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	<title>Portal Cultura PE &#187; Vinicius Sarmento</title>
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		<title>Ouvindo e Fazendo Música: Vinícius Sarmento e Alexandre Rodrigues fazem dobradinha no MEPE</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2016 18:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A edição deste sábado (8) do Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) será marcada pelo encontro de Vinícius Sarmento (violão) e Alexandre Rodrigues (clarinete), que têm em comum a paixão pela música brasileira e o gosto pelo improviso. Ambos tiveram sólida formação teórica: Alexandre é graduado em Música pelo Instituto de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_40933" aria-labelledby="figcaption_attachment_40933" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/alexandre-rodrigues-vinicius-sarmento-ouvindo-e-fazendo-musica.jpg"><img class="size-medium wp-image-40933" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/alexandre-rodrigues-vinicius-sarmento-ouvindo-e-fazendo-musica-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Os músicos pernambucanos se encontram neste sábado (8), nos jardins do MEPE</p></div>
<p>A edição deste sábado (8) do Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) será marcada pelo encontro de Vinícius Sarmento (violão) e Alexandre Rodrigues (clarinete), que têm em comum a paixão pela música brasileira e o gosto pelo improviso. Ambos tiveram sólida formação teórica: Alexandre é graduado em Música pelo Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco e Vinícius estudou violão popular no Conservatório Pernambucano de Música. &#8220;O duo faz de suas apresentações um diálogo lúdico entre violão e clarinete, com o virtuosismo característico dos músicos populares brasileiros&#8221;, conta a produtora Ana Garcia, responsável pelo concepção e programação do projeto. A apresentação começa às 17h, e ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$3 (meia-entrada). Confira um pouco da performance dos artistas:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fumWUWe9dSU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/iEKsCbzSD4M" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Vinícius Sarmento e Alexandre Rodrigues<br />
Quando: 8/10 (sábado), às 17h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE)<br />
Quanto: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)</p>
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		<title>Vinícius Sarmento: “AB é um estado de espírito”</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2015 17:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[AB]]></category>
		<category><![CDATA[Eu indico]]></category>
		<category><![CDATA[Vinicius Sarmento]]></category>
		<category><![CDATA[Vítor Araújo]]></category>

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		<description><![CDATA[O convidado do Eu Indico desta semana é o músico Vinícius Sarmento. O jovem violonista que impressiona pelo apuro e domínio ao violão, herança inconteste do pai, Nuca, do tio, Bozó 7 Cordas, e até mesmo do padrinho, Raphael Rabello. Já se apresentou ao lado de nomes como Dominguinhos, Yamandu Costa, Henrique Annes, Tibério Azul, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Vinicius-Sarmento.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22083" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Vinicius-Sarmento-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O convidado do <strong>Eu Indico</strong> desta semana é o músico <strong>Vinícius Sarmento</strong>. O jovem violonista que impressiona pelo apuro e domínio ao violão, herança inconteste do pai, Nuca, do tio, Bozó 7 Cordas, e até mesmo do padrinho, Raphael Rabello. Já se apresentou ao lado de nomes como Dominguinhos, Yamandu Costa, Henrique Annes, Tibério Azul, Sebastião Tapajós, Lula Queiroga, China e Luiza Possi, entre outros. Atualmente, integra a banda Seu Chico.</p>
<p>Aos internautas, ele indica o álbum <em>AB</em>, segundo da carreira do pianista Vitor Araújo, outro importante nome da nova cena musical da música instrumental pernambucana. Com um jeito próprio de se expressar musicalmente ao piano, Vitor demarcou território através do seu primeiro trabalho, <em>TOC</em>, e da vigorosa e arrojada sequência, <em>AB</em>, lançada em 2012.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Vitor-Araujo-Heloisa-Bortz.jpg"><img class="size-full wp-image-22084 alignnone" alt="Heloisa Bortz" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Vitor-Araujo-Heloisa-Bortz.jpg" width="500" height="375" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Conheci o trabalho de Vitor na TV Cultura, acho que em 2007. Era o </em>Variando<em>, uma espécie de DVD demo que seria o embrião do </em>TOC<em>, seu primeiro trabalho oficial, lançado pela DeckDisc, no ano seguinte. De imediato, me prenderam a atenção seu virtuosismo e sua presença magnética no palco. Viria conhecê-lo pessoalmente em 2009, através de Lula Queiroga, quando nos convidou para uma homenagem ao aniversário de Recife e Olinda. A partir daí nos tornamos amigos e pude acompanhar de perto a evolução musical e artística que resultou no </em>AB<em>, lançado em 2012.</em></p>
<p>AB<em> é um estado de espírito. Impossível ficar indiferente à carga dramática do lado A e ao vigor da parte B. Na primeira, a suíte denominada &#8220;Solidão&#8221;, composta de 4 movimentos. Sensíveis, densas, as peças revelam um compositor inspirado e plenamente consciente do resultado estético que pretende atingir. São a forma silenciosa e introspectiva da solidão. Penso que Vitor as compôs pra si, mostrar foi só um detalhe.</em></p>
<p><em>O lado B é a antítese do A. Não que o negue, pelo contrário, o complementa, mas é a forma explosiva do mesmo sentimento. Começa com &#8220;Baião&#8221; (nada menos introspectivo do que um baião), de sua autoria, onde convida o alquimista Yuri Queiroga para interferir com programações e samplers. Segue com &#8220;Jongo&#8221;(Lorenzo Fernandez), participação do mestre Naná Vasconcelos, depois &#8220;Veloce&#8221;(Claude Bolling), um jazz delicioso que conta com a participação do Rivotrill, e fecha de forma triunfal ao lado do Macaco Bong em &#8220;Pulp&#8221;, outra composição sua, inspirada no universo fantástico de Tarantino, Robert Rodriguez e Bukowisk. Dez minutos de música-filme, climas, reviravoltas, guitarras frenéticas e um imaginário sangue jorrando divertidamente na tela do cinema.</em></p>
<p><em>&#8220;AB&#8221; é um disco para se ouvir com atenção. Para ir da melancolia ao êxtase. Um grande disco</em>&#8220;.</p>
<p><strong>Ouça duas canções do disco <em>AB</em>, de Vitor Araújo</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/64318460&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/64313383&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Samba e MPB deram o tom na noite de quinta</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 15:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Por André Dib Geraldo Maia, Grupo Terra e Chico César fizeram da noite de quinta (27/7), em Triunfo, uma celebração da música brasileira, com foco na cultura nordestina. Muita gente que veio curtir o Palco Nação Cultural aplaudiu e dançou quando Chico surgiu no microfone, de figurino colorido e óculos escuros, entoando “Beradero”, emocionante declamação que foi emendada com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5913" aria-labelledby="figcaption_attachment_5913" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7654773432_fdb2a58637_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5913" alt="Pela primeira vez em Triunfo, Chico César tocou seus principais sucessos (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7654773432_fdb2a58637_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pela primeira vez em Triunfo, Chico César tocou seus principais sucessos (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por André Dib</p>
<p>Geraldo Maia, Grupo Terra e Chico César fizeram da noite de quinta (27/7), em Triunfo, uma celebração da música brasileira, com foco na cultura nordestina. Muita gente que veio curtir o Palco Nação Cultural aplaudiu e dançou quando Chico surgiu no microfone, de figurino colorido e óculos escuros, entoando “Beradero”, emocionante declamação que foi emendada com “Mama África”. As duas músicas remontam ao início de sua carreira, assim como à sua origem geográfica - a cidade paraibana de Catolé do Rocha e, radicalizando, o continente africano.</p>
<p>No palco, Chico César reinou entre ritmos híbridos, com base no reggae e fortes elementos do forró, tocado com sanfona e triângulo, que sem causar espanto se combinam com o frevo, o rap e a música caipira, em versão para “Oratório”, de Milton Nascimento. Até Raul Seixas fez uma “passagem” relâmpago, em resposta ao velho e recorrente pedido de “Toca Raul”. Um pouco chateado com a brincadeira, Chico disse: “Viajei mais de seis horas para estar aqui e apresentar o meu trabalho. Toco Raul muito bem, mas somente releituras e versões pessoais”. Após os aplausos, cantou um trecho de “Trem das sete”.</p>
<div id="attachment_5915" aria-labelledby="figcaption_attachment_5915" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7654712648_4448529871_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5915" alt="Em ponto alto do show, Geraldo Maia convidou Josildo Sá para dueto (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7654712648_4448529871_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em ponto alto do show, Geraldo Maia convidou Josildo Sá para dueto (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Abrindo a programação, Geraldo Maia fez um show marcado por arte e técnica, em que as dimensões vocal e cênica de sua performance foram tão importantes quanto a de sua banda, formada por dois violonistas (Vinicius Sarmento e Rodrigo Samico) e dois percussionistas (Amendoim e Nego Grilo). Após interpretar uma série de sambas, maracatus e outros ritmos pernambucanos, Maia convidou Josildo Sá para cantar o forró “Cantiga do sapo”, grande sucesso de Jackson do Pandeiro.</p>
<p>Segunda atracão da noite, o Grupo Terra radicalizou no samba e no pagode. O grupo é do Recife, mas seu estilo é tradicionalmente carioca: vestidos de branco, seis músicos cantam e revezam percussão e cordas.</p>
<p><strong>Confira a programação de hoje para o Palco Nação Cultural:</strong></p>
<p>22h – Maestro Ademir Araújo e Orquestra Rockfônica<br />
23h – Tulipa Ruiz<br />
0h – Lenine</p>
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