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	<title>Portal Cultura PE &#187; Vivência</title>
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		<title>Documentário do 1º Festival Sertão a Dentro é lançado no YouTube</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 15:48:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cátia de França, Reinivaldo Pinheiro, Agda, Cantoria Crua e outros artistas estão presentes no documentário do 1º Festival Sertão a Dentro, que acaba de ser lançado no YouTube. O curta-metragem é um recorte do evento realizado em novembro de 2022, no município de Serra Talhada, no Sertão pernambucano, berço da poesia e do cancioneiro popular. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107001" aria-labelledby="figcaption_attachment_107001" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kaká Bezerra/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/sertao-a-dentro-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-107001" alt="Kaká Bezerra/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/sertao-a-dentro-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A equipe do do 1º Festival Sertão a Dentro</p></div>
<p>Cátia de França, Reinivaldo Pinheiro, Agda, Cantoria Crua e outros artistas estão presentes no documentário do 1º Festival Sertão a Dentro, que acaba de ser lançado no YouTube. O curta-metragem é um recorte do evento realizado em novembro de 2022, no município de Serra Talhada, no Sertão pernambucano, berço da poesia e do cancioneiro popular.<br />
O Festival Sertão a Dentro é uma realização da Epahey Produções Culturais, Boi Luzeiro Produções, Retina Digital e Instituto Socioambiental da Serra Grande e recebe incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Governo de Pernambuco.<br />
Assim como o Festival o documentário também tem como objetivo fortalecer a cultura dos cantadores criando a oportunidade de resgate da ancestralidade dessa manifestação popular e ajudando na preservação da memória cultural do Sertão.<br />
Os 45 minutos do vídeo trazem recortes da programação do festival, como imagens da Vivência, realizada no Instituto Serra Grande; da Cantoria, feita na Concha Acústica; e da oficina Canções do Sertão: Poesia e Memória, executada na Escola Municipal Imaculada Conceição, além de relatos dos músicos e poetas que participaram dos três dias de evento.<br />
De acordo com a cantora, compositora e multi-instrumentista paraibana Cátia de França, estar em Serra Talhada pela primeira vez foi uma experiência inesquecível. “O melhor presente da minha vida foi ter vindo e conhecido, porque eu sempre andei pela região, mas nunca vim por aqui. Acho que de agora em diante o caminho vai ser esse: quando eu quiser me abastecer, me renovar, me fortalecer é em Serra Talhada”, afirma.<br />
Além da paraibana, participam do documentário PC Silva, Marcello Rangel, Agda, Dayane Rocha, Reinivaldo Pinheiro e a trinca de cantadores agrestinos da Cantoria Crua: Neto Sales, Adalberto e João Euzé.<br />
A obra ainda faz uma homenagem a três artistas: o cantor, compositor e ator Jr. Black, o poeta performático Miró da Muribeca e o artista, escritor e produtor cultural indígena da etnia makuxi Jaider Esbell.<br />
Confira o documentário completo no <a title="1º Festival Sertão a Dentro - 2022 [documentário completo]" href="https://www.youtube.com/watch?v=t9GGqYXFzMY&amp;t=13s" target="_blank">YouTube</a>.</p>
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		<title>Em vídeo, Coco Na Pisada do Mestre mostra suas vivências em comunidades do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2022 22:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Coco Na Pisada do Mestre exibe em seu canal no YouTube, nesta segunda-feira (28), as apresentações do projeto &#8220;Fortalecendo a Periferia&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o vídeo traz as apresentações artísticas do grupo e as vivências socioculturais que foram realizadas em parceria com agentes das comunidades do Córrego Deodato [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/IMu88apLqZY" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O Coco Na Pisada do Mestre exibe em seu canal no YouTube, nesta segunda-feira (28), as apresentações do projeto &#8220;Fortalecendo a Periferia&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o vídeo traz as apresentações artísticas do grupo e as vivências socioculturais que foram realizadas em parceria com agentes das comunidades do Córrego Deodato (Clube de Mães Tia Regina) e Alto do Pascoal (Terreiro Ylê Axé Oxum Pandá), ambos na região metropolitana do Recife.</p>
<p>A iniciativa tem por objetivo possibilitar a continuidade das atividades artístico-culturais do grupo, fortalecendo seu território e oportunizando trabalho a agentes culturais, movimentando a cadeia produtiva da cultura nas periferias. Aperte o play e confira.</p>
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		<title>Inscrições abertas para vivência &#8220;Dramaturgia dos Orixás&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 21:23:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A atriz, diretora e pesquisadora de teatro Agrinez Melo segue aprofundando sua pesquisa &#8220;Dramaturgia dos Orixás: possibilidades de novas narrativas para um corpo negro em cena&#8221;. Após realizar cursos da metodologia em modalidade presencial e on-line, a multiartista realiza uma nova demonstração de pesquisa com uma vivência inédita, que ocorre nos dias 20, 21 e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81289" aria-labelledby="figcaption_attachment_81289" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lana Lancet/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Agrinez-Melo-no-solo-Histórias-Bordadas-em-Mim-Foto-Lana-Lancet-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-81289" alt="Lana Lancet/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/Agrinez-Melo-no-solo-Histórias-Bordadas-em-Mim-Foto-Lana-Lancet-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A proposta é de uma imersão de três dias nos princípios que compõem a pesquisa de Agrinez Melo, pautada na cultura afrobrasileira e nas religiões de matriz africana</p></div>
<p>A atriz, diretora e pesquisadora de teatro Agrinez Melo segue aprofundando sua pesquisa &#8220;Dramaturgia dos Orixás: possibilidades de novas narrativas para um corpo negro em cena&#8221;. Após realizar cursos da metodologia em modalidade presencial e on-line, a multiartista realiza uma nova demonstração de pesquisa com uma vivência inédita, que ocorre nos dias 20, 21 e 22 de janeiro, através das plataformas <a href="https://www.youtube.com/channel/UCkK_v--GTIyx211ExwofTXA" target="_blank"><strong>YouTube</strong></a> e Google Meet.</p>
<p>A proposta é de uma imersão de três dias nos princípios que compõem a pesquisa de Agrinez, pautada na cultura afrobrasileira e nas religiões de matriz africana. A demonstração, incentivada pela Lei Aldir Blanc em Pernambuco, dispõe de 15 vagas para artistas, pesquisadores cênicos e público em geral interessado em conhecer e vivenciar a técnica de forma gratuita e virtual. Será conferido certificado aos participantes.</p>
<p>No primeiro dia, haverá um documentário exclusivo sobre a pesquisa, feito especialmente para a vivência, além de bate-papo em tempo real com a atriz. O encontro acontece no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCkK_v--GTIyx211ExwofTXA" target="_blank"><strong>canal “I Pele Ti O Dun” no YouTube</strong></a> e contará com serviços de audiodescrição e intérprete de libras. A programação abordará trabalhos realizados por Agrinez, como o solo &#8220;Histórias Bordadas em Mim&#8221;, que estreou em 2016; e o &#8220;Aldeias&#8221;, fruto do curso Dramaturgia dos Orixás realizado em 2019. O público poderá entender como a técnica foi utilizada nos referidos espetáculos.</p>
<p>Nos dois dias seguintes, no Google Meet, os participantes trabalharão sob orientação da pesquisadora, utilizando as técnicas em cima de textos e letras de música para experimentar o conceito para além da teoria.<em> &#8220;Será uma experiência nova, na qual traremos o texto na frente do corpo. Uma nova modalidade de demonstração de como é possível criar possibilidades e obras cênicas a partir da Dramaturgia dos Orixás&#8221;</em>, comenta ela.</p>
<p>A proposta é conferir aos pesquisadores novos horizontes para a criação cênica. O imaginário de orixás como Xangô, Ogum, Iemanjá e Iansã; e de figuras como Pretos Velhos, Pombagiras e Caboclos, se transforma em combustível para abastecer o corpo e as criações cênicas. A pesquisa, portanto, não só abre espaço para marginalizadas expressões religiosas, como Candomblé, Umbanda e Jurema, como as valida enquanto rico arcabouço para dispositivos cênicos.</p>
<p>Assim, a vivência abre portas e dá visibilidade a corpos negros em cena, ou mesmo corpos não-negros orientados pelos arquétipos de divindades do panteão afrobrasileiro. <em>&#8220;A vivência discute, sim, a existência do corpo negro na cena e sua ancestralidade, mas é aberto a qualquer pessoa que queira pesquisar em cima desse universo. A intenção é que mais pessoas possam aprender a criar cenas a partir da cultura negra”</em>, enfatiza Agrinez.</p>
<p><strong>O DESAFIO DO ONLINE -</strong> Ser mãe, mesclar a vida cotidiana com a profissional e fazer teatro em casa. A vida de Agrinez Melo como artista, mulher, mãe e empreendedora se transformou durante o isolamento social. A sala de casa, além de ambiente doméstico, virou palco para espetáculos virtuais, formações e lives.<em> “O desafio agora é manter o olho no olho, a atenção na respiração do outro, e principalmente a escuta, elementos que são fundamentais nas construções para teatro”</em>, revela ela.</p>
<p>Em 2019, Agrinez realizou bem sucedidas edições de cursos de Dramaturgia dos Orixás, mas, em 2020, devido à pandemia, se viu obrigada a adaptar a metodologia para o online. Após algumas oficinas de curta duração, surgiu, entre outubro e novembro, a oportunidade de uma turma semipresencial. Seguindo as regras de distanciamento social, a atriz coordena um grupo de atores-pesquisadores na construção do espetáculo &#8220;Um dia volto para casa&#8230; um dia hei de voltar&#8221;, ainda em desenvolvimento.</p>
<p>Para além disso, a pesquisa segue sendo aprofundada. Entidades como Zé Pilintra, e novos orixás como Oxumaré, vêm sendo levados às práticas cênicas, tornando a experiência virtual bastante real. <em>“Eu acredito que o ser humano não vive sem arte, ela está dentro dele. Mesmo online, há experiências muito bonitas e emocionantes, nas quais a cura está atrelada à criação artista”</em>, avalia Agrinez.</p>
<p><strong>SOBRE AGRINEZ MELO -</strong> Mulher negra, mãe, atriz, modelo, figurinista, diretora teatral, pesquisadora da antropologia do imaginário e do teatro antropológico, Agrinez Melo é uma multiartista. Formada em Teatro pela Universidade Federal de Pernambuco (2004), desenvolve trabalhos importantes no Estado de Pernambuco, e em outros estados, que vai desde formação teatral, atuação, pesquisa do corpo para cena, dramaturgia a partir do corpo e movimentos energéticos ancestrais dos Orixás, a eventos de moda. É integrante do grupo O Poste Soluções Luminosas desde 2006 e empreendedora em produção cultural na Doce Agri, focada em acessibilidade no teatro e nas atividades de formação em áreas como figurino, maquiagem e iluminação. Desenvolve cursos online e presenciais focados na dramaturgia ancestral, fincada nas matrizes africanas. Também faz parte da rede de Mulheres Afrocentradas e gerencia o canal &#8220;I Pele Ti O Dun&#8221; no YouTube, com conteúdo afrocentrado. Já recebeu prêmios como atriz em 2011 e 2014, com os espetáculos “Cordel do Amor Sem Fim” e “ “Anjo Negro”. Foi indicada a Melhor Figurino com os espetáculos “Ombela” e “Histórias Bordadas em Mim”, entre 2015 e 2016.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Demonstração de pesquisa “Dramaturgia dos Orixás: possibilidades de novas narrativas para um corpo negro em cena” (com acessibilidade)<br />
20 de janeiro &#8211; 19h às 21h, no canal <a href="https://www.youtube.com/channel/UCkK_v--GTIyx211ExwofTXA" target="_blank"><strong>I Pele Ti O Dun</strong></a>, no YouTube<br />
21 e 22 de janeiro &#8211; 14h às 16h, via Google Meet<br />
Inscrições gratuitas: até 20 de janeiro (quarta-feira), pelo e-mail <strong>agrinez@gmail.com</strong><br />
15 vagas disponíveis. Haverá certificado aos participantes.</p>
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		<title>Paço do Frevo promove programação especial de vivências de dança e conteúdo digital</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/paco-do-frevo-promove-programacao-especial-de-vivencias-de-danca-e-conteudo-digital/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 22:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79738" aria-labelledby="figcaption_attachment_79738" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulo Maia/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Jefferson-Figueirêdo-Foto-Paulo-Maia.jpg"><img class="size-medium wp-image-79738" alt="Paulo Maia/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Jefferson-Figueirêdo-Foto-Paulo-Maia-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Várias ações e vivências com o frevo serão realizadas até o final de novembro pelo Paço do Frevo</p></div>
<p>O Paço do Frevo estreia nas redes sociais e pelas ruas da cidade seu mais novo projeto de ações formativas e intervenções artísticas. O programa “Vamos Cair no Paço?” utiliza a energia e o ativismo do frevo como eixo condutor de uma programação cultural que durará todo o mês de novembro. A ação é resultado direto do reconhecimento da atuação do equipamento na salvaguarda e experimentação do frevo, que sagrou o Paço como vencedor, em 2019, do Prêmio Darcy Ribeiro de Educação, pelas vivências de dança do frevo para os visitantes do museu.</p>
<p>Este ano, devido ao cenário desafiador instituído pela pandemia do coronavírus, as ações antes limitadas ao prédio do Paço ganharam novos ares e possibilidades, adaptando-se não somente às plataformas digitais, como também à rua como espaço de provocação cultural, sem esquecer de contemplar as medidas de segurança sanitária recomendadas pela OMS.</p>
<p>O programa terá início com a atividade de ocupação artística de praças e espaços públicos com muita música e dança, chamada Frevaça. Até sexta (6), a “Frevocleta” — bicicleta musical inspirada na clássica Frevioca &#8211; levará o Frevo nas comunidades e bairros vizinhos do Paço do Frevo, aproveitando para anunciar um importante benefício: moradores dos bairros de Santo Amaro, Boa Vista, Santo Antônio e São José, além das comunidades dos Coelhos e do Pilar, possuem direito a um cadastro para acesso gratuito no museu. As famílias poderão apresentar um comprovante de residência para garantir a gratuidade em visitas às exposições do Paço.</p>
<p>Já no domingo (8), às 16h, o Frevaça ocupará a Praça do Arsenal da Marinha, em frente ao museu, para uma performance inédita com a passista Yanca Lima. O espetáculo, chamado “Ai, ai… Saudade”, aborda a mistura de sentimentos coletivos e individuais que a pandemia gerou, principalmente para os foliões saudosos do Carnaval pernambucano.</p>
<p>Na segunda semana de novembro, a programação volta-se para a formação.  Nos dias 9 e 11 de novembro, das 13h30 às 17h30, o Paço oferecerá aulas online do seu Laboratório Corporal Criativo, atividade de aperfeiçoamento profissional em dança. Em sua primeira edição digital, a oficina será ministrada pelos passistas e pesquisadores Jefferson Figueirêdo e Rebeca Gondim, tendo como tema “Voo da Andorinha: Um salto de possibilidades no dançar frevo”. A atividade é gratuita, e ocorrerá em plataforma de vídeo chamadas, mediante inscrição pelo link: <strong><a href="http://tinyurl.com/voodaandorinha" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://tinyurl.com/voodaandorinha&amp;source=gmail&amp;ust=1604699515852000&amp;usg=AFQjCNH4ISzsGvL2S-YuUZmIPBo-6l-RLQ">tinyurl.com/voodaandorinha</a></strong>.</p>
<p>Aos sábados e domingos de todo o mês de novembro, às 15h, a vivência “O Meu Passo”, convidará os visitantes presentes no museu a pensarem sobre a relação do corpo com o espaço, em uma mediação lúdica e criativa de percepção da nossa cinesfera. Na atividade, que será realizada na sala de dança, para até 5 pessoas do mesmo grupo, os participantes irão experimentar a criação de um passo de frevo de olhos vendados, sendo provocados a refletir como o frevo pode ser acessível a pessoas com deficiência visual e sobre a importância da consciência corporal para a saúde.</p>
<p>No fim do mês, encerrando as ações do programa, serão lançadas no canal do Youtube do Paço do Frevo quatro videoaulas do projeto “Frevo do Pé ao Ouvido”, que pretende difundir saberes da dança e da música com o intuito de gerar novas plateias</p>
<p>e fazedores do frevo. As aulas serão conduzidas pelo percussionista Júnior Teles e pelo passista e coreógrafo Júnior Viégas, sendo destinadas a todos que queiram aprender ou se aprofundar nas possibilidades de performance e execução do frevo.</p>
<p>“O projeto ‘Vamos Cair no Paço?’ consolida a importância do Frevo como Patrimônio Imaterial da Humanidade e se alinha com um dos objetivos das ações de salvaguarda, que é o de promover o Frevo todos os meses do ano, expandindo sua associação sazonal com o Carnaval”, explica o coordenador de Educação do Paço do Frevo, Carlos Lima. “A aposta em diferentes formatos, experiências e públicos provoca o contato e traz o sentimento como ferramenta para o respeito à diversidade do nosso público. Ampliando a dimensão do museu para a rua e para as plataformas digitais, estendemos o acesso à cultura e à história do Frevo, que é feito do povo e para o povo”.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
PROJETO “VAMOS CAIR NO PAÇO?”</p>
<p><strong>Ação: Frevaça: Frevocleta</strong><br />
Onde: Santo Amaro, Santo Antônio, São José, Boa Vista, Pilar e Coelhos<br />
Quando: 5 e 6 de novembro</p>
<p><strong>Ação: Frevaça: Performance “Ai, Ai… Saudade”, de Yanca Lima</strong><br />
Onde: Praça do Arsenal da Marinha<br />
Quando: 8 de novembro, às 16h</p>
<p><strong>Ação: Laboratório Corporal Criativo, com o tema “Voo da andorinha: um salto de possibilidades no dançar frevo”</strong><br />
Facilitadores: Jefferson Figueiredo e Rebeca Gondim<br />
Onde: Plataforma Zoom<br />
Quando: 9 e 11 de novembro<br />
Inscrições: <a href="http://tinyurl.com/voodaandorinha" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://tinyurl.com/voodaandorinha&amp;source=gmail&amp;ust=1604699515852000&amp;usg=AFQjCNH4ISzsGvL2S-YuUZmIPBo-6l-RLQ">tinyurl.com/voodaandorinha</a></p>
<p><strong>Ação: Vivência lúdica “O Meu Passo”</strong><br />
Onde: Paço do Frevo (salas de dança)<br />
Quando: Sábados e domingos de novembro, às 15h</p>
<p><strong>Ação: Videoaulas “Frevo do Pé ao Ouvido”</strong><br />
Onde: Canal do Youtube do Paço do Frevo<br />
Quando: Final de novembro</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto faz com que jovens de Vicência aprendam a tocar a sanfona dos 8 baixos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-faz-com-que-jovens-de-vicencia-aprendam-a-tocar-a-sanfona-dos-8-baixos/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2019 19:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[No fole dos 8 baixos]]></category>
		<category><![CDATA[Vivência]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68661" aria-labelledby="figcaption_attachment_68661" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_20181125_134141750_HDR-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-68661 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_20181125_134141750_HDR-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O encerramento do projeto &#8216;No fole dos 8 baixos&#8217; será realizado no Museu Poço Comprido com a presença das escolas municipais de Vicência envolvidas</p></div>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, alguns jovens do município de Vivência, na Mata Norte do estado, passaram os últimos seis meses tendo aulas sobre a sanfona de oito baixos no Museu Comprido, ponto de cultural localizado na região. Agora, na próxima terça-feira (21), às 14h, estes alunos estarão juntos para o encerramento do projeto <strong>No fole dos 8 baixos</strong>, que será realizado no Museu Poço Comprido e com a presença das escolas municipais de Vicência envolvidas. Na ocasião, haverá entrega de certificados e outras atividades.</p>
<p><strong>No fole dos 8 baixos</strong> é um projeto que tem o objetivo de ampliar a formação da musicalidade da sanfona de 8 baixos para alunos que têm algum conhecimento deste instrumento, moradores da Vila Murupé e cidade de Vicência. Ao todo foram 120 horas de aulas ministradas pelo instrutor Baixinho dos 8 Baixos, (Aldo Lourenço Guerra), músico natural da Vila Murupé.</p>
<div id="attachment_68660" aria-labelledby="figcaption_attachment_68660" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_20181209_165855-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-68660 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/IMG_20181209_165855-2-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Todos os participantes são moradores de Vila Murupé e da cidade de Vicência, entre crianças e adolescentes</p></div>
<p>Na sua terceira edição, com incentivo do Funcultura pelo segundo ano consecutivo, a iniciativa foi promovida pela Associação dos Filhos e Amigos de Vicência (AFAV), que há 20 anos atua no resgate da cultura local, e do Museu Poço Comprido, onde foram realizadas as aulas.</p>
<p>Todos os participantes são moradores de Vila Murupé e da cidade de Vicência, entre crianças e adolescentes, que estudaram com sanfonas adquiridas na primeira edição, com apoio da Unesco/Criança Esperança.</p>
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