutura nossas relações com o mundo. Essa forma de habitar o tempo impacta na nossa lida com a morte, que se manifesta como algo iminente e produz coletivamente sintomas melancólicos, que são avessos às formas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83906" aria-labelledby="figcaption_attachment_83906" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Hiatos-tratadas-118.jpg"><img class="size-medium wp-image-83906" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Hiatos-tratadas-118-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orun Santana encena a performance</p></div>
<p>A marcação do tempo linear, separado pelas categorias de passado, presente e futuro, constitui nossa percepção ocidental de temporalidade e estrutura nossas relações com o mundo. Essa forma de habitar o tempo impacta na nossa lida com a morte, que se manifesta como algo iminente e produz coletivamente sintomas melancólicos, que são avessos às formas como cosmologias bantu e iorubá experienciam a vida, a morte e o tempo. Nelas, o tempo, a ancestralidade, a vida e a morte estão imbricados em um mesmo circuito de significância e essa movimentação entrelaça uma temporalidade em espiral, não-linear.</p>
<p>Entendendo a melancolia como ferida colonial ainda exposta, Hiatos, vídeo-performance escrita e dirigida por Marcela Coêlho, grafada pela performance de Orun Santana e realizada com o incentivo da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, envolve movimentações corporais comuns às linguagens da dança (contemporânea e afro-brasileira) e da performance ritual. Com duração de 7 minutos, a construção do seu enredo foi inspirada no livro Saturno nos Trópicos: a melancolia européia chega ao Brasil de Moacyr Scliar e no texto Performances da Oralitura: corpo, lugar da memória de Leda Maria Martins.</p>
<p>O estado de espírito melancólico está diretamente ligado à estagnação, ao frio e ao esgotamento do corpo e da mente. Hiatos se apresenta como uma janela de percepção desses conflitos existenciais cravados em solo brasileiro em contraposição a uma visão de mundo no qual tudo é movimento e vibração e, por isso, a melancolia não faz morada. Utilizando-se da simbologia da encruzilhada como um fluxo sagrado de intersecção entre movimentos cíclicos do cosmos, do espírito humano e do corpo, Hiatos proporciona uma experiência audiovisual em formato espiralado através de composições entre imagem e som.</p>
<p><em>“Quando abro mão da percepção linear compreendo minha verdadeira função no tempo, danço-o e movo-o como matéria viva presente em cada ação/movimento. Cada encruzilhada no caminho aciona um rito necessário para seguir adiante. Hiatos, como experimento audiovisual propõe uma visita a alguns momentos-rito, moveres-tempo e transmutação da matéria”</em>, fala Orun Santana. <em>&#8220;Além de ser uma maneira de manter a proximidade com o público durante esse contexto delicado de pandemia, trazer a performance para a linguagem audiovisual nos permitiu atingir uma expansão do corpo e potencialização dos seus códigos. Hiatos, enquanto performance ritual, é um chamado de mergulho no cerne de uma das feridas abertas em nossa história colonial e um olhar para o corpo como um caminho para transcendê-las&#8221;</em>, complementa Marcela Coêlho.</p>
<p>O link do Vimeo para acesso ao vídeo &#8220;Hiatos&#8221; será disponibilizado gratuitamente ao público, por meio da página do Instagram do projeto (<a href="https://www.instagram.com/hiatosv/" target="_blank"><strong>@hiatosv</strong></a>), às 19h, da sexta-feira (30) e poderá ser assistido até a meia-noite do dia 9 de maio (domingo) pelo público. O acesso ao link também poderá ser solicitado através do e-mail <strong>hiatosv@gmail.com</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Estreia da vídeo-performance “Hiatos” por Orun Santana, escrita e dirigida por Marcela Coêlho<br />
Data: 30 de abril de 2021 (sexta-feira) &#8211; disponível até dia 09 de maio (domingo)<br />
Horário: 19h<br />
Exibição virtual: A partir da plataforma Vimeo, acesso direto à vídeo-performance através do link que será disponibilizado na página do instagram do projeto (<a href="https://www.instagram.com/hiatosv/" target="_blank"><strong>@hiatosv</strong></a>) ou mediante solicitação pelo e-mail <strong>hiatosv@gmail.com</strong></p>
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