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	<title>Portal Cultura PE &#187; VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</title>
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		<title>Preservação de patrimônios urbanos em pauta</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2015 15:43:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA['Patrimônios Urbanos - Em que cidade queremos habitar?]]></category>
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		<description><![CDATA[Por: Roberto Moraes Filho Compondo a programação final da VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, a conferência &#8216;Patrimônios Urbanos &#8211; Em que cidade queremos habitar?&#8216;, ocorrida nesta quarta-feira (26), no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE, foi conduzida pelo doutor em Ciências Sociais e professor da Universidade Federal do Sergipe, Rogério Proença. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29733" aria-labelledby="figcaption_attachment_29733" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/VIII-Semana-do-Patrimonio-Mesa-redonda-Patrimonios-Urbanos-Em-que-cidade-queremos-habitar-Rogerio-Proenca-e-Bartholomeu-Tito-Figueroa-Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-29733" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/VIII-Semana-do-Patrimonio-Mesa-redonda-Patrimonios-Urbanos-Em-que-cidade-queremos-habitar-Rogerio-Proenca-e-Bartholomeu-Tito-Figueroa-Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os professores Bartholomeu Tito Figueirôa e Rogério Proença, durante a realização da conferência, ocorrida no auditório do CFCH/UFPE.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por: Roberto Moraes Filho</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Compondo a programação final da VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, a conferência <em>&#8216;Patrimônios Urbanos &#8211; Em que cidade queremos habitar?</em>&#8216;, ocorrida nesta quarta-feira (26), no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE, foi conduzida pelo doutor em Ciências Sociais e professor da Universidade Federal do Sergipe, Rogério Proença. Abordando conceitos como tendências de urbanização, dimensão e modernização de cidades, o evento também contou com a participação do doutor em Antropologia e professor da Universidade Federal de Pernambuco, Bartholomeu Tito Figueirôa.</p>
<p style="text-align: justify;">Analisando inicialmente o fato ocorrido no Estado Islâmico, onde o templo sagrado de Baal Shamin, em Palmira, foi implodido recentemente, destruindo uma das principais relíquias arqueológicas do período romano, Rogério Proença ressaltou: <em>&#8220;Todo patrimônio é como um alvo da escrita da história&#8221;</em>, e questionou: <em>&#8220;Por que atacar um patrimônio histórico e acabar com os vestígios de sua existência?&#8221;. </em>A argumentação para os presentes, envolveu questões como a memória enquanto preservação e o esquecimento de uma era enquanto fator necessário.<em> &#8220;Se não tivermos a consciência do que foi o sistema escravocrata, por exemplo, não teremos o discernimento para compreender a força simbólica de um patrimônio&#8221;</em>, destacou Proença.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazendo menção ao reconhecimento oferecido por instituições públicas, para que a questão da preservação de um patrimônio seja uma conquista da sociedade, o professor foi enfático: <em>&#8220;Força e eficácia simbólica são necessárias por representarem, especialmente de forma pedagógica, a importância que um determinado patrimônio traduz. E justamente por isso, toda ação pedagógica possui dois pontos: ou ela educa ou ela deseduca. Achamos quando estamos certos quando atribuímos um determinado valor a um bem. Mas, precisamos compreender que nem todos são obrigados a aceitar a preservação de um determinado bem. Órgãos responsáveis pela questão precisam tratar a preservação de forma pacífica, porque a verdade é uma construção social, assim como o enunciado também se trata de uma construção&#8221;</em>.</p>
<div id="attachment_29734" aria-labelledby="figcaption_attachment_29734" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/VIII-Semana-do-Patrimonio-Mesa-redonda-Patrimonios-Urbanos-Em-que-cidade-queremos-habitar-Rogerio-Proenca-Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-29734" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/VIII-Semana-do-Patrimonio-Mesa-redonda-Patrimonios-Urbanos-Em-que-cidade-queremos-habitar-Rogerio-Proenca-Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Professor Rogério Proença</p></div>
<p style="text-align: justify;">Após a introdução, o tema &#8216;Patrimônios Urbanos &#8211; Em que cidade queremos habitar?&#8217;, foi destrinchado a partir de temáticas como o aglomerado urbano, o centro operacional da vida econômica e política, a convergência de prática e sociabilidade, e a execução de culturas urbanas. Como tendências urbanas, exemplos relacionados às dez cidades mais populosas do mundo foram explorados pelo professor, envolvendo questões como poluição sonora, construções civis inadequadas aos espaços urbanos, a falta da qualidade e disponibilidade de transportes públicos e o processo de modernização das cidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A sociedade de consumo passou a regular o fluxo da vida das cidades e com isso, tudo passou a ser visto como uma mercadoria, que passa pelos setores econômicos e políticos, até chegar ao patrimônio. Por isso, podemos afirmar que o patrimônio não é dado pela sociedade, ele é construído”</em>, explicou o professor.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo como exemplo o Bairro do Recife, que na década de 1990 passou por um processo de revitalização considerado bem sucedido, Rogério Proença afirmou: <em>“Todo processo de gentrificação está errado”</em>, referindo-se aos moradores de classe média baixa que passaram anos habitando a localidade histórica da capital pernambucana. <em>“O projeto estaria correto se tivesse sido inclusivo, deixando que a realidade daquelas pessoas fosse incorporada a sua proposta”</em>, opinou. <em>“Na cidade de Porto, em Portugal, a Ribeira passou por um processo parecido com o realizado no Bairro do Recife, adotando inicialmente um sistema de segurança na localidade e posteriormente, de forma mais humana, atendeu as necessidades de revitalização daquela população, sem precisar tirar os moradores daquela área tradicional”</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Lidar com a intervenção pública é lidar também com a própria vida de uma cidade. Eu acho que se cobra muito por patrimônio, como também se cobra de ações em prol do turismo, quando não é bem assim. Os órgãos de preservação ainda não se dedicaram a um projeto de educação patrimonial eficiente para a população. Muita coisa ainda necessita ser feita”</em>, concluiu Rogério Proença. A conferência também contou com a realização de um debate com os participantes, que puderam expor dúvidas e questionar sobre questões relativas aos espaços públicos urbanos, um dos tópicos abordados durante o encontro.</p>
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		<title>VIII Semana do Patrimônio encerra com atividades na UFPE</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2015 19:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Com uma extensa programação, a VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco encerra suas atividades aportando na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O seminário “Práticas Sustentáveis e Territórios de Sociabilidades” continua nesta quarta (26) e quinta (27), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA), promovendo discussões sobre a vivência nas grandes cidades [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29673" aria-labelledby="figcaption_attachment_29673" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/5967671859_91c2b7e181_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29673" alt="Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, capoeira será tema da mesa &quot;Saberes dos Mestres: Profissionalização ou Valorização ocupacional, apenas?”, que acontece nesta quinta (27)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/5967671859_91c2b7e181_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, capoeira será tema da mesa &#8220;Saberes dos Mestres: Profissionalização ou Valorização ocupacional, apenas?”, que acontece nesta quinta (27)</p></div>
<p>Com uma extensa programação, a <strong>VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong> encerra suas atividades aportando na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O seminário “Práticas Sustentáveis e Territórios de Sociabilidades” continua nesta quarta (26) e quinta (27), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA), promovendo discussões sobre a vivência nas grandes cidades e a relação com seus patrimônios culturais materiais e imateriais.</p>
<p>Abrindo a programação desta quarta (26), a conferência “Patrimônios Urbanos &#8211; Em que cidade queremos habitar?”, com o professor Dr. Rogério Proença Leite (Universidade Federal de Sergipe; Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural – IPHAN), seguida por debates mediados pelo professor Dr. Bartholomeu Tito Figueirôa (PPGA-UFPE).</p>
<p>À tarde, acontece a mesa redonda “Patrimônios Vivos – A pessoa como patrimônio: ganhos e disputas”, com os palestrantes Luciano Borges, doutorando do PPGA-UFPE; Marcelo Renan Souza, representante da Gerência de Preservação Cultural da Fundarpe; e Nicole Cosh, doutoranda do PPGA/UFPE. Eles abordarão as relações de valorização e reconhecimento dos saberes dos mestres e grupos culturais frente às políticas públicas de preservação do patrimônio cultural.</p>
<p>Na quinta (27), a programação, que tem início às 14h, abordará a Capoeira (Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil), com a mesa “Saberes dos Mestres: Profissionalização ou Valorização ocupacional, apenas?”. Participam como palestrantes três importantes mestres de capoeira do nosso Estado: Mestre Pirajá, Mestre João Mulatinho e Mestre Corisco, que vão debater sobre as formas de organização e formalização dos mestres e grupos de capoeira de Pernambuco, e ainda sobre os dilemas existentes frente à transmissão de saberes e a formação de novos mestres.</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação detalhada</strong></p>
<p><strong>Quarta, 26/8</strong><br />
9h às 12h &#8211; Patrimônios Urbanos &#8211; Em que cidade queremos habitar?<br />
9h &#8211; Abertura da Atividade<br />
9h15 &#8211; Conferência do Prof. Dr. Rogério Proença &#8211; UFSE<br />
10h15 &#8211; Diante do exposto, pergunta-se: por quê e para que Patrimônio na Cidade?<br />
Debatedor: Prof. Dr. Bartholomeu Tito Figueirôa<br />
10h40 &#8211; Intervalo<br />
11h &#8211; Questões e Debates</p>
<p>12h &#8211; Intervalo para o almoço.</p>
<p>13h30 às 17h &#8211; Mesa Redonda – Patrimônios Vivos: a pessoa como patrimônio: ganhos e disputas<br />
Palestrantes: Luciano Borges &#8211; Doutorando do PPGA/UFPE; Marcelo Renan Souza &#8211; GPCult/Fundarpe; Nicole Cosh &#8211; Doutoranda do PPGA/UFPE.<br />
Debatedor: Eduardo Sarmento &#8211; Doutorando PPGA/UFPE<br />
Local: Auditório do 3º andar do Centro de Filosofia e Ciências<br />
Humanas &#8211; CFCH/UFPE<br />
Local: Auditório do 3º andar do Centro de Filosofia e Ciências<br />
Humanas &#8211; CFCH/UFPE</p>
<p><strong>Quinta, 27/8</strong><br />
13h30 às 16h &#8211; Mesa Redonda – Capoeira em Pernambuco &#8211; Saberes dos Mestres: Profissionalização ou Valorização ocupacional, apenas?<br />
Mestres de Capoeira: Mestre João Mulatinho; Mestre Pirajá; Mestre Corisco<br />
15h &#8211; Fala do Debatedor, Questões e Debates<br />
Local: Auditório 1 &#8211; Sala 1306 &#8211; 13º andar do Centro de Filosofia e Ciências Humanas / CFCH &#8211; UFPE<br />
16h &#8211; Encerramento da Mesa | Roda de Capoeira<br />
Local: Área de Convivência do térreo do CFCH</p>
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		<title>Gestão do patrimônio cultural do Recife é tema de discussão na Semana do Patrimônio</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/gestao-do-patrimonio-cultural-do-recife-e-tema-de-discussao-na-semana-do-patrimonio/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2015 15:27:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma importante ação que compõe a VIII Semana do Patrimônio Cultural será realizada nesta sexta-feira (21), das 9h às 11h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. Trata-se da mesa ‘A gestão do Patrimônio Cultural da Cidade do Recife: ações e diretrizes de preservação’, cujo foco principal é falar sobre as mudanças na gestão da Diretoria de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2228" aria-labelledby="figcaption_attachment_2228" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Marcelo Soares</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/Caboclinho-7-Flexas-Marcelo-Soares-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-2228 " alt="Foto: Marcelo Soares" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/Caboclinho-7-Flexas-Marcelo-Soares-2-607x410.jpg" width="607" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Caboclinho 7 Flexas do Recife encerra a atividade desta sexta (21)</p></div>
<p>Uma importante ação que compõe a VIII Semana do Patrimônio Cultural será realizada nesta sexta-feira (21), das 9h às 11h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. Trata-se da mesa <em>‘A gestão do Patrimônio Cultural da Cidade do Recife: ações e diretrizes de preservação’</em>, cujo foco principal é falar sobre as mudanças na gestão da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural do Recife (DPPC). A ocasião contará ainda com apresentação do Caboclinho 7 Flexas, reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco. A atividade é aberta ao público.</p>
<p>Participam da mesa de debates Lorena Correia Veloso, gerente Geral de Preservação do Patrimônio Cultural do Recife, Cecília Vargas, gerente de Controle da Preservação do Patrimônio Cultural Material do Recife, e Izabella Medeiros, gestora de Planos e Projetos do Patrimônio Cultural Imaterial do Recife.</p>
<p>Além de falar sobre as mudanças na DPPC, será apresentado o projeto<em> ‘Olhares da Boa Vista’</em> pela técnica da DPPC, Anazuleide Ferreira. O projeto propõe um circuito sobre o patrimônio cultural da Boa Vista, valorizando a visualização das transformações n um dos bairros mais conhecidos do Recife.</p>
<p><strong>VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong></p>
<p>Com o tema ‘Práticas sustentáveis e territórios de sociabilidades, o evento discute vários assuntos a partir de ações formativas, exposições e também celebrações. Toda programação tem o objetivo de contribuir para o debate em torno da preservação do patrimônio cultural a partir das diversas práticas reconhecidas como sustentáveis.</p>
<p>Atualmente, as ações começaram no início do mês e se estendem até o dia 27 de agosto, com atividades em sete cidades pernambucanas, incluindo Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Igarassu, Paudalho, Caruaru e Brejo da Madre de Deus. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/VIII-Semana-do-Patrimonio-Programacao-Geral.pdf">Confira a programação completa.</a></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>VIII Semana do Patrimônio Cultural</em><br />
Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
(Rua da Aurora, 457, Boa Vista, Recife-PE)<br />
Sexta-feira (21/08) | 9h às 11h<br />
Atividade: Palestra “A gestão do Patrimônio Cultural da Cidade do Recife: ações e diretrizes de preservação”, com apresentação do Caboclinho 7 Flexas do Recife<br />
Gratuito<br />
Mais informações: (81) 3184 3157</p>
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		<title>Semana do Patrimônio discute os desafios dos museus na contemporaneidade</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 21:42:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Repensar os equipamentos culturais, atrair público, administrar o orçamento, cuidar e preservar o acervo. Essas e tantas outras questões permearam a roda de conversa que a 8ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco realizou na tarde desta quarta-feira (19), no Cais do Sertão, para discutir &#8220;Os desafios do Museu na contemporaneidade&#8221;. O evento, que contou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29406" aria-labelledby="figcaption_attachment_29406" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-cais-do-sertão-desafios-dos-museus-na-contemporaneidade.jpg"><img class="size-medium wp-image-29406" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-cais-do-sertão-desafios-dos-museus-na-contemporaneidade-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O evento reuniu os gestores Betânia Correia (Museu da Cidade do Recife), Eduardo Sarmento (Paço do Frevo), Célio Pontes (Cais do Sertão), Regina Batista (ex-diretora do Museu do Homem do Nordeste) e a professora e museóloga Emanuela Ribeiro (UFPE)</p></div>
<p>Repensar os equipamentos culturais, atrair público, administrar o orçamento, cuidar e preservar o acervo. Essas e tantas outras questões permearam a roda de conversa que a 8ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco realizou na tarde desta quarta-feira (19), no Cais do Sertão, para discutir &#8220;Os desafios do Museu na contemporaneidade&#8221;. O evento, que contou com a participação dos gestores Betânia Correia (Museu da Cidade do Recife), Eduardo Sarmento (Paço do Frevo), Célio Pontes (Cais do Sertão), Regina Batista (ex-diretora do Museu do Homem do Nordeste) e da professora e museóloga Emanuela Ribeiro (UFPE), proporcionou ao público uma riquíssima troca de experiências e vivências, sob o viés de três palavras-chaves: <strong>novas tecnologias</strong>, <strong>gestão</strong> e <strong>sustentabilidade</strong>.</p>
<p>Quem abriu o debate foi Betânia Correia. À frente do Museu da Cidade do Recife há dez anos, a gestora destacou a criatividade como grande aliada para manter as instituições museológicas funcionando e ter que driblar os problemas que surgem no dia a dia. &#8220;Somos desafiados cotidianamente a manter nossas portas abertas e, principalmente, atrair público para nossos espaços. [...] Logo que cheguei ao Museu da Cidade, encontrei uma sala com 1.600 mapas enrolados, e um orçamento baixíssimo para dar conta, além da melhoria de nossa estrutura, da preservação e digitalização desse material. Graças às parcerias e aos contatos que fizemos ao longo desses anos, a maioria do nosso acervo já está catalogada e digitalizada&#8221;, contou.</p>
<p>Ex-diretora do Museu do Homem do Nordeste, pertencente à Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), a museóloga Regina Batista destacou em sua fala que, embora haja uma demanda constante por novas tecnologias nos equipamentos culturais, é preciso manter um contato constante com a sociedade civil para saber o que ela deseja encontrar/ver/fruir nesses espaços. &#8220;Os museus há muito tempo já não ocupam quatro paredes. O cubo branco não existe há várias décadas. Ter página no Facebook, manter um site atualizado com informações relevantes ou ter projetores e novas mídias dentro dos museus, por si só, não representam interatividade com os visitantes. É preciso interagir com a comunidade, saber o que eles querem visitar no acervo. E mais do que isso: identificar quem é o público que frequenta esses espaços. A tecnologia deve ser usada como um meio e não como um fim&#8221;, disse.</p>
<p>A professora Emanuela Ribeiro aproveitou o gancho das novas tecnologias para trazer à tona a discussão da salvaguarda de objetos digitais que estão bem presentes no acervo dos novos museus. &#8220;Precisamos atentar para o fato que, ao contrário de quadros e objetos que apresentam um materialidade física, os metadados possuem uma especificidade bastante peculiar para preservá-los. Além criar ambientes interativos, temos que começar a nos preocupar como faremos para guardar a memória de tudo isso que já nasce no campo virtual&#8221;, afirmou.</p>
<div id="attachment_29409" aria-labelledby="figcaption_attachment_29409" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-cais-do-sertão-desafios-dos-museus-na-contemporaneidade-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-29409" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-cais-do-sertão-desafios-dos-museus-na-contemporaneidade-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Gestores relataram suas experiências à frente dos equipamentos culturais</p></div>
<p>Eduardo Sarmento, gestor do Paço do Frevo, fez questão de frisar que os museus estão mudando e que é preciso, além de criatividade, diminuir a distância que ainda existe entre o público e esses equipamentos. &#8220;Atualmente, as pessoas não querem só ir visitar as instituições museológicas. Elas querem participar, criar, interagir e contribuir com os acervos dos museus, que cada vez mais têm perdido esse aspecto impenetrável e autoritário de antes. Os gestores têm que aproveitar essa troca com os visitantes e, aliados a uma estratégia digital/tecnológica bem definida, construir um espaço de encontro e de fruição cultural, que consiga minimamente se autogerir&#8221;, relatou.</p>
<p>Já Célio Pontes, baseado em sua experiência na gerência do Cais do Sertão, contou que a tecnologia é um excelente recurso na promoção e gestão dos museus, desde que esteja atrelada a um propósito. &#8221;Temos um espaço que sabe aproveitar bem os recursos tecnológicos, mas eu quero dizer que a tecnologia sozinha não consegue trazer visitantes ao Cais. Há, por trás de tudo isso, uma curadoria que se preocupou em montar um acervo que não só dialogasse com a história do Luiz Gonzaga, bem como com a identidade do povo nordestino&#8221;, disse.</p>
<p>Mais do que soluções, a roda de conversa trouxe uma série de questões que fez todos os presentes repensarem a maneira como os museus são concebidos e geridos atualmente. Os desafios são muitos, mas é preciso enxergar, principalmente nas parcerias e vínculos firmados com outras instituições, oportunidades que mantenham vivo o acervo desses espaços e façam com que as pessoas se sintam atraídas a frequentar cada vez mais os equipamentos culturais.</p>
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		<title>Memória ferroviária de Pernambuco é pauta da Semana do Patrimônio</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2015 14:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[eno Paredes]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Central Capiba/Museu do Trem]]></category>
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		<description><![CDATA[No seu segundo dia de realização, a 8ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promoveu, nesta terça-feira (18), na Estação Central Capiba/Museu do Trem, uma mesa-redonda sobre o &#8220;Patrimônio Ferroviário Pernambucano: seu legado, perspectivas e ações de preservação&#8221;. Com a participação da arquiteta do Iphan, Maria Emília Lopes, do historiador Josemir Camilo e do diretor regional da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_29360" aria-labelledby="figcaption_attachment_29360" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-cultural.jpg"><img class="size-medium wp-image-29360" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-cultural-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O evento foi o primeiro encontro que a Estação Central Capiba/Museu do Trem promoveu sobre o Patrimônio Ferroviário Pernambucano</p></div>
<p>No seu segundo dia de realização, a 8ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promoveu, nesta terça-feira (18), na Estação Central Capiba/Museu do Trem, uma mesa-redonda sobre o &#8220;Patrimônio Ferroviário Pernambucano: seu legado, perspectivas e ações de preservação&#8221;. Com a participação da arquiteta do Iphan, Maria Emília Lopes, do historiador Josemir Camilo e do diretor regional da ONG Movimento Nacional Amigos do Trem, André Cardoso, e mediação da coordenadora do Departamento de Ação Educativa do Museu do Trem, Adriane Alves, o evento discutiu a importância das linhas ferroviárias no desenvolvimento do nosso Estado, bem como mostrou as ações que têm sido realizadas para sua salvaguarda e os desafios para manter viva a memória afetiva que muitos passageiros ainda guardam dos trens que circulavam, nos mais de 1.100 quilômetros de ferrovias pernambucanas.</p>
<div id="attachment_29364" aria-labelledby="figcaption_attachment_29364" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio.jpg"><img class="size-medium wp-image-29364" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/semana-do-patrimonio-607x382.jpg" width="607" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Adriane Alves, André Cardoso, Josemir Camilo e Maria Emília Lopes comandaram a mesa-redonda</p></div>
<p>&#8220;Este é o primeiro de vários outros encontros que pretendemos sediar na Estação Central Capiba/Museu do Trem sobre o patrimônio ferroviário. Não existe espaço mais apropriado para discutirmos esse tema, uma vez que a função social do museu é essa: ambiente de ensino/aprendizagem, lugar de pesquisa, trocas e produção de saberes que integram diversas áreas do conhecimento&#8221;, disse Adriane, na abertura da mesa-redonda. Em seguida, a representante do Iphan Maria Emília Lopes apresentou um painel sobre &#8220;Sustentabilidade e Preservação do Patrimônio Cultural&#8221;, tendo como estudo de caso o Complexo das Oficinas Ferroviárias de Jaboatão dos Guararapes que, outrora abandonado, vai se transformar na sede da Escola Técnica do Senai. Segundo ela, é possível oferecer um novo uso a um patrimônio cultural, sem perder de vista a preservação do seu valor histórico-cultural. &#8220;Quando o Senai adquiriu o terreno do Complexo, eles não tinham ideia de que ali havia uma área preservada pelo Iphan. Entre idas e vindas, e uma série de escutas à população, em consonância ao conceito de sustentabilidade urbana que, dentre outras coisas, preceitua que devemos identificar as inflexões dos atores sociais para contribuir com os espaços das cidades e garantir qualidade de vida para os mais diversos grupos que a ocupam, chegamos a esse projeto que, embora apresente uma funcionalidade diferente da original, mantém e preserva não só as estruturas, como salvaguarda sua história&#8221;, contou.</p>
<p>O projeto, além de salas de aulas, quadras esportivas e um anfiteatro, inclui uma ciclofaixa aberta para os moradores que são vizinhos à escola. &#8220;A nossa ideia é que o patrimônio ferroviário se integrasse e fizesse parte da vida das pessoas em sua volta. Isto é, que ele fosse ressignificado e reapropriado não só pelos alunos, como também por quem mantinha uma relação de afeto com aquele espaço&#8221;, finalizou.</p>
<p>Grande pesquisador das ferrovias na Inglaterra, o professor Josemir Camilo fez uma panorama da história das ferrovias no Nordeste. De acordo com ele, grande parte de nossas linhas ferroviárias foram financiadas pelo capital inglês, graças ao benefícios que o governo brasileiro oferecia às empresas da Inglaterra que, àquela época, eram líderes mundiais nesse segmento. &#8220;A maioria do nosso patrimônio ferroviário brasileiro, principalmente do Nordeste canavieiro, foi construída com o capital inglês. Com a retomada da concessão das ferrovias por parte do governo brasileiro, no período da República, coube à antiga Rede Ferroviária Federal (Refesa) administrar nossos trens e linhas ferroviárias. Embora tenha tido uma administração pouco exitosa, a nossa malha ferroviária ligava a maioria dos Estados nordestinos de uma ponta a outra&#8221;, relembrou.</p>
<p>Já o diretor regional da ONG Movimento Nacional Amigos do Trem, André Cardoso, falou da sua experiência à frente da instituição. Ele, que também integra a equipe da Estação Central Capiba/Museu do Trem, destacou que o espaço e todo o seu acervo representam uma grande ação de preservação da memória ferroviária pernambucana. &#8220;O que fazemos aqui é resgatar toda a história dos trens e linhas ferroviárias de nosso Estado para mostrar que foi, através dos trilhos, que o desenvolvimento chegou nos lugares mais remotos de Pernambuco&#8221;, afirmou. Cardoso mantém, desde 2013, um projeto voluntário de fiscalização e preservação do Patrimônio Ferroviário Pernambucano, que percorre várias regiões. &#8220;Nos finais de semana, (eu e meus amigos) caminhamos por várias cidades onde essa malha ferroviária está um pouco esquecida, a fim de sensibilizar a população e os agentes públicos sobre o potencial turístico que aqueles trilhos podem oferecer às regiões&#8221;, disse. Segundo ele, a ideia é montar, em breve, uma linha de trem turístico-cultural que irá ligar o Circuito dos Engenhos da Mata Norte. &#8220;Vários municípios brasileiros já estão explorando os trilhos, antes abandonados, para o turismo. Podemos fazer o mesmo em Pernambuco&#8221;, falou entusiasmado.</p>
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		<title>Apresentações culturais e debates vão abrir a VIII Semana do Patrimônio Cultural</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2015 14:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro de Santa Isabel]]></category>
		<category><![CDATA[VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Na próxima segunda-feira, 17 de agosto, é o Dia Nacional do Patrimônio. Na mesma data, não por acaso, o Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, realiza a abertura da VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, que neste ano apresenta o tema ‘Práticas sustentáveis e territórios de sociabilidades’. A solenidade, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima segunda-feira, 17 de agosto, é o Dia Nacional do Patrimônio. Na mesma data, não por acaso, o Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, realiza a abertura da VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, que neste ano apresenta o tema ‘Práticas sustentáveis e territórios de sociabilidades’. A solenidade, que vai contar com palestras, debates e apresentações musicais, está marcada para acontecer no Teatro de Santa Isabel, às 14h, e é aberta ao público.</p>
<p>Uma das atividades na abertura da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é uma palestra da doutora em Arquitetura e Urbanismo da UFBA, Márcia SantAna, que vai conversar com o público sobre a temática do evento. Na sequência, o professor da USP, Bruno Padovano, também doutor na mesma disciplina, discorre sobre o tema Projetos de qualificação de espaços públicos: além da modernidade líquida.</p>
<div id="attachment_29141" aria-labelledby="figcaption_attachment_29141" class="wp-caption img-width-578 aligncenter" style="width: 578px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kau Muniz/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Ascom-CEC-Kau-Muniz.jpg"><img class="size-full wp-image-29141" alt="Kau Muniz/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/Ascom-CEC-Kau-Muniz.jpg" width="578" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia SantAna, doutora em Arquitetura e Urbanismo da UFBA, vai conversar com o público sobre o tema &#8216;Práticas sustentáveis e territórios de sociabilidades’</p></div>
<p>Além dos debates, o palco do Teatro Santa Isabel receberá uma apresentação dos Patrimônios Vivos de Pernambuco, os maestros Duda, Ademir Araújo (Formiga) e Nunes. A orquestra de Nunes será regida pelos maestros Duda e Ademir, que lhe farão uma homenagem. O encerramento será com a Banda Sinfônica do Recife.</p>
<div id="attachment_29168" aria-labelledby="figcaption_attachment_29168" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/maestros.jpg"><img class="size-medium wp-image-29168" alt="divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/maestros-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Os maestros patrimônios vivos Nunes, Duda e Ademir Araújo fazem apresentação especial no Santa Isabel</p></div>
<p>Para Márcia Souto, presidente da Fundarpe, a Semana do Patrimônio, como parte de uma política pública voltada para este segmento da Cultura, tem como objetivo ampliar a discussão da importância do patrimônio cultural para a sociedade que, mais recentemente, vem levantando diversos questionamentos do que deve, ou não, ser objeto de preservação.</p>
<p>“É um momento ímpar de a sociedade se inteirar mais e melhor sobre debates urgentes que estão hoje na pauta das grandes metrópoles e que tratam, por exemplo, de questões como a melhor utilização dos espaços de convivência da cidade, revitalização urbana, sociabilidade, para questionarmos: em qual cidade queremos viver?”, destaca Márcia Souto.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em> Abertura da VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</em><br />
Segunda-feira (17/08) | 14h<br />
Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n &#8211; Santo Antônio, Recife &#8211; Aberta ao público)</p>
<p><strong>Confira a programação de abertura:</strong><br />
14h &#8211; Apresentação dos Patrimônios Vivos de Pernambuco &#8211; Maestro Duda, Maestro Formiga, Maestro Nunes e orquestra<br />
15h &#8211; Palestra &#8211; Práticas sustentáveis e territórios de sociabilidades, com a prof.ª Dr.ª em Arquitetura e Urbanismo Márcia Sant&#8217;Anna &#8211; UFBA<br />
15h45 &#8211; Palestra &#8211; Projetos de qualificação de espaços públicos: além da modernidade líquida, com o prof. Dr. em Arquitetura e Urbanismo Bruno Padovano &#8211; USP<br />
16h30 &#8211; Debate<br />
17h30 &#8211; Apresentação da Banda Sinfônica da Cidade do Recife</p>
<p><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/VIII-Semana-do-Patrimonio-Programacao-Geral.pdf" target="_blank">Confira aqui a programação completa</a></strong></p>
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		<title>Recife, Olinda e mais cinco cidades prontas para a VIII Semana do Patrimônio Cultural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/recife-olinda-e-mais-cinco-cidades-prontas-para-a-viii-semana-do-patrimonio-cultural/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 20:14:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Mácia Chamixaes]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelino Granja]]></category>
		<category><![CDATA[Márcia Souto]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura]]></category>
		<category><![CDATA[VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[A preservação do patrimônio cultural, material e imaterial de Pernambuco estará no centro das discussões de 17 a 21 de agosto, quando será realizada a VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, evento promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe. O encontro, que tem como objetivo comemorar o Dia Nacional [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/VIII-Semana-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-28975 aligncenter" alt="VIII Semana 1" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/VIII-Semana-1-537x486.jpg" width="537" height="486" /></a></p>
<p>A preservação do patrimônio cultural, material e imaterial de Pernambuco estará no centro das discussões de 17 a 21 de agosto, quando será realizada a VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, evento promovido pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe. O encontro, que tem como objetivo comemorar o Dia Nacional do Patrimônio (17 de agosto), é um espaço de debates, interdisciplinar e interinstitucional sobre as mais diversas questões consideradas essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais.</p>
<p>Toda programação é gratuita e reunirá atividades que contemplam a diversidade de visões, enfoques, práticas e experiências, a partir de quatro eixos: brincar, experimentar, interpretar e pensar. Com isso, visa contribuir para o debate em torno da preservação do patrimônio cultural a partir das diversas práticas reconhecidas como sustentáveis. Daí o tema geral da Semana: Práticas sustentáveis e territórios de sociabilidade, cujo objetivo geral é ampliar o diálogo entre os diversos grupos sociais, estimulando a sociabilidade e fortalecendo a cultura do Estado nos seus múltiplos territórios.</p>
<p><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/VIII-Semana-do-Patrimonio-Programacao-Geral.pdf" target="_blank">Confira aqui a programação completa da VIII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco.</a></strong></p>
<p>Nos últimos oito anos, a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco cresceu e as ações extrapolaram os sete dias de atividades. Atualmente, as ações começam no início do mês e se estendem até o final de agosto, com atividades em sete cidades pernambucanas, incluindo Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Igarassu, Paudalho, Caruaru e Brejo da Madre de Deus.</p>
<p>A abertura da Semana acontece na próxima segunda-feira (17), às 14h, no Teatro Santa Isabel. Na ocasião, o público poderá participar de palestra que é tema da Semana: Práticas sustentáveis e territórios de sociabilidades, com a doutora em Arquitetura e Urbanismo da UFBA, Márcia SantAna. Na sequência, o professor da USP Bruno Padovano, também doutor na mesma disciplina, discorre sobre o tema Projetos de qualificação de espaços públicos: além da modernidade líquida.</p>
<p>Além dos debates, a abertura, no palco do Teatro Santa Isabel, como não poderia deixar de ser, será também de música, com a participação dos Patrimônios Vivos de Pernambuco, os maestros Duda, Ademir Araújo (Formiga) e Nunes. A orquestra de Nunes será regida pelos maestros Duda e Ademir, que lhe farão uma homenagem. O encerramento será com a Banda Sinfônica do Recife.</p>
<p>Para Márcia Souto, presidente da Fundarpe, a Semana do Patrimônio, como parte de uma política pública voltada para este segmento da Cultura, tem como objetivo ampliar a discussão da importância do patrimônio cultural para a sociedade que, mais recentemente, vem levantando diversos questionamentos do que deve, ou não, ser objeto de preservação. “É um momento ímpar de a sociedade se inteirar mais e melhor sobre debates urgentes que estão hoje na pauta das grandes metrópoles e que tratam, por exemplo, de questões como a melhor utilização dos espaços de convivência da cidade, revitalização urbana, sociabilidade, para questionarmos: em qual cidade queremos viver?”, destaca Souto.</p>
<p>O secretário de Cultura Marcelino Granja chama atenção para um momento importante no sentido de estruturar uma política permanente para a questão do patrimônio material e imaterial do Estado, e que está acontecendo paralelamente à Semana do Patrimônio. Trata-se da criação do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural. A expectativa é de que a Semana mobilize o público – sobretudo os diversos setores da sociedade civil ligados ao segmento da preservação do patrimônio – sobre o processo eleitoral de formação do novo Conselho. “Estaremos com equipe na Secult pronta para receber as inscrições de todos aqueles que quiserem fazer parte desse processo democrático e de cogestão, que é o Conselho. As inscrições seguem até o dia 31”, ressalta o secretário.</p>
<p>A programação é intensa e bastante variada. “Procuramos elaborar uma programação de qualidade, abrangendo os mais variados temas que estão ligados à questão do patrimônio, a partir de vários formatos. Teremos ações educativas, capacitações, celebrações, debates, exposições, mesas redondas e rodas de diálogo”, pontua Márcia Chamixaes, da Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe.</p>
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