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	<title>Portal Cultura PE &#187; vinil</title>
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		<title>Confraria do Vinil de Pernambuco completa dez anos com feira de discos no Espinheiro</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2022 20:12:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda Cultura.PE]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[A proposta em 2012 era ambiciosa: realizar feiras de LPs e compactos a cada dois ou três meses, justamente quando o mercado da música passava por uma das maiores crises econômicas, com fechamento de lojas de discos e falência de gravadoras e selos. Enquanto praticamente toda uma geração abandonava os CDs e tinha no bolso [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220302-WA0047-01.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91494" alt="IMG-20220302-WA0047-01" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220302-WA0047-01-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>A proposta em 2012 era ambiciosa: realizar feiras de LPs e compactos a cada dois ou três meses, justamente quando o mercado da música passava por uma das maiores crises econômicas, com fechamento de lojas de discos e falência de gravadoras e selos.</p>
<p>Enquanto praticamente toda uma geração abandonava os CDs e tinha no bolso seu tocador de MP3 (iPods e similares), surgia a Confraria do Vinil de Pernambuco. Dez anos depois, o grupo formado por colecionadores, lojistas, pesquisadores, garimpeiros e DJs do Estado viu mudanças profundas no universo da bolachona: um público cada vez maior voltou a consumir discos físicos para saber informações técnicas ou experimentar uma escuta tátil. O vinil passou a figurar como produto de desejo (às vezes até fetiche) e o Recife ganhou ao menos oito lojas especializadas no formato.</p>
<p>Neste sábado (5), os confrades pernambucanos celebram essa década passada de muitas descobertas, barganhas, acúmulos e amizades fraternas com uma feira na Bodega Marquês, bar e empório gastronômico localizado no bairro do Espinheiro, no Recife. O encontro começa às 13h e é aberto ao público.</p>
<div id="attachment_91491" aria-labelledby="figcaption_attachment_91491" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220302-WA0061.jpg"><img class="size-medium wp-image-91491" alt="Confraria se reuniu pela primeira vez em 2012" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220302-WA0061-607x443.jpg" width="607" height="443" /></a><p class="wp-caption-text">Confraria se reuniu pela primeira vez em 2012</p></div>
<p>&#8220;As primeiras feiras ocorreram ainda na loja Passa Disco, em Casa Amarela, pois era um local que alguns dos confrades já conheciam. Na época, Fábio (proprietário da loja) deu grande força. Depois de algumas edições lá, começamos a circular com as feiras em outros centros comerciais. Chegamos a fazer feiras em quatro shoppings na Região Metropolitana, além de participar de encontros em Caruaru&#8221;, relembra Daniel Hazin, advogado e primeiro entusiasta da Confraria.</p>
<p>&#8220;Esse grupo é muito diverso mas acabou se unindo pela vontade de conhecer música e pela paixão pelos discos. A cada feira, encontro ou mesmo nas conversas acaloradas pelo Whatsapp, há sempre uma novidade ou redescoberta de algum artista ou grupo que precisa ser ouvido&#8221;, conta o também advogado e porta voz da Confraria Ivanildo Berardo.</p>
<div id="attachment_91492" aria-labelledby="figcaption_attachment_91492" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220302-WA0052.jpg"><img class="size-medium wp-image-91492" alt="Grupo surgiu para manter viva a cultura do vinil e promover eventos ligados à musica" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/IMG-20220302-WA0052-607x422.jpg" width="607" height="422" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo surgiu para manter viva a cultura do vinil e promover eventos ligados à musica</p></div>
<p>Nas feiras da Confraria, é possível achar discos de preços populares (R$ 10 ou R$ 20) até raridades que chegam a custar até quatro dígitos de real. Essa diversidade também se vê nos estilos: jazz, blues, rock, MPB, eletrônico, instrumental, reggae, coletâneas, entre outras vertentes musicais. Impossível não encontrar algo do seu agrado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Feira de 10 anos da Confraria do Vinil de Pernambuco</p>
<p>Neste sábado (5), a partir das 13h</p>
<p>Na Bodega Marquês &#8211; Rua Marquês do Paraná, 109, Espinheiro</p>
<p>Aberto ao público</p>
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		<title>Graxa: “Di Melo é mito total!”</title>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2015 18:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[1975]]></category>
		<category><![CDATA[Di Melo]]></category>
		<category><![CDATA[disco]]></category>
		<category><![CDATA[Eu indico]]></category>
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		<category><![CDATA[soul]]></category>
		<category><![CDATA[vinil]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem participa, nesta semana, do Eu Indico é o cantor e compositor Graxa, que acaba de lançar o seu segundo álbum, Aquele Disco Massa. Um dos nomes que integra a Cena Beto, ele traz em seu trabalhos referência do rock, blues, folk, sempre com letras ferinas, mas muito bem humoradas. Ao Cultura.PE e aos internautas ele [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Graxa-crédito-Juvenil-Silva.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18088" alt="Juvenil Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Graxa-crédito-Juvenil-Silva-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem participa, nesta semana, do <strong>Eu Indico</strong> é o cantor e compositor <strong>Graxa</strong>, que acaba de lançar o seu segundo álbum, <em>Aquele Disco Massa</em>. Um dos nomes que integra a Cena Beto, ele traz em seu trabalhos referência do rock, blues, folk, sempre com letras ferinas, mas muito bem humoradas.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas ele indica o primeiro disco do mito <strong>Di Melo</strong>, de 1975. Soulman recifense que fez carreira labo B em São Paulo, e foi redescoberto pelas novas gerações há cerca de uma década, voltando às paradas de sucesso com seu balanço que mistura soul, funk, tango, latinidades entre outras malemolências mais.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/DiMelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-4959" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/DiMelo-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>“<em>Agito, embalo, dançante e curtição. Fera total. Tem nem o que dizer, bicho! Indo para muito além das definições de música boa ou ruim, independente disso, não há de se negar que o figura &#8220;X&#8221; que colocar o som desse disco e não curtir é uma figura preocupante, não vai ter jeito que dê jeito, quanto mais um texto.</em></p>
<p><em>Vou falar uma parada bem clichê, mas é verdade: o repertório desse disco é muito rico &#8211; apesar de ter fortes bases na soul music. Mas alguns exemplos como </em>Conformopólis<em>, </em>Sementes<em> e </em>Má Lida<em> – essa última, com lindos arranjos de cordas – servem pra endossar o que eu tô dizendo. Também tem Minha Estrela, que já é uma que tem uma pegada mais de música latina – “esfrega-esfrega” e safadeza bacana.</em></p>
<p><em>E o vinil? O original é mosca branca, mas, se não me engano, fizeram relançamento. Queria o meu. Um dia rola! Esse é de prateleira. Pegar ele e colocar na radiola. Funciona no fim de semana, um pratinho de guisado e uma cachaça organizada. Quando vê, tu já tá dançando, numa boa, de óculos escuros, parecendo até que vai morrer doce quando o mundo se acabar em mel. Isso funciona em fins de semana.</em></p>
<p><em>E Di Melo? O cara é mito total! O Imorrível! Dá pra tu? Queres mais? Pra mim, já é o suficiente. E fora que o cara é bonitão! Manja na lábia e no papo. Tem altos estilos </em><em>de gírias &#8216;dimélisticas&#8217; que eu uso porque é o linguajar fera, tipo: “coracional” ou, até mesmo, “sorvete comportamental”. Tem outros. Fortes influências! Discaço! E Di Melo é figuraça que deve ser admirada e considerada sempre em todos os cantos e épocas. Um grande abraço pra ele</em>”.</p>
<p><strong>Ouça o disco Di Melo (1975)</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/t7xwo7HW9g8" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>CD &#8220;Pra ficar&#8221;, da Orquestra  Contemporânea de Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:57:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acervo Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[CD]]></category>
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		<category><![CDATA[Orquestra Contemporânea de Olinda]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/capa-orquestra-c-olinda-pra-ficar.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26709" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/capa-orquestra-c-olinda-pra-ficar-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p><strong>Título: </strong>Pra ficar<strong><br />
Tipo de produto: </strong>CD, DVD, Disco de vinil<strong><br />
Proponente: </strong>José de Oliveira Júnior<br />
<strong>Artista: </strong>Orquestra  Contemporânea de Olinda<strong><br />
</strong><strong>Gênero: </strong>Grooves latinos, afrobeats e ritmos pernambucanos<br />
<strong>Ano de lançamento:  </strong>2012<strong><br />
</strong><strong>Descrição:  </strong>O percussionista Gilú Amaral convocou boa parte dos melhores da atual safra de músicos pernambucanos para compor a Orquestra Contemporânea de Olinda, junção de orquestra de frevo com baixo, guitarra e bateria. Formada em 2006, a big band caiu no gosto do público e, em 2008, já havia realizado mais de oitenta shows pelo Brasil. Entre as influências da banda estão grooves latinos, afrobeats e ritmos pernambucanos, sempre com arranjos de metais do maestro Ivan do Espírito Santo. A Orquestra já se apresentou em diversas cidades do Brasil, na Europa e nos Estados Unidos, sendo indicada ao Grammy Latino 2009, na categoria de Melhor Álbum de Música Regional Brasileira.<strong><br />
</strong><strong>Tiragem: </strong> 1.000 CDs/ 1.000 DVDs/ 300 Discos de Vinil<strong><b><br />
</b></strong><strong>Preço: </strong>CD R$ 10,00 / DVD R$ 15,00 / Vinil R$ 50,00<strong><br />
</strong><strong>Locais de venda:<br />
</strong>Loja Passadisco -<strong> </strong>Estrada do Encanamento, 480 &#8211; Parnamirim, Recife.<br />
Livraria Cultura &#8211; shopping Paço Alfândega e shopping Rio Mar<br />
<strong>Site:</strong> <strong><a href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank">http://www.orquestraolinda.com.br/</a></strong><br />
<strong>Email:</strong> orquestraolinda.producao@gmail.com<br />
<strong>Telefone:</strong> (81) 9104.6418</p>
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